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:: ‘Publicações’

NINGUÉM DEVE IGNORAR OU DESCONHECER A CIÊNCIA

Walmir Rosário*

O Coronavírus, na sua versão Covid-19, deixou nu uma grande parte de quem acreditávamos que faziam ou conheciam a ciência. E essa constatação não foi visível apenas aqui no Brasil, mas em várias partes do mundo. Além de quase total desconhecimento do vírus – o que seria normal –, não conheciam os protocolos e medicamentos em uso no Brasil há dezenas de anos.

Nesses tempos em que prevalecem as especialidades e os exames complexos, os médicos perderam o entusiamo com a clínica médica, aquela que está presente nas áreas mais remotas, onde faltam equipamentos e medicamentos, mas sobram conhecimento sobre o homem e seu corpo. E a aplicação da cloroquina foi um dos exemplos. Embora desconhecido nos grandes centros, faz parte do dia a dia da medicina na Amazônia.

E a ideologização da cloroquina e sua discussão foi uma das melhores coisas que aconteceu nesta pandemia por demostrar que existe vida inteligente fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília. Para uns importavam mais os cadáveres expostos nas manchetes da mídia, não importando se a causa mortis seria o vírus ou não; para outros, valeria a pena alternativas de cura, mesmo não tendo o respaldo de 100% das pesquisas científicas.

O mais decepcionante foi o efeito manada da esquerda em eleger como sagrada as informações dos camaradas da Organização Mundial da Saúde (OMS), hoje responsabilizada pela pandemia. Isolamento vertical X horizontal passou a ser a grande questão, chegando ao ponto que camaradas e companheiros já nem mais se importam com isso e prometem prender qualquer cidadão de bem desobediente das suas ordens.

Em Ilhéus, o prefeito sequer tomou conhecimento da pandemia em sua cidade – apesar de médico – por achar que o problema seria de responsabilidade dos secretários que terceirizaram a prefeitura. Também não ouviu os demais segmentos da sociedade, que sugeriam medidas mínimas mais eficientes e eficazes, como a distribuição de máscaras para a população, acompanhada de uma campanha educativa.

Mas nada disso sensibilizou Marão – que prometeu cuidar das pessoas e não cumpriu –, até o recrudescimento da infecção, atingindo, inclusive os profissionais da medicina do combalido e recém-inaugurado Hospital Costa do Cacau. O hospital, que conseguiu superar as constantes greves não soube ultrapassar a barreira do vírus.

Nos dias atuais, por incrível que pareça, enquanto a pandemia dá uma trégua em quase todo o Brasil, avança a passos largos em Ilhéus, a ponto do prefeito clamar ao secretário estadual da saúde ações enérgicas, a exemplo de toque de recolher e prisão para os infratores. Na minha ótica, melhor teria sido não ter se omitido no início e tomar os cuidados previstos no protocolo como fizeram outros prefeitos.

Ilhéus é só um exemplo de como a saúde é relegada ao descaso pelas administrações públicas, mesmo nas cidades em que têm como prefeitos profissionais da medicina. Se Ilhéus tem o Hospital Costa do Cacau, não custa lembrar que se trata de um equipamento para servir a uma grande região, e que para funcionar, o Governo do Estado fechou o antigo Hospital Luiz Viana Filho, apesar das promessas de torná-lo um hospital de especialidade. Promessas vãs.

Em cada um dos municípios baianos (acredito que em todo o Brasil) prefeitos e governador privilegiam o uso de ambulância do que a implantação de especialidades médicas. Preferem transportar os pacientes para tratamento em outros centros, não sem antes faturar o atendimento(?) feito em sua cidade. Basta gastar uns litros de gasolina e estarão livres do estorvo.

Ambulância nessas cidades são tratadas como um bem de alta relevância política, com direito a fotos na entrega pelo governo do estado e desfile com sirenes ligadas e show pirotécnico pelas ruas da cidade. O de Canavieiras, por exemplo, não leva nem motorista e ele mesmo vem dirigindo a ambulância, fazendo selfies a cada parada na estrada e muita algazarra quando chega a cidade.

E esse comportamento se tornou um padrão dos serviços médicos prestados nos médios e pequenos municípios, com enormes filas desde a madrugada na tentativa de uma simples consulta. Acredito que já se transformou em um protocolo, mesmo informal, pois os últimos das intermináveis filas recebem apenas um carão do(a) atendente, recomendando que chegue mais cedo para ganhar uma ficha.

