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:: ‘Publicações’

Frente Parlamentar do Setor Produtivo defende reabertura imediata de shopping centers

 

 

O presidente, o vice-presidente e o presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços, os deputados estaduais Eduardo Salles e Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, respectivamente, concordam com as entidades representativas de lojistas e shopping centers, que defende o índice de 80% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 para a reabertura imediata dos shopping centers na Bahia. O índice difere dos 75% anunciados nesta terça-feira (7) pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador Rui Costa.

 

O índice de 80% foi o considerado para a reabertura de shopping centers em outros estados. A Frente Parlamentar acredita que os shopping centers têm capacidade de implantar uma série de medidas de segurança para clientes e trabalhadores, como controle de entrada, sinalizações, distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel a 70% e o retorno às atividades pode significar a recuperação de até 39.000 postos de trabalho.

 

A Frente Parlamentar usa como exemplo a capital, que tem recebido pacientes do interior e de outros estados, o que aumenta o índice de ocupação de UTIs em Salvador.

 

“É o segmento que está mais preparado para a reabertura imediata. Defendo o retorno de outros setores à medida que apresentarem a garantia das regras estabelecidas pelas autoridades de saúde e punindo quem não cumprir o que está determinado”, diz Eduardo Salles.

 

“Os pacientes do interior terminam mascarando um pouco os verdadeiros números da capital. Reconheço todo o esforço feito pela Prefeitura e o governo estadual, mas acredito que os shopping centers podem ser reabertos imediatamente com todas as medidas de segurança necessárias e os índices atuais de ocupação das UTIs”, justifica o presidente da Frente Parlamentar.

 

Eduardo Salles participou nesta segunda-feira (6) da reunião virtual do Fórum Empresarial da Bahia, presidido por Cláudio Cunha, e tratou da flexibilização e da reabertura da economia baiana com medidas que ofereçam segurança a consumidores e trabalhadores de diversos setores.

 

O deputado defendeu na reunião a utilização do Sistema S para capacitação dos trabalhadores aos protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde com o intuito de diminuir os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

 

“Eu, por exemplo, já fiz a solicitação da capacitação de guias, monitores e condutores turísticos ao secretário estadual de Turismo, Fausto Franco, e de donos e trabalhadores de bares, restaurantes e pousadas para o presidente da FECOMÉRCIO, Carlos Andrade. Esses setores são vitais à economia de municípios baianos”, lembrou o parlamentar.

 

Eduardo Salles sugeriu ainda uma reunião virtual com a participação do vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, o secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, e o secretário de Planejamento da Prefeitura de Salvador, Luiz Carreira, para que eles participem do debate e sejam elos para a sensibilização do governador Rui Costa e o prefeito da capital, ACM Neto, sobre a importância de estabelecer regras mais flexíveis no protocolo de reabertura da economia no Estado.

 

Uma carta com essas proposições foi assinada por Eduardo Salles, o deputado estadual Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, vice-presidente e presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, respectivamente, Edson Piaggio, coordenador na Bahia da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luís Henrique Santos, presidente CDL de Feira de Santana, Antônio Helder Pereira, presidente da CDL de Juazeiro, Alberto Rocha Nunes, presidente CDL Salvador, Clóves Cedraz, presidente da FACEB (Federação das Associações Comerciais e Empresarias da Bahia), Antoine Tawil, da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), e Carlos Andrade, presidente da FECOMÉRCIO, e encaminhada a João Leão.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÃO 141 DE 07 DE JULHO DE 2020

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  • Edição Nº 141

    07/Julho/2020

    Diário Oficial

    Data: 07/07/2020Hora: 22:27

    Portaria n. 002/2020 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município de Ilhéus: Dispõe sobre a nomeação dos membros da Junta Ambiental de Impugnação Fiscal (JAIF) e dá outras providências

    Portaria SUTRAM n. 018 de 07 de julho de 2020: Estabelece o prazo e requisitos para prestação de conta da aquisição do uniforme e EPI´S, comprados através do Auxilio Fardamento 2020

    Portaria SUTRAM n. 019 de 07 de julho de 2020: Designa Chefe de Recursos Humanos da SUTRAM para apurar em sindicância, denúncia contra servidor

    Aviso de Remarcação nos autos  do Processo Administrativo n. 014037/2017 – Concorrência Pública n. 005/2018 do Município de Ilhéus/BA

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Como será a vida do advogado pós covid-19

Direito* Advogado militante há mais de 20 anos, formado pela PUC/SP, pós graduado em Direito Tributário pela PUC/COGEAE. É diretor da RAGAZZI ADVOCACIA, escritório que atua em diversas áreas do Direito, nas esferas consultiva e contenciosa. Parecerista e autor de diversas matérias abordando temas do Direito. Para mais informação, acesse https://ragazzi.adv.br/

Escritórios vazios e salas de teleconferência cheias; horários flexíveis; menos gravatas e mais celulares… começamos definitivamente o futuro!

