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“Leilão da FIOL I evidencia a importância da VALEC”, afirmou André Kuhn no Congresso Ibracon

 

Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL)

Na última quinta-feira (1º), o diretor-presidente da VALEC, André Kuhn, participou como palestrante no Painel Estrutura de Negócios e Obras Icônicas do 62º Congresso Ibracon. Além de Kuhn, o painel contou com a abertura do secretário Executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, e da participação do diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme de Mello, com mediação da presidente da Infra Women Brazil, Isadora Cohen.

O Ibracon – Instituto Brasileiro do Concreto, é uma instituição técnica ligada à Engenharia Civil brasileira com 49 anos de existência, 1700 membros ativos em todo o Brasil. Este ano, os organizadores do Congresso propuseram esse bloco de estruturação de negócios com participantes ligados ao Governo, tendo em vista o aumento das oportunidades de parcerias entre os setores público e privado, com destaque para o setor de infraestrutura. Exemplo disso é a Infra Week promovida pelo Ministério da Infraestrutura, que acontece esta semana, entre os dias 07 e 09, com a concessão de 28 empreendimentos à iniciativa privada. 

Sobre a subconcessão da primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL I, marcada para o próximo dia 08, André Kuhn afirmou: “trata-se de um grande empreendimento que evidencia a importância da VALEC para a infraestrutura brasileira”. O trecho ferroviário, que vai de Ilhéus a Caetité, na Bahia, tem 537 km de extensão e se constituirá em um corredor para escoamento de minérios e grãos. A VALEC entrega esse importante ativo com avanço físico de aproximadamente 75%. De acordo com a modelagem da subconcessão, caberá ao vencedor do leilão finalizar a obra. Ao falar sobre a FIOL e os demais empreendimentos sob a responsabilidade da VALEC, Kuhn enfatizou: “a missão da nossa empresa é fomentar o transporte ferroviário do país e o consequente desenvolvimento das regiões por onde a ferrovia passa. No caso específico do nosso setor, é fundamental o investimento inicial por parte do Estado. Nós preparamos os ativos até que se tornem interessantes para o ingresso do setor privado”. 

Outros empreendimentos abordados pelo diretor-presidente foram a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), que será construída com recursos oriundos do investimento cruzado (saiba mais Valec e ANTT assinam contrato com a Vale para a construção da FICO), a Transnordestina, ferrovia considerada estratégica para a região Nordeste e que tem a VALEC como sócia minoritária. Atualmente, a estatal promove avaliação quanto à viabilidade desse empreendimento. Kuhn apresentou também o status das obras da segunda etapa da FIOL, denominada FIOL II, trecho que conecta os municípios de Caetité e Barreiras, na Bahia, e está sendo construído pela estatal com previsão de término para o final de 2022. A respeito da FIOL III, trecho final da ferrovia, onde acontecerá a conexão com a Ferrovia Norte-Sul, em Figueirópolis/TO, o diretor-presidente da VALEC informou que o Ministério da Infraestrutura avalia se será construído com recursos da União ou por meio de investimento privado, a exemplo do que ocorrerá com a FICO.


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Batalhão Ferroviário do Exército recebe nova visita de instrução da Valec

 

A parceria firmada entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro ganhou novo reforço na última semana. Entre os dias 22 e 24 de março, a estatal realizou visita de instrução à Corporação como parte do estágio de Capacitação em Obras Ferroviárias. A atividade foi solicitada pelo 2º Batalhão Ferroviário com o intuito de aprimorar o desempenho de Oficiais e Praças na coordenação e construção de ferrovias.

Os temas apresentados pelos técnicos da Valec fazem parte do cotidiano da equipe multidisciplinar que integra a empresa. Engenharia Ferroviária, Plano Básico Ambiental, Medição de serviços, Obras de Arte Especiais foram algumas das atividades abordadas. Os integrantes do Batalhão também tiveram a oportunidade de conhecer a Pedreira localizada no lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), próxima ao município de São Desidério, na Bahia. Dessa pedreira é extraída a brita que compõe o lastro onde os trilhos serão assentados (saiba mais: Fabricação própria de materiais barateia e agiliza a obra da ferrovia).

