Archive for the ‘Publicações’ Category

A chegada do Khmer Verde.

ESCRITO POR MILTON PIRES | 01 SETEMBRO 2014
ARTIGOS – MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

verde

Marina Silva em 1986, no Acre, liderando camponeses.

No dia 13 de agosto de 2014, a morte do candidato à presidência da República, Eduardo Campos, trouxe mais uma vez ao cenário político a possibilidade de Marina Silva ocupar o cargo supremo do Executivo nacional. O que apresento nas próximas linhas é um apanhado histórico e crítico daquilo que penso ser, do ponto de vista teórico, a base do seu pensamento político e tomarei como ponto de partida o conceito de “ecoteologia”, segundo as definições de Afonso Murad (ver. Revista Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 277-297, jul./dez. 2009). Uma comparação entre o fanatismo ecológico no Brasil e o genocídio perpetrado pelo Khmer Vermelho no Camboja é a conclusão que faço ao final.

Ecoteologia é, antes de tudo, um conceito revolucionário naquilo que se refere à teologia tradicional. Trata-se de um nova interpretação da mensagem divina que, desde a Gênese até o Apocalipse, modifica a ideia básica do projeto de salvação contida na mensagem dos profetas, de Jesus Cristo e, finalmente, dos apóstolos, afirmando que a própria natureza e todos os seres que dela fazem parte serão salvos no fim dos tempos e no Segundo Advento. Nas palavras de Afonso Murad:

“o eixo temático da ecoteologia consiste na forma de compreender a relação entre criação, graça e pecado e entre encarnação, redenção e consumação, ou seja: a unidade e a interdependência dos elementos que constituem a experiência de salvação cristã e, no interior dessa reflexão, proclamar como todos os seres participam do projeto salvífico de Deus.” 

Diz o autor mais adiante que “naturalmente, isso tem impacto na percepção sobre o valor da materialidade”.

Naquilo que se refere à Marina Silva, o conteúdo escatológico do seu pensamento pode ser percebido em declarações como essa:

“Hoje, todos nós sabemos que somos finitos como raça. E, além de não saber como lidar com a imprevisibilidade dos fenômenos climáticos, temos pouco tempo para aprender como fazê-lo.” 

Observe-se portanto que, ao participar simultaneamente do debate ecológico e da comunidade religiosa formada no Brasil pela denominação pentecostal “Assembleia de Deus”, a política transformou-se, para Marina Silva e sua “Rede”, numa espécie de interface, num campo onde o “discurso da salvação” adquire aquilo que se convencionou recentemente chamar de “transversalidade” ou seja: pode pautar o debate sobre o “futuro desse mundo material” e daquilo que eventualmente poderá substituí-lo por ocasião do Apocalipse e do Segundo Advento. (N.do E.: Deve-se ressaltar que a influência teológica decisiva que faz Marina Silva ser o que é não é pentecostalismo, e sim a chamada “teologia da libertação”, elaborada para infiltrar comunistas na Igreja Católica, e sua versão protestante, a “teologia da missão integral”, conforme a própria Marina Silva admite).

 

O termo “Khmer Rouge”, (Khmer Vermelho, em francês) foi cunhado pelo chefe de estado cambojano Norodom Sihanouk, e mais tarde adotado pela comunidade anglófona. A expressão se referia, de uma forma pejorativa, a uma sucessão de partidos comunistas no Camboja que evoluíram para se tornar o Partido Comunista da Kampuchea (CPK), e mais tarde no Partido do Kampuchea Democrático. A organização foi conhecida também como Partido Comunista Khmer e Exército Nacional do Kampuchea Democrático. Estima-se que o Khmer Vermelho tenha provocado através de execuções, torturas, trabalhos forçados e, sobretudo da fome, a morte de cerca de 5 milhões de cambojanos. Seus líderes principais chamavam-se de “irmãos” e tinham como meta transformar o país numa sociedade ABSOLUTAMENTE agrária (sem dúvida alguma uma proposta bastante “ecológica”) em que a economia deveria ser baseada no escambo e toda forma de “cultura tradicional” destruída para que o Camboja voltasse a um período (mais importante) dos séculos XIII ao XV em que era conhecido como Reino de Angkor. Não há dúvida, observem, de que se tratava, então em 1975, quando o Khmer toma a cidade de Phnom Penh, de um projeto de “salvação nacional”.