A pandemia parece ter acelerado, de forma exponencial, algumas tendências que, até pouco tempo atrás, adorávamos mencionar, em conversas de botequim, mas na prática temíamos executar. (aliás, nem sei quando teremos botequins).

O mundo “pós COVID” exigirá dos advogados (em especial dos mais “experientes” como eu) alguns exercícios – reflexões diárias, que envolvem comportamentos, estratégias, ferramentas.

O hábito de acordar muito cedo para ir ao escritório parece cada vez mais em desuso. As equipes agora reunir-se-ão virtualmente – assim como os próprios clientes. Até as audiências (ainda não todas, mas me parece inevitável), estão ocorrendo virtualmente. O escritório agora é “em casa”.

Com todas estas mudanças, vejo surgir um novo tipo de habilidade, que deverá ser seguido pelos profissionais do direito que quiserem “sobreviver” aos novos tempos: a FLEXIBILIDADE!

A partir de agora, será muito comum reuniões fora do horário “convencional” ou “comercial”, aos sábados, aos domingos; entremeados por pausas inesperadas e mais longas numa terça-feira, por exemplo. Já não teremos mais a “fiscalização” sobre nossa conduta (que a partir de agora será substituída pela não menos implacável cobrança sobre nossos resultados).

O profissional moderno – e aqui vai apenas minha humilde opinião pessoal – será aquele que se reinventar, todos os dias, em todas as situações. Será aquele que entregar mais por menos, mais rápido, mais seguro, mais eficiente.

Será aquele que entender que já não há mais fronteiras – e que poderá atuar no Brasil, na Europa ou na Ásia na mesma velocidade (respeitado o fuso horário, claro)!

O profissional do futuro terá menos idas ao escritório e mais idas às ideias de sua equipe, de seus clientes, de seus projetos.

Minha esperança é a de que, como quase toda mudança, esta nos traga boas lições, para sermos ainda melhores!

Infectado, Bolsonaro fez o que tem pregado há meses: tomou cloroquina

Com febre de 38 graus e prostração, o presidente aguarda o resultado do segundo teste

Diante dos primeiros sinais de que poderia ter contraído coronavírus, nesta segunda-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro passou a tomar imediatamente o remédio cloroquina, como sempre defendeu. Ele iniciou a medicação antes de o primeiro exame apresentar resultado positivo. Os médicos da Presidência da República resolveram levar Bolsonaro ao Hospital das Forças Armadas (HFA) tão logo verificaram os sintomas. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

O serviço médico do Planalto aferiu a temperatura do Bolsonaro e, constatados 38 graus, ele foi levado ao HFA.

Como nos exames anteriores, Bolsonaro utilizou nome fictício como identificação, muito embora dados como RG fossem verdadeiros.

De volta ao Alvorada, o presidente disse a apoiadores que estava bem e que a “chapa” do pulmão deu normal: oxigenação de 96%.

Apesar do estado geral satisfatório do presidente, ele precisa se cuidar: aos 67 anos, como idoso, faz parte do grupo de risco.

Indústria de chocolate mantém otimismo, apesar da pandemia

Fabricantes comemoram hoje o Dia Mundial do Chocolate

Publicado em 07/07/2020 – 06:49 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Como em todos os demais setores da economia, a pandemia do novo coronavírus causou impacto à indústria de chocolates no Brasil. A produção nacional de chocolates no ano passado, incluindo achocolatado em pó, atingiu 756 mil toneladas, com queda de 3,1% sobre 2018 (761 mil toneladas). Os números do primeiro trimestre de 2020, entretanto, ainda livres dos efeitos da covid-19, sinalizavam uma recuperação, com produção de 117,6 mil toneladas, alta de 2,84% em comparação ao mesmo periodo do ano passado (120,9 mil toneladas).

