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EMPRESA É FLAGRADA EXTRAINDO ILEGALMENTE MINERAIS NO SUL DA BAHIA

Auditores Fiscais do Trabalho participaram de ação fiscal na manhã desta quarta-feira (24/04/19) que resultou em interdição das atividades e apreensão de explosivos de mineradora no extremo sul da Bahia. A atividade de mineração era exercida na zona rural do município de Itapebi/BA, a seiscentos quilômetros de Salvador, por empresa cujo sócio possui endereço no município de Taiobeiras em Minas Gerais.

A ação foi realizada pela Agência Nacional de Mineração, Auditoria Fiscal do Trabalho, Exército Brasileiro, Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

No local, havia treze trabalhadores laborando sem registro na CTPS, ausência de exames de saúde admissionais e sem a observação das medidas de segurança e saúde de trabalho. Estes trabalhadores, apesar de operarem com explosivos, não receberam qualquer treinamento, manuseando-os de forma insegura e em desacordo com as normas técnicas vigentes, ensejando o risco de explosões acidentais. As atividades com explosivo eram realizadas de forma precária, sem observância das normas técnicas, com o acionamento do explosivo antes mesmo do trabalhador sair da zona de perigo, o que poderia ocasionar acidentes com resultados fatais. Além do risco de acidentes, havia também a exposição dos trabalhadores a sílica.

 A Auditora Fiscal do Trabalho Liane Durão alerta que a “as operações com explosivos configuravam risco grave e iminente de acidentes, em virtude da inexistência de procedimentos operacionais que garantissem a segurança dos trabalhadores quando da detonação. Vale lembrar que neste ano já ocorreram na Bahia acidentes com explosivos na mineração com morte de trabalhadores”. Ainda segundo a Auditora, as atividades de extração foram interditadas pela equipe de fiscalização do trabalho e serão lavrados autos de infração por todas as irregularidades trabalhistas constatadas.

A empresa extraía rochas de quartzo com finalidade de comercialização para o mercado externo. Segundo a ANM, a empresa não detinha autorização para a extração mineral para fins comerciais, apenas para a pesquisa. Esta situação configura crime de usurpação mineral.

O responsável legal da empresa não estava presente no local. Pelas autoridades policiais, serão feitos os encaminhamentos necessários a responsabilização dos infratores pelos delitos constatados.

Corregedoria Nacional do Ministério Público realiza visita preparatória para correição na Bahia

22/04/2019 – 19:33

Redator:
Aline D’Eça (MTBBA 2594)

Uma equipe da Corregedoria Nacional do Ministério Público realizou nesta segunda-feira, dia 22, uma visita preparatória para a correição ordinária que ocorrerá de 8 a 12 de julho na Bahia. O objetivo da visita foi colher informações dos quatro ramos do Ministério Público (Estadual, Federal, do Trabalho e Militar) no estado e apresentar o plano de execução das atividades e a logística necessária de realização da correição.

Foto 1

A visita preparatória foi realizada na sede do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) pelo chefe de gabinete da Corregedoria Nacional, Rinaldo Reis, acompanhado do coordenador e do subcoordenador de Correições e Inspeções, respectivamente Cesar Kluge e Fabiano Rocha Pelloso, além do assessor Eduardo Futemma Ushikoshi e da servidora da Corregedoria Nacional Yasmin Leal. Eles se reuniram com os chefes do MP-BA, a procuradora-geral de Justiça Ediene Lousado, do MPF-BA, o procurador da República Fábio Loula, do MPT-BA, o procurador do Trabalho Luís Carneiro Filho, e do MPM-BA, o procurador de Justiça Militar Alexandre Saraiva.

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“Vamos começar a conversar sobre a logística e sobre o que é a correição, que acontecerá em julho na Bahia”, explicou Rinaldo Reis, na abertura da reunião, sobre a visita preparatória à Bahia. Os aspectos procedimentais e a forma como será desenvolvido o processo correcional no estado foram apresentados por Cesar Kluge. “Nossa postura é de diálogo e cordialidade, não de enfrentamento”, esclareceu ele.  “A correição é uma forma de nos ajudar, pois ela é orientadora da forma como devemos proceder para melhor atender à sociedade”, complementou Ediene Lousado.

