‘Soberania nacional’

COMO SÃO INCOERENTES OS TAIS ‘AMBIENTALISTAS’.

A ditadura da minoria.

Clique na imagem para ampliar e ler a entrevista concedida hoje para O Globo, pelo relator do Código Florestal, deputado Aldo Rebelo(PCdoB-SP). Ele informa que, tendo em vista a ditadura da minoria, vai ser obrigado a prejudicar a agricultura brasileira, sob pena de não haver acordo para a votação.

O Greenpeace é uma ONG holandesa que não cuidou do seu quintal e quer cagar regra aqui no Brasil.  A foto acima, linda e maravilhosa, mostra uma fazenda de tulipas na Holanda. Lá no meio passa um rio sem um metro de mata ciliar preservada. Árvores? Apenas perto casa do dono, para dar uma sombra. Aqui no Brasil, o Greenpeace quer no mínimo 20% de área de Reserva Legal. Na Amazônia, exige 80%. Vocês sabiam que 61% do Brasil está exatamente igual como era em 1.500? A Holanda destruiu completamente as suas florestas primárias, não existe uma só área original. Hoje, a sede do Greenpeace tem apenas 11% de área reflorestada. Por isso, pressione o seu deputado para que ele aprove o novo Código Florestal. Que não caia na conversa de onguista, petista, verdista, deste bando de ecochatos financiados pelos plantadores de tulipa da Holanda, que nunca cuidaram da sua natureza e, agora, querem transformar o Brasil em spa ecológico. Clique aqui e mande uma mensagem para o seu deputado a votação será nos próximos dias 3 e 4 de maio.


DILMA, A MINEIRINHA TRABALHA EM SILÊNCIO.

Dilma olha o futuro

Abril 5th, 2011 Autor: Jussara Seixas

A imprensa conservadora está sem ter o que dizer. Em três meses apenas, Dilma Rousseff fez o que Lula passou anos querendo fazer. Retomar – não a propriedade, que Fernando Henrique entregou na bacia das almas – mas o papel da Vale como indutora do desenvolvimento brasileiro. E, para isso, era preciso acabar com o reinado de Roger Agnelli, o homem que queria vender cada vez mais rápido maiores quantidades de minério, não pensava em investir no seu beneficiamento e transformação em aço e, ainda por cima, não tinha uma política de compras interna, como demonstrou na compra de 12 navios gigantes – cada um deles maior que o morro Pão de Açúcar – na China, sem um parafuso feito aqui.

O esquadrão midiático de Agnelli foi solenemente driblado. Primeiro, quis fritar o Ministro Guido Mantega por ter conversado com Lázaro Brandão, presidente do Bradesco e acionista de verdade da Valepar, controladora da Vale. Mesmo com sua bufunfa de R$ 1,3 milhão por mês, Agnelli não tem ações para escolher sequer o chefe do setor de zeladores do prédio da Vale. Depois, quis apresentar a mudança como um “aparelhamento da Vale” e os únicos sinais concretos de promiscuidade política da Vale vieram do próprio Agnelli, que armou uma operação com o DEM para atacar o Governo, e o fato de se ter lá dentro uma todo-poderosa senhora que entrou pela janela tucana na empresa e, como braço de ferro de Agnelli, “enquadra” na vontade de funcionários a diretores da empresa. Perdido Agnelli, tentaram enfiar na Vale o nome de sua preferência. Quietinha, a mineira Dilma deixou que dessem por escolhido o substituto. Na hora H, emplacou uma solução técnica, vinda de dentro da própria empresa ,o ex-funcionário da Vale e membro de sua diretoria, Murilo Ferreira, um excutivo com quem a Presidenta já teve muito contato quando Ministra das Minas e Energia. Claro que se trata de um profissional de mercado, experiente e capaz. Mas dirigir uma empresa como a Vale requer mais que simples competência técnica. Exige visão estratégica da empresa e do país. E capacidade política de perseguir estes objetivos. Os jornalistas de mercado adoram falar nas virtudes da sinergia, isto é, na capacidade de duas instituições multiplicarem seus resultados agindo em sintonia.

E curioso que não falassem nunca em quanto a empresa e o país perdiam com a ação de Agnelli em desalinho com as macropolíticas econômicas brasileiras. A direita midiática levou um competente drible e caiu sentada no chão.

Fonte: www.tijolaço.com

O FALSO PODER DAS ONGS.

