Archive for the ‘Publicações’ Category

PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS.

PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS

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Volto ao assunto por achar salutar os contraditórios na forma cada vez mais para separar o “eu” do todo.

O pontalense Edgard, muito conhecido e grande defensor das terras, que ora os índios estão invadindo e gerando outra contraditória sem fim. Suas inquietações são justas, pois neste país, a situação está tomando um rumo tão perturbador da ordem, que temos que ficar atentos mesmo.

É como nós, um vivido nas areias das ruas do Pontal e há de lembrar, que esta não é a primeira vez e nem será a última, das inquietações que iremos passar em razão do progresso, a não ser que paremos no tempo.

Em razão disto, vamos retornar aos artigos publicados, aqui mesmo no R2CPress e começar esclarecendo que não existem diferenças técnicas entre as plantas apresentadas pelo DERBA, Read the rest of this entry »

Militares fazem convocação nacional urgente de resistência ao governo.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Recebemos a notícia de uma convocação nacional urgente enviada por Marcelo Machado, presidente da ANMB (Associação Nacional dos Militares do Brasil) e por Ivone Luzado, da UNEMFA (União Nacional de Esposas de Militares das Forças Armadas) no intuito de organizar um protesto de resistência contra o “revanchismo governista”, a farsa da Comissão da Verdade, contra a PEC 33, a PEC 37, o sucateamento bélico, o “terrorismo salarial”, os “dias sombrios que rondam todos os brasileiros”, pela “preservação da liberdade”. 

A convocação, segundo os organizadores, não é restrita a militares, mas a todos os brasileiros e está marcada para o dia 11 de junho, na Praça dos Três Poderes, em Brasília – DF. 

Qual é a sua opinião a respeito? A convocação é legítima?

Leia a íntegra do documento:  Read the rest of this entry »

REINALDO AZEVEDO ATACA…

REINALDO AZEVEDO ATACA.

16/05/2013   às 7:01

Estudo da Embrapa demonstra que presença indígena em 15 áreas do Paraná é uma fraude. Ou: Como trabalha a Funai

Não! É claro que eu não vou desistir de denunciar o esbulho que está acontecendo no campo por conta dos aloprados da Funai. Querem ver como são as coisas? Então eu conto.

A Funai indicou 15 áreas no Paraná para demarcá-las como reservas indígenas, principalmente nos municípios de Terra Roxa e Guaíra. Há décadas, essas áreas abrigam propriedades rurais, com os títulos devidamente regularizados. Em fevereiro, em visita ao Show Rural realizado em Cascavel, representantes dos produtores rurais — ATENÇÃO, PEQUENOS PRODUTORES!!! — procuraram a presidente e pediram a sua intervenção. Ela determinou, então, que a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) — que é, sim, paranaense — acompanhasse o caso.

Gleisi já sabia o que queria a Funai. Resolveu pedir que a Embrapa lhe apresentasse um estudo sobre a ocupação daquela região, as características da terra etc. Se os pressupostos da Funai se comprovassem, paciência!

Há duas semanas, a Embrapa concluiu seu trabalho. Apelando até a imagens de satélite, a empresa pública descobriu que a “ocupação indígena” da região nada tem de “histórica”. É recentíssima! ATENÇÃO: A PRESENÇA MAIS ANTIGA DE ÍNDIOS NAS ÁREAS QUE A FUNAI QUER DEMARCAR DATA DE 1990!!!, numa região batizada de Tekoha Porã. Os índios supostamente “originários” migraram de Naviraí, Mato Grosso do Sul. Estão ocupando um pedaço da malha urbana da cidade de Guaíra. Esses “povos tradicionais” da Funai vivem da caça e da pesca? Chamam a Lua de “Jacy”??? Não! Recebem Bolsa Família e cesta básica doada pelo governo. Quem produz a comida da cesta são os agricultores brasileiros, aqueles de quem a Funai quer tomar as terras.

Agora o mais espantoso: em dez das 15 áreas, os índios só começaram a aparecer em… 2007!!! Em outras cinco, a presença indígena data de 2012. É, leitor!!! Os “povos indígenas” nessa área do estado estão lá, TRADICIONALMENTE, desde o ano passado!!!

