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:: ‘Reportagem’

Ceagesp, uma cidade que alimenta o Brasil

Centro de distribuição brasileiro é tema do Caminhos da Reportagem

Publicado em 21/02/2021 – 12:52 Por Agência Brasil – Brasília

 

Trabalhadores da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), uma das principais empresas estatais brasileiras de abastecimento

Nada é pequeno quando o assunto é a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, conhecida como Ceagesp. O Caminhos da Reportagem deste domingo (21) vai mostrar o maior entreposto da América Latina há 51 anos, confirma a vocação de botar comida na mesa de São Paulo e de outros 1500 municípios brasileiros. Por isso, tudo por lá é superlativo: são mais de 3 milhões de toneladas de alimentos, flores e pescados comercializados ao ano; quase R$ 9 bilhões em volume financeiro e uma área de 637 mil metros quadrados, por onde circulam, diariamente, 50 mil pessoas. Isso sem falar nos outros 13 postos pelo interior paulista e dos 18 para armazenagem.
  
Rosana Keuly tinha 22 anos quando se tornou uma das centenas de vendedoras de café na Ceagesp. Mais uma mulher no meio de um mundo prioritariamente masculino. Ela conta como aprendeu a se sentir menos incomodada com as cantadas e onde conseguiu chegar como cafezeira. Já Rubens Fidêncio, morador de Quadra, a 160 km da capital, faz parte da quinta geração de uma família dedicada à agricultura. Ele  destaca o privilégio de estar a pouco mais de 1 hora do entreposto, onde sua produção pode ser comercializada o ano inteiro. Cantor nas horas vagas, quando usa o nome artístico Alysson Lima, o paraibano João Paulo Neto é carregador na Ceagesp e fala da rotina diária de equilibrar um carrinho lotado que não pode tombar e produção de uma  carreira musical.
 
Você vai conhecer também a Associação Nossa Turma, uma instituição que nasceu de uma denúncia de prostituição infantil há 23 anos, e que educa mais de 100 crianças numa creche e jovens que saem preparados para entrar em universidades. E o Banco de Alimentos que recebe produtos que não estão no padrão para vendas mas chegam muito bem obrigada a mais de 200 instituições e creches da cidade. 

Caminhos da Reportagem vai ao ar neste domingo, às 20h,  na TV Brasil.

Edição: Claudia Felczak

Série de reportagens da Agência Brasil é finalista no Prêmio ANA

Vidas Secas no país das Águas concorre na categoria Comunicação

Publicado em 02/12/2020 – 14:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) anunciou hoje (2) os 24 projetos finalistas do Prêmio ANA 2020. O prêmio é dividido em oito categorias. Para cada uma foram indicados três finalistas. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) figura entre os finalistas na categoria Comunicação, com a série de reportagens Vidas Secas no País das Águas, produzida pela equipe WEB da EBC, e publicada pela Agência Brasil.

Vidas Secas no país das águas: confira série de especiais – Portal EBC

As reportagens da EBC foram conduzidas pelo jornalista Luiz Cláudio Ferreira e por uma equipe composta por 15 profissionais, entre repórteres, editores, infografia, produção visual e implementação.

A ideia da matéria foi a de discutir e sensibilizar os leitores sobre o uso da água no Brasil. “Por coincidência, 2018 marcou os 80 anos da obra ‘Vidas Secas’, de Graciliano Ramos. Assim, nos inspiramos na literatura para tratar desse tema tão importante”, disse Ferreira à Agência Brasil. Em uma das reportagens, a equipe foi de Juazeiro do Norte a Fortaleza para tratar “dos campos de concentração no Ceará, um episódio histórico que nem todo mundo conhece”. “Descobrimos em pleno sertão experiências de reaproveitamos de água que podem servir de exemplo para produtores rurais”, acrescentou.

“É uma felicidade muito grande para nós da comunicação ter esse reconhecimento. Essa visibilidade faz com que mais gente leia essas reportagens, que continuam tratando de assuntos importantes mesmo com o passar do tempo”, complementou o jornalista.

