‘Segurança’

ESPAÇO DO LEITOR – SEGURANÇA PRIVADA.

De: lafael ramos <denunciaios@hotmail.com>
Assunto: SEGURANÇA PRIVADA

Corpo da mensagem:
SOU COMERCIANTE E ESTOU IDIGNADO COM A FORMA QUE É USADA A SEGURANÇA PUBLICA. ALGUNS DIAS COLEGAS COMERCIANTE PEDIRAM OU SOLICITARAM POLICIAMENTO EM UM LOCAL NUMA RUA TAL PARA INTECIFICAR MAIS AS ABORDAGEM NESTA RUA,ISTO É NORMAL,MAS OS POLICIAIS NÃO PASSARAM, ACHO QUE NEM LIGAM! ISTO É SEGURANÇA PUBLICA?, MUITAS VEZES ME FALAM QUE O EFETIVO É REDUZIDO E NÃO DA PARA FAZER VARIOS SEVIÇOS. ESTE FIM DE SEMANA IRÁ TER UM FESTA PARTICULAR NO CENTRO DE CONVENÇÕES QUE A CAMISA É 90,00 E CAMAROTE E 160,00 EXPECTATIVA OU ESPECULAÇÃO DE DINHEIRO BRUTO R$ 2.000.000,00 GANHO, SEI QUE ELES TEM VARIAS DIVIDAS PARA QUITAR, ATÉ TUDO BEM,ACHO NORMAL ELES SÃO EMPRESA,TAMBEM PAGO 90,00 OU MAIS, AGORA NÃO ENTENDENDO POR QUE PARA ESTA FESTA CONSEGUEM COLOCAR VARIOS POLICIAS DA AREA NORMAL DE TRABALHO GOSTARIA DE EXPLICAÇÃO DOS COMANDANTES, DIZEM QUE PAGAM UMA TAXA CHAMADA DE FEASPOL,E RETIRAM O POLICIAMENTO TODO NA RUA PARA UMA FESTA PARTICULAR.NO ENTENDIMENTO JURIDICO A POLICIA DEVERIA SÓ ESTA DO LADO DE FORA NAO DENTRO DO SHOW.MAS PARA ISSO E FACIL.DESSE JEITO QUANTO EU FOR CASAR, FAZER ANIVERSARIO,ABRIR UM BARZINHO VOU PAGAR FEASPOL PARA TER E VOU EXIGIR 2,3,4 POLICIAIS NESTES EVENTOS ] PARA DA SEGURANÇA E NÃO CONTRATAREI SEGURANÇA PRIVADA,É A MESMA COISA  DESTE EVENTO DE FESTA NA CIDADE SÓ QUE EM PROPORÇÕES DIFERENTE.MOREI NO RIO DE JANEIRO E A POLICIA NÃO TRABALHA EM FESTA PRIVADA ASSIM. SÓ DO LADO DE FORA. QUE PAÍS E ESSE?

PREFEITURA DE ILHÉUS COMPRA LÂMPADAS.(7ª publicação, quase 2 anos)

Tenho recebido varias queixas dos vizinhos do Alto do Ceará, quanto a escuridão das Escadarias Ladeira do Bispo, que dão acesso ao Colégio e Igreja da Piedade.

Espera-se que com a compra de lâmpadas, este logradouro seja contemplado.

Escadaria Ladeira do Bispo- Centro.

Curso de Formação em Segurança Pública

Curso de Formação em Segurança Pública Municipal Promove Aula de Campo para Alunos da Guarda Civil Municipal de Ilhéus

O Instituto de Promoção de Segurança Pública Municipal – PROSEM, responsável pelo Curso de Formação em Segurança Pública no qual a Guarda Civil Municipal de Ilhéus esta sendo formada, realizou nesta terça-feira dia 01 de novembro de 2011 uma aula prática de campo da disciplina Atividades Sócio-Pedagógicas na Comunidade Escolar. Cerca de 80 guardas divididos em duas turmas de 40 cada, realizaram palestras sócio-educativas no Instituto Municipal de Educação e no Centro Educacional Álvaro Melo Vieira para turmas da 8ª série e do 3º ano, respectivamente. As palestras dissertaram sobre o papel da guarda na comunidade ilheense, o uso de drogas, violência e bulliyng na escola; os guardas utilizaram diversas estratégias para chamar a atenção dos alunos diante dos temas, entre elas o uso de vídeos e a representação teatral de situações evidenciadas nas palestras. Segundo Vinicius Lopes e Bruna Sampaio Santos estudantes do 3ºD do Centro Educacional Álvaro Melo Vieira, a oportunidade fomentada com a presença dos guardas em formação no ambiente escolar foi muito produtiva, pois além de esclarecer as dúvidas sobre a atuação da Guarda Civil Municipal na cidade de Ilhéus, discutiram como a sociedade pode contribuir na prevenção da violência e como a mesma precisa assumir tal responsabilidade diante da Segurança Pública. Os guardas em formação aproveitaram a oportunidade para construírem um elo com os ambientes escolares que receberam a atividade. Considerando a função preventiva da Guarda Civil Municipal, com o termino do Curso de Formação em Segurança Pública, existem alguns projetos desenvolvidos em sala de aula sob a orientação das instrutoras Juliana Menezes e Tacila Sousa, que devem ser colocados em prática ainda nesse ano.

