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:: ‘Saúde’

Começa pesquisa para saber como anda a saúde dos brasileiros

Ministério pretende ouvir cerca de 27 mil pessoas só no 1º semestre

Publicado em 09/01/2020 – 06:38

Por Agência Brasil*  Brasília

A pesquisa Vigitel 2020 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), realizada todos os anos pelo Ministério da Saúde, pretende ouvir cerca de 27 mil pessoas somente no primeiro semestre. A participação é muito importante para que seja possível conhecer o retrato da saúde das pessoas no país e para o planejamento e monitoramento das ações e políticas públicas de cuidado à saúde dos brasileiros.Portanto, Você que tem 18 anos ou mais e mora em uma das 26 capitais do país, além de Brasília, poderá receber uma ligação do pesquisador do ministério convidando-o para participar da principal pesquisa no país que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração – principais causas de mortes no país.Segundo o ministério, o tempo médio para responder ao questionário é de cerca de 12 minutos. As ligações serão feitas das 9h às 21h (horário de Brasília) nos dias da semana, e das 10 às 16h aos sábados, domingos e feriados. A participação na pesquisa é voluntária.“Conhecer a situação de saúde da população é o primeiro passo para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência e a gravidade destas doenças, melhorando, assim, a saúde da população”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.O ministério alerta que durante a pesquisa não será perguntada qualquer informação relacionada a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais obtidas por meio da pesquisa dizem respeito à idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor, uma vez que permitem que os resultados reflitam a distribuição sociodemográfica da população total.

Desde 2006, a pesquisa Vigitel monitora a frequência e a distribuição de fatores de risco para o surgimento destas doenças através de um questionário, respondido por telefone, sobre itens como hábitos alimentares (consumo de frutas e hortaliças) e estilo de vida (prática de atividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas). São também investigadas a frequência e o diagnóstico médico de hipertensão arterial e diabetes, bem como a realização de exames de mamografia e de papanicolau.

 

*Com informações do Ministério da Saúde

Edição: Aécio Amado

SUS vai atender em casa pacientes com dificuldade de locomoção

Mais de 410 equipes multiprofissionais vão auxiliar no atendimento

O Ministério da Saúde Informou hoje (3) que o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com dificuldade de se locomover a uma unidade de saúde terá mais 410 equipes para atender no tratamento em casa. A medida vai atender 210 municípios de 21 estados. De acordo com o ministério, o objetivo é reduzir a demanda por atendimento nos hospitais, evitando as internações e reinternações, bem como diminuir o tempo de permanência de usuários internados no SUS.

Dos 210 municípios que receberam o benefício, 178 estão sendo habilitados pela primeira vez na modalidade de atenção à saúde, com atendimento especializado para pacientes domiciliados.

Para realizar a modalidade de atendimento houve um incremento de R$ 160,4 milhões no repasse aos estados e municípios. A pasta disse que, com as novas habilitações, agora serão 1.157 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) e Equipes Multiprofissionais de Apoio (EMAP).

“As EMADs são formadas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que ofertam um suporte médico completo aos pacientes que estão acamados. Já as EMAPs têm composição mínima de três profissionais de nível superior, escolhidos entre oito diferentes ocupações: assistente social; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; nutricionista; odontólogo; psicólogo; farmacêutico e terapeuta ocupacional”, disse o ministério. (Agência Brasil)

Bolsonaro sanciona Lei do Médicos pelo Brasil

SUSMarcello Casal Jr./Agência Brasil

Programa amplia em 7 mil vagas em locais de difícil provimento

Publicado em 18/12/2019 – 17:52

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no início da tarde de hoje (18), no Palácio do Planalto, a lei que cria o programa Médicos pelo Brasil. O programa substituirá o Mais Médicos, criado em 2013.  

Ao todo, o Ministério da Saúde prevê 18 mil vagas para médicos em todo o país, principalmente em municípios pequenos e distantes dos grandes centros urbanos. Segundo a pasta, esse número amplia em 7 mil vagas a oferta atual de médicos em municípios onde há os maiores vazios assistenciais do Brasil. O programa também vai formar médicos especialistas em medicina de família e comunidade. 

Em entrevista à imprensa, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que os primeiros médicos contratados pelo novo programa começarão a trabalhar em cerca de quatro meses. 

