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:: ‘Transporte’

Senado aprova PEC de investimentos para o setor de transporte

Segundo relator, volume de investimentos no setor ainda é insuficiente

Publicado em 09/02/2022 – 22:54 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Bulk Carrier ‘Discoverer’ unloads U.S. soybeans at the port of Paranagua, Brazil, December 3, 2020. Picture taken December 3, 2020. Picture taken with a drone. REUTERS/Rodolfo Buhrer

O Senado aprovou, na noite de hoje (9), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que possibilita mais investimentos no setor de transportes a partir de de concessões à iniciativa privada. A PEC prevê que e 70% de todos os recursos que forem arrecadados com contrapartidas por concessões, permissões ou autorizações onerosas decorrentes de infraestruturas de transportes da União somente poderão ser aplicados no próprio setor. Agora, o texto segue para a Câmara.

O relatório de Jayme Campos (DEM-MT) explica que há previsão de que os recursos gerados para o setor com essa PEC a devem ser de menos do que R$ 7 bilhões por ano. “Esse montante é ligeiramente inferior aos R$ 8 bilhões que o Governo Federal investiu em infraestrutura de transportes em 2021, volume que, cabe destacar, é muito baixo e insuficiente para as necessidades do país”, afirmou Campos.

Na avaliação do relator, a infraestrutura nacional é “precária” e não está no patamar exigido pelas necessidades do país. Ele ressalta que o investimento público é limitado e que vários contingenciamentos dos investimentos previstos acabam por paralisando obras e aumentando seus custos.

“[A PEC] oferece uma espécie de piso garantido que assegure um mínimo de continuidade aos programas de investimento de transportes, de forma a evitar que as regras do teto de gastos, no futuro, comprimam seu orçamento para além do aceitável”, disse o relator em seu parecer.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Hidrovias do Brasil e ZRG debatem economia e logística em tempos de Covid-19

Bate-papo online entre os executivos destacou as medidas adotadas pelas companhias para enfrentar a Covid-19 no Brasil e a importância do país na cadeia global de suprimentos

A Hidrovias do Brasil e a ZRG Brasil, empresa global de executive search, realizaram, no dia 3 último, uma live para discutir o cenário econômico brasileiro e internacional, a partir da pandemia do novo coronavirus (Covid-19) e o setor de logística e transportes no Brasil. Entre os temas abordados, Denys Monteiro, CEO da ZRG, conduziu a conversa com o chairman da Hidrovias do Brasil, Bruno Serapião, para debater sobre as previsões de investimentos a longo prazo e a importância do país na cadeia global de suprimentos.

Logística PORTOGENTE

 

O chairman da Hidrovias do Brasil, Bruno Serapião, destacou as características da economia brasileira, que é fortemente baseada no consumo das famílias. Com a pandemia, o consumo diminuiu, enfraquecendo o caixa de diversos segmentos. Mesmo com a previsão de encolhimento da economia brasileira em torno de 3% para este ano, Serapião está confiante com a retomada do crescimento em 2021. Segundo o executivo, “a pujança do Brasil na produção de minérios, grãos e celulose será força motriz para a rápida alavancagem nos números da economia.”

Apesar do cessar das atividades não essenciais durante o período de isolamento social, a logística e transporte, serviços considerados essenciais, continuam em plena atividade para suprir a cadeia global de suprimentos. Por conta disso, a Hidrovias do Brasil celebra sua ininterrupção nas atividades, junto à sua estabilidade econômica, com boas projeções de retorno de investimento ao longo dos anos.

Para os próximos anos, Bruno ressalta a expectativa de grandes investimentos privados na infraestrutura e logística brasileira. Segundo o executivo, fundos internacionais avaliam o Brasil como um mercado promissor, com projeções otimistas e pleitos de longo prazo.

O CEO da ZRG, Denys Monteiro, compartilha do otimismo de Serapião e acredita que a retomada da economia será mais rápida do que muitos imaginam. “O Brasil tem a oportunidade de se reposicionar na matriz de Supply Chain Global e aproveitar o momento para sair fortalecido não apenas nas commodities agrícolas, mas em outros segmentos também”, comenta o executivo. Prova disso, segundo Monteiro, é que a procura na ZRG por profissionais de infraestrutura cresceu 120% nos últimos 6 meses. “É hora de aproveitar as oportunidades. Empresas como a Hidrovias estão muito bem posicionadas para crescer”, acrescenta Denys Monteiro.