Mais um pouco: EM QUATRO DAS 15 ÁREAS, NEM MESMO EXISTEM ÍNDIOS. Parece que a Funai ainda não conseguiu importá-los. A ministra enviou o estudo ao Ministério da Justiça, pasta à qual a Funai está subordinada, sugerindo que as demarcações sejam suspensas. Gleisi quer que a Embrapa, doravante, analise todos os “ estudos” da Funai. “Não resolveremos uma injustiça cometendo outras”, diz a chefe da Casa Civil.

Gleisi, obviamente — e quem poderia ser contrário? —, acredita que os índios devem ser assentados e ter acesso a programas de renda, saúde, educação etc. Mas sem expulsar produtores rurais e sem mistificações.

O único “povo tradicional” nas áreas reivindicadas pela Funai são os produtores rurais. Os índios ali presentes são uma falsificação da história, de que a Funai é a principal protagonista.

Marta Azevedo, só por essa questão do Paraná, tem de ser sumariamente demitida. Ainda que seja louca por índios e só pense em protegê-los, ocupa uma função de estado. E os milhares de paranaenses que seriam prejudicados pelos estudos fraudulentos da Funai também são brasileiros, que estão sob a proteção da lei.

Lobby
O lobby indigenamente correto está tentando ligar a atuação de Gleisi a uma eventual candidatura ao governo do Paraná em 2014. Se será candidata ou não será, não sei. Tem o direito de pleitear. Ser ou não ser candidata não muda o resultado do estudo feito pela Embrapa. A presença indígena nas 15 áreas do Paraná que a Funai quer demarcar é uma fraude.

Texto publicado originalmente às 20h11 desta quarta

Por Reinaldo Azevedo

PONTAL – NAUFRÁGIOS QUE NÃO ENTRARAM PARA A HISTÓRIA DA MARINHA.

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Apesar de serem bem mais recentes que outros naufrágios ou ocorrências marítimas transcorridas em Ilhéus, os navios AREIA BRANCA e URUBATAN, não há nenhum registro na Capitania dos Portos da cidade.

O navio “Areia Branca”, que ficou a deriva em alto mar, encalhou nas praias de Ilhéus em 1957/1958, no local até hoje chamado de Acuípe, próximo dos limites entre Ilhéus e Uma.

E por falta de registro, tudo que sabemos, faz parte da nossa memória, apesar de que naquela época tínhamos aproximadamente seis anos. Daí ainda ficarmos em dúvida quanto à denominação do navio se realmente “Areia Branca” ou outro nome de origem alemã, devido objetos nele encontrado daquele país. Só me resta de lembrança quanto a isto, que o local propriamente dito, até hoje se chama Areia Branca no Acuípe.

Lembramos perfeitamente da “procissão” de caminhões daqui do Pontal, que circularam pelas praias (único local de tráfego naquela época), nas madrugadas, até o navio, para dele “saquear” a sua carga e objetos componentes do seu dia a dia, que encalhou na praia, sem nenhum tripulante ou passageiro.

Da carga ainda nos faz lembrar: galões de tintas, tecidos, óleos combustíveis, etc.; e materiais de uso do navio como: relógios de marca alemã, armários de vestuários de excelente qualidade, que até pouco tempo ainda estavam intactos e que só foram desfeitos devidos o peso, nas mudanças. Sem se falar em objetos de mesa, cama e banho.

Também não esquecemos numa destas madrugadas de depararmos com uma tartaruga gigante, que naquele exato momento se dirigia para o mar, depois de desovar nas areias do local, e foi capturada simplesmente como um passo de mágico, pelos faróis acesos, que a fez ficar “hipnotizada”. No outro dia foi morta para consumo, numa festa à beira mar da Fazenda Cana Brava de meu pai Laudelino Rezende Mendonça. E como não lembrar a quantidade de ovos que deu para encher uma lata de querosene ESSO. Nós a criançada nos contentava em deliciar aqueles ovos cozidos e sal.

