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E QUANDO CHEGAR A HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA?

Vão ser eletrizantes as eleições municipais de 2020.

Sem as coligações partidárias nas eleições de vereadores, vão acabar com as ‘mulinhas’ de 30 ou 40 votos, de partidecos inexpressivos, que completam os votos de vereador de 600 votos.

Assim o voto camarão sem cabeça vai chegar com toda força.

‘Vote em mim, e para Prefeito vote em quem quiser’.

Apostem agora, pois a banca já vai fechar…

Contratos de patrocínio da Petrobras passam por revisão, diz Bolsonaro

Publicado em 21/04/2019 – 10:04

Por Agência Brasil  Brasília

O governo federal determinou a revisão dos contratos da Petrobras que estão em vigor para patrocínios ligados ao setor de cultura. Em publicação hoje (21) no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro disse que a revisão tem o objetivo de “saber o que fazem com bilhões de reais da população brasileira”.

live semanal do presidente Jair Messias Bolsonaro_18.04.2019
O presidente Jair Bolsonaro – Divulgação Jair Bolsonaro/Redes Sociais

Lançado em 2003, o Programa Petrobras Cultural patrocina projetos de música, artes cênicas e audiovisual. De acordo com a empresa, mais de 4 mil ações já receberam ajuda do programa. A seleção dos projetos se dá por chamadas públicas e por escolha direta. A última chamada aberta pela companhia foi em 4 de dezembro do ano passado. A “Petrobras Música em Movimento 2018” tinha valor total previsto de R$ 10 milhões.

Retorno a Brasília

Depois de passar o feriado no litoral de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro deve retornar hoje (21) à capital federal. Ele chegou ao Forte dos Andradas, localizado no Guarujá, na última quinta-feira (18). Durante o feriado, o presidente aproveitou as instalações do forte para descansar e, a convite da Marinha, nesse sábado (20) fez um passeio na costa a bordo do Navio-Patrulha Guaporé (P45). À noite, saiu de moto pelas ruas do Guarujá vestindo uma camisa do jogador Neymar, do clube francês Paris Saint-German. O passeio de moto durou cerca de 20 minutos e, na volta, o presidente parou para atender admiradores, tirou selfies e conversou com a imprensa que o aguardava nas proximidades do forte.

Edição: Graça Adjuto

A CODEBA E A DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS

Fomos informados que as cargas começam a aparecer.

900 mil toneladas de manganês.

Prospecção de uma exportação de madeira certificada, ainda pelo Porto de Ilhéus.

O que falta para a dragagem do calado, força política?

 

Equipamento tem diversificado atividades, uma das apostas é no turismo (Foto: Divulgação/ Codeba)

 

MALHA FINA DO JORNAL A REGIÃO

malha fina

20.Abril.2019

Merenda nutritiva

A julgar pelas licitações, a Prefeitura de Ilhéus vai inovar na merenda escolar. Ela vai comprar 22 mil refrigerantes, 100 caixas de chiclete, 150 pacotes de pirulitos e 50 quilos de pé de moleque. Ou vai ver é para a festinha de algum sobrinho…

Stand up mayor

Não sabemos qual é a especialidade do “doutor” Almeida, prefeito de Canavieiras, mas ela deve ser a de comédia. Para justificar a malandragem de não trabalhar na quinta-feira, 18, ele soltou decreto que traz uma informação inédita.

Morte que se move

Os pesquisadores da Prefeitura de Canavieiras descobriram que a Sexta-Feira da Paixão pode acontecer em outros dias da semana. Veja o texto: “considerando o feriado da Paixão de Cristo deste ano ter caído numa sexta-feira…”

Nem dá, nem ensina a pescar

son niverMais da metade dos servidores da prefeitura de Itabuna não receberam o salário de março e passaram a semana santa sem peixe. Mas a mesa do prefeito ficha suja Fernando Cua e sua “famiglia” é bem farta, principalmente a do sobrinho Son Gomes.

Investimento certo

Dizem que Som Gomes fez uma mega festa no último dia 13 para comemorar seu aniversário. O evento foi “de arromba,” bancado pelos fornecedores da prefeitura com a promessa de receber através de licitações digamos… amigáveis.