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Também participaram da reunião o procurador regional da República, Maurício Ribeiro e os integrantes do MP-BA: o corregedor-geral Zuval Ferreira, a subcorregedora-geral Márcia Guedes; o chefe de Gabinete Marcelo Guedes; o secretário-geral Paulo Gomes; a secretária-geral Adjunta Marilene Mota; o coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) José Renato Oliva; a secretária-geral da Corregedoria Joana Philigret, além de promotores corregedores.

Na correição ordinária, que acontecerá em julho, uma equipe composta por membros e servidores do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) fará a verificação do funcionamento dos serviços prestados na Bahia pelo Ministério Público do Estado e pelo Ministério Público da União (MPF, MPT e MPM).

Foto 4

 

Fotos: Rodrigo Tagliaro/Rodtag/MPBA

Cecom/MP – Telefones: (71) 3103-0446 / 0449 / 0448 / 0499 / 6502

Jabes Ribeiro diz que PP não disputa comando do Detran: ‘Assunto não existe no partido’

Terça, 23 de Abril de 2019 – 20:45

por Lucas Arraz Fonte: Bahia Notícias

Jabes Ribeiro diz que PP não disputa comando do Detran: 'Assunto não existe no partido'

Foto: Divulgação / Detran-BA

Secretário-geral do PP, Jabes Ribeiro afastou a possibilidade do seu partido disputar o comando do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) com o Podemos. A informação foi revelada por matéria do Bahia Notícias publicada nesta terça-feira (23) (veja aqui). 

O PP até tentou ampliar o espaço ocupado na gestão de Rui Costa durante a montagem dos dois primeiros escalões petista, mas não foi atendido. Passado esse período, segundo Jabes, o partido não disputa mais nenhum cargo. 

“Achávamos que podíamos ampliar o espaço no governo ao dobramos a nossa bancada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), mas não foi possível e não estamos disputando mais nada”, comentou o secretário-geral. 

Jabes citou que o PP esteve com o governador, fez suas reivindicações, mas não foi atendido. O partido defendia que, após ampliar a bancada de 5 para 10 deputados nesta legislatura, merecia mais espaço. 

Novo Código de Ética Médica entra em vigor na próxima terça-feira

Norma mantém autonomia do paciente, mas não regula telemedicina

Publicado em 23/04/2019 – 15:34

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Respeito à autonomia do paciente, inclusive aqueles em fase terminal; preservação do sigilo profissional; direito de exercer a profissão de acordo com a consciência; e possibilidade de recusa de atender em locais com condições precárias são alguns dos pontos previstos no novo Código de Ética Médica, apresentado hoje (23) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

O documento é composto por 26 princípios listados como fundamentais para o exercício da medicina, além de cerca de 120 normas que condicionam infratores a penas disciplinares. O código atualizado entra em vigência na próxima terça-feira (30), 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União. A versão anterior vigorava desde abril de 2010.

O presidente do CFM, Carlos Vital, lembrou que foram quase três anos de discussões e análises. Para ele, os debates, abertos à participação da categoria por meio de entidades ou manifestação individual, permitiram modernizar o texto anterior, contemplando mudanças decorrentes de avanços científicos e tecnológicos e novos contextos na relação em sociedade.

O trabalho contou com a participação dos conselhos regionais de medicina, representantes de entidades e consultores especialistas das áreas de bioética, filosofia, ética médica e direito. Foram promovidos três encontros regionais e três nacionais para debater e deliberar sobre exclusão, alteração e adição de itens ao texto vigente

Novidades

Entre as novidades do novo código de ética está o respeito ao médico com deficiência ou doença crônica, assegurando ao profissional o direito de exercer as atividades nos limites de sua capacidade e sem colocar em risco a vida e a saúde de seus pacientes.

Telemedicina

Também ficou definido que o uso de mídias sociais pelos médicos será regulado por meio de resoluções específicas, o que valerá também para a oferta de serviços médicos a distância mediados por tecnologia. O novo código, portanto, transfere a regulação da chamada telemedicina para resoluções avulsas, passíveis de frequentes atualizações.