Apesar do impacto negativo da pandemia, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), Ubiracy Fonseca, disse à Agência Brasil que há muitos motivos para se festejar nesta terça-feira (7), Dia Mundial do Chocolate. O Brasil é um dos maiores produtores de chocolate do mundo e exporta para 130 países. “É um dia importante para o setor”.

Segundo Fonseca, as empresas produtoras de chocolate procuraram se adaptar rapidamente à nova situação, com a adoção de canais online de vendas, procurando usar o sistema de delivery (entrega direta ao consumidor). Além disso, buscaram firmar parcerias para que o produto pudesse chegar nos pontos de venda da melhor forma possível. “A situação vai melhorar. Estamos otimistas”, disse.

Supermercados

Com o fechamento dos shoppings, a estratégia do setor foi se aliar aos supermercados que continuaram abertos, instalando quiosques para manter as vendas. Para a Páscoa, especialmente, a Abicab trabalhou em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por meio da campanha “Vai ter Páscoa”, com mobilização nas redes sociais. “E estendemos a comercialização de ovos de Páscoa do dia 12 de abril até o fim daquele mês, para possibilitar aos consumidores, de uma forma geral, ter acesso aos ovos de chocolate”.

O presidente da Abicab explicou que, com isso, as vendas do período, que normalmente se encerram no dia 12 de abril, continuaram até o início de maio e isso amenizou a condição de isolamento social, gerada pela pandemia para evitar a disseminação do vírus. Os supermercados se consolidaram como principal meio de venda para a indústria de chocolate.

Ubiracy Fonseca afirmou que o chocolate, que tem grande aceitação entre os brasileiros de todas as idades, é um produto para todas as horas. Como as pessoas passaram a ficar muito tempo em casa, em função do distanciamento social, ele disse que o consumo até aumentou. “A pessoa procura alguma coisa que vá satisfazê-la. O autopresente”, definiu.

Ele destacou que embora a pandemia tenha causado impacto no setor, a indústria conseguiu manter os empregos e seguiu produzindo, colocou os funcionários dos escritórios trabalhando em casa e fez ajustes no que se refere às férias dos trabalhadores.

Expectativa

Os números relativos ao segundo trimestre deste ano ainda estão sendo levantados. Ubiracy Fonseca acredita que a partir do terceiro e quarto trimestres de 2020, haverá condição de comprovar aumento do consumo, uma vez que a demanda está reprimida. “Nós estamos otimistas de que a produção vai continuar se recuperando, de que vamos ter melhores resultados neste terceiro trimestre e, principalmente, no quarto trimestre, quando a situação da pandemia estiver mais sob controle”.

As empresas estão fazendo embalagens diferenciadas e ajustando seus canais de distribuição, de venda e marketing. Fonseca admitiu que embora o Brasil seja o quinto maior país em volume de vendas de chocolate no varejo no mundo, de acordo com o Euromonitor, tendo faturado no ano passado R$ 14 bilhões, ainda tem muito a crescer no que se refere ao consumo per capita, isto é, por habitante, que em 2019 somou 2,6 quilos por pessoa. “É um consumo pequeno em relação a outros países. Então, tem muita chance de crescimento”. A média de consumo na Europa é de 8 quilos per capita anualmente, casos da Alemanha e Bélgica, por exemplo.

Fonseca citou dois pontos que favorecem o Brasil diante de outros países. O primeiro é que o Brasil tem as principais matérias-primas do chocolate, que são cacau, leite e açúcar. O segundo é que as grandes indústrias mundiais estão instaladas no território nacional, produzindo aqui e empregando mão de obra local.

Atualmente, 70 empresas estão associadas à Abicab, incluindo também produtores de balas e amendoim. Dessas, 25 são produtoras de chocolates. A Abicab representa 92% do mercado de chocolate do país, 93% do mercado de balas e 62% do mercado de amendoim. A indústria brasileira de chocolate emprega cerca de 24 mil pessoas de forma direta.

Paixão por chocolate

Chocólatra assumida, a aposentada Maria Alice de Ângelo Ribeiro, moradora de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, disse à Agência Brasil que prefere chocolate meio amargo. “Sinto um calorzinho na garganta, uma vontade de degustar. O chocolate me dá muito prazer, uma grande satisfação e alegria. Melhora meu humor, dá sensação de bem-estar. Chocolate é muito bom!”, afirmou.

