‘Segurança’
SEGURANÇA NA BAHIA.
Secretaria da Segurança começa a executar o Plano de Proteção ao Cidadão
A Secretaria de Segurança Pública, por meio das polícias Militar, Civil e Técnica, lançou na manhã desta sexta-feira (9), o Plano de Proteção ao Cidadão, no auditório da Secretaria de Segurança Pública – CAB. O objetivo é unir ações e realizar operações especiais para intensificar o policiamento ostensivo, combater o tráfico de drogas, apreender armas e inibir a criminalidade. A fiscalização começa nesta sexta e vai ocorrer sempre das 17h até 1h, segundo o tenente-coronel Antônio Fontes, responsável por comandar a operação.
O Plano prevê aumentar em 20% as metas de abordagem a veículos, motocicletas, coletivos, pontos de ônibus, bares e boates. Inicialmente, as ações serão implantadas em Salvador, região metropolitana, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Porto Seguro. As blitz serão intensificadas nas principais rodovias estaduais e outras ações permanentes também terão reforço, como os cumprimentos de mandados de prisão e repressão ao crack e outras drogas.
Na ocasião, estiveram presentes o secretário de Segurança Pública, César Nunes; o Comandante da PM, coronel Nilton Mascarenhas; o Delegado Geral da Polícia Civil, Joselito Bispo; o assessor-geral de Comunicação do Governo, Robinson Almeida e comandantes das unidades operacionais envolvidas. Participaram ainda do lançamento as guarnições do Batalhão de Choque, Polícia Rodoviária, Esquadrão Águia, Operação Gêmeos e o Garra.
EMAIL QUE CIRCULA NA INTERNET.
Eles fazem isso lá na Amazonia, e agora querem fazer no Sul da Bahia.
REPASSO com a certeza que devemos fazer isso.
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.
Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.
Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.
Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerd com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia…
‘MASSA DE MANOBRA QUALIFICADA’.
Relatório oficial afirma que as organizações ambientalistas estão a serviço dos países ricos.
O Grupo de Trabalho da Amazônia (GTAM), um colegiado informal composto por integrantes da Agencia Brasileira de Inteligência (Abin) e de órgãos de Inteligência das Forças Armadas e da Polícia Federal, elaborou um relatório secreto que acusa várias Organizações Não Governamentais (ONGs) de atuarem na Amazônia como fachada para os interesses de países ricos. O relatório, que veio à tona no início do mês, confirma o que vinha sendo denunciado por entidades ligadas ao setor produtivo e coloca em xeque a ação de poderosas ONGs que atuam na região.
Segundo a assessoria de comunicação da Abin, o documento foi assinado pelo coordenador do GTAM e representante da Abin, Gélio Fregapani, e ha consenso entre os integrantes do GTAM. Segundo o relatório, que veio à tona depois do conflito iniciado com a criação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, existem interesses estrangeiros sendo defendidos dentro da Amazônia brasileira pelas ONGs. Ainda de acordo com o documento, cerca de 115 ONGs atuam na Amazônia Ocidental sem que se saiba quais os reais interesses dessas entidades. O relatório revela que importantes ONGs internacionais agem pela internacionalização da Amazônia e apontam a participação de entidades brasileiras, algumas delas ligadas a Igreja Católica.
O relatório do coronel Gélio Fregapani alerta para o perigo da atuação livre dessas organizações, que seriam fachadas para os interesses econômicos e geopolíticos de países ricos como os Estados Unidos e alguns da Europa. Muitas vezes, a serviço de outras nações, as ONGs valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental, diz o documento, que depois de divulgado por alguns jornais, não foi contestado pela Abin.
AÇÕES DO GOVERNO DO ESTADO COM A SEGURANÇA PÚBLICA.
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA INVESTE NA MODERNIZAÇÃO DA POLÍCIA BAIANA
FONTE: AGECOM
Modernização da Segurança Pública da Bahia
A modernização da estrutura física e pessoal das polícias Militar, Civil e Técnica, para combater o crime organizado, e a implantação do programa Ronda no Bairro estão entre as principais iniciativas da Secretaria da Segurança Pública (SSP) nesses três anos e meio do governo da Bahia.
O novo Sistema Tetra de Telecomunicação Digital, um investimento de US$ 10 milhões, foi criado na Europa e se tornou uma fundamental ferramenta das principais polícias do mundo.
São 15 sites (estações de rádio) levando a uma perfeita comunicação em qualquer ponto da capital e da Região Metropolitana de Salvador. O rádio de comunicação padrão tetra é digital e dispõe de sistema de localização GPS, possibilitando que a Central de Polícia direcione as viaturas para o local desejado com mais rapidez.
No Brasil, somente o Rio de Janeiro e a Força Nacional de Segurança Pública utilizam este sistema. Todas as viaturas, inclusive as do Corpo de Bombeiros, estão equipadas com os novos rádios de comunicação.
Estão em processo final de implantação os 22 centros regionais de comunicação no interior. Esses recursos tornam mais ágil e mais eficaz o atendimento ao cidadão do serviço de emergência policial.
