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:: ‘Pré-sal’

Governo repassa R$ 7,7 bilhões do pré-sal para estados e municípios

Valor será pago de hoje até a próxima terça-feira

Publicado em 20/05/2022 – 16:18 Por Agência Brasil – Brasília

Agência Nacional do Petróleo (ANP). (Saulo Cruz/MME)

O governo federal, por meio do Banco do Brasil, vai repassar R$ 7,7 bilhões para todos os estados, para o Distrito Federal e 5.569 municípios do valor relativo à arrecadação dos bônus de assinatura do leilão dos excedentes para exploração de petróleo e gás natural da cessão onerosa dos campos de Sépia e Atapu, no pré-Sal, de acordo com informações do Ministério de Minas e Energia.

O valor será pago desta sexta-feira (20) até a próxima terça-feira (24).

O leilão foi realizado pela Agência Nacional de Pétróleo (ANP) em dezembro de 2021 e rendeu bônus de assinatura total de R$ 11,1 bilhões. Segundo o ministério, os investimentos previstos são de R$ 204 bilhões. 

Desde 2019, oito leilões de petróleo e gás natural garantiram investimentos de R$ 800 bilhões, com expectativa de criação de mais de 500 mil empregos.

Edição: Maria Claudia

Petrobras avança no desenvolvimento do campo de Búzios, no pré-sal

Empresa inicia contratação de três novas plataformas para a área

Publicado em 27/07/2020 – 06:38 Por Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A  Petrobras aprovou  o início do processo de contratação de três novas plataformas do tipo FPSO (sigla em inglês para a unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás) para o campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. As três novas unidades serão as primeiras contratadas após a aquisição dos volumes excedentes da cessão onerosa do campo de Búzios, em novembro de 2019, em parceria com as companhias chinesas CNOOC Petroleum Brasil Ltda. e a CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda.

A aquisição desses volumes adicionais, pelos quais a Petrobras pagou R$ 61,4 bilhões como bônus de assinatura, é resultado da gestão ativa de portfólio realizada pela companhia. A venda de ativos que trazem menor retorno financeiro e que não fazem parte do negócio principal da empresa disponibiliza recursos para investimentos em projetos mais promissores e de maior retorno, como é o caso do campo de Búzios. 

De acordo com a companhia, as novas plataformas fazem parte do Plano de Desenvolvimento do ativo, que prevê um total de 12 unidades instaladas até o fim da década. Ao término da fase de desenvolvimento, “é esperado que o campo de Búzios produza mais de 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), tornando-se o maior ativo da Petrobras, com maior produção”.

Atualmente, há quatro unidades em operação em Búzios, que respondem por mais de 20% da produção total da Petrobras e mais de 30% da produção dos campos do pré-sal. Em 13 de julho, essas plataformas atingiram os recordes de produção do campo, de 674 mil barris de óleo por dia (bpd) e 844 mil barris de óleo equivalente por dia (boed).

Campo gigante

Búzios, o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo, é um ativo de classe mundial, com petróleo de ótima qualidade, reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração. Situa-se a 180 quilômetros (km) da costa brasileira e a mais de 5 mil metros de profundidade. Tem área de 850 km², com espessuras de reservatórios de até 480 metros e excelente qualidade da rocha reservatório. Os mais de 45 poços perfurados até o momento confirmam a excelente qualidade do reservatório.

As características de permeabilidade e porosidade, associadas a grandes espessuras de coluna de óleo, permitem que cada poço de Búzios produza, em média, mais de 50 mil barris de óleo por dia. Atualmente, o campo tem os seis poços com maior produção de petróleo do país. A alta produtividade do campo justifica a instalação de FPSOs de maior porte.

Edição: Graça Adjuto

Quanto cada município vai receber do megaleilão do pré-sal

| Foto: Divulgação/Petrobras”

Ilhéus recebeu:

Onde foi parar essa grana?

Por Jéssica Sant’Ana
Brasília[22/10/2019] [14:42]

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/quanto-cada-municipio-vai-receber-do-megaleilao-do-pre-sal/
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EXPLODIU A GUERRA DO PRÉ-SAL!!!

Ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, Jaques Wagner lidera a mobilização do Nordeste pela divisão dos royalties do Petróleo, enquanto seu colega do Rio, Sérgio Cabral, mobiliza uma multidão em defesa dessa riqueza; quem vence a parada?11 do 11 de 2011 às 10:50

Por Bruna Cavalcanti_Pernambuco 247

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, voltou a afirmar esta semana que a retirada de recursos dos estados e municípios produtores de petróleo vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Enquanto isso, Jaques Wagner (Bahia) e Eduardo Campos (Pernambuco) se unem para defender o Nordeste na partilha dos royalties do pré-sal.

Campos defendeu veementemente o direito da região em participar da distribuição dos royalties: “O Nordeste não aceita que as regras continuem as mesmas”. Wagner, por sua vez, defendeu que a distribuição dos recursos deve levar em consideração o desenvolvimento humano dos estados. A lógica seria a seguinte: quem é menos desenvolvido, ganharia mais.

Os argumentos de cada lado crescem, dificultando a conclusão de quem ganhará esta disputa. Cabral defende que os produtores têm direito adquirido sobre royalties dos campos de petróleo já licitados. Um manifesto levou ontem cerca de 150 mil pessoas às ruas do centro da capital carioca, organizado pelo governo do Estado e por prefeituras de municípios produtores de petróleo, que não só liberaram seus funcionários como garantiram transporte grátis para garantir maior participação dos munícipes.

Nordeste unido

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Pinheiro defende que royalties do pré-sal financiem Saúde, Educação e Infraestrutura

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) defende que os recursos dos royalties do pré-sal sejam utilizados para financiar a Saúde, Educação e Infraestrutura. Segundo o parlamentar, os senadores estão trabalhando na proposta de texto que contemple uma nova distribuição de royalties e participações especiais do petróleo, como alternativa ao veto presidencial ao PLC 7/10, que estabelecia a repartição dos recursos dos royalties do pré-sal por todos os estados.

“Essa pode ser uma das grandes alternativas para financiar projetos importantes e vincular os recursos do pré-sal a áreas vitais, inclusive evitando que seja criado um novo imposto para a saúde”, disse Pinheiro sobre o projeto em questão. O senador também defende que o governo cobre taxas maiores das empresas petrolíferas. “Porém essa arrecadação deve ter uma aplicação definida, como por exemplo na saúde, na educação e infra-estrutura, principalmente na recuperação de áreas, como encostas, e no remanejamento de pessoas que habitam esses lugares”, destacou.

Pinheiro lembra que o Brasil vem sendo um dos países que mais tem avançado no desenvolvimento de tecnologias e pesquisas de águas profundas, e defende que este deve ser o elemento principal do debate acerca da divisão dos royalties do pré-sal. “O debate deve partir dessas proezas e não a partir da relação com a costa que cada Estado tem. O investimento para que a gente chegue nessas profundezas para buscar o pré-sal é um investimento do País inteiro. Portanto, o resultado dessas conquistas tem que ser distribuído para todo o País. Afinal de contas, o desenvolvimento é feito por todo o País”, concluiu.

Ainda de acordo com Pinheiro, a apreciação dessa nova proposta relacionada à distribuição dos royalties pode passar para o dia 5 de outubro. “Mas se no dia 14 deste mês não chegarmos a bom termo, haverá pressão para que no dia 22 de setembro nós apreciemos a proposta ou marquemos a votação do voto. Não queremos a judicialização da distribuição dos royalties no Brasil”, disse.

 

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