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:: ‘Sindicatos’

Pelegada tenta criação de um novo penduricalho, o ‘auxílio-solidão’

Sindicato quis garantir o benefício para maquinistas ferroviários por meio da justiça do trabalho

A ideia da pelegada era garantir o pagamento de adicional de 18% do salário para maquinistas ferroviários. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O “auxílio-solidão” foi invenção de um sindicato que atua em empresas ferroviárias. A ideia era criar precedente a ser adotado em todo o País.

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Se a moda pega, o “auxílio-solidão” tornaria mais caro empregar sentinelas, vigilantes, motoristas profissionais, porteiros etc.

A ação foi movida contra a Vale, empresa que deveria ser obrigada a indenizar decentemente suas vítimas, e não penduricalhos malandros.

PF vasculha endereços de Paulinho da Força, que tem contas e bens bloqueados

O inquérito foi aberto a partir de delação premiada de executivos da J&F/JBS

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (14) sete mandados de busca e apreensão em endereços do deputado Paulo Pereira da Silva o “Paulinho da Força”, presidente nacional do Solidariedade, no âmbito da operação Dark Side, a primeira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo. Os mandados são cumpridos em Brasília e São Paulo. O deputado teve contas bancárias e bens bloqueados.

O inquérito policial foi remetido à Justiça Eleitoral de São Paulo em meados de 2019, com a colaboração premiada de acionista e executivos do Grupo J&F, controlado da JBS e da marca Friboi.

Por meio da quebra dos sigilos bancários, intercâmbio de informações com o COAF, testemunhos de pessoas relacionadas aos fatos, dentre outras medidas investigativas, foi

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A investigação encontrou indícios do recebimento pelo deputado de doações eleitorais não contabilizadas, de maneira dissimulada, durante as campanhas de 2010 e 2012, no valor total de R$1,7 milhões. Isso foi possível descobrir por meio de quebra dos sigilos bancários, intercâmbio de informações com o COAF, testemunhos de pessoas relacionadas aos fatos.

Os pagamentos da propina teriam ocorrido por meio da simulação da prestação de serviços advocatícios e também mediante o pagamento de valores em espécie, por meio de doleiros.

Um escritório de advocacia, envolvido na simulação da prestação de serviços, tinha como um dos seus sócios o genro do deputado Paulinho da Força. Com a quebra do sigilo bancário do escritório, foi identificada também a transferência de valores próximos à eleição de 2012, oriundos de entidade sindical relacionada ao parlamentar investigado e não declarada em sua campanha.

Os investigados responderão pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro, com penas de 3 a 10 anos de prisão, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos.

Por se tratar de parlamentar no exercício do mandato de deputado federal, as investigações em primeira instância, em relação a ele, se restringem aos fatos apurados nos anos de 2010 e 2012. Em relação ao escritório de advocacia, a ação policial também busca provas da atualidade da prática de crimes conexos.

Nem a pandemia inibe o oportunismo da pelegada do setor público em Brasília

Grupo de funcionários ameaça o caos na capital com greve na empresa de energia CEB

Nem mesmo a pandemia de covid-19 freou o oportunismo de dirigentes sindicais do setor público. Após um sindicato de agentes penitenciários se aproveitar a comoção provocada pela morte de um associado para pedir ainda mais dinheiro ao governo do Distrito Federal, chegou a vez da pelegada que anunciou greve a partir deste domingo (24) em toda a área de manutenção de sistemas da estatal de energia CEB, de Brasília. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A greve que pode provocar o caos na capital foi decidia em assembleia com 42 votos, segundo o próprio sindicato. Ou seja, tinha muito menos.

Pior do que o oportunismo de colocar Brasília sob risco de blecaute, em plena pandemia, é o motivo: a CEB alterou uma escala de trabalho.

Além do elevado nível salarial, a CEB paga regalias e privilégios como “auxílio babá” e já permitiu engenheiro embolsar R$300 mil em um mês.

