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:: ‘Saúde’

Dia do idoso: pandemia, saúde mental e física são desafios

Brasil tem mais de 28 milhões de idosos, segundo o IBGE

Publicado em 27/09/2020 – 07:38 Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Antes da pandemia, a ex-bordadeira de richelieu Dirce de Souza Rodrigues, de 64 anos, ia toda semana dançar no forró do Clube da Terceira Idade, na cidade de Muriaé, interior de Minas Gerais. Ela diz que gosta muito de dançar e se manter ativa, por isso também frequenta os passeios, as atividades do clube e ainda as aulas de ginástica cerebral em uma escola especializada em cursos para melhorar as habilidades como concentração, raciocínio e memória.

“Também faço hidroginástica e caminhada, procuro evitar carboidratos, gordura e açúcar, vou aos médicos, sempre meço minha pressão. Acho que estou sabendo administrar minha vida nessa minha idade, estou achando uma etapa maravilhosa, porque eu levo uma vida ativa. Minha expectativa de vida é que, aos 90 anos, eu quero estar bem e lúcida, se Deus quiser me dar vida e oportunidade de estar nesta terra”, disse Dirce, que é viúva, mãe de um filho e avó de três netos.

Assim como Dirce, a aposentada Neusa Pereira de Souza, de 80 anos, diz que a vida mudou muito depois dos 60 anos, mas que ela tenta se manter ativa. “Vou muito na igreja, faço caminhada todo dia de manhã, e o serviço da casa, não paro, vou fazendo devagar e acho melhor. A gente tem que ter uma coisa para fazer, se você parar acho que aí fica doente, velho não pode parar não!”, brinca.

Ela disse que, se chegar aos 90 anos, quer estar bem esperta. “Minha mãe morreu com 100 anos, e ela sempre foi esperta, não quero viver 100 anos. Mas, até os 90 anos, acho que vai dar!”, acredita a aposentada, que também é viúva, mãe de dois filhos e avó de três netos.

Dirce e Neusa fazem parte dos 28 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, número que representa 13% da população do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, esse percentual tende a dobrar nas próximas décadas, segundo a Projeção da População, divulgada em 2018 pelo órgão.

Neste domingo, 27 de setembro, é comemorado no Brasil o Dia do Idoso, data criada para valorizar a vida depois dos 60 anos, uma fase em que é cada vez mais comum manter uma rotina ativa, com atividades físicas, intelectuais e de diversão, como fazem Neusa e Dirce.

Mas, é também nesse período da vida que surge uma das principais preocupações dos idosos e de seus parentes: como fica a capacidade de raciocínio, a memória e a clareza mental de quem já passou dos 60 anos.

Doença de Alzheimer

Aos primeiros sinais de lapso de memória ou de falha nas capacidades cognitivas, muitas pessoas passam a temer o diagnóstico da Doença de Alzheimer, um transtorno neurodegenerativo progressivo que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das atividades diárias e alterações comportamentais.

No entanto, a confusão mental pode ter outras causas, explica o professor da disciplina de gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, o médico geriatra Rubens de Fraga Júnior. “Efeitos colaterais de medicamentos podem causar sintomas semelhantes à Doença de Alzheimer. Doenças como depressão e hipotireoidismo podem também causar confusão mental em idosos”.

O neurologista do Hospital 9 de Julho, Diogo Haddad completa que sempre é importante diferenciar entre quadros confusionais agudos ou lentos e progressivos. “Quadros agudos muitas vezes são associados ao que chamamos de delirium e as principais causas são infecciosas e metabólicas. Já quadros como déficits cognitivos, que se instalam lentamente, devem ser investigados para doenças neurodegenerativas, mas, sempre excluindo causas como déficits de vitaminas (b12 principalmente), hipotireoidismo e mesmo infecções tardias como sífilis”.

Fraga Junior explica que, para a Doença de Alzheimer, um novo exame de sangue mostra grande promessa no diagnóstico da doença. “Em pessoas com risco genético conhecido podem ser capazes de detectar a doença 20 anos antes do início da deficiência cognitiva, de acordo com um grande estudo internacional publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA)”.

