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:: ‘Saúde’

Covid-19: entidade orienta sobre vacinação em pacientes reumáticos

Alerta é da Sociedade Brasileira de Reumatologia

Publicado em 16/01/2021 – 16:21 Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) lançou um guia com orientações sobre a vacinação contra a covid-19 em pacientes com doenças reumáticas autoimunes. Segundo a entidade, em razão da ausência, até o momento, de evidências de segurança e eficiência das vacinas para as pessoas com enfermidades reumáticas, a decisão pela vacinação deverá ser tomada caso a caso.

A decisão de vacinação deve ser individual e compartilhada entre o médico e paciente, tendo em vista que portadores dessas enfermidades podem apresentar desregulação imune por causa da doença e redução da eficiência do sistema de defesa do organismo devido ao tratamento. 

“É esperado que o reumatologista esteja familiarizado e se mantenha atualizado sobre as características, eficácia e segurança das vacinas contra covid-19 para melhor orientar seus pacientes, considerando tanto a situação epidemiológica local quanto os riscos e benefícios desta tomada de decisão compartilhada”, diz a cartilha.

O guia destaca que a população com doenças reumáticas autoimunes não é considerada grupo de risco para a covid-19. Segundo o documento, a análise de bancos de dados da China, Europa e Estados Unidos não revela maior incidência e gravidade da covid-19 nesses pacientes. 

Doenças reumatóides autoimunes

“Destaca-se o posicionamento da Sociedade Brasileira de Infectologia e do Ministério da Saúde, que também não consideram os pacientes com doenças reumatóides autoimunes entre os grupos de risco aumentado para complicações da infecção por Sars-CoV-2 e, desta forma, com indicação para vacinação prioritária, sugerindo que a maior parte destes pacientes possa ser vacinada juntamente com a população geral”, frisa.

O guia recomenda que a vacinação desses pacientes poderá ocorrer quando a doença reumatoide estiver estável ou em remissão, e o paciente não estiver com a eficiência do sistema de defesa do organismo alterada. “Entretanto, o médico pode discutir com o paciente o momento para a imunização, considerando a situação epidemiológica da região e o enquadramento do paciente nos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde”.

O documento é composto por 16 perguntas e pode ser acessado neste site.

Edição: Kleber Sampaio

Reserva de mercado na prescrição de óculos de grau completa 88 anos

Brasil é dos poucos que exigem consulta com oftalmologistas para determinar óculos de grau adequados

O Brasil continua refém de um dos mais antigos e atrasados casos de reserva de mercado: a exigência de receita médica para óculos de grau.

Em todo o mundo, técnicos em Optometria, nas próprias óticas, são responsáveis pelos exames que determinam os óculos mais adequados.

Eles não substituem médicos, apenas, como estes, operam equipamentos que apontam a “receita” exata de óculos.

Notícias Relacionadas

No Brasil, a reserva de mercado para oftalmologistas foi estabelecida há 88 anos, por meio de decretos-lei de 1932 e 1934 do ditador Getúlio Vargas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em junho, o STF manteve a reserva de mercado e, para a alegria dos oftalmologistas, inviabilizou a profissão de técnicos em Optometria.

Mesmo qualificados, optometristas estão proscritos. Vivem sob ameaça de ter material apreendido e leiloado, além de pagamento de multa.

Assim, no Brasil, qualquer pessoa que necessite de óculos de grau, até em caso de troca, continua obrigado a pagar consulta ao oftalmologista.

O QUE O EFEITO MANADA FAZ COM GENTE MANIPULÁVEL, VEJA O VÍDEO ===>>> 25/04/2020

Efeito manada…

Brasil salva 97,24% dos doentes e supera 7 milhões de curados da covid

Proporcionalmente, Brasil tem menos óbitos que Argentina (964), México (994), França (1019) etc etc

Em relação a óbitos, jornais famosos como o francês Le Monde listam os países de acordo com a população e o Brasil aparece em 24º lugar, com 928 mortes a cada milhão de habitantes.

