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:: ‘Soberania nacional’

MST: atuação ilegal e doutrinação de crianças

Escola do MST na Bahia.

Por Francisco Gomes Machado – 16 de fevereiro de 2019

Unidade nacional ameaçada

A imprensa informa que Luiz Antonio Nabhan Garcia [foto abaixo],
Secretário Especial de Assuntos Fundiários do governo Bolsonaro,
pretende fechar escolas dirigidas pelo MST (Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem terra) por evidente doutrinação ideológica
feita nos locais.

Para Garcia, “não dá para o Brasil admitir em pleno século XXI
fabriquinhas de ditadores. Não dá para admitir escolas de marxistas,
de leninistas, de bolivarianos, que ensinam crianças a invadir e
cometer crimes. Vamos fechar as escolas e punir os responsáveis pela
doutrinação. Aliás, isso tem de ser qualificado como crime. Crime de
lesa-pátria”.

Ele acrescentou que “o MST é uma organização ilegal, não poderia estar
promovendo educação. É uma organização que não respeita a lei, não
respeita o estado democrático de direito e não respeita o direito à
propriedade. Uma organização que pratica o crime das invasões, de
vandalismo, de ameaça, de cárcere privado. Uma organização que tem
algumas lideranças envolvidas em crime de desvio de verba pública.
Como que, diante de tudo isso, essa gente pode criar escola? Eles não
estão qualificados para criar escola nenhuma. Usam de associações, de
subterfúgios, para ensinar princípios de ditaduras tiranas, como são
os casos de Cuba, Venezuela, Nicarágua”.1

Ressalte-se que o MST não possui CNPJ nem registro em nenhum cartório
do País, nem mesmo qualquer documento que o legitime. Causa
perplexidade o fato de que, nos governos do PT, o MST tenha sido
favorecido por abundantes recursos públicos, enquanto as crianças —
vulneráveis — eram doutrinadas ideologicamente no comunismo.

Em maio de 2000, o Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa
da Tradição, Família e Propriedade (TFP), fundada e presidida pelo
Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em manifesto à Nação, intitulado “Em
defesa da unidade nacional ameaçada pelo MST”, já advertia sobre os
efeitos nocivos desse movimento marxista.

“O MST começou timidamente sua trajetória, no início dos anos 80, sob
patrocínio da ala dita ‘progressista’ do clero. E, até hoje, ‘padres e
Bispos dão uma ajuda inestimável às mobilizações dos sem-terra’”.(“O
Estado de S. Paulo”, 10-5-00). “A organização goza também do apoio de
políticos de esquerda e é fortemente bafejada por certa mídia”,
alertava o Manifesto da TFP.

“A TFP, sociedade civil formada por leigos católicos praticantes,
lamenta profundamente a parte que nisso tudo teve e tem a Comissão
Pastoral da Terra, braço da CNBB que favorece a revolução no campo. A
ponto de D. Tomás Balduíno, presidente da CPT, ter declarado que as
invasões de terra são ‘uma maneira sadia de se modificar a estrutura
fundiária nacional’” (“O Globo”, 9-5-00)”, prosseguia o Manifesto.2

Durante décadas, o MST, um movimento declaradamente subversivo, foi
financiado por volumosas verbas. A ponto de criar e manter escolas
para perversão intelectual de vulneráveis. Milhares de crianças foram
assim doutrinadas no marxismo, na subversão da ordem legal, com
pregação de invasão de propriedades etc.

Assim, é com alento e satisfação que os brasileiros tomaram
conhecimento da iniciativa benemérita do Secretário Especial de
Assuntos Fundiários do governo Bolsonaro, Luiz Antonio Nabhan Garcia,
que pretende, em defesa dos milhares de vulneráveis crianças, fechar
as ilegais escolas dirigidas pelo MST.

 

Notas:

https://veja.abril.com.br/brasil/nao-consigo-dormir-sem-uma-arma-diz-secretario-de-assuntos-fundiarios/
http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/FC917DD7-AF62-DBCB-F5BBF39577D2643B/mes/Junho2000

O INCRA VAI SER ENQUADRADO.

Governo terá conselho para analisar demarcações de terras indígenas

Propostas são avaliadas por quatro ministérios

Publicado em 09/01/2019 – 10:55

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O governo iniciou a revisão da política de demarcações de terras indígenas. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, se reuniu com os ministros Augusto Heleno (Segurança Insitucional), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Eles trataram sobre a criação – por meio de decreto presidencial – de conselho interministerial que vai analisar demarcação fundiária em caso de terra indígena por meio de decreto presidencial.