Pesquisas

No âmbito das pesquisas em medicina, o novo código prevê a criação de normas de proteção de participantes considerados vulneráveis, como menores de idade e pessoas com deficiência física ou intelectual. Quando houver situação de diminuição da capacidade do paciente de discernir, além do consentimento de seu representante legal, será necessário seu assentimento livre e esclarecido na medida de sua compreensão.

Placebo

Ainda no âmbito das pesquisas, o novo código permite os chamados placebos de mascaramento, mantendo a vedação ao uso de placebo isolado – quando não é usada nenhuma medicação eficaz. De acordo com o texto, fica vedado ao médico manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas em seres humanos que usem placebo de maneira isolada em experimentos, quando houver método profilático ou terapêutico eficaz.

Prontuário

As novas regras também autorizam o médico, quando requisitado judicialmente, a encaminhar cópias do prontuário de pacientes sob sua guarda diretamente ao juízo requisitante. No código anterior, o documento só poderia ser disponibilizado a um perito médico nomeado pelo juiz em questão.

Autonomia

Entre as diretrizes mantidas estão a consideração à autonomia do paciente, a preservação do sigilo médico-paciente e a proteção contra conflitos de interesse na atividade médica, de pesquisa e docência. Fica vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de risco iminente de morte.

Dignidade

Em caso de situação clínica irreversível e terminal, o novo código estabelece que o médico evite a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos considerados desnecessários e propicie aos pacientes sob sua atenção todos os cuidados paliativos apropriados.

Ato Médico

O código assegura a proibição à cobrança de honorários de pacientes assistidos em instituições que se destinam à prestação de serviços públicos; e reforça a necessidade de o médico denunciar aos conselhos regionais instituições públicas ou privadas que não ofereçam condições adequadas para o exercício profissional.

Edição: Lílian Beraldo

Regionalização dos portos pode ser a propulsora de novo ciclo econômico para o Brasil

rafael pedrosa

Rafael Pedrosa

Em participação no WebSummit “Nova Abertura dos Portos”, o consultor portuário, palestrante e professor universitário Rafael Pedrosa defendeu a regionalização da administração dos portos brasileiros alegando que a iniciativa pode ser a propulsora para o “novo ciclo econômico que o Brasil demanda”. Ele também criticou as indicações políticas para as diretorias das companhias docas e apontou que a transformação do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) em instituição consultiva prejudicou a competitividade da iniciativa privada no setor.

Portogente – É desejável implantar a regionalização dos portos entendida como descentralização e autonomia das administrações dos portos do sistema portuário nacional? Por quê?

Rafael Pedrosa – Sem dúvidas. A regionalização é fundamental para que o sistema portuário possa respirar, e com isso ser o elemento propulsor/facilitador do novo ciclo econômico que o Brasil demanda. Ao implantar a regionalização se obtém uma drástica redução da burocracia, devido à menor influência do Governo Federal que representa, sobretudo nos assuntos técnicos, um tempo de resposta entre os mais lentos do mundo. Isso implica em prejuízos decorrentes da demora na deliberação de questões simples e que acabam se tornando grandes problemas por não terem sido equacionados e/ou controlados no tempo certo, gerando gastos milionários para reparar tal ineficiência.

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Portogente – Ao abordar a regionalização dos portos sob a ótica da produtividade, qual o melhor entendimento da sua modelagem: geográfica (seu entorno) ou logística (sua hinterlândia)?

Rafael Pedrosa – No conceito central da geografia portuária, a hinterlândia tradicionalmente corresponde ao espaço terrestre onde o porto vende seus serviços e, consequentemente, encontra seus clientes. Todo porto dispõe, assim, de uma área de mercado cativa onde capta e direciona fluxos. A concorrência interportuária opera somente no limite da zona de influência de cada cidade portuária. Assim, a regionalização traria alterações mais significaticas no aspecto logístico, dada a tomada de decisão mais técnica e eficiente que tende a permear a gestão regionalizada, aumentando as possibilidade de negócios e elevando a produtividade em níveis relevantes, como mostram as experiências internacionais. Cabe ressaltar que a região de entorno também seria positivamente impactada diminuindo a os conflitos entre portos e cidades.

