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:: ‘Valec’

Presidente participa da assinatura de concessão da ferrovia na Bahia

Contrato assinado com a empresa Bahia Mineração será de 35 anos

Publicado em 03/09/2021 – 12:02 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Presidente Jair Bolsonaro participou, nesta sexta-feira (3), da Cerimônia de Assinatura do Contrato de Concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL I), em Tanhaçu (BA

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (3) da cerimônia de assinatura da concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), no município de Tanhaçu, na Bahia. O contrato foi assinado com a empresa Bahia Mineração (Bamin) e terá duração de 35 anos.

Antes do evento, Bolsonaro visitou as obras da ferrovia, acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e de outras autoridades. O presidente parabenizou Freitas e seus demais ministros pelo trabalho na atração de investimentos para o país. “Essas pessoas, para poderem trabalhar, eu dei pra eles a total liberdade, porque acredito na responsabilidade de cada um deles. E formando dessa maneira [a equipe ministerial], a iniciativa privada, que é aquela que realmente leva o país pra frente, vem atrás de nós porque tem a confiança naquilo que nós fazemos”, disse.

O contrato assinado nesta sexta-feira é referente ao trecho entre Ilhéus e Caetité, na Bahia, chamado de Fiol 1, com 537 quilômetros de extensão. A expectativa é que a Fiol 1 comece a operar em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga.

Em um primeiro momento, 16 locomotivas e 1,4 mil vagões estarão em operação, dos quais, pelo menos, 1,1 mil serão destinados ao escoamento de minério de ferro. Em 10 anos, em 2035, a expectativa é que volume de carga supere os 50 milhões de toneladas transportadas em 34 locomotivas e 2,6 mil vagões.

Ainda nesta sexta-feira, Bolsonaro tem agendas no Recife, em Pernambuco. Na cidade, ele participa da inauguração da Escola de Formação de Luthier e Archetier da Orquestra Criança Cidadã e da solenidade de passagem do Comando Militar do Nordeste.

Leiloada em abril, a Fiol 1 receberá investimentos privados de R$ 3,3 bilhões, sendo que cerca de R$ 1,6 bilhão será usado para o término do segmento, hoje com 75% das obras concluídas.

O governo também avança com o projeto da Fiol 2, entre Caetité e Barreiras, também na Bahia. As obras do trecho de 485,4 quilômetros de extensão estão em andamento, inclusive com a participação do Exército na execução. Já a Fiol 3, de Barreiras a Figueirópolis, em Tocantins, aguarda licença de instalação.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, quando estiver pronta, a Fiol será um corredor de escoamento com 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município tocantinense de Figueirópolis, ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

Edição: Aline Leal

Anote aí! Dia 03/09: Assinatura do Contrato de Concessão da FIOL

 

Na próxima sexta-feira, dia 03 de setembro, acontecerá o evento de Assinatura do Contrato de Concessão da FIOL, em Sussuarana, distrito do município de Tanhaçu, na Bahia. O leilão de subconcessão da ferrovia ocorreu em abril deste ano, durante a Infra Week promovida pelo Ministério da Infraestrutura (saiba mais: Trecho I da FIOL vai a leilão na Infra Week). Além dos dirigentes da estatal, deverão estar presentes na cerimônia de assinatura representantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o presidente da República, Jair Bolsonaro, entre outras autoridades.

Desde o certame, a Valec – empresa pública responsável pela construção e concessionária da ferrovia – e a BAMIN, mineradora que arrematou o trecho que vai de Ilhéus/BA a Caetité/BA, vêm trabalhando nos trâmites de transferência do ativo ferroviário para que ocorra da melhor forma. “Nós construímos aproximadamente 75% do trecho e o restante será finalizado pela BAMIN, de acordo com a modelagem da subconcessão. Nesse sentido, estamos atuando firmemente para que a transição aconteça de forma a possibilitar a retomada rápida das obras e a consequente geração de empregos na região”, declarou André Kuhn, diretor-presidente da Valec.