Ações para enfrentar a Covid-19
Para amenizar o impacto social da Covid-19 na sociedade brasileira, o Instituto Hidrovias, organização de responsabilidade social da Hidrovias do Brasil, tem um histórico de contínuo apoio às comunidades em que atua. Além dos programas de fomento à Educação já implementados, o Instituto realizou recentemente a doação de equipamentos hospitalares, cestas básicas e uniformes hospitalares para Itaituba, Belém, Barcarena, no Pará, e em Santos (SP), para o enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19).

Sobre as medidas para prevenir o contágio da Covid-19 entre os colaboradores, a Hidrovias do Brasil adotou o sistema de home office para a maioria de seus funcionários, com exceção do serviço operacional, que opera em escalas alternadas, seguindo as orientações de segurança do Ministério da Saúde. A rápida adaptação ao distanciamento social foi possível pela vasta automatização dos sistemas da empresa, que emprega alta tecnologia em suas atividades.

Para os próximos anos
Em um futuro próximo, Serapião aposta em um massivo investimento na matriz de transportes do Brasil: “É essencial a criação de grandes corredores logísticos, principalmente para as cargas de baixo valor agregado por peso em ferrovias e hidrovias”, afirma o chairman. Para o executivo, o barateamento da logística gerará mais dinheiro para os sistemas produtivos do Brasil, ao diminuir a expressiva representativa do modal rodoviário no transporte de cargas.

A empresa possui ainda projetos audaciosos para a próxima década, em linha com as últimas práticas mundiais de sustentabilidade. A Hidrovias do Brasil estuda implementar uma operação livre de combustíveis fósseis, com a adoção de barcos híbridos em sua operação. Além disso, a empresa já emprega alta tecnologia no recebimento de grãos e minérios dos caminhões no Norte do país; a aplicação de IoT (Internet of Things) vem diminuindo categoricamente o tempo de recebimento dos produtos, reduzindo o tempo de frete.

Três dicas essenciais para uma gestão eficiente da cadeia de suprimentos

A gestão da cadeia de suprimentos é um processo de gerenciamento estratégico dos fluxos organizacionais (de bens, serviços, finanças, informações) bem como as relações entre empresas, visando apoiar e melhorar os objetivos corporativos. A gestão adequada de recursos permite uma produção voltada para oferecer ao cliente final o produto certo, na quantidade certa, pelo preço e nas condições que ele deseja.

 

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Imagem de rawpixel publicada no banco de imagens Pixabay

 

Termo primeiramente lançado no Financial Times, Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) envolve o fluxo de bens e serviços de maneira eficiente. O sistema abrange todas as etapas envolvidas na aquisição de matérias-primas até os produtos finalizados, de maneira otimizada e agregando valor ao cliente. Como qualquer empresário de sucesso dirá, o GCS é uma parte extremamente crucial das operações.

Entre outras importantes funções, é o GCS que estabelece forte comunicação e relacionamento com os fornecedores, ajudando a evitar atrasos nas remessas e a minimizar erros logísticos. Ainda, uma gestão eficiente oferece melhor poder de negociação para obter as melhores taxas e produtos no menor tempo possível. Por sua vez, isso reduz os custos de estoque e melhora o planejamento e a eficiência gerais das operações.

Tudo isso garante que uma determinada empresa possa oferecer um alto nível de serviço ao cliente e, por sua vez, proporcionar bons resultados financeiros. Com isso em mente, é indiscutível a importância de uma boa gestão. No entanto, às vezes essa é uma tarefa bastante difícil. Para ajudar aos iniciantes no tema, apresentamos uma lista de três dicas essenciais para ajudar nessa importante tarefa.

#1 Invista em aperfeiçoamento da equipe

Qualquer empregado trabalhando na gerência de uma cadeia de suprimentos dirá que fazer o trabalho de forma eficiente e simplificada é como correr em uma pista de obstáculos diariamente. O amanhecer de cada novo dia traz seu próprio conjunto de problemas a serem resolvidos, principalmente com mercadorias caras, frágeis ou perecíveis. Portanto, estratégias de desenvolvimento da equipe se tornam essenciais.

