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O CALOTE NO BRASIL, VAI SER INTERNO MESMO.

Casa Rosada tenta culpar a Justiça dos EUA pelo calote da dívida argentina

cristina_kirchner_22Sinuca de bico – A esquerda latino-americana é tão incompetente que sempre precisa arrumar algum culpado para suas lambanças. A Casa Rosada, sede do Executivo argentino, informou que a falta de acordo com credores internacionais, chamados de “fundos abutres”, é culpa da Justiça dos Estados Unidos. Ora, a Argentina despeja no mercado financeiro papeis da dívida do país, se recusa a pagar o que deve e ainda critica os que desejam receber aquilo que lhes é devido.

Administrar uma nação sem se preocupar com os compromissos financeiros e transformar o país em reduto de uma ideologia utópica e devastadora é muito fácil.Cristina Fernández de Kirchner, a bolivariana que dança na terra do tango, ainda consegue arrancar apoio dos parceiros de Mercosul.

Quem puxou a fila desse apoio foi a petista Dilma Rousseff, que adora vociferar contra a Casa Branca, apenas porque isso deixa feliz o facinoroso Fidel Castro, ditador aposentado que continua dando a última palavra em Cuba. Kirchner deveria pedir socorro ao “chofeur” do socialismo do século XXI, o venezuelano Nicolás Maduro, pois foi seu padrinho, o tiranete Hugo Chávez, quem ajudou a empurrar a Argentina ladeira abaixo.

Os negócios planetários, sem exceção, são movidos pelo capital, mas a Argentina bolivariana deseja que os donos do dinheiro sejam prejudicados apenas porque um bando de incompetentes resolve brincar de governar. Se a maioria dos credores concordou com a reestruturação da dívida argentina, não significa que a minoria deva aceitar silenciosamente o prejuízo.

No momento em que as autoridades esquerdistas entenderem que no bolso não há ideologia que reine, que não a do capital, possivelmente a situação do país sul-americano começará a melhorar, mesmo que minimamente. Madame Kirchner continua acreditando que com a cangalha do utópico esquerdismo que sopra na América Latina poderá manter relações com o restante do planeta.

Fosse hábil como governante e ciente da própria incompetência, a mandatária argentina teria sido menos abusada nas relações internacionais. O melhor exemplo de que o planeta não funciona na frequência dos ditadores sul-americanos surgiu durante o mais recente encontro dos BRICS, quando Dilma tentou arrumar um empréstimo para a Argentina, o primeiro do fundo monetário criado pelo bloco.

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JÁ É CASO DE INTERNAÇÃO, E INFECTOU A BAHIA TAMBÉM!

Desculpa para justificar o próprio fracasso, dependência do PT em relação a FHC é caso de hospício

fhc_16Camisa de força – O PT está no poder central há quase doze anos, mas dependência dos “companheiros” em relação aFernando Henrique Cardosoé caso para psiquiatra. Na tarde desta quarta-feira (30), diante de empresários que se reuniram na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, para debater com os presidenciáveis melhor posicionados nas pesquisas, a petista Dilma Rousseff não se fez de rogada e acionou o enfadonho discurso da herança maldita.

Enfrentando uma grave crise política, economia e institucional, Dilma tentou vender aos presentes ao evento a ideia de que o Brasil é o País de Alice e que pode melhorar ainda mais. Como ninguém acredita no que diz a presidente, o melhor é aceitar a ideia de que o Palácio do Planalto está infectado com o vírus do devaneio.

Para justificar o fiasco de um governo paralisado e refém da gritante incompetência de seus integrantes, a candidata do PT disse que o governo do PT herdou um quadro ruim no âmbito da capacidade do Estado de planejar ações na seara da infraestrutura. “Nós somos herdeiros de uma situação ruim do ponto de vista público e privado”, disse a petista.

Durante o seu discurso, na maior parte do tempo lido, a presidente retomou as críticas ao “pessimismo” de alguns analistas e, em sinal de desespero explícito, fez um apelo aos empresários para que não se deixem levar por “profecias pessimistas”.

O descontrole de Dilma cresce à medida que avançam as chances de ser derrotada na eleição de outubro próximo, situação que colocaria o Partido dos Trabalhadores em uma situação delicada, em especial porque uma devassa nas entranhas da máquina federal exporia os muitos desmandos da legenda. Para tentar convencer a plateia, que não mais cai na esparrela palaciana, Dilma insistiu na tese da amaldiçoada herança deixada por FHC, sem citar o nome do tucano.

