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:: ‘Saúde’

Covid-19: Ministério da Saúde autoriza mais 411 leitos de UTI

Leitos serão distribuídos por 13 estados e custarão R$ 19,7 milhões

Publicado em 20/04/2021 – 17:40 Por Jonas Valente – Brasília

Hospital de campanha

O Ministério da Saúde autorizou mais 411 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento de covid-19. Serão repassados R$ 19,7 milhões mensais para custear essas estruturas de atendimento.

Os novos leitos serão implantados em 13 estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A autorização é a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, que substituiu a habilitação de leitos. O governo federal arca com parte das despesas. Agora o pagamento não é mais antecipado, mas sim mensal.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021 já foram autorizados mais de 18 mil leitos para o tratamento de pacientes com covid-19. Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios divulgada no dia 9 de abril indicava 760 cidades com fila de espera para leitos de UTI exclusivos para o tratamento de covid-19.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Polícia Federal deflagra operação contra desvios no combate à covid-19

Ações têm como alvo três municípios de São Paulo

As ações têm como alvo os municípios de Hortolândia (interior paulista), Embu das Artes e Itapecerica da Serra, esse dois últimos na Grande São Paulo. A investigação foi iniciada a partir de informações fornecidas pela Controladoria Geral da União que indicam que esses municípios contrataram uma organização social (OS) sem capacidade técnica para prestação de serviços na área da saúde.

Segundo a PF, os contratos sob investigação têm um valor total de mais de R$ 100 milhões. Alguns desses contratos foram assinados de forma emergencial para atender os pacientes de covid-19.

De acordo com as investigações, a OS subcontratou empresas recém-criadas, também sem experiência na área, para a execução dos serviços demandados pelos municípios. A partir dessas empresas foram sacados em dinheiro R$ 18 milhões, em retiradas fracionadas, segundo a PF, para burlar os mecanismos de controle.

Ainda de acordo com a polícia, os saques eram feitos sob escolta de um guarda civil municipal, que também era sócio de uma das empresas. (ABr)

Nos EUA, covid é confirmada como única causa da morte em apenas 5% dos casos

Quase metade dos óbitos registrados como Covid nos EUA contaram também com infecção pelo vírus influenza ou quadro de pneumonia

Os dados do NCHS são atualizados diária e semanalmente e têm origem nas certidões de óbitos emitidos nos municípios e estados.

As comorbidades mais comuns são a gripe influenza pneumonia, problemas respiratórios, hipertensão, diabetes e problemas cardíacos.

Notícias Relacionadas

Mais de 20 mil vítimas que faleceram infectadas por covid também tinham Doença de Alzheimer. A obesidade vitimou 21 mil pessoas.

Quase a metade dos óbitos pela Covid registrados nos EUA contaram também com infecção pelo vírus influenza ou quadro de pneumonia.

Medida abre crédito de R$ 5,3 bilhões para o Ministério da Saúde

Recursos serão usados na expansão de leitos e compra de equipamentos

Publicado em 30/03/2021 – 20:11 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

O presidente Jair Bolsonaro editou nesta terça-feira (30) uma Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 5,3 bilhões em favor do Ministério da Saúde. O texto tem validade imediata, mas precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. 

Segundo o Ministério da Economia, a medida visa adequar a capacidade do sistema de saúde às demandas necessárias ao enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia de covid-19. O crédito extraordinário será dirigido à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, e ao Fundo Nacional de Saúde (Funasa).

“Os efeitos da pandemia da covid-19 ultrapassaram o exercício financeiro de 2020. A situação epidemiológica atualmente verificada não era certa em meados de 2020, quando da elaboração do PLOA [Projeto de Lei Orçamentária Anual] 2021. Diante da situação fática de extrema gravidade colocada pela evolução da pandemia observada em janeiro de 2021, é necessária a adoção de medidas urgentes e singulares, para garantia do direito da população à saúde”, informou a pasta.

