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O FACEBOOK É REDE SOCIAL OU REDE POLÍTICA?

 

DIA 19 DE MARÇO – DIA DE SÃO JOSÉ, DIA DE PLANTAR O MILHO DA CANJICA.

Em homenagem aos vizinhos itabunenses, no dia do seu padroeiro, como forma de agradecimento pela contribuição dada a administração de Ilhéus.

Hoje será feita a colheita das melancias, quiabos e aboboras no Estadio Mário Pessoa, e preparo do terreno para a plantação de milho, que será reforço na ‘canjica’ do pessoal…

ARDE O CAPINZAL DA SOARES LOPES ABANDONADA.

Todo o centro de Ilhéus tomado pela fumaça.

Técnicos da Embasa trabalham no Alto da Tapera para consertar adutora que rompeu

A Embasa informa que técnicos da empresa já estão desde cedo, no Alto da Tapera, em Ilhéus, fazendo inspeção para manutenção em adutora que apresentou vazamento e rompeu hoje (17) pela manhã.

Representantes da empresa também estão dando todo suporte, junto com a Defesa Civil, aos moradores que tiveram suas casas danificadas pela força da água.

Para o conserto da tubulação, o abastecimento foi  temporariamente interrompido no Basílio, Banco da Vitória, Salobrinho, Moradas do Porto e Vila Cachoeira. A previsão de término e início da retomada gradativa do fornecimento de água, nessas áreas, é de 48 horas.  

Durante esse período, os morros Soledade, Nerival, Amparo, Legião, Vila Queiroz, Alto da esperança e Alto do Coqueiro serão abastecidos em dias alternados.

Qualquer dúvida entrar em contato com escritório local, 0800 0555 195 e aplicativo.

Até a regularização completa do abastecimento, a Embasa recomenda o uso racional da água disponível nos reservatórios domiciliares.

Acordo com EUA para uso de Alcântara coloca país em mercado bilionário

Expectativa da CNI é aumento de negócios no setor de satélites

Publicado em 17/03/2019 – 07:00

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O presidente  Jair Bolsonaro deve assinar na próxima terça-feira (19), em Washington, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos, ao lado do presidente norte-americano Donald Trump. A medida permitirá o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara (MA). Estima-se que, em todo o mundo, exista uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.

Esse mercado movimentou, apenas em 2017, cerca de US$ 3 bilhões, um crescimento de mais de 16% em relação ao ano anterior, segundo dados da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos.

“O Brasil vai entrar no mercado de lançamento de satélites. Há anos, o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos aguarda o acordo de salvaguardas com os americanos. Nossa expectativa é de que passaremos a exportar serviços relacionados a essa indústria”, afirmou o gerente-executivo de Assuntos Internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Diego Bonomo.

A Base de Alcântara é internacionalmente reconhecida como um ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos. Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso do local pode significar uma redução de 30% no uso de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.

Presidente segue hoje para os Estados Unidos – Antonio Cruz/Agência Brasil

A partida do presidente para os Estados Unidos está marcada para as 8h de hoje (17), na Base Aérea de Brasília. Acompanhado de seis ministros, Bolsonaro deve chegar a Washington às 16h (horário local). O presidente ficará hospedado na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca.

A comitiva brasileira será integrada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Livre Comércio

O setor empresarial brasileiro também vê com muita expectativa a reaproximação entre os dois países. Segundo principal destino das exportações do Brasil, atrás apenas da China, os Estados Unidos ocupam a primeira posição no quesito de compras de produtos industrializados.

O mercado norte-americano é também onde o Brasil tem o maior número de empresas no exterior. Cerca de 21% de todo o investimento estrangeiro no Brasil também provém de empresas estadunidenses.

O que falta, ainda, segundo os empresários, são acordos comerciais mais amplos. “Tem uma defasagem entre a dinâmica empresarial, que é forte entre os dois países, e as ações do governo. O que não temos ainda são acordos entre os dois governos para potencializar essa relação”, explica Diego Bonomo.

Na última década, conforme Bonomo, houve acordos de patentes (2015),  de céus abertos, que entrou em vigor no ano passado, liberando a operação de voos comerciais entre os dois países, além do acordo previdenciário, também de 2018, que passou a legalizar a contagem de tempo e de contribuição para aposentadoria e recebimento de outros benefícios da Previdência de cidadãos brasileiros que vivem nos EUA e vice-versa.