Dilma afirmou que o ex-presidente Lula e ela receberam um Estado carente de projetos para execução. “O Brasil não tinha projeto executivo e básico, não tinha carteira de projetos”, declarou. De acordo com a presidente, a atual situação da economia permitirá ao Brasil ingressar em um “novo ciclo”. “Criamos as bases”, emendou

Que Dilma é um fiasco como gestora pública e muito pior como economista todos sabem, mas é inaceitável que alguém que ocupa o mais alto cargo da nação ouse vociferar mentira tão absurda. Só mesmo alguém com problemas sérios de raciocínio é capaz de acreditar que o cenário econômico nacional permitirá ao País entrar em um “novo ciclo”. Como a presidente não especificou o tal “ciclo”, resta compreender que isso pode significar o despenhadeiro da crise.

Bom seria se alguém avisasse à “companheira” Dilma que há no Brasil um punhado de empresários vendendo energia excedente, pois dá mais lucro do que colocar a máquina produtiva para funcionar. Mesmo assim, essa senhora insiste em aparecer em cena como a versão feminina de Aladim, o fabuloso gênio da lâmpada.

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GRUPO APRENDIZES DA ARTE REAL.

PT ataca Aécio com reportagem sobre aeroporto em MG, mas esquece dos aeroportos cubanos

lula_fidel_01Face lenhosa – Dez entre dez petistas sabem da importância de uma vitória da “companheira” Dilma Rousseff na corrida presidencial. Isso porque uma derrota poderá significar a implosão de um partido que nos últimos onze anos e meio se dedicou diuturnamente ao banditismo político, como provam as muitas ações que tramitam na Justiça, as investigações do Ministério Público e as operações policiais em andamento. Afinal, os escândalos de corrupção que levam a chancela estelar do PT são merecedores de uma frase lapidar vociferada por um conhecido comunista de boteco e gazeteiro profissional: “Nunca antes na história deste país”.

Para impedir o avanço dos adversários de Dilma nas pesquisas eleitorais – e consequentemente na disputa pelo Palácio do Planalto – o PT acionou a parte amestrada da imprensa, que não demorou a deflagrar uma operação covarde e desqualificada contra o senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República.

A notícia sobre a construção de um aeroporto na cidade de Cláudio, no interior de Minas Gerais, pelo governo local foi a primeira investida do PT contra o presidenciável tucano. O movimento rasteiro se explica pelo fato de que Aécio continua ameaçando a reeleição de Dilma e também porque Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do País. E comprometer o tucano em sua terra natal seria, na opinião dos petistas, uma decisão acertada.

Acontece que os alarifes do PT e seus genuflexos jornalistas não se preocuparam em checar os preâmbulos da construção do tal aeroporto. A matéria afirma que o aeródromo foi construído em uma fazenda pertencente a familiar de Aécio Neves, mas documentos do governo mineiro provam que a área é do Estado. Ademais, no local onde funciona o aeroporto já existia uma pista em péssimas condições, sendo que a obra, que consumiu quase R$ 14 milhões, serviu para reformar e melhorar o que já existia.

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NA COLUNA DE AUGUSTO NUNES – JOÃO UBALDO, CRONICA PARA LULA.

21/07/2014

às 14:05 \ Opinião

Pena que João Ubaldo não tenha vivido para ver a derrocada do Império da Safadeza

Em 1° de outubro de 2012, o escritor João Ubaldo Ribeiro publicou no jornal O Globo uma crônica que retratou com perturbadora nitidez o desprezo de Lula por códigos éticos e a decomposição moral do PT. Pena que o grande romancista não tenha vivido para ver o desmoronamento do Império da Safadeza, anunciado pelas rachaduras no trono ainda ocupado por Dilma Rousseff.

Com dois anos de atraso, as pesquisas eleitorais vão desenhando o desfecho previsto no texto abaixo reproduzido. Confira. (AN)

A HORA DA SAIDEIRA
João Ubaldo Ribeiro

Na semana passada, li um artigo do professor Marco Antonio Villa, que não conheço pessoalmente, mostrando, em última análise, como a era Lula está passando, ou até já passou quase inteiramente, o que talvez venha a ser sublinhado pelos resultados das eleições. Achei-o muito oportuno e necessário, porque mostra algo que muita gente, inclusive os políticos não comprometidos diretamente com o ex-presidente, já está observando há algum tempo, mas ainda não juntou todos os indícios, nem traçou o panorama completo.