Na Fundação Oswaldo Cruz, os recursos serão utilizados para implantar 173 leitos do Centro Hospitalar, exclusivos para pacientes com covid-19, além da disponibilização de testes diagnósticos e outras despesas atreladas à pandemia, como apoio a pesquisas clínicas em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

No caso do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), o crédito será destinado ao custeio de despesas extraordinárias decorrentes do crescimento expressivo do número de pacientes com covid-19. De acordo com o governo, os recursos servirão para ampliar o atendimento emergencial e urgente de novas despesas, inclusive com a expansão de leitos destinados exclusivamente a esses pacientes, englobando medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual, testes e exames para diagnósticos, entre outros itens.

Já para o Fundo Nacional de Saúde, serão destinados recursos para cobrir despesas com aquisições de insumos ou equipamentos estratégicos para o enfrentamento da pandemia, como ventiladores pulmonares, monitores multiparamétricos, usina e geradores de oxigênio hospitalar, medicamentos para intubação orotraqueal, continuidade e expansão do custeio de leitos de unidade de terapia intensiva e de suporte ventilatório. Parte do crédito destinado à Funasa servirá para o custeio de até 2,63 mil Centros de Atendimento e Comunitários de Referência (Cras) dedicados ao enfrentamento à covid-19, para atenção à saúde indígena e na prorrogação de bonificação extraordinária de 55 mil profissionais da saúde residentes, que atuam no atendimento à população.

Edição: Aline Leal

Ao vivo: Marcelo Queiroga fala sobre reforço no combate à pandemia

Novo ministro fará reestruturação no sistema público de saúde

Publicado em 24/03/2021 – 16:35 Por Agência Brasil – Brasília

O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19. O ministro também deverá falar sobre a reformulação do sistema público de saúde e sobre a intensificação da campanha de imunização, além da produção nacional de vacinas contra o novo coronavírus.

Acompanhe ao vivo

*Conteúdo em atualização durante a transmissão do evento.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

MÉDICO CARDIOLOGISTA E INTENSIVISTA, O MINISTRO AGORA VAI INVESTIGAR.

A CIÊNCIA E A VACINAÇÃO!

Este artigo confirma o que disse a professora Dolores Cahill, de Dublin, que estima que pelo menos 30% dos vacinados morrerão em poucos meses de tempestade de citocinas (algo como uma alergia a amendoim), uma vez que o corpo tenha sintetizado proteína spike em grandes quantidades ! A geneticista francesa Alexandra Henrion-Caude concorda com Dolores Cahill nesta análise e processo.

A Dra. Sherri Tempenny (imagem) explica como as vacinas de mRNA começarão o processo de despovoamento nos próximos 3-6 meses (julho de 2021). Ela e outros cientistas previram que milhões de pessoas poderiam morrer e que suas mortes seriam atribuídas a uma nova cepa de COVID, para aumentar as vacinas.

Aqui estão alguns trechos mais significativos da entrevista:

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“Nos Estados Unidos, nos primeiros 30 dias após o início da vacinação, eventos adversos ocorreram em mais de 40.000 pessoas até agora, incluindo cerca de 31.000 casos de choque anafilático, cerca de 5.000 casos de reações neurológicas e outros problemas, mas que é apenas o começo.

Essas vacinas irão essencialmente criar um fenômeno chamado realce dependente de anticorpos (ADE) ou um aumento na dependência de anticorpos que permite que um “pedaço” de mRNA mensageiro se replique indefinidamente criando pedaços de proteína (proteína de pico) dentro de nosso corpo. Corpo. Em resposta, ele produzirá anticorpos, e é por isso que Bill Gates disse que nosso corpo se tornará um “produtor automático de vacinas endógenas” em resposta a essas proteínas “.

Por isso falamos de variantes inglesas e brasileiras, ao contrário, já presentes em nossos corpos devido às vacinações em massa. O exemplo da Umbria, que ocupa a primeira posição em termos de número de vacinações, oferece motivos para reflexão: é nesta região que se explode Covid com todas as suas variantes.

