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:: ‘Porto’

Curso online e gratuito ensina noções básicas sobre logística portuária

É comum ouvir que o Brasil vive de costas para o mar, apesar de ser banhado por mais de 8 mil quilômetros litorâneos. Mesmo nas regiões portuárias, as atividades ligadas ao transporte marítimo são geralmente ignoradas. Para diminuir esta distorções, Portogente contribui oferecendo o curso 100% online e gratuito sobre noções básicas de logística portuária. Afinal, trata-se de uma importante atividade planejada que tem como objetivo deslocar cargas ou pessoas de um local até um porto ou de um porto até um outro local.

As oportunidades de trabalho em regiões portuárias são muito variadas. É muito comum que profissionais com graduações bastante tradicionais – como advogados, engenheiros, médicos, psicólogos e comunicadores – procurem se especializar no tema e apresentar qualificação diferencial a este mercado.

No estudo online você tem acesso a uma diversificada enciclopédia digital que qualquer geração de estudantes antes da Internet jamais experimentou. Essa modalidade possibilita estudar na hora e no local de sua conveniência.

Clique aqui e acesse o curso.

Portos desafiam o próximo presidente do Brasil

Os portos brasileiros têm um desempenho bem aquém da sua missão de alçar o Brasil a uma posição mais competitiva no mercado mundial, no qual ocupa hoje o 80º lugar entre 137 países, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. E sofreu uma queda brusca da posição 48ª, em que estava há cinco anos. Por tantas deformidades administrativas dos portos brasileiros, a movimentação marítima de mercadorias no País é incompatível com seu papel de ser a mais barata e conveniente forma de transportar. Daí nossos portos terem baixa produtividade.

Imagem do Freepik.

Portanto, os portos brasileiros acabam se constituindo em “nós” de resistência na complexa rede logística global, da qual fazem parte no comércio marítimo. No lado de mar, erros conceituais oneram a dragagem e também restringem, sem precisar, a profundidade para operar navios de grandes calados, condição para o transporte em escala e barateamento do frete. No lado de terra, a ausência de uma integração ágil com os modais terrestres ocasiona perdas, bem como aumenta os tempos e os custos. Todavia, convém frisar, a inovação necessária não é possível com o modelo atual de gestão.

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No Brasil vigora um modelo de gestão portuária centralizada (em Brasília), adotado em apenas alguns portos do mundo, como nos africanos sem expressão: Tanzânia e África do Sul. Ao passo que nos melhores e na grande maioria dos portos do planeta, e não à toa, o poder de decisão é localizado na região portuária. Isso permite trazer a solução para perto do problema, como o caminho mais curto para corrigir distorções, reduzir deficiências e promover decisões ágeis.

Para o engenheiro Adilson Luiz Gonçalves, professor universitário e pesquisador do Núcleo de Estudos Portuários, Marítimos e Territoriais (Nepomt): “Na forma atual de gestão dos portos públicos, o preenchimento de cargos é feito por indicação político-partidária, sendo alguns tratados como “feudos”. Com raras exceções, os cargos diretivos são ocupados por indivíduos sem qualificação ou afinidade com questões portuárias e de cadeia logística que tem nos portos um dos elos. E mesmo que os critérios técnicos sejam predominantes, os gestores estão sujeitos à volatilidade de contextos políticos.”

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No ano passado, quando inaugurou uma escola em Praia Grande (São Paulo) com o nome de seu irmão, o presidente Michel Temer se comprometeu a realizar a descentralização da gestão do Porto de Santos. Até agora apenas promoveu o preenchimento de inúmeros cargos do porto com indivíduos sem qualificação e afinidade com questões portuárias, indicados por caciques políticos. Entretanto, é indubitável que o desejável e possível desenvolvimento do Brasil só pode ser promovido com a melhora da produtividade dos seus portos.

Nesse sentido, quais as propostas reais e factíveis dos presidenciáveis para os portos brasileiros?

INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE PARA O BRASIL VOLTAR A CRESCER

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Infraestrutura de transporte para o Brasil voltar a crescer
Editor Portogente
04 de Setembro de 2018 às 00:09
Em entrevista, o especialista em engenharia ferroviária Rafael Barros Pinto de Souza afirma que o “mercado brasileiro carece, cada vez mais, de melhoria de sua infraestrutura de transporte para que a vertente de um crescimento econômico volte ao País, com estabilidade, de forma que a nossa economia apresente índices de crescimento aceitáveis com o escoamento de nossa safra agrícolas, produtos agropecuários, minério etc.”.

Trem – Porto

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Apesar do atraso nacional, o especialista está otimista e cita diversas obras ligadas à área de infraestrutura, várias delas voltadas ao transporte ferroviário, como os programas do Governo Federal: o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2; o Programa de Investimento em Logística (PIL) 1 e 2; e, atualmente, o Programa de Parceria de Investimentos (PPI) que possui orçamento 2018/2019 previsto de R$ 114 bilhões, sendo que destes, R$ 45 bilhões serão para área ferroviária.

Para ele, a única saída para o País voltar aos “trilhos” do crescimento econômico de forma estável é investindo em infraestrutura de transporte, “de forma que tenhamos um aumento do número de ferrovias operacionais para transpor as barreiras da dificuldade encontrada pelo transporte rodoviário em superar distâncias maiores que 500km, como é o caso da nossa soja e milho, que sai do Mato Grosso e vai até o Porto de Santos percorrendo mais de 2.000km”.

Barros Pinto prossegue: “Também deverão ser feitos investimentos em outros meios de transporte, como o aquaviário, de forma que nossas bacias hidrográficas sejam melhores exploradas e sirvam como alternativa logística de qualidade para um país como o Brasil, que possui dimensões continentais e que não poderá se destacar no cenário internacional apenas com transporte rodoviário. Esta mudança de paradigma tem que ser urgente, de forma que maiores e melhores investimentos em ferrovia saiam logo do papel e se tornem realidade no Brasil.”

Aposta errada
O engenheiro lamenta que, desde a década de 1950, os governantes brasileiros tenham optado “por direcionar os grandes investimentos para obras de infraestrutura, única e quase que exclusivamente, para o modal rodoviário, numa clara imagem de formação de grupos de interesses ligados a este meio. E, na contramão do desenvolvimento, vimos o modal ferroviário, desde os anos de 1970, sofrer com a falta de investimento em melhorias de suas estruturas, caindo o montante investido de R$ 900 milhões em 1971 para pouco mais de R$ 11 milhões no ano de 1995, fazendo com que o Governo Federal privatizasse a nossa malha ferroviária pertencente à antiga RFFSA (Rede Ferroviária Federal) entre os anos de 1996 e 1999. Muitas concessionárias priorizaram a manutenção dos trechos considerados rentáveis com maior volume de carga transportada por km útil (MTKU), abrindo mão daqueles trechos ou ramais com pouco volume de carga, gerando com isso a deterioração dos ativos existentes (locomotivas, vagões e trilhos), o roubo de materiais por terceiros e até o extermínio total da malha existente, e tudo isso aconteceu ao longo dos últimos 20 anos”.

Ele lamenta: “Vivemos épocas em que pátios ferroviários de manobra, como mais de 15 linhas, foram demolidos em sua totalidade, fazendo com seu material fosse enviado para a área de suprimentos que abasteciam as malhas mais rentáveis das companhias.”

Em 2018, temos, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e do Anuário da Confederação Nacional do Transporte (CNT), ambos de 2017, um montante aproximado de 29.000km de ferrovias construídas no Brasil. Em 1950, tínhamos um montante aproximado de 36.000km de ferrovias construídas no Brasil. Do montante atual, 29.000km, podemos citar que pouco mais de 15.000km se encontram operacionais e rentáveis, sendo utilizados em grande proporção pelas empresas concessionárias, ao passo de que os demais 14.000km se encontram em estado de desativação, lento abandono ou pouca utilização.

O QUE ISTO REPRESENTA PARA A REGIÃO!

A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou a recondução de Adalberto Tokarski para o cargo de diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) por 15 votos favoráveis e um contrário. O indicado destacou a importância dos portos para o transporte de cargas e dos produtos brasileiros para o exterior.

