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:: ‘Publicações’

ANS suspende 51 planos de saúde a partir de 6 de setembro

Publicado em 30/08/2019 – 16:22

Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, hoje (30), uma lista com 51 planos de saúde oferecidos por dez operadoras que terão a comercialização suspensa a partir do dia 6 de setembro. A medida é decorrente das reclamações enviadas pelos consumidores nos meses de abril, maio e junho. Foram relatadas negativas de coberturas e descumprimentos dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias.

A análise das queixas se dá dentro do programa de monitoramento da garantia de atendimento, cujo objetivo é exigir que as operadoras assegurem aos usuários o acesso aos procedimentos previstos em contrato. Para que a comercialização possa ser retomada, será preciso melhorar a qualidade do serviço para as 278,6 mil pessoas vinculadas atualmente aos 51 planos. Novos clientes não poderão ser aceitos enquanto a ANS manter a suspensão.

A Agemed e Assistência Médica Infantil (AMI) são as duas operadoras mais afetadas. Cada uma ficará impedida de comercializar 14 planos.

A ANS, no entanto, liberou a venda de 28 planos de saúde de 11 operadoras. Eles haviam sido suspensos em avaliações anteriores do programa de monitoramento da garantia de atendimento.

A ANS mostra em seu site a lista completa dos planos liberados e suspensos. Também é possível consultar informações do monitoramento de cada operadora, conferindo o histórico e verificando se ela já foi afetada em alguma avaliação passada. Há ainda uma classificação das empresas conforme o desempenho no programa de monitoramento.

Edição: Fernando Fraga

Eduardo Salles convida para enquete que vai escolher o nome da nova ponte de Ilhéus


Uma das principais obras de mobilidade urbana em andamento no Estado, a nova ponte que liga o bairro do Pontal ao Centro de Ilhéus ainda não tem um nome oficial. Para batizar o equipamento, o deputado estadual Eduardo Salles já elaborou um Projeto de Lei para ser votado na Assembleia Legislativa. 

Porém, o parlamentar propôs que a escolha do nome aconteça por meio de participação popular no Programa O Tabuleiro, do radialista Vila Nova, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h, na Ilhéus FM.

Eduardo Salles tem preferência por batizar de Gabriela a primeira ponte estaiada da Bahia. “A obra de Jorge Amado foi fundamental por retratar uma Ilhéus da década de 20 que vivia mudanças políticas, econômicas e culturais”, justificou.

“Jorge Amado já tem justas homenagens, como o aeroporto. Acho que chamar de Gabriela será também um atrativo a mais aos milhares de turistas que visitam anualmente o município. Mas acho que a população de Ilhéus é a mais capaz de decidir”, acrescentou o deputado.

Eduardo Salles esclareceu que o nome mais votado durante a enquete será o que ele utilizará em seu Projeto de Lei que pretende batizar a ponte.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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PONTE PONTAL

VALEC entrega ao MInfra relatório final da FIOL

Dividido em oito volumes, o relatório é composto por cadernos com quantitativos, memória de cálculo, justificativa, planilha orçamentária, gerando valores de investimento para a execução dos serviços remanescentes e complementares da FIOL 1, lotes 1, 2, 3 e 4.

da esq. para dir.: Marcos Aires (superintendente de Projetos, Custos e Estudos), Paula Tagliari (superintendente de Meio Ambiente e Desapropriação), Ramon Saleno (gerente de Projetos), Ismael Trinks (diretor do Departamento de Transporte Ferroviário do MInfra), Maryane Figueiredo (superintendente de Construção).

 

Canteiro industrial da FIOL (Guanambi/BA)

 

O trabalho desenvolvido pelas áreas de projeto, construção e ambiental da VALEC servirá como ponto de partida para a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) dar continuidade aos estudos de desenvolvimento do processo de subconcessão desse trecho ferroviário.

Diretrizes e metas

A VALEC vem atuando para que as diretrizes e metas do MInfra sejam cumpridas. Em março deste ano, o trecho entre Porto Nacional/TO e Estrela d’Oeste/SP da Ferrovia Norte-Sul foi subconcedido em leilão que teve como vencedora a empresa Rumo Logística. Em 31 de julho, o contrato de subconcessão foi assinado em solenidade que aconteceu em Anápolis/GO.

