WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Publicações’

MEC levará internet a 24,5 mil escolas públicas

Publicado em 04/11/2019 – 14:53

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Ministério da Educação (MEC) levará internet a 24,5 mil escolas públicas urbanas pelo programa Educação Conectada. De acordo com a pasta, isso significa que 56% das escolas públicas passarão a estar conectadas no país. A medida deverá beneficiar 11,6 milhões de estudantes.Para viabilizar o programa, a pasta repassará R$ 82,6 milhões. Esse dinheiro chegará por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A expectativa, de acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, é que as escolas já tenham acesso à internet no primeiro semestre de 2020.

“O ensino hoje no mundo sem estar conectado à internet é um absurdo”, disse Weintraub. Além de repassar recursos para conectar novas escolas, a pasta repassará também R$ 32 milhões para a manutenção do programa em 9,9 mil escolas já atendidas.

Secretário de Educação Básica, Janio Macedo, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, lançam o programa Educação Conectada Terrestre – José Cruz/Agência Brasil

O objetivo do programa, de acordo com o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, é “tornar a educação mais atrativa tanto para o ensino fundamental quanto para o médio, colaborando dessa forma para reduzir a evasão dos nossos alunos e por via de consequência, a melhoria no nosso ensino e aprendizagem dos alunos”.

O acesso à internet possibilitará, segundo a pasta, a formação de professores por meio do ambiente virtual de aprendizagem do MEC, chamado de Avamec. Em 2019, mais de 100 mil docentes concluíram cursos pela plataforma.

A previsão do MEC é que cerca de 9,7 mil escolas sejam beneficiadas em 1,4 mil municípios na Região Sudeste; 7 mil escolas em 1,5 mil municípios na Região Nordeste; 1,7 mil escolas em 257 municípios na Região Norte; 1,8 mil escolas em 319 municípios na Região Centro-Oeste; e 4,2 mil escolas em 1 mil municípios da Região Sul.

Segundo Weintraub, a menor quantidade de escolas a serem atendidas na Região Norte deve-se à dificuldade de acesso por terra. As escolas na região são mais beneficiadas por internet via satélite, que não é o foco do programa.

Adesão

Os gestores estaduais e municipais de educação têm até a próxima sexta-feira (8) para confirmar as escolas a receber conexão. A escolha deve ser realizada pelo Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec – Módulo Educação Conectada), e pelo PDDE Interativo (módulo Educação Conectada), ferramenta de apoio à gestão escolar, ambos do MEC.

A velocidade da internet, segundo a pasta, depende da velocidade ofertada na região, mas o MEC disse que garante a melhor oferta disponível.

O Educação Conectada tem o objetivo de apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica.

Para receber a conexão de internet, as instituições públicas precisam ter número de matrículas maior que 14 alunos; ter, no mínimo, três computadores para uso pelos alunos; e, ter, no mínimo, um computador para uso administrativo e pelo menos uma sala de aula em funcionamento.

Edição: Fernando Fraga

AS CORRENTES MARÍTIMAS LEVAM O ÓLEO PARA LONGE DO LITORAL ILHEENSE.

Isso é muito bom, pois dá um descanso aos voluntários. 

 

Correntes marítimas

Voluntário ‘paramentado’. Foto: Site Fábio Roberto Notícias

 

Novo marco legal deve impulsionar setor ferroviário no Brasil

Cerca de 58% da malha ferroviária do país está abandonada ou subutilizada

A Comissão de Infraestrutura (CI) pode votar nesta semana o novo marco legal das ferrovias (PLS 261/2018). De iniciativa do senador José Serra (PSDB-SP), o projeto pretende incorporar as melhores práticas adotadas em outros países para desenvolver a malha ferroviária para o transporte de cargas e de passageiros. A novidade apresentada na proposta é a autorização como modalidade de outorga para a exploração de ferrovias pelo setor privado. Além disso, o reparcelamento do solo com a sociedade de proprietários de imóveis são novas estratégias apresentadas para o desenvolvimento do setor.