“São acordos importantes, mas que não têm um impacto econômico assim tão grande”, afirmou. Em pesquisa recente, a CNI mostrou que pelo menos 134 grupos de produtos brasileiros poderiam ser beneficiados com um acordo de livre comércio com os Estados Unidos que reduzisse ou zerasse as tarifas de importação entre os dois países.

A pauta empresarial também inclui o desejo por um acordo para evitar a dupla tributação (ADT) de produtos e serviços comercializados entre os dois países, bem como remessa de lucros e dividendos, além de um acordo de cooperação para facilitação de investimentos (ACFI), que prevê medidas para aumentar a segurança jurídica dos negócios bilaterais.

Janela de oportunidade

Os gestos de aproximação entre Bolsonaro e Trump são vistos como uma oportunidade de destravar acordos mais ambiciosos entre os dois países.

“Vamos ver o que vai sair na declaração conjunta entre os dois, porque isso é o que vai determinar e ditar o ritmo da relação pelos próximos 6 a 12 meses. Ano que vem tem eleições presidenciais nos EUA, então é importante aproveitar ao máximo essa janela de oportunidade de aproximação política entre os dois países”, avaliou Bonomo.

O gerente de assuntos internacionais da CNI destacou que o atual presidente dos EUA nem precisa de autorização do Congresso para negociar acordos comerciais com outros países, já que a Autorização para a Promoção de Comércio (TDA, na sigla em inglês) foi aprovada pelo Legislativo do país ainda na gestão de Barack Obama, e tem validade até 2021.

“Se a gente quiser ter essa ambição e lançar a negociação com eles, o Trump nem depende do Congresso dos EUA e pode deslanchar esse processo”, destacou.

Saiba mais

Edição: Luiza Damé

CLÍNICAS POPULARES – NOVA TREITA COM A POPULAÇÃO VULNERÁVEL

Clínicas privadas populares refletem naturalização da saúde como mercadoria | Jornal da USP

Novas regras de funcionamento para clínicas populares médicas | Cloudia

https://www.cloudia.com.br/novas-regras-clinicas-populares/

Imagem ilustrativa colhida no GOOGLE

Leilão de aeroportos mostra que país “voltou ao jogo”, diz ministro

Publicado em 15/03/2019 – 16:06

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo. Esta é quinta rodada de leilão de aeroportos e prevê a concessão dos terminais divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse que o resultado do leilão de 12 aeroportos hoje (15), na B3, em São Paulo, é uma demonstração de confiança no Brasil e no acerto do rumo na condução da política econômica e na certeza de que o país voltou “para o jogo”.

“Fica muito claro que este leilão, este ágio, significa um acerto da trajetória, rumo e condução política econômica. É um resultado que nos deixa felizes e mostra o grande potencial do país”, afirmou o ministro.

Com ágio de 986%, o leilão de privatização de 12 aeroportos superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação. O investimento previsto para os três blocos é de R$ 3,5 bilhões, no período de 30 anos.

Esta foi a primeira vez que o modelo de concessão em blocos foi testado. Até então, os terminais vinham sendo leiloados individualmente. Segundo o governo, a organização dos terminais em blocos está relacionada a uma maior vocação de uso dos terminais: os do Nordeste, para o turismo, os do Centro-Oeste, para o agronegócio, e os do Sudeste, para atividades empresariais ligadas ao setor de energia, como petróleo e gás.

Além disso, o certame não contou com a previsão de participação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Nas rodadas anteriores, a Infraero entrou como sócia dos vencedores, com 49% de participação. A previsão de pagamento do ágio, que nas regras anteriores poderia ocorrer ao longo do contrato, também foi alterada. Agora o pagamento deve ser feito integralmente no momento da assinatura do contrato.

De acordo com o ministro, o modelo adotado reflete o aprendizado do governo em relação aos procedimentos de concessão. “Experimentamos uma série de evoluções regulatórias, vamos trilhando uma curva de aprendizado e, com isso, vamos tirando incentivos para aqueles que demonstram um comportamento oportunista. A participação da Infraero antes acabava estimulando as empresas de construção a entrar nos leilões. Com isso, o incentivo passava a ser a realização de obras, e não a exploração do serviço˜, disse.

