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:: ‘Tecnologia’

TICO TICO NO FUBÁ, NÃO É UMA SINFONIA DE BEETHOVEN

Em pleno Seculo XXI, tem quem sobreviva com narrativas do Seculo XIX…

 

Orkut volta com Hello – ISTOÉ

COMPORTAMENTO

Orkut volta com Hello

Já disponível no Brasil, nova rede social do pioneiro Orkut Büyükkökten é lançada na Índia com a ambição de ser uma alternativa à hegemonia do Facebook

 

HERÓI O pioneiro Orkut Büyükkökten vestido de Super-homem: ídolo geek no Brasil e na Índia (Crédito: Divulgação)

André Sollitto

Com 1,35 bilhão de habitantes, a Índia é um dos mercados mais atraentes para redes sociais. É também o novo alvo do engenheiro de software turco Orkut Büyükkökten, conhecido como o criador da hoje nostálgica rede que levava seu nome. Há duas semanas, ele inaugurou no país asiático o serviço Hello, sua mais recente criação. Já disponível no Brasil, é uma espécie de herdeira do antigo Orkut.com, responsável por apresentar o potencial das redes sociais para muita gente, especialmente brasileiros e indianos. Enquanto esteve online, entre 2004 e 2014, a rede social chegou a 300 milhões de usuários. Começou como um projeto paralelo de Orkut quando o engenheiro trabalhava no Google — e logo se tornou sua principal ocupação. Para entrar era preciso receber um convite de outro usuário mais antigo, o que só aumentava seu apelo. Sua principal característica era reunir pessoas em comunidades nas quais podiam compartilhar gostos semelhantes. Havia milhares de grupos, para tudo: amantes de chocolate, de música alta, acordar tarde… Era uma experiência voltada para os computadores que ficou perdida com a popularização dos smartphones.

Quando a rede social encerrou suas atividades, o público acabou migrando para outras opções, principalmente o Facebook. Demorou até que o antes visionário Orkut conseguisse encontrar seu espaço. Com o Hello, ele finalmente pretende retomar a graça das comunidades. Feita especificamente para aparelhos portáteis, a rede resgata os grupos de interesse e introduz uma nova modalidade, chamada Persona, que é utilizada para definir os principais gostos de uma pessoa, do amor por gatos e cachorros até seu esporte preferido. Esses interesses, declarados pelos usuários, serão utilizados na oferta de publicidade. “As comunidades ofereciam às pessoas um espaço seguro para que elas se reunissem e dividissem seus interesses, sentimentos e paixões genuínas. Criamos toda a experiência de Hello em torno das comunidades”, disse Orkut à ISTOÉ. Com interface de apelo visual, favorece a divulgação de fotos e remete ao Instagram e ao Pinterest. Há cerca de um ano e meio no Brasil, já tem mais de um milhão de usuários. Para a campanha de lançamento na Índia, Orkut se fantasiou de Super-homem e vestiu parte da equipe com trajes de super-heróis. A mensagem é clara: recuperar o lado “cult” de sua antiga rede social.

Ambiente seguro

Um dos motivos que faz com que a maioria dos antigos usuários do Orkut lembrem dele com carinho é que a rede oferecia um ambiente praticamente livre de mensagens de ódio, ao mesmo tempo em que tinha um clima divertido de descoberta de pessoas com gostos parecidos. Ela enfrentou alguns problemas legais ao longo dos anos, mas a situação não chega nem perto do que é visto hoje no Facebook. “As companhias que cuidam das redes sociais priorizam os anunciantes, as marcas e os acionistas. Elas possuem algoritmos muito sofisticados que incorporam inteligência artificial para otimizar o tempo gasto, os cliques em anúncios e o retorno financeiro. A felicidade do usuário e as conexões entre as pessoas não são a prioridade”, afirma Orkut. Segundo ele, o resultado disso é uma falta de intimidade e espontaneidade. “Vemos nossos feeds e encontramos momentos perfeitamente coreografados, aparências e situações falsas. As redes estão nos trazendo ansiedade e depressão”.

O recente escândalo envolvendo a utilização de dados de usuários do Facebook pela Cambridge Analytica só piorou a situação da rede que dominou o mundo. Informações retiradas ilegalmente de milhões de contas foram utilizadas para influenciar eleições nos Estados Unidos e na Inglaterra. A Cambridge anunciou o fim de suas atividades (leia mais sobre o caso no quadro abaixo), mas o estrago já estava feito. Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi obrigado a dar satisfações ao Congresso Americano. E sua rede social está sofrendo com um êxodo inédito. “As redes sociais deveriam ser transparentes sobre o que fazem com os dados dos usuários e com quem eles compartilham essas informações. Muitos se escondem atrás de termos de serviço. Sabemos que nem todos leem esses termos. É moralmente errado enganar usuários ao esconder suas intenções em letras miúdas”, afirma Orkut. :: LEIA MAIS »

PARA-RAIOS IMPORTADO DA NASA!