O PT que nós conhecíamos, de princípios bem definidos e inabaláveis e de uma postura ética quase santimonial, constituindo uma identidade clara, acabou de desaparecer depois da primeira posse do ex-presidente. Hoje sua identidade é a mesma de qualquer dos outros partidos brasileiros, todos peças da mesma máquina pervertida, sem perfil ideológico ou programático, declamando objetivos vagos e fáceis, tais como “vamos cuidar da população carente”, “investiremos em saneamento básico e saúde”, “levaremos educação a todos os brasileiros” e outras banalidades genéricas, com as quais todo mundo concorda sem nem pensar.

No terreno prático, a luta não é pelo bem público, nem para efetivamente mudar coisa alguma, mas para chegar ao poder pelo poder, não importando se com isso se incorre em traição a ideais antes apregoados com fervor e se celebram acordos interesseiros e indecentes.

A famosa governabilidade levou o PT, capitaneado por seu líder, a alianças, acordos e práticas veementemente condenadas e denunciadas por ele, antes de chegar ao poder. O “todo mundo faz” passou a ser explicação e justificativa para atos ilegítimos, ilegais ou indecorosos.

O presidente, à testa de uma votação consagradora, não trouxe consigo a vontade de verdadeiramente realizar as reformas de que todos sabemos que o Brasil precisa — e o PT ostentava saber mais do que ninguém.

No entanto, cadê reforma tributária, reforma política, reforma administrativa, cadê as antigas reformas de base, enfim? O ex-presidente não foi levado ao poder por uma revolução, mas num contexto democrático e teria de vencer sérios obstáculos para a consecução dessas reformas.

Mas tais obstáculos sempre existem para quem pretende mudanças e, afinal, foi para isso que muitos de seus eleitores votaram nele.

O resultado logo se fez ver. Extinguiu-se a chama inovadora do PT, sobrou o lulismo. Mas que é o lulismo? A que corpo de ideias aderem aqueles que abraçam o lulismo? Que valores prezam, que pretendem para o país, que programa ou filosofia de governo abraçam, que bandeiras desfraldam além do Bolsa Família (de cujo crescimento em número de beneficiados os governantes petistas se gabam, quando o lógico seria que se envergonhassem, pois esse número devia diminuir e não aumentar, se bolsa família realmente resolvesse alguma coisa) e de outras ações pontuais e quase de improviso?

É forçoso concluir que o lulismo não tem conteúdo, não é nada além do permanente empenho em manter o ex-presidente numa posição de poder e influência. O lulismo é Lula, o que ele fizer, o que quiser, o que preferir.

Isso não se sustenta, a não ser num regime totalitário ou de culto à personalidade semirreligioso. No momento em que o ex-presidente não for mais percebido como detentor de uma boa chave para posições de prestígio, seu abandono será crescente, pois nem mesmo implica renegar princípios ou ideais. Ele agora é político de um partido como qualquer outro e, se deixou alguma marca na vida política brasileira, esta terá sido, essencialmente, a tal “visão pragmática”, que na verdade consiste em fazer praticamente qualquer negócio para se sustentar no poder e que ele levou a extremos, principalmente considerando as longínquas raízes éticas do PT. Para não falar nas consequências do mensalão, cujo desenrolar ainda pode revelar muitas surpresas.

O lulismo, não o hoje desfigurado petismo, tem reagido, é natural. Os muitos que ainda se beneficiam dele obviamente não querem abdicar do que conquistaram. Mas encontram dificuldades em admitir que sua motivação é essa, fica meio chato. E não vêm obtendo muito êxito em seus esforços, porque apoiar o lulismo significa não apoiar nada, a não ser o próprio Lula e seu projeto pessoal de continuar mandando e, juntamente com seu círculo de acólitos, fazendo o que estiver de acordo com esse projeto.

Chegam mesmo à esquisita alegação de que há um golpe em andamento, como se alguém estivesse sugerindo a deposição da presidente Dilma. Que golpe? Um processo legítimo, conduzido dentro dos limites institucionais?

Então foi golpe o impeachment de Collor e haverá golpe sempre que um governante for legitimamente cassado? Os alarmes de golpe, parecendo tirados de um jornal de trinta ou quarenta anos atrás, são um pseudoargumento patético e até suspeito, mesmo porque o ex-presidente não está ocupando nenhum cargo público.