O cavalo de Troia, como diz o Dr. Tempenny, é de fato injetado em nós por meio da vacina de mRNA, e existem vários mecanismos pelos quais essas substâncias criarão esse caos em nós, a saber, os anticorpos que destruirão nossos pulmões e desativarão os antimacrófagos inflamatórios e transportar o vírus para a célula, permitindo que ele se replique e causando a morte de muitas pessoas dentro de um ano da vacinação: não apenas por choque anafilático ou doenças cardiovasculares, mas também por doenças autoimunes, uma vez que os anticorpos da proteína Spike começarão a atacar e quebrar os glóbulos vermelhos. Quando as pessoas começam a morrer, os médicos recomendam doses adicionais, e a injeção de reforço agravará a situação.

Fonte:notiredmerida.com

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Vacinas fornecidas pelo consórcio Covax desembarcam em Guarulhos

Chegaram ao Brasil 1,02 milhão de imunizantes

Publicado em 21/03/2021 – 19:36 Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil – São Paulo
Atualizado em 21/03/2021 – 21:33

As primeiras doses de vacina contra a covid-19, fornecidas pelo consórcio Covax Facility, desembarcaram no final da tarde de hoje (21) no Brasil. O avião, que saiu de Amsterdã, na Holanda, com os imunizantes, pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos as 17h32 deste domingo. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanhou a chegada da vacina a Guarulhos, junto com o chanceler Ernesto Araújo.

As doses que chegaram são da vacina Oxford/AstraZeneca, fabricada pelo SK Bioscience, da Coreia do Sul. Essa é a mesma vacina que está sendo fabricada em solo brasileiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e que teve aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse que além de acelerar o combate à pandemia no Brasil, a iniciativa beneficia 190 países que fazem parte da iniciativa. “O Brasil é um dos poucos países que financiou o desenvolvimento de vacinas pelo consórcio, além de receber as doses. A importância da Covax, além de reforçar a nossa campanha de vacinação, é que o Brasil também está contribuindo para a imunização de países com menos recursos. É um elemento de solidariedade e de contribuição para a comunidade internacional”, disse o chanceler.

O Ministério da Saúde informou que o primeiro lote de vacinas da Covax Facility será distribuído aos estados e ao Distrito Federal de forma proporcional e igualitária nos próximos dias de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação. “O governo federal já viabilizou, até o momento, 30 milhões de doses [de vacina] aos estados e municípios. Até o final de março, mais 15 milhões de doses serão disponibilizadas aos brasileiros. Isso já nos permite imunizarmos cerca de 38% de todos os grupos prioritários com a primeira dose de vacina. Já somos a quinta nação que mais vacina no mundo”, disse o assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Soligo.

Mais doses

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização.  A entrega dessas doses ao Brasil ficou a cargo do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS), mecanismo que há 35 anos auxilia os países da região a promover o acesso a vacinas.

A entrega é parte de uma primeira fase de distribuição de doses da OMS para o Brasil. O país recebeu hoje 1.022.400 de doses desse imunizante. Segundo o Ministério da Saúde, até o final deste mês de março serão entregues mais 1,9 milhão de doses do mesmo fabricante por meio dessa aliança global, que conta com a participação de mais de 150 países.

Até maio, segundo o ministério, serão entregues um total de 9,1 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. De acordo com o contrato de adesão do Brasil à iniciativa, firmado em 25 de setembro de 2020, o país terá acesso a um total de 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

Covax

O mecanismo Covax é um esforço global da Coalização para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemiais (Cepi), da Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), da OMS e da Opas.

“Este é um grande passo para conseguirmos salvar vidas, deter a propagação da covid-19 e voltarmos ao novo normal. Continuaremos a trabalhar dia e noite, em conjunto com as autoridades de saúde do Brasil e entes parceiros, para viabilizar a chegada de mais vacinas e ajudar em tudo o que diz respeito à vacinação e ao fortalecimento das medidas de saúde pública, de modo a enfrentarmos todos juntos a covid-19. Se cada um fizer a sua parte, sairemos mais rápido e mais fortes desta pandemia”, disse Socorro Gross, representante da Opas e da OMS no Brasil, por meio de um comunicado à imprensa.