“Já iniciamos a construção do processo seletivo, esperamos trabalhar com isso no mês de fevereiro, para chegarmos com os primeiros profissionais aproximadamente no mês de abril, porque é o tempo de fazer, corrigir, publicar, ver as questões que normalmente são questionáveis em relação ao resultado, homologar e já começar a colocar os médicos nos locais de mais difícil provimento do país”, afirmou.

Contratação

Os aprovados no programa serão alocados em unidades de saúde predefinidas pelo ministério e terão dois anos para realizar curso de especialização em medicina de família e comunidade. A valor da bolsa formação que eles receberão será de R$ 12 mil mensais e gratificação de R$ 3 mil adicionais para locais remotos ou R$ 6 mil adicionais para distritos indígenas, além de localidades ribeirinhas e fluviais. 

Para a função de tutor médico, serão selecionados especialistas em medicina de família e comunidade ou de clínica médica. Após aprovação em processo seletivo, estes profissionais serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e serão responsáveis pelo atendimento à população nas unidades definidas e pela supervisão dos demais médicos durante o período do curso de especialização.

Os contratos com carteira assinada podem variar entre quatro níveis salariais que variam entre R$ 21 mil e R$ 31 mil, já incluídos os acréscimos por desempenho que podem variar entre 11% a 30% do salário – medido pela qualidade de atendimento e satisfação da população – e dificuldades do local. O valor também inclui gratificação (R$ 1 mil por mês) para os médicos que acumularem o cargo de tutor. Além disto, há previsão de progressão salarial a cada três anos de participação no programa.

Ao contrário do programa anterior, o Mais Médicos, no Médicos pelo Brasil todos os selecionados deverão ter registro nos conselhos regionais de Medicina (CRM). 

Revalida

O presidente Bolsonaro decidiu vetar a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, no mês passado, que permitiria a realização do exame de revalidação de diplomas para médicos formados no exterior, o Revalida, também por faculdades privadas. Ser aprovado no Revalida é uma condição obrigatória para que médicos que não tenham diplomas expedidos no Brasil possam ter registro no CRM e exercer a profissão no país.  

Segundo o texto aprovado pelo Legislativo, as faculdades privadas que poderiam revalidar os diplomas estrangeiros seriam aquelas com notas 4 e 5 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e que oferecessem cursos de medicina. Com o veto, apenas instituições públicas de ensino mantêm a prerrogativa de revalidação.  

Maior oferta

A lei ainda autoriza a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), que será responsável pela seleção e contratação dos profissionais que atuarão no programa. Caberá ao Ministério da Saúde a seleção dos municípios de destino dos médicos contratados.

Para classificação dos locais, o novo programa foi elaborado a partir da metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), baseada em estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os municípios são divididos em cinco categorias: rurais remotos, rurais adjacentes, intermediários remotos, intermediários adjacentes e urbanos. Serão priorizados os municípios rurais remotos, rurais adjacentes e intermediários remotos que, juntos, concentram 3,4 mil cidades, além das unidades de Saúde da Família ribeirinhas e fluviais e dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).

Com esse novo cálculo, a expectativa do ministro da Saúde é praticamente dobrar o número de médicos em áreas remotas em relação ao que havia no programa Mais Médicos. “No programa anterior, você tinha 7 mil no Norte e Nordeste. Na simulação, pelos indicadores técnicos, nós devemos chegar a 13,8 mil no Norte e Nordeste, nas áreas de mais difícil provimento no Brasil, quase que dobra”, disse Mandetta. 

O programa Médicos pelo Brasil seguirá coexistindo com o Mais Médicos, até que todas as 18 mil vagas do novo programa sejam preenchidas e os contratos anteriores cheguem ao fim.

“Nós tivemos o cuidado de não acabar, não extinguir a lei anterior, exatamente porque até que esse sistema vá fazendo a seleção e vá conseguindo lotar e as pessoas vão se radicando, a gente fica com aquela possível válvula de escape, que é um processo simplificado”, explicou o ministro da Saúde.

Cubanos

Com a nova lei, os profissionais cubanos que atuaram no Mais Médicos poderão ser reincorporados ao programa, por um prazo improrrogável de dois anos. Para isso, terão de atender aos seguintes requisitos: estar no exercício de suas atividades no Programa Mais Médicos, no dia 13 de novembro de 2018; ter sido desligado do programa em razão do fim do acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde Pública de Cuba e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas); ter permanecido em território nacional até a data da publicação da Medida Provisória nº 890 (Programa Médicos pelo Brasil) na condição de naturalizado, residente ou com pedido de refúgio.