Sindicatos chantageiam empresas para validar suspensão de contratos

Pelegada chega a cobrar R$ 2,5 mil por empresa para “homologar” os acordos

Olha o que o ministro do STF Ricardo Lewandowski fez: aproveitando-se de sua liminar, sindicatos estão chantageando empregadores com a cobrança de “taxa” para homologar acordos de suspensão temporária de contratos de trabalho. A ação criminosa é denunciada por empresas e entidades como a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alashop). A pelegada explora empresas asfixiadas na crise do Covid19. Cobram R$500 por contrato e no mínimo até R$2.500 por empresa. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A picaretagem foi facilitada pela decisão de Lewandowski de condicionar os acordos à chancela dos sindicatos.

Sindicatos cobram tão caro pelo “carimbo” que acabam por inviabilizar os acordos que deveriam servir para proteger empresas e empregados.

“A cobrança é abusiva… e só piora o problema do desemprego”, alerta Nabil Sahyoun, presidente da Associação de Lojistas de Shopping.

Um sindicato de empregados de empresas de eventos é um dos que cobram R$2.500 a título de “taxa de acordo”. Ninguém foi preso. Ainda.

UMA QUEDA DRÁSTICA NA ARRECADAÇÃO SINDICAL.

Arrecadação sindical

A crise do sindicalismo

Em 1995 publiquei o livro “A Velha Questão Sindical…”, editado pela LTr. reunia artigos relativos a problemas comuns na esfera do trabalho. Escrevi que o artigo 8º da Constituição tinha adotado princípios que se repelem: a liberdade de organização e a unicidade de representação, gerando condições propícias à multiplicação de disputas intersindicais.

A coletânea trazia texto com o título Liberdade e Imposto Sindical. Escrevi ser inaceitável que o sindicalismo conservasse vínculos com regimes autoritários. Defendia a autonomia de organização, o direito à sindicalização, a liberdade de negociação coletiva. Era, porém, incompreendido por ultrapassados dirigentes patronais e profissionais. Beneficiários de ligações promíscuas com o Ministério do Trabalho sustentavam que a democratização da vida sindical lhes seria maléfica. Adotavam a postura do Ministro Arnaldo Sussekind que se opunha à autonomia de organização, sob o argumento da ausência de espírito associativo dos brasileiros.

A Lei nº 13.457, de 13.7.2017, confirmou o pensamento do Ministro Sussekind. A conversão da Contribuição Sindical obrigatória em facultativa fraturou a coluna vertebral do sindicalismo, causando-lhe quase total paralisia. Embora trabalhadores e empregadores gozem de liberdade para se sindicalizar, a maioria prefere não fazê-lo. Recusa-se a pagar módica mensalidade destinada a manter operante, eficiente e combatente, a entidade que os representa.

Cabe à sociedade perguntar como será possível aos trabalhadores garantir a defesa de direitos e reivindicações sob o regime neoliberal professado pelo Ministro Paulo Guedes, sem contarem com apoio sindical. Extinto o Ministério do Trabalho e tendo as atividades sindicais estranguladas por falta de dinheiro, os assalariados ficaram desassistidos, entregues à própria sorte, sem dispor de quem os organize e defenda.

Getúlio Vargas regulamentou a estrutura sindical com o objetivo de usá-la a serviço do Estado Novo. A paternidade do “peleguismo” lhe pertence. Após a redemocratização, em 1946, o movimento sindical foi atraído para a órbita do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), em estreita ligação com o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Sobre o assunto escreveu Eliezer Pacheco: “Sem formular uma autocrítica de seu esquerdismo, o Partido vai sendo forçado, na prática, a rever muitos aspectos de sua orientação. Um marco nesta revisão foi o ‘ativo sindical nacional’ realizado em 1952, que vai romper com a política isolacionista e sectária, determinando o retorno à atuação nos sindicatos oficiais, a defesa da unicidade sindical em aliança com os trabalhistas do PTB, campanhas de sindicalização e lutas a partir das reivindicações imediatas dos trabalhadores. Graças a essa retificação em sua linha sindical, o PCB consegue recuperar parte de sua influência junto à classe operária e, já em 1953, seria a força dirigente de uma das maiores greves realizadas em São Paulo, conhecida como a greve dos 300 mil” (O Partido Comunista Brasileiro 1922-1964, Ed. Alfa-Ômega, pág. 201).

