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A POLÍCIA FOI BUSCAR, MAS O INDIGITADO ESCAPULIU

O agressor de mulher deu o pinote.

Dizem que a agredida é advogada, sendo assim a OAB deve intervir para a aplicação da Lei Maria da Penha…

Foto ilustrativa colhida no Google.

Brasil recebe primeiro dos 36 caças Gripen comprados para a FAB

O F-39 só deve chegar ao Brasil em 2021 depois de uma série de testes

Publicado em 10/09/2019 – 18:04

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Brasília

A empresa sueca Saab entregou à Força Aérea Brasileira (FAB) o primeiro dos 36 caças Gripen comprados pelo governo brasileiro em 2014 para reequipar a frota da Aeronáutica. A cerimônia de entrega ocorreu na manhã de hoje (10), na cidade de Linköping, na Suécia, e contou com a presença do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez, e de autoridades brasileiras e suecas.

Embora já esteja em poder da Aeronáutica, o F-39 Gripen só deve chegar ao Brasil em 2021, uma vez que, a partir de hoje, o equipamento começa a ser submetido, na Suécia, ao programa de testes. Pelos próximos dois anos, o caça será submetido a uma série de provas a fim de constatar que está à altura das expectativas contratuais. Um primeiro voo experimental foi realizado em agosto deste ano. Foi um voo inaugural de cerca de uma hora que serviu para os engenheiros e responsáveis avaliarem o manuseio básico, o comportamento do caça em diferentes altitudes e velocidades e o funcionamento dos sistemas operacionais.

Se aprovado, a partir de 2021 parte das aeronaves restantes serão montadas completamente em território brasileiro. A montagem dos caças no Brasil é parte do programa de transferência de tecnologia que, além de razões financeiras, motivou o governo brasileiro a escolher o modelo sueco, em detrimento dos concorrentes norte-americano (Boeing) e francês (Dassault). O contrato prevê a cooperação industrial (offset) para o desenvolvimento e produção das 36 aeronaves Gripen dos modelos E (monoposto) e F (biposto).

Segundo a Saab, mais de 350 brasileiros, entre engenheiros e técnicos, participam ativamente do programa de transferência de tecnologia, incluindo temporadas na Suécia para receber treinamento. Além disso, em 2016, o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen foi inaugurado junto à unidade da Embraer de Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. No centro, engenheiros brasileiros e suecos trabalham conjuntamente para desenvolver o projeto. A previsão é que, se tudo correr bem, as 36 aeronaves sejam todas entregues até 2024.

Já em São Bernardo do Campo (SP) está sendo montado a fábrica onde serão produzidos partes da aeronave que, posteriormente, terão a sua montagem final na planta de Gavião Peixoto.

Durante a cerimônia que marcou a entrega da primeira aeronave, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, destacou que o Gripen não só aumenta “a capacidade operacional da Força Aérea Brasileira, como impulsiona uma parceria que garante transferência de tecnologia para o Brasil, fomenta a pesquisa e o desenvolvimento industrial dos dois países”.

Em seu site, a Saab reconhece que o contrato assinado com o Brasil no início de 2014 “solidificou a reputação da Saab na América Latina”.

O contrato inicial prevê o pagamento de US$ 4,5 bilhões para o desenvolvimento e a produção de 36 aeronaves, além de incluir um programa de transferência de tecnologia que permitisse à indústria aeroespacial brasileira dominar a tecnologia e o conhecimento necessários para, futuramente, manter e desenvolver o Gripen no Brasil.

A assinatura do contrato também pôs fim a uma discussão que já se arrastava desde 1995, quando o Brasil sinalizou a intenção de renovar sua frota aérea militar.

Segundo a Saab, esse foi “o maior negócio na história da empresa”. De acordo com a Saab, na prática, o programa de transferência de tecnologia teve início em outubro de 2015, quando os primeiros 50 engenheiros brasileiros, funcionários de empresas parceiras da Saab no Brasil, se mudaram para a Suécia para passar uma temporada de capacitação.

Edição: Fernando Fraga

Palestra e laboratório de solo abrem segunda semana de capacitação na FIOL

A segunda semana de estágio de capacitação do Exército Brasileiro em obras ferroviárias da VALEC começou com palestra sobre lastro e sublastro e experimento no laboratório de solo.

O treinamento está sendo realizado no canteiro do Lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), localizado no município de São Desidério, na Bahia com grupo formado por 25 militares.

Na manhã desta segunda-feira (9), os militares assistiram palestra ministrada pelo engenheiro Fernando Ernlund sobre sublastro e lastro, com destaque para fase de aprovação para utilização na obra, produção, controle e layout das instalações.

O grupo também participou de experimento no laboratório de solo de materiais pétreos.

O Exército possui dois Batalhões Ferroviários de Engenharia com capacidade de operar no modal ferroviário. O grupo que está participando do estágio é ligado ao Departamento de Engenharia e Construção e ao Sistema de Obras de Cooperação do Exército.