Segundo o ministro da Saúde, dos pouco mais de 8 mil médicos cubanos que chegaram a trabalhar no país pelo Mais Médicos, cerca 2 mil permaneceram no país e poderão ser reincorporados ao programa por até dois anos. Para seguirem atuando no país depois desse período, será exigida aprovação no Revalida.

Edição: Aline Leal

Programa oferece atendimento de saúde domiciliar em Ilhéus. ===>>> 16/08/2013

Através da parceria com o Programa Melhor em Casa, do governo Federal, a Prefeitura de Ilhéus oferece atendimento domiciliar a enfermos acamados ou com dificuldades de locomoção.

Logomarca do Programa Melhor em Casa - Governo Federal

 O Programa Melhor em Casa, que oferece atendimento domiciliar a enfermos acamados ou com dificuldade de locomoção, beneficia atualmente 72 pessoas em Ilhéus. Fruto da parceria do município com o Ministério da Saúde, o trabalho acontece de forma articulada com os hospitais e com as unidades de atenção básica. Além de disponibilizar um atendimento mais confortável para o paciente, o programa também contribui para reduzir a taxa de ocupação dos leitos hospitalares e as próprias filas nas unidades de emergência.

A coordenação do programa, em Ilhéus, é realizada pelo núcleo de Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Dois médicos, três fisioterapeutas, duas enfermeiras, quatro técnicos de enfermagem, uma psicóloga e dois nutricionistas compõem a equipe do Melhor em Casa, no município. Na maior parte dos casos, os pacientes atendidos pelo programa são pessoas com necessidade de reabilitação motora, pacientes crônicos sem agravamento ou pessoas que se encontram em situação pós-cirúrgica.

De acordo com a coordenadora local do programa, Tatiana Leonardo, o cadastramento dos pacientes é realizado através de demandas espontâneas ou por meio da atenção básica e dos hospitais do município. “Após essa fase, o primeiro contato domiciliar é feito por um assistente social que analisa se o paciente atende ao perfil definido pelo programa. Em caso positivo, médicos e enfermeiros farão uma avaliação clínica, determinando, inclusive, quais profissionais de saúde passarão a acompanhar o paciente”, acrescenta Tatiana Leonardo. :: LEIA MAIS »

EM ITABUNA A COISA É DIFERENTE.

Empresários cobram posicionamento dos vereadores sobre a CEI da saúde

Empresários da Associação Comercial e empresarial de Itabuna – ACI visitaram a Câmara Municipal de Vereadores, nesta quarta-feira, 4, com o objetivo de cobrar dos Edis, a assinatura de um requerimento para abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) que visa investigar denúncias sobre irregularidades relacionadas a saúde em Itabuna. Outras visitas irão acontecer nas próximas semanas, visando dialogar com todos os vereadores.

A iniciativa foi adotada após uma reunião realizada na sede da entidade, onde o representante do Conselho Municipal de Saúde, Paulo Silva, apresentou dados que comprovam a precariedade do sistema público de saúde no município. São problemas recorrentes como a falta de medicamentos e material médico-hospitalar nos postos de saúde, a situação inadequada da pediatria na Maternidade Ester Gomes, que não dispõe de estrutura física e de equipamentos adequados para atendimento eficaz a pacientes.

Nesse sentido, uma comitiva coordenada pelo presidente da ACI, Sérgio Velanes, o vice-presidente, Eduardo Carqueija Júnior, empresários e ex-presidentes da entidade foram recebidos pelos vereadores Pastor Francisco e Chico Reis, que justificaram a não assinatura da CEI o fato de não encontrarem elementos que justificassem a implantação da investigação.

No entanto, “em conversa com o vereador Enderson Guinho, um dos autores do pedido da CEI, ele nós apresentou elementos, que, em nossa opinião, justifica sim a abertura de uma investigação, baseada inclusive em depoimentos que o atual secretário de saúde declarou no plenário da câmara e está registrado em ata e em gravação, além de alguns relatos que apresentou no Conselho de Saúde”, relatou Carqueija.