É triste sair do poder, como se infere da resistência renhida, obstinada e muitas vezes melancólica que seus ocupantes opõem a deixar de exercê-lo. O poder político não é conferido por resultados de pesquisas de popularidade; deve-se, em nosso caso presente, aos resultados de eleições.

O lulismo talvez acredite possuir alguma substância, mas os acontecimentos terminarão por evidenciar o oposto dessa presunção voluntarista. Trata-se apenas de um homem — e de um homem cujas prioridades parecem encerrar-se nele mesmo.

 

Mundo condena Israel por proteger seu povo

Escrito por Tzippe Barrow | 10 Julho 2014

Internacional - Oriente Médio

JERUSALÉM, Israel — Enquanto contra-ataca o Hamas – a organização terrorista palestina que declara publicamente sua intenção de varrer o Estado judeu do mapa -, Israel enfrenta condenação do mundo árabe.

O porta-voz do Reino Hashemita da Jordânia pediu uma parada imediata na “agressão bárbara” de Israel.

A República Islâmica do Irã, responsável em grande parte pelo financiamento, treinamento e armamento do Hamas e outras organizações islâmicas, pediu ao Ocidente que condene a “agressão selvagem” dos sionistas “contra o povo inocente e indefeso da Palestina.”

O presidente Barack Obama igualou ambos os lados ao exortá-los “a não agir na base da vingança.”

Enquanto isso, a Liga Árabe quer que o Conselho de Segurança da ONU convoque uma reunião por causa da resposta de Israel aos foguetes que estão mirando seus grandes centros populacionais.

Mas muitos israelenses e seus amigos no mundo inteiro estão perguntando: Como é que o mundo pode condenar um país por proteger seu povo? Mas é exatamente isso que Israel enfrenta toda vez que é forçado a agir contra os que buscam sua destruição.

Não parece importar quantas vezes Israel explique, mesmo que muito bem, sua posição, nem importa se Israel tenta evitar danos colaterais enquanto está destruindo fábricas de munições, depósitos de armas, locais de lançamentos de foguetes e túneis de contrabando de armas na Faixa de Gaza.

Os líderes israelenses prometeram que a operação em Gaza se expandirá e continuará até que o ataque de foguetes cesse e a tranquilidade volte.

“O Hamas pagará um preço pesado por disparar foguetes contra os cidadãos israelenses,” o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse depois de se reunir com o ministro da Defesa Moshe Ya’alon, o tenente geral Benny Gantz, chefe do Estado-maior das Forças de Defesa de Israel, e o general-de-divisão Sami Turgeman, chefe do comando do Sul.

“A segurança dos cidadãos de Israel é prioridade absoluta. Nosso exército é forte, a frente interna é firme e nossa nação é unida,” Netanyahu disse.

“O Hamas escolheu o aumento da violência,” Gantz disse. “A outra organização se uniu a ele e nós usaremos todo o poder que temos, em graus variados, para garantir o que consideramos vitória. Cobraremos o preço total [do Hamas] pelo erro estratégico que fez.”

Ya’alon também disse que o Hamas pagaria “um preço muito pesado” e a campanha terminaria “numa questão de dias.”

“Estamos destruindo as armas [das organizações terroristas], a infraestrutura terrorista, os sistemas de comando e controle, as instituições, os prédios governamentais, as casas dos terroristas,” Ya’alon disse. “ E estamos matando terroristas no alto comando da organização,” se referindo aos ataques aéreos precisos que eliminaram um terrorista de alto nível do Hamas na quarta-feira enquanto ele viajava de moto no norte de Gaza.

“Continuaremos a atingir bem forte o Hamas e outras organizações terroristas do ar, mar e terra a fim de garantir a segurança dos cidadãos de Israel,” Ya’alon disse.

A maioria dos israelenses apoia a operação total do governo contra os jihadists com sede em Gaza. Muitos esperam que as Forças de Defesa de Israel conseguirão de forma vitoriosa destruir tanta infraestrutura terrorista quanto possível, que estão agora ameaçando os grandes centros populacionais do Estado judeu.

Da TV CBN: World Condemns Israel for Protecting Its People

Tradução: www.juliosevero.com

Por onde andaria a OAB ?

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 Reginaldo de Castro

Poucas vezes na história republicana do Brasil tantos e tão graves acontecimentos puseram em risco o Estado Democrático de Direito. São questões que, no passado, provocariam a intervenção da única tribuna pública não estatal em defesa da cidadania: a Ordem dos Advogados do Brasil, cujo Estatuto a compromete com a defesa da Constituição, da democracia e dos direitos humanos.

A OAB surgiu no bojo de uma crise institucional de grandes proporções: a Revolução de 1930. São 84 anos. Desde então, teve papel decisivo em todos os conflitos da vida brasileira, sempre mantendo distância crítica dos protagonistas do processo político, ocupando, com isenção e destemor, a tribuna da sociedade civil.

Não por acaso, quando o general-presidente Ernesto Geisel, em 1974, intentou a abertura democrática, dirigiu-se não a um partido político, mas à OAB. Raymundo Faoro era seu presidente e encaminhou os pleitos da sociedade: restabelecimento do habeas corpus, fim da censura, revogação dos atos institucionais, anistia e eleições diretas. Numa palavra, a redemocratização.

O atendimento não foi imediato; a abertura, como se recorda, era lenta e gradual. Mas a agenda desembocou, no final do governo seguinte, do general Figueiredo, na redemocratização.

Hoje, diante de sinais claros de retrocesso, sente-se a falta da palavra e da orientação da OAB. Falo como seu ex-presidente e alguém que preza sua história e papel social. Distingo a instituição dos que circunstancialmente estão no seu comando.

Estamos diante de uma agenda política assustadora. Teme-se pela independência do Judiciário e do Legislativo. O aparelhamento do Estado, síntese desses temores, culmina com a edição do decreto 8.243, que o entrega ao arbítrio dos “movimentos sociais”, sem que se defina o que são, já que podem ser institucionais ou não, segundo o decreto.

Antes, tivemos o mensalão, pontuado de agressões por parte dos réus ao STF e ameaças de morte a seu presidente, Joaquim Barbosa. E ainda: a tentativa de regulamentar (eufemismo de censurar) a mídia; a inconstitucionalidade do programa Mais Médicos; a desobediência do presidente do Senado ao STF quanto à instalação da CPI da Petrobras; a violência dos black blocs nas manifestações de rua; as ações criminosas de milícias armadas do MST e do MTST, entre numerosas outras ilegalidades que reclamam uma palavra firme de condenação por parte da advocacia brasileira. E o que se ouviu da OAB? Nada.

São assassinadas no Brasil anualmente mais de 50 mil pessoas, a maioria, jovens e pobres, em decorrência do narcotráfico. Hoje, o Brasil é, além de rota preferencial do comércio de drogas, o segundo maior consumidor mundial de cocaína e o primeiro de crack. O PT, há quase 12 anos no poder, não inclui esse combate entre suas prioridades. E o que diz a OAB? Nada!

Preocupo-me com essa omissão, que, como é óbvio, não é gratuita: tem substância política, expressa na inclusão do nome de seu atual presidente, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, na lista de postulantes ao STF. A presidente Dilma Rousseff faria um grande favor à advocacia brasileira nomeando-o, em justa paga aos inestimáveis serviços prestados a seu governo.

A OAB é grande, mas sua atual direção trai a sua história e, com isso, infunde desamparo à nossa frágil democracia. É preciso resgatá-la e devolvê-la a seu glorioso lugar de porta-voz da cidadania brasileira.

Reginaldo de Castro é advogado e foi presidente nacional da OAB

 

TRECHO DE UM EMAIL, QUE CIRCULA HÁ ALGUM TEMPO PELA INTERNET.

“Só para lembrar… que ainda estamos vivos, estamos nas ruas e de olho em tudo! Aos desavisados, aos que desejam o caos, aos que ferem a Constituição Federal, aos que minam por decreto espúrios a democracia brasileira. Lembramos que estamos mais vivos do que em 64 e que nenhuma ideologia é capaz de “fazer as cabeças” dentro das Forças Armadas Brasileiras… O tranco vai ser forte e quem não acreditar é bom começar a orar! Podem se preocupar, podem se desesperar aqueles que, políticos ou não, permitiram que a Nação chegasse ao atual estado de degradação político institucional”.

“Não queremos choros e lamúrias, não queremos arrependimentos e anistias… Preparem-se e não digam que não foram exaustivamente avisados! O recado está dado!”

Palavras duras, de alerta e de aviso aos canalhas, corruptos e traidores da pátria. Cuidado, pois os homens dos botões dourados já marcham nas ruas.

