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O PT VAI FECHAR AS PORTAS!

Diretório Nacional do PT aprova expulsão de envolvidos em esquemas de corrupção

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/diretorio-nacional-do-pt-aprova-expulsao-de-envolvidos-em-esquemas-de-corrupcao-14697998#ixzz3KY03B1GE
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Divulgar marca no Facebook e no Twitter é inútil, diz estudo

Revista EXAME, São Paulo – Durante anos, muitas empresas prosperaram divulgando suas marcas no Facebook e no Twitter. Mas isso já pertence ao passado, afirma um estudo da empresa de análise de mercado Forrester Research. Agora, investir nessas redes sociais para promover marcas e produtos pode ser um desperdício de tempo e dinheiro. 

O problema é que, como muita gente que trabalha com marketing e tecnologia já sabe, o Facebook vem reduzindo o alcance dos posts promocionais na rede. Isso significa que cada vez menos gente vê o que as empresas publicam lá. Quem quiser ter maior alcance tem de pagar por isso.

Na semana passada, o Facebook divulgou que vai apertar ainda mais o cerco sobre as marcas. A rede social diz, num comunicado sobre posts promocionais, que “de janeiro de 2015 em diante, as pessoas vão ver menos conteúdo desse tipo em seus feeds de notícias”.

Facebook no iPad: a rede social vem reduzindo o alcance dos posts promocionais gratuitos

© Peter Macdiarmid / Getty Images Facebook no iPad: a rede social vem reduzindo o alcance dos posts promocionais gratuitosO Facebook alerta que “páginas institucionais que publicam conteúdo promocional devem esperar que a distribuição orgânica desse conteúdo caia significativamente com o tempo”.

Nate Elliott, analista da Forrester Research, observa, em seu blog, que a situação já não é animadora para as marcas. “A Ogilvy relatou que, em fevereiro de 2014, posts de grandes marcas no Facebook atingiam apenas 2% de seus fãs, um número que vem caindo 0,5% ao mês.”

“No início deste ano, um estudo da Forrester mostrou que, na média, só 0,07% dos fãs das grandes marcas interagem com o que elas publicam no Facebook. Mas esse último anúncio do Facebook certamente vai piorar as coisas”, prossegue ele.

Recomendações

Elliot analisa a questão no relatório “Estratégias de Relações Sociais que Funcionam”, lançado pela Forrester nesta semana. Ele recomenda que as empresa invistam em seu próprio site e na comunicação por e-mail, em vez de apostar no Facebook e no Twitter.

“Nos Estados Unidos, adultos que estão online e querem manter contato com sua marca têm três vezes mais chance de visitar seu site do que de interagir com você no Facebook”, afirma Elliot. Para ele, um caminho promissor é o das comunidades focadas numa determinada marca.

Ele cita o exemplo do site Greatness Awaits, criado pela Sony para promover o PlayStation 4. O site teve mais de 4,5 milhões de visitas no final de 2013 e, na análise de Elliot, ajudou o PlayStation 4 a superar o rival Xbox One em vendas.

A outra recomendação de Elliot é que as empresas usem e-mail na comunicação com seu público. “Os americanos online que querem manter contato com uma marca têm duas vezes mais chance de assinar um informativo por e-mail do que de interagir com a marca no Facebook”, afirma ele.

“Seus e-mails são entregues a mais de 90% dos destinatários, enquanto seus posts no Facebook só chegam a 2% deles. E ninguém fica dizendo o que você pode e o que não pode escrever nos e-mails. Se você tiver de escolher entre ganhar um assinante de uma lista de e-mail ou ganhar um fã no Facebook, fique sempre com o e-mail.”

QUEM ERA O CHEFE?