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MTST, PCC, PNPS e FFPS.

Cid Alencastro

Indigestão de siglas, que ademais metem medo. O que significam? Como se relacionam?

MTST — Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, organização voltada a invadir prédios e terrenos urbanos, sob o pretexto de obter moradia para quem não possui.

PCC — Primeiro Comando da Capital, organização abertamente criminosa que atua dentro e fora dos presídios.

PNPS — Política Nacional de Participação Social, decreto da presidente Dilma Rousseff que cria uma série de conselhos (leia-se soviets), com os quais fica estabelecido uma espécie de governo paralelo capaz de executar mais facilmente o programa socialista-autogestionário do PT, sem o concurso do Congresso Nacional nem do Poder Judiciário.

FFPS — Fundo Financeiro de Participação Social, inventado pelo ministro Gilberto Carvalho, a ser imposto por decreto, para financiar com dinheiro público a infraestrutura do PNPS.

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Embora se jacte que seu objetivo é obter moradias para os sem-teto, o MTST vem se entregando ao bloqueio de vias importantes, ao cerco e invasão de prédios, inclusive com arrombamentos, e até à reivindicação de melhorias no serviço de telefonia móvel nas periferias! Por que tão extenso leque de ações ilegais? Guindado das profundezas do nada aos galarins da propaganda midiática, seu líder Guilherme Boulos diz que o MTST “não é um movimento de moradia”, mas “um projeto de acumulação de forças para mudança social”. A complacência, para não dizer incentivo, das autoridades com o MTST é patente.

O PCC, por sua vez, vem crescendo continuamente, mostrando-se como uma espécie de FARC brasileira, com ramificações no Paraguai e na Bolívia. Afirma-se que ele já se espalhou pela maioria dos Estados (22 dos 26 da Federação) e que chega a faturar R$ 120 milhões por ano, com o tráfico de drogas e outras atividades criminosas. A leniência do governo em combatê-lo é notória. Segundo o Ministério Público Estadual de São Paulo, o PCC controla 90% dos presídios paulistas.

No PNPS estão presentes os mesmos princípios e ações que a opinião pública repudiou em 2009, por ocasião da publicação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), no final do governo Lula. O PNPS segue as pegadas da manobra empreendida na Venezuela por Chávez e Maduro: um poder paralelo submisso ao governo, composto por militantes muitas vezes armados que seguem a cartilha das esquerdas. Tal poder ruma para um regime dito “comunitário” em que a propriedade particular é fortemente golpeada, a caminho de sua final abolição; a família sofre toda sorte de injunções; e as liberdades individuais são coarctadas. Pairando sobre os múltiplos soviets, um partido hegemônico tipo PT dominaria sobre os demais partidos, aviltados, enquanto não pudesse aboli-los, a exemplo do que ocorreu na União Soviética, e ditaria as normas a serem seguidas para a construção da sociedade socialista autogestionária. Gilberto Carvalho deseja que se exerça pressão sobre o Congresso para que o decreto não seja impugnado, tendo chegado a pedir, nesse sentido, a mobilização dos membros do Conselho Nacional de Saúde.

O FFPS, por sua vez, fere profundamente a Constituição, a qual impede que a Presidência da República disponha, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal que implique aumento de despesas.

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Que relação têm essas siglas entre si? Na aparência, nenhuma, com exceção das duas últimas. Porém, analisadas em profundidade, verifica-se que todas elas concorrem para criar um clima de agitação, semelhante ao que sempre esteve presente nas grandes comoções revolucionárias.