Nas próximas semanas, os empresários estarão realizando visitas aos demais vereadores com o objetivo de dialogar e insistir na implantação da CEI da saúde, que visa investigar as denúncias sobre a saúde no município. “É um processo natural e democrático. É o papel da Associação Comercial. Se for o caso, vamos promover um debate com esses vereadores na entidade e buscar o melhor caminho para a cidade de Itabuna, que não merece passar pela situação que está passando atualmente”, destacou Sérgio Velanes.

Empresario da ACI e Vereadores.

Empresários defendem investigação sobre irregularidades na saúde em Itabuna

Representante da Câmara de vereadores, Conselho Municipal e da ACI FOTO ASCOM ACI

 

Durante a Reunião Ordinária da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna – ACI, nesta segunda-feira, 2, empresários deliberaram por solicitar dos vereadores, a instalação de uma Comissão Especial de Inquérito – CEI, visando investigar denúncias de irregularidades relacionadas a saúde em Itabuna. O tema ganhou amplo debate após a apresentação de dados do Conselho Municipal de Saúde, onde a entidade também possui assento.

O representante dos usuários de saúde, Paulo Silva, que integra a mesa diretora do CMS, apresentou detalhes sobre a atuação do conselho, que é um organismo fiscalizador e deliberativo para a construção de caminhos eficazes das políticas públicas de saúde no município. “O órgão tem por finalidade atuar na formulação de estratégias e propostas da política municipal de saúde e no controle da sua execução, inclusive quanto aos seus aspectos econômicos e financeiros”.

Segundo dados do CMS, desde 2017 tem identificados diversos problemas de longo prazo e de não priorização dos serviços de saúde em Itabuna. “São problemas recorrentes que se perpetuam ao longo do tempo, a exemplo do precário funcionamento da Rede de Atenção Básica, onde faltam medicamentos básicos e controlados, material médico-hospitalar, material de higienização e material de expediente”.

Ainda foi apresentado aos empresários, a situação inadequada da pediatria na Maternidade Ester Gomes, que não dispõe de estrutura física e de equipamentos adequados para atendimento eficaz a pacientes. Ao mesmo tempo, foi tratado sobre a desarticulação do atendimento pediátrico com o fechamento da porta de entrada do Manoel Novaes, a não contratualização do Cemepi e a concentração na maternidade.

Diante das ações apresentadas, os empresários estarão formando uma comissão para visitar os vereadores e cobrar deles, a assinatura para a abertura do inquérito. “Devemos participar e buscar esclarecimento sobre a atual situação da saúde. Precisamos interferir. Não podemos ficar esperando que as coisas aconteçam”, declarou o ex-presidente da ACI, Ronaldo Abude e que contou com o apoio do atual presidente, Sérgio Velanes e demais empresários.

A reunião contou ainda com a presença da vereadora Charliane Sousa, de ex-presidentes da ACI e de jovens empresários do programa Empreender de Itabuna.

A DESASTROSA GESTÃO DA SAÚDE EM ILHÉUS, SUCATEIA O SAMU! ===>>>02-10-2017

Falta de recursos já sabemos que não é, gestão desastrosa e caótica sim. A culpa toda é da Secretaria Municipal de Saúde.

E a Secretária quer ser a Diretora do Novo Hospital Costa do Cacau. Imaginem só?

Gambiarras na rede hidráulica, samuzeiros (assim eles gostam de ser chamados), comendo ovo frito no fogo de chão improvisado, a cozinha é só um detalhe.

Cadê as quentinhas de quase 17 reais? (Diário Oficial)?

Mais grave ainda, ambulâncias com pneus carecas na dianteira, suporte de macas quebrados, não encaixam.

Com as portas amaradas de ataduras, corre-se o risco da maca com paciente e atendentes serem jogados no meio da rua. Num caso típico de pior a emenda do que o soneto.

Não só o Ministério Público deve ser acionado, a Câmara de Vereadores através de sua Comissão de Saúde, se é que tem? O Conselho Municipal de Saúde, e a tão falada Sociedade Civil Organizada.

Chega de descaso com a população…

 

UPA 24 HORAS É UMA COISA SÉRIA, NÃO É CALHORDICE! ===>>> 05/09/2019

Você sabe o que é e qual é a função de uma UPA?

