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:: ‘Sarrafo’

O VENENO DA NOITE!

Todo bom cobrador é mau pagador.

O calote está rolando solto e vai piorar.

Paciência…

Justiça Federal mantém nomeação de diretor-geral da PF

MBL pedia a anulação da indicação de Rolando de Souza

Publicado em 19/05/2020 – 12:34 Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília

(Brasília – DF, 04/05/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante assinatura do Termo de Posse do senhor Rolando Alexandre de Souza, Diretor-Geral da Polícia Federal.
Foto: Isac Nóbrega/PR

O juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro, da 8ª Vara Federa Cível de Brasília, negou um pedido em ação popular para que fosse anulada a nomeação do delegado Rolando Alexandre de Souza como diretor-geral da Polícia Federal (PF).

A suspensão da nomeação havia sido pedida pelo advogado Rubens Alberto Gatti Nunes, que coordena o grupo Movimento Brasil Livre (MBL).

Rolando de Souza foi nomeado e empossado em 4 de maio, após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter anulado a nomeação de Alexandre Ramagem, atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para o cargo.

Moraes impediu a posse de Ramagem após o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ter pedido demissão alegando interferência política na PF por parte do presidente Jair Bolsonaro, a quem compete nomear o diretor-geral.

Para o MBL, a nomeação de Rolando de Souza, que trabalhava com Ramagem na Abin, foi um meio encontrado pelo governo para burlar a decisão do Supremo, o que foi negado pela Advocacia-Geral da União (AGU) na ação popular.  

Ao não anular a nomeação de Rolando de Souza, o juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro reconheceu a “gravidade da denúncia” feita por Moro, cujas alegações justificaram a anulação da nomeação de Ramagem e a abertura de inquérito no Supremo.

O magistrado afirmou, porém, que não poderia estender a Rolando de Souza as suspeitas que recaem sobre Alexandre Ramagem, “como se fosse possível presumir que ambos seriam cúmplices de alguma empreitada ilícita ou criminosa, ainda em estágio inicial de apuração”.

Entendimento em contrário resultaria na “colocação sob suspeição de todo e qualquer delegado que viesse a ser nomeado pelo Presidente da República”, acrescentou o juiz federal. Para ele, uma nova suspensão anularia, indevidamente, a competência presidencial de nomear o diretor-geral da PF.

Edição: Fernando Fraga

Ministério da Infraestrutura e Valec percorrem obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o secretário Executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e o diretor-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, visitaram hoje (18) as obras do lote 7 da ferrovia de Integração Oeste- Leste (Fiol), no oeste da Bahia.  Acompanhada por técnicos da Valec e do MInfra, a comitiva irá percorrer, em visita técnica, os trechos da construção da ferrovia nas proximidades do município de São Desidério.

Tarcísio Freitas e André Kuhn

Quando concluída, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em Fiol 1 (Ilhéus/ Caetité) e Fiol 2 (Caetité/ Barreiras). A etapa em construção, Fiol 2, tem 485,4 km de extensão e conta com um investimento de R$ 3 bilhões. A obra é executada pela Valec, empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura.  A ferrovia irá reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.

Tarcísio Freitas, André Kuhn, Marcelo Sampaio e equipe do Ministério da Infraestrutura

Durante entrevista coletiva concedida ao chegar em Barreiras/BA, Freitas falou sobre os planos de realizar o leilão para a subconcessão da Fiol 1 ainda este ano. Sobre as obras da Fiol 2, destacou que “a ferrovia de Integração Oeste-Leste é prioridade para o Governo do presidente Jair Bolsonaro, inclusive para utilização dos recursos do ProBrasil. Além do uso dos equipamentos de proteção individuais habituais, reforçamos os cuidados com transporte, uso de máscaras, higienização dos refeitórios, a fim de garantir a segurança dos trabalhadores para que as obras de infraestrutura não parem durante esta pandemia.

Planejamos trazer o Exército para atuar junto à Valec e dar um impulso às obras da Fiol, a fim de finalizá-la até 2022.”Ao longo do dia, a comitiva visitou a fábrica de dormentes, que são peças de concreto sobre as quais os trilhos são fixados, e inspecionou trechos prontos da ferrovia a bordo de um auto de linha. A respeito do trecho visitado, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, afirmou que “a obra está sendo muito bem executada, há um controle de qualidade que deve ser destacado. Vamos trabalhar para que a obra continue nesse ritmo, de tal forma que possamos entregar o empreendimento à sociedade da melhor forma possível”.O diretor-presidente da Valec, juntamente com as equipes técnicas da estatal e da secretaria Nacional de Transportes Terrestres do MInfra continuarão a visita às obras da Fiol até a próxima quarta-feira.