Os vencedores de cada categoria serão anunciados em março de 2021. Segundo a agência, o Prêmio ANA 2020 tem como novidade a possibilidade de os finalistas poderem apresentar suas ações em eventos on-line a partir de janeiro de 2021, com o intuito de dar maior visibilidade para os trabalhos realizados. “O objetivo desses encontros é servir como vitrine para que os projetos finalistas tenham suas ideias compartilhadas com públicos que podem disseminar pelo Brasil as boas práticas relacionadas às nossas águas”, informou, por meio de nota, a ANA.

Nesta edição, 695 iniciativas foram inscritas, número recorde que supera as 607 registrados em 2017. A categoria com maior número de inscrições foi Pesquisa e Inovação Tecnológica (157), seguida de Comunicação (129), Governo (102), Empresas de Médio ou de Grande Porte (86), Educação (59), Organizações Civis (66), Empresas de Micro ou de Pequeno Porte (59) e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (37).

A premiação visa reconhecer “trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

Concorrem com na categoria Comunicação, ao lado da série de reportagens da EBC, o documentário Dessalinizada, Água do Mar Pode Equilibrar Abastecimento, de Jusciane Matos de Lima, da TV Justiça, e Guerra da Água, de Patrik Camporez, do jornal O Estado de S. Paulo.

Confira a lista de finalistas do Prêmio ANA 2020.

Edição: Aline Leal

PINGA FOGO EM  A TODA PODEROSA  DONA DO PEDAÇO

Hoje sai da toca, muito cedo, era madrugada ainda, tinha que dar o recado porque finalmente sai da floresta nacional. Com uma tabuleta nas mãos e sem destino, nesta terra onde o fogo pinga e me deparei com uma área derrubada, devastada e queimada.

Uma placa de 1936, chamuscada pelo fogo, informava que seu apelido era Praça Cairu. No meio dos destroços estava lá o Nêgo Véio, falastrão como sempre, definiu pra mim, aquela situação e nas palavras dele: “esta praça é a rainha da Inglaterra, a intocável, a poderosa e dona do pedaço. Nenhum, no seu juízo normal tenta ou se atreve a incomodá-la.

Aqui Pinga Fogo, tem um aterro sanitário que o governante chama carinhosamente de Feirinha da Guanabara, tem duas praças de fobicas, uma praça de mobiletes com motos sem boys, numa esquina sem dobradiça e um montão de mascate, que entre eles mesmos e o povão de Deus, se enganam no meio dos urubus. Ah! Seu Pinga Fogo, aqui o bicho corre solto com a pule na mão e um copo de mingau na outra.

Seu Pinga, se seu tempo de estreia for de 24 horas, vai assistir neste giratório daqui à pouquinho, os sindicalistas, a polícia militar, a Secretaria da Fazenda Estadual, com apitos, batuques, numa blitz organizada, que inferniza a vida dos que trabalham para sustentar este bando de gente fina.

Seu Pinga Fogo, hoje numa rádio da cidade, o chefe maior, nomeado de Fiscal do Governador da Bahia, repetiu sua promessa de 2016 – VOU ACABAR COM A FEIRINHA DA CAIRU. Seu projeto mixuruca já desbotou dentro de uma gaveta de um consultório médico, e a praça geme de dor.

E Nêgo Véio começa a tremer, prestes a dar uma caruara, só teve tempo pra jogar seu cachimbo fora, enquanto naquele momento munidos de paus e pedras, a tropa de elite do chefão governante, partiu pra cima do Pinga Fogo, e ali mesmo, deram a sentença final.

Na mesma placa de 1936, o Pinga Fogo, debochou com suas escritas com a seguinte frase: se o governo grandalhão, acha que o Tempo ainda é De Alegria é porque tem muita grama no bolso da praça.

Vou girar…

 Pinga Fogo.

Famosa Feirinha do Guanabara -Centro

ANEMIA FALCIFORME – MAIS UM DESCASO DA SAÚDE EM ILHÉUS!