Portogente – Como deve ser estabelecida a duração do mandato de uma diretoria de Autoridade Portuária? A permanência dos diretores deve ser condicionada ao cumprimento de metas?

Rafael Pedrosa – Acredito que o planejamento do sistema portuário nacional de médio e longo prazos devam ser a diretriz que determinaria o tempo de atuação das diretorias de uma Autoridade Portuária. Com base no planejamento e nos objetivos a serem alcançados, a diretoria deveria ser formada e assim estabelecidos os tempos para se alcançar, que se atrelados à regionalização portuária acabariam estabelecendo um processo mais meritocrático e profissional, algo que não permeia as nomeações que via de regra são somente políticas e não respeitam os critérios técnicos que deveriam nortear a escolha dos gestores das Autoridades Portuárias, tal qual ocorre nos principais portos mundiais.

Portogente – Que balanço podemos fazer dos primeiros cinco anos da Lei 12.815/2013, no que tange ao novo papel do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), que passou a ser apenas consultivo? Quais foram os reflexos desta mudança nos portos brasileiros?

Rafael Pedrosa – Estes primeiros anos foram fundamentais para consolidar a ideia de necessidade de mudança do atual sistema de gestão do nosso sistema portuário. O CAP perdeu representatividade e passou a ser um conselho consultivo e sem voz ativa no processo decisório. Hoje, o referido conselho luta, sem lograr êxito, para que a iniciativa privada possa atender, mesmo que com recursos próprios, às demandas básicas dos portos como dragagem, infraestrutura rodoviária e ferroviária, fundamentais para que o sistema portuário possa exercer seu importante papel de forma eficiente. Portanto, o balanço do período é negativo e preocupante. O CAP foi enfraquecido ao se tornar um conselho consultivo e assim a ineficiência da máquina pública brasileira voltou a predominar, prejudicando o desempenho do sistema portuário em relação ao que poderia ser feito, tomando por base os investimentos da iniciativa privada propiciados pela Lei de Modernização dos Portos. Sentimos os reflexos em escala cada vez maior, pois a competitividade portuária brasileira vem sendo minada. O CAP, na sua condição de conselho consultivo, fica de pés e mãos amarradas.

E O CEU DO N.S. DAS VITORIAS?

Era pra ser assim, segundo a maquete.

Mas está assim, conforme a realidade…

 

Santa Casa realiza mais um transplante de rim após o “Sim” de uma família

Raphael Abner o receptor.

O ‘Sim’ de mais uma família fez a diferença na vida de alguém. No dia 17/04, a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna realizou um transplante renal. O receptor foi Raphael Abner, de 28 anos. Apesar de não ter conhecido a família do doador, o paciente ficou eternamente grato pelo ‘Sim’. “Para mim significa renascimento e esperança de viver mais com melhor qualidade de vida”, disse.

A Dona Selma, mãe do paciente, ficou muito feliz e agradecida, pois, já estava disposta a doar o rim para o filho, caso não surgisse um doador. “Agradeço a Deus e a essa família que doou. Através desse ato de amor eles conseguiram salvar a vida do meu filho, ainda mais no período de Páscoa”, falou. Raphael se recupera bem e daqui a dois dias deve receber alta para ir para casa.

A enfermeira do setor de transplantes da Santa Casa, Patrícia Betyar, reforçou a importância da doação que faz toda a diferença na vida de muitas pessoas. “Recebemos mais um ‘Sim’ de uma família. Isso para nós significa oferecer mais qualidade de vida para as pessoas que vivem na fila de espera da doação de órgãos”, concluiu.

Contratos de patrocínio da Petrobras passam por revisão, diz Bolsonaro

Publicado em 21/04/2019 – 10:04

Por Agência Brasil  Brasília

O governo federal determinou a revisão dos contratos da Petrobras que estão em vigor para patrocínios ligados ao setor de cultura. Em publicação hoje (21) no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro disse que a revisão tem o objetivo de “saber o que fazem com bilhões de reais da população brasileira”.

live semanal do presidente Jair Messias Bolsonaro_18.04.2019
O presidente Jair Bolsonaro – Divulgação Jair Bolsonaro/Redes Sociais

Lançado em 2003, o Programa Petrobras Cultural patrocina projetos de música, artes cênicas e audiovisual. De acordo com a empresa, mais de 4 mil ações já receberam ajuda do programa. A seleção dos projetos se dá por chamadas públicas e por escolha direta. A última chamada aberta pela companhia foi em 4 de dezembro do ano passado. A “Petrobras Música em Movimento 2018” tinha valor total previsto de R$ 10 milhões.