Na entrevista coletiva, o ministro anunciou para a próxima segunda-feira (18), o lançamento do edital do leilão de chamamento para a sexta rodada de concessões de aeroportos. Na prática, o edital dá início aos estudos para a modelagem da próxima rodada. Serão oferecidos 22 terminais divididos em três blocos (Sul, Norte e Eixo Central). Tarcísio disse também que os terminais de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, por serem os mais atrativos, só irão à leilão mais à frente, na última rodada de concessão de aeroportos da Infraero

Os representantes das empresas vencedoras do leilão: Zurich Aiport, Aena Desarrollo Internacional e o consórcio Aeroeste, liderado pela Socicam, elogiaram o leilão. Questionados se teriam interesse em participar de novas rodadas, eles disseram que continuarão de olho em “novas oportunidades”.

Leilão

Em um certame marcado por muitas ofertas, a disputa maior concentrou-se no bloco do Nordeste entre o grupo espanhol Aena Desarrollo Internacional e o suíço Zurich Aiport. Os espanhóis saíram na frente, com oferta de R$ 1,850 bilhão. Perto do fim do leilão, o grupo suíço ofereceu R$ 1,851 bilhão pelo bloco. O lance foi coberto logo em seguida pela Aena, que ofereceu R$ 1,900 bilhão, e levou o bloco.

O investimento inicial no bloco é de R$ 788 milhões, montante que precisa ser aportado nos primeiros cinco anos. A previsão é que, ao longo da duração do contrato, o investimento chegue a R$ 2,153 bilhões. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os aeroportos do Nordeste devem ter neste ano uma movimentação de 13,2 milhões de passageiros, volume que deve chegar a 41 milhões por ano em 2049.

O Bloco Centro-Oeste foi vendido para Consórcio Aeroeste, que ofereceu R$ 40 milhões pelos quatro terminais, um ágio de 4.739%. Segundo a Anac, a movimentação em 2019 deve chegar a 3,2 milhões de passageiros. Em 2049, a expectativa é de 9,1 milhões de passageiros. O investimento obrigatório nos primeiros cinco anos é de R$ 386,7 milhões, com expectativa de que chegue a R$ 711 milhões durante toda a concessão.

Já o Bloco Sudeste, formado pelos terminais de Macaé, no Rio de Janeiro, e de Vitória, no Espírito Santo, ficou com a Zurich Aiport que ofertou R$ 437 milhões, ágio de 830,15%. Este ano, a movimentação dos dois aeroportos deve ser de 3,3 milhões de passageiros, chegando a 8,2 milhões em 2049. O investimento inicial no bloco é de R$ 302 milhões, montante que deve ser aportado em até cinco anos. No total, o investimento estimado é de R$ 592 milhões.

Edição: Nádia Franco

ILHÉUS UM SHOPPING CENTER DA MEDICINA.

Pipocam pelos quatro cantos da cidade, novas Clínicas Médicas.

Duas coisas podem estar acontecendo:

A saúde pública não está funcionando a contento, ou os ‘sócios investidores’ encontraram um novo nicho de mercado.

Novo nicho de mercado da saúde.

Os prestadores do SUS, ainda não viram a cor do dinheiro em 2019.

Perigo no ar: Boeing suspende operação de modelo que caiu na Etiópia

Tão logo ocorreu a queda de um avião na Etiópia, no dia 10 último, a Gol Linhas Aéreas, em nota oficial, anunciou a suspensão de voos com aviões do modelo Boeing 737 Max 8, o mesmo cuja queda levou à morte de 157 pessoas no país africano. “Sendo segurança o valor número um da GOL, que direciona absolutamente todas as iniciativas da empresa, a companhia informa que por liberalidade, a partir das 20:00 horas de hoje [segunda-feira], suspenderá temporariamente as operações comerciais das suas aeronaves 737 Max 8”, informou a empresa em nota. O tema ganha ainda maior relevância, no Brasil, em razão do andamento da negociação de compra, por parte da Boeing, da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).

Modelo 737 Max. Foto: Divulgação/Gol.

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Engenheiros contra venda da Embraer

E nesta quarta-feira (13/03), a fabricante estadunidense Boeing determinou a suspensão temporária das operações de toda a frota global das aeronaves 737 Max, o mesmo que caiu no último domingo (10) na Etiópia. Segundo a empresa, a decisão foi tomada depois de consultar as autoridades de aviação nos Estados Unidos, especialmente a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) e o Conselho Nacional de Segurança de Transporte (NTSB), além seus clientes em todo o mundo.