Treinamentos constantes são fundamentais para preparar uma equipe para diferenciar uma empresa de seus concorrentes. Cada vez mais, o diferencial de uma marca está na experiência que ela entrega aos seus clientes no ato da compra, e não apenas na qualidade dos seus produtos ou serviços. Isso vale para qualquer negócio. Um site provedor de cassino online no Brasil, por exemplo, jamais poderia obter sucesso sem uma equipe aperfeiçoada e capaz de atender aos anseios do público-alvo da empresa. O mesmo acontece com a GCS. As estratégias de desenvolvimento de equipe envolvem treinamento formal, mas também treinamento no local de trabalho, coaching, mentoring e rodízio, entre várias atribuições e treinamento com base na modelagem de cenários.

#2 Aposte em novas tecnologias

A tecnologia desempenha um papel imprescindível no fortalecimento do GCS. Por exemplo, implementar um bom sistema de gestão de armazenamento é o que ajuda empresas de sucesso a otimizar suas atividades. Ainda, empresas que desejam atingir um alto nível organizacional também devem considerar investir em software de gestão de transporte, como o Supply Chain Solutions.

O uso de sistemas computadorizados de remessa e rastreamento ajuda a integrar todas as operações em um painel. Além disso, é possível ter esse painel em dispositivos móveis, o que significa ter a possibilidade de organizar dados de inventário, gerenciar remessas, monitorar a distribuição etc. – tudo no conforto do escritório ou nas mãos do usuário.

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Imagem de Gregor publicada no banco de imagens Pixabay

#3 Encontre fornecedores seguros

É impossível esquecer da importância de encontrar os fornecedores certos. Ao escolher fornecedores, o custo não é o único fator. O mais importante é selecionar fornecedores confiáveis. Isso permite a responsabilidade de oferecer a melhor qualidade ao cliente possa ser cumprida. É importante fazer uma pesquisa completa para identificar aqueles que têm uma forte reputação em manter altos padrões de qualidade, atendimento ao cliente e praticar formas éticas de fazer negócios.

Essas três dicas são fundamentais para alavancar uma boa gestão da cadeia de suprimentos. Aperfeiçoe a equipe, agarre-se em novas tecnologias e encontre fornecedores seguros. 

Emenda pode causar paralisia e danos à regulação de transportes

Emenda à Medida Provisória nº 882/2019, apresentada e protocolizada pelo deputado federal Hugo Leal (PSD/RJ), está entre os maiores absurdos cometidos por um parlamentar contra o sistema de transportes do Brasil nos últimos anos. Não se sabe o que de fato o motivou a fazer isso, mas, certamente, interesse público não foi, até porque, nos seus sucessivos mandatos como deputado federal, não temos notícias dele ou dos diversos partidos pelos quais passou, questionando eficiência das agências reguladoras, pedindo abertura de audiências públicas por meios das Comissões de Viação e Transportes ou de Infraestrutura da Câmara, de forma a garantir regulação eficiente para sociedade.

A proposta de emenda do parlamentar inclui no art. 3º da MP a alteração da Lei nº 10.233/2001 e de diversos dispositivos, basicamente criando a Agência Nacional de Transportes (ANT), determinando o fim das operações da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Deputado Hugo Leal, então no PSB - Foto: Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados
Deputado Hugo Leal, então no PSB – Foto: Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados

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Startups para driblar gargalos do transporte de carga no País

O PIB (Produto Interno Bruto) do setor de transporte e armazenagem cresceu 2,2% em 2018, chegando a R$ 256,08 bilhões. O índice é o dobro do crescimento do PIB total da economia, que avançou 1,1% no ano passado, atingindo R$ 6,83 trilhões, segundo dados do Boletim Economia em Foco, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). As deficiências do setor começam a ser supridas por modelos com base tecnológica, startups que oferecem soluções para lidar com problemas que envolvem desde altos custos, armazenagem, até falta de transparência no processo de entregas.

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Apesar do movimento de inovação ser grande, os gargalos da logística ainda geram perdas no setor, devido à problemas como a infraestrutura rodoviária, segurança, alta taxa de tributação, falta de cuidados durante o transporte, dificuldade de transportar produtos com medidas maiores que as padrões e até, a sazonalidade das próprias empresas, que gera complicações corriqueiras como o atraso das entregas. Nesse cenário, esferas com falhas usuais na logística recebem novas iniciativas, que modernizam os modelos antigos, geram mais qualidade à todas às etapas do processo de entrega e impulsionam o setor à necessária adaptação à era tecnológica.