A UPA, sigla de Unidade de Pronto Atendimento, é um serviço intermediário entre a atenção básica (ESF/UBS) e as unidades hospitalares. Trata-se de uma unidade de saúde que funciona em horário integral, inclusive nos fins de semana. É um novo modelo de atendimento, um novo conceito em saúde. A unidade está equipada para atender aos usuários em necessidades de pronto atendimento e qualquer situação de emergência.

UPA tem consultórios de clínica médica, pediatria e odontologia, serviços de laboratório e raio-x. Também conta com leitos de observação para adultos e crianças, salas de medicação, nebulização, ortopedia e uma “sala de emergência”, para estabilizar os pacientes mais graves até serem levados a um hospital. A UPA 24 horas também está preparada para realizar pequenas suturas.

Os cidadãos precisam conhecer a função da UPA para utilizar o serviço sempre que necessário, de forma adequada.

COMPETÊNCIA DA UPA

I – Urgência e emergência traumáticas e não traumáticas

II – Realização de exames laboratoriais, eletrocardiográficos e radiológicos para diagnosticar situações de urgência e emergência

III – Distribuição de medicamentos para que o paciente realize o tratamento domiciliar em situações de urgência

IV – Apoio ao atendimento de unidades móveis do Corpo de Bombeiros como referência para pacientes com emergências, que possam lá ser resolvidas no local, ou apoio médico a unidades básicas ou intermediárias

V – Realização do transporte de enfermos que lá tenham recebido seu primeiro atendimento

VI – Estabilizar pacientes com emergências, removendo-os imediatamente após regulação para o hospital de referência

NÃO É COMPETÊNCIA DAS UPAS

I – Consultas médicas de segmento ou ambulatoriais

II – Abrigo de indigentes e pessoas que não apresentam alguma urgência médica

III – Realização de exames eletivos

IV – Troca de curativos

V – Revisão de suturas e retirada de pontos

VI – Realização eletiva de exames laboratoriais

VII – Internação de pacientes

VIII – Realização de procedimentos cirúrgicos

IX – Distribuição de medicamentos de uso crônico

X – Realização de procedimentos eletivos médicos ou odontológicos

SAIBA MAIS

O que acontece a partir a entrada de um paciente na UPA 24 horas?

Se for um caso grave, o paciente entrará direto na &ldquosala de emergência&rdquo, onde receberá o atendimento necessário até que seu quadro clínico seja estabilizado e ele possa ser removido para um hospital. Todos os demais pacientes deverão se dirigir á recepção da UPA 24 horas, onde serão atendidos não por ordem de chegada, e sim conforme a gravidade do caso. Quem faz esta triagem, chamada de &ldquoclassificação de risco&rdquo, são profissionais de saúde qualificados e treinados. Ninguém sairá da UPA 24 horas sem ser atendido.

Por que a UPA 24 horas ajuda a reduzir o movimento nas emergências dos hospitais?

A UPA 24 horas diminui o número de pacientes na fila dos hospitais porque tem condições de resolver muitos problemas de saúde que levam as pessoas a procurar as emergências hospitalares, Sete em cada dês pacientes que chegam aos hospitais não são casos de emergência e acabam superlotando essas unidades. Estes casos são tão importantes quanto os mais graves, podem e devem ser atendidos na UPA 24 horas e encaminhados para unidades básicas para segmento de tratamento. Na UPA, vamos atender, por exemplo, pessoas com dor de cabeça, febre, mal estar, crises de pressão alta e diabetes.

OBJETIVOS

A UPA é uma estrutura que busca contribuir para a melhoria dos serviços de Saúde oferecidos à população. São objetivos da UPA:

1- Reduzir a procura pelas emergências hospitalares por pacientes com casos de urgência de baixa e média complexidade.

2- Garantir acesso da população o atendimento de urgência, inclusive com exames laboratoriais e radiológicos.

3- Fazer atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência de qualidade e resolutivo à população.

4- O primeiro atendimento rápido, estabilização e observação de pacientes por períodos de até 24 horas, de acordo com a classificação de risco, antes de sua remoção para o tratamento definitivo ou liberação para acompanhamento ambulatorial.

5- Apontar o direcionamento para os hospitais da rede, pela Central de Regulação de Vagas dos casos com necessidades de internação.

6- Encaminhar os enfermos que realmente necessitam de cuidados hospitalares.