A decisão da companhia se deu após a FAA determinar a suspensão todos os voos com o Boeing 737 MAX nos EUA. Em comunicado à imprensa, a fabricante de aeronaves diz estar “apoiando esta medida proativa por extrema cautela. A segurança é um valor central na Boeing desde que começamos a fabricar aviões e ela sempre será. Não há prioridade maior para nossa empresa e nossa indústria. Estamos fazendo tudo o que podemos para entender a causa dos acidentes em parceria com os investigadores, implantar melhorias de segurança e ajudar a garantir que isso não aconteça novamente”.

* Com informações também da Agência Brasil

PARECE QUE ‘BABOU’ A REFORMA ADMINISTRATIVA EM ILHÉUS.

Secretários influentes, conseguiram botar o ‘dedo no suspiro’ dentro do legislativo ilheense.

Baculejo

Montagem Blog do Gusmão

Eleito vice-presidente da Comissão de Turismo, Leur Lomanto Jr. defende liberação de jogos para incrementar o setor

O deputado federal Leur Lomanto Jr. (DEM) foi eleito hoje (14/03) para o cargo de vice-presidente da Comissão de Turismo da Câmara Federal. Com formação em Turismo, o parlamentar pretende apresentar ações que fortaleçam o setor, considerado um dos que mais movimentam a economia do país. Entre as iniciativas, o deputado defende a liberação dos cassinos e outros jogos, como forma de incrementar o turismo e a geração de emprego e renda.  

“A regulamentação desses jogos pode contribuir bastante com o aumento do turismo. O Brasil tem um grande potencial que pode ser aproveitado, o que irá impactar de forma positiva em nossa economia”, enfatiza. Para Leur Jr., é preciso ampliar os investimentos no Turismo, como forma de ajudar na retomada do crescimento econômico.

O deputado agradeceu a indicação do seu nome ao Partido Democratas e aos pares pela eleição unânime. “Esse é um momento especial em minha caminhada parlamentar. Desde o meu primeiro mandato de deputado estadual venho defendendo a necessidade de fortalecimento do turismo. Quero ressaltar a minha disposição em trabalhar por esse setor tão importante para a economia do país e da Bahia. Será uma honra contribuir com a direção desse colegiado”, afirmou.

Leur Lomanto Jr eleito para vice presidente da Comissão de Turismo

COMEÇOU A FAXINA – BOQUINHAS BANGUELAS

Decreto 9725 12 marco 2019 | Decreto nº 9.725, de 12 de Março de 2019

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Publicado por Presidência da Republica – 2 dias atrás

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Extingue cargos em comissão e funções de confiança e limita a ocupação, a concessão ou a utilização de gratificações. Ver tópico (1 documento)

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alíneas a e b, da Constituição, DECRETA:

Art. 1º Ficam extintos os seguintes cargos em comissão e funções de confiança no âmbito do Poder Executivo federal:Ver tópico

– na entrada em vigor deste Decreto, na forma do Anexo I:Ver tópico

  1. a)quatrocentas e noventa e oito Funções Comissionadas Técnicas – FCT, de que trata o art. 58 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001;Ver tópico
  2. b)mil, cento e cinquenta e três Funções Gratificadas, de que trata o art.26 da Lei nº 216, de 13 de agosto de 1991; Ver tópico
  3. c)novecentas e sessenta Funções Gratificadas, de que trata o art.26 da Lei nº 216, de 1991 , criadas pelo art.  da Lei nº 13.027, de 24 de setembro de 2014; Ver tópico
  4. d)cento e dezenove Cargos de Direção – CD, de que trata o art. da Lei nº 168, de 16 de janeiro de 1991, criados pelos incisos VVI e VII do caput do art.  da Lei nº 12.677, de 25 de junho de 2012; Ver tópico
  5. e)quatrocentas e sessenta Funções Gratificadas, de que trata o art. da Lei nº 168, de 1991 , criadas pelos: Ver tópico
  6. incisosVIIIIX do caput do art.  da Lei nº 12.677, de 2012 ;
  7. incisosIV,V e VI do caput do art. 10 da Lei nº 13.634, de 20 de março de 2018;
  8. incisosIV,V e VI do caput do art. 10 da Lei nº 13.635, de 20 de março de 2018 ;
  9. incisosIV,V e VI do caput do art. 10 da Lei nº 13.637, de 20 de março de 2018 ;
  10. incisosIV,V e VI do caput do art. 10 da Lei nº 13.651, de 11 de abril de 2018 ; e 6. incisos IVVVI e VII do caput do art. 21 da Lei nº 13.651, de 2018 ;
  11. f)mil, oitocentas e setenta Funções Comissionadas de Coordenação de Curso – FCC, de que trata o art. da Lei 677, de 2012 , criadas pelo art.  da Lei nº 12.677, de 2012 ; e Ver tópico
  12. g)quarenta Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE, de que tratam os art. 2º e art. 4º da Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016, e o inciso IV do caput do art. 1º da Lei nº 13.207, de 2014; eVer tópico

