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Livro desvenda luxo debochado do ídolo dos “defensores dos pobres”.

22 de agosto de 2014

Luis Dufaur

Ilhas de prazer onde Fidel recebe teólogos e ativistas 'defensores dos pobres', segundo revista Veja

Ilhas onde Fidel recebe teólogos e ativistas ‘defensores dos pobres’. Fonte: revista Veja

Juan Reinaldo Sánchez, que durante 17 anos foi guarda-costa de Fidel Castro, denunciou que o “líder do povo” vive num luxo que ele diz reprovar nas elites cubanas e no “corrupto” capitalismo americano.

Até o regime cubano cair na mais negra miséria, após o desabamento do Muro de Berlim, e ficar privado das subvenções de Moscou, Fidel continuou sua vida nababesca.

Sánchez conta em seu livro A Vida Secreta de Fidel que ele foi preso pelo regime quando pediu aposentadoria. Era preciso silenciar a testemunha.

Ele padeceu entre 1994 e 1996 numa cela infestada de baratas, foi torturado e tentaram matá-lo. Sánchez procurou fugir oito vezes, até que conseguiu a liberdade viajando num barquinho até o México, passando depois a morar em Miami.

Em seu livro, Sánchez descreve o estilo de vida do “comandante supremo” em todo comparável à vida dos líderes marxistas de trás da Cortina de Ferro, ou de Viktor Yanukovich e Vladimir Putin no presente.

Segundo o autor, Fidel levava vida de ricaço extravagante e possuía o Aquarama II, único iate de luxo de Cuba, construído com madeira importada de Angola, para onde enviou seus esbirros.

Presidente Dilma segura Fidel periclitante dois pesos e duas medidasFidel navegava até a “ilha paradisíaca” Cayo Piedra, onde, em meio a exóticos prazeres, recebia os amigos mais íntimos como teólogos da libertação engajados “pelos pobres”, ou escritores do jet-set esquerdista como o colombiano Gabriel García Márquez.

Herói nacional, em 1989 o general Arnaldo Ochoa foi condenado por tráfico de drogas e fuzilado. Segundo Sánchez, o tráfico era avalizado pelo próprio Fidel com o pretexto de “arrecadar divisas para a Revolução”. Fidel quis eliminá-lo com uma ‘queima de arquivos”.

Durante a “crise de Mariel”, em 1980, quando milhares de cubanos desesperados fugiram da ilha, Fidel escolheu os piores delinquentes das penitenciárias cubanas e os misturou com os fugitivos para desmoralizá-los, afirma Sánchez.

Em seu livro, ele descreve o rosto oculto do totem das esquerdas latino-americanas, em cujo leito de doente acodem ínclitos presidentes populistas, teólogos e outros eclesiásticos que em seus países dizem ser defensores dos Direitos Humanos, inimigos da ditadura e advogados dos pobres.

REINALDO AZEVEDO METE O DEDO NA FERIDA!

reinaldoLEIAM ABAIXO

Por Reinaldo Azevedo

FEIJOADA FEST – TURMA DE FORMATURA.

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O Brasil se cobre de luto

Walmir Rosário*WALMIR-ROSÁRIO-FOTO-WALDYR-GOMES1-150x150 (1)

A morte de Eduardo Campos, candidato a presidente do Brasil pelo PSB, o Partido Socialista Brasileiro, pegou a todos de surpresa. E os brasileiros ainda choram o seu desaparecimento, mesmo não sendo ele um político conhecido pela maioria da população.

Neto do ex-governador Miguel Arrais, se afastou do governo de Pernambuco para empreender um voo mais alto: disputar a Presidência da República. E morreu lutando por esse ideal, ao se deslocar do Rio de Janeiro para São Paulo, onde cumpriria compromissos de campanha.

E a vida Eduardo Campos foi interrompida aos 49 anos, no dia 13 de agosto, mesma data em que morreu seu avô, que também foi governador de Pernambuco. Agosto é um mês que causa pavor aos políticos, dado ao grande número de catástrofes. Entre elas, a que causou mais comoção foi a morte de Getúlio Vargas, quando presidente da República.

Eduardo Campos ocupava o terceiro lugar na intenção dos votos do eleitorado brasileiro. Mas a campanha estava ainda começando e o seu discurso era tido como moderno e esperançoso. Prometia fazer com o Brasil o que fez em seu estado.