Também em março, foi entregue ao Ministério da Infraestrutura o Projeto Básico da FICO (Ferrovia de Integração Centro-Oeste), trecho Água-Boa/MT e Mara Rosa/GO. Nesse trecho, a ferrovia percorrerá 382,97 km com o objetivo de escoar a produção agrícola do Mato Grosso para os portos, melhorando a logística do país, a partir da conexão com a Ferrovia Norte Sul.


TEXTO: Ana Caichiolo

IMAGENS: Luiz Guilherme – Vida Engenharia

AS ONGs SÃO TÃO BOAZINHAS!

É claro como água mas nem todos entendem.
A demarcação de terras indígenas serviu para que os índios as vendessem para empresas estrangeiras.
A FUNAI, recentemente reestruturada por Bolsonaro, até agora detectou 36 contratos de venda totalizando uma área DO TAMANHO DO ESTADO DA BAHIA.
Sim ! O Brasil perdeu uma área do tamanho do estado da Bahia porque os índios que receberam terras as VENDERAM para empresas estrangeiras. Uma das propriedades foi vendida pelos índios por 120 milhões de Dólares a uma empresa irlandesa.
Agora você entende porque o cacique Raoni foi falar com Macron, presidente da França ?
Agora você entende porque Bolsonaro mandou parar com a farra de demarcações tão defendida pelas esquerdas?
As esquerdas não são boazinhas com os índios. Apenas fazem intermediação imobiliária, vendendo a Amazônia para estrangeiros.
Bom dia !
Já é hora de acordar !

Áureo Alessandri

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/03/funai-considera-nulas-vendas-de-terra-indigena-para-estrangeiros.html

A COPA GABRIELA DE FUTEBOL FEMININO.

Tanto sucesso em anos anteriores, corre o risco de não acontecer.

Ilhéus e região possuem mais de uma dezena de times em atividade.

Faltam apoio, patrocínio e divulgação.

Vamos prestigiar a Copa GABRIELA!

O ANTIGO REGIONAL E O NOVO COSTA DO CACAU

Originariamente concebido na sua estrutura arquitetônica para ser um colégio, o antigo Regional, por obra do Governador Luiz Viana Filho, que lhe cedeu o nome, foi se transformando aos poucos em um hospital de urgência e emergência.

Altera um tiquinho aqui, reforma outro tiquinho acolá, contando com um corpo de servidores e profissionais de saúde locais, ia dando, e deu conta do recado até ser desativado.

Por outro lado, o Hospital Regional Costa do Cacau, foi construído dentro dos padrões arquitetônicos para ser um hospital de ponta.

Portanto tem a OBRIGAÇÃO de atender  muito bem a população, sem badalações ou foguetórios.

Fotos copiadas do Google.

“Bolsonaro abandona postura de aversão à China e estreita relações com Pequim

Leonardo Desideri, especial para a Gazeta do Povo Brasília[26/08/2019] [16:08]

(Osaka – Japão, 28/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante recepção ao Presidente da República Popular da China, senhor Xi Jinping.rFoto: Alan Santos / PR

Bolsonaro encontra presidente chinês Xi Jinping durante o encontro do G-20, em junho, no Japão: presidente brasileiro irá para a China em breve.| Foto: Alan Santos/PR
Os governos de Brasil e China celebraram em 15 de agosto os 45 anos do reatamento das relações diplomáticas entre os dois países, promovido pelo presidente Ernesto Geisel em 1974. Desde 2009, os chineses são os maiores importadores de produtos brasileiros no mundo, e as relações comerciais entre os dois só cresceram desde então.

Declarações do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e sua afinidade com o presidente norte-americano Donald Trump sinalizavam que essa tendência poderia mudar. “A China não está comprando no Brasil, está comprando o Brasil”, disse Bolsonaro em diversas entrevistas, causando temor sobre o possível impacto de sua política externa no comércio Brasil-China.

Os primeiros oito meses de seu governo têm mostrado uma realidade completamente oposta à que se temia: Brasil e China estão estreitando relações diplomáticas e econômicas, num movimento que mostra como a interdependência comercial dos dois países põe qualquer rivalidade ideológica em segundo plano.