Adalberto Tokarski é reconduzido ao cargo na Antaq. Foto: Pedro França/Agência Senado

Leia também – Tokarski analisa impacto de decreto nas atividades da Antaq

Ele afirmou que vai levar uma agenda para o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação para facilitar o investimento público e privado para melhorar a infraestrutura portuária e ferroviária. “O desenvolvimento de um País passa, necessariamente, pelos seus meios de transportes, sendo assim a logística de movimentação de cargas torna-se um instrumento indispensável para um país ser competitivo dentro do mercado globalizado de alta concorrência”, defendeu.

A indicação da Presidência da República segue para análise em Plenário (texto com informações da Agência Senado).

“Estamos fazendo ajustes para que possamos ter a retomada da Fiol e o início do Porto Sul”

*“Estamos fazendo ajustes para que possamos ter a retomada da Fiol e o início do Porto Sul”, afirma Rui Costa após reunião com chineses*

Reunião com os chineses das diversas empresas.

Os principais executivos de duas empresas chinesas que formam o consórcio com a Bahia Mineração para construção do Porto Sul, Ferrovia Oeste-Leste e exploração da mina de minério de ferro em Caetité se reuniram com o governador Rui Costa, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, e o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, na tarde desta terça-feira (20), na Governadoria.

Durante encontro de apresentação, os executivos das empresas  CREC e CCCC reforçaram o interesse em, juntamente com a Bahia Mineração, iniciar as atividades o quanto antes no estado da Bahia. Além da visita ao governador, o grupo de 11 chineses visitou essa semana a mina em Caetité, as obras da Fiol e o local onde será construído o Porto Sul, em Ilhéus. Antes do encontro com o governador nesta terça-feira (20), eles também fizeram uma visita de cortesia a uma comissão de deputados na Assembleia Legislativa.

O governador Rui Costa destacou o trabalho que vem sendo realizado para trazer grupos estrangeiros que tenham interesse nos projetos e afirmou que até o final deste ano será tomada uma decisão. “Nos reunimos com o consórcio formado por empresas chinesas que estão se preparando para disputar o leilão [da Fiol] que o governo federal deve publicar ainda esse ano. A minha expectativa é de que possamos ter uma solução definitiva sobre esses dois empreendimentos [Fiol e Porto Sul] ainda em 2018. Estamos dando os últimos passos e fazendo ajustes para que no início de 2019 possamos fazer a retomada da obra da ferrovia e o início rápido e consistente do Porto Sul. Daremos um passo expressivo para o desenvolvimento da Bahia e levaremos ao interior do estado uma infraestrutura capaz de acelerar o crescimento e a oportunidade de emprego para o nosso povo”, ressaltou. :: LEIA MAIS »

NOTÍCIAS PORTUÁRIAS.

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SOS Portus

SOS Portus

Os trabalhadores portuários brasileiros estão em estado de atenção. É que o seu instituto de previdência complementar, o Portus, está à deriva. As informações são as mais desencontradas e o medo se instala para aqueles que já estão recebendo e para os que ainda vão receber. Todos, diga-se de passagem, contribuem, mensalmente, para tal benefício, não é benesse, é direito construído.

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Auxílio-moradia para quem?

Nos últimos 40 meses, período posterior à liminar que garantiu a todos os magistrados direito ao auxílio-moradia, cerca de R$ 3 bilhões foram destinados a esse fim pela União. A matéria deve ser votada pelo Supremo Tribunal Federal em março. Já que o assunto é moradia, podemos estabelecer algumas comparações com os recursos investidos em programas de habitação de interesse social do governo federal.

 

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Auxílio-moradia para quem?
A verticalização dos armadores

A verticalização dos armadores

Certamente a palavra marítima abrange todos os atores e setores da cadeia de logística e transporte do comércio por mar. Também é indubitável que a logística é um setor-chave para economias nacionais e um elemento crucial ao desenvolvimento da atividade produtiva.

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NOTÍCIAS PORTUÁRIAS E AFINS.