“Estamos vivendo um novo boom de pesquisas em medicações para tratamento de Alzheimer”, completa Haddad. “A perspectiva é que nos próximos dez anos teremos inúmeros tratamentos voltados a própria fisiopatologia da doença, como drogas que agem nas proteínas beta amiloides e proteína tau”.

Por enquanto, a Doença de Alzheimer não tem uma forma de prevenção específica, mas um bom estilo de vida, iniciada durante a juventude, pode ajudar no tratamento desta doença e de outras comuns para os idosos. “O jovem pode cuidar de si, assumindo um estilo de vida saudável: alimentação sadia, atividade física regular, controlar o estresse, não fumar e não beber. E, durante o confinamento procurar ter uma rotina no seu dia a dia”, aconselha o professor.

Pandemia e terceira idade

A pandemia impôs um confinamento bem rigoroso aos idosos, já que a faixa etária após os 60 anos é classificada como grupo de risco para a covid-19, doença do novo coronavírus.  Por isso, muitos idosos deixaram de procurar os atendimentos médicos, disse o neurologista do Hospital 9 de Julho, Diogo Haddad. “Idosos são um grupo de risco para a covid-19, e por isso necessitam de maiores cuidados, principalmente voltados ao isolamento, porém muitos deixaram de acompanhar doenças crônicas por medo e, neste momento, estão procurando atendimento de urgências por descontrole de suas doenças crônicas”.

Ele ainda destaca que, o isolamento aumentou os sintomas de ansiedade nesta faixa etária. “É um grupo que tende a ter poucas atividades externas e nesse momento o isolamento não permite essas interações e atividades sociais, o que também tem provocado um aumento importante de sintomas ansiosos nesta população”.

Apesar das inseguranças, a Dirce confia que logo uma vacina virá. “A pandemia ainda está ameaçando. Enquanto a gente não tiver uma vacina, não vamos ficar tranquilos. Tomara que venha a vacina logo e em grande quantidade para todo mundo”, disse. Ela conta ainda que a pandemia tem sido uma lição de vida para todos.  

“O isolamento social foi preciso, então eu, na idade de risco, fiquei muito preocupada, me isolei em casa; e como moro sozinha, só saio se necessário, com máscara e álcool em gel. Por este lado, a pandemia foi boa porque mudamos os costumes de higiene e porque ajudamos muitas pessoas. Então o incentivo da solidariedade falou mais alto ainda nessa hora da pandemia”.

Ao falar ainda um pouco mais de si, disse que gostou da própria companhia durante o isolamento. “Eu descobri uma coisa muito importante, que eu sou uma ótima companhia para mim mesma, faço minhas tarefas e até me acostumei a ficar em casa. Está sendo uma lição de vida essa pandemia, a gente está aprendendo a ter mais higiene, quantos micróbios a gente mata com este álcool gel, com a limpeza da casa”.

Para a Dona Neusa, a pandemia está sendo horrível. “A gente fica dentro de casa. Se você não morre da doença, morre de tédio, pois não pode estar em qualquer lugar…apesar que eu vou ao médico, no mercado, mas eu me cuido, com a máscara, não fico batendo papo no meio das pessoas, mas parou né, a gente fica muito triste, não vejo a hora disso aí ir embora!”, disse se referindo à covid-19. 

Saúde mental

Uma pesquisa da American Association of Geriatric Psychiatry indicou que 20% da população, acima dos 55 anos, têm algum tipo de problema de sua saúde mental. Os mais frequentes são comprometimento cognitivo severo e transtornos de humor, como depressão, ansiedade e bipolaridade.

Mas, segundo Fraga Junior, é possível tratá-las e preveni-las. “O médico geriatra, o psiquiatra e o psicólogo são profissionais aptos a tratar as doenças mentais em idosos. A prevenção está na adoção de um estilo de vida saudável, mantendo contato social (durante a pandemia através de meios digitais como Zoom e WhatsApp) e realizando atividades ocupacionais que estimulem um propósito de vida”.