Presidente da Associação.

http://g1.globo.com/bahia/batv/videos/v/batv-tv-santa-cruz-02102017-bloco-1/6189758/

SOCIALISMO OU COMUNISMO = MISÉRIA. É ISSO QUE VOCÊ QUER PARA O BRASIL?

¿PARAÍSO O INFIERNO? Conoce la realidad de cómo viven los cubanos

¿Es Cuba un verdadero paraíso? Te invito a que saques tus propias conclusiones y compartas tus comentarios.

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“El transporte público en Cuba (1950-2014)”

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“Teatro Campoamor y sus alrededores. La Habana, Cuba”

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“Mi vecina Margot “resolvió” tamales. Hoy tendrá algo para acompañar al arroz de todos los días.”

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“Francisco vive en una “potencia médica” pero jamás ha tenido acceso a una silla de ruedas decente”

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“El que quiera comunismo para su país , le recomiendo que visite Centro Habana.

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“Cuba, un país donde la espera se hizo eterna, el conformismo se hizo soldado y la rabia murió presa.”

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“Carnicería El Barato, La Habana, Cuba”

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“No hubo una guerra ni un terremoto: hubo una revolución por 56 años.”

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“Según la Constitución de Cuba, cada cubano tiene derecho a vivir en una vivienda confortable.”

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¡Apúrense! ¡Hay carne! Exclamaban personas al ver “esto”

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“Aula de preescolar en Cuba, una potencia educativa”

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“Cuba, el paraíso sanitario”

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“La Habana, una ciudad que se desploma sola.”

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“La Habana, una de las ciudades más impresionantes de América a mediados de los 50s. No sobrevivió al Socialismo del Siglo XXI”

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“Ahí está… En cada rincón su imagen para recordar a quien debemos tanta FELICIDAD

Para ver más imágenes de Cuba puedes consultar la galería de mi blog y seguirme en Twitter @Yusnaby

OS DEVANEIOS MEGALOMANÍACOS DE GUILHERME LEAL. – (REPORTAGEM)

Se há megalomania, no caso de Serra Grande, é o “projeto Bellagio”. Ou seja, a intenção de atrair para aquele fim de mundo um foro internacional dedicado à livre troca de ideias. Algo como o projeto da Fundação Rockefeller, à beira do lago de Como, no norte da Itália. O similar baiano será “um centro de meditação”.

Se quiser ler a reportagem completa, basta clicar aqui...

NSA DEIXA GOVERNO BRASILEIRO NU.

NSA deixa governo brasileiro nu

Posted: 21 Sep 2013 07:36 AM PDT

A revelação de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA estendeu a sua rede de espionagem eletrônica às comunicações da presidente Dilma Rousseff e seus assessores imediatos, apresentada pelo jornalista Glenn Greenwald no Fantástico da Rede Globo de Televisão, no último domingo, provocou uma oportuna indignação. No entanto, se o governo quiser realmente dar uma resposta à altura do desafio da potência hegemônica, será preciso ir além da retórica diplomática e tomar medidas efetivas para impor os interesses nacionais em um cenário global dominado pela agenda geopolítica anglo-americana. E Dilma tem uma grande oportunidade para encaminhar algumas delas, nas reuniões que terá com os seus colegas do grupo BRICS, em São Petersburgo, onde ocorre a cúpula do G-20, em 5-6 de setembro.

Uma opção insuperável para manifestar o descontentamento brasileiro sem uma turbulência maior nas relações com os EUA seria o cancelamento imediato da licitação FX-2 para a compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) e, em troca, transferir a encomenda à Federação Russa, que já ofereceu ao Brasil os caças Sukhoi Su-35 com transferência total de tecnologia. Além de serem aeronaves tecnicamente equivalentes aos finalistas da FX-2 – o estadunidense Boeing F/A-18 Hornet, o francês Dassault Rafale e o sueco Saab JAS-39 Gripen – e que poderiam, eventualmente, substituir todos os jatos de combate da FAB (com grandes vantagens logísticas), a opção pelos caças russos elevaria a densidade política da cooperação intra-BRICS a um novo patamar estratégico e, sem dúvida, seria um “recado” inesquecível para Washington.