Governo conhece ferramentas chinesas de tecnologia da informação

A comitiva do Governo da Bahia conheceu na tarde deste sábado, na China, (madrugada em Salvador), a sede da empresa Huawei, em Pequim. Na ocasião, foi apresentada ao governador Rui Costa os produtos da empresa em diversas áreas, como Segurança, Educação e Saúde. 

A Huawei é uma fornecedora global de soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Os produtos da empresa são usados em mais de 170 países e regiões, atendendo a mais de um terço da população mundial. A Huawei possui 16 Centros de Pesquisa e Desenvolvimento instalados em todo o mundo.

“Conhecemos os produtos de ponta da empresa para avaliarmos de que forma podemos usar na Bahia, em atividades como telemedicina, monitoramento de ruas e nas escolas estaduais”, explicou o governador. 

Acompanharam o governador os secretários estaduais Walter Pinheiro (Educação), Jaques Wagner (Desenvolvimento Econômico), Bruno Dauster (Casa Civil) e Fábio Vilas-Boas (Saúde).

Telegram sai na frente com sete recursos que o WhatsApp fica devendo

Máscaras em fotos e imagens autodestrutivas são algumas das funções presentes no mensageiro.

Clique na foto.

Impressionante máquina-monstro construtora chinesa em ação!


Secretário de Ciência e Tecnologia discute a inclusão dos policiais civis às novas tecnologias

O objetivo consiste em realizar Projetos que promovam  qualificação técnica e científica da categoria

Representantes da Polícia Civil e o Secretário de Ciência e Tecnologia da Bahia, José Vivaldo Lima, discutem a possibilidade de uma parceria institucional que promova qualificação técnica e científica da categoria. O objetivo do projeto consiste em realizar ações que fomentem  um maior acesso dos policiais civis às novas tecnologias a partir da integração dos diversos Programas de inclusão digital que são implementados pelas Secretarias do Estado.

” Temos muitos policiais que ainda não possuem a qualificação técnica sobre as novas ferramentas de informática. Essa capacitação vai interferir diretamente no desempenho cotidiano do policial civil.  O SINDPOC percebeu essa lacuna e avalia como algo de extrema importância esse empoderamento tecnológico!”, destacou o Vice-Presidente do SINDIPOC, Eustácio Lopes.

O Secretário de Ciência e Tecnologia, José Vivaldo Lima, parabenizou a categoria pela iniciativa e cogitou a possibilidade de uma parceria que envolva a SECTI, FAPESB, SESI e SENAI com o intuito de promover uma maior inclusão dos policiais às tecnologias. “Para nós é um orgulho fazer um trabalho de valorização dos profissionais que são responsáveis pela nossa Segurança Pública. É fundamental executarmos ações que  fomentem a inclusão digital de quem luta todos os dias no combate à violência!”, pontuou o gestor da pasta.

Para o Diretor Jurídico do SINDPOC, Cláudio Lima, a adesão dos policiais às novas mídias vai melhorar a qualidade do serviço prestado à sociedade. ” Esse projeto vai ser fundamental! Vamos ter profissionais mais aptos a trabalhar com as plataformas digitais!”, comemorou o sindicalista. Na ocasião, o Secretário da SECTI convidou a categoria para participar do maior evento tecnológico do Brasil, Campus Party, que será realizado em Salvador, na Arena Fonte Nova, de 9 a 13 de agosto.

ASCOM SINDPOC Jaqueline Barreto(71)987887261\991337802

A UESC NÃO É SÓ GREVE, TEM MUITA COISA BOA!

NIT/UESC PROMOVE EVENTO DE EMPREENDEDORISMO

Auditório UESC

Um espaço de discussão e compartilhamento de ideias sobre empreendedorismo, inovação, ciência e tecnologia. Assim foi o II Wibtec, o Workshop sobre Incubadoras de Base Tecnológica,promovido pelo Núcleo de Inovação Tecnológica da UESC que ocorreu entre os dias 25 e 27 de abril.

O evento contou com importantes convidados que trouxeram debates e conhecimentos resultantes de suas pesquisas e experiências para partilhar com todo o público. Foram apresentadas oficinas, palestras e mesas  com diferentes informações e óticas acerca dos temas pautados na programação.

Autoridades da área do empreendedorismo debateram sobre importantes mecanismos para se tornar um bom empreendedor, bem como, definir quais são as medidas que devem ser tomadas para desenvolver um ecossistema de empreendedorismo no meio acadêmico.

Paulo Lemos, prestigiado especialista nos temas inovação e empreendedorismo e mentor de diversas empresas,abordou sobre a importância do estudo constante e contínuo acerca do empreendedorismo quando se almeja efetivar qualquer tipo de projeto “Qualquer coisa que você for empreender, procure buscar qualidade no que você está fazendo, estudando, ampliando os seus conhecimentos”.

Bruno Dreher contextualizou sobre a busca do que ainda é inexplorado, sobre a necessidade inovação e criação dentro do contexto empreendedor “O objetivo não é trazer respostas, é procurar novos desconhecidos, e o desconhecido talvez seja uma grande chave para a gente criar novas coisas, e criar novas coisas é parte do empreendedorismo. Temos que desmistificar esse monstro que é o empreendedorismo, esse monstro que é a criatividade”.