 

As ONGs e suas boquinhas.

Quando o companheiro LULA, ainda Presidente, e aqui foi criticado, deixou correr frouxo a criação de ONGs pelo Brasil afora, principalmente as ditas ambientalistas, não sabia ele, ou sabia, que estava criando quase que um aparelhamento xiita de preservação do meio ambiente.

Ora, preservação do meio ambiente é causa vencida, todo mundo quer preservar o meio ambiente. Porém os ambientalistas xiitas querem avocar para si este privilégio, o resto é predador.

Neste rumo Tia Marina aparelhou e regulamentou o IBAMA, que foi, ou quiseram que fosse, o castelo inexpugnável do ambientalismo, e as ONGs se transformassem num 4º poder.

Tudo isto está mudando, o IBAMA é para servir ao BRASIL, e não aos ambientalistas ongueiros.

 

ALGUMAS ONGS AMBIENTALISTAS MAIS ATIVAS E MAIS PERIGOSAS PARA O BRASIL

PETRÓLEO? PRÉ-SAL? ENTREVISTA?

Clique aqui.

DEPOIS DO CARNAVAL, ACABA ESTA PRESEPADA.

EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO PODE. POR QUE NÃO EM ILHÉUS?

4/mar/2011 . 16:40 | Autor: Seu Pimenta

Aldicemiro Duarte | mirinho_estivador@hotmail.com

 

Curioso verificar que uma das regiões mais procuradas por turistas de todo o mundo convive com três grandes terminais de embarque de minério, sem que essa situação interfira em sua vocação turística.

O noticiário informa que a Vale irá expandir o seu terminal de embarque de minério em Mangaratiba, no sul do Estado do Rio de Janeiro, em uma região conhecida como Costa Verde. O terminal tem capacidade para movimentar 42 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e recebe investimentos para alcançar 54 milhões de toneladas / ano em 2015.

Além da exportação de minério de ferro, Mangaratiba, um município dinâmico, está entre os mais procurados por turistas de todo o mundo, possuindo grandes condomínios e hotéis e resorts de luxo. A localização privilegiada, próxima a Angra dos Reis, Paraty e Itaguaí, favorece a atividade turística, sendo importante destacar que na região existem outros dois portos que se dedicam à exportação de minério de ferro.

Em Ilhéus, a empresa Bahia Mineração aguarda a Licença Prévia do Ibama para a instalação de um Terminal de Uso Privativo, pelo qual serão escoados 19,5 milhões de toneladas de minério de ferro/ano (menos da metade do volume embarcado em Mangaratiba). O minério virá de Caetité pela Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol), esta com as obras já iniciadas.

Um parêntese: é importante destacar que o transporte do minério de Caetité a Ilhéus seria feito por mineroduto, mas o Governo Federal entendeu que o empreendimento da Bamin seria a oportunidade de colocar em prática o antigo projeto de construir a Ferrovia Oeste-Leste. Ou seja, a iniciativa privada favoreceu e ajudou a viabilizar uma ação de alto valor estratégico para o Brasil.

Curioso verificar que uma das regiões mais procuradas por turistas de todo o mundo convive com três grandes terminais de embarque de minério, sem que essa situação interfira em sua vocação turística. Não desconsiderar também o fato de que se trata de uma região conhecida como Costa Verde e na qual a Mata Atlântica ainda preserva sua exuberância.

A convivência entre grandes portos e zonas turísticas existe em outros lugares do Brasil, como Suape (Pernambuco), que fica próximo à belíssima praia de Porto de Galinhas e ao Eco Resort Cabo de Santo Agostinho. Quem visita esses locais se encanta com a beleza e pode observar a satisfação da comunidade com a existência do terminal portuário. É um catalisador de empregos e desenvolvimento.

Há pequenas cidades na Europa onde vários portos operam com cargas diversas. Sines, em Portugal, tem uma população menor que a do bairro ilheense do Teotônio Vilela e conta com três grandes portos.

Em Ilhéus, um reduzido grupelho, cheio de interesses “por baixo do pano”, combate com ferocidade o Complexo Intermodal Porto Sul e o Terminal de Uso Privativo da Bamin. A turma tenta propagar que a infraestrutura do complexo será incompatível com o turismo e destruirá o meio ambiente. A visão é obtusa e míope, a postura é arrogante e egoísta.