FESTIVAL DE VERÃO 2015

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Maior Festival anual de música do país terá mais conforto, mais segurança, mais tecnologia e uma grade de atrações musicais turbinada

Com uma estrutura renovada, novos espaços interativos e grandes encontros musicais, o Festival de Verão chega a sua 17ª edição, pronto para levar o público a vivenciar novas experiências sensoriais, sonoras e gastronômicas. Em 2015, o maior festival anual de música acontece 22 a 24 de janeiro, no Parque de Exposições de Salvador, reunindo tudo que há de melhor da estação mais quente do ano. Os ingressos já estão à venda, com condições especiais, nos balcões do Ticketmix dos shoppings Paralela, Iguatemi, Barra e Salvador, no telefone 4003-1212 ou através do site www.festivaldeverao.com.br.

“Estamos ampliando a qualidade do Festival de Verão, acompanhando a tendência dos maiores eventos musicais que acontecem pelo mundo. Vamos levar novas experiências para o público. Queremos potencializar as sensações, ampliar a vivência. Estamos construindo uma grade com grandes atrações e encontros que ficarão marcados na memória e no coração do público”, garante Estácio Gonzaga, gerente executivo da Icontent, realizadora do Festival.

Além do Palco 2015, o Festival de Verão 2015 terá ainda mais dois espaços de entretenimento musical. Com conceito Cult, o Palco Sensações vai reunir o que há de melhor do universo alternativo. Já o Palco Eletrônico, montado em uma grande arena interativa, será comandado pelos melhores Djs locais, nacionais e internacionais. O Festival terá ainda ampliado o seu espaço de alimentação, oferecendo mais conforto e mais opções de bares e restaurantes para o público.

Em breve as atrações serão divulgadas.

1° lote de ingressos

O público poderá adquirir os primeiros ingressos com preços e condições especiais. Quem quiser curtir o evento na pista, as entradas individuais sairão por R$ 98 (inteira) e R$ 49 (meia-entrada).  Quem preferir o Camarote VIP, o ingresso custa R$ 180. Já o Camarote Baladas sai por R$ 120. Os ingressos de passaporte e individuais podem ser parcelados em até 06 vezes nos cartões. Os ingressos estão à venda no site oficial do evento, www.festivaldeverao.com.br, pelo telefone 4003-1212 e nos balcões Ticketmix dos shoppings Paralela, Iguatemi, Salvador e Barra.

SERVIÇO 

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Últimos artigos do Blog do ambientalismo

 

ambientalismo

Governo quer agilizar licenciamento ambiental

Posted: 05 Nov 2014 08:10 AM PST

“Eu não consigo entender como um estudo de impacto ambiental pode ter 35 mil páginas, como acontece no caso de [a usina hidrelétrica] Belo Monte. Não dá para ser assim, há algo errado nisso, e que precisa mudar.”

As palavras acima não foram proferidas por um empresário exasperado com as dificuldades kafkianas impostas pela legislação ambiental brasileira a qualquer empreendimento de dimensão igual ou superior a um posto de gasolina, ou por algum crítico contumaz do uso político do processo de licenciamento ambiental. Sua autora foi a própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo (3/08/2014), na qual se referia a mais uma iniciativa do governo federal para agilizar o licenciamento, alvo de mais que justificadas reclamações dos setores produtivos, obrigados a aguardar prazos esticadíssimos para a análise dos seus empreendimentos pelos órgãos ambientais.

Segundo o jornal, a pauta das mudanças está sendo discutida entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com o aval da Casa Civil da Presidência da República, e deverá ser publicada nos próximos dias, por meio de uma portaria.

A reportagem afirma que o governo pretende reduzir a influência de outros órgãos que participam do processo de licenciamento, especificamente, a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Fundação Palmares. Para tanto, a portaria deverá definir com clareza as ocasiões em que deverão ser consultados e quais serão os critérios das consultas.

Como se sabe, todos eles são fontes recorrentes de dificuldades para a concessão das licenças ambientais, devido à forte inclinação ideológica dos seus corpos técnicos – problema do qual o próprio ministério não está isento.