ESPAÇO DO LEITOR – ASSALTOS NO PONTAL.

Assunto: Assaltos e tentativas de assalto no Pontal

Corpo da mensagem:
Gostaria que meu nome fosse totalmente preservado!!

Há mais ou menos um mês denunciamos em alguns blogs a onda de assaltos no bairro do Pontal/Ilhéus.
Hoje retorno com a mesma queixa, porém referente às novas tentivas e assalto que estão acontecendo no nosso bairro… Após as denúncias a polícia passou alguns dias em ronda com a Blazer, porém sempre no mesmo horário, por isso os marginais ja sabiam a hora de se esconder… agora, como a polícia não está mais passando, eles estão livres para agir.. sem o menor escrupulo, a todo momento.
Está ficando impossível transitar por aqui com tranquilidade a qualquer hora do dia!
Hoje mesmo eu vi o grupo seguir duas senhoras, eles agiam individualmente, agora agem em trio ou dupla pra dificultar reação das vítimas…
A população do Pontal (principalmente de idosos e mulheres) clama por SOCORRO urgente!!!
Se contra o menor não se pode fazer nada, contra seus pais pode, sim!!!
Se tratam de meninos, de famílias conhecidas no bairro, mas que estão entregues às drogas; aliás, a pração Sao Joao Batista, aqui no bairro, já virou o ponto de droga e da marginalidade; é preciso resolver o problema enquanto aida está no início, depois ficará muito difícil fazer alguma coisa!!!

MAIS UMA DOS ‘ÍNDIOS’.

Resistindo a uma ordem da Justiça Federal, índios fizeram enfrentamento com a Polícia Federal.

Sete deles foram presos, e a cana vai ser dura.

Esses índios já estão passando dos limites, quem está por trás deles incentivando essas invasões e reações?

O sarrafo vai comer é no lombo deles, e não dos manipuladores.

 

URBIS NOTÍCIAS – CENTRAL DE ABASTECIMENTO.

ILHÉUS – A ESQUECIDA
O ESQUECIMENTO PODE VIRAR IRRESPONSABILIDADE

Esqueceram as promessas, o dever de casa, os compromissos reais, e por fim, esqueceram tudo.

Dentre tantos absurdos que norteiam nossa cidade, e que já são elencadas diariamente em todos os meios de comunicações, deparamos hoje com a bagunça chamada – Centro de Abastecimento da Zona Sul (URBIS).

A cidade que esperava um administrador sem precedentes, baseado no engana que gosto de 2008, se vê diante do marasmo, deixa-me calado, que falem de mim, que deixem os secretários falarem por si e por mim, que não me sinto envergonhado.
E por não senti envergonhado, e deixar transparecer que não se preocupa com as vidas dos seus munícipes, é que a Central de Abastecimento da Urbis, chegou a real situação que as fotos não deixam mentir.

O que se observa é mais um sinal que não há controle de fiscalização, nem por parte da prefeitura e nem pelos demais órgãos fiscalizadores do Estado ou da União, senão este Centro de Abastecimento, já não era para mais estar funcionando, pois coloca a todo instante os seus proprietários de boxes e clientes a mercê da própria sorte.
Neste clima, sentimos que Ilhéus entrou na rota das desordens, mentiras, que todo secretário manda e aí a bagunça generalizou de vez.

É como se o prefeito dissesse esqueçam-se de mim, como me esqueci de trabalhar por ela, de falar por ela, de honrar por ela, mas também pra quê?!!!!!!!
Mesmo neste emaranhados de desilusões, ainda esperamos que nossa Ilhéus, desponte com mais brilhantismo no cenário nacional, saindo desta tradicional cidade de veraneio, para uma cidade realmente turística, mas com um turismo profissional, onde tudo seja programado para o ano todo, aonde os turistas aqui chegando a qualquer época, possam curtir boas noitadas em casas de diversões; velejarem pelos manguezais dos rios Santana, Cachoeira e Fundão; curtirem quem sabe um desembarque na Pedra de Ilhéus; trilharem pela Mata da Esperança; pedalarem e velejarem na Lagoa Encantada; trafegarem numa pista duplicada, urbanizada e iluminada na BR-415 e BA-001, até Olivença.