II – em 31 de julho de 2019, na forma do Anexo II: Ver tópico

  1. a)mil, cento e quarenta e sete Funções Gratificadas, de que trata o art.26 da Lei nº 216, de 1991 ; e Ver tópico
  2. b)onze mil, duzentas e sessenta e uma Funções Gratificadas de que trata o art. da Lei nº 168, de 1991, nos níveis 9 a 4.Ver tópico

Art. 2º Fica vedada a ocupação, a concessão ou a utilização, na forma do Anexo III, dos quantitativos das seguintes gratificações: Ver tópico

– a partir da data de entrada em vigor deste Decreto: Ver tópico

  1. a)quatorze Gratificações de Representação de Função de Gabinete Militar, de que trata a Lei nº460, de 17 de setembro de 1992; Ver tópico
  2. b)mil, duzentas e cinquenta e duas Gratificações Temporárias das Unidades dos Sistemas Estruturadores da Administração Pública Federal – GSISTE, de que trata o art.15 da Lei nº 356, de 19 de outubro de 2006; Ver tópico
  3. c)sessenta e quatro Gratificações de Representação de Gabinete dos Órgãos Integrantes da Presidência da República, no Ministério da Defesa; eVer tópico
  4. d)cento e cinquenta e sete Gratificações de Representação da Presidência da República, na Presidência da República e na Vice-Presidência da República;Ver tópico

II – a partir de 30 de abril de 2019: Ver tópico

  1. a)duzentas e cinquenta e três GSISTE de nível auxiliar, de que trata o art.15 da Lei nº 356, de 2006; Ver tópico
  2. b)mil, setecentas e dezesseis Gratificações de Representação de Gabinete;Ver tópico
  3. c)cinco Gratificações Temporárias de Atividade em Escola de Governo – GAEG de nível auxiliar, de que trata o art.292 da Lei nº 907, de 2 de fevereiro de 2009; e Ver tópico
  4. d)vinte e sete GAEG de nível intermediário, de que trata o art.292 da Lei nº 907, de 2009 ; e Ver tópico

III – a partir de 31 de julho de 2019: quatro Gratificações de Representação de Gabinete dos Órgãos Integrantes da Presidência da República, no Ministério da Defesa. Ver tópico

Art. 3º Os eventuais ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir por força deste Decreto ou das gratificações cujas ocupações são por ele limitadas ficam automaticamente exonerados ou dispensados, nas respectivas datas de extinção ou de início da limitação à ocupação dos quantitativos correspondentes. Ver tópico

Art. 4º Constam do Anexo IV o quantitativo dos cargos em comissão, das funções de confiança e das gratificações de que trata este Decreto e os seus respectivos impactos orçamentários anualizados. Ver tópico

Art. 5º O Decreto nº 5.731, de 20 de março de 2006, passa a vigorar com as seguintes alterações: Ver tópico

“Art. 1º Ficam aprovados o Regulamento, os Quadros Demonstrativos dos Cargos Efetivos e Comissionados, o Quadro-Resumo dos Custos de Cargos Comissionados, na forma dos Anexos I a III a este Decreto.” (NR)

Art. 6º Ficam revogados: Ver tópico

– os Anexos IV e V ao Decreto nº 5.731, de 2006 ; e Ver tópico

II – o Decreto nº 8.785, de 10 de junho de 2016. Ver tópico

Art. 7º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ver tópico

Brasília, 12 de março de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

Este texto não substitui o publicado no DOU de 13.3.2019 :: LEIA MAIS »

AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE VAI DEBATER FIM DO SUBSÍDIO NA CONTA DE ENERGIA DE IRRIGANTES VAI ACONTECER DIA 26 NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Deputado Estadual Eduardo Salles

Durante a sessão desta terça-feira (12), os deputados que compõem a Comissão de Agricultura aprovaram dia 26 de março como a data em que será realizada a audiência pública proposta pelo deputado estadual Eduardo Salles para debater o decreto, assinado em dezembro pelo ex-presidente Michel Temer, que determina o fim do subsídio na conta de energia dos agricultores irrigantes. O evento vai acontecer na Assembleia Legislativa. Ex-secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles é um duro crítico do Decreto. “Prejudica muito a agricultura brasileira, penalizando o setor que mais gera emprego e alavanca o PIB e só pode ter sido feita por quem não conhece o setor, de quem fica sentado atrás de uma cadeira sem a menor noção do que está fazendo”, disparou o parlamentar.