Vejam quanta coisa, que hoje jamais faríamos. No meu modo de pensar tudo tem uma razão de ser, ou falta de conhecimento dos adultos ou levados pela fartura existente nesta faixa de praia, ou até mesmo por divertimento.

Quando falamos que não entraram para a história, é porque procuramos a Capitania dos Portos em 2011, para ver se podíamos resgatar dados mais preciso sobre os navios Areia Branca e Urubatan e para nossa surpresa nada constava nos livros de registro, desta instituição.

É lamentável, pois no caso do incêndio (explosão) do navio Urubatan, deu-se no cais do porto, com tripulantes a bordo, mesmo tendo conhecimento extraoficial que não houve mortes. Mas, fomos informados depois da publicação do livro, mais precisamente em 06 de maio de 2011, via e-mail por Antonio Andrade Silva, que mora no Rio de Janeiro, afirmando que João Cândido Sobrinho, que era um dos tripulantes, nunca mais retornou a sua terra natal, e até hoje nada sabem, se morreu ou simplesmente “aproveitou” o ensejo e por aqui ficou, sem nenhuma comunicação com seus parentes.

Eis o texto do e-mail: “Procuro um primo de nome: JOÃO CÂNDIDO SOBRINHO, filho de: JOSÉ CÂNDIDO DA SILVA e MARIA MADALENA DE JESUS. Segundo seu irmão Nelson Cândido Sobrinho, ele estava em um navio de Santos a Ilhéus de nome URUBATAN. Gostaria de alguma informação sobre ele”.

Abraço, Antonio Andrade Silva andradea@hotlink.com.br

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Tudo que a Marinha agora tem conhecimento deve-se ao fato do nosso relato no livro do Pontal – Ontem & hoje – Memórias, sobre o navio Urubatan e agora terá conhecimento deste naufrágio na costa de Ilhéus com o navio Areia Branca, que não citamos no livro, por não está fazendo parte diretamente do bairro, que foi uma pena não termos relatado isto no livro.

Tomara que apareça, alguém que nos comentários informe aos ilheenses mais detalhes do navio Areia Branca, pois o Urubatan têm dados da memória publicada no livro, que descrevemos aqui: No ano de 1959, quando se encontrava atracado no porto de Ilhéus, para descarregar algo em torno de 200 tonéis (barris), contento óleo betuminoso (tipo asfalto), começou a pegar fogo, sendo de imediato rebocado para a praia da Ponta de Eustáquio, como era conhecido o trecho que ia da atual entrada da Sapetinga até o atual Restaurante “Boca Du Mar”.

Foi arrastado para este local por medida de segurança, pois nesta época era uma praia deserta e longe da área urbana do Pontal. Inicialmente este navio, mesmo todo queimado, ficou inteiriço, só por volta de 1967, com os constantes arrebento do mar, o navio partiu-se em dois e depois aos poucos foram retirando seus pedaços. Este local era outro ponto atrativo das crianças e jovens do bairro, que nas “marés baixas”, se aproximavam do navio para pescar nas lagoas que se formavam em torno do mesmo. Ali pescávamos siris, moreias, corre-costa, bagres, robalo, carapeba, etc.

Bom, até pouco tempo ainda restava na Praia do Acuípe, restos do casco do navio Areia Branca, inclusive seu mastro era visível há mais de 10 km de distância pela praia. Prometo que em breve voltarei ao local para fotografar o que ainda resta, para que fique mais este registro na nossa história, que está se perdendo pouco a pouco. Esta praia já foi um excelente local para pescaria de molinete. Hoje como vem acontecendo em todo Brasil estes pontos estão cada vez mais escassos.

José Rezende Mendonça 

COMUNICADO – PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS.

COMUNICADO Nº 001/2013

Considerando que a CÂMARA DE VEREADORES deste Município, através de Edital de Disponibilidade Pública, publicado No Diário Oficial do Legislativo em 08.05.2013, estabeleceu que a documentação relativa ao Executivo seja disponibilizada na Prefeitura Municipal de Ilhéus; 

Considerando que os documentos disponíveis do exercício de 2012 se encontravam parcialmente no Município no prazo definido legalmente para disponibilização das contas públicas e que foram devidamente protocoladas no Poder Legislativo no prazo legal;

Considerando ainda que é necessário dar publicidade ao ato de disponibilização e respeitar o prazo mínimo para a população ter acesso aos documentos referentes às contas do exercício de 2012.

A PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS, com fundamento no art. 31, § 3º da Constituição Federal e na Resolução 1060/2005 do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, torna público que as contas do Poder Executivo, relativas ao exercício de 2012, encontram-se na Praça JJ Seabra, s/n, ao lado da Câmara de Vereadores,  para exame e apreciação dos contribuintes, pelo prazo de 60 (sessenta) dias, contados a partir do dia 13 de maio de 2013, estando como responsável a Chefe do Setor de Contabilidade a Sra. Maria Vitória Mendes Charmite, telefone (73) 3234-3500 (3519).

Ilhéus, 13 de maio de 2013.

Marco Antônio Porto Carmo

Secretário da Fazenda

Dívida externa brasileira cresce 60% desde a crise financeira de 2008.

MARIANA CARNEIRO

DE SÃO PAULO

UOL

Desde a crise financeira de 2008, que provocou uma parada súbita nas linhas de crédito internacionais, a dívida externa brasileira aumentou 60%, impulsionada pelo endividamento das empresas.

A dívida das instituições financeiras no exterior praticamente dobrou entre dezembro de 2008 e este ano. No mesmo período, as empresas não financeiras aumentaram sua exposição em moeda estrangeira em 72%.

Empréstimos de empresas brasileiras com bancos no exterior dobram no 1º tri

Com isso, o endividamento externo do país subiu do equivalente a 12% do PIB (Produto Interno Bruto) para 13,9% neste ano, após quatro anos de relativa estabilidade.

O levantamento foi feito pela equipe do banco Credit Suisse, que atribui parte desse aumento à fixação de barreiras à entrada de capital externo, iniciada em 2010.

Para tentar refrear o fluxo de recursos estrangeiros que entrava no país e valorizava o real em relação ao dólar, o governo impôs IOF de 6% na compra de títulos públicos por estrangeiros.

“Quando o governo decide impor IOF para operações com seus papéis, esses recursos deixam de entrar, mas as empresas percebem que há demanda por títulos brasileiros e vão para o mercado externo captar com taxas mais baixas”, afirma o economista-chefe do Credit Suisse, Nilson Teixeira.

Diante de um cenário de abundância de recursos e juros mais baixos no exterior, as empresas aumentaram sua dívida lá fora.

A questão é que, simultaneamente, elas passaram a assumir riscos de prejuízo em caso de uma repentina desvalorização cambial.

Em 2008, a alta do dólar em decorrência da crise bancária nos EUA, levou Aracruz e Sadia a dificuldades. Ambas tinham operações com derivativos atrelados ao dólar e acabaram vendidas.

Editoria de Arte/Folhapress

Para Teixeira, não há risco no médio prazo: “De fato a dívida aumentou, mas, quando comparada com a de outros países, é baixíssima”.

Além disso, observa o economista, o prazo é longo (em média, 6,5 anos) e o montante é pouco superior ao que o Brasil arrecada com exportações –a dívida externa equivale a 1,3 vezes o auferido com as exportações, segundo cálculos de Teixeira.

Para Daniela Prates, professora da Unicamp, contudo, o enfraquecimento recente das exportações são um fator de vulnerabilidade.

“A capacidade de gerar divisas [para honrar as dívidas] se dá por meio das exportações. E o cenário pós-crise ficou mais grave nesse ponto, porque a concorrência ficou mais acirrada”, afirma.

“A composição da nossa pauta de exportações faz com que sejamos mais vulneráveis ao preço das commodities e à demanda da China. Isso traz preocupação quanto à solvência da dívida”, diz ela.

SOMENTE INFORMAÇÃO, SEM JUÍZO DE VALOR.