A estudante de física Ighia Gandra Linares se referiu ao personagem Harry Potter, herói de uma série de sete romances de fantasia escrita pela autora britânica J. K. Rowling, para explicar sua paixão por chocolate. No filme Prisioneiro de Askaban, o jovem bruxo Potter é assombrado por seres das trevas. Ao retornar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Potter é aconselhado por seu professor de Defesa contra as Artes das Trevas a comer chocolate, para se recuperar bem. Para Ighia, chocolate é conectado à felicidade. “É conectado com toda a sensação de você estar bem. Chocolate tem grande poder”.

Para a assistente social Thaís Lisboa Soares, chocolate faz bem à alma. Ela come chocolate todo dia e, se não comer, tem dor de cabeça. Quando adolescente, Thaís tinha muita enxaqueca. Procurou um médico e ele lhe disse que parte da dor de cabeça ela sentia quando não consumia chocolate. “Por isso, como todo dia um pouquinho de chocolate. É uma beleza e faz bem para a alma”.

Edição: Graça Adjuto

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÕES 139 E 140 DE 06 DE JULHO DE 2020

Registros

Registros encontrados: 1373

  • Edição Nº 140

    06/Julho/2020

    Diário Oficial

    Data: 06/07/2020Hora: 20:49

    Edição especial – Transparência Ilhéus COVID-19

    Portaria n. 002/2020 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município de Ilhéus: Convoca para retorno imediato ao trabalho todos os servidores e empregados públicos integrantes no âmbito da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que se encontram em isolamento social, que tinham como causa a suspensão temporária do transporte coletivo urbano, tendo em vista o Decreto n. 047 de 30 de junho de 2020, que dispõe sobre o retorno da circulação do transporte coletivo urbano no âmbito do município de Ilhéus

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  • Edição Nº 139

    06/Julho/2020

    Diário Oficial

    Data: 06/07/2020Hora: 20:12

    Decreto(s) s/n de exoneração/nomeação de servidor(es) público(s) do Município de Ilhéus/BA

    Errata a Portaria n. 204/2020, publicado no Diário Oficial Eletrônico do Município em 02 de julho de 2020 –– edição n. 137

    Extrato do 2º Termo de Prorrogação – Contrato n. 042/2018-S do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/Ba

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Governo atualiza programa habitacional e deve mudar para ‘Casa Verde Amarela’

Programa que hoje é denominado ‘Minha Casa, Minha Vida’ já tem 16 anos e será reformulado, diz ministro

O governo vai reformular o “Minha Casa, Minha Vida” e deve dar outro nome ao programa – “Casa Verde Amarela”. A expectativa é que o lançamento ocorra ainda este mês, segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Mas ele ressalvou que a nova denominação ainda precisa ser aprovada pela área de Comunicação do governo.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Marinho disse que as bases da nova política habitacional estão definidas. Explicou que, primeiro, será lançado um programa para apoiar os municípios na regularização fundiária.

A ideia é dar escritura pública a pessoas que moram em áreas irregulares não reclamadas há pelo menos 5 anos, desde que não sejam encostas, margens de rios ou pântanos.

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Quanto ao novo “Minha Casa, Minha Vida”, o ministro justificou que o programa já tem 16 anos e precisa ser reformulado.

Um dos equívocos é, na avaliação dele, a construção de mais de 500 mil moradias em locais sem transporte e infraestrutura básica, como creche e hospital. “Foram tomadas pelo tráfico. Isso não queremos repetir”.

Também segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, é necessário ainda retomar a construção das milhares de unidades que estão paradas. “Deixar obra paralisada é desrespeitar o contribuinte brasileiro”.

“Especialmente no Norte e Nordeste para famílias com até R$ 3 mil de renda familiar e nas outras regiões até R$ 2 mil”, adiantou à Rádio Bandeirantes o ministro do Desenvolvimento Regional.

Rogério Marinho foi entrevistado por Thays Freitas, Claudio Humberto e Pedro Campos, no Jornal Gente.

Retomada do transporte privado: Startup registra crescimento de 47% na média de quilômetros

Kovi oferece descontos agressivos para motoristas de aplicativo alugarem carros

Entre abril e junho, a Kovi, a maior startup de aluguel de veículos para motoristas de aplicativo registrou aumento na procura de aluguel de carros nos pedidos de cadastro no site, contatos em seus canais de atendimento e em suas redes sociais. A startup atua em duas cidades: São Paulo e Porto Alegre, que tiveram respectivamente 47% e 68% de crescimento na procura. Com a abertura gradual da economia, a Kovi pratica o menor preço do mercado, e registrou aumento no Km rodado, refletindo no aumento de pedidos de aluguel pelos motoristas de aplicativos de transporte. A aposta na retomada já é uma realidade. “Estamos vendo a busca por cadastros subir e também o aumento de quilometragem rodada”, diz Adhemar Milani Neto, CEO da Kovi.