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“O fato de Bolsonaro ter adotado uma postura tão ‘antichina’ durante a campanha e não ter feito nada como presidente para se afastar dos chineses mostra a influência da China no Brasil. Elege-se um presidente que quer se afastar, mas os interesses econômicos são tão poderosos que nem assim há mudança”, afirma Oliver Stuenkel, professor de Relação Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Itamaraty diz que as relações sino-brasileiras hoje são caracterizadas por “interesse recíproco no aprofundamento do diálogo”. Como exemplo desse interesse, o órgão cita “o intenso calendário de troca de visitas de alto nível”, destacando a ida do presidente Jair Bolsonaro à China prevista para este ano e a vinda do líder chinês Xi Jinping ao Brasil, programada para novembro, por ocasião da 11ª Cúpula do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Em relação à parceria comercial, uma das evidências de que o Brasil tem estreitado seu vínculo com os chineses é o provável aumento na quantidade de frigoríficos que terão certificação para exportar para a China. “Isso é uma maneira de medir a relevância brasileira na China”, diz Stuenkel. Segundo a agência Reuters, a China estuda liberar a importação de carnes de 30 frigoríficos brasileiros, o que significaria um crescimento considerável na quantidade de carnes exportadas pelo Brasil aos chineses.

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De acordo com o Ministério da Economia, a carne é o quinto produto mais exportado para a China pelo Brasil, atrás apenas da soja, dos óleos brutos de petróleo, do minério de ferro e da celulose. Além de fortes parceiros comerciais, Brasil e China colaboram em projetos bilaterais em áreas como espaço, nanotecnologia e energias renováveis.

Para Stuenkel, a dependência do Brasil em relação à China é uma realidade consumada e que cresce a cada ano. “A questão com a China não é se o Brasil vai ou não ser dependente dela, mas como vai gerenciar essa dependência”, afirma. “Qualquer presidente que entra vivencia, independente do que quiser fazer, uma intensificação dessa relação.”

Dentro de alguns meses, um novo elemento poderá tornar o vínculo entre os dois países ainda mais forte: a tecnologia de redes 5G. É bastante provável que o Brasil adote o 5G desenvolvido pela empresa chinesa Huawei, o que, aliás, deverá contrariar os norte-americanos, que têm feito campanha contra a adoção da tecnologia da China pelos outros países.

Em visita ao Brasil, segundo o Valor Econômico, Wilbur Ross, secretário de comércio dos Estados Unidos, alertou autoridades do Brasil sobre os riscos do 5G chinês para a privacidade e a segurança nacional. Recentemente, Donald Trump proibiu empresas americanas de negociar com a Huawei, sob a alegação de que os chineses praticam espionagem.

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Stuenkel aposta que, em breve, o Brasil começará a fazer parte do “Belt and Road Initiative” ou “Um Cinturão, Uma Rota”, uma espécie de Plano Marshall global que o governo chinês está preparando para desenvolver economicamente diversos países. A iniciativa, segundo ele, deverá atingir toda a América Latina e promover uma transformação econômica da região, mas, em contrapartida, aumentar nossa dependência dos chineses. “É muito provável que o Brasil, contrariando os alertas dos Estados Unidos, acabe aceitando fazer parte disso”, afirma.

Nos próximos anos, segundo Stuenkel, o Brasil enfrentará impasses na política externa por conta do alinhamento ideológico com os norte-americanos e a parceria comercial com os chineses. “A tendência é a relação [com os EUA] se dificultar. Os Estados Unidos deverão pressionar o Brasil a tomar decisões, o que será muito custoso. Certamente, o desejo do presidente é se alinhar mais aos Estados Unidos, mas o Brasil é muito dependente da China. Isso não ocorre só no Brasil. Estamos entrando numa espécie de nova Guerra Fria, e o processo de navegar essa realidade vai ser muito complexo.””
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/bolsonaro-estreita-relacoes-com-china-pequim/
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Marina acoberta Natura para abafar escândalo sobre biopirataria

A passagem de Marina Silva pelo Ministério do Meio Ambiente, entre 2003 e 2008, foi profícua para o futuro político dela. Na época, como agora, pode contar com a dedicada presença de João Paulo Capobianco, um biólogo, fotógrafo e ambientalista que, desde então, já sinalizava sua forma peculiar de compreender as fronteiras entre os negócios privados e a defesa da soberania nacional. 

Marina e Capobianco, homem de confiança que a ajudou a embarreirar processos contra Natura no Ministério

 

Fundador de ONGs como a Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Socioambiental (ISA), Rede de ONGs da Mata Atlântica e Fórum Brasileiro de ONGs, por ser homem de confiança de Marina, integrou também a Comissão Executiva Nacional do Partido Verde, enquanto lá esteve filiado.