Por fim, que este dia não esteja tão longe, pois sonhar faz parte do ser humano, principalmente quando deparamos com mais um pesadelo chamado Central de Abastecimento da Urbis.

José Resende Mendonça

URUÇUCA PEDE SOCORRO.

Vice-prefeita pede mais segurança para Uruçuca

Preocupada com o aumento da violência no município, a vice-prefeita do município de Uruçuca, a 401 quilômetros de Salvador, na região Sul do Estado, Fernanda Silva, solicitou à Secretaria da Segurança Pública (SSP), o reforço no policiamento na região. A cidade, de pouco mais de 20 mil habitantes, dispõe de um efetivo de 16 policiais militares e duas viaturas em operação, que vêm atendendo à demanda da população. A vice-prefeita foi acompanhada pelo advogado Emmanuel Lins, que representou o gabinete do deputado federal Valmir Assunção (PT-BA).

Conforme explicou Durante a audiência que teve com o sub-secretário de Segurança Pública ,  Ari Pereira de Oliveira, e o diretor-geral da SSP, José Roberto Alves Santos, além da sede, o Distrito de Serra Grande, principal atração turística da região, têm necessidade de um melhor policiamento. A cidade convive com o fechamento da agência do Correios, assaltada várias vezes. e da desativação do caixa eletrônico do Banco do Brasil, destruídos em outro assalto este ano. Além do mais a Cadeia Pública da cidade está fechada, depois que foi  invadida por ladrões há mais de um mês. “A cidade vive um clima de insegurança e quase pânico, onde muita gente não se atreve sequer à ir à praça à noite, por causa do medo da violência”, disse Fernanda Silva

O sub-secretário da SSP, Ari Pereira, disse que vai providenciar o conserto ou envio de uma viatura para o Distrito de Serra Grande, cujo único equipamento está quebrado, assim como vai solicitar ao Comando Sul da Polícia Militar que reexamine o policiamento no município, com o objetivo de otimizar as ações de segurança na região. “Não podemos garantir veículos novos, mas iremos providenciar um outro equipamento assim que tivermos disponibilidade”, disse.

CHEGOU A HORA DE SALVAR A AMAZÔNIA.

O Exército Brasileiro bem que poderia aproveitar a aprovação do novo Código Florestal e empreender ações contundentes, expulsando os estrangeiros que se encontram homiziados nas nossas selvas, ocupando áreas dentro do nosso território, onde brasileiros não podem entrar.

Tem cabimento uma coisa dessa?

Precisamos deixar de ser colonizado pelo ‘aparato ambientalista’.

Exército Brasileiro na selva.

 

 

 

PERGUNTAR NÃO OFENDE.

Balsa de Aritaguá.

A balsa que é mostrada na fotografia, teve a sua construção observando as normas da Capitania dos Portos, para transporte de passageiros em águas abrigadas?

PROGRAMA NBLOGS (partes 2,3,4/4)

DICAS DE SEGURANÇA.

POLÍTICA COM O DEDO NA FERIDA.

SAMUEL CELESTINO VIVE N’UMA BAHIA DIFERENTE. QUAL?

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O tradicional articulista baiano, Samuel Celestino, publicou em seu site Bahia Notícias, sob o título “Viva o Rio, mas salvem a Bahia”, mais um dos seus intolerantes devaneios, (sem base na realidade dos fatos) sob a forma de editorial, tentando forçar uma situação de intranqüilidade na segurança pública baiana, como se vivêssemos uma situação igual à vivida pela população carioca, mostrada ao vivo e a cores, pelos canais de televisão retratando as cenas do “Tropa de Elite 3”.

A população de Salvador, recentemente, falou, com todas as letras, que não concordam com o insistente Samuel Celestino de que vive sob uma situação de “terror e insegurança” bandeira da oposição ao governo Wagner, que usou sistematicamente, batendo na mesma tecla durante os quatro anos de seu governo.

Derrotou todos. (com Samuel Celestino junto) Wagner em Salvador obteve cerca de 800 mil votos e seus opositores somados não alcançaram a metade dessa votação.