Parece gozação – mas é a mais pura verdade –, mas é muito comum nessas cidades, incluindo nessa lista Canavieiras, que os pacientes, quando perguntado pelos mais conceituados médicos da cidade, respondem, sem pestanejar: “Aqui eu só confio no Dr. Ambulância”. Agora, pergunto eu: quem pratica uma medicina dessa qualidade está pronto para fazer saúde?

Pelo que ficou evidenciado nesta pandemia, o governador desobedece duplamente a Constituição Federal que diz ser a saúde um direito de todos e dever do Estado; e quando estabelece sanções no direito de ir e vir, deturpando, além de nosso maior Diploma Legal, o Código de Direito Penal, visto de forma caolha, mas proposital. E ainda teimamos em dizer que nos encontramos em uma democracia…

*Radialista, jornalista e advogado.

TEMPO DE ALEGRIA, QUE BOM!

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÃO 89 DE 25 DE ABRIL DE 2020

Registros

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  • Edição Nº 89

    25/Abril/2020

    Diário Oficial

    Data: 25/04/2020Hora: 22:45

    Decreto n. 030/2020 do Município de Ilhéus/BA: Dispõe sobre obrigatoriedade do uso de mascaras faciais, sobre o funcionamento em dias intercalados de estabelecimentos considerados essenciais, sobre restrições no trânsito, impondo medidas mais rígidas de enfrentamento à pandemia gerada pela covid-19, e dá outras providências

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O QUE O EFEITO MANADA FAZ COM GENTE MANIPULÁVEL, VEJA O VÍDEO

Efeito manada…

Lula trocou diretor da PF para ter acesso a operações, mas não foi acusado de ‘interferência’

Reportagem da ‘Folha’ de 2007 nem sequer insinua atitude imprópria do então presidente

A gravidade apontada pelo ex-ministro Sérgio Moro e políticos de oposição às supostas tentativas de “interferência” do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal não ganhou essa interpretação quando o então presidente Lula, em 2007, trocou os diretores da PF alegando que precisava ter “mais informações sobre as grandes operações da Polícia Federal”. A ex-presidente Dilma Rousseff também foi acusada de tentar interferir nas ações da PF, mas nem ela e nem o antecessor foram acusados de “crime de responsabilidade”.

Durante o pronunciamento em que anunciou sua saída do cargo, nesta sexta (24), o ex-juiz Sérgio Moro citou como exemplar o relacionamento dos governos do PF com a Polícia Federal.

Na ocasião, em 2007, uma conversa telefônica de um investigado com o então presidente foi interceptada pela PF, no âmbito da Operação Xeque-Mate. “Quando soube disso, Lula ficou contrariado”, diz a reportagem, utilizando-se de um eufemismo para definir a reação do petista. A PF investigava Dario Morelli, compadre de Lula e um dos alvos da Xeque-Mate.

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“Assessores palacianos avaliavam que a PF estava fora de controle e que as autoridades do governo, muitas vezes, tomavam conhecimento de assuntos sensíveis pelos jornais”, anotou os autores do texto.

Medida administrativa banal
A reportagem de Andrea Michael e Kennedy Alencar, publicada sem estardalhaço na Folha de S. Paulo em 11 de setembro de 2007, informa com a naturalidade de notícia sobre uma medida administrativa banal a troca dos diretores da PF e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). “Em conversas reservadas”, justifica a reportagem da Folha a atitude do então presidente, “Lula se queixa de saber ações da PF pelos jornais”.

Para ler a reportagem da Folha de 11 de setembro de 2007, clique aqui.

Interferências ou cobranças?
No pronunciamento em que anunciou sua demissão, Sérgio Moro acusou o presidente Jair Bolsonaro de pretender trocar o diretor-geral da PF para “interferir” na instituição. Não especificou o tipo de interferência, mas a imprensa a ligou a investigações que possam alcançar seus filhos.

Em resposta a Moro, no fim da tarde desta sexta, Bolsonaro desmentiu categoricamente essa intenção e afirmou que exerceu o direito, como presidente da República, de exigir da PF investigações mais efetivas sobre o atentado a faca que sofreu, durante a campanha.

Outra “interferência”, segundo o presidente, não passou de cobranças para que a PF investigasse as motivações do porteiro do condomínio onde morava, no Rio de Janeiro, ao tentar envolvê-lo com suspeitos do assassinato da vereadora Marielle. Bolsonaro se queixou de que não foi a PF que desfez armação contra o presidente da República, como seria seu dever, e sim a investigação amadorística do vereador Carlos, seu filho, consultando os registros das ligações gravadas na portaria do condomínio.