Tanto na Revolução Francesa de 1789, quanto na Revolução Comunista de 1917, revolucionários, bandidos da pior espécie e inocentes úteis estiveram de mãos dadas à frente das convulsões demolidoras da ordem civil e religiosa. Estarão querendo nos jogar nesse abismo?

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Fonte: Informações baseadas em matérias publicadas nos dias 17, 18 e 21 de julho último no jornal “O Estado de S. Paulo”. 

Entrevista do presidente do grupo Odebrecht é uma afronta ao País e revela o viés espúrio do poder

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Óleo de peroba – A forma como o brasileiro trata e acompanha o desenrolar da política preocupa sobremaneira, uma vez que fatos escabrosos ocorrem à luz do dia sem que a sociedade esboce qualquer reação. Como tem insistido oucho.info ao longo dos anos, o Brasil está nas mãos de um punhado de políticos de conduta questionável, a exemplo do que mostram os muitos escândalos, recebendo ordens expressas de empresários “pesos-pesados” que ditam as regras e decidem o futuro do País, como se a nação pudesse ser refém dos interesses negociais de uma minoria inescrupulosa.

Na entrevista concedida ao jornal “Folha de S. Paulo”, publicada na edição de domingo (31), Marcelo Odebrecht, um dos mais poderosos empresários do País, disse que é obrigação do empresariado tentar influenciar as decisões do governo. “Sendo legítimo e transparente, não vejo nada demais em defender pontos que muitas vezes a gente conhece melhor do que qualquer um”, disse Odebrecht ao jornal.

Trata-se de declaração irresponsável, cujo objetivo explícito é minimizar os efeitos danosos da convivência espúria entre governantes e empreiteiras, algo que nas últimas décadas vem devastando o Brasil e a dignidade dos cidadãos. Fosse para os empresários influenciarem os ocupantes do Poder Executivo, os eleitores escolheriam os donos de empreiteiras como seus representantes. Com a entrevista, Marcelo Odebrecht busca manter seus negócios bilionários e a forma como os mesmos são contemplados pelo Palácio do Planalto, assunto que há muito é tema de discussões em todo o País.

O sócio e presidente do grupo Odebrecht, que tem inúmeras e variadas ligações (algumas inexplicáveis) com o Estado, como um todo, é contra o fim das doações de campanha feitas por pessoas jurídicas aos candidatos. Até porque isso cessaria a bisonha e nefasta via de mão dupla que se estabeleceu entre o capital e a política.

Na entrevista, Marcelo Odebrecht falou sobre diversos temas – reformas política, trabalhista, tributária e previdenciária; doações de campanha; democracia; ingerência no Executivo; reajuste dos preços dos combustíveis; investimento em infraestrutura – mas sequer mencionou o fato de o seu grupo deter o controle do setor petroquímico do País, um dos mais importantes e rendosos filões da economia. Afinal aproximadamente 80% do petróleo extraído destinam-se à indústria petroquímica.

Um dos maiores escárnios da história nacional, que só foi possível com a anuência irresponsável e passiva de Luiz Inácio da Silva, Dilma Rousseff e José Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras, foi a entrega do monopólio do setor petroquímico ao grupo Odebrecht, que fatura bilhões de reais por ano com um negócio altamente lucrativo e sem concorrência. As poucas e pequenas empresas que também atuam no setor, além do grupo Odebrecht, sequer fazem sombra ao conglomerado empresarial que tem sede na Bahia de todos os santos. E os nada santos também.

Em seus recentes discursos de campanha, a presidente Dilma Vana Rousseff, que tenta a reeleição, tem dado excessivo destaque ao pré-sal, assunto que vem sendo incensado como o passaporte dos brasileiros para o futuro. É importante lembrar que o petróleo que será extraído da camada pré-sal e processado atenderá, em sua maioria, ao setor petroquímico, que como mencionado anteriormente nesta matéria consome 80% do chamado ouro negro.