Quer queira, quer não, mesmo os adversários respeitavam o político Eduardo Campos, que soube fazer história. Deixou a grande coligação que ajudou a eleger Lula e Dilma Rousseff presidentes do Brasil para empreender uma grande mudança na política brasileira.

Ele prometia e todos acreditavam numa nova forma de se fazer política, de governar o país. Para tanto, promoveu o crescimento do PSB em todo o Brasil e costurou alianças com partidos políticos alinhados com seu pensamento em todos os estados brasileiro.

Se apresentava como o novo, mas não uma novidade qualquer, daquelas que não se conhece os meios e os fins. Pregava um governo claro, límpido e transparente, resguardando os direitos e os deveres do cidadão, frente às necessidade mais prementes do Estado. Pregava uma Nação.

Pela sua idade, tanto poderia ser eleito neste ano como daqui a quatro ou oito anos. O que importava era fazer se entender e mostrar que a política poderia ser pensada e executada em alto nível, onde os compromissos são assumidos com o desenvolvimento do país e não com grupos ou agremiações partidárias.

Novo na idade, mas experiente na arte de fazer política, fez escola com um dos grandes mestres da luta pela democracia, o seu avô Miguel Arrais. Por certo a semente plantada por ele germinará na consciência dos brasileiros. Seus últimos dias foram os de maiores exposição na mídia. Expôs seus sonhos, que deverão ficar para sempre gravados na memória do povo brasileiro.

Eduardo Campos se foi, fica sua contribuição para a construção de um Brasil melhor!

*Chocado com a perda irreparável!

Só para lembrar: Marina Silva já tinha data marcada para abandonar Eduardo Campos

DENER GIOVANINIdener-giovanini

Quinta-Feira 14/08/14

O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara [...]

O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara as suas intenções:

4. A filiação transitória democrática permite que, tão logo a Rede obtenha seu registro na Justiça Eleitoral, o que deve ocorrer nos próximos meses, seus militantes formalmente vinculados ao PSB poderão se transferir para a legenda de origem sem o risco de qualquer tipo de sanção partidária.

5. Portanto, os militantes da Rede têm data para deixar o PSB, conforme o compromisso firmado entre os partidos no final do ano passado.

Para ler a Nota da Rede na integra, CLIQUE AQUI.

É óbvio que ninguém, até então, poderia imaginar a reviravolta que aconteceria no quadro sucessório presidencial com a tragédia que se abateu sobre a candidatura de Eduardo Campos. A morte do então candidato do PSB derrubou o tabuleiro do xadrez político no chão. O jogo vai recomeçar do zero a partir de agora.

Marina Silva e sua “Rede” talvez tenha sido a pior jogada de Campos em toda a sua carreira política. Ele acreditou que Marina daria um grande impulso à sua candidatura, o que de fato não ocorreu. Talvez Eduardo, assim como tantas outras pessoas do mundo político, enxergasse nos quase 20 milhões de votos que Marina Silva obteve nas últimas eleições presidenciais um sólido patrimônio político. Foi um grande erro.

O patrimônio político de Marina Silva era tão sólido como fumaça. Seus 20 milhões de votos não lhe credenciaram sequer para construir seu próprio partido. Ela não conseguiu o número de assinaturas necessárias para obter o registro da Rede junto ao Tribunal Superior Eleitoral e, tão pouco, conseguiu impulsionar o nome de Eduardo Campos para chegar pelo menos aos dois dígitos de intenção de voto para a eleição de outubro.

Não bastasse tamanha desilusão, Marina Silva e sua Rede tiraram de Eduardo Campos apoios importantes, especialmente em colégios eleitorais fundamentais, como Rio de janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A intransigência e a incapacidade de articulação de Marina Silva subtraíram de Eduardo palanques e alianças que poderiam ajuda-lo a tentar chegar ao segundo turno. Obviamente ninguém do PSB admitirá publicamente esse equivoco que foi a escolha da Marina como vice. Mesmo no Partido Verde, onde ela deixou um rastro de intrigas e desarmonia, quase levando o partido a desintegração absoluta, ninguém fala publicamente sobre isso.