Em situação pior, com 932 mortes por milhão, temos a Suíça, sem que ninguém fale em “caos na saúde” lá. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Proporcionalmente, Brasil tem menos óbitos que Argentina (964), México (994), França (1019), Espanha (1100), EUA (1109) e Reino Unido (1136).

Há ainda Peru (1142), Itália (1272) e Bélgica, que tem taxa de 1.707 mortes por milhão de habitantes; quase o dobro da média brasileira.

O Brasil, com 212 milhões de habitantes, tem 705 mil casos ativos da covid. O Reino Unido (68 milhões de habitantes) tem o dobro: 1,4 milhão.

Covid-19: 354 milhões de doses estão asseguradas em 2021, diz Pazuello

Vacinas serão produzidas pela Fiocruz e pelo Butantan

Publicado em 06/01/2021 – 21:04 Por Agência Brasil – Brasília

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (6), em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a AstraZeneca, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.

Pazuello anunciou também a edição de uma medida provisória que trata de ações excepcionais para aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística.

O ministro informou que o ministério está em processo de negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Barat Biotech, da Índia.

Segundo Pazuello, estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas. “Ou seja, um número suficiente para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Panamericana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas”. 

Pazuello destacou que o Brasil está preparado logisticamente para a operação de vacinação. “Hoje, o Ministério da Saúde está preparado e estruturado em termos financeiros, organizacionais e logísticos para executar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, disse.

Sobre a vacina da Pfizer, o ministro destacou os esforços para resolver as “imposições que não encontram amparo na legislação brasileira”, como a isenção de responsabilização civil por efeitos colaterais da vacinação e a criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. O ministro disse ainda que em breve o Brasil será exportador de vacinas para a região. 

Medida Provisória 

Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória citada por Pazuello prevê que o Ministério da Saúde será o responsável por coordenar a execução do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19. A norma também prevê a contratação de vacinas e de insumos, antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o treinamento de profissionais para imunizar a população. “Asseguro que todos os estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional à sua população”, destacou ao reafirmar que a vacina será gratuita e não obrigatória.

Edição: Fábio Massalli

Bolsonaro edita MP que flexibiliza regras de aquisição de vacinas

Texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União

Publicado em 06/01/2021 – 23:02 Por Agência Brasil – Brasília


Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro editou hoje (6) a Medida Provisória (MP)  1026/21, que flexibiliza regras para facilitar a aquisição de vacinas e insumos. O texto possibilitará a aquisição de insumos e vacinas em fase de desenvolvimento e antes do registro sanitário ou de autorização de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ideia do governo é dinamizar o processo de aquisição de vacinas.

Além disso, a MP flexibiliza normas de licitação, possibilitando que as partes estabeleçam termos contratuais sobre eventual pagamento antecipado, inclusive com a possibilidade de perda do valor antecipado, hipóteses de não penalização da contratada, bem como outras condições indispensáveis para obter o bem ou assegurar a prestação do serviço.

O texto também firma o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 como “instrumento estratégico” de vacinação de toda a população. A MP também determina que o profissional de saúde esclareça ao paciente ou seu representante legal que o produto não tem registro definitivo na Anvisa, assim como seus riscos e benefícios.

Os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, deverão registrar, diariamente e de forma individualizada, os dados referentes à aplicação de vacinas contra a covid-19, assim como de eventuais efeitos colaterais, em um sistema de informação que será disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

Pelo texto, a Anvisa poderá conceder autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de quaisquer vacinas contra a covid-19, além de materiais, medicamentos, equipamentos e insumos da área de saúde sujeitos à vigilância sanitária, que não tenham registro na agência desde que esses produtos sejam registrados por, no mínimo, uma autoridade sanitária estrangeira e autorizados à distribuição em seus respectivos países.

As agências estrangeiras selecionadas pela Anvisa são: Food and Drug Administration – FDA (EUA); European Medicines Agency – EMA (União Europeia); Pharmaceuticals and Medical Devices Agency – PMDA (Japão); National Medical Products Administration – NMPA (China) e Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency – MHRA (Reino Unido).