Texto: Ana Caichiolo
Imagens:Aescom/MInfra

Opositores de Bolsonaro já adotam cloroquina contra covid-19, mas sem alarde

Governadores de vários estados já definiram protocolo de uso da cloroquina contra coronavírus

Enquanto se repete a ladainha de que a ciência ainda não aprovou o uso da cloroquina contra Covid-19, políticos que acusavam o presidente Jair Bolsonaro de “irresponsabilidade” pela discussão pública do assunto, já adotam o uso do medicamento. Alguns admitem isso publicamente, como os governadores do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), de Alagoas, Renan Filho (MDB), do Tocantins, Mauro Carlesse (DEM) e do Amapá, Waldez Goes (PDT), que introduziram a cloroquina no protocolo de tratamento da doença, mas a maioria, embora use, não admite isso. Casos do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e dos governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e do Ceará, Camilo Santana (PT). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em São Paulo, Roberto Kalil e David Uip, médicos famosos, foram salvos pela cloroquina. Mas só Kalil o admitiu, sem medo de irritar João Doria.

Prefeituras no Pará de Helder Barbalho (MDB), crítico do presidente, já distribuem o “Kit Covid-19” com cloroquina e outros medicamentos.

Notícias Relacionadas

Presidente dos EUA, Donald Trump contou que usa preventivamente a cloroquina, “como fazem os médicos e enfermeiros na ponta”.

O uso crescente da cloroquina parece confirmar que o objetivo continua sendo o de salvar vidas, mas sem esquecer o interesse político-eleitoral.

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÃO 104 DE 18 DE MAIO DE 2020

Registros

Registros encontrados: 1337

  • Edição Nº 104

    18/Maio/2020

    Diário Oficial

    Data: 18/05/2020Hora: 23:00

    Decreto(s) s/n de exoneração(ões)/nomeação(ões) de servidor(es) público(s) do Município de Ilhéus/BA

    Portaria(s) s/n de designação(ões) de função gratificada a servidor(es) público(s) do Município de Ilhéus/BA

    Despacho nos autos do Processo Administrativo n. 001281/2019 – Pregão Eletrônico n. 029/2019 do Município de Ilhéus/BA

    Notificação n. 022/2020: AMF ENGENHARIA E SERVIÇOS LTDA

    Notificação n. 023/2020: AMF ENGENHARIA E SERVIÇOS LTDA

    Notificação n. 025/2020: AMF ENGENHARIA E SERVIÇOS LTDA

    Tamanho: 2.255MB

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Trabalhadores sentem-se inseguros no cenário pós-pandemia

Pesquisa consultou de 1.294 trabalhadores em todo o país

Publicado em 18/05/2020 – 17:03 Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Além de avivar temores relativos à saúde, a pandemia da covid-19 aumentou a insegurança quanto à esfera profissional. De acordo com sondagem produzida pela consultoria de recrutamento Talenses Group, em parceria com a Fundação Dom Cabral, quase metade (47,6%) das pessoas sente medo do cenário pós-pandemia, em relação ao mercado de trabalho.

O levantamento considerou as avaliações de 1.294 trabalhadores, ouvidos em abril. Em novembro de 2019, quando a abrangência era de 778 entrevistados e a covid-19 ainda não afetava todo o globo, a proporção daqueles que manifestaram apreensão quanto ao futuro profissional era de 19,4%.

Apesar do receio do porvir, 83,2% dos entrevistados da pesquisa mais recente julgam estar preparados para enfrentar os desafios que poderão surgir pelo caminho. No ano passado, a taxa era de 74,6%.

A pesquisa quis saber se os profissionais têm se capacitado para incorporar novos modelos de trabalho. Em novembro, a parcela que respondeu que sim chegou a 81,7% em 2019 e a 80,7% neste ano.

Outro aspecto revelado diz respeito à compreensão que os profissionais têm, especificamente quanto ao ramo em que estão empregados. Em ambos os levantamentos, a maioria acredita que seu setor será “altamente impactado” por reestruturações em curto ou médio prazo. Em novembro de 2019, a porcentagem era de 79% e, em abril deste ano, de 73%.

Em ambas as sondagens, predomina o entendimento de que as transformações no âmbito profissional chegarão rapidamente, em curto ou médio prazo. Nessa questão, o índice subiu de 82,2% para 95,4%.