Capobianco é, atualmente, um dos principais dirigente do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), organização não governamental que reúne Neca Setúbal (dona do banco Itaú e coordenadora do programa de governo da candidata); Eduardo Giannette (conselheiro econômico de Marina), Basileu Margarido (ex-dirigente do MMA e Ibama e tesoureiro da campanha) e Guilherme Leal (dono da empresa de cosméticos Natura) em seu Conselho Gestor. Nesta linha, é também membro do Conselho de Administração da Bolsa de Valores Sociais (Bovespa Social), da Bolsa de Valores de São Paulo. Mas a principal tarefa de Capobianco, hoje, é a coordenação da campanha de Marina à Presidência da República. Egresso de organizações não governamentais, foi Secretário Nacional de Biodiversidade e Floresta e posteriormente Secretário Executivo, ambos no Ministério do Meio Ambiente, durante a passagem da atual líder da facção Rede Sustentabilidade.

Como Secretário de Biodiversidade, Capobianco acumulou o cargo de presidente do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen/MMA), repartição federal responsável por autorizar novas biotecnologias a partir de elementos da biodiversidade brasileira, e de supervisionar o combate à biopirataria no país. Vem desta época a grande aproximação da empresa Natura com a então ministra Marina Silva, que acabaria por levar o seu acionista controlador, Guilherme Leal, ao posto de então candidato a vice-presidente em sua chapa. Leal, um dos homens mais ricos do país, foi também o maior financiador da campanha de Marina em 2010, com quantias em torno de R$ 4 milhões, aproximadamente 40% do total do total arrecadado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Hoje em dia, segue como um dos principais doadores na nova empreitada de Marina.

O psicanalista Carl Gustav Jung já afirmava que “coincidências não existem”, mas, coincidentemente, durante a gestão de Capobianco no Cgen, dezenas de processos da Natura, com ilegalidades ambientais comprovadas pela fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), foram colocados em estado de profunda hibernação, aguardando uma desejada anistia, de alguma forma prometida pela gestão Marina, às infrações cometidas e tipificadas no Decreto 5459/2005. Práticas conhecidas, popularmente, por biopirataria. A anistia nunca chegou, diga-se, por ter sido considerada ilegal pela Advocacia-Geral da União e, portanto, vetada pela Casa Civil ainda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As análises e decisões sobre os processos da Natura, referentes aos vários produtos desenvolvidos pela empresa a partir de plantas brasileiras, não somente foram suspensas no Cgen como tais informações, que envolvem ilícitos, não foram enviadas para a fiscalização do Ibama à época. E por que não? A resposta completa não estava disponível até o fechamento desta reportagem.

A partir da saída de Marina do Ministério do Meio Ambiente, em meados de 2008, e com a gradativa substituição de dirigentes e políticos nomeados em sua gestão, a máquina pública passou a funcionar sem obstáculos e culminou com o envio de dezenas de processos da empresa ao Ibama em 2010. Com provas das ilegalidades finalmente à mão, o órgão ambiental federal orquestrou uma operação denominada Novos Rumos, que aplicou multas pesadas à indústria de cosméticos em 64 autos de infração. O empresário Guilherme Leal, buscou neutralizar os iminentes efeitos negativos à marca Natura e orientou Rodolfo Guttilla, seu diretor de assuntos corporativos e relações governamentais, a conceder entrevista em novembro de 2010 ao diário conservador carioca O Globo, de modo a desqualificar as normas brasileiras vigentes, que a própria Natura infringiu.

“A Natura foi pioneira no Brasil em acordos de repartição de benefícios com comunidades tradicionais. Também possui a maioria dos pedidos de autorização de acesso à biodiversidade no Brasil, sendo responsáveis por 68% das solicitações junto ao órgão regulador”, admitiu Rodolfo Gutilla, diretor de assuntos corporativos e relações governamentais da Natura, em nota à imprensa, na época. O executivo avisou, ainda, que a empresa recorreria de todos os autos de infração, o que fez, de fato e, até agora, não houve o recolhimento dos valores em litígio aos cofres públicos, segundo apurou o Correio do Brasil.