Dossiê sobre as estripulias de Rosemary pode ser compensando com ação contra Dilma Rousseff

Ringue do poder – Engana-se quem pensa que acabará em pizza o vazamento do dossiê sobre as atividades nada ortodoxas de Rosemary Nóvoa de Noronha, a Marquesa de Garanhuns. O escândalo que tomou as páginas da revista Veja foi uma operação orquestrada à porta do gabinete de Dilma Rousseff e levou tensão ao Palácio do Planalto e provocou cizânia ainda maior nas hostes petistas.

O episódio transformou-se em intensa queda de braços, que tem como pano de fundo a corrida presidencial de 2014. Enquanto Dilma trabalha para emplacar seu projeto de reeleição, Lula atua nos bastidores para desestabilizar sua sucessora, mesmo dizendo que apoia a companheira de legenda.

Lula, que ficou ainda mais refém dos escândalos de corrupção dos seus dois governos, ainda não digeriu os efeitos do vazamento do tal dossiê, que tinha como leão de chácara o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Com as facções da cúpula petista protagonizando uma briga de foices na escuridão, não causará surpresa se um novo escândalo surgir nos próximos dias, funcionando como antídoto do imbróglio envolvendo Rosemary.

Com Dilma Rousseff em uma das pontas dessa peleja silenciosa e subterrânea, deve vir à tona a atuação deliberada de Erenice Guerra nas coxias do governo federal. Muito ligada à presidente, Erenice retornará à linha de tiro, desta vez na companhia de José Dirceu, que no momento tenta tumultuar a etapa final do julgamento da Ação Penal 470.

Fato é que os ventiladores oficiais estão ligados na velocidade máxima e lama há de sobra. Basta aguardar para conferir as tristes consequências de uma disputa insana e quase sem fim.

REINALDO AZEVEDO ATACA.

O Mato Grosso do Sul pede socorro – Os crimes continuados da Funai contra agricultores brasileiros, contra a economia, contra o bom senso e contra os… índios! Ou: A incrível história de uma comunidade de 4 mil pessoas destruída pelo governo pet ista

Uma região do Mato Grosso do Sul está em pé de guerra. Recentemente, a presidente Dilma foi lá deitar falação e recebeu uma sonora vaia dos produtores rurais. Propriedades centenárias — isto é, que são tocadas já pela terceira geração de agricultores — podem se transformar, por vontade olímpica da Funai, este antro notável de incompetentes e mistificadores, em reservas indígenas. Os valentes ainda não estão contentes com o desastre produzido em Raposa Serra do Sol, em Roraima. Conforme todos os prognósticos das pessoas razoáveis (o arquivo deste blog está à disposição), a expulsão dos arrozeiros da região produziria um desastre econômico e social. E produziu. Sem emprego, os índios estão deixando a reserva para morar em favelas e lix ões de Boa Vista ou à beira de rodovias. Muitas índias viraram prostitutas.

A Funai decidiu demarcar nada menos de 40 áreas no Mato Grosso do Sul. Se a coisa for levada adiante, agricultores de mais de 20 municípios terão de deixar suas terras. Algumas cidades podem ser reduzidas a menos da metade, como Coronel Sapucaia, que perderia 52% de sua área. Vejam esta reportagem de Valteno de Oliveira, no Jornal da Noite, na Band, comandado por Boris Casoy. Volto em seguida.

Voltei

Eis aí. Pode-se repetir, em escala agora ampliada, a tragédia de Raposa Serra do Sol. A economia de 20 municípios será severamente agredida, e milhares de famílias ficarão desamparadas. E os índios? Terão como tocar as propriedades e manter as plantações de soja, por exemplo? Vejam ali. A Funai não consegue dar conta de um trator.

Nesta quarta, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, falou à Comissão de Agricultura da Câmara. Afirmou que o governo pretende, finalmente!, mobilizar outras áreas do estado para cuidar do assunto, não só a Funai. Já não era sem tempo. Informa a Folha na edição de hoje: “A ideia é que sejam consultados órgãos como os ministérios da Agricultura (e a Embrapa, órgão vinculado), Cidades e Desenvolvimento Agrário. ‘Delegamos única e exclusivamente à Funai a responsabilidade por estudos e demarcação de terras. Nem sempre estabelecemos procedimentos claros e objetivos’”, afirmou Gleisi.