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Suape: o porto-indústria do Hemisfério Sul

Suape: o porto-indústria do Hemisfério Sul

Ao completar 40 anos em novembro deste ano, o complexo industrial portuário Eraldo Gueiros consolida um projeto estratégico pioneiro e avançado. Pelo nome que é conhecido e em poucas palavras, Suape é o porto-indústria do Hemisfério Sul.

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Suspensão de exportação animal no Porto de Santos

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) repudia a determinação da justiça de suspender o embarque de cargas vivas no Porto de Santos. Na tarde da última terça-feira (1º/02), um mandato do juiz Márcio Kammer de Lima, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Santos, provocou o desembarque de quase 27 mil bois a bordo do navio panamenho Nada.

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Suspensão de exportação animal no Porto de Santos
Entenda as novas regras do MEI

Entenda as novas regras do MEI

Desde o dia 1º de janeiro de 2018, os microempreendedores individuais (MEI) têm de seguir novas regras para se encaixar no Simples Nacional, regime de tributação aplicado a micro e pequenas empresas.

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NOTÍCIAS PORTUÁRIAS E ANVISA.

VLI impacta sustentabilidade

VLI impacta sustentabilidade

É discutível o sucesso pleno do plano de ampliação do Terminal Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), terminal da VLI no Porto de Santos (SP). O aprofundamento do canal de acesso, atualmente com -9,8 metros para -13,5 metros, vai enfrentar judicialização e controvérsias técnicas-ambientais difíceis de serem superadas politicamente.

VLI impacta sustentabilidade _ Anvisa abre consulta em importações _ A ótica do Direito sobre a atividade portuária

Temer assina pessoalmente ZPE do Açu e Antaq revisa norma sobre TUPs

Michel Temer, Presidente do Brasil.

Temer assina pessoalmente ZPE do Açu e Antaq revisa norma sobre TUPs

Olá ,

Confira nesta edição da Radar Global:

– Temer assina pessoalmente o decreto presidencial que cria a ZPE do Açu. O empreendimento será o primeiro instalado na região Norte Fluminense e terá administração da iniciativa privada

– A Antaq está finalizando o aprimoramento da norma que dispõe sobre a autorização para a construção e exploração de TUPs. Os interessados podem enviar suas contribuições até o dia 29 de dezembro de 2017

– A União Europeia não importará mais pescados com origem no Brasil a partir do próximo dia de 3 de janeiro de 2018. O Mapa solicitou a interrupção da venda para evitar uma futura suspensão unilateral

– A Argentina comemora um recorde de exportações de trigo no ciclo comercial 2016/2017. O Brasil segue sendo o seu principal comprador, concentrando cerca de 40% do volume total exportado

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AEROPORTO DE ILHÉUS PASSA PARA AS MÃOS DO GOVERNO ESTADUAL.

Aeroporto Jorge Amado.

O Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus (BA), foi passado ao Governo da Bahia, na tarde desta terça-feira (22). O documento que garante a delegação do aeroporto foi assinado em Brasília, pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, pelo governador Rui Costa, com a participação do vice-governador João Leão, o Senador Roberto Muniz e bancada dos deputados federais. No mesmo ato, o ministro revogou a portaria que até então atribuía a exploração do aeródromo à Infraero São estimados investimentos, por parte do futuro concessionário, de R$ 100 milhões ao longo dos 30 anos da concessão, que vai iniciar o processo de concessão do terminal à iniciativa privada. Nos cinco primeiros anos do contrato estão previstos R$ 30 milhões para ampliação do terminal de passageiros, estacionamento de veículos, restauração do pavimento da pista de pouso/decolagem, pátios, taxiways e vias de serviço e a reforma e ampliação da Seção de Combate a Incêndio. Com isso esperamos fazer os investimentos necessários para uma melhor operação do aeroporto, um sonho de toda a região de Ilhéus, favorecendo ainda mais o crescimento da Bahia.

 

O GARGALO DOS PORTOS BRASILEIROS!


Comissão de Infraestrutura debate projetos do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

Debate na Comissão.