O trecho em questão, chamado FIOL I, foi subconcedido na modalidade de concorrência com participação internacional por um período de 35 anos. A outorga fixa foi de R$ 32,7 milhões e, em decisão recente, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) definiu que esse valor de outorga é devido à estatal (saiba mais:  Em decisão inédita, ANTT autoriza Valec a receber outorga fixa oriunda do leilão da FIOL). Também segundo o edital de subconcessão, além da outorga fixa, a subconcessionária deverá realizar pagamentos trimestrais de outorga variável correspondente a 3,43% da receita operacional bruta da ferrovia.

De acordo com Kuhn, a Valec tem cumprido sua missão de fomentar o transporte ferroviário como braço operacional do MInfra. “Nós atuamos até onde o ativo de infraestrutura se torna viável para a iniciativa privada. Além desse modelo, temos tido sucesso com investimentos privados oriundos da antecipação de outorgas. O Ministério da Infraestrutura, por meio de suas coligadas, busca contornar de forma inteligente as restrições orçamentárias”, afirmou.

Outros trechos da FIOL

Além da FIOL I, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste possui outras duas etapas. As obras da FIOL II, que liga Caetité/BA a Barreiras/BA, percorrendo 485,4 km, estão sendo executadas pela Valec. A fim de trazer maior celeridade ao empreendimento, em 2020, a estatal firmou convênio com o Exército Brasileiro para atuar no lote 6, próximo a Correntina/BA, onde o Batalhão Ferroviário do Exército assumiu a construção de 18 km de ferrovia.

Sobre a terceira e última etapa, a FIOL III, o MInfra, pasta supervisora da Valec, avalia se será construída a partir de recursos privados de antecipação de outorga, a exemplo do que ocorrerá para o trecho de Água Boa/MT a Mara Rosa/GO da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) (saiba mais: Valec e ANTT assinam contrato com a Vale para a construção da FICO).

Serviço
Evento: Assinatura do Contrato de Concessão da FIOL
Local: Sussuarana – distrito de Tanhaçu/BA
Data: 03 de setembro de 2021
Horário: 9h


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Dirigentes da Valec e ANTT promovem encontro de cooperação

 

 

Na última terça-feira (24), a Diretoria Executiva da Valec recebeu, na sede da empresa, integrantes da Diretoria Colegiada da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres): Rafael Vitale, diretor-geral, e o diretor Guilherme Theo Sampaio.

Ao dar as boas-vindas aos visitantes, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, agradeceu o empenho da agência reguladora que resultou na autorização para a estatal receber o valor de outorga fixa da oriunda da subconcessão da FIOL (saiba mais: Em decisão inédita, ANTT autoriza Valec a receber outorga fixa oriunda do leilão da FIOL). “Trata-se de um marco histórico para a nossa empresa, resultado da reestruturação administrativa e contábil que nossa Diretoria promoveu desde que assumiu a condução da Valec”, ressaltou Kuhn.

Outro tema que mereceu a atenção dos participantes foi a Transnordestina, que tem a Valec como sócia minoritária. Os diretores da estatal fizeram uma breve atualização do status da análise de viabilidade da obra. Hoje, o relatório produzido pela empresa de consultoria contratada para esse fim, está com a Secretaria Nacional de Transportes Terrestres – SNTT – do Ministério da Infraestrutura – MInfra, para avaliação.

Rafael Vitale destacou o momento atual de integração entre as vinculadas do MInfra. “Criamos um espaço de cooperação entre os órgãos ligados à pasta. As portas da Agência estão sempre abertas à Valec”.

Revolução Ferroviária


Para finalizar o encontro, os dirigentes da Valec e da ANTT mencionaram o que vem sendo chamado pelo setor logístico de Revolução Ferroviária. Nesse contexto, os dois órgãos participarão, na próxima semana, da assinatura do contrato de concessão do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL. A partir da assinatura, a mineradora BAMIN assumirá as obras remanescentes do trecho ferroviário, gerando empregos e acelerando o início das operações que levarão carga até o futuro porto de Ilhéus/BA. É o segundo trecho ferroviário subconcedido desde 2019, quando ocorreu o leilão dos tramos central e extensão sul da Ferrovia Norte-Sul – FNS, vencido pela Rumo.

