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:: ‘Saúde’

Infectado, Bolsonaro fez o que tem pregado há meses: tomou cloroquina

Com febre de 38 graus e prostração, o presidente aguarda o resultado do segundo teste

Diante dos primeiros sinais de que poderia ter contraído coronavírus, nesta segunda-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro passou a tomar imediatamente o remédio cloroquina, como sempre defendeu. Ele iniciou a medicação antes de o primeiro exame apresentar resultado positivo. Os médicos da Presidência da República resolveram levar Bolsonaro ao Hospital das Forças Armadas (HFA) tão logo verificaram os sintomas. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

O serviço médico do Planalto aferiu a temperatura do Bolsonaro e, constatados 38 graus, ele foi levado ao HFA.

Como nos exames anteriores, Bolsonaro utilizou nome fictício como identificação, muito embora dados como RG fossem verdadeiros.

De volta ao Alvorada, o presidente disse a apoiadores que estava bem e que a “chapa” do pulmão deu normal: oxigenação de 96%.

Apesar do estado geral satisfatório do presidente, ele precisa se cuidar: aos 67 anos, como idoso, faz parte do grupo de risco.

Médica italiana alerta para os malefícios do uso da mascherina

Em postagem na sua página do Facebook, a médica italiana Patrizia Gentilini, oncologista e hematologista, fez um alerta sobre os malefícios do uso da mascherina pelo público em geral, de forma generalizada, em áreas abertas, na contenção de infecções por Covid-19.

Patrizia Gentilini nasceu em Faenza (Emilia-Romagna), em 1949; formou-se em medicina e cirurgia, em Bolonha em 1975, especializando-se em oncologia em Gênova, em 1980, e em hematologia, em Ferrara, em 1988.

Ela trabalhou como oncologista, por 30 anos, no hospital Morgagni Pierantoni di Forlì, considerado um dos melhores do mundo, ocupando-se com a prevenção e o diagnóstico precoce e a terapia de tumores. Por três anos, principalmente, voltou seu atendimento a pacientes com problemas onco-hematológicos. No final de 2007, retirou-se do exercício ativo da profissão. Atualmente, faz parte da Associação contra Leucemias, Linfomas, Mieloma (AIL), seção Forlì-Cesena, com o papel de vice-presidente; também, integra a ISDE Itália (Associação de Médicos para o Meio Ambiente) .

Segundo ela: “O que é contestado é a obrigação de usá-las mesmo quando estamos sozinhos e ao ar livre, o que em algumas regiões se pretende impor! Se alguém está infectado, a cada expiração ele lança vírus. Os vírus podem permanecer ativos no ambiente, por exemplo superfícies, por um certo período de tempo. Depois disso, graças à secura do ambiente, eles não são mais infecciosos. Por outro lado, os vírus adoram ambientes úmidos, onde podem permanecer ativos por mais tempo. Portanto, se você continuar expelindo vírus da boca e tiver uma máscara, eles contaminam a mesma e permanecem ativos por um longo tempo, enquanto desfrutam do vapor de água expirado continuamente. Portanto, a carga viral é adicionada a cada ato respiratório. A máscara, assim contaminada, torna-se uma bomba atômica de vírus. Isso faz mal a você, porque você os respira em quantidades industriais e os faz entrar em seus pulmões, e isso faz mal aos outros porque, por exemplo, com uma tosse, você expele mais deles para o meio ambiente”.

Na postagem, ela cita o médico Antonio Lazzarino, epidemiologista do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London (UCL), segundo o qual, no que se refere ao Covid-19, “os efeitos negativos do uso de máscaras superam os positivos”.

Acompanhe, a seguir, a íntegra do conteúdo da postagem, originalmente publicada em italiano.

“Ainda a propósito de MASCHERINE, aqui estão os 6 pontos cruciais da questão, de acordo com o Dr. ANTONIO LAZZARINO, médico epidemiologista que trabalha na Inglaterra e consultor do governo inglês. Os pontos abaixo são o resumo deste artigo:

‘Muitos me pediram mais informações sobre os motivos pelos quais a mascherina pode causar mais mal do que bem aos cidadãos normais para sua proteção diária contra o coronavírus, seja para quem a usa pensando em proteger o próximo, seja para quem a usa pensando em proteger a si mesmo. Aqui estão alguns aprofundamentos:

(1) Com a mascherina, você se sente mais protegido e aplica menos distanciamento social e lavagem das mãos. Não há nada que você possa fazer sobre isso; é um efeito inconsciente. Coloca você e os outros em risco.