A reunião foi ontem (8) à tarde. De acordo com a Fundação Nacional do Índio, atualmente existem 462 terras indígenas regularizadas em todo o país.

Essas áreas totalizam mais de 1 milhão de quilômetros quadrados (maior que a área do estado de Mato Grosso) e equivalem a de 12,2% do território nacional. Pouco mais de 50% das áreas estão localizadas na Amazônia Legal (54%).

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defende que o governo adote novos critérios para a demarcação de terras indígenas. Há relatos de que as atuais normas geram insegurança jurídica por causa do marco temporal de reconhecimento de terras como remanescentes de indígenas e das condicionantes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2009, no julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, ao noroeste de Roraima.

Conforme o Artigo 21º da Medida Provisória 870/2019, de 1º de janeiro, sobre a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios, compete ao Mapa “reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais, Amazônia Legal, terras indígenas e quilombolas”.

Para o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Igreja Católica, o ideal é manter a demarcação de terras indígenas da Funai, sem transferência da atribuição para o Ministério da Agricultura, preservando o Artigo 6º da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), subscrito pelo Brasil.

Saiba mais

Edição: Kleber Sampaio

DESCONSTRUINDO NARRATIVAS AMBIENTALISTAS

O novo Governo brasileiro, munido de todas as informações e monitorações, vai acabar com essa maracutaia ambientalista, indigenista, demarcações fajutas, onguistas e todo o aparato pseudo-ambientalista.

E acabar com o crime de lesa Pátria. Contrabando ou entrega dos minerais do nosso subsolo. 

 

A FARSA INDIGENISTA NO BRASIL


Moro articula para aprovar projeto que alinha legislação brasileira no combate ao terrorismo

Se não aprovado, Brasil pode sofrer consequências econômicas e ser suspenso de grupo de ação financeira internacional.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro tem conversado com parlamentares para aprovar, ainda em 2018, projeto de lei do Executivo que alinha a legislação brasileira de combate ao terrorismo e às recomendações da ONU, com medidas contra criminosos e empresas.

Futuro Ministro da Justiça, Juiz Sérgio Moro

 

PL 10.431/18 obriga o cumprimento de sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU contra organizações e pessoas envolvidas com terrorismo, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, que poderão ter seus ativos e contas bloqueados, restrição a entrada e saída do país e de importação ou exportação de bens.

A preocupação atinge sobretudo a área econômica. Sem a legislação, o Brasil corre risco de, em fevereiro, ser o primeiro país suspenso do GAFI – Grupo de Ação Financeira Internacional. O objetivo da aprovação seria evitar que o Brasil entre para a “lista negra” de nações não engajadas mundialmente com a prevenção e o combate a esses crimes e sofra consequências econômicas e comerciais.

 Bancos que operam nos EUA, por exemplo, são multados quando fazem operações com países que estão na lista dos que não combatem o terrorismo e a lavagem de dinheiro, ou seja, a suspensão do Brasil do acordo internacional pode acarretar uma atitude defensiva por parte das instituições financeiras globais.

O projeto estava na pauta do plenário da última terça-feira, 27, mas a matéria ainda não foi apreciada.

Projeto

Apresentado em junho ao Congresso, a matéria ganhou o carimbo de urgência na Câmara há cerca de dez dias. Apesar disso, o texto ainda não tem relator de plenário designado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia, que tem sido acionado tanto por Moro quanto por interlocutores da área econômica para fazer avançar a matéria.

O projeto obriga que todos os órgãos do governo, empresas e entidades brasileiras executem imediatamente sanções do Conselho de Segurança da ONU contra organizações e pessoas envolvidas com terrorismo, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, que terão seus ativos e contas bloqueados, restrição a entrada e saída do país e de importação e exportação de bens.

Em 2015, foi aprovada a lei 13.170/15, que adequou boa parte das leis às exigências internacionais para desarticular o trânsito de dinheiro ilegal pelo mundo e assim prevenir e combater o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado. Mas sanções decorrentes de resoluções do Conselho de Segurança ficaram em aberto. O projeto de 2018 visa sanar essa lacuna.

Oposição

Na oposição, há preocupações de que o projeto, que substitui uma lei aprovada em 2015 e que a ONU considerou insuficiente, sirva para criminalizar movimentos sociais, como o dos Sem-Terra (MST). O texto prevê a possibilidade de recurso ao Judiciário de quem não concordar com a punição.

O deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, afirma que na maioria dos países signatários desse tratado há uma conceituação clara do que são organizações terroristas. Mas não é o que ocorre no Brasil. “Estamos num governo que busca ampliar esse conceito e criminalizar movimentos sociais legítimos. Por esse conceito deles, por exemplo, a greve dos caminhoneiros poderia ser classificada como terrorista.” O partido deverá ficar contra a aprovação até que se tenha conhecimento das consequências.

Veja a íntegra do texto e a manifestação do GSI, AGU, MJ e MRE ao presidente.

“TRIPO A” – O que é? Por que Bolsonaro foi contra?

Essa semana nosso presidente eleito recomendou ao futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a não realização no Brasil da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (a COP 25), que discutiria as alterações climáticas no mundo e ações para redução do efeito estufa. Fiquei contrariado, a princípio, e me pus a pesquisar sobre o assunto, já que o Ministério das Relações Exteriores, em seguida, divulgou nota onde o governo brasileiro retirou a oferta para sediar a conferência.
Querendo entender os porquês, fui saber que entre a pauta da conferência da ONU, estaria a ideia de criar o Corredor Andes-Amazônia-Atlântico (Triplo A ou AAA), ao qual desconhecia o teor e mesmo que já estaria tomando corpo avançando nos últimos meses.
Busquei literaturas e descobri que Corredor Ecológico ou corredor de Biodiversidade seria uma faixa de vegetação que ligaria grandes fragmentos florestais e unidades de conservação separados pela atividade humana, isso para que nesse espaço ficassem garantidos o deslocamento da fauna entre as áreas isoladas, sua troca genética e a dispersão de sementes, visando, essencialmente, mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas e da interrupção do fluxo de espécies entre esses fragmentos naturais, impactados pela atividade humana.(Até ai…. LINDO).
Ocorre que o conceito de Corredor Triplo A foi preparado na Colômbia e, casualmente a ideia foi do ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos, em parceria com a Fundação Gaia Amazonas, sediada em Bogotá. Pronto, minha desconfiança patriótica acendeu a luz amarela.
Amarelei minha perspectiva pois sei que, estrategicamente, a Colômbia, possui sete bases militares americanas operantes, e ao ficar sabendo que se trata de um projeto de longo prazo, já me inquietei, pois quem me garante que a ideia e os interesses embutidos não irão evoluindo, até que entidades internacionais atuantes com a ONU, questionem nossa capacidade de proteção e gestão desse território, eleito como patrimônio mundial?
Aliemos a isso que, estranhamente, é costume internacional, delimitarem-se corredores com largura máxima de 1 km, mas nesse acordo, em particular, varia entre 50km e 500km. Isso é realmente suspeito!
Também estranho me pareceu que geograficamente, com esse Triplo A, uma pequena parcela da Amazônia Venezuelana seria coberta, também outra metade da Amazônia colombiana estaria contemplada, entretanto, do lado brasileiro, o corredor cobriria toda a calha norte do rio Amazonas, com 62 Unidades de Conservação e 81 reservas indígenas.
Assim sendo, o acordo seria oficializado em 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano, contudo, apesar das grandes diferenças de espaço, para minha estupefação, a “gestão do corredor” seria tripartite. Aí, companheiros é que mora o perigo! Nosso Brasil, o mais afetado, teria o mesmo poder de voto e decisão que os dois outros territorialmente minoritários pois qualquer votação poderia ser decidida por maioria simples de 2×1, o que facilitaria intervenção estrangeira na nossa Amazônia.
Aliemos a isso o fato desse projeto envolver o questionável conceito de “autogestão dos povos indígenas”, uma perspectiva de autodeterminação dos índios, a meu ver, muito interessante a países estrangeiros, o que poderia daqui a algum tempo, leva-los a eleger qualquer outro país para lhes dar suporte e é aí que reside a maldade do discurso, pois esse fato contraria frontalmente cláusula pétrea da Constituição que é a “indivisibilidade do Brasil”.
Guardo comigo receios de que essas premissas internacionais, ditas exclusivamente ambientais, possam esconder interesses estrangeiros bem mais nebulosos, que podem tomar ares de uma verdadeira ocupação.
Se olharmos de fora, com nacionalismo e um pouco de senso crítico, isso seria a semente de uma ocupação da Amazônia, visando isolá-la do resto do Brasil e fornecendo ferramentas para diversas ONGs internacionais, atuarem sem fiscalização do governo federal, com pleno acesso a enormes reservas de água, minérios e biodiversidade. Em resumo, teríamos toda essa riqueza “gerida” por povos indígenas, facilmente manipuláveis enganados por outros países.
Segundo nosso General Villas Boas, o “Corredor Triplo A” é uma questão de soberania, e sua missão como Comandante do Exército, preocupado com interesses nacionais, é indicar os riscos dessa proposta para o país. Precisamos discutir profundamente com a sociedade. A NOSSA SOCIEDADE!
Portanto, depois de buscar entender os processos, eu dou completa e total razão ao nosso presidente Eleito!
(Auceri Becker Martins – Cel QOPM)