Ainda não existem vacinas registradas pela Anvisa. Laboratórios produtores de vacina e seus parceiros no Brasil têm se reunido com a agência reguladora e tratado da documentação necessária para fazer o pedido de uso emergencial da vacina.

A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União  nesta sexta-feira. A edição extra também traz o despacho do presidente da República que envia o texto para o Congresso Nacional.

Edição: Fábio Massalli

Bolsonaro suspende compra de seringas por causa dos altos preços

Segundo presidente, Estados e municípios têm estoque suficiente para o começo da vacinação

O chefe do executivo federal afirmou que os custos das seringas dispararam após o Ministério da Saúde divulgar a intenção de comprar o produto. Por isso, argumentou, a pasta decidiu suspender as aquisições “até que os preços voltem à normalidade”.

No tuite, o presidente disse ainda que Estados e municípios têm estoque suficiente para começar a vacinação contra a covid-19.

Bolsonaro destacou também que os países que já iniciaram a imunização de suas populações receberam poucas doses de vacina.

“Por volta de 44 países estão vacinando, contudo a Pfizer vendeu para alguns destes apenas 10 mil doses. Daí a falácia da mídia como se estivessem vacinando toda a população”, diz o texto. Na sequência, o presidente lista que um percentual mínimo de moradores desses países foi vacinado: China, 0,31%; Rússia, 0,55%; Reino Unido, 1,39%; EUA, 1,28%…

O presidente declarou também que Estados e municípios têm as seringas necessárias para começar a imunização, “já que a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande”.

Governo zera imposto de importação de seringas e agulhas até junho

Camex também suspende sobretaxa contra China

Publicado em 06/01/2021 – 14:48 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Vacina, vacinação, seringa, covid 19

Até o meio do ano, as seringas e agulhas de outros países entrarão no Brasil sem pagar tarifas. O Comitê-Executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar o imposto de importação até 30 de junho. A medida ajudará a reforçar o combate à pandemia de covid-19.

Até agora, esses produtos pagavam 16% de alíquota para entrar no país. A Camex também suspendeu, até o fim de junho, uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China.

Desde 2009, o Brasil aplica uma medida antidumping – punição autorizada pelas normas internacionais quando um país julga haver concorrência desleal à indústria nacional – às seringas descartáveis chinesas. Desde 2015, a sobretaxa estava fixada em US$ 4,55 a cada quilograma de mercadoria importada.

Tarifa zerada

Com as duas medidas, a lista de produtos com tarifa zerada para o combate à pandemia de covid-19 aumentou para 303 produtos. Desde março do ano passado, o Comitê-Executivo da Camex avalia o abastecimento brasileiro de produtos de saúde e promove ajustes na lista com base na avaliação do Ministério da Saúde da situação da pandemia no país. Até agora, foram emitidas 16 resoluções de reduções tarifárias.

Na segunda-feira (4), o Ministério da Saúde havia requisitado a fabricantes instalados no país seringas e agulhas de estoques excedentes para a futura campanha de vacinação contra a covid-19.

Edição: Kleber Sampaio

Uso político leva a proliferação de fake news sobre a vacinação no Brasil

Suposta negativa da Índia e até falsa negociação de governadores com a Pfizer foram inventadas

Em menos de dois dias úteis, o interesse político criou dúvida sobre a chegada das vacinas negociadas pelo governo federal, prontamente abraçada por parte da imprensa, que também deu espaço para falsa negociação paralela de governadores com laboratório. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Durou pouco a lorota de Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão, sobre “negociação paralela” com Pfizer. O laboratório desfez a mentira.

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A Pfizer negou qualquer tratativa paralela de venda de sua vacina aos Estados, reafirmando que só negocia com o governo Jair Bolsonaro.

Foram necessários nota da Saúde, Itamaraty e do laboratório Serum para acreditarem na compra de 2 milhões de doses da vacina de Oxford.                                                                                                                                   

O piauiense Wellington Dias (PT), usou a vacina para fazer política: disse ter solicitado registro à Anvisa. É lorota, só laboratório pode fazer isso.