Parceria Valec e Exército – Em setembro de 2020, foi firmado termo de parceria entre a Valec e o Exército para a execução de 18 km do lote 6 da FIOL, próximo a Correntina/BA. A cerimônia de assinatura do convênio contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (saiba mais: “Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol). Com a parceria, o Batalhão Ferroviário do Exército voltou a atuar em obras ferroviárias depois de mais de 20 anos.


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Trecho da Ferrovia Norte-Sul concedido em 2019 começa a operar

 

A principal ferrovia estruturante do país, a Ferrovia Norte-Sul, teve mais uma etapa concluída: o trecho que vai de São Simão, em Goiás, a Estrela d’Oeste, em São Paulo, foi inaugurado hoje (04) em cerimônia promovida pela Rumo Logística, que contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do diretor-presidente da Valec, André Kuhn e outras autoridades. A Valec é a empresa pública responsável por construir os 2.259 km da ferrovia, que parte de Açailândia/MA e chega ao estado de São Paulo, onde se conecta à Malha Paulista.

Além do trecho ferroviário, foi também inaugurado o terminal intermodal de São Simão/GO seis meses antes do previsto.  As obras foram conduzidas pela empresa de logística Rumo, que venceu o leilão de subconcessão dos tramos central e extensão sul da FNS, em 2019. Coube à subconcessionária finalizar os 7% restantes da obra, fazendo a conexão da FNS à Malha Paulista. O primeiro trem em direção ao porto de Santos sai ainda hoje do terminal de São Simão.

A Ferrovia Norte-Sul foi projetada para se tornar a espinha dorsal do transporte ferroviário do Brasil, integrando o território nacional e contribuindo para a redução do custo logístico do transporte de carga no país. Além da conexão com a Malha Paulista e consequente acesso ao Porto de Santos, a FNS será conectada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL, que a partir do Porto de Ilhéus atravessa o interior baiano e se unirá à FNS no estado de Tocantins. “Para nós, da Valec, é uma satisfação enorme ver o trem circular pela ferrovia que ajudamos a construir e vê-lo chegar ao porto. Promover a integração dos modais e fortalecer a infraestrutura nacional é a missão que nos foi dada pelo Governo Federal por meio do Ministério da Infraestrutura”, declarou André Kuhn.

Em seu discurso na cerimônia de inauguração, o presidente Jair Bolsonaro declarou: “temos um time maravilhoso de ministros, secretários e outros servidores que tudo fazem para que a iniciativa privada tenha liberdade e confiança em investir no Brasil. Tenho muito orgulho disso”. Também na cerimônia, o ministro da Infraestrutura afirmou, confiante nas soluções que o MInfra e os entes a ele vinculados, como a Valec, vêm entregando, “tem uma revolução acontecendo na infraestrutura! A gente pode traduzir isso em uma única palavra: confiança. Confiança do investidor no Brasil.”

O planejamento é que a ligação do porto de Itaqui/MA ao porto de Santos/SP esteja 100% operacional até julho de 2021. A demanda potencial da Ferrovia Norte-Sul é de movimentar 22,73 milhões de toneladas de cargas até 2055.

 

 


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Em visita ao Porto de Suape, Valec reforça intermodalidade

 

Uma equipe composta por integrantes da Diretoria de Negócios da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. visitou, nessa segunda-feira (22), o Porto de Suape. Localizado no estado de Pernambuco a aproximadamente 40 km da capital Recife, Suape é interligado a mais de 160 portos em todos os continentes e se apresenta como o porto público mais estratégico do Nordeste.