Nem sempre? Eu diria que quase nunca. A Funai tem uma ideia estupidamente atrasada de preservação. Como afirmou um dos líderes indígenas que teve de abandonar Raposa Serra do Sol, a fundação gosta de ver índio “de bunda de fora”. E os próprios índios, evidentemente, se tiverem condições, querem outra coisa.

13% do território brasileiro
O Brasil tem hoje nada menos de 13% do seu território destinados a reservas indígenas. No mais das vezes, o que se produz por lá são pobreza, miséria e ignorância. As comunidades que conseguem escapar desse destino se organizam sem dar bola para a Funai. E isso pode ser feito de maneira virtuosa ou viciosa, como se constatará mais adiante. Vejam como é distribuído o território brasileiro. Volto depois.

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JORNALISTA DESFAZ MITOLOGIA ALARMISTA VERDE.

Jornalista desfaz mitologia alarmista verde

  Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Não vamos poluir nossas águas nem desperdiçar nossas florestas e riquezas. Não podemos sujar o planeta em que vivemos. Mas não podemos cair no engodo de aproveitadores, que recebem gordos orçamentos por causa do terror que provocam com a ameaça do aquecimento global, num planeta que esfriou 0,7 graus centígrados nos últimos cem anos e está em pleno ciclo de queda de temperatura.
O leitor já se imaginou competindo contra o sol para reverter o “aquecimento global”, aliás nunca comprovado?

Ou lutando contra a emissão de CO2 – aliás gás da vida – deixando de consumir bens necessários para seu bem-estar e de sua família, ou até voltando a um estágio de “civilização” primitivo?

Estes e outros desatinos disparatados que teriam feito rir há não muitos anos, e por certo farão rir nos séculos futuros, viraram moeda corrente do alarmismo ambientalista.

O jornalista Alexandre Garcia, colunista da agência “Alô Comunicação” denuncia estes slogans apocalípticos que só servem para enganar.

Com óbvio proveito para a propaganda neocomunista disfarçada de “verde”, acrescentamos nós.

Leia o lúcido e recente artigo de Alexandre Garcia publicado também no “Diário da Amazônia”:   Read the rest of this entry »

VISITA REAL À RESERVA YANOMÂMI: AINDA SEM EXPLICAÇÕES

VISITA REAL À RESERVA YANOMÂMI: AINDA SEM EXPLICAÇÕES

Posted: 08 May 2013 10:48 AM PDT

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Dez dias após a misteriosa visita do rei da Noruega, Harald V, à aldeia Demini, na terra indígena ianomâmi, em Roraima, os poucos brasileiros que tomaram conhecimento do assunto continuam sem informações relevantes a respeito, principalmente, as reais motivações da jornada real.

Tanto as autoridades brasileiras como a embaixada norueguesa estão se empenhando em manter o assunto em baixo perfil, mas persiste o fato de que o pouco que se conhece do evento sugere um posicionamento quase humilhante do governo brasileiro diante da insistência de Sua Alteza em visitar a terra indígena, mesmo desaconselhado oficialmente a fazê-lo, devido aos recentes conflitos armados ocorridos na área, entre garimpeiros e indígenas.

Uma possível resposta sobre a tibieza de Brasília diante do monarca, talvez, se deva ao fato de que Oslo sejauma das principais fontes de recursos financeiros a fundo perdido para programas ambientais e indígenas nacionais, bem como de doações para ONGs brasileiras de alto escalão que atuam nas duas áreas.

Segundo a Folha de S. Paulo (26/04/2013), diante da negativa real, a Polícia Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai) tiveram que deslocar funcionários para acompanhar a comitiva norueguesa, que esteve dois dias na reserva, no início da semana passada. De acordo com a Funai, Sua Alteza foi conhecer projetos financiados por seu país, entre eles, um sistema de comunicação por rádio nas aldeias. Em 2008, o governo norueguês fez uma doação de R$ 300 mil para ações em saúde e educação para os ianomâmis.