Excesso de trabalho e pandemia podem desencadear Síndrome de Burnout

Profissionais de saúde pedem atenção aos sintomas da doença

Publicado em 03/01/2021 – 10:34 Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.

A sobrecarga de trabalho e o esgotamento devido a essa sobrecarga, que pode desencadear a Síndrome de Burnout, estão chamando a atenção dos profissionais da área médica do trabalho. Eles indicam a necessidade de maior atenção para os sintomas durante o período de tensão e fadiga provocado pela pandemia de covid-19, que trouxe a necessidade de manter o isolamento social pelo máximo de tempo possível. 

Burnout é um transtorno psíquico de caráter depressivo, com sintomas parecidos com os do estresse, da ansiedade e da síndrome do pânico, mas no qual o especialista percebe a associação com a vida profissional da pessoa. A síndrome, que foi incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, em uma lista que entrará em vigor em 2022, se não tratada pode evoluir para doenças físicas, como doença coronariana, hipertensão, problemas gastrointestinais, depressão profunda e alcoolismo. 

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que analisou o impacto da pandemia e do isolamento social na saúde mental de trabalhadores essenciais, mostrou que sintomas de ansiedade e depressão afetam 47,3% desses trabalhadores durante a pandemia, no Brasil e na Espanha. Mais da metade deles (e 27,4% do total de entrevistados) sofre de ansiedade e depressão ao mesmo tempo. Além disso, 44,3% têm abusado de bebidas alcoólicas; 42,9% sofreram mudanças nos hábitos de sono; e 30,9% foram diagnosticados ou se tratou de doenças mentais no ano anterior.

Segundo a OMS, no Brasil, 11,5 milhões de pessoas sofrem com depressão e até 2030 essa será a doença mais comum no país. A Síndrome de Burnout ou esgotamento profissional também vem crescendo como um problema a ser enfrentado pelas empresas e, de acordo com um estudo realizado em 2019, cerca de 20 mil brasileiros pediram afastamento médico no ano por doenças mentais relacionadas ao trabalho. 

“A pandemia tem sido muito prejudicial a toda a sociedade e os trabalhadores têm sofrido grande parte desses impactos. Por isso, agir e minimizar esse cenário é também uma responsabilidade das empresas, pois cabe a elas fomentar a saúde, segurança e qualidade de vida das suas equipes. O emocional das pessoas tem sido fortemente abalado pelo isolamento social, as incertezas do futuro, a pressão para alcançar resultados, as dificuldades do trabalho remoto, entre outros pontos”, disse o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho (Abresst), médico e gestor em saúde, Ricardo Pacheco. 

Segundo ele, o assunto tem merecido tanta atenção que em março desse ano a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu os impactos da pandemia na saúde mental e publicou  um documento desenvolvido pelo Departamento de Saúde Mental, com mensagens de apoio e bem-estar de diferentes grupos-alvo. 

“O intuito dessa ação foi promover o cuidado psicológico com a população mundial. Além das mensagens para as pessoas em geral, o documento contém uma sessão voltada aos trabalhadores. Isso acontece porque as relações profissionais foram muito afetadas pela covid-19, gerando, além das incertezas com a estabilidade do trabalho, a insegurança para sair de casa e trabalhar, ou mesmo a dificuldade para conciliar a quarentena em família e o home office”, disse Pacheco.

Uma das medidas importantes para prevenir a Síndrome de Burnout, de acordo com o médico, é a implantação de adequações para que o chamado novo normal funcione tanto agora quanto depois da pandemia. Para ele é extremamente necessário que a saúde mental dos trabalhadores seja um dos itens de maior atenção por parte das empresas, incluindo o treinamento dos líderes e a criação de novas ações para diminuir os problemas emocionais da equipe, além de acompanhar de perto a saúde de cada funcionário.

