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:: ‘Shopping Center’

EXLUSIVO: FUNDOS IMOBILIÁRIOS LIGADOS A SHOPPINGS PELO BRASIL PERDEM RECEITA COM PANDEMIA

https://bahiaeconomica.com.br/wp/2021/03/09/exlusivo-fundos-imobiliarios-lgados-a-shoppings-pelo-brasil-perdem-receita-com-pandemia/


admin  9 Março, 2021 
Por: João Paulo Almeida Fonte    Bahia Economica

Um levantamento exclusivo feito pelo portal Bahia Econômica apontou que vários fundos imobiliários ligados a shoppings pelo Brasil estão dando prejuízos aos seus investidores devido ao fechamento dos setores em vários lugares do Brasil. Ontem, dia 08 de março, o tradicional Fundo de shoppings VISC 11 anunciou em sua pagina oficial uma redução de aproximadamente 20% da sua receita o que significa que os dividendos pagos pelo papel podem sofrer drásticas quedas. O fundo está ligado na Bahia ao Shopping Paralela, que também está sendo afetado pela pandemia e teve suas ações suspensas devido ao aumento abrupto dos casos de coronavirus na Bahia.

Segundo o comunicado os imóveis que tiveram seus horários afetados foram : Iguatemi Fortaleza, que representa aproximadamente 11% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas desde o dia 05 de março de 2021 até 18 de março de 2021. e Minas Shopping, que representa aproximadamente 8% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas por tempo indeterminado a partir do dia 06 de março de 2021. Os demais shoppings do portfólio do Fundo seguem em funcionamento, atendendo às limitações estabelecidas pelas autoridades locais e seguindo as orientações dos órgãos competentes, que visam preservar a saúde e o bem-estar de todos os clientes, lojistas, colaboradores e parceiros.

Outros fundos que apresentaram baixa ontem foram o HMOC11 e o HSML11 ambos ligados a shoppings. Segundo o comunicado do HMOC11 a pandemia causa instabilidade nas operações como consequência da piora dos indicadores do Covid. Prevendo o início do ano mais desafiador, fizemos retenções de resultado nos últimos meses de 2020, no entanto as restrições foram além das nossas premissas e, portanto, decidimos aumentar momentaneamente a retenção de lucros no Fundo. Assim, terminamos o período com R$ 4.203.659 acumulados ou R$ 0,27 centavos a cota. Como antecipado e de certa forma uma regra de mercado, a inadimplência tende a aumentar nos primeiros meses do ano, potencializado em 2021 pela pandemia, quando há o vencimento do faturamento maior dos aluguéis relacionados ao mês de Dezembro. No entanto, esperamos a convergência durante o ano aos valores previstos em orçamento.

O setor do comércio na Bahia apresentou uma perda de R$ 7.359.812 bilhões de reais na comparação do ano de 2019 com o ano de 2020. Os dados foram apresentados durante a coletiva de imprensa, organizada pela Fecomércio-BA, para apresentar as perspectivas da economia do Brasil no ano de 2021. No ano o setor apresentou uma queda de 6,7% com 102,5 bilhões de faturamento. Em relação às vendas do natal o setor apresentou uma queda de 3,5% na comparação com o as vendas de natal de 2019. As expectativas para o setor eram de uma alta de mais de 2%, não cumprida devido à pandemia. Segundo a Fecomércio, o ano de 2020 foi o pior da série histórica que se iniciou em 2011. Uma queda real de 26% em relação ao melhor ano do setor que foi em 2014. O setor do comércio na Bahia já vem se deteriorando desde de 2015 e a pandemia só acelerou esse processo.

Foto: divulgação

 

Eduardo Salles pede sensibilidade para shopping centers adotarem IPCA em substituição ao IGP-M no reajuste de aluguéis de lojas

Salles e Tiago Correia

 

 

Presidente da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, o deputado estadual Eduardo Salles defende um acordo entre lojistas de shopping centers e administradores dos centros comerciais para que a base de cálculo do reajuste de aluguel de lojas passe a ser o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) em substituição ao IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado).