Sobrinho de peixe…

Dizem ainda que a festa se estendeu pelo domingo, na casa de praia do secretário. A casa estava caindo aos pedaços mas, milagrosamente, graças aos santos fornecedores, se transformou em uma mansão para receber os cúmplices mais íntimos.

Mal na foto

Na festança, o primeiro sobrinho lançou a candidatura a prefeito. A população criticou o evento nas redes sociais e alguns perguntavam se ele não tem vergonha de lançar uma candidatura com tantos desmandos praticados pela atual gestão.

Fundo do poço

O turismo de Ilhéus está tão abandonado na gestão de Valdenewton Marão que até ex-secretários que nada fizeram se acham no direito de criticar. Foi o caso de Josenaldo Cerqueira, que passou pela pasta sem dizer a que veio.

Pisando no calo

O ex-secretário criticou o cancelamento do Aleluia Ilhéus deste ano, afirmando que a festa (que nunca teve turistas, só locais) “lotava a Soares Lopes”. Jô ainda cutucou Marão com o bom exemplo de Itacaré e seu Festival do Forró.

Nem de graça querem

A falta de confiança no ensino de Itabuna na gestão de Cuma está esvaziando as escolas. A cidade tinha mais de 20 mil alunos na gestão passada. No ano passado baixou para 18.179 e hoje tem apenas 15.500. Governo da “curtura”.

J… de vingança

A ordem do secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, para trocar o nome do colégio Victor Civita para Mestre Môa do Katendê (capoeirista assassinado em Salvador) parece mais uma vendetta contra a revista Veja, da Editora Abril de Civita.

Valorizando bandido

Jerônimo tomou a decisão sozinho. Não ouviu os alunos, os professores, os diretores, os moradores do bairro, ninguém. Repete o que foi feito em outra escola, que passou a ter o nome de um sequestrador e assassino de esquerda, Mariguella.

Terceirizando a Câmara

A Câmara de Itabuna está chamando a população para “consultar as contas” da prefeitura referentes a 2018. O exemplo devia vir dos próprios vereadores que, por estar no bolso do prefeito, ignoram as contas e jogam sua função para o povo.

Melhorias de banana

monumentoItabuna é uma cidade de desmandos, corrupção e besteirol. Além das cagadas do Coronel Banana no trânsito, reabrindo cruzamentos perigosos e complicando a mobilidade, alguém resolveu erguer mais um monumento na cidade.

Monumento…

Feito com manilhas espalhadas em cima da grama, o Monumento ao Eleitor Otário fica na Avenida Beira Rio, no contorno do Jardim Vitória. Só esqueceram de colocar uma placa de identificação da obra e o nome de quem autorizou.

Atrasado e errado

O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, soltou artigo para alardear que a saúde básica “vive um caos” porque os médicos cubanos foram embora. Além de defender um regime de exploração dos médicos, esquece do principal.

Roubo e omissão

A saúde básica não está “um caos” porque os cubanos foram embora, pois já foram repostos; nem por falta de verbas, que chegam sempre em dia. A saúde básica está um caos por causa dos prefeitos ladrões e da omissão da Sesab em fiscalizar os aliados.

Geladeira nova e vazia

O prefeito de Ilhéus, Valdenewton Marão, fez oba-oba porque a cidade recebeu 3 ambulâncias para substituir as carroças, mérito do governo federal. Mas se cala sobre as péssimas condições de trabalho do Samu, sem cozinha, água ou conforto.

Teatro de fantoches

A Câmara de Itabuna está propondo suspender o reajuste na tarifa da Emasa por ilegalidade. A iniciativa é justa e bem vinda. O problema está nos vereadores vendidos ao prefeito. No final vão concluir que o aumento é necessário e aplaudir o governo.

O alvo errado

A bizarra deputada Maria do Rosário (PT) convocou a TV Brasil para questionar a divulgação das ações do governo na tv estatal. Devia questionar é a TV do governo baiano, que entrevistou corruptos condenados e candidatos do PT em plena campanha.