Em particular, o País está pagando o preço de décadas de descaso com as suas Forças Armadas e o sistema de inteligência, em grande medida, por conta de um deslocado sentimento de revanchismo contra o regime militar de 1964-1985, motivado por uma ideologia “antiautoritária” que dificulta a distinção entre uma situação conjuntural e os interesses permanentes de um Estado nacional soberano e suas necessidades de proteção e defesa.

Assim, o agressivo desmantelamento do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI) por Fernando Collor de Mello e as dificuldades de estruturação da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), ainda não totalmente superadas, deixaram o País quase completamente desprovido de uma capacidade relevante na área e exposto a toda sorte de intromissões externas, além de surpresas desagradáveis nas relações como outros países.

A síntese mais sucinta da situação foi feita pelo ex-diplomata Marcos Azambuja, que foi secretário-geral do Itamaraty no governo Collor:  :: LEIA MAIS »

Denúncia da revista Época mostra irregularidades das ONGs e chega até Pablo Capilé, da Fora do Eixo e da Mídia Ninja.

Murilo Ramos, com Flávia Tavares e Marcelo Rocha

(Época)

Maria Suely Fernandes, funcionária de do Banco do Brasil, sempre quis trabalhar com projetos sociais. Há três anos, graças à indicação do PT, teve sua chance. Aos 29 anos, conseguiu uma vaga na Fundação Banco do Brasil, braço filantrópico da empresa, dominado pelo PT há dez anos.

Suely era filiada ao PT de Minas Gerais desde a adolescência e fora indicada ao cargo pelo sindicalista Jacques Pena, ex-presidente da fundação e quadro influente do partido em Brasília – ele foi um dos coordenadores da campanha presidencial de Dilma na capital da República, em 2010.

Para desgosto de Pena e do grupo petista que controla a fundação, Suely ignorou o apadrinhamento do partido. Descobria tudo, fossem pequenas falhas na apresentação de projetos, fossem fraudes complexas em contratos milionários.

Ingênua, Suely relatava as falcatruas encontradas – a maioria envolvendo seu padrinho político, Jacques Pena – a seus superiores na fundação e no Banco do Brasil. Era ignorada. Ela insistiu, insistiu, insistiu… até que, em dezembro passado, convencida de que ali ninguém nada faria, juntou seus relatórios e denunciou as fraudes ao Ministério Público do Distrito Federal e à Polícia Civil de Brasília.

ESCUTAS

As escutas confirmaram as informações prestadas por Suely e revelaram mais casos de desvio de dinheiro. Há dez dias, o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Frederico Ernesto Maciel, autorizou a polícia e o MP a apreender documentos e computadores na sede da fundação, em Brasília.

A polícia e o MP deram início à Operação Overnight e apreen­deram documentos na sede de uma ONG que pertence a Joy Pena, irmão mais novo do sindicalista e ex-presidente da fundação Jacques Pena.

É dos quadros do PT o prefeito do município gaúcho de Canoas, Jairo Jorge, cunhado de Pena – a fundação financiou em Canoas projetos de reciclagem de lixo e “inclusão digital”. Numa das escutas realizadas pela polícia, funcionários da fundação cogitavam transferir um equipamento de triturar lixo de obra – adquirido para o município vizinho de São Leopoldo, com recursos da fundação – para Canoas, em razão de a prefeitura de São Leopoldo ter passado para as mãos de PSDB nas últimas eleições.

O favorecimento a prefeituras administradas pelo PT fica evidente na investigação. Numa das escutas, funcionários disseram que o presidente da cooperativa de catadores de lixo de Uberaba, a Cooperu, se apropriara de dois caminhões doados com dinheiro da fundação, para transportar material de uma empresa particular. Os funcionários da fundação ainda apelidaram a cooperativa de Coopergato, numa alusão à quantidade fantasiosa de catadores de lixo.