7- Realizar o sistema de atendimento pré-hospitalar móvel servindo como referência de casos com menos complexidade que necessitem de observação ou de procedimentos cirúrgicos de urgência e emergência ambulatoriais.(GERPON)

VAMOS ACABAR COM A MENTIRADA.

Afinal, é a Policlínica Halil Medauar ou a fantasiosa UPA 24 horas(sic)?

Em nove meses, UPA da Conquista registra cerca de 23 mil atendimentos. Secom

VAI TERMINANDO O ‘OUTUBRO ROSA’, E ILHÉUS NÃO TEM RADIOTERAPIA.

Várias badalações sobre o tema, passeios ciclísticos, caminhadas, fóruns, debates, muita publicidade e egos massageados. E nada acontece.

Pacientes da insidiosa doença do câncer, alguns com avançada idade, precisam se deslocar até Itabuna, para o procedimento de radioterapia.

Passam por lá quase que o dia todo, pois o equipamento sempre está ‘quebrado’, como mostrado na TV.

Esse equipamento é muito caro?

O procedimento exige especializações? 

Equipamento de radioterapia.

 

A FORMA CRUEL DE TRATAR A SAÚDE PÚBLICA

Decorridos 3/4 de seu mandato, 3 anos, o Prefeito Mário Alexandre não teve a competência de cumprir o prometido na sua campanha.

Manipula e engana a população com mutirões e feiras, como se fosse um favor, uma esmola.

 

Promessas não cumpridas.

 

Outubro Rosa: uma em cada 12 mulheres receberá o diagnóstico de câncer de mama ao longo da vida

Mamografia a partir dos 40 anos é essencial para o diagnóstico precoce; Controle de peso, alimentação balanceada e exames periódicos de rotina são aliados na luta contra a doença, que atinge cerca de 60 mil novas mulheres todos os anos

A atriz Luiza Brunet protagoniza a Campanha do Instituto Oncoclinicas em parceria com a Sociedade Brasileira de Mastologia.

Levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) revelou que o Brasil somará cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama em 2019,  número que corresponde a 28% de todos os diagnósticos da doença registrados no país – o que faz dele o tumor mais incidente entre as mulheres depois do câncer de pele-não melanoma. Mundialmente os dados também são alarmantes: o câncer de mama afeta 2,1 milhões de pessoas por ano e é o quinto que mais mata, de acordo com o Globocan 2018, um estudo da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer.

Neste sentido, um dos principais mecanismos de controle e identificação da doença ainda é a mamografia que, de acordo com o INCA, deve ser feita por todas as mulheres com mais de 40 anos. Todavia, é justamente na adesão a este exame de imagem que está um dos entraves para vencer a doença.

A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 (PNS),  a mais recente disponível no Brasil, aponta que 3,8 milhões de mulheres de 50 a 69 anos nunca realizaram mamografia, o que corresponde a 18,4% da população feminina nessa faixa etária. O maior índice entre as grandes regiões fica no Norte (37,8%), contra 11,9% do Sudeste, que tem a menor taxa.

“O primeiro e principal passo para combatermos a doença é o conhecimento. Temos que maximizar a exposição das informações para que cada vez mais mulheres e população em geral estejam conscientes da necessidade de realização da mamografia”, afirma Bruno Ferrari, oncologista e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas.

A opinião do médico é endossada por um levantamento da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) que aponta para uma realidade diretamente relacionada à evolução nos índices de  envelhecimento da população: uma em cada 12 mulheres receberá o diagnóstico de um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. E a importância das medidas voltadas à conscientização sobre o este tipo câncer ainda é justificada por mais um dado: as chances de cura chegam a 95% dos casos quando o tumor é detectado no início.

Por isso Ferrari é taxativo, o diagnóstico precoce é fundamental para as chances de recuperação dos pacientes. Ele lembra ainda que mulheres com histórico de câncer na família, ou seja, cujas mães, avós ou irmãs tiveram câncer de mama, devem iniciar o rastreio por mamografia mais cedo, aos 35 anos.

“Cerca de 10% dos casos de câncer de mama estão associados a fatores genéticos hereditários, ou seja, transmitidos de pais para filhos. Nessas situações, o controle preventivo deve ser iniciado antes mesmo dos 40 anos por conta do risco aumentado”, explica.

Incentivo a mudanças simples nos hábitos de vida

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