Recado pra Rui

“De acordo com a Lei, é vedada qualquer forma de proselitismo na programação das emissoras públicas de radiodifusão”, diz Maria do Rosário. Mas seu cúmplice de partido, Rui Costa, faz exatamente isso com a TVE Bahia todo dia.

Seguro morreu de velho

O prefeito ficha suja Fernando Cuma é quem banca a (cara) defesa do médico José Henrique. Dizem que é medo de que Zé conte sobre repasses de dinheiro do Hospital de Base para caixa de campanha de certo filho chamado Sérgio.

A taxa do mijo

No governo de Valdenewton Marão nem mijar é de graça. Uma dupla colocou cadeados e está cobrando uma taxa de quem precisa usar os banheiros “públicos” da Central de Abastecimento da Urbis de Ilhéus. Deve ter comi$$ão para alguém.

Festa por nada

O prefeito de Ilhéus, Valdenewton Marão, fez oba-oba anunciando a construção de uma empresa de logística na cidade. Mas o que foi assinado foi só um “protocolo de intenção” que significa apenas algo como “talvez, quem sabe, um dia…”

Cacá leva o mérito

O mais interessante foi que o protocolo de intenções não foi assinado na frente do prefeito Valdenewton Marão e sim de Cacá Colchões, adversário que é candidato a tirar Marão do cargo em 2020 e que aparece na foto da assinatura.

Contra o povo

A deputada Alice Portugal envergonha a Bahia ao participar do time de gralhas da esquerda, com Maria do Rosário, Jandira Fegali e a ré por corrupção Gleisi Hoffmann, tumultuando as sessões sobre o projeto da nova Previdência.

QUANDO AS ONGs DÃO CHILIQUE, É BOM PARA O BRASIL!


EM ILHÉUS UMA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO PRA LÁ DE ESQUISITA

Ao invés do respeito pela data, tivemos comemorações pela morte de JESUS CRISTO!

 

O feriado da Sexta feira Santa, 19,  foi marcado por fé, alegria e muito louvor na primeira edição do evento “Louvor Livre”, realizado na Avenida Soares Lopes em Ilhéus.

O evento contou com o apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura (Secult), Superintendência Municipal de Trânsito e Mobilidade (Sutram), Guarda Civil Municipal (GCM) e Superintendência de Meio Ambiente .

“O Louvor Livre é um projeto realizado por jovens cristãos, e não poderia deixar de dar total apoio, pois vim de um lar cristão, onde a Bíblia sempre foi o nosso refúgio e fortaleza, e sei do poder da palavra na vida de cada um”, ressalta o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre.

Tapete roxo pra eles.

Sócio da Natura briga com Lindt e Cacau Show com chocolate de R$10 a R$300

Criada por Guilherme Leal, fundador da Natura, e um ex-funcionário da empresa, a Dengo tem nove lojas e vende chocolate vindo de produtores da Bahia

Coronéis, romances e cenários em fazenda de cacau: elementos da obra do escritor baiano Jorge Amado vêm fazendo há décadas os cenários do sul da Bahia gravarem presença no imaginário brasileiro. Mas um movimento de chocolate de alta qualidade produzido na região quer fazer Ilhéus e seus arredores serem lembrados não só pelo glamour da literatura do século passado e por passeios turísticos, mas pelo cacau do presente.

Um dos expoentes desse movimento é a Dengo, fabricante de chocolates 100% brasileiros e co-criada por Guilherme Leal, sócio-fundador e copresidente do conselho de administração da Natura. O nome bem brasileiro — o termo “dengo”, na Bahia, é usado para simbolizar carinho, amor e cuidado — reflete a origem da empresa, que teve a semente plantada quando Leal comprou uma propriedade no sul da Bahia e passou a conhecer melhor a região.

O objetivo inicial era não fazer negócio por lá, e somente encontrar formas de melhorar a economia local. No fim, o executivo foi convencido anos depois pelo ex-funcionário Estevan Sartoreli, que havia passado 12 anos na Natura, a levar adiante o projeto do que hoje é a Dengo.

Ao lado de Leal, Sartoreli é um dos sócios da empresa e presidente da rede de lojas de chocolate, em um empreendimento que vende chocolate de alta qualidade usando matéria prima de produtores parceiros da Bahia — e que são pagos, segundo a empresa, 70% a mais do que a média do mercado. No fim, é inevitável notar semelhanças com a Natura, como a preocupação com sustentabilidade e a cadeia.