Delegacia Digital
Instalada em 2008, a Delegacia Digital inovou, conciliando comodidade e segurança para a população baiana. Pela internet, os usuários podem comunicar ocorrências não-delituosas, como desaparecimento de pessoas, perda e extravio de documentos, além de ocorrências delituosas, a exemplo de furto de objetos e documentos e furto de veículos.
A Delegacia Digital funciona 24 horas, dispondo de cinco equipes, cada uma com um delegado e quatro agentes. Depois de feita a ocorrência, a pessoa recebe um correio eletrônico confirmando o registro, permitindo a impressão da Certidão de Registro de Ocorrência. O queixoso pode, inclusive, obter a segunda via do documento, caso seja necessário.
A queixa pode ser realizada pelo site da Delegacia Digital, ou por meio do link da unidade virtual, disponibilizado no site da SSP.
Estrutura
Aproximadamente 1,8 mil viaturas, entre carros, caminhões de combate a incêndio, caminhonetes, veículos de transporte de cadáveres e motos, foram adquiridas como parte do processo de reaparelhamento das polícias, todas já equipadas com GPS.
Além disso, 326 motocicletas e cinco carros elétricos foram adquiridos para reforçar o patrulhamento ostensivo. Foram comprados também 1.205 armamentos e 5.284 coletes, equipamentos de proteção individual indispensáveis para a atividade policial.
Outro importante investimento foi a compra do helicóptero modelo Esquilo AS350, prefixo PR-HPM, equipado com sistema VMD (equipamentos e leitura do painel todo digitalizado), câmera, farol de busca e capacidade de conduzir seis policiais durante as operações.
O novo helicóptero soma-se às outras duas aeronaves e a mais dois aviões que compõem a frota do Grupamento Aéreo da PM, ampliando a sua capacidade operacional. Os equipamentos são utilizados no policiamento ostensivo, patrulhamento, repressão ao crime organizado, salvamento, resgate, ações de combate a incêndio florestal, ações de repressão a crimes ambientais, dentre outras iniciativas.
Sete delegacias foram implantadas: cinco Deams (delegacias especiais de atendimento à mulher) – Porto Seguro, Paulo Afonso, Alagoinhas, Jequié e Salvador (Periperi) – e duas delegacias de polícia territorial – Portão (Lauro de Freitas) e Monte Gordo (Camaçari); além de uma Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Corpin), em Santa Maria da Vitória.
Setenta e nove delegacias e uma unidade do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram informatizadas na capital e no interior, com aquisição de 3.870 equipamentos, além de infraestrutura de rede de dados, acesso à internet e a modernos sistemas de investigação e inteligência policial.
O Sistema de Identificação Civil (Siida) foi outra novidade da SSP. Através dele podem ser feitas pesquisas das impressões digitais, em consulta de banco de dados nacional, integrado ao DPT.
O sistema já está em funcionamento no SAC RMS e do interior, nos municípios de Lauro de Freitas, Candeias e Camaçari, e de Jequié, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista, Santo Antônio de Jesus, Eunápolis, Feira de Santana, Barreiras, Porto Seguro, Alagoinhas, Jacobina e Juazeiro.
Efetivo
Já estão nas ruas 3.325 novos soldados incorporados à PM, atuando no policiamento ostensivo. Mais 3,2 mil PMs foram convocados para o início do curso de formação em 29 de dezembro de 2009, com conclusão em dezembro deste ano.
Durante esse período, foram também nomeados para a Polícia Civil 44 delegados, 147 investigadores (agentes) e 111 escrivães, alguns remanescentes de concursos antigos, como o de 1997.
Outros 17.781 policiais foram capacitados (14.536 da Polícia Militar, 2.212 da Polícia Civil e 1.033 do DPT) em cursos nas áreas de direitos humanos, gestão organizacional, tecnologia da informação, técnicas e táticas policiais, capacitação de corregedores, capacitação em inteligência policial, formação em policiamento comunitário, investigação policial, perícia, administração legal do uso da força policial, defesa pessoal e tiro.
Para os setores administrativos, visando liberar os policiais que realizavam esses serviços para o reforço do policiamento nas ruas, foi realizado um processo de seleção que aprovou 650 jovens, de 18 a 23 anos, que os substituíram nessas funções.
Além das contratações, a SSP intensificou as ações da Corregedoria, fortalecendo a punição a atos de abuso de poder e violência. Entre 2007 e 2009, foram exonerados 229 policiais e cinco comissões permanentes foram criadas, sendo quatro em Salvador e uma no interior, para apuração de processos administrativos disciplinares.
Ronda no Bairro
O programa Ronda no Bairro tem como objetivo diminuir o tempo de resposta da polícia em situações de violência. Instalado em 2008 nas regiões de Tancredo Neves e subúrbio ferroviário de Salvador, apresenta redução dos índices de criminalidade. Hoje, o programa já beneficia também a população da região de Pau da Lima e de 25% da cidade de Feira de Santana.
As áreas de atuação são divididas e patrulhadas 24 horas por duas viaturas (automóvel e motocicleta), que podem ser acionadas através de ligação telefônica. Cada equipe trabalha com o número correspondente daquela área, e assim que é acionada chega de imediato.