No momento em que o modelo político brasileiro vem sendo largamente discutido na campanha eleitoral, inclusive com possibilidade de derrotas fragorosas nas urnas, Marcelo Odebrecht surge em cena para posar de bom moço, mas se esquiva de comentar a forma como a Petroquímica Triunfo, no Rio Grande do Sul, foi parar nas mãos da Braskem, empresa do grupo Odebrecht que domina o setor.

A Triunfo foi alvo de uma manobra rasteira da Petrobras, que mesmo com decisão judicial indicando que a parte da estatal na empresa petroquímica deveria ser vendida ao acionista minoritário. Em dado momento, a Petrobras desistiu de vender sua participação majoritária na Triunfo, alegando questões estratégicas, mas acabou entregando seu quinhão ao grupo Odebrecht, que como sempre opera pesado nos bastidores do poder.

O caso da entrada da Braskem no negócio contou com o apoio estranho não apenas de Lula, Dilma e Gabrielli, mas também com o então diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato e que encontra-se na carceragem da corporação, em Curitiba. A venda do controle acionário da Petroquímica Triunfo para o grupo Odebrecht foi uma expropriação mal camuflada, ocorrida em maio de 2009, que obrigou os minoritários a deixarem a empresa por conta das muitas e sórdidas manobras adotadas com o conhecimento do Palácio do Planalto. Como se sabe, há escândalos milionários que reúnem a Odebrecht e a Petrobras que estão sob investigação.

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O que os nazistas copiaram de Marx

Publicado por Ludwig von Mises

O que os nazistas copiaram de Marx

O marxismo afirma que a forma de pensar de uma pessoa é determinada pela classe a que pertence. Toda classe social tem sua lógica própria. Logo, o produto do pensamento de um determinado indivíduo não pode ser nada além de um “disfarce ideológico” dos interesses egoístas da classe à qual ele pertence. A tarefa de uma “sociologia do conhecimento”, segundo os marxistas, é desmascarar filosofias e teorias científicas e expor o seu vazio “ideológico”. A economia seria um expediente “burguês” e os economistas são sicofantas do capital. Somente a sociedade sem classes da utopia socialista substituirá as mentiras “ideológicas” pela verdade.

Este polilogismo, posteriormente, assumiu várias outras formas. O historicismo afirma que a estrutura lógica da ação e do pensamento humano está sujeita a mudanças no curso da evolução histórica. O polilogismo racial atribui a cada raça uma lógica própria.

O polilogismo, portanto, é a crença de que há uma multiplicidade de irreconciliáveis formas de lógica dentro da população humana, e estas formas estão subdivididas em algumas características grupais.

Os nazistas fizeram amplo uso do polilogismo. Mas os nazistas não inventaram o polilogismo. Eles apenas criaram seu próprio estilo de polilogismo.

Até a metade do século XIX, ninguém se atrevia a questionar o fato de que a estrutura lógica da mente era imutável e comum a todos os seres humanos. Todas as interrelações humanas são baseadas nesta premissa de que há uma estrutura lógica uniforme. Podemos dialogar uns com os outros apenas porque podemos recorrer a algo em comum a todos nós: a estrutura lógica da razão. Read the rest of this entry »

Projeto Mãe Ilza Mukalê II realizou segunda rodada de oficinas

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No último final de semana, o Curso de formação de Agentes Culturais do Projeto MIM II realizou Oficina de Educação Patrimonial com a educadora Anarleirde Menezes. O encontro aconteceu na sexta-feira, dia 22 de agosto, e foram discutidos os conceitos de patrimônio cultural e histórico com os jovens integrantes do projeto.

No dia seguinte, dia 23 de agosto, os cursistas participaram da Oficina de Gestão da Comunicação com o comunicólogo Flávio Rebouças. Nesse espaço, a partir do processo de educomunicação, foram elaboradas peças radiofônicas, fotográficas e videográficas, que refletem sobre a atuação dos meios de comunicação na periferia.