Além desses leilões, em dezembro de 2020, Valec e ANTT assinaram, com a Vale, contrato para a construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste – FICO, fruto da primeira iniciativa nacional de investimento cruzado.


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Ferrovia de Integração Oeste-Leste é premiada como melhor empreendedimento público por Instituto Besc

 

Na sexta-feira (16/7), foram divulgados os resultados do Troféu PAINEL do Instituto Besc de Humanidades e Economia, que teve a VALEC como vencedora na categoria Empreendimento Público. A estatal concorreu, nessa categoria, com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), que foi construída pela empresa pública que é a responsável por fomentar a logística nacional através das ferrovias. O trecho I foi concedido em leilão realizado em abril de 2021, à Bahia Mineração (Bamin), que deverá explorar a ferrovia pelos próximos 35 anos.

A premiação teve como objetivo valorizar empreendimentos, personalidades e a inovação de projetos de infraestrutura de energia e transporte no País. O Troféu PAINEL 2021 é parte do Seminário PAINEL – Pacto pela Infraestrutura Nacional e Eficiência Logística. As votações foram realizadas no site e era permitido um voto por e-mail. A votação foi encerrada na quinta-feira (15/7). A Valec recebeu 280 votos. A entrega do prêmio está prevista para ocorrer nos próximos meses.

Instituto Besc

O Instituto Besc de Humanidades e Economia é um gerador de conhecimento na área econômica e tem como propósito promover o estudo e o conhecimento de todos os núcleos do saber por meio de congressos, seminários, conferências, simpósios, estudos, pesquisas e webinars, que possibilitam o debate de ideias e realização de ações para o desenvolvimento humano e uma vida sustentável.

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Setor Ferroviário ganha novo Centro de Excelência e Tecnologia em Anápolis

Na tarde desta quinta-feira (15/7), uma comitiva da Valec juntamente com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas esteve, em Anápolis (GO), para a assinatura do Protocolo de Intenções e Lançamento do Centro de Excelência de Tecnologia Ferroviária (CETF). O objetivo da implementação do CETF é a valorização e disseminação de tecnologias nacionais relativas ao setor de ferrovias, entre outros incentivos de inovação para o setor ferroviário.

O polo de inovação será destinado ao desenvolvimento de pesquisas e projetos que contribuam com o incremento da logística e com o crescimento do modal no Brasil. Para o Diretor de Administração e Finanças, Márcio Lima Medeiros a Valec terá papel fundamental na implementação do CETF. “Certamente a Valec será uma parceira importante na estruturação desse centro tecnológico não só no âmbito do conhecimento, mas também, na participação relevante das ferrovias que estão concedidas para a Valec. Uma delas é a Ferrovia Norte-Sul que estará totalmente operável até final do ano,” destacou.

O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também salientou a importância das ferrovias para a economia brasileira. “Quando a Ferrovia Norte-Sul chegar em Anápolis, falta pouco, teremos uma coluna vertebral ferroviária, de onde vão sair costelas. Isso significa que o transporte ferroviário está renascendo. As ferrovias estão proporcionando encomendas para a indústria e gerando empregos,” completou.

 

Ferrovia Norte-Sul

A Ferrovia Norte-Sul (FNS), que foi construída pela Valec e subconcedida à Rumo Logística. O traçado inicial era de cerca de 1.550 quilômetros de extensão, de Açailândia (MA) até Anápolis (GO). Esse trecho, que corta os estados do Maranhão, Tocantins e Goiás, já está em operação.

A Norte-Sul foi programada para ser a espinha dorsal do sistema ferroviário brasileiro, integrando o território nacional e assim favorecendo a redução dos custos do transporte de cargas no país. Ao longo das últimas três décadas, contou com diversas ampliações.

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Diretoria de Executiva da Valec promove encontro de trabalho com executivos e gestores das empresas contratadas

 

Nesta sexta-feira (09), os integrantes da Diretoria Executiva e os gestores das áreas técnicas vinculadas à Diretoria de Empreendimentos receberam, no auditório da Valec, executivos e gestores das empresas contratadas pela estatal para as obras da segunda etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, FIOL II.