(2) O volume e a qualidade da voz das pessoas que falam com a mascherina são consideravelmente reduzidos e as pessoas, espontânea e inconscientemente, se aproximam mais para ouvir melhor, ficando infectadas com mais facilidade (lembre-se de que a máscara não filtra o vírus).

(3) A mascherina faz com que o ar quente e úmido que você exala entre em seus olhos. Em muitas pessoas isso gera dor de cabeça. Em quase todas elas, gera um desconforto nos olhos que as inclina a tocá-los. Não há nada que você possa fazer sobre isso; é um reflexo instintivo. O olho é um caminho preferencial para o vírus. Se você tiver as mãos contaminadas, irá infectar-se.

(4) Respirar com a mascherina é mais cansativo e requer mais trabalho para os músculos respiratórios (tanto que é intolerável o uso para pessoas com certas doenças pulmonares). Além disso, com a máscara, você respira uma porção de dióxido de carbono previamente exalada. Estes dois fenômenos causam um aumento na frequência e na profundidade da sua respiração: você está facilitando a entrada do vírus nos pulmões.

(5) Para fazer o teste “tampone” é usado o cotonete. Este último serve para “pegar” o vírus, mantendo-o “hidratado” e, portanto, “vivo”. De que são feitas as máscaras? Algodão! Se você está infectado e usa uma máscara, carrega bilhões de vírus felizes e bem alimentados pelo vapor d’água que exala continuamente, uma espécie de nuvem de Fantozzi ao redor da cabeça por um raio de cerca de meio metro. Não sabemos com que frequência a mascherina deve ser trocada para limitar esse efeito ao mínimo, mas certamente não pode ser completamente eliminado, a menos que a máscara seja eliminada. Uma pessoa com uma mascherina é mais infecciosa do que uma pessoa sem o artefato. Além disso, tenha cuidado para não tocar nela com as mãos ou jogá-la de maneira inadequada! Em suma, a mascherina é um verdadeiro veículo para a infecção.

(6) O sistema imunológico frequentemente referido é uma segunda linha de defesa. Nossa primeira linha de defesa consiste no sistema imunológico inato. Esta é a primeira resposta rápida a um ataque, não depende do tipo de ataque, não tem memória, é ativa contra todos os vírus e bactérias, novas ou antigas, portanto também funciona contra o COVID19. O sistema inato basicamente mata micróbios imediatamente graças a algumas reações químicas. Ele dá um tapa em qualquer um que se aproxima, perseguindo-o. No entanto, esta super-arma super rápida tem uma desvantagem: se houver muitos ataques, não poderá lidar com todos eles. Se tiver sorte, entra em contato com uma quantidade mínima de vírus e o destrói imediatamente com seu sistema inato. O jogo termina. Se você usar a máscara, o vírus ainda respira, mas a pequena quantidade que você inalou permanece nas proximidades, a poucos passos de suas células epiteliais, o vírus insiste em você e provavelmente irá exigir o melhor do seu sistema inato. Nesse ponto, a defesa do sistema imunológico começa: você está oficialmente infectado. Uma vez infectado, continua usando a máscara e continua causando um aumento na carga viral, resultando em maior carga de trabalho para o seu sistema imunológico. Seria bom poder estudar quantas infecções assintomáticas se tornaram sintomáticas e severamente sintomáticas por causa da máscara. Se você acha que esses efeitos são irrelevantes, você deve elaborar e conduzir um estudo epidemiológico válido que comprove sua tese. De fato, pelo princípio da precaução, não podemos aconselhar nem obrigar os cidadãos a usar mascherine, até que esses efeitos sejam bem quantificados; seria como comercializar um medicamento sem antes experimentá-lo.