O projeto já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na forma de um substitutivo. Na CI, o relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), também apresentou um substitutivo diferente após várias audiências públicas realizadas para debater o tema. Em vez de uma lei que alteraria outros decretos e leis, Jean Paul optou por fazer uma lei específica para organizar o transporte ferroviário. De acordo com ele, a proposta é meritória, pois visa aumentar a oferta de infraestrutura ferroviária, impedir a concentração do mercado, reduzir os custos logísticos e promover a concorrência no setor ferroviário.

“O setor ferroviário do Brasil já vem crescendo bastante nos últimos 10, 15 anos. Praticamente dobrou de tamanho. É uma necessidade do país. Há capacidade de investimento interna e externa para o setor ferroviário. No entanto, ele se ressentia de ter todos os instrumentos de que outros setores já dispõem, instrumentos regulatórios, instrumentos de outorga, que permitam esse investimento em diferentes níveis e em formas diferentes”, disse.

No capítulo central do substitutivo, que trata das regras do procedimento de outorga em regime de autorização, a mudança feita pelo relator foi fixar prazo para esse regime. A autorização passa a ter o prazo determinado de 25 a 99 anos, proposto pelo requerente, já que é ele quem será hábil para avaliar o período necessário para amortizar os investimentos que vai realizar.

“Acreditamos que o estabelecimento de prazo contratual permite melhor avaliação do negócio e traz mais segurança jurídica para o investidor”, justificou Jean Paul.

 

Se for aprovado pela CI, o projeto deverá passar ainda pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde terá decisão terminativa, ou seja, não deve passar pelo Plenário, a menos que haja recurso. Em seguida, o projeto segue para a Câmara.

Motivação

De acordo com o senador José Serra, a proposta se justifica pelo atraso do Brasil na infraestrutura ferroviária, por uma série de oportunidades perdidas e também pela grande dependência de investimentos públicos para o setor, mesmo na hipótese de outorga por concessão. Segundo a União Internacional de Vias Ferroviárias, o Brasil ocupa a nona posição em extensão de linhas de trens, com mais de 30 mil quilômetros de malha. No entanto, em relação à qualidade da infraestrutura, segundo o Fórum Econômico Mundial, em 2018, o país está na 88ª posição entre 137 analisados. De acordo com dados do Ministério da Infraestrutura, dos 28,2 mil quilômetros da malha ferroviária em regime de concessão, 30,6% estão ociosos.

Para o senador, um modelo possível é “manter a presença estatal nos segmentos onde ele seja realmente necessário, e, ao mesmo tempo, atrair investimentos privados para a construção da infraestrutura em regime de competição onde haja interesse do mercado”, como se deu nos Estados Unidos.

:: LEIA MAIS »

Reforma administrativa deve mudar estabilidade de novos servidores

“A ideia é daqui para frente, para os futuros concursados não teria estabilidade”, disse o presidente ao deixar o Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (2) que está quase tudo pronto para a apresentação da reforma administrativa ao Congresso e que o governo estuda mudar a estabilidade dos novos servidores públicos. “A ideia é daqui para frente, para os futuros concursados não teria estabilidade, essa é a ideia que está sendo estudada”, disse ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã deste sábado.

De acordo com o presidente, para algumas carreiras típicas de Estado, entretanto, esse direito seria preservado. “Eu não posso formar, por exemplo, um sargento ou um capitão das forças especiais e depois mandar ele embora. Tem que ter formação específica para aquela atividade, bem como outras dos servidores civis.” Atualmente, os servidores públicos estatutários têm direito à estabilidade no cargo após três anos de atividade.