 

Os pacotes promocionais valem não só para novos motoristas como para os que já são da base. “Não faz sentido criar promoção somente para quem entra agora, uma vez que o momento representa um sério recomeço para nossos motoristas da base que se mantiveram conosco durante o isolamento social”, completa.

Hoje em São Paulo mais de 30% da base de motoristas está já rodando mais do que 700 km por semana, esse número dobrou desde o início do isolamento social. Em Porto Alegre esse aumento foi ainda maior, e 45% dos motoristas estão rodando mais de 700 km.

O cenário atual aponta que o transporte privado por aplicativos e individual deve aumentar nos próximos meses. “A Kovi acredita que a mobilidade urbana está em constante evolução, acompanhando outros países, entendemos que por questões sanitárias, as pessoas vão optar por se locomover através de serviços de transporte privado via aplicativo, bem como o uso de bicicletas e patinetes,.” diz Adhemar.

Os preços da Kovi são os menores do mercado e os descontos levam em conta a quilometragem rodada pelo motorista na semana: Para rodar de 0 a 300km por semana, o motorista paga apenas R?150 por semana. De 301km a 700km, o pacote custa R?220. De 700km a 1.250km, motorista paga R?269,00 e pacote de km ilimitado sai por R?329. Esses novos preços do Desconto por KM Rodado entram no dia 4 de julho e são válidos até 10 de agosto. Para alugar um carro da startup, o processo é simples e 100% online. O motorista precisa se cadastrar no site da Kovi, www.kovi.com.br, a startup analisará os documentos após essa etapa, deve-se escolher o plano que melhor atende as necessidades, efetuar pagamento, e agendar o horário de retirada do veículo do pátio.

Médica italiana alerta para os malefícios do uso da mascherina

Em postagem na sua página do Facebook, a médica italiana Patrizia Gentilini, oncologista e hematologista, fez um alerta sobre os malefícios do uso da mascherina pelo público em geral, de forma generalizada, em áreas abertas, na contenção de infecções por Covid-19.

Patrizia Gentilini nasceu em Faenza (Emilia-Romagna), em 1949; formou-se em medicina e cirurgia, em Bolonha em 1975, especializando-se em oncologia em Gênova, em 1980, e em hematologia, em Ferrara, em 1988.

Ela trabalhou como oncologista, por 30 anos, no hospital Morgagni Pierantoni di Forlì, considerado um dos melhores do mundo, ocupando-se com a prevenção e o diagnóstico precoce e a terapia de tumores. Por três anos, principalmente, voltou seu atendimento a pacientes com problemas onco-hematológicos. No final de 2007, retirou-se do exercício ativo da profissão. Atualmente, faz parte da Associação contra Leucemias, Linfomas, Mieloma (AIL), seção Forlì-Cesena, com o papel de vice-presidente; também, integra a ISDE Itália (Associação de Médicos para o Meio Ambiente) .

Segundo ela: “O que é contestado é a obrigação de usá-las mesmo quando estamos sozinhos e ao ar livre, o que em algumas regiões se pretende impor! Se alguém está infectado, a cada expiração ele lança vírus. Os vírus podem permanecer ativos no ambiente, por exemplo superfícies, por um certo período de tempo. Depois disso, graças à secura do ambiente, eles não são mais infecciosos. Por outro lado, os vírus adoram ambientes úmidos, onde podem permanecer ativos por mais tempo. Portanto, se você continuar expelindo vírus da boca e tiver uma máscara, eles contaminam a mesma e permanecem ativos por um longo tempo, enquanto desfrutam do vapor de água expirado continuamente. Portanto, a carga viral é adicionada a cada ato respiratório. A máscara, assim contaminada, torna-se uma bomba atômica de vírus. Isso faz mal a você, porque você os respira em quantidades industriais e os faz entrar em seus pulmões, e isso faz mal aos outros porque, por exemplo, com uma tosse, você expele mais deles para o meio ambiente”.