Tendo em vista que a condição de pandemia foi declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) somente em 11 de março deste ano, uma série de perguntas consta apenas do levantamento mais recente. Na primeira delas, aborda-se a percepção quanto ao uso de recursos tecnológicos para se acelerar a retomada da economia. Quase a totalidade (92,8%) dos entrevistados respondeu afirmativamente.

Dia a dia nas organizações

A empresa de consultoria também estimulou os participantes a refletir sobre a rotina das organizações. O que se nota é que parte significativa das pessoas ouvidas vislumbra uma forte digitalização dos processos. No total, 87,4% dos entrevistados julgam que a pandemia estimulou empregadores a utilizar tecnologia para realizar novas contratações de funcionários, promovendo, assim, uma “quebra de paradigma”. Além disso, 95,6% consideram que o fenômeno se configura por outro fator: a incorporação de tecnologia que viabiliza procedimentos como o home office.

O palpite de 75,1% é de que novas profissões surgirão ao término da pandemia.

De acordo com a pesquisa, 69,4% dos respondentes concordam com a assertiva de que as práticas nas empresas voltarão a ser como antes, mas que incluirão processos digitais, de forma permanente. Para 30,1%, todos os recursos digitais aplicados antes da pandemia serão mantidos, e somente 0,46% imagina que não existirá nenhuma inovação digital.

Internet Aplicativos de mensagem

Aplicativos de mensagem – Marcello Casal JrAgência Brasil

Perfil de funcionários

Com foco na digitalização em curso, os entrevistados que informaram serem responsáveis também pela seleção de funcionários elencaram, cada um, duas competências técnicas que presumem que sejam mais demandadas após a pandemia. Na primeira lista, de novembro, destacavam-se habilidades técnicas, específicas de sua área de atuação (91,4%); inglês avançado ou fluente (48,7%); e habilidades com pacote Office – pacote de programas com várias funcionalidades, como editor de textos e planilhas, da Microsoft (27,3%).

Quando o contexto da pandemia é levado em conta, a primeira posição é ocupada pelas habilidades digitais (78,2%), que inicialmente eram destacadas por 26,3% dos entrevistados apenas; seguidas de habilidades técnicas, específicas de sua área de atuação (75,2%); e inglês avançado ou fluente (29,1%).

Já no grupo de competências comportamentais, a avaliação que fazem é de que a proatividade, que concentrava 72,1% das indicações, ficando no topo da lista, perderá relevância após a pandemia. A porcentagem dos entrevistados que a veem como fundamental é de 37,1% na sondagem mais atual, que é encabeçada pela flexibilidade (50,9%), sendo seguida pela resiliência (41,6%) e a proatividade (37,1%). Saber conviver com os colegas (relacionamento interpessoal) era a qualidade que se encontrava no 2º lugar e, com a inversão, caiu para o 7º. Há a crença de que a análise crítica (18%), a organização (17,8%) e a vivência em outras culturas/intercâmbio (1,86%) serão as características menos cobradas dos funcionários.

Segundo o diretor-executivo do Talenses Group, Luiz Valente, há profissionais mais preocupados com os desdobramentos da pandemia, que estão procurando aprimoramento em plataformas online, incluindo alguns que tratam de transformação digital. “As pessoas chegaram à conclusão de que há vida trabalhando remotamente, de que é possível se trabalhar com produtividade, entregar o que se precisa, realizar atividades, trabalhando 100% de maneira remota. Então, isso fez com que começassem a acreditar mais que estão preparadas para trabalhar longe do escritório”, disse.

Direcionamentos

Sobre tendências a se esperar, Valente disse que despontam algumas “mais óbvias”, como o home office, mas que outras mais novas remanescerão. “O processo de recrutamento feito remotamente, todo o processo de admissão, o onboarding, como se chama, muitas empresas já estão realizando e acredito que tudo isso será absorvido como prática mais usual”, destacou.

Para o executivo, o prognóstico é de que os empregadores exijam mais independência dos subordinados. “Não é possível prever em médio e longo prazo. A curto prazo, o que o mercado de trabalho estará buscando muito claramente são profissionais com alta capacidade de se adaptar a situações diferentes. Adaptabilidade é uma palavra forte para o futuro, a questão da autonomia, que tenham realmente capacidade de fazer autogestão, conseguir ser produtivos sem ter um chefe sentado ao lado para dizer o que devem fazer todo dia. Me parece também que esse profissional terá que mostrar alta habilidade com ferramentas de tecnologias digitais diversas, precisa conhecer mais ferramentas, trabalhar mais em equipe e ter maior produtividade. Terá que se demonstrar multifacetado, versátil”, acrescenta Valente, ressaltando, ainda, a aptidão para lidar com bases de dados.

Internet
Acesso à internet- Marcello Casal JrAgência Brasil

Perguntado pela Agência Brasil se as expectativas sobre o perfil dos funcionários acabam confirmando um sistema desigual, já que as habilidades requisitadas serão muitas, Valente reconhece que sim e sugere uma solução. A via, pondera ele, ocorreria por meio de articulação entre entes públicos e privados.

“Todas essa transformação digital, a revolução digital, e, ao mesmo tempo, a manufatura 4.0, no curto tempo, pode gerar um grande numero de demissões e de pessoas desempregadas. Pode haver uma grande redução de pessoas nas companhias. Ao mesmo tempo, governos e entidades do mercado de trabalho têm que correr contra o tempo, estruturar um programa profundo e de larga escala de capacitação daqueles profissionais que, em função da digitalização, vão ficando menos capacitados e menos absorvidos.”

Ainda segundo a pesquisa, 74,5% dos profissionais confiam que as empresas sairão da pandemia mais inclusivas. A pergunta que aferiu o resultado se referia à possibilidade de o empresariado ampliar “projetos relacionados à diversidade”, com contratação de mais pessoas com deficiência, negros e mulheres.

Edição: Fernando Fraga

O VENENO DA NOITE!

Uma pausa na dieta dos merendinhas e músicos.

Em breve, o retorno.

Paciência…

Governo concede registro para cubanos reintegrarem o Mais Médicos

Medida foi publicada hoje no Diário Oficial

O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União de hoje (18) a lista de médicos cubanos que serão reincorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil.

De acordo com a Portaria nº 31, por meio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde será concedido registro único para o exercício da medicina, no âmbito do projeto, aos médicos cubanos “reincorporados em 1ª chamada do Edital nº 9 de 26 de março de 2020”.

Para acessar a portaria com a lista dos médicos cubanos, bem como a localidade e a data em que as atividades serão iniciadas, clique aqui.

Em março, o Ministério da Saúde informou que 7.167 médicos já haviam se inscrito no edital do Mais Médicos para o Brasil aberto para reforçar as equipes de saúde em função da epidemia do novo coronavírus (covid-19). A previsão anunciada foi de que até cinco chamadas seriam feitas, sendo que médicos cubanos poderão ser convocados após a 3ª chamada.

A pasta havia estimado um total de R$ 1,4 bilhão em investimentos, e que esses profissionais poderão atuar em mais de uma unidade de saúde, o que deverá ser organizado pelas respectivas secretarias de saúde.

Veja os números da pandemia da covid-19 no Brasil e no mundo aqui.

Edição: Valéria Aguiar

Gastos sem licitação no Recife são o triplo do Rio e quase o dobro de São Paulo

Foram mais de R$670 milhões contra R$226 milhões no Rio e R$388 milhões de SP

Além de provocar estupefação, os gastos sem licitação no Recife para o combate ao coronavírus fazem esperar a qualquer momento mais uma operação policial. Levantamento divulgado pela deputada Priscila Krause (DEM) revela que a prefeitura do Recife, controlada pelo PSB, torrou R$670,2 milhões ignorando licitação. O triplo dos R$226,2 milhões gastos pela prefeitura do Rio de Janeiro, cidade quatro vezes maior. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Oito vezes maior que o Recife, a rica São Paulo gastou 42% a menos sem licitação em materiais de combate ao covid-19.

A prefeitura do Recife gastou sem licitação 95 vezes mais que Manaus, 40 vezes mais que Belém e 38 vezes mais que a maranhense São Luís.

LABORATÓRIO BIOLIFE TAMBÉM FUNCIONANDO COM COLETA DOMICILIAR

A BAHIA VAI UTILIZAR A CLOROQUINA E AZITROMICINA.

ILHÉUS PRECISA ADOTAR A CULTURA DE FORNOS CREMATÓRIOS! ===>>> 21/05/2017

Como é sabido por toda a população, os cemitérios da cidade estão lotados, superlotados.

Todos os dias morrem pessoas.

Onde estão sendo sepultadas, e em quais condições?

É uma pergunta ou preocupação, que na hora do infortúnio passa desapercebida.

No entanto é uma realidade, famílias podem estar pranteando sepulcros com defunto alheio…

 

contador free

nao basta

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