Foram convidadas a participar do encontro de trabalho as empresas construtoras dos consórcios dos lotes 5F e 7F, as empresas supervisoras dos lotes 5F, 6F e 7F e, ainda, a empresa responsável pelo apoio ao gerenciamento da construção da ferrovia. O objetivo da reunião proposta pela Diretoria de Empreendimentos foi o de promover um maior alinhamento entre o interesse institucional da Valec em avançar nas obras da ferrovia e a condução por parte das empresas contratadas.

Na abertura do encontro, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, fez uma breve exposição da missão institucional da empresa e do desafio proposto pelo Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora, de dobrar a presença do modal ferroviário brasileiro. “Vivemos hoje um momento histórico de avanço das ferrovias no país. Temos que atuar de forma adequada, executar as obras e garantir os avanços físicos e financeiros planejados”, disse Kuhn.

Em seguida, o diretor de Administração e Finanças, Márcio Medeiros, enfatizou o ótimo desempenho da estatal na execução orçamentária do ponto de vista econômico. “Mesmo diante de um cenário de restrição fiscal, o empreendimento FIOL traz uma oportunidade importante para as empresas contratadas e ajuda a girar a economia dos municípios próximos à linha férrea. Cabe a nós todos, aqui presentes, realizar uma excelente gestão”.

Para o diretor de Empreendimentos, Washington Lüke, eventos como este trazem ganhos tanto para a contratante quanto para as contratadas.  “Nós entendemos que, ao promover uma reunião de trabalho em que nossas áreas técnicas apresentam às empresas o plano de ação a ser executado, promovemos a cooperação mútua e trazemos maior eficiência a todo o processo”. Ainda segundo Lüke, “no final, quem ganha é a sociedade, destinatária de todo esse esforço”.  

O encontro aconteceu de forma híbrida, com a participação de um número limitado de pessoas no auditório da Valec, a fim de cumprir os protocolos sanitários exigidos pela pandemia causada pelo coronavírus. Técnicos da Diretoria de Empreendimentos participaram de forma remota via Teams.

 

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VALEC em 1 Minuto: uma nova forma de acompanhar a semana da estatal

Resultado dos desafios colocados pela nova gestão da VALEC para a área de Comunicação, a estatal lança nesta sexta-feira (28) a 1ª edição do “VALEC em 1 Minuto”. O quadro aborda as principais notícias semanais da empresa de forma dinâmica e objetiva, trazendo maior transparência à sociedade sobre entregas e acontecimentos relevantes.

Na 1ª edição do VALEC em 1 Minuto, gravado durante a viagem da diretoria executiva da empresa ao Lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia, saiba mais sobre o andamento da obra, a última edição do quadro “Fale com o Presidente” e mais uma novidade sobre o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e).

Você pode acompanhar o novo programa toda sexta-feira pelo site ou pelo canal da VALEC no YouTube (inscreva-se).

Aperte o Play e confira!

 

 


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Diretoria de Negócios da VALEC se reúne com PPI – FIOL

 

A equipe da Diretoria de Negócios da VALEC se reuniu, na última quinta-feira (20), com a assessora do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) Maryane Figueiredo. O objetivo do encontro foi conhecer melhor o Programa, bem como os projetos incluídos em sua carteira.

O diretor de Negócios, Jeferson Cheriegate, falou sobre o novo momento desafiador da estatal e das prioridades para o ano de 2021. “Estamos diante de muitas oportunidades e mudanças. Mas confiantes e com muitas inovações em curso”. Maryane Figueiredo apresentou o plano de atuação do PPI, bem como o cronograma de ações até 2022, com os principais ativos e a metodologia de inserção de projetos no Programa. Segundo a assessora, o papel do PPI é fomentar e facilitar as iniciativas públicas de concessões, privatizações, arrendamentos e parcerias público-privadas. “O PPI funciona como um grande hub de negócios. Nosso objetivo é ajudar e acelerar”, declarou.