Retorno a Brasília

Depois de passar o feriado no litoral de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro deve retornar hoje (21) à capital federal. Ele chegou ao Forte dos Andradas, localizado no Guarujá, na última quinta-feira (18). Durante o feriado, o presidente aproveitou as instalações do forte para descansar e, a convite da Marinha, nesse sábado (20) fez um passeio na costa a bordo do Navio-Patrulha Guaporé (P45). À noite, saiu de moto pelas ruas do Guarujá vestindo uma camisa do jogador Neymar, do clube francês Paris Saint-German. O passeio de moto durou cerca de 20 minutos e, na volta, o presidente parou para atender admiradores, tirou selfies e conversou com a imprensa que o aguardava nas proximidades do forte.

Edição: Graça Adjuto

MALHA FINA DO JORNAL A REGIÃO

malha fina

20.Abril.2019

Merenda nutritiva

A julgar pelas licitações, a Prefeitura de Ilhéus vai inovar na merenda escolar. Ela vai comprar 22 mil refrigerantes, 100 caixas de chiclete, 150 pacotes de pirulitos e 50 quilos de pé de moleque. Ou vai ver é para a festinha de algum sobrinho…

Stand up mayor

Não sabemos qual é a especialidade do “doutor” Almeida, prefeito de Canavieiras, mas ela deve ser a de comédia. Para justificar a malandragem de não trabalhar na quinta-feira, 18, ele soltou decreto que traz uma informação inédita.

Morte que se move

Os pesquisadores da Prefeitura de Canavieiras descobriram que a Sexta-Feira da Paixão pode acontecer em outros dias da semana. Veja o texto: “considerando o feriado da Paixão de Cristo deste ano ter caído numa sexta-feira…”

Nem dá, nem ensina a pescar

son niverMais da metade dos servidores da prefeitura de Itabuna não receberam o salário de março e passaram a semana santa sem peixe. Mas a mesa do prefeito ficha suja Fernando Cua e sua “famiglia” é bem farta, principalmente a do sobrinho Son Gomes.

Investimento certo

Dizem que Som Gomes fez uma mega festa no último dia 13 para comemorar seu aniversário. O evento foi “de arromba,” bancado pelos fornecedores da prefeitura com a promessa de receber através de licitações digamos… amigáveis.

Sobrinho de peixe…

Dizem ainda que a festa se estendeu pelo domingo, na casa de praia do secretário. A casa estava caindo aos pedaços mas, milagrosamente, graças aos santos fornecedores, se transformou em uma mansão para receber os cúmplices mais íntimos.

Mal na foto

Na festança, o primeiro sobrinho lançou a candidatura a prefeito. A população criticou o evento nas redes sociais e alguns perguntavam se ele não tem vergonha de lançar uma candidatura com tantos desmandos praticados pela atual gestão.

Fundo do poço

O turismo de Ilhéus está tão abandonado na gestão de Valdenewton Marão que até ex-secretários que nada fizeram se acham no direito de criticar. Foi o caso de Josenaldo Cerqueira, que passou pela pasta sem dizer a que veio.

Pisando no calo

O ex-secretário criticou o cancelamento do Aleluia Ilhéus deste ano, afirmando que a festa (que nunca teve turistas, só locais) “lotava a Soares Lopes”. Jô ainda cutucou Marão com o bom exemplo de Itacaré e seu Festival do Forró.

Nem de graça querem

A falta de confiança no ensino de Itabuna na gestão de Cuma está esvaziando as escolas. A cidade tinha mais de 20 mil alunos na gestão passada. No ano passado baixou para 18.179 e hoje tem apenas 15.500. Governo da “curtura”.

J… de vingança

A ordem do secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, para trocar o nome do colégio Victor Civita para Mestre Môa do Katendê (capoeirista assassinado em Salvador) parece mais uma vendetta contra a revista Veja, da Editora Abril de Civita.