CAPILÉ NA PARADA

Pablo Capilé
Pablo Capilé

Descobriu-se que a fundação investe em qualquer coo­perativa. Uma delas, espécie de cooperativa do novo milênio, chamada Casa das Redes, recebeu R$ 370 mil. A associação é comandada pelo jornalista Pablo Capilé, guru do Movimento Fora do Eixo e da Mídia Ninja. O dinheiro serviria para criar uma “estação digital” em Brasília. E o que faria essa estação? Difícil saber. O argumento de Capilé para convencer a fundação a lhe entregar dinheiro é irresistível: chaleirar o governo petista.

 “Na gestão Lula, o acesso aos recursos e bens de produção, principalmente sustentados pelas novas tecnologias, somados ao empoderamento da sociedade civil, como partícipe da construção de políticas públicas para o setor foram medidas importantes que contribuíram para a articulação, fortalecimento e ampliação de alternativas econômicas à classe cultural em todo o país”, escreveu Capilé.

Com o dinheiro na mão, Capilé e seus amigos Fora do Eixo alugaram uma casa bacana em Brasília. Mobiliaram e equiparam a casa com tudo o que têm direito: bons móveis, TVs de LCD, computadores MacBook, mas não quaisquer MacBooks: MacBooks Air, aqueles fininhos, mais modernos e charmosos. A fundação banca o aluguel, contas de água, luz e telefone de nove ativistas e um bebê de 9 meses, Benjamin, filho de um deles. (Não se sabe se a fundação paga as fraldas.)

Por dentro, a tal casa criativa parece mais uma start up de tecnologia que uma comunidade de “agitadores culturais”, como eles se definem. Como a luta de Capilé e de seus amigos Fora do Eixo nunca foi pelos 20 centavos, há também um carro para servir a casa. Até recentemente, de acordo com uma apuração da própria fundação, o carro circulava pelas ruas de São Carlos, no interior paulista.

LEIAM COM BASTANTE ATENÇÃO, E REFLITAM. – (REPORTAGEM, FACEBOOK)

COMEÇOU A INVASÃO DO BRASIL!

Será que alguma instituição tem resposta para essas imagens?

É ou não é tema para “manifestação”, enquanto ainda se pode…..

ATENÇÃO FFAA: CHEGADA DE GUERRILHEIROS VENEZUELANOS EM SOLO BRASILEIRO DIA 08.07.2013 – AEROPORTO INTERNACIONAL DE CAMPO GRANDE –

 

SEGUIREMOS A POSTAGEM INICIAL FEITA NO FACEBOOK dos Revoltados ON LINE PARA QUE TODOS ENTENDAM DESDE OS PRIMÓRDIOS OS ACONTECIMENTOS QUE MUITO NOS PREOCUPA…AFINAL ESTAMOS A BEIRA DO CAOS COM ESSE DESGOVERNO MUITO SUSPEITO EM SUAS AÇÕES…

 

  • INFORME INICIAL –

 FOTO 1

“Ao fazer conexão no aeroporto de Campo Grande por volta das 20 horas, 08.07.2013 , me deparei com esse mostrengo da força aérea Venezuela em pleno aeroporto brasileiro descarregando muita bagagem, até ai tudo bem, entrei no saguão pra pegar o voo pra SP e me deparo com mais de 200 venezuelanos com caras de terroristas acompanhados de uns 6 soldados fardados, não tive como tirar foto deles pois estes estavam espalhados por todos os locais em separado , alguns com camisas vermelhas escrito CUMUNISMO, VIVA CHÊ e outras coisitas más. Muito bem , o que me causou estranheza é que vários entraram no voo pra SP em separado e como que disfarçando que não se conheciam , entretanto os que se encontravam em um canto com caras de chefes lá ficaram.

 

FOTO 2

Pois bem , de repente de minha janela observo estes que aparentavam mais alta patente e maldade saindo por uma porta especial , e se dirigindo pra o seu avião venezuelano , achei muito estranho e uma aeromoça me disse que outros mais haviam partido em outro voo pra local desconhecido . A pergunta que não quer calar é a seguinte: Porque vários venezuelanos a paisana estariam chegando no Brasil em um avião militar e partindo em separado em voos domésticos , o que um avião militar venezuelano estaria fazendo em território nacional na calada da noite e com nitidamente militantes e ou guerrilheiros ? Com todo o respeito , tem merda nisso que vi e eu não to brincando nem exagerando , todos eles não abriram a boca no saguão e nem dentro do avião.