Ainda em novembro, o Ibama respondeu às críticas sustentando, tecnicamente, a execução da fiscalização e a aplicação de R$ 21 milhões em multas por infrações ao Decreto 5459/2005. Novamente, coincidência ou não, a Natura deflagra ampla campanha de marketing: “Feliz Brasil 2010”, junto à mídia conservadora e, desde então, permanece o silêncio naquelas redações sobre as multas à Natura, por biopirataria.

Ao longo desse período, no entanto, João Paulo Capobianco, então presidente do Cgen, viu sua carreira impulsionada na sombra da hoje candidata, de novo, ao Palácio do Planalto. De zagueiro, que barrou os efeitos da fiscalização do Ibama sobre a Natura em 2008, enquanto esperavam por uma anistia, passou a atacante em 2010, na coordenação-geral da campanha de Marina Silva e Guilherme Leal à Presidência de República. Tarefa que Capobianco repete agora, em 2014, com o régio apoio da indústria condenada no centro de um dos maiores escândalos de biopirataria da história brasileira.

Fonte: Correio do Brasil

Uso de celular com cabeça inclinada pode causar lesão na cervical

Publicado em 25/08/2019 – 16:04

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pelo menos 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, convivem com a dor gerada pela má postura ao manusear os smartphones. O número já é mais do que a média mundial que é de 35%.

Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os celulares ativos já somam 230 milhões no Brasil, um crescimento de 10 milhões em comparação com 2018 .O Brasil tem mais dispositivos digitais do que brasileiros, uma média de dois smartphones, notebooks, computadores ou tablets por habitante.

Por isso, profissionais da saúde estão alertando os usuários com relação à postura ao utilizar os aparelhos. Se não for corrigida, pode gerar dor crônica e lesões que podem até precisar de cirurgia.

A ortopedista do Grupo Notedrame Intermédica, Liége Mentz-Rosano, explicou que o uso do celular faz com que a pessoa fique em uma posição viciosa, levando o pescoço a fazer uma flexão, que eleva o peso carregado pela região.

“Quando ficamos em uma posição neutra de zero graus, é exercida uma força de cinco quilos. À medida em que vamos dobrando o pescoço e fazendo uma curva, o ângulo aumenta e a pressão exercida ao chegar em 30 graus será de 18 quilos. Aos 60 graus, chega em 30 quilos”, destacou.

Segundo Liège, isso leva à sobrecarga nos discos, que são como borrachinhas entre cada vértebra, que servem como amortecedores para evitar lesões quando são feitos movimento de impacto, além de serem fundamentais para a mobilidade.

“Essas lesões causadas pelo uso excessivo do celular podem levar à degeneração do disco, que vai formando uma barriga, que nada mais é do que a hérnia de disco. Essas hérnias podem resultar na compressão dos nervos, ocasionando perda de força, formigamento braços, artrose precoce nas pessoas mais jovens, degeneração não só no disco, mas na parte óssea”, disse Liége.

A médica explicou ainda que muitas vezes as lesões da cervical podem levar o indivíduo a sentir dores fortes de cabeça, sem associar os fatos. “Muitas vezes as pessoas têm dor de cabeça e não sabem que é do pescoço. Temos inclusive, visto um aumento grande na incidência de pessoas mais jovens, adolescentes, jovens adultos e até crianças que relatam dor no pescoço e dores de cabeça por conta da lesão.”

Prevenção

Liége reforçou que a prevenção é a melhor forma para evitar esses problemas. Além de manter a postura correta ao manusear o celular, levando-o a uma posição neutra em que se consiga olhar discretamente para baixo, utilizar apoios, ou transferir os aplicativos possíveis para o computador, é preciso fazer exercícios de fortalecimento e alongamento de uma a mais vezes por dia. “Quando fortalecemos a musculatura anterior e posterior, fortalecemos as estruturas do pescoço. Isso protege e ajuda na correção postural.”

De acordo com o responsável técnico de hospital Anderson Benine Belezia, há diferentes métodos de imagem para avaliar a coluna cervical. O primeiro é uma radiografia simples da região, exame simples pelo qual é possível avaliar as estruturas ósseas e ver sinais que podem sugerir problemas no disco intervertebral. O segundo é uma tomografia computadorizada, que tem a maior capacidade de avaliação das estruturas ósseas. Já o terceiro, a ressonância magnética é o que tem melhor capacidade de avaliação de danos nos discos interverterias (hérnias principalmente), podendo avaliar eventuais compressões nervosas e da medula com maior precisão que outros métodos.