Nenhum órgão federal nem a Hutukara Associação Yanomami souberam informar ao jornal quantas pessoas participaram da comitiva real. A Funai apenas informou que a comitiva real cumpriu “exigências” como a apresentação de atestados individuais de vacinação contra doenças endêmicas e que autorizou a entrada da comitiva atendendo a um pedido dos índios. Por sua vez, a PF confirmou que fez a segurança do séquito real, sem informar quantos agentes foram mobilizados na operação.

Diante do silêncio oficial, o deputado federal Paulo César Quartiero (DEM-RR) enviou ofícios aos ministérios das Relações Exteriores e da Justiça, solicitando informações sobre a visita. Entre os questionamentos, Quartiero pergunta:

«Qual é o amparo legal para que sejam realizadas visitas de chefes de Estado estrangeiros a territórios indígenas, sem a devida comunicação e/ou autorização junto ao governo brasileiro?»

Não apenas o parlamentar, mas todos os brasileiros interessados merecem uma explicação oficial.

E O AEROPORTO? – COLUNA DE TURISMO ESCREVEU.

Aceitamos que o aeroporto Jorge Amado está com problemas e arielpronto, ponto final. Já se passam cinco anos da malfadada reportagem de um médio de TV, onde, de forma sigilosa se criou a fama de que nosso aeroporto é problemático.

Lembro, de uma passeata importante -devido ao número de pessoas e de representações institucionais- que aconteceu com um protesto no saguão do aeroporto, me lembro de passageiros sem poder embarcar, de um certo empurra-empurra. O mais importante, a união de um Município em torno de um problema e procurando fazer a pressão devida querendo uma solução.

Nada foi conseguido, o encurtamento da pista devido a “periculosidade” dos pousos e decolagens está ai institucionalizada e nunca mais se falou nada. A saída das aeronaves A-380 causou um impacto negativo absurdo, deixou o aeroporto mesmo com o ar condicionado novo, do projeto de uma nova torre –em breve- de novo salão de embarque e desembarque –breve- com uma limitação que as aéreas levam em conta na hora de planejar as estratégias anuais, Ilhéus não, lá não há espaço para crescimento com aeronaves maiores e consequentemente de menores custos.

Copa de 2014 na porta, eleição para Deputado Estadual, Federal, Senador e Governador, vamos aproveitar o momento e eleger quem tem responsabilidade para com Ilhéus e seu aeroporto. Mais acima de tudo, vamos retomar esta bandeira e vamos questionar novamente as autoridades. Vale a pena lembrar que o aeroporto de Congonhas em São Paulo carrega o fatídico voo 3054 da TAM no histórico e o aeroporto Santos Dumont no Rio de janeiro com vários aviões de linha e menores caindo na Baía de Guanabara, só para citar dois aeroportos com semelhanças de comprimento de pista e de dificuldades. Ambos com históricos lamentáveis, porém, ambos funcionando normalmente, já o nosso que não tem históricos de tragédias tem limitações. Simplesmente os políticos de lá se empenharam e os daqui não.

Vamos nos unir e reverter isto!

O ABANDONO DA RAPOSO SERRA DO SOL.

O abandono da Raposa Serra do Sol

Posted: 06 May 2013 11:42 AM PDT

 

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Símbolo da influência do aparato indigenista no Brasil, a Terra Indígena Raposa Serra do Sol proporciona, igualmente, uma evidência cabal de que, na orientação da política indígena brasileira, o processo de vedação de vastas áreas do território nacional às atividades econômicas e a submissão política do Estado nacional a tal estratégia contam bem mais que o bem-estar das comunidades indígenas. Esta constatação foi feita na semana passada, por uma delegação de membros do Congresso Nacional, que visitou a área.

Quatro anos após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela demarcação contínua da reserva indígena, no nordeste de Roraima, com a consequente remoção dos produtores rurais (principalmente, arrozeiros), o quadro socioeconômico da área se apresenta como deplorável. Cabeças de gado morrem de sede, as estradas estão em péssimo estado de conservação e diversas pontes estão comprometidas, dificultando sobremaneira a circulação na área, inclusive, o transporte escolar.