Essa turma tem entre suas maiores protagonistas uma senhora que cultivava ligações bastante próximas com hoteleiros ingleses cuja área foi desapropriada pelo Governo da Bahia para a instalação do Complexo. Seus interesses, disfarçados de defesa do meio ambiente, passam por essas e outras questões, que depõem contra a seriedade do falso movimento ambientalista.

Diante de tamanha insensatez e egoísmo de quem sobrepõe mesquinhos interesses a um projeto que trará desenvolvimento para a nossa região, resta-nos um grito: Socorro!

Aldicemiro Duarte (Mirinho) é coordenador do Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região).

MORRO DE PERNAMBUCO EM ILHÉUS, ESTÁ SENDO VENDIDO NA ITÁLIA – MAMMA MIA.

Colaboração Makrisi de Angeli.

Merece toda a atenção das autoridades e dos cidadãos, o destino que está proposto para o nosso MORRO DE PERNAMBUCO. Vejam o site cujo link indico abaixo e como a praia da concha está sendo vendida junto:

http://www.solesol.eu/?page_id=480

Tradução do Google: Ilhéus – Hill no centro de SOLESOL oferece-lhe um monte exclusivo no centro de Ilhéus, com praia privativa. A área, com uma área total de 80.000 metros quadrados, está situado em uma colina, oferecendo uma vista única de 180 graus no mar aberto com todas as amenidades do centro da cidade.

REVISÃO AMBIENTAL, JÁ.

É preciso que no Governo de Dilma Rousseff, sejam revistas essas inúmeras Unidades de Conservação Ambiental.

Sustentabilidade com responsabilidade, sim.

O Brasil não pode ficar a mercê de ativistas ambientais, infiltrados e manipulados.

FHC ‘ O BURGUÊS’, ESCULACHA COM O POVO BRASILEIRO.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

FHC DIZ A AMERICANOS QUE DOMOU AÉCIO E NORDESTE NÃO VAI VENCER SÃO PAULO

Laerte Braga
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu na manhã de segunda-feira por volta das oito horas. Junto com ele viajaram alguns dos 150 investidores estrangeiros que no sábado e domingo participaram de um evento organizado por um diretor do grupo GLOBO, para assegurar a venda de estatais brasileiras (BANCO DO BRASIL, PETROBRAS e ITAIPU), como compromisso de José FHC Serra.
Os demais investidores, em sua maioria, deixaram o hotel na terça após o café da manhã.

A conversa oficial de FHC com os empresários ocorreu na noite de domingo em um jantar cercado de toda a segurança possível e fechado à imprensa.

Ato contínuo ao jantar o ex-presidente, em conversa informal com os investidores disse, entre outras coisas, que o “Aécio está domado. É só um menino que acha que pode ser presidente por ser neto de Tancredo. É neto, não é Tancredo”.

FHC procurou afastar os receios dos investidores em relação às pesquisas que indicam vitória maciça de Dilma Roussef no Nordeste. “Com o Aécio neutralizado o Nordeste não conseguirá derrotar São Paulo e Minas”. E acrescentou – “as coisas no Brasil hoje não se decidem em Brasília, nem no Nordeste, mas em São Paulo. Lá está a locomotiva, o resto da composição vem atrás sem poder contestar”.

Sobre os escândalos do governo José FHC Serra principalmente o último, envolvendo o engenheiro Paulo Preto, Fernando Henrique Cardoso disse que “essa figura é um arranjo do Aloísio (referia-se a Aloísio Nunes, senador eleito do PSDB paulista), mas já está controlado. Coisa do Aloísio e da filha do Serra, a imprensa não vai tratar disso por muito tempo, está sob nosso controle”.

Segundo FHC, “o Serra vai continuar mantendo essa postura nos debates, ele sabe fazer bem esse jogo, e na última semana a mídia vai aumentar o tom das denúncias contra Dilma. Temos o apoio de alguns bispos e o povo brasileiro é muito influenciável em se tratando de religião. O D. Luís está disposto a tudo, é nosso sem limites, é amigo íntimo do Alckimin. A descoberta da gráfica foi um golpe de sorte do PT, um vacilo da nossa segurança”.

O receio da influência de Tarso Genro no Rio Grande do Sul, foi eleito governador já no primeiro turno, também foi objeto de comentário do ex-presidente. “Vocês já notaram que quase não existe gaúcho negro? O eleitorado lá é branco em sua grande maioria e vai votar conosco”.