Marina Silva quer um partido pra chamar de seu. Para mandar e impor seu messianismo “sonhático”. E o bote está se armando sobre o PSB.

Caso o partido de Eduardo Campos decida pela substituição do nome dele pelo de Marina estará apenas repetindo os erros do PT e do PV. Entregar o comando do partido a uma candidata desagregadora e com um histórico tsunâmico será o caminho mais curto para enterrar a história do PSB. Os sonháticos de Marina farão cair sobre os dirigentes do Partido Socialista Brasileiro a escuridão dos pesadelos de uma noite sem fim.

Eduardo Campos: acidente deve estar livre da teoria da conspiração, mas é preciso muita atenção

eduardo_campos_10Calma e prudência – Candidato do PSB à Presidência da República e terceiro colocado na corrida ao Palácio do Planalto, Eduardo Camposmorreu em acidente aéreo ocorrido na manhã desta quarta-feira (13) em Santos, cidade do litoral.

O avião Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, utilizado pela campanha do presidenciável do PSB, saiu do Rio de Janeiro e levava o ex-governador de Pernambuco para um evento no litoral paulista. A aeronave caiu em área residencial da cidade de Santos. Os sete ocupantes da aeronave, dois tripulantes e cinco passageiros, morreram no acidente.

Inicialmente noticiou-se que a esposa do candidato do PSB, Renata Campos, e um dos cinco filhos do casal estavam a bordo, mas ainda são contraditórias as informações a respeito. Eduardo Campos apostava no início do horário eleitoral, que estreia na próxima terça-feira, 19 de agosto, para avançar nas pesquisas eleitorais.

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No início deste ano, Campos rompeu com o governo da petista Dilma Rousseff para dar viés de independência à sua candidatura. Presidente nacional do PSB, Eduardo Campos tinha como candidata a vice a ex-senadora Marina Silva, que deve assumir a candidatura.

Com a tragédia, o quadro da disputa pela Presidência da República muda completamente, uma vez que é prematuro afirmar para qual candidatura migrarão os eleitores de Eduardo Campos. A mãe do ex-governador e ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes participava de um evento em Brasília quando foi informada sobre o acidente.

Análise preliminar

Técnico em aviação consultado pelo ucho.info considerou estranha a forma como se deu o acidente. O primeiro item levantado é que aeronaves que caem “de nariz” representam apenas 1% dos acidentes registrados no planeta.

O segundo quesito levantado pelo nosso entrevistado é que o bairro do Boqueirão, em Santos, não está inserido em uma “airway”, ou seja, não está em rota de aproximação, procedimento das aeronaves antes do pouso.

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O terceiro ponto levantado pelo técnico em aviação é que o Cessna 560XL integra a lista dos jatos executivos mais seguros. Além disso, o jato conta com um equipamento conhecido como EGPWS (Enhanced Ground Proximit Warning System) que faz com que a aeronave suba sem interferência da cabine de comando em caso de perigo durante o procedimento de pouso, mesmo que o piloto decida jogá-la contra o solo.

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Sob sigilo

Em maio deste ano, a presidente Dilma Rousseff sancionou lei que torna sigiloso os dados contidos nas caixas-pretas dos aviões, assim como as informações prestadas voluntariamente por testemunhas, em caso de investigações de acidentes aéreos ocorridos em território nacional.

De acordo com a lei, testemunhas que prestarem informações no curso da investigação aeronáutica, em relação a desastres aéreos ou incidentes, ficarão protegidas e não poderão ser enquadradas criminalmente pelos dados fornecidos.

No caso de a Justiça e as autoridades policiais necessitarem identificar responsabilidades em acidente específico, o qual estava sob investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), novo inquérito terá de ser aberto. A transferência de dados colhidos em inquérito do Cenipa para outro inquérito só poderá ser feita mediante determinação judicial. A lei permite, no entanto, que polícia e Justiça usem como provas em inquéritos os dados das caixas-pretas, assim como as transcrições das conversas da cabine.

A referida lei foi proposta pela Aeronáutica após a crise aérea decorrente dos acidentes da Gol, em 2006, que deixou 154 mortos, e da TAM, em junho de 2007, que matou 199 pessoas.