Na postagem, ela cita o médico Antonio Lazzarino, epidemiologista do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London (UCL), segundo o qual, no que se refere ao Covid-19, “os efeitos negativos do uso de máscaras superam os positivos”.

Acompanhe, a seguir, a íntegra do conteúdo da postagem, originalmente publicada em italiano.

“Ainda a propósito de MASCHERINE, aqui estão os 6 pontos cruciais da questão, de acordo com o Dr. ANTONIO LAZZARINO, médico epidemiologista que trabalha na Inglaterra e consultor do governo inglês. Os pontos abaixo são o resumo deste artigo:

‘Muitos me pediram mais informações sobre os motivos pelos quais a mascherina pode causar mais mal do que bem aos cidadãos normais para sua proteção diária contra o coronavírus, seja para quem a usa pensando em proteger o próximo, seja para quem a usa pensando em proteger a si mesmo. Aqui estão alguns aprofundamentos:

(1) Com a mascherina, você se sente mais protegido e aplica menos distanciamento social e lavagem das mãos. Não há nada que você possa fazer sobre isso; é um efeito inconsciente. Coloca você e os outros em risco.

(2) O volume e a qualidade da voz das pessoas que falam com a mascherina são consideravelmente reduzidos e as pessoas, espontânea e inconscientemente, se aproximam mais para ouvir melhor, ficando infectadas com mais facilidade (lembre-se de que a máscara não filtra o vírus).

(3) A mascherina faz com que o ar quente e úmido que você exala entre em seus olhos. Em muitas pessoas isso gera dor de cabeça. Em quase todas elas, gera um desconforto nos olhos que as inclina a tocá-los. Não há nada que você possa fazer sobre isso; é um reflexo instintivo. O olho é um caminho preferencial para o vírus. Se você tiver as mãos contaminadas, irá infectar-se.

(4) Respirar com a mascherina é mais cansativo e requer mais trabalho para os músculos respiratórios (tanto que é intolerável o uso para pessoas com certas doenças pulmonares). Além disso, com a máscara, você respira uma porção de dióxido de carbono previamente exalada. Estes dois fenômenos causam um aumento na frequência e na profundidade da sua respiração: você está facilitando a entrada do vírus nos pulmões.

(5) Para fazer o teste “tampone” é usado o cotonete. Este último serve para “pegar” o vírus, mantendo-o “hidratado” e, portanto, “vivo”. De que são feitas as máscaras? Algodão! Se você está infectado e usa uma máscara, carrega bilhões de vírus felizes e bem alimentados pelo vapor d’água que exala continuamente, uma espécie de nuvem de Fantozzi ao redor da cabeça por um raio de cerca de meio metro. Não sabemos com que frequência a mascherina deve ser trocada para limitar esse efeito ao mínimo, mas certamente não pode ser completamente eliminado, a menos que a máscara seja eliminada. Uma pessoa com uma mascherina é mais infecciosa do que uma pessoa sem o artefato. Além disso, tenha cuidado para não tocar nela com as mãos ou jogá-la de maneira inadequada! Em suma, a mascherina é um verdadeiro veículo para a infecção.

(6) O sistema imunológico frequentemente referido é uma segunda linha de defesa. Nossa primeira linha de defesa consiste no sistema imunológico inato. Esta é a primeira resposta rápida a um ataque, não depende do tipo de ataque, não tem memória, é ativa contra todos os vírus e bactérias, novas ou antigas, portanto também funciona contra o COVID19. O sistema inato basicamente mata micróbios imediatamente graças a algumas reações químicas. Ele dá um tapa em qualquer um que se aproxima, perseguindo-o. No entanto, esta super-arma super rápida tem uma desvantagem: se houver muitos ataques, não poderá lidar com todos eles. Se tiver sorte, entra em contato com uma quantidade mínima de vírus e o destrói imediatamente com seu sistema inato. O jogo termina. Se você usar a máscara, o vírus ainda respira, mas a pequena quantidade que você inalou permanece nas proximidades, a poucos passos de suas células epiteliais, o vírus insiste em você e provavelmente irá exigir o melhor do seu sistema inato. Nesse ponto, a defesa do sistema imunológico começa: você está oficialmente infectado. Uma vez infectado, continua usando a máscara e continua causando um aumento na carga viral, resultando em maior carga de trabalho para o seu sistema imunológico. Seria bom poder estudar quantas infecções assintomáticas se tornaram sintomáticas e severamente sintomáticas por causa da máscara. Se você acha que esses efeitos são irrelevantes, você deve elaborar e conduzir um estudo epidemiológico válido que comprove sua tese. De fato, pelo princípio da precaução, não podemos aconselhar nem obrigar os cidadãos a usar mascherine, até que esses efeitos sejam bem quantificados; seria como comercializar um medicamento sem antes experimentá-lo.