Operadoras de planos de saúde não assinam compromisso com ANS

Assistência médica a inadimplentes não pode ser mantida, diz federação

Publicado em 25/04/2020 – 14:50 Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Após duas semanas de tratativas, operadoras de planos de saúde decidiram não assinar o termo de compromisso proposto pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no dia 9 de abril.

A agência reguladora havia proposto a manutenção da assistência médica aos beneficiários inadimplentes durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Em contrapartida, a ANS liberaria R$ 15 bilhões de um fundo de reserva do setor para garantir a continuidade dos serviços médicos diante da falta de pagamento das mensalidades.

Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 16 grupos de operadoras de seguros e planos de assistência à saúde privados, informou que “empregou seus melhores esforços”, mas não foi possível “tornar viável a proposta de utilização de parte das reservas e provisões mantidas pelas associadas para fazer frente a situações de excepcionalidade como a que estamos vivendo”.

A FenaSaúde disse reconhecer “a dedicação e o empenho” da ANS “na busca por alternativas para conciliar a adequada manutenção da solvência das operadoras que atuam no setor com as demandas que a pandemia causada pelo novo coronavírus exige”. Porém, disse que a proposta para as contrapartidas inviabilizou o acesso ao fundo, que é formado com recursos das próprias empresas.

Segundo a FenaSaúde, as informações divulgadas pela ANS dão a “falsa impressão” de que os R$ 15 bilhões já estariam liberados para uso imediato pelas operadoras.

“Nem uma coisa, nem outra. Na realidade, a maior parte destes valores não seria ‘liberada’ para uso das operadoras, mas tão somente teria permitida a gestão e movimentação de seus ativos garantidores, havendo sempre a necessidade de sua tempestiva recomposição”, afirmou a federação, em nota.

A FenaSaúde afirmou que o fundo disponibilizado pela ANS não será acessado e que, dessa forma, não será possível assumir o compromisso de manter a cobertura de clientes inadimplentes, sob o risco de “deflagrar uma crise de liquidez de proporções inestimáveis” em todo o setor de saúde suplementar. A federação destacou que não houve orientação nesse sentido por parte da entidade representativa, mas, sim, uma decisão individual tomada pelas operadoras.

A federação destacou também que, como medida para contribuir com o enfrentamento à pandemia, grande parte das operadoras suspendeu por 90 dias os reajustes das mensalidades dos planos médicos-hospitalares dos contratos individuais, coletivos por adesão e empresariais com até 29 beneficiários. A medida vale a partir de 1° de maio.

ANS

Em resposta à decisão das operadoras, a ANS divulgou nota afirmando que o objetivo do termo de compromisso proposto é “resguardar beneficiários de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde, ao mesmo tempo em que proporciona maior liquidez para as operadoras, promovendo o equilíbrio do setor que a ANS regula”.

A agência pediu o engajamento “de todos os segmentos” para mitigar as “graves consequências” que a pandemia acarretará na saúde das pessoas e na situação socioeconômica dos países. Também destacou que a assinatura do termo liberaria R$ 10 bilhões antes inacessíveis e que passariam a compor o capital disponível para as empresas.

“A sinalização daqueles que optam pela não assinatura do termo de compromisso, frente a contrapartidas que visam o mínimo de garantias ao consumidor, converge para o que os números disponíveis indicam: as operadoras, em sua avaliação individualizada, entendem que não precisam recorrer às reservas técnicas para o enfrentamento da pandemia”, afirmou a ANS.

A ANS informou também que a legislação obriga que as contrapartidas oferecidas em qualquer termo de compromisso proposto pela ANS sejam favoráveis aos consumidores, e não que gerem vantagens apenas às operadoras.

Edição: Maria Claudia

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÃO 88 DE 24 DE ABRIL DE 2020

Registros

Registros encontrados: 1318

  • Edição Nº 88

    24/Abril/2020

    Diário Oficial

    Data: 24/04/2020Hora: 21:05

    Aviso do Resultado de Julgamento nos autos do Processo Administrativo n. 21484/2019 – Tomada de Preços n. 023/2019 do Município de Ilhéus/BA

    Nota de Engenharia Técnica n. 621/2020 – SEINFRA

    Parecer Interno do Pregão Eletrônico n. 001/2020 do Município de Ilhéus/BA

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O QUE PREJUDICA A NARRATIVA!