Os palestrantes e também participantes das mesas de discussão do evento,trouxeram seus conhecimentos edificantes para impactar o público e trazer novas perspectivas de planejamentos e ações para o futuro, bem como apresentando orientações para que cada um trilhe seu próprio caminho rumo à arte de empreender.

O propósito do NIT é fomentar a cultura do empreendedorismo e da inovação; e do desenvolvimento da ciência e da tecnologia no Sul da Bahia, de modo que a universidade possa cumprir com seu papel de mediadora de conhecimento e transformadora da sociedade que a circunda. ­

Para acessar as fotos do evento, acesse: https://www.flickr.com/photos/146821772@N02/albums/72157683594621425

Siga o NIT-UESC nas redes sociais (Facebook – Youtube – Flickr) e fique ligado em todas as oportunidades que o Núcleo de Inovação Tecnológica da UESC oferece!

Assinado por CamilleHarzig NIT/UESC

Vereadores ilheenses prestigiam posse de Vivaldo Mendonça

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Prestígio político

A equipe do Governo do Estado foi reforçada com sete novos secretários, empossados pelo governador Rui Costa nesta segunda-feira (23), em solenidade no auditório da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

O ilheense José Vivaldo Mendonça assumiu a secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). O presidente da câmara de Ilhéus, Lukas Paiva, juntamente com os vereadores Fabrício Nascimento e Nino Valverde, prestigiaram a posse, e comemoraram a indicação de Vivaldo por parte do PSB.

Lukas Paiva pontuou que Ilhéus tem um polo de informática que já respondeu por 20% da produção nacional de computadores, e hoje sofre com deficiências que ameaçam a sobrevivência do complexo. “Com a chegada de Vivaldo na secretaria de Tecnologia, esperamos um esforço maior por parte do Governo do Estado, para melhorar as condições das empresas, buscar novos investimentos e aumentar o número de vagas de emprego”, ressaltou.

Também estiveram presentes ao evento, a senadora Lídice da Mata, o deputado federal Bebeto Galvão, o chefe de gabinete Alisson Gonçalves, além de outras lideranças do PSB.

Veja dez curiosidades sobre o ‘velho ICQ’

http://www.techtudo.com.br/listas/noticia/2016/05/veja-dez-curiosidades-sobre-o-velho-icq.html 

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POSTE DE LUZ SEM FIO, PRA QUANDO O APAGÃO CHEGAR.

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Sensacional invenção, diretamente do Ceará.apagao2

Clique aqui, e veja.

Brasil faz placa solar mais eficiente a custos menores

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As placas têm eficiência acima da média

Pesquisadores da PUC do Rio Grande do Sul desenvolveram placas de captação de energia solar mais eficientes que a média mundial, a custos menores, mas ainda não conseguiram ganhar escala no mercado brasileiro.
“Usamos a mesma matéria-prima do exterior com uma receita brasileira de forma mais econômica”, diz Adriano Moehlecke um dos responsáveis pela pesquisa. Moehlecke afirma que foram feitas estimativas mostrando redução de gastos na fabricação em comparação com os padrões internacionais, mas que ainda não pode divulgar esses números. Sobre a eficiência, a célula nacional converte 15,4% da energia solar em elétrica. Pode parecer pouco, mas a média mundial é de 14%. As melhores placas solares comercializadas do mundo convertem cerca de 16%.

Atualmente, a tentativa de produzir de forma viável as placas fotovoltaicas é feita em uma mini fábrica dentro da PUC. A ideia dos pesquisadores, que trabalham há 10 anos no projeto, é desenvolver um meio de gerar este tipo de energia e comercializá-lo no país, com materiais encontrados no mercado nacional.

O setor tem acumulado crescimento. “A industria de módulos fotovoltaicos cresce a uma média de 80 % ao ano no mundo”, diz Moehlecke . Foram produzidos 7.900 megawatts entre 2007 e 2008. A energia gerada é equivalente a metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu. “A cada dois anos, saem das fábricas, uma Itaipu solar, mas o Brasil está fora de tudo isso, as aplicações são muito tímidas ainda, a maioria em sistemas isolados da rede elétrica”, diz.

Moehlecke estuda a produção de energia solar desde 1997 em parceria com a pesquisadora Izete Zanesco. O trabalho foi iniciado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ganhou notoriedade em 2002 quando os pesquisadores venceram o Prêmio Jovem Cientista.

Eles já receberam cerca de R$ 6 milhões em investimento do Governo Federal, Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Petrobrás, Eletrosul e Companhia Nacional de Energia Elétrica (CNEE). Isso tudo, no entanto, ainda é insuficiente para que essas placas sejam produzidas em grande escala. Foram entregues 200 unidades aos patrocinadores do projeto, Petrobrás, Eletrosul e outras empresas. Os módulos serão instalados e testados em março.

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