Valorizando bandido

Jerônimo tomou a decisão sozinho. Não ouviu os alunos, os professores, os diretores, os moradores do bairro, ninguém. Repete o que foi feito em outra escola, que passou a ter o nome de um sequestrador e assassino de esquerda, Mariguella.

Terceirizando a Câmara

A Câmara de Itabuna está chamando a população para “consultar as contas” da prefeitura referentes a 2018. O exemplo devia vir dos próprios vereadores que, por estar no bolso do prefeito, ignoram as contas e jogam sua função para o povo.

Melhorias de banana

monumentoItabuna é uma cidade de desmandos, corrupção e besteirol. Além das cagadas do Coronel Banana no trânsito, reabrindo cruzamentos perigosos e complicando a mobilidade, alguém resolveu erguer mais um monumento na cidade.

Monumento…

Feito com manilhas espalhadas em cima da grama, o Monumento ao Eleitor Otário fica na Avenida Beira Rio, no contorno do Jardim Vitória. Só esqueceram de colocar uma placa de identificação da obra e o nome de quem autorizou.

Atrasado e errado

O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, soltou artigo para alardear que a saúde básica “vive um caos” porque os médicos cubanos foram embora. Além de defender um regime de exploração dos médicos, esquece do principal.

Roubo e omissão

A saúde básica não está “um caos” porque os cubanos foram embora, pois já foram repostos; nem por falta de verbas, que chegam sempre em dia. A saúde básica está um caos por causa dos prefeitos ladrões e da omissão da Sesab em fiscalizar os aliados.

Geladeira nova e vazia

O prefeito de Ilhéus, Valdenewton Marão, fez oba-oba porque a cidade recebeu 3 ambulâncias para substituir as carroças, mérito do governo federal. Mas se cala sobre as péssimas condições de trabalho do Samu, sem cozinha, água ou conforto.

Teatro de fantoches

A Câmara de Itabuna está propondo suspender o reajuste na tarifa da Emasa por ilegalidade. A iniciativa é justa e bem vinda. O problema está nos vereadores vendidos ao prefeito. No final vão concluir que o aumento é necessário e aplaudir o governo.

O alvo errado

A bizarra deputada Maria do Rosário (PT) convocou a TV Brasil para questionar a divulgação das ações do governo na tv estatal. Devia questionar é a TV do governo baiano, que entrevistou corruptos condenados e candidatos do PT em plena campanha.

Recado pra Rui

“De acordo com a Lei, é vedada qualquer forma de proselitismo na programação das emissoras públicas de radiodifusão”, diz Maria do Rosário. Mas seu cúmplice de partido, Rui Costa, faz exatamente isso com a TVE Bahia todo dia.

Seguro morreu de velho

O prefeito ficha suja Fernando Cuma é quem banca a (cara) defesa do médico José Henrique. Dizem que é medo de que Zé conte sobre repasses de dinheiro do Hospital de Base para caixa de campanha de certo filho chamado Sérgio.

A taxa do mijo

No governo de Valdenewton Marão nem mijar é de graça. Uma dupla colocou cadeados e está cobrando uma taxa de quem precisa usar os banheiros “públicos” da Central de Abastecimento da Urbis de Ilhéus. Deve ter comi$$ão para alguém.

Festa por nada

O prefeito de Ilhéus, Valdenewton Marão, fez oba-oba anunciando a construção de uma empresa de logística na cidade. Mas o que foi assinado foi só um “protocolo de intenção” que significa apenas algo como “talvez, quem sabe, um dia…”

Cacá leva o mérito

O mais interessante foi que o protocolo de intenções não foi assinado na frente do prefeito Valdenewton Marão e sim de Cacá Colchões, adversário que é candidato a tirar Marão do cargo em 2020 e que aparece na foto da assinatura.

Contra o povo

A deputada Alice Portugal envergonha a Bahia ao participar do time de gralhas da esquerda, com Maria do Rosário, Jandira Fegali e a ré por corrupção Gleisi Hoffmann, tumultuando as sessões sobre o projeto da nova Previdência.