 

 

Líder do governo afirma que demissão de Moro é um novo esporte: “o chute político”

Eduardo Gomes encontrou paciência e bom humor para reagir à “fake news” da semana

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO) encontrou paciência e bom humor para reagir à “fake news” desta quinta-feira (23) sobre o “pedido de demissão” do ministro Sérgio Moro (Justiça) que não houve: “Com o Brasileirão suspenso, a nova modalidade é o chute político”, disse ele a esta coluna. O senador se refere à 15ª “demissão” de Moro noticiada pela imprensa em 16 meses no cargo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo completa 16 meses em abril e a demissão fake de ontem foi a 15ª vez que a imprensa “demitiu” o ex-juiz da Lava Jato.

Moro foi “demitido”, segundo o noticiário, após o caso Queiroz, a saída de Ilana Szabó, a mudança do Coaf, vazamento de MP…

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O ministro também foi “demitido” na lorota de “indicado ao STF”, após a “vazajato” com mensagens roubadas de celulares e etc.

Acreditam no Planalto que notícias periódicas sobre “demissão” de Moro são truques para ganhar dinheiro na queda da Bolsa e na alta do dólar.

O CENTRO DE CONVENÇÕES DEFINITIVAMENTE VAI FICAR CONTAMINADO

Várias doenças, conhecidas ou não, irão passar por aqui.

Adeus Festival do Chocolate, shows e solenidades de formatura.

Quem é louco?

E o Prefeito Mário Alexandre se esconde atrás de um Gabinete de Crise.

Gabinete de Crise. Foto: Secom PMI.

Chefe da ONU alerta para medidas repressivas em meio à pandemia

Segundo Guterres, surto não pode se tornar crise de direitos humanos

Publicado em 23/04/2020 – 11:29 Por Michelle Nichols, da Reuters – Nova York

Reuters

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse nesta quinta-feira (23) que o coronavírus pode dar a alguns países uma desculpa para adotar medidas repressivas por motivos sem relação com a pandemia. Ele alertou para o risco de o surto se tornar uma crise de direitos humanos.

Em relatório da ONU, Guterres ressalta como os direitos humanos deveriam balizar a reação e a recuperação da crise sanitária, social e econômica que tomou o mundo. Acrescentou que embora o vírus não discrimine, seus impactos o fazem.

O novo coronavírus, que causa a doença respiratória covid-19, já infectou cerca de 2,57 milhões de pessoas no mundo e matou 178.574, de acordo com levantamento da Reuters. O vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan no fim do ano passado.

“Vemos os efeitos desproporcionais em certas comunidades, a ascensão do discurso de ódio, a vitimização de grupos vulneráveis e os riscos de reações de segurança muito duras, minando a reação sanitária”, diz Guterres.

O relatório da ONU afirma que imigrantes, refugiados e pessoas deslocadas internamente são particularmente vulneráveis, que mais de 131 países fecharam as fronteiras e que só 30 abriram exceções para pedidos de asilo.

“Tendo como pano de fundo a ascensão do etnonacionalismo, do populismo, do autoritarismo e o repúdio aos direitos humanos em alguns países, a crise pode oferecer um pretexto para se adotar medidas repressivas com objetivos sem relação com a pandemia”, disse ele. “Isso é inaceitável”.

A ONU não citou exemplos específicos dessas medidas.

Guterres pediu que os governos sejam transparentes e receptivos e assumam responsabilidades e enfatizou que o espaço cívico e a liberdade de imprensa são críticos. “A melhor reação é aquela que se manifesta proporcionalmente às ameaças imediatas, protegendo os direitos humanos e o Estado de Direito”.

Com os negócios fechados e centenas de milhões de pessoas orientadas a ficar em casa para evitar a disseminação do vírus, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu que o mundo sofrerá sua pior retração desde a Grande Depressão dos anos 1930.

O relatório da ONU diz ainda que a pandemia está criando novas adversidades que, “se não forem mitigadas, elevarão a tensão e poderão provocar distúrbios civis”, acrescentando que isso, por sua vez, pode desencadear uma reação de segurança muito forte.

“Em tudo que fazemos, nunca esqueçamos: a ameaça é o vírus, não as pessoas”, disse o secretário.

*Agência britânica de notícias

AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ!

O antes badalado Secretário de Saúde da Bahia, o médico Fabio Vilas Boas.

Depois de infectado pelo Deslumbramento Onipotente, foi REPUDIADO  pela sua própria classe.

Vida que segue…

Fabio-Vilas-Boas-Foto-Elói-CorrêaGOVBA

contador free

nao basta

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