Opinião do editor

Único jornalista a acompanhar durante longos meses, de perto e os bastidores, os desdobramentos do acidente da TAM, o editor do ucho.info lembra que nenhum brasileiro deve se entregar à teoria da conspiração, apenas porque em curso está um processo eleitoral acirrado, mas é preciso estar atento aos desdobramentos das investigações, uma vez que a verdade sobre o trágico acidente ocorrido no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, jamais foi revelada.

O fato de os dados das caixas-pretas das aeronaves estarem protegidos por determinação legal é suficiente para supor que as causas de um acidente poderão ser suprimidas parcialmente. Nesse caso, vale lembrar o acidente do Boeing da Gol, faltando poucas horas para o primeiro turno da eleição presidencial de 2006, quando a aeronave chocou-se no ar com um jato Legacy, da Embraer, segundo informações oficiais.

Quem viu de perto o Legacy sabe que as partes danificadas mostram que algo despencou sobre a aeronave, invalidando a alegação de um choque em pleno ar. Aliás, uma eventual colisão com um Boeing, em pleno voo e na direção oposta, teria esfacelado o Legacy.

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O CALOTE NO BRASIL, VAI SER INTERNO MESMO.

Casa Rosada tenta culpar a Justiça dos EUA pelo calote da dívida argentina

cristina_kirchner_22Sinuca de bico – A esquerda latino-americana é tão incompetente que sempre precisa arrumar algum culpado para suas lambanças. A Casa Rosada, sede do Executivo argentino, informou que a falta de acordo com credores internacionais, chamados de “fundos abutres”, é culpa da Justiça dos Estados Unidos. Ora, a Argentina despeja no mercado financeiro papeis da dívida do país, se recusa a pagar o que deve e ainda critica os que desejam receber aquilo que lhes é devido.

Administrar uma nação sem se preocupar com os compromissos financeiros e transformar o país em reduto de uma ideologia utópica e devastadora é muito fácil.Cristina Fernández de Kirchner, a bolivariana que dança na terra do tango, ainda consegue arrancar apoio dos parceiros de Mercosul.

Quem puxou a fila desse apoio foi a petista Dilma Rousseff, que adora vociferar contra a Casa Branca, apenas porque isso deixa feliz o facinoroso Fidel Castro, ditador aposentado que continua dando a última palavra em Cuba. Kirchner deveria pedir socorro ao “chofeur” do socialismo do século XXI, o venezuelano Nicolás Maduro, pois foi seu padrinho, o tiranete Hugo Chávez, quem ajudou a empurrar a Argentina ladeira abaixo.

Os negócios planetários, sem exceção, são movidos pelo capital, mas a Argentina bolivariana deseja que os donos do dinheiro sejam prejudicados apenas porque um bando de incompetentes resolve brincar de governar. Se a maioria dos credores concordou com a reestruturação da dívida argentina, não significa que a minoria deva aceitar silenciosamente o prejuízo.

No momento em que as autoridades esquerdistas entenderem que no bolso não há ideologia que reine, que não a do capital, possivelmente a situação do país sul-americano começará a melhorar, mesmo que minimamente. Madame Kirchner continua acreditando que com a cangalha do utópico esquerdismo que sopra na América Latina poderá manter relações com o restante do planeta.

Fosse hábil como governante e ciente da própria incompetência, a mandatária argentina teria sido menos abusada nas relações internacionais. O melhor exemplo de que o planeta não funciona na frequência dos ditadores sul-americanos surgiu durante o mais recente encontro dos BRICS, quando Dilma tentou arrumar um empréstimo para a Argentina, o primeiro do fundo monetário criado pelo bloco.

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JÁ É CASO DE INTERNAÇÃO, E INFECTOU A BAHIA TAMBÉM!

Desculpa para justificar o próprio fracasso, dependência do PT em relação a FHC é caso de hospício

fhc_16Camisa de força – O PT está no poder central há quase doze anos, mas dependência dos “companheiros” em relação aFernando Henrique Cardosoé caso para psiquiatra. Na tarde desta quarta-feira (30), diante de empresários que se reuniram na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, para debater com os presidenciáveis melhor posicionados nas pesquisas, a petista Dilma Rousseff não se fez de rogada e acionou o enfadonho discurso da herança maldita.