QUANDO AS ONGs DÃO CHILIQUE, É BOM PARA O BRASIL!


EM ILHÉUS UMA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO PRA LÁ DE ESQUISITA

Ao invés do respeito pela data, tivemos comemorações pela morte de JESUS CRISTO!

 

O feriado da Sexta feira Santa, 19,  foi marcado por fé, alegria e muito louvor na primeira edição do evento “Louvor Livre”, realizado na Avenida Soares Lopes em Ilhéus.

O evento contou com o apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura (Secult), Superintendência Municipal de Trânsito e Mobilidade (Sutram), Guarda Civil Municipal (GCM) e Superintendência de Meio Ambiente .

“O Louvor Livre é um projeto realizado por jovens cristãos, e não poderia deixar de dar total apoio, pois vim de um lar cristão, onde a Bíblia sempre foi o nosso refúgio e fortaleza, e sei do poder da palavra na vida de cada um”, ressalta o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre.

Tapete roxo pra eles.

Sócio da Natura briga com Lindt e Cacau Show com chocolate de R$10 a R$300

Criada por Guilherme Leal, fundador da Natura, e um ex-funcionário da empresa, a Dengo tem nove lojas e vende chocolate vindo de produtores da Bahia

Coronéis, romances e cenários em fazenda de cacau: elementos da obra do escritor baiano Jorge Amado vêm fazendo há décadas os cenários do sul da Bahia gravarem presença no imaginário brasileiro. Mas um movimento de chocolate de alta qualidade produzido na região quer fazer Ilhéus e seus arredores serem lembrados não só pelo glamour da literatura do século passado e por passeios turísticos, mas pelo cacau do presente.

Um dos expoentes desse movimento é a Dengo, fabricante de chocolates 100% brasileiros e co-criada por Guilherme Leal, sócio-fundador e copresidente do conselho de administração da Natura. O nome bem brasileiro — o termo “dengo”, na Bahia, é usado para simbolizar carinho, amor e cuidado — reflete a origem da empresa, que teve a semente plantada quando Leal comprou uma propriedade no sul da Bahia e passou a conhecer melhor a região.

O objetivo inicial era não fazer negócio por lá, e somente encontrar formas de melhorar a economia local. No fim, o executivo foi convencido anos depois pelo ex-funcionário Estevan Sartoreli, que havia passado 12 anos na Natura, a levar adiante o projeto do que hoje é a Dengo.

Ao lado de Leal, Sartoreli é um dos sócios da empresa e presidente da rede de lojas de chocolate, em um empreendimento que vende chocolate de alta qualidade usando matéria prima de produtores parceiros da Bahia — e que são pagos, segundo a empresa, 70% a mais do que a média do mercado. No fim, é inevitável notar semelhanças com a Natura, como a preocupação com sustentabilidade e a cadeia.

Com essa ideia em mente, a Dengo chega a sua segunda Páscoa com nove lojas no Brasil e 136 produtores de cacau parceiros. Sartoreli, que recebeu a Exame em uma das unidades da Dengo, no Shopping Eldorado, em São Paulo, classifica o empreendimento como um negócio de impacto social, nascido com o objetivo de gerar renda para os produtores da região. Mas que deve ser tratado como um negócio como qualquer outro. “Se fossemos fazer estudo de mercado, não faríamos nada”, brinca. “No fim do dia, tem que ter negócio. Ninguém vai comprar chocolate porque somos ‘a marca do bem’. Vão comprar porque é bom”, diz.

De pequenas barras de chocolate de cinco reais a um dos ovos mais caros desta Páscoa, recheado com vinho de cacau e que passa de 300 reais, a Dengo mira nas classes A e B, mas diz que quer que todos consigam comprar nas lojas. O intuito é fazer frente a marcas estrangeiras vistas como “premium” pelo consumidor brasileiro, como Lindt e Kopenhagen (também dona da Brasil Cacau), além da também brasileira Cacau Show.