Com essa ideia em mente, a Dengo chega a sua segunda Páscoa com nove lojas no Brasil e 136 produtores de cacau parceiros. Sartoreli, que recebeu a Exame em uma das unidades da Dengo, no Shopping Eldorado, em São Paulo, classifica o empreendimento como um negócio de impacto social, nascido com o objetivo de gerar renda para os produtores da região. Mas que deve ser tratado como um negócio como qualquer outro. “Se fossemos fazer estudo de mercado, não faríamos nada”, brinca. “No fim do dia, tem que ter negócio. Ninguém vai comprar chocolate porque somos ‘a marca do bem’. Vão comprar porque é bom”, diz.

De pequenas barras de chocolate de cinco reais a um dos ovos mais caros desta Páscoa, recheado com vinho de cacau e que passa de 300 reais, a Dengo mira nas classes A e B, mas diz que quer que todos consigam comprar nas lojas. O intuito é fazer frente a marcas estrangeiras vistas como “premium” pelo consumidor brasileiro, como Lindt e Kopenhagen (também dona da Brasil Cacau), além da também brasileira Cacau Show.

O preço do quilo dos chocolates da Dengo é de cerca de 200 reais, mas na loja é possível comprar produtos mais modestos, como uma barra de 80 gramas por cerca de 20 reais. Há ovos de páscoa por cerca de 50 reais, mas também ovos que passam dos 100 reais. Sartoreli afirma que o ovo mais caro da Páscoa é um ponto fora da curva, e que 80% do faturamento vem desses produtos voltados para a classe média, por menos de 100 reais. “Esse ovo de mais de 300 reais é só para mostrar tudo do que o cacau brasileiro é capaz. Mas também queremos produtos acessíveis, que todo mundo possa consumir”, diz o presidente. A empresa também vende cafés, como forma de aumentar o movimento das lojas.

Veja também

Sartoreli afirma que a Dengo quer participar da discussão para aumentar a qualidade do cacau brasileiro como um todo. O Brasil está entre os cinco maiores produtores de cacau do mundo, atrás de países da África. Ainda assim, a qualidade do cacau produzido aqui ainda é vista como baixa, tanto internamente quanto no mundo.

Depois que o cacau chega dos produtores baianos, os chocolates da Dengo são feitos em uma fábrica da empresa em São Paulo. Cada produtor parceiro é, de certa forma, especializado em um tipo de cacau, com teor diferente. Cacau plantado ao lado de uma mangueira, por exemplo, pode trazer naturalmente traços da fruta. E a empresa usa isso a seu favor: há chocolates com traços de manga, tangerina, banana e jabuticaba, entre outras frutas brasileiras.

Nas embalagens das barras, é possível conhecer a história de cada produtor, tratados pelo nome. Isso quando há embalagem: na onda da preocupação com a sustentabilidade, a Dengo já vende mais de 70% de seus chocolates “a granel”, isto é, cortados e vendidos sem embalagem. Uma das estrelas da loja — para a surpresa de todos, conta Sartoreli — são as pepitas, uma espécie de amêndoa torrada e coberta com pó de cacau que é rica em antioxidantes e outros nutrientes. “Por que precisamos trazer uma amêndoa europeia se podemos fazer coisas deliciosas com o que temos aqui?”, questiona o presidente.

A pegada brasileira e quase artesanal da Dengo vai ao encontro de uma tendência já vista no mercado de alimentação como um todo, com consumidores cada vez mais preocupados com a qualidade e procedência do que consomem. Em um levantamento realizado nos 45 dias que antecederam a Páscoa pela empresa de monitoramento em inteligência artificial Stilingue, comerciantes locais e microempreendedores tiveram destaque nos pedidos e encomendas online. A empresa analisou 386 mil menções em Facebook, Twitter e Instagram, além de blogs, sites de notícias e comentários, e notou que os pequenos empreendedores ou tutoriais para fazer o próprio ovo representaram 18% do volume coletado no período — com mais de 60% das postagens vindas de mulheres.

“Se há dez anos você falasse que tem um ovo com lascas de banana, o consumidor médio possivelmente acharia estranho. Hoje, mesmo as pessoas de renda mais baixa estão dispostas a experimentar novos sabores e produtos de maior qualidade”, analisa Cristina Souza, diretora-executiva da consultoria GS&Libbra e especializada em Food Service. “Nem que seja para comprar uma barrinha em vez daquele ovo mais caro”, completa.

O mercado de chocolates no Brasil movimenta cerca de 13,3 bilhões de reais, segundo dados de 2018 da consultoria Euromonitor — com crescimento de 10% desde 2013. A líder nacional é a Lacta, da norte-americana Mondelez International (com 18% do mercado), seguida pela Cacau Show (9,9%) e a Garoto, da Nestlé (9,6%). Marcas estrangeiras como Lindt e Kopenhagen não estão nem entre as cinco primeiras.

Mas a Dengo, por ora, não tem pretensões de ser tão grande quanto a Cacau Show ou as rivais mais baratas. Há o plano de abrir novas lojas ainda em 2019, mas sem franquias e sem um projeto para expandir freneticamente — pelo menos por enquanto, afirma Sartoreli. Das nove unidades da Dengo, a maioria está em shoppings de alta renda da capital paulista. Há ainda duas no Rio de Janeiro e uma em Campinas (SP), todas próprias.

Aos poucos, Sartoreli quer que a classe média brasileira, em vez de gastar uma centena de reais nas amêndoas suíças da Lindt, aposte nas bolinhas de pepita com pó de cacau da Bahia.

O GOVERNO DE MARÃO ESTÁ DESAPRENDENDO AS TRAQUINAGENS DA MALANDRAGEM DE PONGAR.- GOZAÇÃO…

As fotos do fato.

Pediu ajuda de Cacá Colchões?

AUDITORIA FISCAL DO TRABALHO RESGATA 10 VENEZUELANOS SUBMETIDOS A CONDIÇÕES ANÁLOGAS À DE ESCRAVO

Auditores-Fiscais do Trabalho, lotados na GRTb de Ilhéus, resgataram no início manhã desta quinta-feira santa (dia 18/04/2019) 10 trabalhadores venezuelanos submetidos à condição análoga à de escravo.

Os trabalhadores prestavam serviços em um galpão onde funcionava oficina mecânica, localizado na Rodovia BR-415 – entre Itabuna e Ibicaraí -, que dava manutenção aos equipamentos de parque de diversões.

Os nove homens e uma mulher resgatados foram aliciados no país de origem com a proposta de emprego pelos empregadores, um casal formado por um brasileiro e um polonês, o que caracteriza tráfico internacional de pessoas. Eles chegaram ao Brasil em janeiro de 2019, tendo ingressado regularmente, com passagem fornecida pelos empregadores. Além desse custo com a viagem, era descontado mensalmente da remuneração dos empregados valores referentes a alimentação, alojamento, televisão e internet, o que representava 2/3 da remuneração a que os trabalhadores tinham direito.

Após os descontos efetuados pelos empregadores, os trabalhadores enviavam parcela da remuneração restante para suas famílias na Venezuela, restando-lhes apenas o valor médio de R$ 100,00 (cem reais), cada um, durante todo o mês.

Os trabalhadores não tinham registro formal do vínculo empregatício, permaneciam alojados em instalações precárias no próprio galpão da oficina, com camas improvisadas, cujas roupas de cama, ventilação e conforto térmico eram precárias. O banheiro utilizado pelos empregados era improvisado com paredes de zinco, não oferecia privacidade aos usuários, não dispunha de condições sanitárias e de conforto adequadas e sua fossa, inclusive, estava em vias de transbordamento, exalando forte mau cheiro. Um dos trabalhadores, inclusive, adquiriu sarna em decorrência das condições precárias a que era submetido. Tanto no alojamento, como no banheiro foram identificadas instalações elétricas com fiações desprotegidas, gerando o risco de choque elétrico aos usuários. A alimentação dos trabalhadores se restringia a panqueca de farinha de trigo, arroz, frango e ovos. Todo esse conjunto de fatores caracterizou a degradância das condições de trabalho.

A ação contou com a participação da Polícia Federal (PF) e da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). A Polícia Federal prendeu em flagrante o casal de empregadores, os quais responderão na Justiça pelo crime de redução de trabalhador à condição análoga à de escravo, tipificado no Código Penal.

Os trabalhadores resgatados estão sendo acolhidos pela Coordenação de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo (CETP) da SJDHDS e pela Prefeitura de Itabuna, a qual está fornecendo hospedagem e alimentação e suporte para emissão de documentos.

A Auditoria Fiscal do Trabalho, juntamente com a Polícia Federal, está realizando os trâmites necessários à regularização documental dos venezuelanos para permanência no país. Pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, está sendo levantada o valor das verbas rescisórias, a emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social e emissão das guias de Seguro Desemprego. Ao final dos procedimentos, os resgatados estarão aptos a trabalhar de forma regular no país.

Concessão do Maracanã passa hoje para o Clube do Flamengo

 

A permissão vai vigorar pelo prazo de 180 dias

Publicado em 19/04/2019 – 10:43

Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

A Concessionária Maracanã encerrou ontem (18) à tarde a gestão do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, que passa hoje (19) para o Clube do Flamengo, compartilhada com o Fluminense. A permissão de uso temporária do estádio do Maracanã aos dois clubes foi assinada pelo governo do estado no último dia 12.

A permissão vai vigorar pelo prazo de 180 dias, que poderá ser prorrogado por igual período. Nesse intervalo, o governo fluminense pretende elaborar edital para a concessão definitiva do estádio. As mudanças na administração do Maracanã começaram em 18 de março, quando o governo anunciou que cancelaria a concessão ao Consórcio Maracanã S/A.

O governador do Rio, Wilson Witzel acredita que a mudança de comando vai aumentar a renda dos clubes nos dias de jogos no estádio. Por ocasião da assinatura da permissão de uso temporária do estádio, o governador afirmou que “o mandante fica com a bilheteria e mais a arrecadação da alimentação e das bebidas. Isso é bom para todos os clubes. Todos os que estiverem ali jogando estarão sendo beneficiados”.

O primeiro jogo sob a administração do Flamengo e Fluminense ocorrerá no próximo domingo (21), às 16h, entre Flamengo e Vasco. Esse será o segundo jogo da final do Campeonato Carioca.

Recorde de público

De acordo com a concessionária, nos últimos seis anos de concessão, o Maracanã registrou recorde de público da ordem de 9 milhões de pessoas, tendo realizado um total de 257 partidas. O estádio foi palco de eventos esportivos mundiais, como a abertura e o encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e das finais da Copa do Mundo de 2014 e da Copa das Confederações, em 2013. O complexo foi devolvido ontem ao governo do estado.

Durante a gestão do Consórcio Maracanã, o estádio recebeu 261 eventos musicais internacionais, com público de quase 500 mil pessoas. A concessionária informou que o Tour Maracanã, que permite aos visitantes conhecer os bastidores do templo do futebol e chegar bem próximo do famoso gramado do estádio, opera normalmente, apesar da troca de comando.

Informações podem ser obtidas na página. O Tour Maracanã foi reaberto em junho de 2017. A visita guiada tem duração de 40 minutos, em média, e pode ser feita com guias bilíngues ou individualmente. Segundo a antiga gestora do espaço, o Tour é uma das atrações mais procuradas pelos turistas que passam pelo Rio de Janeiro e também por cariocas.

Edição: Valéria Aguiar

QUAL A CAUSA DA DESISTÊNCIA DA EMPRESA QUE IRIA OPERAR O MOINHO EM ILHÉUS? ===>>> 16-08-2017

O aluguel de 80.000 reais imposto pela Codeba, me foi informado.

Mais ainda, por interferência de um Senador inimigo de Ilhéus, para que não impactasse as operações do Moinho de Salvador!

Foto do Google.

 

QUANDO É QUE OS AGENTES DE TRÂNSITO DE ILHÉUS VÃO CHEGAR A ESTE NÍVEL?

Não é por falta de treinamento, reuniões de adestramento, uniformes vistosos, ou motorização.

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