Suicídio na terceira idade

O Setembro Amarelo é uma campanha de prevenção ao suicídio e pretende conscientizar sobre a importância de discutir o tema. Dados do Ministério da Saúde, divulgados em 2018, apontam para a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Nessa faixa etária, foi registrada a taxa média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. A taxa média nacional é 5,5 por 100 mil.

“Devemos analisar que esses valores têm relação direta com o aumento de doenças como ansiedade e depressão nessa idade e que muitas vezes são negligenciadas por familiares e pelos próprios pacientes, que apresentam muita resistência em procurar ajuda. Fica o alerta para que alterações comportamentais e dificuldades cognitivas novas devam ser encaminhadas para a avaliação de um profissional competente e não encarnadas como parte de um envelhecimento normal”, alerta Haddad, que concorda com seu colega Fraga Junior no que diz respeito a hábitos a juventude para um envelhecimento saudável.

“Um estilo de vida saudável para que se tenha um envelhecimento saudável deve compreender boa alimentação (com menor consumo de produtos industrializados), atividade física regular (em média 30 a 60 minutos todos os dias), boa qualidade de sono,  ter momentos de relaxamento assim como objetivos e metas, além de evitar cigarro e consumo excessivo de álcool”, disse.

Edição: Aécio Amado

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

Governo liberou R$ 2,5 bilhões para viabilizar ingresso ao grupo

Publicado em 24/09/2020 – 21:25 Por Agência Brasil – Brasília

Governo de São Paulo inicia testes com vacina contra o novo coronavírus.

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa. A adesão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Edição: Aline Leal

LOCALIZA SUS – SITE DE ACOMPANHAMENTO DOS GASTOS COM O CORONAVÍRUS

https://localizasus.saude.gov.br/

Covid-19: em uma semana, casos caem 30% e mortes, 13%

Os dados foram registrados no período de 6 a 12 de setembro

Publicado em 17/09/2020 – 17:06 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 17/09/2020 – 18:51

Os casos de covid-19 caíram 30% na semana epidemiológica 37 em relação à semana anterior. Já as mortes registraram diminuição de 13% no mesmo intervalo. Foi a primeira vez em que as duas curvas apresentaram uma redução acima de 10% juntas desde o início da pandemia.

A evolução das curvas de diagnósticos e óbitos relacionados à pandemia do novo coronavírus está no novo boletim epidemiológico sobre a doença do Ministério da Saúde, apresentado em entrevista coletiva hoje (17).

A semana epidemiológica (SE) 37 compreende o intervalo de 6 a 12 de setembro. A SE é uma medida empregada por autoridades de saúde para analisar o desenvolvimento de uma determinada epidemia.

Na SE 37 foram contabilizados 192.687 novos registros de casos de covid-19. Na semana anterior (SE 36), o número havia sido de 276.847. A média diária nesta última semana epidemiológica foi de 27.527. A trajetória cresceu e começou uma tendência de queda na SE 29, com uma leve recuperação entre as SE 34 e 36 e agora uma baixa expressiva.

“O Brasil vinha com platô e desde a 29ª semana epidemiológica começou a ter uma tendência de queda. Tivemos um pico no Sul na 35ª semana, mas foi por registro dos novos casos. Quando houve atualização dos casos, já se confirmou uma tendência de redução. Da 36ª para a 37 tivemos redução bastante significativa de 30%”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros.

Evolução do número de novos registros de casos de covid-19 por semana epidemiológica
Evolução do número de novos registros de casos de covid-19 por semana epidemiológica – Ministério da Saúde

Já as mortes nesta semana totalizaram 5.007. Na SE 36, o número havia sido de 5.741. A média diária ficou em 715. “Quando analisamos os óbitos, estávamos com um platô por volta da 23ª, por volta da 29ª já vinha mostrando uma queda gradativa e a 36ª e a 37ª uma redução de 13%. Quando no platô tínhamos por volta de 7 mil, tivemos agora 5 mil nesta última semana”, pontuou Arnaldo de Medeiros.