Na próxima semana, Bolsonaro pretende ir ao Congresso entregar novos projetos para serem analisados pelos deputados e senadores. Ele não detalhou, entretanto, qual reforma será apresentada primeiro. “A que for menos difícil tem que ir na frente. O [ministro da Economia] Paulo Guedes gostaria que as três [previdenciária, administrativa e tributária] já tivessem aprovadas”, disse. Um novo pacto federativo com estados e municípios também é prioridade para o governo e deve ser proposto em breve.

NotíciasRelacionadas

As medidas do governo para simplificação da máquina pública e desregulamentação do ambiente de negócios, segundo Bolsonaro, objetivam o aquecimento da economia e a geração de empregos. “Quem cria emprego é a iniciativa privada e, para tal, quem produz tem que ter menos burocracia. Temos que botar de forma mais competitiva nos portos produtos para exportação”, disse.

A diminuição da carga tributária também está no radar do Ministério da Economia, segundo o presidente, mas não deve ser feita “de uma hora para outra”. “Essa reforma tributária é muito importante. O que encarece no Brasil são os impostos. Vou apelar aos governadores, se for possível, sei que vivem apertados, [para que] diminuíssem essa média de 30% de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] no combustível, cria mais emprego, se consome mais o que é nosso aqui dentro. Por isso que o etanol de fora é competitivo, lá fora quase não tem imposto”, disse, lembrando que parte do etanol consumido no Brasil é importada.

Nova moto

Jair Bolsonaro deixou a residência oficial hoje acompanhado do ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, que estava pilotando uma moto da marca Harley-Davidson. O presidente foi retirar uma moto nova que comprou em uma loja no Setor de Industria e Abastecimento, a cerca de 20 quilômetros do Palácio da Alvorada.

Jair M. Bolsonaro

?@jairbolsonaro

Hoje busquei minha moto na concessionária. Motocicleta, paraquedismo e mergulho sempre foram minhas paixões. Bom fim de semana a todos. Irrúúú!

7.889 pessoas estão falando sobre isso

Bolsonaro disse que pagou a moto com o próprio dinheiro, uma Honda NC 750x, na cor azul. O preço anunciado no site da Honda é R$ 33.980. (ABr)

Tribunal Marítimo pode mandar arrestar navio grego que derramou óleo

Decisão, caso seja tomada, deve ser cumprida em qualquer porto ou país em que o Bouboulina atracar

Cabe ao Tribunal Marítimo do Brasil julgar os acidentes e fatos da navegação e pode também aplicar penas como multas e arresto.

O presidente do Tribunal Marítimo é o Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, da Marinha brasileira.

Cada país tem o próprio tribunal marítimo, mas todos estão subscritos à Organização Internacional Marítima, órgão das Nações Unidas.

Satélites dos EUA e até a CIA ajudaram o Brasil a identificar navio poluidor

Boa relação entre Bolsonaro e Trump foi fundamental para uso de satélites militares

Satélites norte-americanos sobre o Atlântico ajudaram autoridades brasileiras a identificar o navio petroleiro grego que inundou o mar de petróleo, poluindo a costa brasileira. A CIA, agência central de inteligência dos Estados Unidos, que monitora o bloqueio econômico à ditadura da Venezuela, também foi acionada pelo presidente Donald Trump, em atenção ao amigo Jair Bolsonaro, para ajudar na busca. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

São de natureza estratégica (militar) e meteorológicos os satélites que auxiliaram o Brasil a identificar o petroleiro grego Boubloulina.

Para fornecer rotas de petroleiros satélites americanos continuam a “refinar” imagens captadas entre de julho e setembro.

A agência de segurança de aviação dos EUA foi muito demandada na época do desastre do Airbus da Air France, que desapareceu no mar.

O desastre do Airbus levou os EUA a refinarem dispositivos de leitura ótica dos satélites, melhorando muito a qualidade das imagens.