Eduardo Salles explicou que o objetivo da audiência pública é chamar os agricultores irrigantes para debater com representantes do setor elétrico e expor o quanto o Decreto pode prejudicar a economia baiana. 

“A ideia é trazer o maior número possível de membros do setor produtivo para marcar posição contra esta medida”, esclareceu o deputado.

ENTENDA O DECRETO
Sancionado pelo ex-presidente Michel Temer, o decreto determinou a redução dos descontos para produtores rurais em 20% ao ano, até chegar a zero em um prazo de cinco anos. Antes, o subsídio permitia que os agricultores irrigantes obtivessem desconto de 10% a 30% nas tarifas de energia elétrica.

Para Eduardo Salles, a medida é ineficiente, já que, com base em estudo encomendado pela Agência Reuters, a TR Soluções e a Consultoria Safira Energia, o parlamentar cita que a retirada do subsídio para os agricultores irrigantes vai gerar redução abaixo de 1% nas contas de energia dos consumidores de baixa tensão.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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UMA VOCAÇÃO TARDIA E ENRUSTIDA! ===>>> 23-04-2017

Há mais de 40 anos, ouço que a vocação de Ilhéus é o turismo.

Se durante esse tempo a vocação não foi operacionalizada, não é agora na crise que vai ser…

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O SUJO E O MAL LAVADO

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

A despeito dos últimos governos instalados em Ilhéus, há mais de trinta anos só temos pinturas em meio-fios, reformas meia-boca de postos de saúde e escolas, troca de lâmpadas e contratação de empresas dos seus próprios apaniguados. Dos governos estaduais, só ganhamos uma QUASE ponte, um QUASE hospital e fechamentos diversos de escolas, hospitais, Cesta do Povo, etc.
Acreditamos que não devemos avaliar essas administrações pela péssima qualidade dos seus feitos, mas pela eficiência com que cuidaram das tesourarias. Devemos questionar sim, o destino que se deu às arrecadações, tão prejudicadas pela falta de desenvolvimento econômico.
Ao que tudo indica, incompetentes em amealhar fundos em proveito próprio, nossos últimos governantes municipais não foram.
1- O que tem sido feito para melhorar a mobilidade da população, principalmente nos morros, nos novos bairros e nos distritos?
2- O que tem sido feito pela zona rural, que necessita de estradas para desenvolver-se?
3- O que tem sido feito pela geração de novos empregos?
4- O que se tem feito pela recuperação da lavoura cacaueira, o maior vetor de desenvolvimento cultural, social e econômico da cidade?
5- O que se tem feito para evitar os grandes e vergonhosos alagamentos em todo centro e lugares importantes dessa cidade, como Av. Soares Lopes, Av. Bahia, Av. Canavieiras e tantas outras localidades, senão gambiarras sem responsabilidade alguma com a solução definitiva dos problemas?
6- O que se tem feito para se mitigar a insalubridade da nossa Central de Abastecimento, senão promessas e mais promessas? Sequer um guarda-corpo fora colocado ao longo do canal de fezes que margeia a feira de alimentos da população.
7- O que se tem feito pela saúde nesses últimos trinta anos, senão as intermináveis reformas, superfaturadas, e a irresponsável atuação permitindo o fechamento dos hospitais Sta. Isabel e Regional? Perdemos 320 leitos que funcionavam e ganhamos 180 que ainda não funcionam.
8- O que se tem feito, para incrementar o turismo, que gera renda e empregos?
9- O que se tem feito para resgatar o esporte profissional da nossa cidade? Hoje, nem a iluminação do ginásio de esportes Herval Soledade nem a grama do estádio Mário Pessoa estão em condições da prática esportiva.
Ex-prefeito e prefeito, o sujo falando do mal lavado, induzem o povo a optar pelo menos ruim, de novo.
Logo, ou aprendemos a votar ou continuaremos vendo o suor dos ilheenses e baianos se esvaírem pelo ralo.
Estas as nossas convicções
Luiz Uaquim



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