Marina da Silva, na opinião de FHC “está fadada a ser uma nova Heloísa Helena, vai acabar sendo vereadora. O encanto do primeiro turno terminou, foi ajudada pelos nossos para forçar o segundo turno”.

Para o ex-presidente a privatização de ITAIPU, BANCO DO BRASIL e PETROBRAS “deve ser tratada com calma e paciência, vamos ter que contornar algumas dificuldades com militares e é preciso ir amaciando esse pessoal com calma”
E sobre bases militares norte-americanas no Brasil. “É o assunto mais delicado. Um tema explosivo, mas temos alguns apoios nas forças armadas e vamos ter que negociar esse assunto com muito tato”.

Perguntado sobre as reações de sindicatos, centrais sindicais, da população em geral contra a entrega da PETROBRAS, o ex-presidente afirmou que à época que privatizou a VALE DO RIO DOCE enfrentou essas resistências “com polícia na rua e pronto”.
“O brasileiro é passivo não vai lutar por muito tempo contra a força do governo”.

FHC falou ainda sobre a possibilidade de ressuscitar a idéia da ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – “com outro nome, esse ficou marcado negativamente”.
E assegurou aos investidores norte-americanos que os acordos para compra de submarinos nucleares franceses serão revistos e dificultados. “Não temos necessidade desses submarinos”. Sobre a compra de aviões para a FAB foi sarcástico – “para que? Meia dúzia de brigadeiros brincarem de guerra aérea?”

Para FHC “quando um brasileiro nasce já começa a sonhar com São Paulo. Não precisam se preocupar com o resto do Brasil, muito menos com Minas Gerais. Foi-se o tempo que os mineiros decidiam alguma coisa na política brasileira. São Paulo hoje é a capital real do Brasil”.

Fernando Henrique jactou-se que fosse ele o candidato e já teria liquidado a fatura a mais tempo. “Serra não e Fernando Henrique, costuma se perder em algumas coisas e não sabe absorver golpes, fica irado e acaba criando problemas desnecessários. Mas vou estar por trás e asseguro cada compromisso que assumi aqui.”
“Lula não tem coragem de debater comigo. É um analfabeto, não passa de um pobretão que virou presidente num golpe de sorte. Acabou o tempo dele. Não vai eleger Dilma e vai terminar seus dias no ostracismo”.

Foi o arremate do acordo que selou a entrega do Brasil.
Breve nas telas, se José FHC Serra virar presidente, BRAZIL. Com “Z” assim e todos falando inglês.

FHC vai ser nomeado supremo sacerdote do novo País.

FHC TENTANDO ‘ENTREGAR’ O BRASIL.

FHC domingo 17/10, em Foz do Iguaçú.

Num evento para 150 estrangeiros, FHC tenta vender a Petrobrás  e o Banco do Brasil.

Veja matéria completa e fotos neste link abaixo.

http://quemtemmedodolula.blogspot.com/2010/10/exclusivo-fotos-do-evento-com-fhc.html

AS DUAS FACES DE MARINA SILVA.

Conversa Afiada republica texto de Mauro Santayna:

As duas faces da candidata

Jornal do Brasil

O SÚBITO INTERESSE, de alguns meios de comunicação e de setores empresariais poderosos, pela candidatura da senadora Marina Silva, recomenda aos nacionalistas brasileiros alguma prudência. A militante ecológica é apresentada ao país como a menina pobre, da floresta profunda, que só se alfabetizou aos 16 anos e fez brilhante carreira política. Tudo isso é verdade, mas é preciso saber o que pensa realmente a senadora do Brasil como um todo.


Convém lembrar que a senhora Silva (que hoje se vale do sobrenome comum para atacar Dilma Rousseff) esteve associada a entidades internacionais, e recebeu o apoio declarado de personalidades norte-americanas, como Al Gore e o cineasta James Cameron.

James Cameron, autor de um filme de forte simbolismo racista e colonialista, Avatar, intrometeu-se em assuntos nacionais e participou de encontro contra a construção da represa de Belo Monte. A respeitável trajetória humana da senadora pelo Acre não é bastante para faz er dela presidente da República. Seu comportamento político , ao longo dos últimos anos, suscita natural e fundada desconfiança dos brasileiros.