A Movetogo – plataforma de serviços de coleta e entrega – é uma das empresas que está contribuindo para essa mudança no setor. A empresa atua em 88 cidades brasileiras e também de São Paulo e Grande São Paulo para São Paulo e Grande São Paulo que vem para ser uma opção para quem precisa contratar um transporte com segurança substituindo o tradicional “carreto”. Conta com uma proposta diferenciada de entrega de produtos com medidas e pesos não convencionais, além de contar com um modelo de contratação totalmente online, com processo de acompanhamento da entrega em tempo real, além de pesagem e aferição das medidas do produto no local da retirada. “Investimos em tecnologia e outras soluções, com o objetivo de tornar a entrega mais transparente e reduzir as despesas dos contratantes”, conta Cláudio Alvadjian, CEO e founder da empresa.

O presidente Movetogo esclarece que para uma boa gestão de logística na era tecnológica, é necessário que as empresas realizem um planejamento direcionado à otimização do processo de entrega e cumpram os prazos do consumidor milleniun. “Em nosso modelo de negócio, todas as informações são abertas ao cliente, e na própria plataforma é possível acompanhar o valor e o prazo de entrega em tempo real e escolher o período de coleta manhã ou à tarde em São Paulo e Grande São Paulo, com o intuito de não gerar uma experiência negativa para ao consumidor”, diz Alvadjian.

As expectativas para o setor logístico em 2019 são positivas, pois as projeções para a expansão do PIB são de 2,5%, segundo os dados da CNT. De acordo com o presidente da Movetogo, entender a relevância da tecnologia na gestão dos procedimentos é vital para a sobrevivência de empresas que mantêm o modelo logístico comum. “Ficar atento às movimentações no segmento, como o crescimento dos marketplaces, e desenvolver soluções específicas para as necessidades dele é essencial”, comenta Alvadjian. Para se ter ideia da dimensão desse mercado, somente neste ano, o Mercado Livre anunciou um investimento de R$ 3 bilhões dedicados às suas operações no Brasil, a fim de incrementar a área logística e acelerar a velocidade de entregas das mercadorias.

A Movetogo presta serviços tanto para o consumidor final, quanto para empresas. Segundo Alvadjian, com o crescimento do mercado de marketplaces como OLX e Mercado Livre, a expectativa é que nos próximos 12 meses, o volume de entregas para pessoas físicas represente 22% das contratações da startup. Já os serviços para pessoas jurídicas devem alcançar 38% das solicitações na plataforma. A empresa também investe na segurança dos produtos transportados, a fim de assegurar as mercadorias em até R$ 35 mil por nota fiscal, pela Porto Seguro.

ATRACADOUROS FLUTUANTES E TRANSPORTE NÁUTICO.

O Satélite Remo, entre todas as atividades náuticas a que se propõe, pode muito bem executar o transporte náutico nas águas abrigadas da Bacia do Pontal, da Sapetinga, e dos afluentes que circundam Ilhéus. Alavancando o turismo combalido da cidade.

A facilidade dos diversos tipos de atracadouros flutuantes, facilitam bastante esse ramo de atividade.

Não é uma concessão pública, só depende de licença da ANTAQ e Marinha do Brasil.

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA NO TRANSPORTE REFRIGERADO.

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artigo escrito por Mauro Lourenço Dias (*), publicado no site @comexblog

O transporte refrigerado de medicamentos é hoje um segmento especializado no ramo de transportes. Exige cuidados e procedimentos de segurança para que o produto não corra riscos, especialmente se for posto sob temperatura inadequada, o que pode levá-lo a se deteriorar, colocando em situação de perigo possíveis pacientes que possam usá-lo inadvertidamente.

Para tanto, esse tipo de produto deve sempre ser transportado em embalagens térmicas bem qualificadas, que disponham de alta capacidade de resistência, de maneira que possam garantir a manutenção das propriedades do produto por um pré-determinado tempo. Para tanto, deve-se observar rigorosamente as recomendações contidas nos dizeres da embalagem do produto sobre a temperatura e os cuidados de conservação.

É de se lembrar que Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga os distribuidores a assegurar que os produtos farmacêuticos ou farmoquímicos não sofram deterioração física ou decomposição química durante seu transporte para garantir a saúde pública. Como estabelece a Anvisa, é proibido o transporte de medicamentos, drogas e insumos com produtos radioativos ou tóxicos, como inseticidas, detergentes, lubrificantes e agrotóxicos.