No estado, como todos sabem, a diferença foi brutal, vergonhosa.
Detalhe que a cantilena de Samuel Celestino teima em ignorar: Wagner ampliou sua votação de 2006 para 2010 em 10%. Passado de 54% para 64% de toda a votação.

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HURRUUU! O COURO VAI COMER, E O ‘BARATO’ VAI ROLAR.

Espaço Bola de Gude.

Os moradores mandaram o título e as reclamações, e avisam se as autoridades não tomarem uma providência, eles irão tomar.

UNIÃO DAS POLÍCIAS.

Refundar as polícias

Por Luiz Eduardo Soares

As polícias Militar e Civil não cooperam entre si: elas são geridas separadamente e seus cursos de formação pregam valores divergentes. Em comum têm apenas a cultura corporativa, às vezes desfavorável aos direitos humanos. O que pode ser feito para mudar esse cenário? Pouco, a não ser que alteremos a Constituição


No Rio de Janeiro ninguém está satisfeito com as polícias, tanto Civil quanto Militar. Nem a sociedade, nem os próprios oficiais. Porém, as forças fluminenses não são as únicas em estado adiantado de degradação: suas deficiências apenas se tornaram mais visíveis.

Em quase todo o país as avaliações sobre essas corporações são negativas. Os baixos salários são o problema central e têm como consequência direta a necessidade de “bicos” para completar o orçamento familiar.

Nesse cenário, nada mais natural que a maioria dos policiais procure uma vaga na segurança privada. A lei proíbe, mas o bolso manda. E como não há fiscalização de fato para conter a jornada dupla, fica mais fácil burlar a regra – a responsabilidade sobre a segurança privada é da Polícia Federal, mas faltam agentes e sobram missões.

As secretarias estaduais, por sua vez, fingem que nada acontece. Se interviessem, implodiriam as contas públicas, que não resistiriam à emergência de uma demanda salarial reprimida. Afinal, é a segurança privada, informal e ilegal, que financia, indiretamente, a segurança pública, tornando possível um orçamento irreal. Eis aí o gato-orçamentário.

Mas quando não se fiscaliza a segurança privada para não atrapalhar o mal “benigno” ou a informalidade “bem intencionada”, tampouco se vigia a ilicitude maligna. As milícias estão aí para não nos deixar mentir. E os turnos de trabalho irracionais? Quem teria coragem de racionalizá-los, se isso implica a quebra da espinha dorsal do bico?

ALARMES ELETRÔNICOS.

Tem chegado a este blog, varias reclamações sobre os alarmes eletrônicos em imóveis.

Segundo eles, os alarmes disparam durante a noite, horario em que os imóveis estão desabitados, causando na vizinhança uma certa apreensão e dúvida.

Está acontecendo uma invasão do imóvel ou o alarme simplesmente disparou?

É de bom alvitre que as empresas de segurança, que trabalham com este tipo de monitoração, façam um check-up nos sensores, para que não disparem sem motivos certo.

SERRA GOSTA DE FALAR EM SEGURANÇA, MAS NA TERRA DOS OUTROS.

“Escondido” pela mídia, PCC já tem parceria com narcotraficantes mexicanos

por Luiz Carlos Azenha

O Primeiro Comando da Capital (PCC) não só não acabou como há alguns meses passou a fazer negócios com narcotraficantes do México, disse ao Viomundo a repórter Fátima Souza, autora do livro “PCC, a facção”, em que esmiuçou o funcionamento da organização que atua dentro dos presídios paulistas, tem ramificações nacionais e controla atividades criminosas nas ruas das cidades brasileiras.

“O PCC não perdeu força, ele perdeu divulgação”, disse Fátima na entrevista, numa alusão à decisão de mencionar o PCC como “facção criminosa” adotada pela mídia brasileira. “Quanto mais você esconde, menos você combate”, ela acrescentou mais tarde.

Fátima reonhece que desde que recebeu como tarefa principal o combate ao PCC, em junho de 2009, a ROTA (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar) fez estrago na organização: 18 presos, morte de 2 chefes importantes, a apreensão de uma tonelada de cocaína, meia tonelada de maconha e de 2 milhões de reais em dinheiro em 4 bocas da Zona Leste de São Paulo. Há denúncia de que um dos chefes mortos, o Vampirinho, foi retirado do automóvel em que estava com uma mulher e fuzilado, diz Fátima.

No entanto, permanecem dúvidas quanto aos recentes ataques atribuídos ao PCC em São Paulo.

Para ouvir a primeira parte da entrevista, clique aqui.