 

“O IGP-M sempre terá um índice de crescimento maior que o IPCA por considerar a variação de preços de bens de consumo, como matérias-primas e commodities, que são sensíveis à variação cambial. E neste momento de crise causada pela pandemia do novo coronavírus, usar o IGP-M vai inviabilizar que centenas de lojas, já prejudicadas pelo baixo faturamento, continuem abertas, resultando na perda de milhares de empregos”, alertou Eduardo Salles, que, junto com o vice-presidente da Frente, deputado Tiago Correia, foi procurado pelos lojistas.

 

A modificação defendida pelo líder do Progressistas na Assembleia Legislativa da Bahia se justifica em função de o IGP-M ter fechado 2020 com crescimento de 23,14%, muito acima do IPCA, que ficou em 5,64%.

 

O deputado ressalta ter entendimento que existe um contrato entre a administração dos shopping centers e lojistas, mas solicita sensibilidade dos administradores dos centros comerciais para negociar um reajuste que esteja dentro da realidade econômica atual.

 

“Não é interessante para nenhuma das partes aumentar o valor e o lojista ter que encerrar suas atividades. Perde o shopping, o comerciante, o trabalhador e o cliente. Todos são prejudicados. Reconheço que esse é um assunto privado, mas, como presidente da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, me coloco à disposição para participar desse debate para evitarmos mais perdas ao comércio baiano”, acrescentou o parlamentar.

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Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?


Custos de ocupação que batem em 20% do faturamento têm levado marcas a repensarem locais e modelos de loja, como o Rei do Mate (acima). Mas é preciso avaliar os prós e contras antes de trocar


  Por Karina Lignelli 07 de Maio de 2019 às 08:00  | Repórter lignelli@dcomercio.com.br


Até que ponto vale a pena fechar uma loja no shopping e ir para a rua? Não é de hoje que muitos lojistas, em especial os donos de lojas satélite (de 180 m2 de área de vendas, em média), estão insatisfeitos com os altos custos de manter uma operação num centro de compras. A recuperação do varejo em marcha lenta e o elevado nível de desemprego também não têm ajudado muito a reverter essa situação.

Em números atuais, somando apenas aluguel, condomínio e fundo de promoção, esse pequeno ou médio lojista destina, em média, de 15% a 20% do faturamento mensal para cobrir esses custos. É o que estima a GS&BGH Real Estate, braço da consultoria GS&MD especializada no mercado imobiliário de shoppings e varejo em geral.

LEIA MAIS:Os shopping centers podem virar centros de distribuição?

A questão tem se mostrado tão proibitiva que cerca de 70 marcas, a maioria de vestuário e calçados, criaram, em março passado, uma associação própria – a Ablos (Associação Brasileira de Lojas Satélites) – para negociar diretamente com os donos dos empreendimentos na tentativa de equilibrar essa equação.

Algumas até já consideram fechar lojas em shoppings e migrar para a rua para cortar custos, conforme reportagem recente publicada pelo jornal o Estado de São Paulo. Mesmo que isso implique num fluxo menor de pessoas.

E não é para menos: de acordo com a Ablos, enquanto as satélites desembolsam dois dígitos de seu faturamento para custear somente essas despesas de ocupação, as lojas-âncora, ou seja, grandes redes varejistas do tipo Renner e C&A, citando apenas as mais conhecidas, destinam apenas 3% a 5% das vendas para o mesmo fim.

Por essa lógica, por terem mais gastos com propaganda, estoque e funcionários – e o encargo de atrair o maior fluxo de pessoas -, convencionou-se, no passado, de forma não-oficial, que as grandes pagariam menos pelo custo de ocupação.

:: LEIA MAIS »

MAIS UMA BAZÓFIA DO PREFEITO DE ILHÉUS. ===>>> 14/06/2019

Faz tempos que sei, através de associados da Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers, que Ilhéus é uma frequentadora assídua da lista negativa para implantação de novos empreendimentos.

Dito isso, fica claro para SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER.

Paciência…

 

ESTÁDIO, SHOPPING CENTER, AFINAL O QUE VAI ACONTECER? ===>>> 28/02/2019

Particularmente sou favorável à ideia. Restam dúvidas e esclarecimentos.

O Prefeito Mário Alexandre, em recente programa radiofônico, levantou hipóteses de um futuro Shopping Center e que inclusive já estava em tratativas com as lojas Le biscuit.