ACESSOS VIÁRIOS DA NOVA PONTE ILHÉUS-PONTAL

ACESSOS VIÁRIOS DA NOVA PONTE ILHÉUS-PONTAL

BAMIN integra mutirões de limpeza das praias da região de Ilhéus

Fotos: crédito/Divulgação

A BAMIN reconhece a importância do litoral nordestino e acredita que as iniciativas de preservação e cuidados com a natureza são fundamentais hoje e no futuro. Por isso, a Companhia se solidariza com às comunidades nordestinas, sobretudo na região do litoral da Bahia, onde vem atuando junto aos órgãos públicos, para prestar assistência na limpeza das praias atingidas pelas manchas de óleo.
Desde os primeiros indícios de aparecimento do óleo, a BAMIN tem estado à disposição das comunidades e atua auxiliando na mobilização dos voluntários para os mutirões de limpeza e na disponibilização de um trator e caçamba para a retirada do óleo recolhido.
Outra ação importante é o apoio da equipe do Programa de Monitoramento Pesqueiro, que atua como “fiscais” de 17 pontos da praia. Estes monitores fiscalizam as praias e enviam diariamente fotos dos locais para os órgãos públicos competentes, contribuindo com informações sobre o óleo e também com os trabalhos de limpeza.
Também como ação emergencial, a BAMIN disponibilizou para os técnicos do IBAMA e da UESC o espaço do CETRAS – Centro de Atendimento de Animal Silvestres, que fica instalado no Caps – Centro Ambiental Porto Sul, que futuramente será usado pelo Porto Sul. O local receberá animais encontrados nas áreas atingidas pelo óleo e serão cuidados pelos técnicos do IBAMA. O Centro também ganhou grandes tanques para armazenar água e para receber animais como tartarugas marinhas.
Além destas ações, nesta quinta-feira (31), a BAMIN entregou à prefeitura de Ilhéus Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), carrinhos de mão, pás, luvas, botas, rastelos e baldes para uso dos voluntários e equipe de trabalho na limpeza das praias.

Fotos: crédito/Divulgação

Assessoria de Imprensa – BAMIN
Darana RP
Cândida Silva
(71)99239-3230
(71)3342-3373

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE PRECISA SER RECONTADA.

Trabalho da Embrapa desperta interesse internacional

Países querem fazer parcerias para obter segurança alimentar

Publicado em 31/10/2019 – 07:00

Por José Romildo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Em 50 anos, o Brasil passou da posição de importador de alimentos para a de líder em produção agrícola, o que despertou em vários outros países o desejo de repetir em seus territórios a experiência brasileira, disse o presidente da Embrapa, Celso Moretti.

Segundo Moretti, o que outros países desejam é buscar autonomia e segurança alimentar, a partir de parcerias com a Embrapa, a empresa que realiza – em cooperação com universidades e empresas privadas – pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, proporcionando assim a liderança brasileira em alimentos; fibra; bioenergia; rebanhos bovinos; e suínos.  

Por indicação do Itamaraty, o presidente da Embrapa está realizando uma viagem pela Europa e pelo Oriente Médio, onde vem se encontrando com autoridades, especialistas e empresários do agronegócio em Budapeste (Hungria), Londres (no Reino Unido) e Doha (Catar).

Celso Moretti, participa amanhã (31) e sexta-feira (1º de novembro), da reunião anual do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep), em Praga, na República Tcheca. O Meeting on the Future of Global Environment Outlook (GEO) é o último compromisso de sua viagem internacional.

Ao falar do interesse de governos e instituições estrangeiras pelo trabalho da Embrapa, Moretti disse à Agência Brasil que o sucesso das pesquisas brasileiras se deve ao apoio do contribuinte. Esse apoio, conforme disse, é compensado pelos resultados.

“Todos os anos demonstramos por meio de balanço para a sociedade quanto cada real investido na Embrapa foi devolvido para a sociedade. No ano passado, para cada um real investido foram devolvidos 12 reais para a sociedade. Ou seja, vale a pena o país investir em ciência, tecnologia e inovação agropecuária porque o retorno é líquido e certo”, disse Moretti.