Matéria atualizada às 21h32 para acréscimo de informação

Edição: Fábio Massa

Médico há 45 anos, deputado critica ‘torcida fúnebre’ pela Covid-19 no Brasil

Dr. Luiz Ovando diz que a “torcida da Covid” em parte da oposição e da imprensa tenta gerar pânico

Ele argumenta que enquanto em vários países o conjunto da sociedade se une para combater a Covid, o inimigo comum do século XXI, “aqui parte da oposição ao presidente da República, setores da imprensa e militantes da esquerda se juntam ao coronavírus.”

Em seu artigo Torcida fúnebre: a Covid-19 e seus aliados no Brasil, Luiz Ovando avalia que esses setores têm levado pânico diário à população.

“A torcida da Covid-19 faz pior: esconde os fatos, como deixar de anunciar que a Europa vive situação idêntica, com o sistema de saúde entrando em colapso. Aumento lá e cá de novos casos. As mortes igualmente”, afirma.

O experiente médico e deputado diz em seu artigo que, “quanto mais mortes, mais se potencializa o discurso fúnebre daqueles que esperam o vírus derrotar o país para — “se Deus quiser” (no linguajar de muitos) — derrubar Jair Bolsonaro.”

“Acredite!”, diz o parlamentar, “há quem torça pela doença, que ela destroce nosso povo e leve nossa economia à bancarrota.”

Saúde autoriza mais de 2,7 mil leitos de UTI para 22 estados

Duas portarias foram publicadas no Diário Oficial com a medida

Publicado em 20/03/2021 – 15:01 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Hospital de campanha

O Ministério da Saúde autorizou mais 2,7 mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto em 22 estados para atendimento exclusivo aos pacientes graves com covid-19, em caráter excepcional e temporário. Para isso, duas portarias foram publicadas, ontem (19), em edição extra do Diário Oficial da União.

A Portaria nº 499/21 autoriza 1.280 leitos de UTI adulto para o reforço da estrutura hospitalar em mais de 50 municípios nos estados da Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo. O valor do repasse mensal será de mais de R$ 61,4 milhões.

Já a Portaria nº 501/21 autoriza a instalação de 1.499 leitos de UTI adulto em mais de 70 municípios nos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Os recursos de custeio para essas unidades será de R$ 71,9 milhões mensais.

A autorização é a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, que substituiu a habilitação de leitos. O governo federal arca com parte das despesas, mas agora o pagamento não é mais antecipado e sim mensal.

“A medida fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS) e leva atendimento para a população em todo o país. Apesar de estados e municípios terem autonomia para criar e habilitar os leitos necessários, o Ministério da Saúde, em decorrência do atual cenário de emergência, disponibiliza recursos financeiros e auxílio técnico para o enfrentamento da doença. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas”, informou o ministério, em comunicado.

O pedido de autorização para o custeio dos leitos covid-19 é feito pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, que garantem a estrutura necessária para o funcionamento dessas unidades. De acordo com o Ministério da Saúde, entre os aspectos observados nas solicitações de autorização estão a curva epidemiológica do coronavírus na região, a estrutura para manutenção e funcionamento da unidade intensiva e corpo clínico para atuação em UTI.

Nessa semana, o governo já havia autorizado 1.639 leitos de UTI adulto e oito leitos de UTI pediátrica para tratamento de pacientes com covid-19. Serão atendidas 64 cidades dos estados de Goiás e São Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro destacou as medidas em publicação nas redes sociais.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Marcelo Queiroga fala em nova onda de covid-19 e união com estados

Indicado para a Saúde falou de ações para enfrentamento da doença

O indicado para dirigir o Ministério da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento hoje (16) na porta do órgão juntamente com o titular que deixará o comando, Eduardo Pazuello.

Queiroga falou sobre a existência de uma nova onda da pandemia. “No momento, vivemos uma nova onda da pandemia, com muitos óbitos, em que é preciso melhorar a qualidade de assistência em cada um dos nossos hospitais, sobretudo nas unidades de terapia intensiva, no enfrentamento às síndromes respiratórias agudas graves”, disse. Até então, o Ministério da Saúde utilizava o termo “repique”. Ele destacou a necessidade de união entre Executivo Federal, governos estaduais e prefeituras no combate à pandemia.