Além dos prazos excessivamente esticados para a análise dos processos de licenciamento, geralmente incompatíveis com a dinâmica requerida pelos empreendimentos, com frequência, os empreendedores ainda são obrigados a arcar com os altos custos das chamadas compensações ambientais, que, não raro, envolvem requisitos que deveriam caber às administrações públicas. Em casos de projetos de grande porte, como usinas hidrelétricas, as exigências podem incluir itens como a construção de redes de saneamento, escolas, hospitais e outras instalações. Os custos são ainda maiores se os empreendimentos interagirem com comunidades indígenas, como é o caso da usina de Belo Monte, no rio Xingu, cujo cronograma poderá atrasar-se em mais de um ano, em grande medida, devido às repetidas invasões do canteiro de obras por indígenas da região, mobilizados pelo aparato ambientalista-indigenista, em sua campanha contra o projeto.

Embora cautelosa com as palavras, a ministra admite o que chama a “socialização” do problema e afirma que ele deverá ser reduzido. “O licenciamento não é a Geni das obras públicas, mas também não pode ser a cereja do bolo. Ele é apenas um instrumento de caráter preventivo e desta forma deve ser tratado”, disse ela ao jornal.

A iniciativa federal é das mais oportunas e ocorre em paralelo com outras semelhantes que têm sido implementadas em alguns estados, como São Paulo, que anunciou, no ano passado, uma ampla simplificação da legislação estadual específica (Alerta Científico e Ambiental, 1/08/2013). Nas últimas duas décadas, os sobrecustos e os atrasos impostos pelos exageros do licenciamento ambiental têm sido um dos principais fatores limitantes da expansão da infraestrutura energética e viária do País.

Resta aguardar e acompanhar os seus desdobramentos – e, se preciso, pressionar – para que não seja apenas mais uma boa intenção neutralizada pela inércia burocrática ou pelas pressões do aparato ambientalista-indigenista.

Em tempo: não sabemos se o Guiness tem algum registro a respeito, mas 35 mil páginas em um licenciamento ambiental deve ser um recorde mundial.

 

 

‘Diálogo ou novas imposturas?’, de Fernando Henrique Cardoso

Fernando-Henrique-Cardoso

Publicado no Globo deste domingo

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Em uma democracia não cabe às oposições, como ao povo em geral, senão aceitar o resultado das urnas. Mas nem por isso devemos calar sobre o como se conseguiu vencer, nem sobre o por que se perdeu.

Os resultados eleitorais mostram que a aprovação ao atual governo apenas roçou um pouco acima da metade dos votos. Ainda que a vitória se desse por 80% ou 90% deles, embora o respeito à decisão devesse ser idêntico ao que se tem hoje com a escassa maioria obtida pelo lulopetismo, nem por isso os críticos deveriam calar-se.

É bom retomar logo a ofensiva na agenda e nos debates políticos. Para começar, não se pode aceitar passivamente que a “desconstrução” do adversário, a propaganda negativa à custa de calúnias e deturpações de fatos, seja instrumento da luta democrática.

Foi o que aconteceu, primeiro com Marina Silva, em seguida com Aécio Neves. O vale-tudo na política não é compatível com a legitimidade democrática do voto.

Marina, de lutadora popular e mulher de visão e princípios, foi transformada em porta-bandeira do capital financeiro, o que não é somente falso, mas inescrupuloso. Aécio, que milita há 30 anos na política, governou Minas duas vezes com excelente aprovação popular, presidiu a Câmara e é senador, foi reduzido a playboy, farrista contumaz e “candidato dos ricos”.

Até eu, que nem candidato era, fui sistematicamente atacado pelo PT, como se tivesse “quebrado” o Brasil três vezes (quando, como ministro da Fazenda, ajudei o país a sair da moratória), como se tivesse deixado a Presidência com a economia corroída pela inflação (como se não fôssemos eu e minha equipe os autores do Plano Real, que a reduziu de 900% ao ano para um dígito), como se os 12% de inflação em 2002 fossem responsabilidade de meu governo (quando se deveram ao temor de eventuais desmandos de Lula e do PT).

Não me refiro à língua solta de Lula, que diz o que quer quando lhe convém, mas ao fato de a própria presidenta e sua campanha terem endossado que o PSDB arruinou o Banco do Brasil e a Caixa, quando os repôs em sadias condições de funcionamento.

E assim por diante, num rosário de mentiras e distorções, insinuando terem sido postos embaixo do tapete vários “escândalos”, como o “da Pasta Rosa” ou o “do Sivam”, ou “da compra de votos” da minha reeleição etc., factoides construídos com matéria falsa, levantada pelo PT, submetida a CPIs, investigações várias e julgamentos que deram em nada por falta de veracidade nas acusações.

Mas isso não é o mais grave. Mais grave ainda é ver a reeleita colocando-se como campeã da moralidade pública. Entretanto, não respondeu à pergunta de Aécio Neves sobre se era ou não solidária com seus companheiros que estão presos na Papuda.

Calou ainda diante da afirmação feita no processo sobre o Petrolão de que o tesoureiro do PT, senhor Vaccari, era quem recolhia propinas para seu partido. Havendo suspeitas, vá lá que não se condene antes do julgamento, mas até prova do contrário deve-se afastar o indiciado, como fez Itamar Franco com um ministro, e eu fiz com auxiliares, inocentados depois no caso Sivam. Então por que manter o tesoureiro do PT no Conselho de Itaipu?

Pior. A propaganda incentivada pela liderança maior do PT inventou uma batalha dos “pobres contra os ricos”. Eu não sabia que metade do eleitorado brasileiro, que votou em Aécio, é composta por ricos… É difícil acreditar na boa-fé do argumento quando se sabe que 70% dos eleitores do candidato do PSDB, segundo o Datafolha, compunham-se de pessoas que ganham até três salários mínimos.

A propaganda falaciosa, no caso, não está defendendo uma classe da exploração de outra, mas enganando uma parte do eleitorado em benefício dos seus autores. Isso não é política de esquerda nem de direita, é má-fé política para a manutenção do poder a qualquer custo. Igual embuste foi a insinuação de que a oposição é “contra os nordestinos”, como se não houvesse nordestinos líderes do PSDB, assim como eleitores do partido no Nordeste.

Também houve erros da oposição. Quem está na oposição precisa bradar suas razões e persistir na convicção, apontar os defeitos do adversário até que o eleitorado aceite sua visão. Para isso precisa organizar-se melhor e enraizar-se nos movimentos da sociedade. Felizmente, desta vez, Aécio Neves foi firme na defesa de seus pontos de vista e, sem perder a compostura, retrucou os adversários à altura, firmando-se como um verdadeiro líder.

Diante do apelo ao diálogo da candidata eleita, devemos responder com desconfiança: primeiro, mostre que não será leniente com a corrupção. Deixe que os mais poderosos e próximos (ministros, aliados ou grandes líderes) respondam pelas acusações.

Que se os julgue, antes de condenar, mas que não se obstruam os procedimentos investigatórios e legais (Lula tentou postergar a decisão do STF sobre o mensalão o quanto pôde). Que primeiro a reeleita se comprometa com o tipo de reforma política que deseja e esclareça melhor o sentido da “consulta popular” a que se refere (plebiscito ou referendo?).

Que se debata, sim, na sociedade civil e no Congresso, mas que se explicite o que ela entende por reforma política. Do mesmo modo, que tome as medidas econômicas para vermos em que rumo irá o seu governo.

Só se pode confiar em quem demonstra com fatos a sinceridade de seus propósitos. Depois de uma campanha de infâmias, fica difícil crer que o diálogo proposto não seja manipulação. Só o tempo poderá restabelecer a confiança, se houver mudança real de comportamento. A confiança é como um vaso de cristal, uma pequena rachadura danifica a peça inteira.

OS PROBLEMAS DO PORTO SUL, SÃO CRIADOS A PARTIR DA BOLSA DE LONDRES. O AMBIENTALISMO ERA APENAS UMA ‘BATUCADA’.

Desde o começo venho pesquisando, calado, só assuntando.

Se vocês não notaram, toda a argumentação do aparato do gueto do atraso, terminavam sempre em assuntos de preço de minério  de ferro, empresa do Cazaquistão, e coisas que tais.

Pois bem, o interesse é que o minério de ferro não seja exportado, pois as empresas da chamada Eurásia, estão fazendo ‘pontes’ e abrindo portas para investimentos, que se chocam diretamente com interesses dos conservadores europeus, dominados pelas ONGs ditas ambientalistas, que são apenas fachadas para a governança mundial pretendida.

A maioria das matérias e ações produzidas aqui, são encomendadas aos seus títeres e propagadores, pra serem reproduzidas lá. Para coroar essa parafernália me aparece um saltitante ‘especialista’, que passa 15 dias em Caitité, segundo eles, e fica disparando extensos relatório estatísticos e opinativos, bem ao gosto do freguês.

 

O PETISMO SÓ SOBREVIVE NA MENTIRA, NA EMPULHAÇÃO?

Está aí a matéria de página da Folha de São Paulo, de 10 de agosto de 2002, mostrando que o PT queria Armínio Fraga, que hoje Dilma ataca só para ganhar votos, para ajudar o governo de Lula. É para o ver o quanto a campanha petista é suja. Eles querem reescrever a história. São caluniadores contumazes, assassinos de reputações, pregadores do ódio e da desunião. Vejam os trechos abaixo da matéria da Folha:

O PT praticamente estava implorando por no mínimo uma “consultoria informal”. Até um “conselho” seria montado apenas para contar com a genialidade e a competência de Armínio Fraga no governo Lula. Queriam Armínio como um “embaixador econômico informal” junto ao FMI, BID e Banco Mundial. E agora Dilma e sua campanha baixa, vil e mentirosa atacam o ex-ministro tucano. É como a carta que ela escreveu para FHC, cheia de elogios. Que a desmascarou diante de todo o Brasil nos últimos programas eleitorais.

Armínio 1
Armínio 2

Bebeto Galvão concede entrevista coletiva para imprensa do Sul da Bahia

O deputado federal eleito Bebeto Galvão (PSB) concederá uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (09), às 9h, no Hotel Barravento, no bairro do Malhado, em Ilhéus, para agradecer publicamente a cada um dos 96.134 votos que obteve, sendo quase a metade desta marca conquistada na Região Sul. Bebeto também fará uma avaliação do pleito eleitoral de 2014 e reafirmar seus compromissos de campanha.

Como deputado federal, Bebeto pretende ser uma voz atuante para garantir políticas públicas que devolvam ao Sul da Bahia o protagonismo econômico que a região já teve um dia.

Conheça algumas das bandeiras que Bebeto defenderá para o Sul da Bahia

  • Anistia da dívida da cacauicultura, associando a prática do cacau cabruca com pequenas indústrias de chocolate

  • Escolas técnicas e cursos profissionalizantes

  • Instituir a UESC como multi-campi para atender estudantes de cidades fora do eixo Ilhéus-Itabuna

  • Dotar a CEPLAC com personalidade jurídica e orçamento próprio para atuar na pesquisa, extensão rural e comunicação

  • Integração das costas do Cacau e do Descobrimento para intensificar o fluxo do turismo e escoamento de produtos agrícolas entre as regiões

  • Priorizar políticas de crédito e assistência técnica para a agricultura familiar

  • Investimento em infraestrutura: estradas, energia e mobilidade urbana

  • Investimentos mais expressivos para instituições públicas e filantrópicas de Saúde

  • Ampliação de escolas públicas com educação em tempo integral

  • Fortalecimento do Turismo rural, religioso, cultural e lazer

  • Luta pela diminuição da carga tributária para fortalecer os setores do comércio e indústria

  • Instalação plena da Ferrovia Oeste-Leste e Porto Sul

O QUE FOI 31 de MARÇO DE 1964

Por Alexandre Paz Garciaalexandre-garcia

Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos sobre o “descobrimento” do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram. Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessos por parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável. 

Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma desonestidade intelectual (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.

Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional. Basta lembrar de Jango e Jânio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dos inimigos.

Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema. Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão “justo e igualitário”. Tão belo e perfeito que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.

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