Archive for the ‘Publicações’ Category

QUEM SÃO OS DONOS DA NOTÍCIA EM ITABUNA?

Andreyver Lima

Andreyver Lima

A maneira com que se divulga e se noticia aqui é agressiva e odiosa. Contribui apenas para desinformação da população e o fortalecimento de um determinado grupo que quer a permanência da ignorância em nossa cidade para o alcance e manutenção do poder.

Esses artifícios de manipular e criar factoides se aproveitam da ingenuidade e também da tendência à revolta que há em cada brasileiro.


Há em cada um de nós o espirito revolucionário que precisa apenas de uma brecha, para que possamos destilar nossas palavras de ordem. Acusando sem ouvir o outro lado.


Digo isso porque temos preguiça de ler e de nos informar. E o primeiro canal que nos dá informação parece convincente, apesar de a fonte da notícia ser criada pelos pensantes do grupo.


Não estou a falar de illuminates. Estes que têm a fama de controlar a mídia mundial. Falo regionalmente. Falo de Itabuna. Cidade polo de tantas coisas boas e ruins. Grande central de comunicação do sul do estado. É de conhecimento de todos o número de veículos e incontáveis blogs e sites daqui.


Como peneirar um conteúdo confiável? Como se policiar sem ferir a ‘liberdade de expressão’?


Aqui, temos um programa que se vangloria de sua audiência, escorrendo sangue na TV e fazendo chacota com os presos e detidos. Ah, sem contar que eles têm grande alcance entre o público infantil. Os pais mandam cartas e fazem ligações, afirmando, de maneira ingênua, que a criança não perde o programa. O apresentador acha graça.


A internet é um lugar ainda mais hostil para quem quer se informar em Itabuna.

Além do copia e cola, alguns sites têm erros ortográficos que doem os olhos. A manipulação é tão evidente que chega a ser piada para quem conhece os fatos ou personagens da notícia. As publicações mais parecem “fuxico de maria da esquina”. São eles os donos da informação?

Mas, que mal há nisso? Já que ganham dinheiro dentro da lei? A resposta é: muito além de dinheiro, criam algo mais valioso, o financiamento do poder.


Se pensamos de forma mais concreta, observando a história da comunicação no Brasil no geral, responderemos de outra forma. O total domínio num jogo de influências e uma série de outros problemas nos fazem pensar que a resposta mais correta, na verdade, é: dominação demais.


Torço pelo dia em que nós aqui façamos nosso papel. 

Viva a liberdade! Da qual faço uso neste momento.

ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA PARA GOVERNAR – DILMA ROUSSEFF E SEU PARTIDO, O PT COM ALIADOS!

Notificações de Autuação por Infração de Trânsito

ESCASSEZ DE CHOCOLATE ESTIMULA RESSURGIMENTO DO CACAU NA AMAZÔNIA.

Bloomberg

Bloomberg
Matt Craze© Foto: Matthew Mead/AP

 Com o aumento dos preços do chocolate, um ex-banqueiro do Credit Suisse Group AG quer ajudar a reativar o cultivo de cacau na bacia amazônica, onde acredita-se que os grãos se originaram há cerca de 15.000 anos.

Com o aumento dos preços do chocolate, um ex-banqueiro do Credit Suisse Group AG quer ajudar a reativar o cultivo de cacau na bacia amazônica, onde acredita-se que os grãos se originaram há cerca de 15.000 anos.

Sua campanha, localizada no Peru, é parte de uma iniciativa latino-americana para conquistar um controle maior do setor que atualmente é dominado por produtores da África Ocidental, responsáveis por 70 por cento do mercado. A iniciativa surge em um momento em que a seca, as doenças e os controles governamentais de preços reduziram a capacidade dos produtores africanos de atender a demanda, o que elevou os preços em 7,4 por cento em 2014.

Surge então a América Latina, onde cientistas acreditam que o cacau se originou. Em dado momento, o doce era considerado pelos Astecas como a bebida dos deuses e acabou sendo levado à Europa pelos colonizadores espanhóis. Agora, o ex-banqueiro Dennis Melka está participando da iniciativa do Brasil, do Equador e da Colômbia para que o produto volte às suas raízes.

“O mercado está crescendo mais rapidamente do que a capacidade da África para atendê-lo”, disse Melka, CEO e fundador da United Cacao Ltd., com sede nas Ilhas Cayman. “É uma excelente oportunidade para fornecer e mudar a indústria confeiteira”.

Melka, que saiu do Credit Suisse em 2005, era diretor da cobertura do banco para mercados emergentes, com foco no Sudeste Asiático. Ele fundou a Asian Plantations Ltd., que produz azeite de dendê na Malásia, e posteriormente passou a cultivar dendezeiros e outras espécies tropicais na América do Sul, onde as terras não são tão caras.