Diante dessas desvantagens, a mascherina tem apenas uma vantagem: interrompe as gotas de saliva (que absorve) e permite tossir e espirrar sem ter que fazer um grande esforço para colocar um lenço ou cotovelo na frente da boca. No entanto, os vírus também são,  acima de tudo, transmitidos através de pequenas gotículas que a mascherina não filtra. Além disso, se você tosse e espirra, precisa ficar em casa em estrito isolamento, nem pode sair para fazer compras ou ir à farmácia. Em resumo, para combater essa epidemia, a mascherina nem serve para realizar a única tarefa para a qual poderia ser útil.

As diretrizes da OMS de 6 de abril são claras: o uso de máscaras é desaconselhado para os cidadãos porque provavelmente é contraproducente, seja para proteger a si mesmo ou aos outros.

Em algumas regiões italianas, existe a obrigação de usar uma máscara.

Se eu fosse parente de uma vítima que foi infectada após o estabelecimento dessa obrigação, não hesitaria em denunciar criminalmente a pessoa que a instituiu.’”

O NOVO CORONAVÍRUS NÃO É NOVIDADE DESDE 2003.

98,6% dos casos de covid no mundo estão curados ou não apresentam risco

No Brasil, são 534 mil ainda doentes e diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, diz ver sinais de estabilização

O planeta tem 4,385 milhões de pessoas infectadas com o coronavírus, mas 98,65% delas tiveram manifestações leves da doença ou estão completamente assintomáticas, segundo o Worldometer. Números superlativos do chamado “jornalismo de funerária” espalham pânico com maior rapidez que o próprio vírus, mas a verdade é que das 11,2 milhões de pessoas que contraíram covid-19, cerca de 6,3 milhões, equivalente a 56% do total, já estão curadas. Mas, infelizmente, 528,3 mil faleceram. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No Brasil, o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, diz ver sinais de estabilização. São 534 mil infectados e 98,4% não correm riscos.

A taxa de cura, segundo o Worldometer, também mostra que o Brasil está reagindo: era de 85,2% no início de maio e já se aproxima de 94%.

Apesar de estável, a média diária de mortes gira em torno de mil todos os dias desde o início de junho. Não sobe muito, nem recua muito.

ILHÉUS PODERÁ TER A SUA 1ª UPA 24 HORAS.

E não as tabuletas sem noção, penduradas na Policlínica Halil Medauar.

PARA ONDE VAI O ATENDIMENTO EM SAÚDE DE ILHÉUS?

Vai para Itabuna.

Foram disponibilizados 2 micro-ônibus para fazerem o translado de pacientes regulados, de Ilhéus para a Policlínica Regional de Itabuna.

CORONAVÍRUS – EMPATIA E BOM SENSO

O Center for Disease Control do governo dos EUA oficializou as evidências científicas emergentes sobre a transmissão do coronavírus (em resumo, empatia e bom senso):

1. Risco muito baixo de transmissão a partir de superfícies.
2. Risco muito baixo de atividades ao ar livre.
3. Risco muito alto de reuniões em espaços fechados, como escritórios, locais para cultos religiosos, salas de cinema ou teatros.

Outro dado interessante, a carga viral necessária para iniciar a doença é ~ 1000 partículas virais (vp).

1. Respiração: ~ 20 vp / minuto
2. Fala: ~ 200 vp / minuto
3. Tosse: ~ 200 milhões de vp (o suficiente pode permanecer no ar por horas em um ambiente mal ventilado)
4. Espirro: ~ 200 milhões vp
5. Estar próximo de alguém (com ~ 2m de distância): baixo risco se o limite for inferior a 45 minutos
6. Conversando com alguém frente a frente (com máscara): baixo risco se o limite for inferior a 4 minutos
7. Alguém passando por você andando / correndo / andando de bicicleta: baixo risco
8. Espaços bem ventilados, com distanciamento: baixo risco
9. Compras: risco médio (pode reduzir para baixo, limitando o tempo e seguindo a higiene)
10. Espaços internos: alto risco
11. Banheiros públicos / Áreas comuns: Alto risco de fomito / transferência de superfície
12. Restaurantes: alto risco (pode reduzir a médio risco sentando-se ao ar livre com distanciamento e percepção do toque na superfície)
13. Locais de trabalho / escolas (mesmo com distanciamento social): risco muito alto, incluindo alto risco de transferência de fômite
14. Festas / Casamentos: risco muito alto
15. Redes de negócios /conferências: risco muito alto
16. Arenas / Concertos / Cinemas: risco muito alto

Os fatores principais que você pode usar para calcular seu risco são:

1. interior vs exterior
2. espaços estreitos versus espaços amplos e ventilados
3. alta densidade de pessoas vs baixa densidade
4. exposição mais longa vs exposição breve

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prevent-getting-sick/how-covid-‘

PANDEMIA E QUARENTENA CAUSANDO PROBLEMAS PSICOLÓGICOS

Coitado, tão jovem.