Além disso, antes de chegar às prateleiras das farmácias, drogarias, clínicas e hospitais, os medicamentos precisam percorrer um itinerário previamente escolhido, evitando-se acidentes que possam afetar sua integridade, de modo que permaneçam inalteradas suas características intrínsecas.  De fato, essa preocupação deve ser ainda mais acentuada num país como o nosso em que a infraestrutura logística é deficiente e contribui decisivamente para colocar em risco a integridade do produto.

Afinal, em qualquer trajeto, há a possibilidade de ocorrência de imprevistos como congestionamentos em rodovias ou em vias de acesso a portos ou aeroportos que obrigam a mercadoria sensível a suportar longos de períodos de temperaturas altas. Sem contar que, muitas vezes, esses congestionamentos ocorrem em áreas de risco, ficando o veículo sujeito a roubo, pilhagem ou ataque de vândalos. Por isso, é fundamental que o transportador, antes de tudo, avalie a rota, escolhendo sempre aquela que possa vir a oferecer menos complicações logísticas.

Há outros aspectos que devem também ser avaliados durante as etapas de operacionalização da carga, pois podem exercer influência sobre a eficácia do produto.  Um deles, sem dúvida, é a forma de acondicionamento. Outro é a condição do veículo de transporte bem como dos equipamentos utilizados. É de se assinalar que baús refrigerados, por exemplo, são dotados de equipamentos que precisam passar periodicamente por manutenção. Por fim, é de se ressaltar que a entrega deve ser feita sempre na presença de uma pessoa devidamente qualificada para o recebimento do produto.

* Mauro Lourenço Dias é engenheiro eletrônico, é vice-presidente da Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP, e professor de pós-graduação em Transportes e Logística no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O SONHO DO AUTOMOVEL ACABOU EM SÃO PAULO

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O transporte público deve ser um dos principais temas das eleições municipais deste ano. Em São Paulo, os recordes de congestionamentos se sucedem e os postulantes de PT e PSDB — Fernando Haddad e José Serra — já trocam farpas, acirradas depois do incidente com dois trens do metrô, em 16 de maio.

Aliado do prefeito Gilberto Kassab (PSD), Serra defendeu, durante debate organizado em maio pelo Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) sobre o livro Triumph of the City, de Edward Glaeser (economista da Universidade de Harvard que defende a cidade como geradora de riqueza e qualidade de vida), que a solução para a mobilidade em São Paulo são obras viárias que desafoguem o trânsito do centro e investimentos no Metrô e na CPTM (trens urbanos). Gastar mais com o sistema de ônibus só ajudaria a engarrafar a cidade.

No papel de pedra para atingir eventuais vidraças da gestão Kassab, Haddad e os petistas têm apontado um “apagão nos transportes” em São Paulo.

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PRIMEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE TRANSPORTES 2012.

Agradecemos a todos pelo comparecimento à reunião anterior e em especial pela demonstração de maturidade e compromisso de todos os que participaram da eleição do nosso conselho. Sinto-me extremamente honrado em fazer parte deste colegiado e de poder presidi-lo, ao lado de tão valorosos colegas, além de ajudar nossa cidade com um pouco da experiência acumulada na minha área de atuação que é exatamente transporte e trânsito. O desafio é enorme, mas, contamos com TODOS para solucionarmos senão todos, mas, a maioria dos problemas enfrentados na mobilidade urbana em nossa cidade, fazendo o nosso papel que é de PROPÔR aos governantes políticas e ações pontuais neste setor, além de FISCALIZAR suas ações.

Convidamos a todos, conselheiros e conselheiras para a primeira reunião ordinária do Conselho Municipal de Transportes, que  acontecerá na sede da Secretaria de Transportes e Trânsito, na Avenida Governador Roberto Santos no bairro da Avenida Esperança ao lado da Rota Transportes.

Data: 06/03/2012 (terça feira)
Horário: 08:00 (manhã)
Local:Avenida Governador Roberto Santos no bairro da Avenida Esperança ao lado da Rota Transportes

PAUTA.

Apresentação e abertura de prazo para emendas  ao regimento interno do COMUTRANS.

Apresentação de propostas à lei de criação e composição do COMUTRANS.

Apresentação  e abertura de prazo para propostas que farão parte do Plano de Ações e Metas do COMUTRANS para o Biênio 2012/2013.

O que ocorrer.

Agradecido.

Valério Bomfim
Presidente COMTRANS
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VAMOS TER PROBLEMAS COM TRANSPORTE DE TURISTAS DOS TRANSATLANTICOS.

Ariel Figueroa - Coluna de Turismo.

 

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