Em novembro, ele vendeu a Asian Plantations em um acordo cotado em 188 milhões de libras (US$ 286 milhões), de acordo com dados compilados pela Bloomberg. No mês seguinte, a United Cacao arrecadou US$ 10 milhões em sua abertura de capital, em Londres, e as ações subiram 35 por cento desde então.

Cultivo sensível

O cacau é um cultivo sensível e só pode ser realizado a cerca de 10 graus da linha do equador. Por ter terras em condições ideais e disponíveis imediatamente na selva sul-americana, Melka afirma que a região amazônica está despontando como um fornecedor primordial para os produtores de chocolate.

Os preços do cacau vêm aumentando desde 2011 e agora estão em cerca de US$ 2.900 por tonelada.

“Estamos correndo para plantar porque este preço é incrível”, disse Melka. “O Vale do Silício do setor cacaueiro não fica na Ásia nem na África, fica no cinturão amazônico equatoriano e peruano”.

Confeitarias

Melka pretende pegar uma fatia do mercado da África Ocidental, onde o cacau é cultivado principalmente por pequenos produtores e vendido a Cargill Inc., pela Barry Callebaut AG, da Suíça, e pela Olam International Ltd., que são processadores de grande porte.

À medida que a demanda global aumenta, conduzida em parte pela mudança das preferências do consumidor na Ásia, a Organização Internacional do Cacau projeta uma escassez de 100.000 toneladas no atual ano de cultivo. A fabricante de doces Mars Inc. prevê que em 2020 a escassez será de 1 milhão de toneladas.

A M. Libânio Agrícola SA, produtora e processadora brasileira de cacau desde 1920, pretende triplicar a produção em nove fazendas com 627.000 hectares na Bahia, disse Eimar Sampaio Rosa, diretor acionista da empresa.

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A VEJA ARROMBA E ARREGAÇA COM A PETRALHADA, POR ISSO ERA CHAMADA DE ‘PIG’, PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA!

Em VEJA desta semana

Petrolão: políticos recebiam a propina em domicílio

Confira as revelações do homem que entregava dinheiro da Petrobras na casa de deputados, senadores, governadores, ministros e na sede nacional do PT

Robson Bonin e Hugo Marques
Money delivery: Acompanhado de seus advogados, Rafael Ângulo Lopez negocia um acordo de delação premiada com a Justiça. Durante anos, ele distribuiu dinheiro desviado da Petrobras a “clientes” famos do esquema de corrupção

Money delivery: Acompanhado de seus advogados, Rafael Ângulo Lopez negocia um acordo de delação premiada com a Justiça. Durante anos, ele distribuiu dinheiro desviado da Petrobras a “clientes” famos do esquema de corrupção(Jefferson Coppola/VEJA)

Depois de tantas revelações sobre engenharias corruptas complexas de sobrepreços, aditivos, aceleração de obras e manobras cambiais engenhosas, a Operação Lava-Jato produziu agora uma história simples e de fácil entendimento. Ela se refere ao que ocorre na etapa final do esquema de corrupção, quando dinheiro vivo é entregue em domicílio aos participantes. Durante quase uma década, Rafael Ângulo Lopez, esse senhor de cabelos grisalhos e aparência frágil da fotografia acima, executou esse trabalho. Ele era o distribuidor da propina que a quadrilha desviou dos cofres da Petrobras. Era o responsável pelo atendimento das demandas financeiras de clientes especiais, como deputados, senadores, governadores e ministros. Braço-direito do doleiro Alberto Youssef, o caixa da organização, Rafael era “o homem das boas notícias”. Ele passou os últimos anos cruzando o país de Norte a Sul em vôos comerciais com fortunas em cédulas amarradas ao próprio corpo sem nunca ter sido apanhado. Em cada cidade, um ou mais destinatários desse Papai Noel da corrupção o aguardavam ansiosamente.

Os vôos da alegria sempre começavam em São Paulo, onde funcionava o escritório central do grupo. As entregas de dinheiro em domicílio eram feitas em endereços elegantes de figurões de Brasília, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Maceió, São Luís. Eventualmente ele levava remessas para destinatários no Peru, na Bolívia e no Panamá. Discreto, falando só o estritamente necessário ao telefone, não deixou pistas de suas atividades em mensagens ou diálogos eletrônicos. Isso o manteve distante dos olhos e ouvidos da Polícia Federal nas primeiras etapas da operação Lava-Jato. Graças à dupla cidadania — espanhola e brasileira —, Rafael usava o passaporte europeu e ar naturalmente formal para transitar pelos aeroportos sem despertar suspeitas. Ele cumpria suas missões mais delicadas com praticamente todo o corpo coberto por camadas de notas fixadas com fita adesiva e filme plástico, daqueles usados para embalar alimentos. A muamba, segundo ele disse à polícia, era mais fácil e confortável de ser acomodada nas pernas. Quando os volumes era muito altos, Rafael contava com a ajuda de dois ou três comparsas.

A rotina do trabalho permitiu que o entregador soubesse mais do que o recomendável sobre a vida paralela e criminosa de seus clientes famosos, o que pode ser prenúncio de um grande pesadelo. É que Rafael tinha uma outra característica que poucos sabiam: a organização. Ele anotava e guardava comprovantes de todas as suas operações clandestinas. É considerado, por isso, uma testemunha capaz de ajudar a fisgar em definitivo alguns figurões envolvidos no escândalo da Petrobras. VEJA apurou que o entregador já se ofereceu para fazer um acordo de delação premiada, a exemplo do seu ex-patrão.

Veja dois dos destinatários da proprina que Rafael Ângulo Lopez transportava.

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Outros destaques de VEJA desta semana

PF apreende documentos com estratégias para anular a Operação Lava -Jato

Manuscrito estava na casa do presidente da UTC, Ricardo Pessoa

POR CLEIDE CARVALHO, ENVIADA ESPECIAL


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CURITIBA – A Polícia Federal apreendeu na residência do presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, seis páginas de anotações manuscritas com estratégias das empreiteiras para anular a Operação Lava-Jato. Nas anotações constam metas de um “Projeto Tojal” ao custo total de R$ 3,5 milhões. Entre os pontos mencionados estavam trechos como “trazer a investigação para o STF”, “estudar o acordo”, “fragilizar” ou “eliminar” as colaborações premiadas firmadas e “campanha na imprensa para mudar a opinião pública” .

As informações fazem parte da denúncia feita pelo Ministério Público Federal contra Ricardo Pessoa e dirigentes da empreiteira Camargo Corrêa, que estão entre as 36 pessoas acusadas na primeira remessa de denúncias dos crimes envolvendo a Petrobras que foram encaminhadas à Justiça Federal do Paraná. O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal, decidirá sobre as denúncias. Se aceitá-las, os denunciados passam a ser réus.

De acordo com o MPF, na casa de Pessoa havia também documentos de transferência de dinheiro para a offshore RFY Import e Export, uma das offshores usadas pelo doleiro Alberto Youssef.

Em depoimento à Polícia Federal, Pessoa admitiu que pagou R$ 2,4 milhões em dois contratos de consultoria à empresa D3TM, que pertence ao ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque. A PF suspeita que esses contratos eram mais um dos que serviam para dar aparência de legitimidade ao recebimento de propina, como os já encontrados e firmados entre empreiteiras e quatro empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef. A D3TM ainda e Duque ainda estão sob investigação.

Os procuradores afirmam que Pessoa era o líder do cartel das empreiteiras. Era ele quem passava mensagens ou ligava para os demais dirigentes de empreiteiras para marcar e combinar as reuniões, que aconteciam no escritório da UTC – a maioria delas no Rio de Janeiro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/pf-apreende-documentos-com-estrategias-para-anular-operacao-lava-jato-14813684#ixzz3LgXTFg2h
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CDL DE ILHÉUS INAUGURA STAND DA CAMPANHA DE NATAL NESTA TERÇA

O lançamento da campanha de Natal 2014 ocorreu no Le Petit na quinta feira dia 13 - Foto Gidelzo Silva (Secom Ilhéus) 13.11.14 (2)

O lançamento da campanha de Natal 2014 ocorreu no Le Petit na quinta feira dia 13 – Foto Gidelzo Silva (Secom Ilhéus) 13.11.14 (2)

Nesta terça-feira (09) a Câmara de Dirigentes Lojistas de Ilhéus vai inaugurar o stand da Campanha de Natal 2014 no centro da cidade. Durante o evento, que será animado por uma atração musical regional, a diretoria da entidade vai oferecer um coquetel para patrocinadores e convidados, além de divulgar as datas oficiais dos sorteios dos prêmios. “Este ano estamos com uma grande novidade que são os sorteios itinerantes. Vamos movimentar não só o centro, mas diversos bairros da cidade, onde existem núcleos de comércio. A ideia é fortalecer o comércio de Ilhéus como um todo, criando um clima natalino, envolvendo a comunidade, animando e é claro, premiando nossos consumidores”, explicou Paulo Ganem, presidente da CDL de Ilhéus.

A Campanha “Natal + presente no comércio de Ilhéus”começou no dia 1º deste mês e vai até 29 de janeiro de 2015. Os consumidores que compram nas lojas participantes neste período concorrem a um carro zero km, 40 eletrodomésticos, 40 vale-compras no valor de R$500,00 (quinhentos reais). Os vendedores que baterem metas nas vendas também vão concorrer a 15 camisas para curtir o Reveillon do Batuba Beach.

A inauguração do stand será nesta terça (09), as 17:30h, ao lado da Associação Comercial de Ilhéus, na praça da Prefeitura. Os ilheenses já vão poder ver o carro que será sorteado pela CDL. “O stand será nosso ponto de apoio da campanha. É lá que os consumidores depositam os cupons, que teremos atrações culturais em parceria com a prefeitura, realizaremos alguns de nossos sorteios, enfim, vamos criar um clima festivo”, finalizou Ganem.

 

O PT VAI FECHAR AS PORTAS!

Diretório Nacional do PT aprova expulsão de envolvidos em esquemas de corrupção

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/diretorio-nacional-do-pt-aprova-expulsao-de-envolvidos-em-esquemas-de-corrupcao-14697998#ixzz3KY03B1GE
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Divulgar marca no Facebook e no Twitter é inútil, diz estudo

Revista EXAME, São Paulo – Durante anos, muitas empresas prosperaram divulgando suas marcas no Facebook e no Twitter. Mas isso já pertence ao passado, afirma um estudo da empresa de análise de mercado Forrester Research. Agora, investir nessas redes sociais para promover marcas e produtos pode ser um desperdício de tempo e dinheiro. 

O problema é que, como muita gente que trabalha com marketing e tecnologia já sabe, o Facebook vem reduzindo o alcance dos posts promocionais na rede. Isso significa que cada vez menos gente vê o que as empresas publicam lá. Quem quiser ter maior alcance tem de pagar por isso.

Na semana passada, o Facebook divulgou que vai apertar ainda mais o cerco sobre as marcas. A rede social diz, num comunicado sobre posts promocionais, que “de janeiro de 2015 em diante, as pessoas vão ver menos conteúdo desse tipo em seus feeds de notícias”.

Facebook no iPad: a rede social vem reduzindo o alcance dos posts promocionais gratuitos

© Peter Macdiarmid / Getty Images Facebook no iPad: a rede social vem reduzindo o alcance dos posts promocionais gratuitosO Facebook alerta que “páginas institucionais que publicam conteúdo promocional devem esperar que a distribuição orgânica desse conteúdo caia significativamente com o tempo”.

Nate Elliott, analista da Forrester Research, observa, em seu blog, que a situação já não é animadora para as marcas. “A Ogilvy relatou que, em fevereiro de 2014, posts de grandes marcas no Facebook atingiam apenas 2% de seus fãs, um número que vem caindo 0,5% ao mês.”

“No início deste ano, um estudo da Forrester mostrou que, na média, só 0,07% dos fãs das grandes marcas interagem com o que elas publicam no Facebook. Mas esse último anúncio do Facebook certamente vai piorar as coisas”, prossegue ele.

Recomendações

Elliot analisa a questão no relatório “Estratégias de Relações Sociais que Funcionam”, lançado pela Forrester nesta semana. Ele recomenda que as empresa invistam em seu próprio site e na comunicação por e-mail, em vez de apostar no Facebook e no Twitter.

“Nos Estados Unidos, adultos que estão online e querem manter contato com sua marca têm três vezes mais chance de visitar seu site do que de interagir com você no Facebook”, afirma Elliot. Para ele, um caminho promissor é o das comunidades focadas numa determinada marca.

Ele cita o exemplo do site Greatness Awaits, criado pela Sony para promover o PlayStation 4. O site teve mais de 4,5 milhões de visitas no final de 2013 e, na análise de Elliot, ajudou o PlayStation 4 a superar o rival Xbox One em vendas.

A outra recomendação de Elliot é que as empresas usem e-mail na comunicação com seu público. “Os americanos online que querem manter contato com uma marca têm duas vezes mais chance de assinar um informativo por e-mail do que de interagir com a marca no Facebook”, afirma ele.

“Seus e-mails são entregues a mais de 90% dos destinatários, enquanto seus posts no Facebook só chegam a 2% deles. E ninguém fica dizendo o que você pode e o que não pode escrever nos e-mails. Se você tiver de escolher entre ganhar um assinante de uma lista de e-mail ou ganhar um fã no Facebook, fique sempre com o e-mail.”

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