Diante dessas desvantagens, a mascherina tem apenas uma vantagem: interrompe as gotas de saliva (que absorve) e permite tossir e espirrar sem ter que fazer um grande esforço para colocar um lenço ou cotovelo na frente da boca. No entanto, os vírus também são,  acima de tudo, transmitidos através de pequenas gotículas que a mascherina não filtra. Além disso, se você tosse e espirra, precisa ficar em casa em estrito isolamento, nem pode sair para fazer compras ou ir à farmácia. Em resumo, para combater essa epidemia, a mascherina nem serve para realizar a única tarefa para a qual poderia ser útil.

As diretrizes da OMS de 6 de abril são claras: o uso de máscaras é desaconselhado para os cidadãos porque provavelmente é contraproducente, seja para proteger a si mesmo ou aos outros.

Em algumas regiões italianas, existe a obrigação de usar uma máscara.

Se eu fosse parente de uma vítima que foi infectada após o estabelecimento dessa obrigação, não hesitaria em denunciar criminalmente a pessoa que a instituiu.’”

O NOVO CORONAVÍRUS NÃO É NOVIDADE DESDE 2003.

98,6% dos casos de covid no mundo estão curados ou não apresentam risco

No Brasil, são 534 mil ainda doentes e diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, diz ver sinais de estabilização

O planeta tem 4,385 milhões de pessoas infectadas com o coronavírus, mas 98,65% delas tiveram manifestações leves da doença ou estão completamente assintomáticas, segundo o Worldometer. Números superlativos do chamado “jornalismo de funerária” espalham pânico com maior rapidez que o próprio vírus, mas a verdade é que das 11,2 milhões de pessoas que contraíram covid-19, cerca de 6,3 milhões, equivalente a 56% do total, já estão curadas. Mas, infelizmente, 528,3 mil faleceram. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No Brasil, o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, diz ver sinais de estabilização. São 534 mil infectados e 98,4% não correm riscos.

A taxa de cura, segundo o Worldometer, também mostra que o Brasil está reagindo: era de 85,2% no início de maio e já se aproxima de 94%.

Apesar de estável, a média diária de mortes gira em torno de mil todos os dias desde o início de junho. Não sobe muito, nem recua muito.

BNDES disponibiliza R$5 bilhões para micro, pequenas e médias empresas

Linha de crédito para capital de giro foi estendida até 31 de dezembro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançou ontem (3) na linha de empréstimo para capital de giro o total de R$5 bilhões para micro, pequenas e médias empresas. O valor estava previsto no plano inicial de enfrentamento ao novo coronavírus, apresentado pelo banco de fomento em março, no início da pandemia de covid-19.

Segundo o BNDES, já foram aprovadas 16.318 operações com 15.094 empresas, que empregam 372.800 pessoas, com valor médio de R$ 318 mil por operação. Como a pandemia ainda não acabou, o programa vai ser ampliado até o fim do ano, com a disponibilização de mais R$5 bilhões.

“Devido ao sucesso da iniciativa, e considerando a extensão da pandemia e dos impactos econômicos para as micro, pequenas e médias empresas, o Banco vai disponibilizar mais R$ 5 bilhões para novos empréstimos pela linha, que terá sua vigência ampliada de 30 de setembro para 31 de dezembro de 2020”, informou o banco.

O BNDES informa que o principal setor econômico contemplado pela linha de empréstimo foi o de comércio e serviços, que adquiriu 79,7% dos recursos, seguido pelo de indústria de transformação (19,5%). O agronegócio ficou com 0,7% dos recursos e a indústria extrativista, 0,1%.

O objetivo do Crédito Pequenas Empresas nesta segunda etapa será o mesmo, segundo o banco. “Oferecer recursos para o uso livre das empresas, de maneira simples e ágil, por meio dos agentes financeiros parceiros (cooperativas de créditos e bancos comerciais, públicos ou privados)”. Atualmente, o BNDES conta com 31 agentes parceiros atuando nos estados.

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