Evolução do número de novos registros de óbitos por semana epidemiológica
Evolução do número de novos registros de óbitos por semana epidemiológica – Ministério da Saúde

Covid-19 nos estados

No mapa de casos, pela primeira vez o boletim epidemiológico não trouxe nenhum estado com aumento nos casos. Do total, 24 Unidades da Federação tiveram redução, sendo as mais expressivas em Santa Catarina (-79%) e Pernambuco (-43%). Permaneceram estáveis Piauí, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

No mapa de mortes, cinco estados apresentaram acréscimos nas taxas, sendo as maiores em Pernambuco (48%) e Minas Gerais (12%). Um estado ficou estabilizado (Rio Grande do Sul) e 21 Unidades da Federação tiveram queda em seus índices, sendo as mais intensas as do Amazonas (-77%) e Pará (-49%).

A maioria dos casos continuou no interior (62%), enquanto a menor parcela ocorreu nas regiões metropolitanas (38%). Já na comparação entre os óbitos, 53% ocorrem nas localidades do interior e 47%, nos grandes centros urbanos.

Variação de casos e óbitos entre as semanas epidemiológicas 36 e 37
Variação de casos e óbitos entre as semanas epidemiológicas 36 e 37 – Ministério da Saúde

Testes

Até o momento, foram distribuídos aos estados 6,6 milhões de reações de testes laboratoriais (RT-PCR). Os laboratórios públicos processaram 3,4 milhões de exames. A rede privada realizou 2,5 milhões de testes, totalizando 5,9 milhões. Já os testes rápidos (sorológicos) totalizaram até agora 8 milhões.

Veja entrevista coletiva na íntegra:

*Texto alterado às 18h51 para acréscimo de informações. 

Edição: Liliane Farias

Casos de covid no Brasil despencaram 15,7% desde o início de setembro

Eram 669,2 mil infectados mas, apesar das previsões de disparada após o feriadão, número caiu para 564,6 mil

A tendência de queda nos casos de coronavírus no Brasil se acentuou e o número de pessoas infectadas caiu 15,7% desde o início do mês, de acordo com o Worldometer.

No dia 1º eram 669,2 mil pessoas infectadas e, apesar das críticas às pessoas deixando a clausura e voltando a viver suas vidas ao ar livre durante o feriadão, as previsões de disparada nos casos, mais uma vez, erraram feio e o total de doentes caiu a 564,6 mil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os críticos falam que o número de novos casos foi represado por três dias no feriado. Se isso é verdade, aconteceu o mesmo com as curas.

Notícias Relacionadas

O número de casos é o menor desde 11 de julho, mas o “jornalismo de funerária” se nega a admitir que o pior passou e fica criando ressalvas.

A maior preocupação no mundo é o avanço na Índia. Com 1,38 bilhão de habitantes, já tem 5 milhões de casos e registra quase 100 mil por dia.

Eduardo Pazuello será efetivado como ministro da Saúde

Cerimônia de posse ocorrerá na próxima quarta-feira

Publicado em 14/09/2020 – 23:02 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

(Brasília – DF, 06/08/2020) Palavras do Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.
Foto: Carolina Antunes/PR

Depois de quatro meses como ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello será efetivado no cargo. A cerimônia de posse ocorrerá na quarta-feira (16). 

Pazuello assumiu interinamente o comando da pasta em 16 de maio, em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Ele substituiu Nelson Teich que ficou um mês no cargo, tendo substituído Luiz Henrique Mandetta.

Nesses quatro meses, Pazuello defendeu o tratamento precoce de covid-19 e a autonomia de estados e municípios na adoção de políticas de isolamento social. Com ele à frente da pasta, o Ministério da Saúde estabeleceu uma nova diretriz com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves. Ao mesmo tempo, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim.

General do Exército, Pazuello é especialista em logística. O militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Edição: Denise Griesinger

Brasil tem o menor número de infectados por covid dos últimos 51 dias

Queda de casos, mortes e alta nas curas indicam que fim da pandemia no Brasil está cada vez mais próximo

A previsão é de queda drástica nos casos ativos até o fim do mês, refletindo queda nos novos casos, que está no menor nível em 85 dias.

O número que mais importa, de mortes, é o que apresenta maior recuo e caiu para cerca da metade do pico. É a menor média diária em 120 dias.