E A ‘SALA SECRETA’ DA SEGURANÇA NA BAHIA?

Os deputados e políticos do DEM/PFL, principalmente aquele chegado a um ‘faniquito’ e que foi Secretário de Justiça, não falam mais nada sobre a ‘sala secreta’ que escondia centenas de inquéritos contra políticos e policiais, e que foi descoberta, pasmem, dentro da própria Secretaria de Segurança Pública da Bahia.

Clique aqui e aqui e vejam.

Sem sombra de dúvidas, ali começava a falta de segurança no Estado. A impunidade que era oferecida aos ‘amigos do rei’, ou quando interessava proteger algum criminoso como Ravengar, pois as investigações fatalmente iriam respingar neles.

São esses calhordas que agora gritam contra a insegurança.

O GOVERNO TRABALHANDO PARA MELHORAR A SEGURANÇA.

Justiça nega mandado de segurança a Sindicato de Policiais

A justiça baiana negou mandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Policiais Civis do estado contra a mudança da jornada de trabalho. O delegado geral da Polícia Civil, Joselito Bispo, recebeu um pedido judicial de informações sobre o novo horário dos plantões dos servidores que atuam nas delegacias de Salvador e Região Metropolitana. A solicitação de esclarecimentos já foi encaminhada à Procuradoria Geral do Estado (PGE) para que, dentro do prazo legal, possa fazer a defesa da decisão realizada pelo Estado.

Joselito Bispo estranhou a reação do Sindipoc e ratificou que não procedem as informações divulgadas pela entidade entre os servidores de que o novo regime de serviço tenha aumentado a jornada de trabalho de delegados, agentes e escrivães. A Polícia Civil alterou o antigo o horário de trabalho de 24 horas de plantão por 72 horas de folga (24/72h), para 12 horas de plantão por 24 horas de folga (12/24h) para quem trabalha durante o dia; e para 12 horas de plantão por 48 horas de folga (12/48h) para quem trabalha à noite. A mudança começou a vigorar em 1º de julho. “O antigo regime estava trazendo prejuízos à todos. Não dava mais para conviver com a seguinte situação: um delegado encerrava o plantão e suas atividades, como investigações que exigem rapidez, paravam e só eram retomadas 72 horas depois”, relata Bispo.

Segundo ele, a jornada de trabalho dos servidores da Polícia continua sendo de 44 horas semanais, sem prejuízos financeiros na remuneração dos profissionais da instituição. “A mudança no horário de plantão dos servidores é um desejo da população, que quer uma polícia mais fortalecida, mais eficiente e com melhores resultados na sua gestão”, explica. Joselito lembra que praticamente todos os estados brasileiros já adotaram essa modalidade de plantão e, em todos eles, os resultados têm sido muito bons.

SEGURANÇA NA BAHIA.

Abordagens da Polícia.

Secretaria da Segurança começa a executar o Plano de Proteção ao Cidadão

A Secretaria de Segurança Pública, por meio das polícias Militar, Civil e Técnica, lançou na manhã desta sexta-feira (9), o Plano de Proteção ao Cidadão, no auditório da Secretaria de Segurança Pública – CAB. O objetivo é unir ações e realizar operações especiais para intensificar o policiamento ostensivo, combater o tráfico de drogas, apreender armas e inibir a criminalidade. A fiscalização começa nesta sexta e vai ocorrer sempre das 17h até 1h, segundo o  tenente-coronel Antônio Fontes, responsável por comandar a operação.

O Plano prevê aumentar em 20% as metas de abordagem a veículos, motocicletas, coletivos, pontos de ônibus, bares e boates. Inicialmente, as ações serão implantadas em Salvador, região metropolitana, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Porto Seguro. As blitz serão intensificadas nas principais rodovias estaduais e outras ações permanentes também terão reforço, como os cumprimentos de mandados de prisão e repressão ao crack e outras drogas.

Na ocasião, estiveram presentes o secretário de Segurança Pública, César Nunes; o Comandante da PM, coronel Nilton Mascarenhas; o Delegado Geral da Polícia Civil, Joselito Bispo; o assessor-geral de Comunicação do Governo, Robinson Almeida e comandantes das unidades operacionais envolvidas. Participaram ainda do lançamento as guarnições do Batalhão de Choque, Polícia Rodoviária, Esquadrão Águia, Operação Gêmeos e o Garra.

EMAIL QUE CIRCULA NA INTERNET.

 Eles fazem isso lá na Amazonia, e agora querem fazer no Sul da Bahia.

REPASSO com a certeza que devemos fazer isso.

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.

As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerd com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia…

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