Em novembro do ano passado, André Kuhn e Márcio Medeiros, diretor-presidente e diretor de Administração e Finanças da Valec, respectivamente, fizeram uma primeira visita técnica às instalações do porto, quando estabeleceram o relacionamento entre os dois entes estatais, visando à promoção da intermodalidade e de futuras parcerias (saiba mais). “Hoje, nossa equipe de negócios chega a Suape com uma visão estratégica sobre o que a integração entre a ferrovia e porto pode trazer de vantagens à logística nacional”, afirmou Jeferson Cheriegate, diretor de Negócios da estatal.

Em 2020, o Porto de Suape atingiu recorde histórico de movimentação. De acordo com os dados analisados pela Valec, o volume maior de escoamento foi de graneis líquidos. “Nosso time técnico veio conferir de perto o funcionamento e as potencialidades de Suape. Trabalhamos para reforçar a intermodalidade por entendermos que a ferrovia impacta positivamente o porto e vice-versa”, acrescentou Cheriegate.

O time da Dineg segue hoje (23) para o Complexo de Pecém, no Ceará, onde realizará uma visita nos mesmos moldes, avaliando os serviços ofertados pelo porto e potenciais parcerias.

 


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Planejamento 2021: conheça as principais iniciativas e metas do Plano de Negócios da Valec

 

A Diretoria Executiva da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. apresentou hoje (08), aos empregados e colaboradores, o Planejamento 2021 da empresa pública. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal da estatal no YouTube e teve como objetivo apresentar as diretrizes de condução das atividades da Valec para este ano.

O Planejamento 2021 é resultado do trabalho colaborativo entre todas as Diretorias da estatal e se baseia no Planejamento Estratégico Institucional 2020/2024, que foi aprovado pelo Conselho de Administração no 2º semestre do ano passado. Na abertura do evento, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, deu as boas-vindas à plateia presencial e virtual e convidou para compor a mesa Arthur Pinho, diretor-presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística S.A.), empresa pública com a qual a Valec se fundirá para formar a nova estatal de infraestrutura, a INFRA S.A. Pinho destacou o momento ímpar de integração entre as empresas. “É fundamental conhecermos o que nossas empresas vêm realizando e planejam para o futuro. Temos grandes projetos e fico muito feliz em partilhá-los com a Valec”.      

Em seguida, foi a vez dos demais diretores se dirigirem ao corpo funcional da estatal. Márcio Medeiros, diretor de Administração e Finanças, reafirmou o propósito assumido pela Diraf no início de sua gestão: “continuamos firmes na construção de uma empresa pública de referência, adotando as melhores práticas de gestão, inovação e tecnologia”. Para Washington Lüke, diretor de Engenharia, “2020 foi um ano de muitas entregas e este ano não será diferente. Seguimos avançando em obras, em tecnologia e inteligência e temos muito trabalho a fazer”. Sobre os projetos da Diretoria de Negócios, Jeferson Cheriegate, titular dessa que é a área mais recente da Valec, declarou: “2021 começou quente, muita coisa interessante, perspectivas de negócios, projetos criativos e inovadores. Estamos preparando a casa para a fusão com a EPL e criação da INFRA S/A”.

Dando continuidade ao evento, que teve caráter de nivelamento e difusão das informações para empregados e empregadas da Valec, representantes dos setores apresentaram brevemente o papel de cada área para o cumprimento de iniciativas e metas a serem perseguidas durante 2021. A chefe da Assessoria de Governança, a delegada da Polícia Federal Nelbe de Feitas, que chefia o setor responsável pela elaboração dos Planos Estratégico e de Negócios, enfatizou o compromisso da estatal com o aprimoramento da integridade. “Estão em andamento importantes iniciativas de reforço dos requisitos de integridade e atendimento a órgãos de controle, inspiradas no programa Radar Anticorrupção do Ministério da Infraestrutura. Nossas entregas só fazem sentido quando há sinergia entre as áreas, o que fica evidente neste evento”.