Os 5 tipos de máscaras, qual a sua eficácia e como as usar corretamente

Usada de forma incorreta, pode trazer mais riscos do que benefícios. Neste gráfico simples, aprenda a usá-la com segurança
A Direção-Geral da Saúde recomendou ontem o uso de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados com várias pessoas, como medida de proteção adicional ao distanciamento social, à higiene das mãos e à etiqueta respiratória. Mas nem todas as máscaras são iguais. Existem vários tipos diferentes de máscaras e de respiradores com níveis de proteção diferentes, recomendados para usos distintos. Conheça-os e saiba usá-los corretamente.

Os vários tipos de máscaras

Máscaras de esponja
Não têm qualquer eficácia. O seu uso é meramente estético e não tem efeitos de proteção.

Máscaras de tecido
Quando feitas com várias camadas, reduzem a exposição das outras pessoas às gotículas expelidas por quem a está a utilizar, mas a sua eficácia é reduzida. Exigem que a distância social seja respeitada. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano recomenda que sejam feitas com tecidos de algodão.

Máscaras com filtro de carbono ativado
Populares contra a poluição, são muito eficazes na filtragem de pó, mas não contra vírus. O nível de proteção que oferecem é inferior ao das máscaras cirúrgicas. O carbono ativado absorve milhares de vezes o seu peso em toxinas.

Máscara cirúrgica
Reduz a exposição das outras pessoas às secreções do utilizador e também o protege das gotículas de maiores dimensões que possam conter vírus ou bactérias. Compostas por TNT (tecido não tecido), não são eficazes a bloquear as partículas microscópicas que circulam no ar.

Respirador FFP3
Filtra cerca de 99% das partículas que circulam no ar, incluindo as mais pequenas, com 0,3 micrómetros (0,003 milímetros). Já o modelo FFP1 impede a passagem de, pelo menos, 80% das partículas, e o FFP2 de 94% (nos EUA, o modelo equivalente é o N95). Habitualmente feitas de microfibra sintética, devem ser usadas o mais ajustadamente possível ao rosto.

Como usar a máscara corretamente

Além do tipo de máscara escolhido, é fundamental saber utilizá-la bem, para os riscos não serem ainda maiores para quem as usa. Conheça as regras passo a passo

O QUE O EFEITO MANADA FAZ COM GENTE MANIPULÁVEL, VEJA O VÍDEO ===>>> 25/04/2020

Efeito manada…

Covid-19: SBI destaca resultado positivo com novo tratamento

Medicamento reduziu mortes de pacientes em ventilação mecânica

Publicado em 16/06/2020 – 21:32 Por Jonas Valente – Repórter Agência – Brasília

 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou nota destacando os resultados do estudo Recovery da Universidade de Oxford com o medicamento dexametasona que mostraram efeitos positivos no tratamento da covid-19.A pesquisa mostra que o medicamento resultou uma redução de mortalidade de 33% nos pacientes com covid-19 em ventilação mecânica. Nos pacientes precisando de oxigênio mas sem assistência de ventilação mecânica, a queda da mortalidade foi de 20%.

Já entre os pacientes que não necessitam de oxigênio, não houve diferença com a prescrição do medicamento.

A entidade analisou que os resultados permitem uma conclusão prática: “todo paciente com covid-19 em ventilação mecânica e os que necessitam de oxigênio fora de Unidade de Terapia Intensiva devem receber dexametasona via oral ou endovenosa 6mg uma vez por dia por 10 dias”.

Edição: Aline Leal

ISTO É CAMPANHA ELEITORAL ANTECIPADA?

contador free

nao basta

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