CENTRO DE OPERAÇÕES DE SATÉLITE BRASILEIRO É INAUGURADO NO RIO

Instalação vai operar como um backup (reserva) do Centro de Operações Espaciais de Brasília, que controla o satélite SGDC-1

Jéssica Antunes* | Agência Brasil

19/11/2018 às 18h48

Foto: Shutterstock

O governo brasileiro inaugurou hoje (19/11) novo centro de controle do satélite SGDC-1, que amplia a oferta de banda larga ao território nacional. O Centro de Operações Especiais Secundário (Cope-S), que funciona no Rio de Janeiro, vai operar como um backup (reserva) do Centro de Operações Espaciais de Brasília, que controla o satélite.Com isso, o polo do Rio ficará encarregado de operar e receber todos os dados do satélite em órbita, caso haja alguma falha na atuação da unidade do Distrito Federal. A ideia é manter a operação do equipamento, mesmo se houver algum problema com o centro principal.,

O Cope-S está localizado na Estação de Rádio da Marinha, na Ilha do Governador, na zona norte da cidade do Rio. Para o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, a instalação da base no Rio representa um avanço para diversas áreas, como segurança, saúde e agricultura.

“Isso significa que, no campo da segurança, teremos a possibilidade de fazer o monitoramento das nossas fronteiras. Já no campo dos serviços públicos, em especial saúde e educação – sejam municipais, estaduais ou da União – será possível levar banda larga de qualidade e de alta capacidade a todos os equipamentos. Além disso, a banda larga vai melhorar as condições da nossa agricultura, que vai poder contar com a agricultura de precisão”, afirmou.

Investimento

A parte terrestre do Centro de Operações foi implementada pela empresa estatal Telebras, em conjunto com o Ministério da Defesa, e custou R$ 450 milhões. As instalações irão ocupar mais de sete mil metros quadrados da área da Marinha.

O presidente da Telebras, Jarbas José Valente, explicou que a base é fundamental para as comunicações estratégicas do Estado e para a população.

“O projeto vai levar todas as condições de banda larga de qualidade que a própria Defesa pode utilizar. Parte da banda também será para uso de todo sistema de defesa nacional e da comunidade como um todo. Nós vamos levar banda larga para todos os locais do país, inclusive pequenas localidades que ainda não têm internet”, acrescenta.

Segundo a estatal, a intenção é que a construção ofereça maior controle sobre o tráfego de informações sensíveis e estratégicas para o Brasil, graças ao alto nível de confiabilidade da infraestrutura.

*Estagiária sob supervisão de Vitor Abdala

Novo comandante do exército alerta: “Estamos de olho! Bolivarianismo não dá certo no Brasil”

07/06/2016 Fonte: Diário do Brasil

Fim da baderna

Fim da baderna

O clima de tensão no país é crescente e o governo interino pretende apaziguar os ânimos exaltados

O general Sérgio Etchegoyen faz parte de uma ala do Exército Brasileiro que está de olho nos movimentos sociais representantes da esquerda brasileira.

Etchegoyen foi nomeado pelo presidente em exercício Michel Temer e tem a responsabilidade sobre o  Plano de Defesa Nacional, além de comandar o setor de Inteligência da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).

Monitoramento de movimentos de esquerda

De acordo com o militar, “o crime de terrorismo ainda não obteve uma regulação, para que não atingisse os movimentos sociais, porém, é necessário manter a coesão social e impedir aqueles que saiam da legitimidade em seus atos”, declarou o general.

O comando do Gabinete de Segurança Institucional terá como missão realizar um levantamento preciso dos movimentos de esquerda.

De acordo com o novo ministro-general Sérgio Etchegoyen, “o bolivarianismo somente dá certo em países como Venezuela, devido ao baixo nível de suas Forças Armadas”, enfatizou.

“No Brasil existe um modelo de convívio entre governo, Forças Armadas e sociedade. As Forças Armadas não representam nenhum risco ou ameaça à sociedade brasileira e, dessa forma, irão continuar”, declarou o general Etchegoyen.

Nióbio: O que a mídia e o governo escondem de você.

Temos um país rico que promove riqueza para o mundo, menos para o seu próprio povo.

ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS – FORMATURA DA TURMA DE 2013.

E ENTÃO, IRRESPONSABILIDADE TEM LIMITE?

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