Assessores e superintendentes apresentaram brevemente as principais metas para 2021 e como pretendem atingi-las: iniciar as obras da FICO (Ferrovia de Integração Centro-Oeste); avançar nas obras da FIOL II (segunda etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste); reduzir o nível de dependência da estatal em relação aos recursos da União, aprimorando o faturamento em receita operacional; reduzir aos menores níveis pendências com órgãos de controle; e contribuir ativamente para a desburocratização do Estado auxiliando nas operações do Documento de Transporte Eletrônico DT-e, regulamentado pelo Ministério da Infraestrutura.

Outro destaque anunciado para este ano é a edição de uma Política de Teletrabalho, elaborada a partir da experiência vivida durante todo o período da pandemia causada pelo novo Coronavírus.

Ao encerrar o encontro, Kuhn afirmou que equilibrar a busca por novos negócios e as atuais restrições orçamentárias é um dos grandes desafios da atual gestão. “Estamos estruturando produtos que geram despesa, para depois gerarem receita. Uma frente de trabalho importante que precisamos levar adiante é a análise de viabilidade do empreendimento Transnordestina, da qual a Valec é acionista minoritária. Nossa Diretoria entende que só será possível cumprir a nossa missão se tivermos muita clareza dos nossos objetivos e transmitirmos todos eles aos nossos colaboradores e à sociedade”.

A Valec segue adotando medidas de prevenção à transmissão do novo Coronavírus e vem realizando periodicamente eventos online e híbridos a fim de manter o envolvimento dos seus colaboradores com o dia a dia da empresa. A íntegra do evento Planejamento 2021 ficará disponível no canal da Valec no YouTube.

 

Obras da FIOL executadas pelo Exército seguem em ritmo forte

 

Nesta sexta-feira (05), o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, e o diretor de Engenharia da estatal, Washington Lüke, estiveram no Quartel General do Exército reunidos com o Comando Nacional da corporação. Os representantes da Valec foram recebidos pelo chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, Gen. Arruda, pelo diretor de Obras de Cooperação, Gen. Guedon, acompanhados por equipe técnica e administrativa.

Um dos principais temas abordados foi a parceria firmada entre a estatal e o Exército, em 2020, para a execução das obras do lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. Durante o encontro de hoje, os representantes dos dois órgãos fizeram uma avaliação sobre o status de execução das obras e os resultados que já podem ser observados do convênio firmado no ano passado. “A parceria Valec e Exército é uma relação ganha-ganha: sai ganhando a nossa empresa, porque passa a ter uma instituição de reputação ilibada executando obras com qualidade, contribuindo para o desenvolvimento ferroviário nacional, e também ganha o Exército, pois tem a possiblidade de preparar seu pessoal para a execução de obras ferroviárias, tendo em vista que a corporação ficou mais de 20 anos sem executar esse tipo de obras”, afirmou André Kuhn.

De acordo com Washington Lüke, a mobilização da frente de obras do lote 6 está avançando dentro do programado. “Na próxima semana, eu e minha equipe visitaremos o canteiro de obras para avaliar de perto o que já foi feito,” informou o Diren.  

Além da análise sobre a parceria já firmada, a reunião serviu também para Valec e Exército avaliarem a possiblidade de ampliar a parceria para outras frentes. “Com essa reinserção do Batalhão em obras ferroviárias, acreditamos que essa relação ganha-ganha poderá ser estendida para novas obras”, disse Kuhn. 

Exército na FIOL – Assinado em setembro de 2020, o Termo de Execução Descentralizada (TED) entre a empresa pública Valec e o Exército Brasileiro permitiu o ingresso do Batalhão Ferroviário da corporação nas obras do lote 6 da segunda etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL II), que fica próximo ao município de Correntina, na Bahia. Leia a matéria: “Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol

O convênio prevê a atuação de mais de 300 militares e civis na construção da infraestrutura e da superestrutura ferroviária de aproximadamente 18 km de ferrovia, incluindo a instalação de dormentes e trilhos. O prazo é de 24 meses, com investimento de R$ 115 milhões.