A gestora de benefícios, Patrícia Mota Mendes Luiz Santos, está em tratamento depois de ser diagnosticada com a síndrome. Os sintomas começaram com dores de cabeça constantes até que um dia ela foi dormir e acordou com a dor. Ao chegar no trabalho, sentiu uma dor mais forte e avisou uma colega sobre não estar bem. 

“Parecia que estava num lugar estranho, as coisas e o meu raciocínio começaram a ficar lentos. De repente me deu uma crise de choro e pânico, um desespero. Adormeceram as minhas mãos, um lado do rosto e eu pensei que estava enfartando. Me paralisou um lado do corpo. Fui levada ao pronto-socorro, mas não havia alterações e depois disso fui diagnosticada com Burnout”.

A partir de então Patrícia, que se auto pressionava para ser excelente em tudo, precisou aprender a “colocar o pé no freio” e a lidar com um ritmo de vida mais vagaroso sem ficar ansiosa por resolver tudo no mesmo dia. “O ponto inicial de tudo é a aceitação. Saber que naquele momento eu estou naquela situação e não sou aquilo. Por isso a terapia é fundamental. Os remédios ajudam, mas quem realmente tira da crise é a terapia”.

Atualmente ela não toma mais medicamentos porque aprendeu a se controlar com muita terapia e autoconhecimento. “Eu acho que isso não tem cura, mas temos o controle e o entendimento de que precisamos nos dar o tempo necessário e que não conseguimos ser 100% em tudo, principalmente nós que somos mulheres. E a mulher tende a se cobrar muito nesse sentido, achando que tem que ser perfeita em todos os setores da vida e aí acontecem os acúmulos que desencadeiam nas síndromes”, finalizou. 

Edição: Bruna Saniele

Pesquisa revela que população não vê vitorioso em guerra política da covid

Para 37,7% não houve vitorioso na disputa política pelo protagonismo do combate à pandemia

Levantamento nacional realizado pelo Paraná Pesquisas para esta coluna e o site Diário do Poder mostra que, para a maioria (37,7%), não houve vitoriosos na disputa política no enfrentamento da crise e dos desafios impostos pela pandemia, em 2020.

A autoridade mais bem avaliada é o presidente Jair Bolsonaro (27,8%), seguido dos deputados e senadores do Congresso (16,3%). Em último aparecem os ministros do Supremo Tribunal Federal, que mandaram bem para apenas 15,6%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em todos os recortes da pesquisa (demográfico, geográfico etc.), o desempenho de Bolsonaro é melhor que do Congresso e do STF.

Chegam a 43,3% os entrevistados com escolaridade até o fundamental que dizem que nenhuma autoridade lidou melhor com a crise.

O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 2.218 habitantes de 248 municípios nos 26 estados e no DF, entre os dias 18 e 22 de dezembro.

Coronavac é preterida pelo governo da China e vira preocupação no Brasil

Chineses optaram por vacina com eficácia de 79,34%, o que indica que a Coronavac deve ser ainda menos eficaz

O governo da China aprovou a primeira vacina contra a covid-19 de uso geral do país, e a escolha elevou a preocupação no Brasil.

É que a China optou pelo imunizante produzido pelo laboratório estatal Sinopharm, que revelou ter 79,34% de eficácia nos estudos clínicos.

Aliada à demora na divulgação dos resultados, a opção pelo Sinopharm em vez do também chinês Sinovac, gerou a expectativa de que a eficácia da Coronavac seja ainda menor, para desespero do governador de São Paulo, João Dória. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo de SP e o Butantan, que desenvolveu a Coronavac com o Sinovac, adiaram por duas vezes a divulgação da eficácia da vacina.

Há uma semana, o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, soltou a primeira bomba. “Sabíamos que jamais atingiria 90%”, disse.

O imunizante do Sinopharm já era usado de forma emergencial na China e se tornou a aposta do governo local para evitar nova onda de contágio.

O Sinovac admitiu ter subornado autoridades para conseguir registros de vacinas na China. Aparentemente, dessa vez o assunto é mais sério.

contador free

nao basta

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