O golpe que derrubou João Goulart, em 31/3/1964, foi causado por ter se aliado com o sindicalismo esquerdista. O regime militar vitorioso entregou o movimento sindical a dirigentes subordinados ao Ministério do Trabalho. Luís Inácio Lula da Silva foi exceção. Eleito em 1975, deu vida nova ao Sindicato de São Bernardo com mobilizações que resultaram nas greves de 1978, 1979, 1980. Como presidente da República cedeu à tentação de cooptar o peleguismo e, como Jango, errou ao atrair os dirigentes sindicais para o interior do governo.

A insatisfação não desapareceu. Está de sobreaviso. A qualquer instante poderá ressurgir. Alertou o Ministro Paulo Guedes que “a pobreza está com fome”, e a fome é má conselheira.

Almir Pazzianotto Pinto, advogado, foi ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho.

Sindicatos perderam 1,5 milhão de associados em 2018, mostra IBGE

Foi a mais intensa queda dos últimos seis anos

Publicado em 18/12/2019 – 10:02

Por Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

O ano de 2018 teve a mais intensa queda dos últimos seis anos no número de associados a sindicatos, mostra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, mesmo com o aumento de cerca de 1,3 milhão na população ocupada, os sindicatos perderam mais de 1,5 milhão de associados no ano passado.Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) sobre mercado de trabalho, que teve informações adicionais divulgadas hoje (18). Segundo a PNAD, o percentual da população ocupada filiada a sindicatos vem caindo desde 2012, quando era de 16,1%, e teve sua queda mais intensa no ano de 2018, quando chegou a 12,5%. Nos seis anos analisados, os sindicatos perderam quase 2,9 milhões de associados, grupo que chegou ao total de 11,5 milhões em 2018.Analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy diz que diferentes fatores vêm puxando essa queda. “Sabemos que essa população ocupada que cresce é muito calcada em trabalhadores por conta própria e empregados sem carteira assinada. Esses dois segmentos, tradicionalmente, não têm uma grande mobilização sindical”, afirma ela, que também identifica a reforma trabalhista, que passou a vigorar em novembro de 2017, como fator que pode ter contribuído para a redução do número de associados em 2018. Apesar disso, a pesquisadora pondera que não é possível especificar quantos pontos percentuais dessa queda podem ter relação com a mudança nas regras e quantos se devem à redução dos empregos com carteira assinada.Os empregados do setor público têm a mais alta taxa de associação a sindicatos, com 25,7%, seguidos pelos trabalhadores do setor privado com carteira assinada, com 16%. Entre os trabalhadores domésticos, apenas 2,8% estão associados, e, entre os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada, o percentual é de 4,5%. Os que atuam por conta própria também estão bem abaixo da média nacional de sindicalização, com 7,6%.As regiões Norte e Centro-Oeste têm os menores percentuais de população ocupada sindicalizada, com 10,1% e 10,3%, respectivamente. As duas regiões tiveram as maiores quedas no contingente de sindicalizados em 2018, chegando a uma redução de  20% em relação a 2017.

Já o Nordeste tem o maior percentual do país, com 14,1% da população ocupada sindicalizada. Na região, estão os únicos estados em que houve aumento do contingente de sindicalizados em 2018: Pernambuco, Sergipe e Piauí.

Em relação a gênero, o IBGE mostra que a população ocupada masculina é mais sindicalizada que a feminina, com uma diferença de 12,6% para 12,3%. Somente no Nordeste as trabalhadoras são mais sindicalizadas que os homens, com 14,9% contra 13,5%.