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A experiência adquirida por profissionais de saúde no combate ao vírus levou a taxa de recuperação de 85,27%, em maio, para 96,43%, hoje.

Combate à covid-19 em áreas indígenas tem aporte de R$ 125 milhões

Mais de 775 mil indígenas serão beneficiados pelas ações

Publicado em 11/09/2020 – 21:33 Por Da Agência Brasil – Brasília

Caminhos da Reportagem “Povos indígenas na pandemia

O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje (11) um aporte adicional de R$ 125 milhões para o enfrentamento da covid-19 nos territórios indígenas. O anúncio foi feito pelo secretário Especial de Saúde Indígena (SESAI), Robson Santos da Silva, durante reunião online com representantes de organismos internacionais e governos estrangeiros.

A população atendida é 775.898 mil indígenas, distribuídos em 5.852 aldeias, de 305 etnias e que falam até 274 línguas. Na mesma reunião, o Ministério da Saúde informou que foram, até o momento, 24.650 casos confirmados, 18.958 recuperados e 401 óbitos em territórios indígenas.

Entre as ações realizadas pelo ministério estão a criação das unidades de atenção primária indígenas exclusivas para a covid-19; a disponibilização de recursos adicionais aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas para compra de insumos, equipamentos, testes e equipamentos de proteção individual (EPIs); a divulgação local de campanhas sobre prevenção ao coronavírus, culturalmente apropriadas para cada região; e a contratação de horas voo e UTI aérea para transporte rápido de pacientes graves até unidades especializadas.

São 14 mil profissionais em campo para a realização dessas ações. Destes, 60% são indígenas. Antes de entrar nas aldeias, esses profissionais passam por exame de covid-19.

Participaram da reunião representantes de entidades internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), além de representantes de embaixadas de países estrangeiros, como Estados Unidos, Noruega e Canadá.

Edição: Liliane Farias

Covid-19: site da Saúde tem dados de repasses a estados e municípios

Localiza SUS traz informações financeiras, de leitos e de medicamentos

Publicado em 08/09/2020 – 21:38 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Teste ‘drive-thru’ para coronavírus

O Ministério da Saúde criou um site para divulgar compras realizadas para apoio a estados e municípios em ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O site, batizado de Localiza SUS, reúne informações sobre recursos despendidos e materiais adquiridos.

A página traz a execução do orçamento da pasta e de recursos cujo crédito foi aberto para iniciativas de combate à covid-19. A dotação atualizada no dia de hoje (8) estava em R$ 41,2 bilhões. Já o montante executado foi de R$ 28,7 bilhões. Há também a informação da dotação já empenhada (R$ 31,315 bilhões) e o crédito disponível disponível (R$ 9,866 bilhões).

Em entrevistas coletivas nos últimos dias, os integrantes do MS justificaram o recurso não gasto por se tratar de processos de contratação em andamento, de programas que dependem da adesão de municípios (como a contratação de profissionais pelo projeto Brasil Conta Comigo ou os Centros de Atendimento à população).

O chamado Painel Financeiro mostra o orçamento total do órgão, a parcela destinada à covid-19 e os repasses por região e estados.

Ao site foi integrado o painel de leitos habilitados, termo utilizado quando o ministério arca com recursos de custeio dessas estruturas. Até hoje, haviam sido habilitados 12.827 leitos, enquanto outros 577 ainda estavam em análise.

Da mesma forma, o site registra o balanço de respiradores adquiridos e repassados a estados e municípios. O número mais atualizado dava conta de 10.811 aparelhos deste tipo comprados pelo ministério, sendo 5.552 de unidade de terapia intensiva (UTI) e 5.259 de transporte.

Também é possível conferir atualizações sobre medicamentos. No painel, são disponibilizados dados sobre cloroquina e oseltamivir. Até o momento, a primeira teve 5,6 milhões de unidades repassadas. O segundo, 14,7 milhões.

O Localiza SUS conta também com painéis com informações sobre testes, vacinas, equipamentos de proteção individual (EPIs) e compras e contratos. Na página também foram incluídos links para as áreas de balanço de casos e óbitos pela covid-19.