Esse é o cenário encontrado pela missão oficial da Câmara dos Deputados, que visitou Roraima entre os dias 14 e 16 de abril, para verificar a situação dos habitantes do território indígena. O grupo foi integrado, entre outros, pelos deputados Paulo César Quartiero (DEM-RR), Márcio Junqueira (DEM-RR), Jerônimo Goergen (PP-RS) e Raul Lima (PSD-RR), além de membros de entidades representativas de produtores rurais e indígenas e jornalistas de diversos veículos de imprensa nacionais, entre os quais Lorenzo Carrasco, membro do conselho editorial deste Alerta.   Read the rest of this entry »

REINALDO AZEVEDO ATACA.

 

Enquanto a “burguesia” da morte dos filhos reinaldoalheios pedia a liberação das drogas em Brasília, com o apoio do governo Dilma, num ônibus do Rio, uma mulher era estuprada aos olhos de todos

De todas as acusações que me fazem, a que acho mais divertida é a de “ser agressivo”. Por “agressividade”, entendem chamar as coisas pelo nome que elas têm — com frequência, as pessoas também! — e cobrar que os indivíduos se responsabilizem por suas ideias. Na sexta-feira, uma passageira de um ônibus que circulava na Zona Norte do Rio foi estuprada. Um sujeito armado entrou no veículo, anunciou o assalto, roubou pertences dos passageiros, estuprou a mulher e ainda a atacou a coronhadas. As testemunhas dizem que ele aparentava estar drogado. O “Dimenor”, cujo nome se esconde nas sinuosidades pusilânimes do ECA, que pôs fogo na dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, confessou que tinha cheirado cocaína. O outro “Dimenor”, que deu u m tiro na cabeça de Victor Hugo Deppman, também consome drogas.

Voltemos ao caso do estupro. Rubem Cesar Fernandes, o antropólogo que chefia a ONG “Viva Rio”, o mais organizado lobby carioca em defesa da descriminação das drogas, não estava na cidade. Encontrava-se em Brasília. Participava de um seminário, que termina hoje, em defesa da descriminação do consumo de todos entorpecentes no Brasil. A professora Luciana Boiteux, que ensina direito penal na Universidade Federal do Rio, também estava lá. É aquela senhora que afirma que “a lei não tem condição de alterar a realidade”. Um certo Orlando Zaccone, delegado da Polícia Civil na Cidade Maravilhosa, estava igualmente distante do local do estupro. Defendeu no encontro de Brasília a legalização, atenção!, “da produção, da distribuição e do consu mo de todas as drogas”.

Rubem Cesar Fernandes não anda de ônibus. Read the rest of this entry »

LUIZ CARLOS ESCUTA CONTESTA DECLARAÇÕES DE LUKAS PAIVA.

O vereador Luiz Carlos Escuta (PP) considerou levianas eEscuta irresponsáveis as declarações do vereador Lukas Paiva (PMN) sobre as notificações e penalidades aos condutores, geradas pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito de Ilhéus (SUTRAN). Segundo Escuta, o vereador do PMN joga palavras ao vento, mostrando um total desconhecimento sobre os números do município, que, por sinal, é uma obrigação dos membros do Poder Legislativo conhecer; e, em vez de debater sobre os direitos da população, está mais preocupado em criar falácias, incitando o descumprimento das normas de trânsito, que por sua vez, são determinadas pelas instâncias federais e estaduais, ficando o município com a responsabilidade de fazer valer a lei, assegurando, desse modo, a democracia e os direitos de todos à cidadania. 

“Primeiro é preciso explicar ao vereador do PMN que há uma diferença entre notificações e penalidades aos condutores”, diz o pepista. “Os números apresentados pelo vereador em suas declarações que estão publicados no Jornal Oficial do Município não correspondem a multas e sim a notificações, que dão ao condutor o direito de recursos”, esclarece o vereador do PP, ratificando que a geração de notificações e penalidades por infrações de trânsito em Ilhéus segue a média das cidades de semelhantes dimensões e características socioeconômicas.    Read the rest of this entry »

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