Atualmente, são 428 projetos qualificados na carteira do Programa, 233 leilões previstos e expectativa de investimentos na ordem de R$ 790,3 bilhões, além de outros R$ 170,5 bilhões em outorgas. Ainda de acordo com Figueiredo, apenas nos anos de 2019 e 2020 foram realizados 65 leilões de projetos, que movimentaram investimentos na ordem de R$ 488 bilhões, além de mais R$ 98 bilhões em outorgas. “Nós conseguimos colocar eficiência nos processos pela grande experiência que temos com leilões, desestatizações e processos similares. E isso gera velocidade às entregas”, concluiu.

Participaram também da reunião, representando a DINEG/VALEC, o superintendente de Inteligência e Prospecção, Danilo Miranda, a gerente de Prospecção de Negócios e Captação de Recursos, Andreza Leódido, a gerente de parcerias, Thais Lordelo e o superintendente de Negócios, Diógenes Alvares.

Leilão da FIOL I – No último mês de abril, durante a InfraWeek promovida pelo Ministério da Infraestrutura, a VALEC subconcedeu a primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. O leilão teve como vencedora a Bahia Mineração S/A, com valor de outorga de R$ 32,7 milhões, além do pagamento de outorga variável de 3,43% da receita bruta a partir do sexto ano da concessão. O projeto havia sido qualificado na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) por meio do Decreto nº 8.916/2016.

De acordo com o PPI, O Governo Federal também trabalha nos projetos para concessão dos outros dois trechos: a FIOL 2, entre Caetité/BA e Barreiras/BA, com obras em andamento, e a FIOL 3, de Barreiras/BA a Figueirópolis /TO, que aguarda licença de instalação por parte do Ibama. Um corredor de escoamento que terá um total de 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis, ponto em que a FIOL se conectará com a Ferrovia Norte-Sul (FNS).


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NOTÍCIAS DA FIOL – FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE LESTE

 

Diretor-presidente da VALEC também falou sobre obras, projetos e parcerias que a VALEC vem promovendo nesse um ano de gestão 

 

Nessa quinta-feira (06), o diretor-presidente da VALEC, André Kuhn, participou do evento Paving Virtual 2021, uma das maiores exposições do setor de infraestrutura brasileiro. Acompanhado por Vicente Abate, presidente da ABIFER (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária), Kuhn falou sobre os avanços recentes no setor ferroviário protagonizados pela estatal.

No início de sua participação no evento, que coincide com o marco de um ano da atual gestão da VALEC, Kuhn destacou a nova missão da estatal, que é contribuir para aprimorar a logística no Brasil de forma sustentável, competente e integrada, executando seus empreendimentos com efetividade. Para ilustrar a execução dessa missão dada pelo Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da VALEC, o diretor-presidente fez uma breve análise sobre os principais empreendimentos e desafios sob a responsabilidade da empresa.

Tema de grande interesse nacional, especialmente para a região Nordeste, questões relacionadas à continuidade da Transnordestina sempre são trazidas ao debate. A busca por soluções efetivas à caducidade do empreendimento foi um dos grandes desafios propostos pelo ministro Tarcísio de Freitas à VALEC no último ano. Sobre isso, André Kuhn afirmou que, como acionista minoritária da ferrovia, cabe à estatal avaliar sua viabilidade, a partir das análises que estão sendo elaboradas pela consultoria contratada para esse fim e adiantou: “já se vislumbram soluções para a Transnordestina”. 