Presidente da Embrapa Celso Moretti – Divulgação/Jorge Duarte/Embrapa

Contrapartida

Moretti diz ainda que “se a sociedade brasileira paga impostos, e se esses impostos são investidos na Embrapa, não podemos entregar de graça essas soluções para os diversos países do mundo”.

De acordo com ele, a forma de o Brasil receber benefícios dessa cooperação com outros países é introduzir o setor privado brasileiro nas negociações. Se existe uma negociação, o setor privado pode entrar vendendo genética animal, genética vegetal e muitos outros produtos, afirma o presidente da empresa.

Embrapa global

Conforme disse Moretti, a Embrapa há alguns anos deixou de ser estratégica apenas para o Brasil. Ele observou que a empresa é “reconhecida globalmente pela sua competência em desenvolver soluções para a agricultura, para a pecuária e para o setor florestal do cinturão tropical do globo”.

Ele explicou que, por se situar no cinturão tropical do globo, ou seja, na região situada acima do Trópico de Capricórnio, a Embrapa é percebida como líder indiscutível de pesquisas no setor de alimentos nessa faixa da terra.

Catar

Essa percepção, de acordo com o presidente da Embrapa, tem implicações nos negócios. Citou, como exemplo, o caso do Catar, um dos países visitados por Moretti.

De acordo com Moretti, o Catar importou vacas holandesas para a produção de leite. Os técnicos daquele país adaptaram a produção dos lácteos a essa espécie de vaca holandesa. O problema é que a vaca holandesa se adapta muito bem ao frio da Holanda, mas não à temperatura do Catar, que às vezes chega aos 50 graus Celsius. “O custo para eles produzirem esse leite com as vacas holandesas ficou extremamente elevado”. disse. Ele disse que mostrou aos produtores do Catar a experiência brasileira de gado leiteiro híbrido, proporcionado pelo cruzamento da raça gir com a raça holandesa.

“Quando mostrei isso para eles, eles ficaram muito impressionados. Levar a genética do gado brasileiro girolando [cruzamento do gado gir com a vaca holandesa]  faz parte da nossa ideia de levar realmente essa genética adaptada aos trópicos para aquele local do mundo”, explicou.

Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep)

Hoje (31), durante o Meeting on the Future of Global Environment Outlook (GEO), em Praga, Moretti terá a oportunidade de apresentar a visão do agro nacional em um dos mais importantes fóruns de debates do mundo, onde são promovidas avaliações do estado do meio ambiente, da eficácia das políticas de enfrentamento dos desafios ambientais e dos caminhos para que sejam alcançados os objetivos acordados internacionalmente.

Por meio do GEO, as avaliações ambientais integradas relatam o estado, as tendências e as perspectivas do meio ambiente, que contribuem com os processos de tomada de decisão não apenas para governos, mas para outros segmentos, como iniciativa privada, governos locais e instituições de ensino e pesquisa, que possam se subsidiar da interação entre ciência e política. O resultado também poderá contribuir com a quinta Assembléia Ambiental da ONU em fevereiro.

Edição: Narjara Carvalho

Bolsonaro assina acordos e diz que “Brasil tem mar de oportunidades”

Publicado em 30/10/2019 – 13:19

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil  Brasília

No último dia de sua viagem à Ásia e ao Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (30) acordos com a Arábia Saudita e disse que o Brasil tem “um mar de oportunidades” e muito a oferecer aos investidores. “O Brasil está no caminho certo, hoje há uma independência de verdade entre os poderes Executivo e Legislativo, onde cada poder trabalha, mas voltado para o mesmo norte: o desenvolvimento do nosso país”, disse durante participação em um fórum sobre investimentos futuros.