FHC passou mais de duas horas em uma reunião de portas fechadas com o linha dura e democrata, o General do Exército do Comando Militar do Sudeste,  João Camilo Pires de Campos FHC saiu de reunião com o semblante nervoso e tenso. O que será que o General linha-dura e de quase dois metros de altura e olhar direto disse para FHC?   Seria o Decreto de Dilma que extingue o Congresso nacional o motivo da reunião?   Se o Decreto 8.243 for aprovado teremos um governo que governará o país por meio de decretos e através de assembleias bolivarianas.    A democracia seria totalmente extinta e a nação inteira estaria sob uma ditadura do proletariado. O clima é o mesmo de 1964, quando o governo de João Goulart exercia um forte domínio sobre os movimentos revolucionários. Quando Jango   incentivou as greves e fez ameaças à democracia. Quando Jango espalhou e insuflou o ódio na sociedade no intuito de gerar um conflito de classes. Quando Jango promovia discursos insanos e dementes incentivando a desapropriação e a invasão de terras e empresas.    (PARECE QUE ESTÃO FALANDO DE HOJE !!! )

POUCA VERGONHA – É PRA RIR OU PRA CHORAR?

Governo do PT tenta pegar carona no vexame da seleção para retocar os detalhes finais do golpe

aldo_rebelo_19Ignorando a democracia – Os brasileiros que se preparem, pois o governo do PT deve aproveitar o fiasco da seleção para antecipar o golpe totalitarista que está em marcha desde a chegada do lobista e apedeuta Lula ao Palácio do Planalto, em janeiro de 2003.

Temendo que a vergonhosa derrota da seleção brasileira para a Alemanha, por sete gols a um, interfira nas pesquisas eleitorais e complique ainda mais a difícil situação de Dilma Vana Rousseff, que está em busca da reeleição, o governo federal decidiu colocar as mangas de fora e ingerir em assunto que não lhe compete. O governo petista já cobra mudanças profundas no futebol brasileiro e na CBF, o que só não aconteceu antes porque os palacianos totalitaristas temiam que qualquer movimento prejudicasse a realização da Copa do Mundo.

Na manhã desta quinta-feira (10), o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, participou do briefing diário organizado pela FIFA durante a Copa do Mundo e teceu duras críticas à humilhação sofrida pelo Brasil diante da seleção alemã. Na ocasião, o comunista Rebelo pediu mudanças no futebol nacional e comparou a vergonhosa derrota ao vice-campeonato mundial em 1950, evento que ficou conhecido como “Maracanazo”. O ministro destacou que a goleada será por muito tempo uma marca profunda para o País e pediu que as causas sejam examinadas.

“Já manifestei mais de uma vez a minha opinião e volto a repeti-la: o futebol brasileiro precisa de mudanças. A derrota para a Alemanha evidencia ainda mais essa necessidade. Foi um acontecimento lamentável assim como a derrota para o Uruguai em 1950. Mas não sou a pessoa mais indicada a promover um clima de caça às bruxas em um momento de dificuldade. Para todo grande problema geralmente aparece uma solução óbvia, fácil e geralmente errada. Então creio que é preciso ter a consciência de que as mudanças no futebol brasileiro precisam ser feitas, mas é preciso encontrar a eficiência em promovê-las. E que isso não se faça somente pela dor da derrota sofrida para a Alemanha. É preciso que as mudanças tenham sentido de continuidade e erradiquem as causas mais profundas daquilo que conduziu a esse vexame do nosso futebol”, disse Aldo Rebelo.

Na opinião do ministro, o resultado negativo da seleção não invalida o esforço feito pelo governo na organização da Copa, que servirá de legado com a infraestrutura de estádios e centros de treinamentos espalhados pelo País.

“Mesmo que isso não tivesse acontecido (derrota para a Alemanha), sempre disse que deveríamos aproveitar a Copa para que esse grande esforço resultasse em infraestrutura, em estádios, em centros de treinamentos. Nosso futebol tem problemas que precisam ser enfrentados. Somos fornecedores de matéria prima e importadores de produtos acabados. O governo, onde é de sua competência, tem procurado ajudar. Estamos discutindo a legislação que apoie os clubes e seus compromissos em relação à responsabilidade financeira, calendário, respeito aos atletas. Já estamos em uma fase bem adiantada. Independentemente do resultado adverso que tivemos contra a Alemanha, é um esforço necessário”, destacou o titular do Ministério do Esporte.