Seus admiradores estrangeiros pregam abertamente a intervenção na Amazônia, “para salvar o mundo”. Não são os ocupantes do vasto território que ameaçam o mundo. São as grandes potências, com os Estados Unidos de Gore em primeiro lugar, que, ao sustentar grandes e bem equipados exércitos, pretendem governar todos os povos da Terra.

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É A FERROVIA QUE VAI CHEGANDO.

A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. abriu nesta quinta-feira (16) as propostas comerciais enviadas pelos consórcios que disputam a execução das obras e serviços de engenharia do primeiro trecho da Ferrovia Oeste Leste, com extensão de mil quilômetros ligando Ilhéus a Barreiras, na Bahia. Agora técnicos da empresa pública, ligada ao Ministério dos Transportes, passam a analisar as ofertas das concorrentes para cada trecho.

Na semana passada, em visita a Salvador, onde participou de um seminário da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, o presidente da Valec, José Francisco das Neves, disse que a ordem de serviços para o início das obras seja assinada até o final de setembro. O trecho da ferrovia ligando Ilhéus a Barreiras custará R$ 4,5 bilhões, com previsão de entrega para 2012.

Sobre o início dos trabalhos nos canteiros de obras, Francisco das Neves que não vai demorar. “Acredito que a licença para o início da construção será concedida, pois a Valec tem atendido todas as exigências ambientais feitas pelo Ibama. Com a licença em mãos e a ordem de serviço assinada pelo presidente, podemos colocar as máquinas para funcionar”, completou José Francisco.

A ferrovia formará um corredor de transporte que vai otimizar a operação do Porto de Ponta da Tulha, instalado em Ilhéus, e ainda abrirá nova alternativa de logística para portos no norte do país atendidos pela Ferrovia Norte-Sul e Estrada de Ferro Carajás.

JBO.

APESAR DAS HIENAS, O COMPLEXO INTERMODAL VAI CHEGAR.

O nosso País já está com seu potencial logístico no Sul/Sudeste estrangulado.

A saída como decisão de Governo é a instalação do Complexo Intermodal em nossa região, que atravessa uma crise econômica causado pelas hienas que assim querem que se perpetue o status-quo.

Ora, ora, uma decisão de Governo, uma decisão de interesse Nacional não pode ser barrada por meia dúzia de bobões com os mais estapafúrdios argumentos.

É bom que o novo congresso bote pra frente a CPI das ONGS, e a Presidente Dilma estanque a sangria dos cofres públicos para essas organizações traquinas.

O Complexo Intermodal vem, independente da vontade de quem quer que seja.

JÁ NÃO ERA SEM TEMPO.

O limite de terras para estrangeiros

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Lucena Adams, aprovaram nesta segunda-feira um parecer da Consultoria-Geral da União (CGU) que limita a venda de terras brasileiras a estrangeiros ou empresas brasileiras controladas por estrangeiros. O documento, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), levou em consideração alterações no contexto social e econômico no Brasil, assim como aspectos como a valorização das mercadorias agrícolas, a crise mundial de alimentos e o desenvolvimento do biocombustível.

Com a nova interpretação, as compras de terras serão registradas em livros especiais nos cartórios de imóveis. Todos os registros feitos por empresas brasileiras controladas por estrangeiros devem ser comunicados trimestralmente à Corregedoria de Justiça dos Estados e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.

O parecer prevê, entre outras restrições, que as empresas não poderão adquirir imóvel rural que tenha mais de 50 módulos de exploração indefinida. Só poderão ser adquiridos imóveis rurais destinados à implantação de projetos agrícolas, pecuários e industriais que estejam vinculados aos seus objetivos de negócio previstos em estatuto. Esses projetos devem ser aprovados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.

As restrições alcançam também o tamanho da terra. A soma das áreas rurais pertencentes a empresas estrangeiras ou controladas por estrangeiros não poderá ultrapassar 25% da superfície do município.

Histórico
Em 1994, a pedido do Ministério da Agricultura, a CGU emitiu parecer argumentando que só poderia haver restrições à compra de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro caso esse impedimento estivesse expresso no texto constitucional, o que não ocorria, segundo o entendimento da época, em conformidade com Constituição Federal de 1988. Mais tarde, em 1998, o parecer foi ratificado pela AGU.

Nas duas primeiras manifestações, a AGU sustentou que as restrições impostas aos estrangeiros na aquisição de imóveis rurais no Brasil não era extensível às empresas brasileiras controlas por estrangeiros.

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