Enfrentando uma grave crise política, economia e institucional, Dilma tentou vender aos presentes ao evento a ideia de que o Brasil é o País de Alice e que pode melhorar ainda mais. Como ninguém acredita no que diz a presidente, o melhor é aceitar a ideia de que o Palácio do Planalto está infectado com o vírus do devaneio.

Para justificar o fiasco de um governo paralisado e refém da gritante incompetência de seus integrantes, a candidata do PT disse que o governo do PT herdou um quadro ruim no âmbito da capacidade do Estado de planejar ações na seara da infraestrutura. “Nós somos herdeiros de uma situação ruim do ponto de vista público e privado”, disse a petista.

Durante o seu discurso, na maior parte do tempo lido, a presidente retomou as críticas ao “pessimismo” de alguns analistas e, em sinal de desespero explícito, fez um apelo aos empresários para que não se deixem levar por “profecias pessimistas”.

O descontrole de Dilma cresce à medida que avançam as chances de ser derrotada na eleição de outubro próximo, situação que colocaria o Partido dos Trabalhadores em uma situação delicada, em especial porque uma devassa nas entranhas da máquina federal exporia os muitos desmandos da legenda. Para tentar convencer a plateia, que não mais cai na esparrela palaciana, Dilma insistiu na tese da amaldiçoada herança deixada por FHC, sem citar o nome do tucano.

Dilma afirmou que o ex-presidente Lula e ela receberam um Estado carente de projetos para execução. “O Brasil não tinha projeto executivo e básico, não tinha carteira de projetos”, declarou. De acordo com a presidente, a atual situação da economia permitirá ao Brasil ingressar em um “novo ciclo”. “Criamos as bases”, emendou

Que Dilma é um fiasco como gestora pública e muito pior como economista todos sabem, mas é inaceitável que alguém que ocupa o mais alto cargo da nação ouse vociferar mentira tão absurda. Só mesmo alguém com problemas sérios de raciocínio é capaz de acreditar que o cenário econômico nacional permitirá ao País entrar em um “novo ciclo”. Como a presidente não especificou o tal “ciclo”, resta compreender que isso pode significar o despenhadeiro da crise.

Bom seria se alguém avisasse à “companheira” Dilma que há no Brasil um punhado de empresários vendendo energia excedente, pois dá mais lucro do que colocar a máquina produtiva para funcionar. Mesmo assim, essa senhora insiste em aparecer em cena como a versão feminina de Aladim, o fabuloso gênio da lâmpada.

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GRUPO APRENDIZES DA ARTE REAL.

PT ataca Aécio com reportagem sobre aeroporto em MG, mas esquece dos aeroportos cubanos

lula_fidel_01Face lenhosa – Dez entre dez petistas sabem da importância de uma vitória da “companheira” Dilma Rousseff na corrida presidencial. Isso porque uma derrota poderá significar a implosão de um partido que nos últimos onze anos e meio se dedicou diuturnamente ao banditismo político, como provam as muitas ações que tramitam na Justiça, as investigações do Ministério Público e as operações policiais em andamento. Afinal, os escândalos de corrupção que levam a chancela estelar do PT são merecedores de uma frase lapidar vociferada por um conhecido comunista de boteco e gazeteiro profissional: “Nunca antes na história deste país”.

Para impedir o avanço dos adversários de Dilma nas pesquisas eleitorais – e consequentemente na disputa pelo Palácio do Planalto – o PT acionou a parte amestrada da imprensa, que não demorou a deflagrar uma operação covarde e desqualificada contra o senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República.

A notícia sobre a construção de um aeroporto na cidade de Cláudio, no interior de Minas Gerais, pelo governo local foi a primeira investida do PT contra o presidenciável tucano. O movimento rasteiro se explica pelo fato de que Aécio continua ameaçando a reeleição de Dilma e também porque Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do País. E comprometer o tucano em sua terra natal seria, na opinião dos petistas, uma decisão acertada.

Acontece que os alarifes do PT e seus genuflexos jornalistas não se preocuparam em checar os preâmbulos da construção do tal aeroporto. A matéria afirma que o aeródromo foi construído em uma fazenda pertencente a familiar de Aécio Neves, mas documentos do governo mineiro provam que a área é do Estado. Ademais, no local onde funciona o aeroporto já existia uma pista em péssimas condições, sendo que a obra, que consumiu quase R$ 14 milhões, serviu para reformar e melhorar o que já existia.

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