Confira algumas peças radiofônicas realizadas pelos participantes do projeto MIM II:

https://soundcloud.com/coletivo-mim

O projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória, ou Projeto MIM II, oferece um Curso de Formação e Agentes Culturais para 40 jovens de comunidades negras e de terreiro na cidade de Ilhéus. Os encontros acontecem no Terreiro Matamba Tombenci Neto, no Alto da Conquista.

O evento é uma realização da ONG Gongombira e a Rede Matamba, com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Para maiores informações, acessehttp://maeilzamukale.blogspot.com.br/

O QUE SABER SOBRE O EBOLA!

CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS ADVOGADOS – EM ILHÉUS, NO CENTRO DE CONVENÇÕES

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Livro desvenda luxo debochado do ídolo dos “defensores dos pobres”.

22 de agosto de 2014

Luis Dufaur

Ilhas de prazer onde Fidel recebe teólogos e ativistas 'defensores dos pobres', segundo revista Veja

Ilhas onde Fidel recebe teólogos e ativistas ‘defensores dos pobres’. Fonte: revista Veja

Juan Reinaldo Sánchez, que durante 17 anos foi guarda-costa de Fidel Castro, denunciou que o “líder do povo” vive num luxo que ele diz reprovar nas elites cubanas e no “corrupto” capitalismo americano.

Até o regime cubano cair na mais negra miséria, após o desabamento do Muro de Berlim, e ficar privado das subvenções de Moscou, Fidel continuou sua vida nababesca.

Sánchez conta em seu livro A Vida Secreta de Fidel que ele foi preso pelo regime quando pediu aposentadoria. Era preciso silenciar a testemunha.

Ele padeceu entre 1994 e 1996 numa cela infestada de baratas, foi torturado e tentaram matá-lo. Sánchez procurou fugir oito vezes, até que conseguiu a liberdade viajando num barquinho até o México, passando depois a morar em Miami.

Em seu livro, Sánchez descreve o estilo de vida do “comandante supremo” em todo comparável à vida dos líderes marxistas de trás da Cortina de Ferro, ou de Viktor Yanukovich e Vladimir Putin no presente.

Segundo o autor, Fidel levava vida de ricaço extravagante e possuía o Aquarama II, único iate de luxo de Cuba, construído com madeira importada de Angola, para onde enviou seus esbirros.

Presidente Dilma segura Fidel periclitante dois pesos e duas medidasFidel navegava até a “ilha paradisíaca” Cayo Piedra, onde, em meio a exóticos prazeres, recebia os amigos mais íntimos como teólogos da libertação engajados “pelos pobres”, ou escritores do jet-set esquerdista como o colombiano Gabriel García Márquez.

Herói nacional, em 1989 o general Arnaldo Ochoa foi condenado por tráfico de drogas e fuzilado. Segundo Sánchez, o tráfico era avalizado pelo próprio Fidel com o pretexto de “arrecadar divisas para a Revolução”. Fidel quis eliminá-lo com uma ‘queima de arquivos”.

Durante a “crise de Mariel”, em 1980, quando milhares de cubanos desesperados fugiram da ilha, Fidel escolheu os piores delinquentes das penitenciárias cubanas e os misturou com os fugitivos para desmoralizá-los, afirma Sánchez.

Em seu livro, ele descreve o rosto oculto do totem das esquerdas latino-americanas, em cujo leito de doente acodem ínclitos presidentes populistas, teólogos e outros eclesiásticos que em seus países dizem ser defensores dos Direitos Humanos, inimigos da ditadura e advogados dos pobres.

REINALDO AZEVEDO METE O DEDO NA FERIDA!

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Por Reinaldo Azevedo

FEIJOADA FEST – TURMA DE FORMATURA.

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