Devido a recentes fatos, fotos abaixo, queremos saber se o Shopping Center vai ser no abandonado Estádio Mário Pessoa?

 

 

Frente Parlamentar do Setor Produtivo defende reabertura imediata de shopping centers

 

 

O presidente, o vice-presidente e o presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços, os deputados estaduais Eduardo Salles e Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, respectivamente, concordam com as entidades representativas de lojistas e shopping centers, que defende o índice de 80% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 para a reabertura imediata dos shopping centers na Bahia. O índice difere dos 75% anunciados nesta terça-feira (7) pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador Rui Costa.

 

O índice de 80% foi o considerado para a reabertura de shopping centers em outros estados. A Frente Parlamentar acredita que os shopping centers têm capacidade de implantar uma série de medidas de segurança para clientes e trabalhadores, como controle de entrada, sinalizações, distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel a 70% e o retorno às atividades pode significar a recuperação de até 39.000 postos de trabalho.

 

A Frente Parlamentar usa como exemplo a capital, que tem recebido pacientes do interior e de outros estados, o que aumenta o índice de ocupação de UTIs em Salvador.

 

“É o segmento que está mais preparado para a reabertura imediata. Defendo o retorno de outros setores à medida que apresentarem a garantia das regras estabelecidas pelas autoridades de saúde e punindo quem não cumprir o que está determinado”, diz Eduardo Salles.

 

“Os pacientes do interior terminam mascarando um pouco os verdadeiros números da capital. Reconheço todo o esforço feito pela Prefeitura e o governo estadual, mas acredito que os shopping centers podem ser reabertos imediatamente com todas as medidas de segurança necessárias e os índices atuais de ocupação das UTIs”, justifica o presidente da Frente Parlamentar.

 

Eduardo Salles participou nesta segunda-feira (6) da reunião virtual do Fórum Empresarial da Bahia, presidido por Cláudio Cunha, e tratou da flexibilização e da reabertura da economia baiana com medidas que ofereçam segurança a consumidores e trabalhadores de diversos setores.

 

O deputado defendeu na reunião a utilização do Sistema S para capacitação dos trabalhadores aos protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde com o intuito de diminuir os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

 

“Eu, por exemplo, já fiz a solicitação da capacitação de guias, monitores e condutores turísticos ao secretário estadual de Turismo, Fausto Franco, e de donos e trabalhadores de bares, restaurantes e pousadas para o presidente da FECOMÉRCIO, Carlos Andrade. Esses setores são vitais à economia de municípios baianos”, lembrou o parlamentar.

 

Eduardo Salles sugeriu ainda uma reunião virtual com a participação do vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, o secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, e o secretário de Planejamento da Prefeitura de Salvador, Luiz Carreira, para que eles participem do debate e sejam elos para a sensibilização do governador Rui Costa e o prefeito da capital, ACM Neto, sobre a importância de estabelecer regras mais flexíveis no protocolo de reabertura da economia no Estado.

 

Uma carta com essas proposições foi assinada por Eduardo Salles, o deputado estadual Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, vice-presidente e presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, respectivamente, Edson Piaggio, coordenador na Bahia da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luís Henrique Santos, presidente CDL de Feira de Santana, Antônio Helder Pereira, presidente da CDL de Juazeiro, Alberto Rocha Nunes, presidente CDL Salvador, Clóves Cedraz, presidente da FACEB (Federação das Associações Comerciais e Empresarias da Bahia), Antoine Tawil, da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), e Carlos Andrade, presidente da FECOMÉRCIO, e encaminhada a João Leão.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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APROVEITAMENTO ÚTIL E INTELIGENTE DE UM ESPAÇO.

Ao invés, de um centro de custos e despesas, em que se transformou o Estádio Mário Pessoa, convenhamos, já deu o que tinha que dar.

O povo de Ilhéus, não está dando bola para o futebol ilheense, segundo uma enquete rápida feita a tempo, clique aqui.

O comércio e o desenvolvimento, pedem um Shopping Center em seu lugar.

Foto: Fabio Roberto Noticias

Foto: via WhatsApp

contador free
nao basta

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