Ao governo federal não cabe ingerir em assuntos privados, especialmente porque o esporte não pode se transformar em ferramenta de um governo esquerdista que cultiva o totalitarismo, a exemplo do que ocorrem na decrépita Cuba, que há mais de cinco décadas definha como nação por causa da obsolescência facinorosa dos irmãos Raúl e Fidel Castro.

Ao Estado brasileiro cabe a responsabilidade de cumprir com suas obrigações, as quais estão descritas de forma cristalina na Constituição Federal. Qualquer intromissão do governo nos assuntos da CBF gerará uma discussão judicial sem precedentes, não sem antes sinalizar para um futuro de vilipendio contínuo à democracia.

Aldo Rebelo não destila esse besteirol ditatorial sem o prévio consentimento da presidente Dilma Rousseff, que tem ajudado a esquerda nacional a dar os últimos retoques no golpe final. O que Dilma, marionete da esquerda tupiniquim, está a propor é o meso que fez o então general Emílio Garrastazu Médici, um dos presidentes da República durante o regime militar, que demitiu o técnico João Saldanha e colocou no comando da seleção brasileira o treinador Mário Jorge Lobo Zagallo.

O futebol brasileiro vive um momento de decadência institucional por conta da malandragem ininterrupta que corrói a CBF, mas não será com a interferência do Estado que esse quadro mudará. É preciso tratar a CBF como um caso de polícia, nada mais. Por trás dessa manobra malandra e chicaneira está ninguém menos que Luiz Inácio da Silva.

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Programa de requalificação asfáltica prossegue nas ruas e avenidas de Ilhéus

No momento, os serviços se concentram nas ruas Eustáquio Bastos, Brigadeiro Eduardo Gomes e Benjamin Constant, quer servem de acesso ao Aeroporto Jorge Amado, no Bairro do Pontal.

 

Recapeamento asfáltico  na rua Amélia Nunes-foto Gidelzo Silva Secom-Ilhéus

Recapeamento asfáltico na rua Amélia Nunes-foto Gidelzo Silva Secom-Ilhéus

O programa de requalificação asfáltica das principais artérias de Ilhéus prossegue beneficiando diversos pontos da zona urbana. No momento, os serviços se concentram nas ruas Eustáquio Bastos, Brigadeiro Eduardo Gomes e Benjamin Constant, todas localizadas nas proximidades do Aeroporto Jorge Amado, no Bairro do Pontal. De acordo com o superintendente de Obras da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Ednaldo Azevedo, após a conclusão do trabalho, o recapeamento asfáltico será deslocado para o Bairro do Ceplus, situado também na Zona Sul de Ilhéus.

Até o momento, o programa já favoreceu a Avenida Princesa Isabel, as ruas centrais do Alto da Conquista, incluindo a Rua Arthur Lavigne, a Praça Santa Rita e a Avenida Brasil, e a Rua Amélia Nunes (antiga Rua das Oficinas), trecho que dá acesso à Ponte Lomanto Júnior. Uma das obras mais aguardadas pela população, o recapeamento é resultado de parceria entre a Prefeitura de Ilhéus e o Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

Em muitas artérias, como a Avenida Princesa Isabel e as ruas do Bairro da Conquista que receberam asfalto novo, o trabalho será concluído com a implantação de uma nova sinalização horizontal e a instalação de quebra-molas em passagem de nível. O trabalho de recapeamento asfáltico nas ruas de Ilhéus está sendo executado pela empresa Mazza Engenharia, vencedora da concorrência, e conta com o auxílio de diversas máquinas, como caçambas, vibro acabadoras e rolos compactadores.

Todas as ruas – Segundo o prefeito Jabes Ribeiro, o objetivo é requalificar a pavimentação asfáltica de todas as ruas de Ilhéus. “Nessa etapa, a requalificação dos nossos logradouros é realizada com a parceria e os recursos do Governo do Estado. A outra parte será feita pela Coelba, que se comprometeu em recuperar as ruas danificadas pela obra de expansão da rede de energia, a exemplo da Avenida Itabuna. Já uma terceira etapa será executada com recursos da própria Prefeitura, através da usina asfáltica que o governo municipal está adquirindo”, salienta o chefe do Executivo ilheense.

Secretaria de Comunicação Social – Secom -Ilhéus – 08.07.14

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