Edição: Bruna Saniele

Imagem: Painel do site

Ao contrário de ‘genocídio’, letalidade entre índios por covid é metade da nacional

Até o ministro Luís Roberto Barroso (STF) embarcou na lorota de ONGs estrangeiras e nacionais

Ainda inconformadas com a perda de poder, influência e principalmente dinheiro público, as ONGs estrangeiras e nacionais insistem na mentira – na qual embarcou o ministro Luís Roberto Barroso, do STF – de que as populações indígenas estariam “abandonadas” ou sofrendo mais casos de covid-19 que os demais brasileiros. A taxa de letalidade de índios na pandemia é de 1,7%, menos da metade da média brasileira de 3,5%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Dados da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) indicam que o registro de 21.310 indígenas infectados e 353 óbitos, em todo o País.

ONGs chegam a acusar o governo brasileiro de “genocídio”, uma mentira de caráter político que não encontra respaldo na realidade dos números.

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O governo está definitivamente convencido de que rivais do Brasil no agronegócio estão por trás das mentiras sobre índios e a Amazônia.

Unimed Norte-Nordeste e de Manaus têm planos suspensos pela ANS

Suspensão se deve a reclamações de consumidores sobre atendimento

Publicado em 03/09/2020 – 14:45 Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou hoje (30) uma lista com 11 planos de saúde que serão suspensos. Oito pertencem à operadora Unimed Norte-Nordeste. Os outros três são da Unimed de Manaus. Com a suspensão, que vale a partir de 10 de setembro, esses planos não poderão ser comercializados para novos clientes.

A medida é decorrente das 14,9 mil reclamações enviadas pelos consumidores nos meses de abril, maio de junho. Foram relatadas negativas de cobertura e descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias.

A análise das queixas se dá dentro do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, cujo objetivo é proteger os consumidores. Os resultados são divulgados trimestralmente. A partir deles, as operadoras são cobradas para assegurar aos usuários o acesso aos procedimentos previstos em contrato. Assim, para que a comercialização possa ser retomada, será preciso melhorar a qualidade do serviço para as 25,7 mil pessoas vinculadas atualmente aos 11 planos.

Tanto a Unimed Norte-Nordeste como a Unimed de Manaus chegaram a ter a alienação de carteira determinada pela ANS. Isso ocorre quando se avalia que a operadora de plano de saúde não tem conseguido garantir a assistência aos consumidores. Dessa forma, ela é obrigada a negociar a transferência da totalidade de sua carteira de beneficiários para outra operadora.

A resolução que afetava a Unimed de Manaus é de junho de 2018. Já alienação de carteira da Unimed Norte-Nordeste foi determinada em abril deste ano. No entanto, em ambos os casos, as operadoras conseguiram na Justiça decisões favoráveis que lhes permitiram manter a carteira de beneficiários.

A nova lista do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento também revela a liberação da venda do plano Bem-Estar Especial com Obstetrícia, da Unimed Norte-Nordeste, que estava suspenso por ocasião de avaliações anteriores.

A ANS mostra em seu site a lista completa dos planos liberados e suspensos. Também disponibiliza uma ferramenta para consultar informações e histórico de um plano de saúde específico.

Edição: Maria Claudia

Queda no nº de infectados em agosto pode marcar virada do Brasil

Mês foi o primeiro a se encerrar com menos casos do que começou

O mês começou com 731,2 mil pessoas infectadas e chegou a 818,5 mil, mas termina com 689 mil, queda de 5,8% em relação ao início do mês e impressionantes 16% comparado ao pico.

A previsão é que a tendência de queda das últimas três semanas seja mantida até chegada da vacina. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias Relacionadas

A média de mortes pelo vírus despencou 19% em agosto, de 1.060 para 860, o menor número desde meados de maio.

A virada começou a se confirmar na segunda quinzena do mês quando os novos casos começaram a ser superados pelas pessoas curadas.

O achatamento da curva no Brasil é traduzido pelo jornalismo funerária de “paramos no pico”. Nos EUA, foram 18 dias acima de 2 mil óbitos.

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