A respeito da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), ferrovia construída atualmente pela VALEC, o diretor-presidente lembrou o recente leilão da primeira etapa desse importante empreendimento, que aconteceu em abril, durante a Infra Week promovida pelo Ministério da Infraestrutura. O trecho, que vai de Ilhéus/BA a Caetité/BA, foi arrematado pela mineradora BAMIN pelo valor de outorga de R$ 32,7 mi, com previsão de R$ 3,3 bi em investimentos, sendo R$ 1,6 bi destinados à conclusão das obras do trecho leiloado. A respeito da segunda etapa da FIOL, que percorre o trecho entre Caetité/BA e Barreiras/BA, Kuhn informou que as obras seguem em ritmo satisfatório e hoje conta com a parceria do Exército Brasileiro. O Batalhão Ferroviário do Exército atua na construção de aproximadamente 20 km do lote 6 da FIOL. Para André Kuhn, trata-se de uma relação ganha/ganha pois, com esse convênio, a corporação voltou a construir ferrovias após 20 anos. “Nós, da VALEC, estamos compartilhando conhecimento e contando com a cooperação dessa instituição tão importante para o país”, afirmou. Questionado por Vicente Abate sobre as possibilidades de se ampliar a participação do Exército na FIOL, Kuhn informou que já está em tratativa novo convênio entre as duas instituições.  

Sustentabilidade, geração de empregos e investimentos

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“Leilão da FIOL I evidencia a importância da VALEC”, afirmou André Kuhn no Congresso Ibracon

 

Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL)

Na última quinta-feira (1º), o diretor-presidente da VALEC, André Kuhn, participou como palestrante no Painel Estrutura de Negócios e Obras Icônicas do 62º Congresso Ibracon. Além de Kuhn, o painel contou com a abertura do secretário Executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, e da participação do diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme de Mello, com mediação da presidente da Infra Women Brazil, Isadora Cohen.

O Ibracon – Instituto Brasileiro do Concreto, é uma instituição técnica ligada à Engenharia Civil brasileira com 49 anos de existência, 1700 membros ativos em todo o Brasil. Este ano, os organizadores do Congresso propuseram esse bloco de estruturação de negócios com participantes ligados ao Governo, tendo em vista o aumento das oportunidades de parcerias entre os setores público e privado, com destaque para o setor de infraestrutura. Exemplo disso é a Infra Week promovida pelo Ministério da Infraestrutura, que acontece esta semana, entre os dias 07 e 09, com a concessão de 28 empreendimentos à iniciativa privada. 

Sobre a subconcessão da primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL I, marcada para o próximo dia 08, André Kuhn afirmou: “trata-se de um grande empreendimento que evidencia a importância da VALEC para a infraestrutura brasileira”. O trecho ferroviário, que vai de Ilhéus a Caetité, na Bahia, tem 537 km de extensão e se constituirá em um corredor para escoamento de minérios e grãos. A VALEC entrega esse importante ativo com avanço físico de aproximadamente 75%. De acordo com a modelagem da subconcessão, caberá ao vencedor do leilão finalizar a obra. Ao falar sobre a FIOL e os demais empreendimentos sob a responsabilidade da VALEC, Kuhn enfatizou: “a missão da nossa empresa é fomentar o transporte ferroviário do país e o consequente desenvolvimento das regiões por onde a ferrovia passa. No caso específico do nosso setor, é fundamental o investimento inicial por parte do Estado. Nós preparamos os ativos até que se tornem interessantes para o ingresso do setor privado”. 

Outros empreendimentos abordados pelo diretor-presidente foram a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), que será construída com recursos oriundos do investimento cruzado (saiba mais Valec e ANTT assinam contrato com a Vale para a construção da FICO), a Transnordestina, ferrovia considerada estratégica para a região Nordeste e que tem a VALEC como sócia minoritária. Atualmente, a estatal promove avaliação quanto à viabilidade desse empreendimento. Kuhn apresentou também o status das obras da segunda etapa da FIOL, denominada FIOL II, trecho que conecta os municípios de Caetité e Barreiras, na Bahia, e está sendo construído pela estatal com previsão de término para o final de 2022. A respeito da FIOL III, trecho final da ferrovia, onde acontecerá a conexão com a Ferrovia Norte-Sul, em Figueirópolis/TO, o diretor-presidente da VALEC informou que o Ministério da Infraestrutura avalia se será construído com recursos da União ou por meio de investimento privado, a exemplo do que ocorrerá com a FICO.