“Nos três exames, o médico radiologista avalia as alterações presentes ou não, correlacionando com os dados clínicos informados pelo médico solicitante ou pelo próprio paciente, e fornece uma descrição detalhada dos achados de imagem que poderão nortear o tratamento e manejo clínico ou cirúrgico do paciente”, explicou Belezia.

A nutricionista Jessica Ramos contou que tem o hábito de utilizar o celular de 12  a 15 horas por dia. Foi depois de concluir seu mestrado – momento em que teve mais tempo para ficar no celular – que começou a sentir mais dores no pescoço, irradiando para o ombro e braço. “Até meus dedos doem ao digitar. Eu acredito que esteja associado ao uso excessivo do celular. A médica me pediu para fazer alguns exames e me passou medicações leves. Agora estou tomando mais cuidado com a postura, tentando usar o fone de ouvido nas ligações e quando mando mensagem colocar a postura mais ereta possível”, disse.

Edição: Maria Claudia

PF vai investigar grupo que teria planejado atear fogo em floresta

A determinação é do ministro Sergio Moro

Publicado em 25/08/2019 – 16:02

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa da cerimônia de assinatura de protocolo de intenções com o Ministério da Cidadania, para o combate à pirataria

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasíl

“Fui contatado hoje mesmo pelo PR @jairbolsonaro sobre o fato e solicitando apuração rigorosa. A Polícia Federal vai, com sua expertise, apurar o fato. Incêndios criminosos na Amazônia serão severamente punidos”, afirmou o ministro.

Segundo a matéria, mais de 70 pessoas, entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros combinaram, por meio de um grupo de WhatsApp, incendiar as margens da BR-63, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao estado de Mato Grosso.

A reportagem também foi compartilhada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em que ele reforça a determinação do presidente Bolsonaro para uma “investigação rigorosa” e punição dos responsáveis pelos incêndios criminosos.

De acordo com a assessoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a apuração da PF deve se concentrar sobre o caso denunciado na matéria da revista Globo Rural.

MPF no Pará apura denúncia

Na última quinta-feira (23), o Ministério Público Federal (MPF) no Pará informou que está investigando o aumento de queimadas na mesma região, incluindo uma denúncia semelhante de incêndios criminosos. De acordo com o MPF, o procurador da República Paulo de Tarso Moreira Oliveira apura a convocação, divulgada em jornal de Novo Progresso, supostamente por fazendeiros, para um “dia do fogo”, em que os produtores rurais incendiariam grandes áreas de floresta. O dia previsto para a manifestação também seria 10 de agosto.

Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectaram aumento significativo de queimadas no dia 10 de agosto, com o registro de 124 focos de incêndio, aumento de 300% em relação ao dia anterior. No dia seguinte, foram registrados 203 focos. Em Altamira, os satélites detectaram 194 focos de queimada em 10 de agosto e 237 no dia seguinte, um aumento de 743% nas queimadas.

Saiba mais

Edição: Nélio de Andrade

 JOSIAS GOMES , CALCULA ERRADO E TERMINA DANDO TIRO NO PÉ

Deputado Federal Josias Gomes e Senador Jaques Wagner

Numa manobra perigosa, cheia de incertezas o deputado Josias Gomes (PT) articulava a viabilidade uma segunda chapa em afronta a decisão da majoritária do Partido dos Trabalhadores ao lançamento da nova presidência na chapa estadual. Como imaginávamos, a majoritária já havia decidido apoiar, em chapa única o candidato indicado pelo Senador Wagner (PT) .
Jojoba, achando que tinha apoio de mais que a metade do partido tentou uma jogada e fracassou. Essa ruína veio após a saída de um de seus principais aliados, o deputado Rosemberg Pinto (PT) , assim como outras lideranças, como diria Vinicius de Moraes: quase “levados pelos encantos de Ossanha” e devaneios do ex secretário de relações institucionais . Desesperado, busca agora apoio ao “centro espírita” para ressuscitar uma possível aliança com o falecido (politicamente) Geraldo Simões (Pedinha), rival em tempos antigos.