“Sobretudo agora temos que unir esforços com os secretários municipais de Saúde. O Brasil tem mais de 5.570 municípios, então há mais de 5.570 secretários municipais de Saúde. Há os secretários estaduais de Saúde, há os órgãos representativos como o Conass [Conselho Nacional de Secretários de Saúde] e o Conasems [Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde]. O Ministério da Saúde está muito empenhado em trabalhar de maneira harmônica e, em parceria, para melhorar a condição de assistência, para que efetivamente os mais de 500 milhões de doses de vacinas, que já foram tratadas aqui na gestão do ministro Pazuello, sejam aplicadas nos brasileiros de uma maneira eficiente de tal sorte que nós consigamos conter a situação do vírus e, por fim, essa pandemia”, comentou.

Prevenção

O novo titular do Ministério da Saúde também destacou a importância da população se engajar nas medidas de prevenção à covid-19, incluindo o uso de máscaras e distanciamento social. “Eu tenho certeza que nós teremos a ajuda dos brasileiros para executar as políticas públicas do interesse da população e, com isso, ter um resultado mais desejável no enfrentamento da pandemia de covid-19 e nas outras situações de saúde pública que afetam a nossa sociedade”, acrescentou.

Queiroga defendeu a combinação das ações e enfrentamento à covid-19 com medidas de proteção do emprego e assinalou o papel da ciência brasileira para subsidiar as medidas das autoridades de saúde.

O ministro Eduardo Pazuello reforçou a ideia de continuidade na gestão. “Não é uma transição, é um só governo. Continua o governo Bolsonaro. Continua o ministro da Saúde. Trocam o nome de um oficial general que estava aqui organizando a parte operacional, a gestão, a liderança, a administração e agora vai chegar um médico com toda a sua experiência na área de saúde para poder ir além. Então nós estamos somando neste momento, não dividindo, não separando. É um somatório”, comentou Pazuello.

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no ministério da Saúde.

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, e o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falam à imprensa no ministério da Saúde. – Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Edição: Bruna Saniele

Bolsonaro anuncia Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde

Médico cardiologista substituirá o general Eduardo Pazuello

Publicado em 15/03/2021 – 20:57 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

 

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta segunda-feira (15), nas redes sociais, ter acertado a nomeação do médico Marcelo Queiroga como ministro da Saúde. Os dois se reuniram ao longo da tarde no Palácio do Planalto para discutir a troca no comando da pasta. O anúncio também foi feito pelo presidente durante conversa com apoiadores na porta do Palácio do Alvorada. 

“Foi decidido agora a tarde a indicação do médico Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias, e tem, no meu entender, tudo para fazer um bom trabalho dando prosseguimento em tudo que Pazuello fez até hoje”, afirmou Bolsonaro na conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, mantido por apoiadores do presidente.

Mais cedo, o ministro Eduardo Pazuello deu uma coletiva de imprensa para atualizar informações sobre o combate à pandemia de covid-19 e confirmou que o presidente mantinha tratativas para a sua substituição na pasta . 

A nomeação de Queiroga será publicada na edição de amanhã (16) do Diário Oficial da União e o processo de transição no ministério deve durar entre uma e duas semanas, disse o presidente. 

Nas redes sociais, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, também comentou a indicação de Queiroga, classificando o Ministério da Saúde como “uma das pastas mais desafiadoras e relevantes” do governo.

Perfil

Marcelo Queiroga é natural de João Pessoal e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Sua área de atuação é em hemodinâmica e cardiologia intervencionista e atualmente Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 

Com a indicação, Queiroga será o quarto ministro da Saúde desde o começo da pandemia de Covid, há exatamente um ano. Passaram pela pasta, neste período, os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, seguido depois pelo general Eduardo Pazuello, do Exército. 

O principal desafio do novo ministro será acelerar o processo de vacinação em massa da população. Até agora, o país vacinou cerca de 4,59% da população com a primeira dose de imunizantes, percentual que corresponde a 9,7 milhões de pessoas. O Brasil acumula, até o momento, mais de 279 mil mortes por covid-19.

Edição: Fábio Massalli

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