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Batalhão Ferroviário do Exército recebe nova visita de instrução da Valec

 

A parceria firmada entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro ganhou novo reforço na última semana. Entre os dias 22 e 24 de março, a estatal realizou visita de instrução à Corporação como parte do estágio de Capacitação em Obras Ferroviárias. A atividade foi solicitada pelo 2º Batalhão Ferroviário com o intuito de aprimorar o desempenho de Oficiais e Praças na coordenação e construção de ferrovias.

Os temas apresentados pelos técnicos da Valec fazem parte do cotidiano da equipe multidisciplinar que integra a empresa. Engenharia Ferroviária, Plano Básico Ambiental, Medição de serviços, Obras de Arte Especiais foram algumas das atividades abordadas. Os integrantes do Batalhão também tiveram a oportunidade de conhecer a Pedreira localizada no lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), próxima ao município de São Desidério, na Bahia. Dessa pedreira é extraída a brita que compõe o lastro onde os trilhos serão assentados (saiba mais: Fabricação própria de materiais barateia e agiliza a obra da ferrovia).

Parceria Valec e Exército – Em setembro de 2020, foi firmado termo de parceria entre a Valec e o Exército para a execução de 18 km do lote 6 da FIOL, próximo a Correntina/BA. A cerimônia de assinatura do convênio contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (saiba mais: “Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol). Com a parceria, o Batalhão Ferroviário do Exército voltou a atuar em obras ferroviárias depois de mais de 20 anos.


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Trecho da Ferrovia Norte-Sul concedido em 2019 começa a operar

 

A principal ferrovia estruturante do país, a Ferrovia Norte-Sul, teve mais uma etapa concluída: o trecho que vai de São Simão, em Goiás, a Estrela d’Oeste, em São Paulo, foi inaugurado hoje (04) em cerimônia promovida pela Rumo Logística, que contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do diretor-presidente da Valec, André Kuhn e outras autoridades. A Valec é a empresa pública responsável por construir os 2.259 km da ferrovia, que parte de Açailândia/MA e chega ao estado de São Paulo, onde se conecta à Malha Paulista.

Além do trecho ferroviário, foi também inaugurado o terminal intermodal de São Simão/GO seis meses antes do previsto.  As obras foram conduzidas pela empresa de logística Rumo, que venceu o leilão de subconcessão dos tramos central e extensão sul da FNS, em 2019. Coube à subconcessionária finalizar os 7% restantes da obra, fazendo a conexão da FNS à Malha Paulista. O primeiro trem em direção ao porto de Santos sai ainda hoje do terminal de São Simão.

A Ferrovia Norte-Sul foi projetada para se tornar a espinha dorsal do transporte ferroviário do Brasil, integrando o território nacional e contribuindo para a redução do custo logístico do transporte de carga no país. Além da conexão com a Malha Paulista e consequente acesso ao Porto de Santos, a FNS será conectada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL, que a partir do Porto de Ilhéus atravessa o interior baiano e se unirá à FNS no estado de Tocantins. “Para nós, da Valec, é uma satisfação enorme ver o trem circular pela ferrovia que ajudamos a construir e vê-lo chegar ao porto. Promover a integração dos modais e fortalecer a infraestrutura nacional é a missão que nos foi dada pelo Governo Federal por meio do Ministério da Infraestrutura”, declarou André Kuhn.

Em seu discurso na cerimônia de inauguração, o presidente Jair Bolsonaro declarou: “temos um time maravilhoso de ministros, secretários e outros servidores que tudo fazem para que a iniciativa privada tenha liberdade e confiança em investir no Brasil. Tenho muito orgulho disso”. Também na cerimônia, o ministro da Infraestrutura afirmou, confiante nas soluções que o MInfra e os entes a ele vinculados, como a Valec, vêm entregando, “tem uma revolução acontecendo na infraestrutura! A gente pode traduzir isso em uma única palavra: confiança. Confiança do investidor no Brasil.”

O planejamento é que a ligação do porto de Itaqui/MA ao porto de Santos/SP esteja 100% operacional até julho de 2021. A demanda potencial da Ferrovia Norte-Sul é de movimentar 22,73 milhões de toneladas de cargas até 2055.

 

 


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