O preço do quilo dos chocolates da Dengo é de cerca de 200 reais, mas na loja é possível comprar produtos mais modestos, como uma barra de 80 gramas por cerca de 20 reais. Há ovos de páscoa por cerca de 50 reais, mas também ovos que passam dos 100 reais. Sartoreli afirma que o ovo mais caro da Páscoa é um ponto fora da curva, e que 80% do faturamento vem desses produtos voltados para a classe média, por menos de 100 reais. “Esse ovo de mais de 300 reais é só para mostrar tudo do que o cacau brasileiro é capaz. Mas também queremos produtos acessíveis, que todo mundo possa consumir”, diz o presidente. A empresa também vende cafés, como forma de aumentar o movimento das lojas.

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Sartoreli afirma que a Dengo quer participar da discussão para aumentar a qualidade do cacau brasileiro como um todo. O Brasil está entre os cinco maiores produtores de cacau do mundo, atrás de países da África. Ainda assim, a qualidade do cacau produzido aqui ainda é vista como baixa, tanto internamente quanto no mundo.

Depois que o cacau chega dos produtores baianos, os chocolates da Dengo são feitos em uma fábrica da empresa em São Paulo. Cada produtor parceiro é, de certa forma, especializado em um tipo de cacau, com teor diferente. Cacau plantado ao lado de uma mangueira, por exemplo, pode trazer naturalmente traços da fruta. E a empresa usa isso a seu favor: há chocolates com traços de manga, tangerina, banana e jabuticaba, entre outras frutas brasileiras.

Nas embalagens das barras, é possível conhecer a história de cada produtor, tratados pelo nome. Isso quando há embalagem: na onda da preocupação com a sustentabilidade, a Dengo já vende mais de 70% de seus chocolates “a granel”, isto é, cortados e vendidos sem embalagem. Uma das estrelas da loja — para a surpresa de todos, conta Sartoreli — são as pepitas, uma espécie de amêndoa torrada e coberta com pó de cacau que é rica em antioxidantes e outros nutrientes. “Por que precisamos trazer uma amêndoa europeia se podemos fazer coisas deliciosas com o que temos aqui?”, questiona o presidente.

A pegada brasileira e quase artesanal da Dengo vai ao encontro de uma tendência já vista no mercado de alimentação como um todo, com consumidores cada vez mais preocupados com a qualidade e procedência do que consomem. Em um levantamento realizado nos 45 dias que antecederam a Páscoa pela empresa de monitoramento em inteligência artificial Stilingue, comerciantes locais e microempreendedores tiveram destaque nos pedidos e encomendas online. A empresa analisou 386 mil menções em Facebook, Twitter e Instagram, além de blogs, sites de notícias e comentários, e notou que os pequenos empreendedores ou tutoriais para fazer o próprio ovo representaram 18% do volume coletado no período — com mais de 60% das postagens vindas de mulheres.

“Se há dez anos você falasse que tem um ovo com lascas de banana, o consumidor médio possivelmente acharia estranho. Hoje, mesmo as pessoas de renda mais baixa estão dispostas a experimentar novos sabores e produtos de maior qualidade”, analisa Cristina Souza, diretora-executiva da consultoria GS&Libbra e especializada em Food Service. “Nem que seja para comprar uma barrinha em vez daquele ovo mais caro”, completa.

O mercado de chocolates no Brasil movimenta cerca de 13,3 bilhões de reais, segundo dados de 2018 da consultoria Euromonitor — com crescimento de 10% desde 2013. A líder nacional é a Lacta, da norte-americana Mondelez International (com 18% do mercado), seguida pela Cacau Show (9,9%) e a Garoto, da Nestlé (9,6%). Marcas estrangeiras como Lindt e Kopenhagen não estão nem entre as cinco primeiras.

Mas a Dengo, por ora, não tem pretensões de ser tão grande quanto a Cacau Show ou as rivais mais baratas. Há o plano de abrir novas lojas ainda em 2019, mas sem franquias e sem um projeto para expandir freneticamente — pelo menos por enquanto, afirma Sartoreli. Das nove unidades da Dengo, a maioria está em shoppings de alta renda da capital paulista. Há ainda duas no Rio de Janeiro e uma em Campinas (SP), todas próprias.

Aos poucos, Sartoreli quer que a classe média brasileira, em vez de gastar uma centena de reais nas amêndoas suíças da Lindt, aposte nas bolinhas de pepita com pó de cacau da Bahia.



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