“O Brasil tem um mar de oportunidades. Acredito que nenhum país do mundo tem o que nós temos, com toda a certeza, uma das melhores terras agricultáveis do mundo, que pode garantir aos senhores a segurança alimentar. No tocante à carne também, temos um mercado enorme, cada vez mais nossas plantas frigoríficas ganham certificação internacional”, disse, destacando ainda os juros e a inflação baixos, a queda do desemprego e do risco-Brasil e a aprovação da reforma da Previdência, que “é o remédio que tínhamos que aplicar para que o Brasil sobrevivesse”.

Antes do evento, em Riad, Bolsonaro se reuniu com o Ceo do SoftBank Group, Masayoshi Son, e com o rei da Arábia Saudita, Salman Bin Abdulaziz Al Saud. Foram celebrados atos em várias áreas, entre elas defesa e serviços militares; pesquisa industrial, desenvolvimento e tecnologia de defesa; cooperação cultural; e parcerias entre as entidades sauditas e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Também foi assinado acordo para a facilitação de vistos de viagem para cidadãos brasileiros e sauditas. Os vistos de visitas para os cidadãos dos dois países serão agora de múltiplas entradas, com prazo de validade de até cinco anos, para um período de estada de até 90 dias.

Na noite de ontem (29), Bolsonaro também participou de jantar com autoridades e investidores de diversos países e anunciou a parceria com o Fundo de Investimento Público saudita (PIF), que pode resultar no desenvolvimento de projetos de até US$ 10 bilhões no Brasil.

O presidente deixa hoje Riad, na Arábia Saudita. Ele esteve também no Japão, na China, nos Emirados Árabes e no Catar apresentando as reformas que o governo vem empreendendo na área econômica e as oportunidades de investimentos no país.

Saiba mais

Edição: Graça Adjuto

IBGE lança mapa com biomas brasileiros

Publicado em 30/10/2019 – 11:24

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou hoje (30) um mapa que traz as representações dos seis grandes biomas continentais brasileiros. Como novidade, o mapa mostra também as delimitações do sistema costeiro-marinho brasileiro, com o limite do mar territorial do país, e a escala de representação, de 1:250.000, que é 20 vezes maior do que a do mapa anterior.

De acordo com o IBGE, o mapa é resultado de um aprimoramento de processos de investigação, revisão bibliográfica e levantamentos de campo, que entre outras coisas, verificaram o ambiente físico local e os indícios da vegetação original.

Ainda segundo o instituto, o aprimoramento do mapa contribui para a gestão sustentável dos recursos naturais.

O estudo do IBGE mostra que o bioma da Amazônia ocupa 49,5% do território. Em seguida, aparecem os biomas do Cerrado (23,3%), Mata Atlântica (13%), Caatinga (10,1%), Pampa (2,3%) e Pantanal (1,8%).

O Cerrado é o único bioma que alcança as cinco regiões brasileiras, apesar de se concentrar principalmente no Centro-Oeste. A Amazônia ocupa 93,2% da região Norte. Além dos sete estados do Norte, o bioma se estende ainda aos estados do Mato Grosso e Maranhão.

A Mata Atlântica é o bioma que se espalha por mais estados brasileiros. São 15 no total. O Pampa, por outro lado, é encontrado apenas no Rio Grande do Sul.

Diversidade

Os estados com maior diversidade de biomas são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Minas Gerais, cada um com três. No Mato Grosso, são encontrados os biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal. No Mato Grosso do Sul, tem Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. Em Minas e Bahia, existem áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.

Já o sistema costeiro-marinho é composto por uma parte marítima (93,73%) e por uma parte continental (6,27%). Esta última ocupa 1,7% do território continental brasileiro. A maior parte do sistema costeiro está na Amazônia (42%). O Pampa concentra 25% e a Mata Atlântica, apesar de ocupar a maior porção da costa brasileira, tem apenas 20% do sistema costeiro-marinho.

O mapa e os dados do levantamento podem ser acessados na página do IBGE.

Edição: Fernando Fraga

anuncie aqui

Carregando...

Tabela do Brasileirão

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia