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:: ‘Publicações’

Lava Jato pela bola sete

 Faveco Corrêa 06/08/2020 às 18:21

As recentes declarações do Procurador Geral da República, Augusto Aras, colocaram a Lava Jato bem na boca da caçapa. A tacada final poderá ser dada pelo Supremo quando julgar o pedido de suspeição de Sergio Moro, feito pela defesa de Lula. Caso os atos de Moro sejam considerados nulos, os processos poderão voltar até mesmo à fase de denúncia, livrando o demiurgo de Garanhuns das condenações, não importando que tenham sido mantidas pela segunda instância, como nos casos do Triplex e do sítio de Atibaia, fazendo com que deixe de ser ficha suja e se torne elegível.

As virulentas palavras de Aras, proferidas para um seleto grupo de colegas do Kakay, notórios críticos da Lava Jato, além de inadequadas (por revelarem um procedimento que estava sendo conduzido sob sigilo nos canais regulamentares do MPF), colocaram farinha no ventilador, como dizem alguns comentaristas de TV traduzindo livremente a popular expressão inglesa “shit on the fan”. A grosseria do PGR não tem nada de farinha, é pura merda, que pode respingar no próprio.

Ele, que já não goza da simpatia de seus pares por ter entrado pela porta dos fundos, terá agora, também, a antipatia da opinião pública.

Não se trata de averiguar eventuais excessos da força-tarefa, pois isso, além de normal, é desejável. E se existirem, devem ser punidos. Mas colocar a boca no trombone da maneira como fez, para um auditório privilegiado de inimigos da Lava Jato, são outros quinhentos.  Aliás, eu não sei por que estes advogados se dizem contra a Lava Jato. Deveriam render homenagens a ela todos os dias e fazer romarias à Curitiba, para agradecer o fabuloso fluxo de grana que lhes proporcionou. E acender velinhas para que nunca acabe. Afinal, políticos e empresários corruptos e cheios de dinheiro é o que não falta, já que roubar em grande escala é esporte nacional. Basta ver o que está acontecendo com o Covidão.  Alguns desses pilantras já são conhecidos, mas a maioria permanece incógnita. Logo, para os criminalistas a messe é grande. Se arrependimento matasse, eu já teria morrido há muito tempo, por ter deixado a Escola de Direito para continuar jornalista e ser publicitário.

Mas os advogados não foram os únicos a ganhar com a Lava Jato. A sociedade como um todo foi a grande beneficiada. Desde que começou, há seis anos, essa Operação nos encheu de alegria. Passamos a acreditar que seria possível por fim à impunidade que sempre protegeu políticos e poderosos em nosso país. Ela nos devolveu o orgulho de sermos brasileiros.

Hoje vemos com tristeza um movimento orquestrado e poderoso para acabar com ela.  Montou-se uma nefasta parceria entre Executivo, Legislativo e Judiciário para silenciar e inibir a força-tarefa. São tantos os golpes desferidos que seria cansativo lembrá-los. O Presidente da República, que se elegeu com a bandeira de combate à corrupção e à velha política, parece ter se unido a esta corrente. Não vetou o tal Juiz de Garantias, nem artigos da Lei de Abuso de Autoridade. Deixou correr solta na Câmara a tramitação do pacote anticrime, projeto de lei apresentado pelo seu próprio governo, até que ficasse totalmente desfigurado e desidratado. Fritou o Ministro Sérgio Moro, símbolo da nossa luta desinfetante e purificadora, e emplacou, sabe-se lá por que, Augusto Aras na chefia da PGR.

O presidente da Câmara, o “Botafogo” da lista da Odebrecht, que não morre de amores pela Lava Jato, declara que apoia a quarentena eleitoral de oito anos (oito!), inventada pelo presidente da Suprema Corte, numa manobra de uma sutileza elefantina para tirar Sergio Moro da jogada e bani-lo do cenário político. Daqui oito anos, ninguém se lembrará mais dele, como aconteceu com o Ministro Joaquim Barbosa.

Quanto ao STF, seu ódio contra a Lava Jato e sua aversão contra Sérgio Moro são fatos públicos e notórios. E cada dia apronta mais uma, como esta última do seu presidente, impedindo as investigações do Ministério Público Eleitoral sobre José Serra e melando a denúncia, sobejamente provada e documentada, que já tinha sido aceita pela Justiça Federal, que o transformava em réu por caixa dois, corrupção e lavagem de dinheiro. Milhões de dinheiros, diga-se de passagem, fruto da generosidade da Odebrecht. Eu não sabia que o “vizinho” era tão chegado ao “amigo do amigo de meu pai”…

Por estas e outras, vejo sombrio o futuro do combate à corrupção no Brasil.

Como não se pode esperar muito das Instituições, nossas alternativas são fazer o máximo de pressão virtual possível e, assim que o corona permitir,  ir às ruas, mais uma vez, exigir, legítima e democraticamente, que a Lava Jato não seja encaçapada e que se acabe, de uma vez por todas, com a bandalheira que assola o Brasil.

Não queremos, de jeito nenhum, que nossos netos vivam num país conhecido como o reino da impunidade e onde o crime compensa.

Não é mesmo?

Faveco Corrêa, jornalista e publicitário, é sócio da Brandmotion,

Consultoria Empresarial, Fusões e Aquisições

A TREITA CONTINUA!

Ilhéus não tem Defesa Civil.

 

Defesa Civil, de leve…

A treita.

MP destina R$ 1,99 bilhão para viabilizar vacina contra covid-19

Vacina foi desenvolvida pela Universidade de Oxford 

Publicado em 06/08/2020 – 17:39 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 06/08/2020 – 19:06

(Brasília – DF, 06/08/2020) Assinatura da Medida Provisória.
Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (6) a medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e aquisição da vacina contra a covid-19, que está sendo desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. A transferência de tecnologia na formulação, envase e controle de qualidade da vacina será realizada por meio de um acordo da empresa britânica com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. Com isso, caso a eficácia do imunobiológico seja comprovada, o Brasil deverá produzir 100 milhões de doses. 

“Assinamos esse protocolo no passado e passamos a fazer parte desse seleto grupo. A nossa contrapartida é basicamente financeira no momento, quase R$ 2 bilhões. Talvez em dezembro ou janeiro exista a possibilidade da vacina e daí esse problema estará vencido poucas semanas depois”, afirmou o presidente, durante cerimônia de assinatura da MP, no Palácio do Planalto.

O acordo entre Fiocruz e AstraZeneca é resultado da cooperação entre o governo brasileiro e governo britânico, anunciado em 27 de junho pelo Ministério da Saúde. O próximo passo será a assinatura de um contrato de encomenda tecnológica, previsto para este mês, que garante o acesso a 100 milhões de doses do insumo da vacina, das quais 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021. Em todo o mundo, esta é uma das vacinas que estão em estágio mais avançado, já em testes clínicos com seres humanos. 

“Estamos garantindo a aplicação de recursos em uma vacina que tem se mostrado a mais promissora do mundo. O investimento é significativo, não apenas no seu valor, quase R$ 2 bilhões, mas também aponta para a busca de soluções que permitam ao Brasil desenvolver tecnologias para a proteção dos brasileiros. Esse é um acordo de transferência de tecnologia, isso significa que estamos garantindo a produção e entrega, inicialmente, de 100 milhões de doses, além de trazer para o país a capacidade de utilizar, na indústria nacional, essa nova tecnologia e dar sustentabilidade ao programa brasileiro de imunizações”, destacou o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.    

Se a vacina for eficaz e o cronograma previsto pelo governo se cumprir, a expectativa é que haja uma grande campanha nacional de vacinação contra a covid-19 no início do próximo ano, dirigida a públicos prioritários, como idosos, profissionais da saúde e pessoas com doenças preexistentes.  

Do total de recursos liberados, o Ministério da Saúde prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. O objetivo é ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população, afirma a pasta. Um total de R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores contemplam a finalização da vacina. O acordo prevê o início da produção da vacina no Brasil a partir de dezembro deste ano e garante total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

A vacina

Desenvolvida pela Universidade de Oxford, a vacina foi elaborada através da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se um adenovírus geneticamente modificado, por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2). De acordo com o governo, embora seja baseada em uma nova tecnologia, esta plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como, por exemplo, nos surtos de ebola e MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus) e é semelhante a outras plataformas da Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido. A vacina está na Fase 3 dos ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar a segurança e eficácia.

Assista à cerimônia na íntegra

O texto foi atualizado às 19h06

Edição: Liliane Farias e Nádia Franco

ILHÉUS AO DEUS DARÁ – ENTREGUE A PRÓPRIA SORTE, OU AZAR?

Congresso fala em ‘PEC do Fraldão’ para impedir nomeações de Bolsonaro no STF

Conchavo inclui ampliar idade-limite e regra que permite a reeleição de Alcolumbre e Maia

Movimenta os bastidores de Brasília um conchavo ousado, que oscila entre o “sonho” e o golpe institucional, para aprovação de uma “PEC do Fraldão”, ampliando de 75 para 80 anos a idade-limite de aposentadoria no setor público, a fim de estender por mais cinco anos a permanência dos atuais ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo seria impedir que o presidente Jair Bolsonaro de nomear ministros na Corte. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No mesmo pacote, seria aprovada a regra que é sonho de consumo de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, permitindo a reeleição da dupla.

O conchavo ocorre cinco anos após a aprovação casuísta da PEC da Bengala, que ampliou a idade-limite de 70 para 75 anos.

Notícias Relacionadas

O deputado Arthur Lira (AL), líder do PP e do Centrão, tomou conhecimento do conchavo e já avisou que a PEC do Fraldão não tem chance de ser aprovada no Congresso

O líder do Governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), não acredita que a PEC do Fraldão prospere: “Acho improvável”.

O BRASIL NÃO PODE VIRAR UMA VENEZUELA!

Nota de repúdio- Cacá Colchões é vítima de Fake News

Fake news são notícias falsas divulgadas com a intenção de manipular pessoas a terem determinados comportamentos: influenciar decisões, provocar revolta, entre outros.

Nesta semana fui vítima de mais uma fake news criada pelo prefeito Mário Alexandre. Em uma tentativa de manipular a opinião popular, o prefeito e seus militantes compartilharam uma publicação de uma página – criada exclusivamente para atacar seus adversários e exaltar a figura do gestor – em grupos de whatsapp.

Em um olhar mais atento, é possível perceber que o print partiu da conta oficial do prefeito no instagram. A imagem do usuário (no caso, de Marão) está na parte inferior direita do “print” espalhado por seus próprios militantes.

Os ataques continuaram na tarde de hoje, o perfil criado pelo gabinete do ódio de Marão postou um vídeo tentando imputar a culpa em outros pré-candidatos.

Continuo prezando pelos valores éticos em qualquer esfera da vida, e por uma campanha política “limpa”, propositiva, sem baixezas, ataques pessoais e mentiras. Não é justo com o povo de Ilhéus o acesso a esses conteúdos. O povo quer e precisa de debates construtivos, de pessoas que pensam pelo bem da cidade, de projetos realizáveis.

FAKE NEWS NÃO PASSARÃO! A VERDADE SEMPRE VENCE!

Cacá Colchões

Presidente Municipal dos Progressistas

 Anne Bomfim
Assessora de Imprensa
     DRT/BA 7667
   (73)98841 – 3481

Ministro exonera diretor de secretaria de operações integrada

André Mendonça quer sindicância sobre trabalho da secretaria

Publicado em 04/08/2020 – 14:58 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, exonerou hoje (4) o diretor de inteligência da Secretaria de Operações Integradas, Gilson Libório de Oliveira Mendes. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e tomada após o ministro determinar a abertura de uma sindicância para apurar o trabalho da secretaria no levantamento de informações para a prevenção de crimes e preservação da segurança da população.

De acordo com a nota divulgada à imprensa ontem (3) pela pasta, a comissão de sindicância será composta por um delegado da Polícia Federal, um integrante da corregedoria do ministério, um procurador da Fazenda Nacional e um auditor da Controladoria-Geral da União (CGU).

A pasta também informou que o ministro está à disposição da Comissão Mista de Investigação da Atividade de Inteligência do Congresso para prestar esclarecimentos.

Edição: Bruna Saniele

Em videoconferência, parlamentares conhecem benefícios da FIOL para logística nacional

A fim de dar maior celeridade às obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL), com maior injeção de recursos, a diretoria da Valec se reuniu com a Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e representantes do Instituto Brasil Logística (IBL).

No encontro, promovido por videoconferência, foram apresentados detalhes sobre o andamento do empreendimento e as necessidades orçamentárias para a conclusão das duas primeiras etapas da ferrovia.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, destacou aspectos importantes da FIOL para a economia regional e nacional, como geração de empregos diretos e indiretos, redução do custo logístico, redução de acidentes, entre outros benefícios.

Kuhn lembrou que a meta da atual gestão é preparar A FIOL 1 para concessão e concluir a FIOL 2 até o final de 2022. “É um volume enorme de obras a serem executadas. São R$ 13.9 bilhões de investimento nos três trechos. E para isso, nosso pleito aqui hoje e pedir apoio do Parlamento, bem como da Frenlogi, a viabilização de emendas parlamentares destinadas a construção da ferrovia ”, enfatizou.  

No encontro, os parlamentares e assessores também tiveram conhecimento dos recursos necessários para levar a FIOL 2 a leilão, que chega a R$ 1.7 bilhão. Essa etapa é onde estão centrados os esforços da diretoria no momento, já que o trecho conta com 39% de obras concluídas. “Nossa meta é viabilizar a logística. A sociedade não pode esperar mais, o que puder ser feito para antecipar a execução, vai ser bom para o país, produtores e pagadores de impostos”, concluiu o diretor-presidente. 

Também contribuíram com informações e esclarecimentos o diretor de Finanças e Administração, Marcio Medeiros, de Engenharia, Washington Luke, e de Negócios, Jeferson Cheriegate. 

FIOL em Números

A fim de esclarecer ao Parlamento a grandiosidade da ferrovia para logística do país, a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Valec preparou um material gráfico em que apresenta a FIOL em números. 

No material físico, que será entregue às bancadas parlamentares em momento oportuno, podem ser encontradas, por exemplo, informações de toda extensão da FIOL, que chega a quase 1500 quilômetros.

Outro dado importante destacado é o de que a construção da ferrovia vai gerar em torno de 18 mil empregos diretos e indiretos, redução de até 73% no frete médio da tonelada por quilômetro, além de 523 acidentes a menos envolvendo caminhões.

 

Assessoria de Comunicação Social 
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. 
(61) 2029-6297 
ascom@valec.gov.br 
twitter.com/valec_ferrovias 
instagram.com/valec.oficial

‘Cartório’ da Anvisa para a telemedicina é escondido do Bolsonaro

Burocratas do próprio governo escondem do presidente Bolsonaro um projeto absurdo, prestes a ser sacramentado pela Anvisa, criando um “cartório”

Burocratas do próprio governo escondem do presidente Bolsonaro um projeto absurdo, prestes a ser sacramentado pela Anvisa, criando um “cartório” que dificultará a receita médica por meio eletrônico, prevista na Lei da Telemedicina. Para emitir a receita, o médico será obrigado a pagar caro por sua “certificação eletrônica” no tal “cartório” e a farmácia terá de obter o “ok” do mesmo “cartório”, via internet, para vender o remédio. Se for um dia de internet ruim, o doente ficará sem o remédio. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Por trás da malandragem cartorial retrógrada, em gestação na Anvisa, está o milionário negócio da venda da tecnologia de certificação.

Mantendo o presidente alheio, a Anvisa poderá aprovar sua invenção. Quando Bolsonaro a descobrir, terá de aceitar o fato consumado.

Notícias Relacionadas

Os mercadores de certificação apostam na ajuda da autarquia Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), inutilidade pronta para ser extinta.

    ILHÉUS MERECE  MAIS RESPEITO.    

                  Estamos há cinco meses enfrentando um vírus mortal. Milhares de brasileiros já perderam suas vidas para essa doença terrível . Em Ilhéus,  enfrentamos  também a doença do desrespeito, da falta de compromisso, da falta de empatia  e da falta de liderança do atual gestor. 
Em um vídeo que circulou na tarde de ontem (02) nas redes sociais,  o prefeito Mário Alexandre aparece dançando mesmo diante do luto oficial decretado pelo próprio alcaide. 
As atitudes do prefeito não me representam e me deixam totalmente indignado. Eu sinto a dor e o medo das famílias que estão convivendo com esse vírus. Eu passei por isso, foram momentos de muitas incertezas em minha família.
O prefeito foi omisso ao não tomar as medidas necessárias no início da pandemia. Ilhéus registra o maior número de mortes do interior do Estado, taxa de letalidade acima da média Nacional, o comércio  sofre, o desemprego aumenta. 
Assistimos, nas  últimas semanas,  o aumento do número de casos e óbitos em nossa cidade. Perdemos pais, mães, filhos, tios, primos, sobrinhos, amigos. Perdemos pessoas  que amávamos. Perdemos pessoas que tinham sonhos, ambições, projetos. Ainda estamos chorando essas perdas. Ainda estamos  aflitos pelos enfermos . Fazer DANCINHA na rua é falta de respeito.  O único compromisso que Mário tem é com o erro e com seus interesses pessoais. 
As ações do prefeito Mário Alexandre desrespeitam as 141 famílias que perderam seus entes queridos. Desrespeitam todos os ilheenses que estão cumprindo isolamento. Desrespeitam os curados e os que ainda estão lutando por sua vida. Desrespeitam todos os profissionais que trabalham no enfrentamento do vírus. Desrespeitam aqueles que precisam  sair de casa para garantir o sustento de sua família. Desrespeitam a mim, a você, nossos amigos e a nossa família.
Chega de IRRESPONSABILIDADE.
Cacá Colchões 
Presidente Municipal dos Progressistas  


   Anne Bomfim
Assessora de Imprensa
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OS PRECATÓRIOS VOLTAM A ASSOMBRAR A PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS ===>>> 16/05/2019

 ILHÉUS PODE FICAR SEM CERTIDÕES DE REGULARIDADE COM A JUSTIÇA DO TRABALHO.


A audiência de revisão do acordo de precatórios entre o município e os credores das ações trabalhistas , mediada pela equipe do TRT-juízo de Conciliação de precatórios, realizada na Sede da OAB Ilhéus, não produziu o resultado desejado pelos representantes do município que era uma moratória no pagamento do acordo dos precatórios conciliados em março de 2017 na audiência global realizada no centro de convenções de Ilhéus.

Neste cenário, além de voltar a pagar o acordo na sua integralidade, cerca de 2,3 milhões por mês (atualmente paga 1 milhão) o município pode perder o direito as certidões de regularidade com dividas trabalhistas em virtude de um novo lote de precatórios vencidos que precisam ser conciliados para evitar sequestro e a inadimplência trabalhista. Os prepostos presentes na reunião, mediada pelo TRT, foram: Dr. Jeferson Domingues, procurador do município, Dr. Bento Lima, secretário de administração e Dr. Marcio Cunha, Secretário da Fazenda. Representando os credores : APPI, SINSEPI e SINDGUARDA acompanhados dos seus jurídicos.

O efeito prático disso é suspensão dos repasses de recursos não constitucionais e impedimento de contratar como órgãos públicos e bancos oficiais, como CEF, BB, BNDES, Banco do Nordeste e Banco Mundial. Convênios e contratos para obras de infra-estrutura, mobilidade urbana, modernização tecnológica, saneamento básico etc, não orçamentárias, estão ameaçados.

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