Na semana passada, o engenheiro Fernando Gomes ministrou palestra sobre superestrutura ferroviária. Além disso, os militares acompanharam diversas atividades na via, como fixação dos trilhos, assentamento de dormentes e execução de drenagem de plataforma.

O estágio tem por objetivo proporcionar uma atualização sobre as novas técnicas e métodos de planejamento e execução de obras ferroviárias, capacitando-os a atuarem como disseminadores do conhecimento entre os batalhões de engenharia, que trabalham na execução direta de obras de infraestrutura, em parcerias com outros órgãos da administração pública.

 

 

BAMIN participa da nova edição da EXPOSIBRAM

 

A EXPOSIBRAM é uma das maiores e mais importantes exposições de mineração da América Latina. Bianual, o evento reúne centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas para discutir e apresentar tecnologias e soluções para mineração. Neste ano, o evento é realizado de 9 a 12 de setembro, em Belo Horizonte (MG), pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Sessão Plenária I – O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração-Moderador: Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente, BAMIN. Foto: Netun Lima

 

Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente da BAMIN, mediou a I Plenária da EXPOSIBRAM sobre O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração. Participam também: Paul Fraser Robinson, Diretor, CRU Group, UK – Perspectivas globais das tendências das commodities minerais; Roger Emslie, Diretor de Metais & Consultoria de Mineração, Wood Mackenzie – Visão dos fundamentos da mineração na América Latina dentro do contexto da indústria de mineração global; Barbara Lanhoso de Mattos, Vice-Presidente Senior, Moody’s Latin America.

A exposição tem uma área com mais de 13 mil m² de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços. Também são apresentadas as principais tendências em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à indústria mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.

Em paralelo à exposição, acontece o Congresso Brasileiro de Mineração que atrai a cada edição mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas.

Mais de 30 países expõe inovações na feira

Nesta edição, a EXPOSIBRAM recebe 30 países e 490 expositores. Enquanto ocorre o evento, mais de 900 pessoas são mobilizadas nos diversos serviços indiretos gerados na cadeia produtiva do evento.

Antes de começar, foram mobilizadas 4500 pessoas para atender nos estandes ao longo dos dias do evento. Para a montagem da estrutura, foram quase 1700 trabalhadores nos seis dias de montagem.

Na edição anterior, realizada em 2017, a EXPOSIBRAM reuniu 45 mil visitantes, mil congressistas, 107 expositores estrangeiros, 308 brasileiros e 28 países participaram. 

Sobre a BAMIN
A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caetité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador. 

O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 14 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferro-cromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

A POLITICAGEM ELEITOREIRA ESTÁ CHEGANDO.

Infelizmente não temos mais telefones públicos para inaugurar, os celulares tomaram seu lugar.

Porém, temos inauguração de pontas de ruas, revitalização do que não existe, premiações mambembes do tipo ‘peg-pag’, abandono do que funcionava bem (IME), entrega de sepulcros caiado (Postos de Saúde).

E Ilhéus vai da valsa, enxugando gelo.

Paciência…

Que pena….nunca mais.

AUMENTAM AS MOVIMENTAÇÕES POLÍTICAS EM ILHÉUS

Dr. Jorge Viana começa a se movimentar

Na última quarta feira, 04/09/2019, mais um nome de expressão foi filiado ao MDB de Ilhéus : o Sr Eduardo Almeida dos Santos. A cerimônia contou com a presença da diretoria e amigos, representados por Luiz Uaquim e Dr Jorge Viana.
Enfatizando sua vontade de buscar o desenvolvimento sócio econômico de Ilhéus, e confiante nos representantes do partido, o ilustre filiado manifestou sua vontade de contribuir, disponibilizando seu honroso currículo para uma candidatura a vereador do nosso município. A diretoria do MDB sentiu-se honrada com a filiação, certa de que isso engrandece o MDB, e eleva o nível de opções para os eleitores ilheenses.
O presidente Luiz Uaquim deseja aos novos filiados, na pessoa do Sr Eduardo, sucesso em sua nova caminhada política.

A POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL INTERCEPTA MILHARES DE DÓLARES SAINDO DO BRASIL

Caminhão, que estava indo para Paraguai, em um golpe de sorte, foi interceptado pela PRF, numa blitz normal e depois de algumas perguntas para o motorista, como, para onde ia vazio; este se mostrou muito nervoso. Então bastou procurar e foram encontrados milhares de dólares.
Os gatunos já começaram a esconder suas fortunas roubadas.

Inventário é documento público?

O inventário é um processo no qual todos os bens e dívidas de uma pessoa que faleceu serão levantados, uma vez que há a necessidade de declarar para o Estado uma herança que deve ser transmitida a terceiros.

Obrigatoriamente, ele deve ser aberto dentro de 60 dias a contar da data de abertura da sucessão (momento da morte), sob pena de multa e outras complicações, como o impedimento do cônjuge sobrevivente de contrair matrimônio até que a partilha de bens seja concluída.