 

FOTO 3

Essa foi a ultima foto , eles chegando no avião cargueiro , agora pra onde foram eles e pra onde foram os outros nos voos domésticos e porque ?”   :: LEIA MAIS »

PENSAMENTOS DE GUILHERME LEAL – DONO DA ONG ARAPYAÚ.

O sul da Bahia pareceu-lhe um lugar sob medida para quem investe em utopias. Desconfia que chegou ali no momento justo, “quando estava mesmo precisando de um lugar para integrar minhas crenças com meu lazer”. Nada a ver com a decisão imobiliária de 24 anos atrás, quando comprou um terreno para fazer casa de praia em Bertioga, no litoral paulista. “Mas, na época, por menos que se falasse em impacto ambiental, já estava arraigada aquela ideia de que, encontrando um local bonito, é bom construir logo, antes que ele fique feio.”

No Pontal da Barra do Tijuípe, na costa baiana, ele imaginou que daria para fazer o contrário. Escolheu um lugar que daqui a 30 anos pudesse estar muito melhor do que hoje. Comprou uma fazenda e levou para a sua ideia – ou melhor, de Capra – de que todas as coisas no planeta estão inextricavelmente ligadas: “Se quero cuidar do rio que passa em minhas terras, então tenho que cuidar da cidade, porque o rio também passa por lá.”

Num lugar cujo maior centro urbano se chama Serra Grande e tem cerca de 3 mil habitantes, um vizinho bilionário com essas intenções pode fazer muita diferença. Há dois anos, os cursos de pós-graduação do Ipê abriram vagas em Serra Grande. As vagas se destinam a treinar a mão de obra capaz de fazer manejo de madeira nativa, arquitetura integrada ao meio, casas populares com saneamento, agricultura orgânica e reflorestamento. Também se destina a restaurar a econonia cacaueira, que sempre foi a peça de resistência na região, por meio de uma indústria mais artesanal que produza chocolates finos e de origem controlada.

Enquanto isso, ele planta pau-brasil, ipê e sapucaia nos 80 hectares de pastos queimados que encontrou em suas terras. Quase foi multado pelo Ibama porque estava mexendo num samambaial, o que é proibido numa Área de Proteção Ambiental. Encrespou-se, para exibir mais uma vez o velho temperamento explosivo? Que nada. Tratou o assunto como um aliado incondicional dos fiscais: “Se o Ibama foi lá, cumpriu seu papel. Até me fez um favor. E se tiver um erro na terceira casa decimal, pode agir que eu corrijo.”

Se há megalomania, no caso de Serra Grande, é o “projeto Bellagio”. Ou seja, a intenção de atrair para aquele fim de mundo um foro internacional dedicado à livre troca de ideias. Algo como o projeto da Fundação Rockefeller, à beira do lago de Como, no norte da Itália. O similar baiano será “um centro de meditação”.

Veja reportagem completa clicando no link:

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-48/figuras-da-vice/guilherme-leal

SANTO ANDRÉ, UM LOCAL MÁGICO DA BAHIA.

Fonte: Ariel Figueroa.
Viajar e bom, como diz o ditado viajar e dar uma nova roupagem a alma. Visitamos Santo André no press trip organizado pela competente jornalista Cristina Lira, sediados no La Torre Resort em Mutá, a programação nos levou até Santo André, distrito de Santa Cruz de Cabrália  no litoral norte de Porto Seguro. Logo após o farto café da manhã a AR Turismo pontualmente e com veiculo  confortável que nos levou para o norte da Costa do Descobrimento, 20 minutos depois chegamos ao rio João de Tiba, nome em homenagem ao primeiro português a morar no local. A balsa nos deixa no atracadouro de Santo André, ai começa a festa dos sentidos.

Veja a excelente matéria, clicando aqui.

A BAHIA PESCA CRESCEU E OCUPOU ESPAÇOS COM A GESTÃO DE ISAAC ALBAGLI.

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