Cabeças vão rolar!!! Ao logo de sua vida pública Jaques conseguiu juntar diversas legendas em alianças fidedignas aos seus ideais e perspectivas de futuro. Desde então o partido na Bahia ganhou um “UPGRADE”. Wagner é nato articulista, tem apoio da maioria. As eleições da presidência partidária do diretório estadual deveria ocorrer de forma pacífica e ordeira. Mas, Josias vislumbrou uma oportunidade de tomada do poder promovendo internamento um “racha”. Diante da situação, o governador Rui Costa começa a dá sinais de total decepção a essa “pseudo” afronta articulada pelo Deputado. Ficou estabelecido, dentro da legenda só haveria a chapa única do companheiro Elder Valadares, fiel escudeiro e assessor pessoal do senador Wagner. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos dessa novela mexicana. Que promete ser caliente e regada de muito chilli!!!
Por Thiago Viana Borges

POR QUE ESSE INTERESSE PELA AMAZÔNIA?

Luiz Ferreira da Silva

Engenheiro Agrônomo, Pesquisador aposentado da CEPLAC

luizferreira1937@gmail.com

Tenho lido muitas teorias a respeito do “olho grande” dos países desenvolvidos, não só dando palpites, mas com preocupações exageradas sobre o futuro da floresta úmida tropical. E se baseiam em pesquisas de cientistas, apoiados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que publica um relatório periódico sintetizando os estudos feitos sobre o aquecimento global em todo o mundo, através do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

E sempre colocam esse magnânimo interesse no bem-estar da humanidade, ante os desastres apregoados com o desmatamento, que vai da destruição da camada de ozônio ao aquecimento global, antevendo-se submersão de várias cidades litorâneas e redução da produtividade agrícola.

No entanto, há uma outra corrente de estudiosos que rechaçam aqueles, argumentando não existir comprovação científica.

Por outro lado, os jornalistas brasileiros, aproveitando a onda ecológica, escrevem elucubrações dessa fobia estrangeira pela Amazônia, que inclui desde a exploração do nióbio, além dos fármacos anticancerígenos, sem esquecer da desnacionalização da nossa grande bacia hidrográfica.

Essas reportagens dão um IBOPE danado. Nisso, se aproveitam os Ecologistas que não distinguem um pé de mogno de um pé de alface. São elevados à classe de super. entendidos e arrastam uma multidão em suas palestras sem pé e sem cabeça.

Como eles podem, eu também posso, pelo menos dar uns pitacos, pois conheço razoavelmente bem a Amazônia e, inclusive, desenvolvi estudos na área de solos para fins de uso agrícola. Também, morei 3 anos em Belém. Ademais, já passei dos 80 e, a essa faixa etária, tudo se releva.

Em 1973, quando da crise ocasionada pelo petróleo, na qual os árabes pegaram os europeus de calça curta, houve uma nova ordem mundial.

Então, o que fizeram as potências desenvolvidas? Inteligentemente, investiram em alimentos, com o raciocínio de que o petróleo não se come e os árabes carecem da energia que vem do campo, a que enche o bucho.

A Europa, em pouco tempo, abarrotou-se em “comida”, até com excesso, como foi o caso do leite. E a crise foi contornada.

Tempos depois, o Brasil descobre os Cerrados e se torna celeiro mundial na produção de grãos e carne, exportando produtos e tecnologias, assustando os americanos e europeus. De vez em quando, põem barreiras, “descobrem” bactérias, depreciam as nossas exportações.

E na cabeça deles, ninguém segura o Brasil, já uma potência, e que, mais e mais, terá poder em diversos aspectos no futuro, quando o Mundo haverá que dobrar a sua produção agrícola para alimentar as 3 bilhões de bocas a mais em 2050

E que poder é esse? O poder de matar a fome, o poder da energia humana, o poder de sobrevivência da espécie!

Assim, o alimento se tornará a arma mais importante que os misseis coreanos, que os poções de petróleo da Arábia Saudita, que as indústrias dos Rollis Roce da Inglaterra, pois nada disso se come.

E neste contexto de ficção, a Amazônia passa a ser o trunfo brasileiro, num cenário desfavorável, sobretudo de disponibilidade de terras dos atuais poderosos países, cheios de dólares e euros. Atualmente, mandam em todos nós, países em desenvolvimento; no futuro, não.

E o que fazer para conter esse potencial tupiniquim, há de estar se perguntado o mundo?

O prezado leitor talvez concorde comigo: – “Boicotar a Amazônia”.

(Maceió, 24 de agosto de 2019).

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