A queda registrada em 2018 fez com que todas as atividades da economia atingissem o menor patamar de sindicalização da série histórica iniciada em 2012. Os setores em que a taxa de sindicalização é mais elevada são a administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, em que o percentual chega a 22%. Em segundo lugar vem o grupamento de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 19,1%. Na Indústria geral, o percentual é de 15,2%.

Depois dos serviços domésticos (2,8%), as menores taxas de sindicalização estão na construção (5,2%), outros serviços (5,3%) e alojamento e alimentação (5,7%).

A queda no número de associados também foi registrada entre todos os níveis de escolaridade. As taxas de população ocupada sindicalizada chegaram, em 2018, a 10,4% no Fundamental incompleto, 8,1% no Fundamental completo, 11,5% no Médio completo e 20,3% no Superior completo.

CNPJ

O IBGE também verificou que 19,4% das pessoas que trabalham por conta própria têm Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Esse percentual cresceu entre 2012 e 2018, quando chegou ao maior índice da série histórica, mesmo após pequena queda em 2017.

“Isso é importante para saber como estão se estruturando e qual é a viabilidade que eles têm de ter acesso a crédito e emitir nota fiscal”.

Entre os empregadores, a cobertura do CNPJ chegou a 82,5% em 2015 e vem caindo desde então, encerrando 2018 em 79,4%.

A Região Sul tem os maiores percentuais de CNPJ para esses dois grupos (com 28,8% e 87%), e a Região Norte, os menores (7,5% e 59,3%).

O crescimento do CNPJ entre os empregados por conta própria se dá com mais intensidade nos mesmos setores em que o número de empregadores mais cai: indústria, comércio e construção.

Local de trabalho

Outro movimento captado pela pesquisa é a queda na proporção da população ocupada no setor privado que trabalha em estabelecimentos dos próprios empreendimentos que a empregam, como lojas, fábricas e escritórios. Esse percentual vem caindo desde 2014 e chegou a 59,8% em 2018, o que está associado à redução do emprego com carteira assinada em setores como a indústria e a construção.

Já o pessoal ocupado em fazenda, sítio ou granja também está em queda, puxado pelos resultados do Nordeste, onde esse movimento é mais intenso. O percentual de trabalhadores do setor privado nesses locais chegou a 10,7% em 2018.

Por outro lado, crescem as fatias que trabalham em local designado pelo empregador, patrão ou freguês (13,5%), no domicílio de residência (5,2%), em veículo automotor (4,8%) e em via ou área pública (3,1%).

Edição: Graça Adjuto

VAI VENDO !!!

A ENFERMAGEM EM PÉ DE GUERRA. E COM TODA RAZÃO!

Vão pra cima…

Trabalhadores da obra da Ponte do Pontal encontram-se em Recesso de final de ano

Sintepav Bahia

Os trabalhadores da empresa OAS, responsável pela obra da Ponte do Pontal em Ilhéus, encontram-se em recesso de final de ano, conforme aprovado em assembleia realizada pelo Sintepav BA. O recesso aprovado pela categoria ocorre de 20 de dezembro de 2018 até 07 de janeiro de 2019, quando as atividades serão retomadas.
O Sintepav BA compreende a importância dos eventos culturais para a categoria e as confraternizações natalinas são momentos em que os trabalhadores podem socializar junto as suas famílias e retornarem as atividades com as energias recarregadas.

Para Mais Informações:
Emerson Gomes (Vice-presidente do Sintepav BA)
Tel: 71 99913-0038

Sara Regina Gansohr (Assessora de Comunicação do Sintepav BA)
Tel: 71 99915-6454

 

MUITOS SINDICATOS JÁ SENTEM NA PRÓPRIA PELE AS MUDANÇAS.

Alguns já fecharam as portas.

Há mais de um mês fechado…

O FIM DO IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO

contador free

nao basta

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