Esse processo é de especial interesse do Estado e da Fazenda Pública, portanto, caso chegue ao conhecimento do juiz que uma pessoa faleceu e seu inventário não foi aberto, o juiz pode determinar sua abertura.

Além disso, quando herdeiros, legatários, credores ou outras pessoas que possam ter interesse no inventário não são localizadas, elas podem ser citadas em edital para que compareçam em juízo.

No mais, as sentenças de inventário são publicadas, para que as pessoas e todos os interessados no assuntos tenham ciência acerca do que foi decidido.

Por todos esse motivos, o inventário é caracterizado como um processo público, bem como a sentença final acerca da partilha de bens.

Inclusive, mesmo que o inventário não seja feito pela via judicial, sendo realizado em cartório, os herdeiros devem assinar uma escritura pública, que é, por via de regra, um documento público.

https://www.vlvadvogados.com/

A POPULAÇÃO DE ILHÉUS JÁ DISSE ‘SIM’ AO PORTO SUL!

Mega passeata em 06/12/2013

Em segundo dia de estágio, militares do Exército visitam obras da FIOL na Bahia

O Exército possui dois Batalhões Ferroviários de Engenharia com capacidade de operar no modal ferroviário. O grupo que está participando do estágio é ligado ao Departamento de Engenharia e Construção e ao Sistema de Obras de Cooperação do Exército.Ao longo desta quarta-feira (4) as atividades incluíram a visita a uma fábrica de dormentes, a execução de obra de arte corrente, observação de drenagem de plataforma e assentamento de dormentes com utilização de pórtico rolante sobre trilhos.O estágio tem por objetivo proporcionar uma atualização sobre as novas técnicas e métodos de planejamento e execução de obras ferroviárias, capacitando-os a atuarem como disseminadores do conhecimento entre os batalhões de engenharia, que trabalham na execução direta de obras de infraestrutura, em parcerias com outros órgãos da administração pública.

 

JÁ SERIA A SUTRAN UM CASO DE POLÍCIA?

 Já tem mas de meses q não paga a empresa
 Ela tomou todos os Palm q agente usava pra fazer a notificação já tem uns 4 massa q a empresa tomou tudo
Agente não pode notifica pq não temos Palm
 Diz q Gilson acertou outro convênio com o Detran mas não sei se é verdade pq quando virou autarquia o convênio foi encerrado
 Os agentes só tamos na rua de enfeite não pode multa guinchar nada
 Depois faz um comentário sobre aquele trevo q colocaram na entrada da litorânea do malhado q vem do malhado pro centro tem a faixa de ônibus e a de carro a de carro ela faz vc volta pra litorânea não pro centro vai ter muito acidente ali qd o verão chegar e tragédia anunciada
 O cara q fez aquilo e muito burro

O LIMITE DO RIDÍCULO – Laerte A. Ferraz, 31/08/2019, para Vida Destra

 

Até há bem pouco tempo, se alguém se declarasse de direita nas redes sociais, podia se preparar para ser insultado, achincalhado e enxovalhado. O mínimo que se podia esperar era receber os rótulos de retrógrado, reacionário ou de fascista; era um meio seguro de perder amigos virtuais. Se dissesse isso no mundo real, num restaurante ou até mesmo na Câmara dos Deputados, por exemplo, poderia ser acusado de racismo e homofobia, além de receber ameaças, podendo até ser cuspido, mesmo que legitimamente investido de cargo parlamentar. Exagero? Que nada! Aconteceu.

Por outro lado, dizer-se de esquerda era sinônimo de progressismo: era ser descolado. Funcionava como uma espécie de senha, de palavra de passe para acesso aos ambientes mais intelectualizados, mesmo para as pessoas incultas e limitadas que, apesar de o serem, eram recebidas com benevolência. Declarar-se de esquerda conquistava simpatias, abria portas e sorrisos nas reuniões da “esquerda caviar”, essa que se sempre se refestelou nas benesses e privilégios de cargos bem remunerados e favorecimentos à custa do Erário. Enfim, ser de esquerda era a certeza e a garantia de aceitação social.

No ambiente acadêmico, ser de esquerda era essencial para garantir boas avaliações; no mundo artístico nem se cogitava que alguém pudesse não ser adepto do socialismo; no funcionalismo público, fazer campanha e votar em partidos de esquerda era quase um dever de ofício. No jornalismo, ficava ainda melhor quando a declaração de posição política viesse acompanhada de citações pontuais de Gramsci e Noam Chomsky. É claro que para dar consistência e credibilidade às convicções ideológicas, era fundamental mostra-se apoiador da agenda feminista e da Escola de Frankfurt, especialmente em relação a temas como o aborto, à ideologia de gênero, o apoio aos movimentos LBGT, à escola crítica de Paulo Freire, liberação das drogas e aos movimentos ditos “sociais”.

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