FIOL I e FIOL II – A Valec segue executando os demais lotes da FIOL II, trecho da ferrovia localizado entre Caetité e Barreiras, também na Bahia. O planejamento do Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da estatal, é de que, até o final de 2022, seja atingido um percentual de aproximadamente 85% de execução física do empreendimento, o que o tornará um ativo atrativo para subconcessão à iniciativa privada.

A primeira etapa da ferrovia, a FIOL I, trecho compreendido entre Ilhéus e Caetité, será subconcedido à iniciativa privada ainda neste primeiro semestre de 2021. Leia a matéria: Primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai a leilão em 2021


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NOTÍCIAS DA FIOL – FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE NA BAHIA

 

Valec inclui medidas de integridade e combate à corrupção a seu estatuto

 

A Assembleia Geral da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. aprovou, por sugestão da Diretoria Executiva da empresa, proposta de inclusão de requisitos de ingresso para administradores na empresa. Dentre os principais requisitos, passa a fazer parte dos procedimentos prévios à nomeação de novos administradores a realização de diligência na vida pregressa e emissão de parecer sobre perfil e expertise dos postulantes ao cargo. Além disso,  fica vedada a indicação para o Consad, Direx  e demais órgãos estatutários de indivíduos que tenham incorrido nas causas de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa – Lei Complementar nº 135, de 2010, que torna inelegível por oito anos candidato que tiver mandato cassado, renunciar para evitar cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado. A iniciativa é mais um passo da estatal em prol da consolidação de valores voltados ao fortalecimento da governança, integridade, compliance e conformidade, a fim de reduzir aos menores índices as vulnerabilidades dos seus processos internos.

Em junho de 2020, a Valec reforçou sua aderência ao Programa Radar Anticorrupção do Ministério da Infraestrutura (saiba mais). Para o diretor de Administração e Finanças, Márcio Medeiros, idealizador da proposta de alteração do estatuto, a empresa avançou bastante nesses sete meses no tema Integridade. “Nossa gestão reforçou controles, revisou contratos, aprimorou o diálogo com a sociedade e, ao incluir no nosso estatuto critérios mais rígidos para a escolha e prestação de contas dos nossos administradores, deixamos registrado que tipo de empresa estamos construindo”, declarou.

Para atingir os objetivos esperados, foram incluídas no estatuto da Valec as seguintes inovações: realização de diligência na vida pregressa via procedimento de investigação social e, se necessário, funcional do candidato, antes da nomeação de administradores; exigência de justificativa assinada do presidente do Conselho de Administração e do Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração sobre perfil e expertise dos postulantes ao cargo; compromisso com metas no ingresso do cargo de diretor e relatório de prestação de contas na saída; monitoramento da Evolução Patrimonial; gestão de riscos de áreas sensíveis e termo de confidencialidade cuja infringência será considerada falta grave para fins disciplinares.

A medida já está em vigor e vale para o ingresso dos próximos integrantes do Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração da estatal.


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Balanço Valec 2020: um ano de conquistas

Em um ano especialmente desafiador, a estatal realizou grandes entregas e consolidou sua importância na infraestrutura nacional.

A Diretoria Executiva da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. realiza hoje (17), a partir das 14h, o Balanço Valec 2020. Durante o evento, que será transmitido pelcanal da Valec no YouTube, os diretores apresentarão, em uma roda de conversas, as principais entregas da empresa no ano que se encerra e indicarão as perspectivas para 2021.

A atual Diretoria assumiu a gestão em maio de 2020 com o desafio de priorizar as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e, ao mesmo tempo trilhar os caminhos da estatal para o futuro, com a junção entre a Valec e a EPL, que deve ser finalizada em 2021, resultando na nova empresa pública Infra S.A.. Para atingir as expectativas da pasta supervisora, o Ministério da Infraestrutura, a Valec planejou e executou um plano de trabalho baseado nos seguintes pilares: eficiência na execução das obras; redução de gastos administrativos; reforço dos requisitos de integridade e do atendimento aos órgãos de controle; e estruturação de uma área de negócios que viabilizará a independência da Valec do uso de recursos da União. “Nós aceitamos a missão porque acreditamos nas diretrizes que vêm do Governo Federal e do MInfra. Para nós, é uma honra participar deste momento efervescente da infraestrutura brasileira”, declarou André Kuhn, diretor-presidente da estatal.

Em pouco tempo, a Diretoria de Engenharia da Valec conseguiu reestruturar o setor combinando tecnologia, controle e integração. A Diren reduziu drasticamente pendências com recomendações de órgãos de controle, aprimorou a gestão dos contratos, adotou um sistema de informações que integra suas áreas (Engenharia e tecnologia de ponta compõem o portfólio da Valec), viabilizou o ingresso do Exército Brasileiro nas obras do lote 6 da Fiol após a assinatura do Termo de Execução Descentralizada firmado em setembro (“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou Bolsonaro em cerimônia na Fiol). “Fizemos todos esses ajustes com as obras da Fiol II acontecendo sem pausas. Em 2021, não será diferente. Temos o compromisso de entregar a ferrovia viável para a subconcessão no final de 2022 e vamos atrás de cumpri-lo”, afirmou o diretor, Washington Lüke.       

Para o diretor de Administração e Finanças da estatal, Márcio Medeiros, o ano termina com a sensação de dever cumprido. “O nosso planejamento para o biênio 2020/2021 foi ousado porque precisava que fosse assim. Reduzimos gastos administrativos, o que permitiu a realocação de recursos para as obras, e usamos de criatividade para reorganizarmos a empresa, trazendo maior eficiência a custos baixos”. As mudanças feitas nas áreas de gestão de pessoas, administrativa, tecnologia, orçamento e licitações terão continuidade em 2021, com um modelo de gestão voltado ao uso racional e inteligente do recurso público (”Gestão pública eficiente é o fio condutor da Valec”, afirma diretor).     

Estruturada em 2020, a Diretoria de Negócios da Valec, conduzida por Jeferson Cheriegate, executivo buscado no setor privado, indica os novos caminhos para a empresa. “Estamos estruturando um portfólio de produtos e serviços a partir da identificação dos nossos ativos e da nossa inteligência. Utilizando a ferramenta do Funil de Inovações (Funil de Inovação é novo aliado na elaboração do portfólio da Valec), conseguimos identificar o potencial de negócios da Valec”, disse Cheriegate. Os resultados já podem ser vistos. Somente este ano, a estatal promoveu roadshow com o mercado (Ativos da Valec são apresentados ao mercado em Roadshow com ABIOVE) para apresentar o potencial dos terminais intermodais, abriu o processo licitatório para a concessão de uso do Terminal de Porto Franco/MA  e, recentemente, inaugurou Terminal de Cargas às margens da Ferrovia Norte-Sul (FNS) em Porto Nacional/TO (Valec e Petronac inauguram Terminal de Cargas às margens da Ferrovia Norte-Sul). Na ocasião, lançou o programa Terminais Inteligentes, que tem o propósito de incrementar o transporte de cargas e diminuir o custo logístico do país.

Em 2021, Valec e EPL serão a Infra S.A., uma empresa pública mais competitiva e autossuficiente. Juntas, as duas empresas trarão mais eficácia, eficiência para conduzir a infraestrutura do Brasil.

O evento Balanço Valec 2020 será transmitido ao vivo, a partir das 14h, no canal da Valec no YouTube.


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Primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai a leilão em 2021

 

Foi publicado hoje (16), no Diário Oficial da União, o Edital de subconcessão da EF-334, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), ferrovia que, quando finalizada, conectará o futuro porto de Ilhéus à Ferrovia Norte-Sul. De acordo com o edital elaborado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o leilão de subconcessão desta que é conhecida como Fiol I, por se tratar da primeira etapa da linha férrea, está previsto para acontecer em 08 de abril de 2021, na B3, em São Paulo/SP.

A Fiol I compreende o trecho ferroviário localizado entre os municípios de Ilhéus/BA e Caetité/BA. A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. é a empresa pública responsável pela construção dos 535 km dessa linha férrea, que terá como principal vocação escoar o minério de ferro produzido no interior da Bahia até o porto de Ilhéus. Atualmente, a estatal também realiza as obras da segunda etapa, a Fiol II, que vai de Caetité/BA a Barreiras/BA, região do oeste baiano produtora de grãos. “Nossa missão é entregar a Fiol II viável para a subconcessão até o final de 2022”, afirmou André Kuhn, diretor-presidente da Valec que, ao assumir a condução da estatal, em maio deste ano, firmou com o Ministério da Infraestrutura o compromisso de imprimir maior eficiência a essa importante obra.

Alinhada às diretrizes do Governo Federal, a atual Diretoria Executiva da Valec vem consolidando como premissa estratégica a sinergia entre os setores público e privado. “Como estatal, queremos estar onde somos estritamente necessários. Como ente público, cabe a nós viabilizar grandes projetos de infraestrutura e gerar desenvolvimento às regiões por onde a ferrovia passa. A partir do momento em que temos um ativo valioso, partimos para a subconcessão e disponibilizamos esse ativo à iniciativa privada”, declarou Kuhn.

 Sobre a subconcessão da Fiol I 


O edital publicado hoje, prevê um prazo total de 35 anos, considerando os períodos de construção do trecho residual da ferrovia, que estará prevista em contrato, e sua operação.  Estão previstos investimentos da ordem de R$ 5 bilhões ao longo do prazo, sendo sua maior parte aplicada nos primeiros cinco anos do contrato em obras remanescentes e complementares. Entre elas, estão obras de infraestrutura e superestrutura da linha férrea, pátios de cruzamento e de interligação e obras-de-arte especiais (pontes, viadutos).

A demanda projetada para a ferrovia indica que 18,4 milhões de toneladas já serão transportadas no início da operação, prevista para ocorrer no prazo de cinco anos, chegando a 41,2 milhões de toneladas em 2035. Na composição das cargas predomina o minério de ferro produzido na região de Caetité/BA, sendo complementado em menor escala pela produção agrícola e por carga geral.

No portal da ANTT, já estão disponíveis todas as informações técnicas do certame. A licitação será na modalidade de concorrência com participação internacional, cujo critério de julgamento será o maior valor de outorga fixa, sendo R$ 32,7 milhões o lance mínimo requerido. Além dessa outorga fixa inicial, a empresa vencedora ainda deverá realizar pagamento trimestrais de outorga variável ao longo do prazo do contrato, correspondente a 3,43% da receita operacional bruta da ferrovia.

Fonte: Portal da ANTT 
Imagem: Gondiberto Filho


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Engenharia e tecnologia de ponta compõem o portfólio da Valec

 

A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura identificada pela construção de grandes eixos ferroviários, como é o caso da Ferrovia Norte-Sul (FNS), hoje subconcedida à iniciativa privada, e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), cuja etapa II está em construção e a etapa I em vias de ir a leilão. 

Para que uma obra pública de grande porte como a ferrovia tenha início, é necessário que várias etapas preliminares sejam cumpridas. Alguns exemplos dessas etapas são: os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental, os chamados EVTEAs; o projeto básico, a partir do qual tem-se uma ideia mais clara do caminho que a ferrovia irá percorrer e é também a base para obtenção da Licença de Instalação por parte do órgão ambiental. Após essas etapas e a decisão pelo início da obra, parte-se para a elaboração de um projeto executivo e têm início as desapropriações, as demais ações para o Licenciamento Ambiental e a execução da obra em si. Esta precisa ser acompanhada passo a passo do ponto de vista de engenharia, execução dos contratos, orçamento.

A experiência adquirida pela Valec na elaboração de todas as etapas preliminares, bem como na execução das obras, permitiu o desenvolvimento de aplicações tecnológicas eficientes e eficazes voltadas ao monitoramento, controle e prestação de contas de cada fase das obras. Ciente dessa realidade, a atual Diretoria de Engenharia (Diren) da estatal, conduzida por Washington Lüke, em conjunto com a Superintendência de Tecnologia da Informação (Supti), liderada pelo Jorge Lustosa, deu início a um trabalho inovador de integração das tecnologias desenvolvidas internamente pela Valec. Combinando o uso de BIM (Building Information Modeling), GIS (Geographic Information System) e BI (Business Inteligence), as áreas de engenharia e TI da estatal montaram um portfólio de sistemas que, em breve, poderão ser utilizados por outros entes da Administração Pública Federal. De fato, hoje já existe uma aplicação disponível para envio de informações ao Painel de Obras do Ministério da Economia (saiba mais).

“Temos hoje uma engenharia eficiente porque optamos por usar a tecnologia a nosso favor. Fizemos isso dentro de casa, com poucos recursos e em pouco tempo”, afirmou Lüke. Integrante da empresa desde abril deste ano, Lustosa vem concentrando esforços no desenvolvimento de sistemas que agilizem as trocas de informações e confiram maior credibilidade aos dados compartilhados pela Valec. “Nós recebemos uma diretriz clara de gerar eficiência e economia ao mesmo tempo e estamos conseguindo. Juntamente com a Engenharia, pensamos ‘por que não compartilhar?’. Estamos no caminho e, em pouco tempo, ofertaremos aplicação para gestão unificada de obras públicas, com funcionalidades de gestão de ocorrências ambientais, gestão de desapropriações territoriais, gestão de pagamentos de medições e acompanhamento de obras”, concluiu o Supti.

Clique aqui e conheça alguns dos sistemas utilizados pela Valec e que, em breve, estarão disponíveis para outros entes governamentais.


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Valec realiza visita técnica ao canteiro de obras do Exército, na Fiol

 

Esta semana, de hoje (18) a sexta-feira, equipe de dirigentes, engenheiros e empregados da Valec realiza visita técnica às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia. O propósito da comitiva é percorrer os lotes de 5 a 7 da Fiol para se certificar de que a meta de entregar a etapa II da ferrovia, ao final de 2022, será cumprida.

O lote 6, que fica próximo à cidade de Correntina/BA, conta agora com a participação do Exército, após a celebração de convênio entre a corporação e a Valec, em setembro deste ano (saiba mais). “Já neste mês de novembro, o Destacamento Guará mobilizou 53 trabalhadores, 18 equipamentos, 17 viaturas, iniciou supressão vegetal e preparação do terreno onde será implantado canteiro de obras para dar início às obras de infraestrutura dos 18 km de ferrovias que serão construídos a partir da nossa parceria que, tudo indica, será um sucesso”, relatou Eloy Angelo Palma Filho, superintendente de Construção da Valec.

Infraestrutura ferroviária e geração de empregos 


Obra prioritária para o Governo Federal, a Fiol estabelecerá uma alternativa mais econômica aos fluxos de carga de longa distância de minério e da produção agrícola da região. Ao ligar o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, a Figueirópolis, em Tocantins, será conectada à Ferrovia Norte-Sul, incrementando a malha ferroviária brasileira. No último dia 11, o TCU autorizou a publicação do edital para licitação da etapa I da Fiol, que liga Ilhéus a Caetité/BA. O certame deverá acontecer no primeiro trimestre de 2021 (saiba mais).

Hoje, a construção da etapa II da ferrovia, que percorre o trecho entre Caetité e Barreiras/BA, gera mais de 1000 empregos diretos e 2000 indiretos no interior da Bahia. A meta do Ministério da Infraestrutura é de que esse trecho seja entregue pela Valec até o final de 2022 com aproximadamente 80% de avanço físico.

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