A situação dos modais rodoviário, aeroviário, portuário, ferroviário e hidroviário no Brasil foi tema de debate em audiência pública realizada nesta terça-feira (8/8) na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal. Durante a audiência, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, detalhou a situação das ferrovias Integração Oeste-Leste (Fiol), Transnordestina, Biocêanica e também as novas concessões em blocos.

Confira aqui as apresentação do ministro.

Durante a audiência, o ministro falou dos novos projetos que serão apresentados ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e precisam ser qualificados e, posteriormente, concedidos. A próxima reunião do conselho está prevista para o fim de mês de agosto, quando serão apresentados três blocos de aeroportos, rodovia e novos terminais portuários. “A nossa proposta é fazer a concessão em bloco, diferente das rodadas anteriores, mas a definição do modelo e quais aeroportos ainda serão definidos, respeitando a saúde financeira da Infraero” pontuou Quintella.

A BR-364 entre Porto Velho (RO) e Comodoro (MT) é a única rodovia que o ministério vai encaminhar ao PPI para ser qualificada. Além disso, o governo vai enviar uma nova medida provisória para tratar da reprogramação dos contratos. O objetivo é solucionar os problemas que as empresas, principalmente da terceira rodada de concessões, estão enfrentando.

No setor portuário a proposta é apresentar novos empreendimentos para arrendamento e o ministério ainda avalia outros projetos que podem ter seus contratos renovados antecipadamente.

Para o ministro, os investimentos em infraestrutura são importantes para aumentar a eficiência e a competitividade da economia do país, integrar o território nacional, desenvolver as fronteiras agrícolas e minerais, além de gerar de empregos.

DECRETO DOS PORTOS – Já o setor portuário, com o novo marco regulatório – Decreto nº 9.048/2017 – será possível destravar as operações portuárias, ter maior segurança jurídica, previsibilidade e redução dos riscos.

“O decreto vai viabilizar investimentos da ordem de R$ 25 bilhões, recursos a serem destravados em curto e médio prazo no investimento de infraestrutura portuária brasileira. Já temos 38 pedidos para adaptação de contratos com base do decreto” destacou o ministro.

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mário Povia, disse que estuda concessões simplificadas e em menos tempo para os armazéns nos portos de Paranaguá (PR), Imbituba (SC) e Rio Grande (RS).

FERROVIAS – Em relação ao setor ferroviário, a Transnordestina deve ter a suas obras retomadas em meados de 2018. O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu o repasse de verbas para a ferrovia e está exigindo um projeto executivo, custo final da obra e equacionamento financeiro para concluir os trabalhos iniciados há mais de dez anos.

Segundo o secretário de Fomento e Parcerias do Ministério dos Transportes, Dino Antunes Dias Batista, presente na audiência, a expectativa é que a concessionária entregue até março os pedidos do TCU e a obra possa ser retomada em meados de 2018.

No caso da Fiol, haverá uma assinatura de entendimento entre as empresas brasileiras e o grupo chinês interessado na concessão desse projeto. O procedimento deve ocorrer na próxima reunião dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), em setembro.


(Fonte: Assessoria de Comunicação – Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil)

SALVAR O PORTO DE ILHÉUS, TAREFA DE TODOS NÓS!

Manifesto

Manifestação com faixas

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POR QUE O PORTO DE ILHÉUS PRECISA SER PRIVATIZADO? (06/03/2013 – MEMÓRIA)

CODEBA

CODEBA

Primeiro de tudo porque é um porto, e por isso tem que funcionar dia e noite, durante todos os dias do ano, gerando empregos, renda e divisas para Ilhéus.

Porém isso só é possível com cargas. E onde elas estão?

Por aí, sendo embarcadas e desembarcadas em outros portos, e não por aqui.

Um exemplo, a Veracel fez de um tudo para exportar pelo Porto de Ilhéus, o Governo do Estado colaborou bastante na época. Mas a CODEBA, que tem 20 anos que não investe no Porto de Ilhéus, não colaborou, como continua não investindo, querendo ver o Porto extinguir-se por inanição.

A Veracel exporta cerca de 1.300 milhões de toneladas/ano, podendo aumentar a sua produção e exportação, se acontecerem situações mais favoráveis. Ela transporta através de balsas, o seu produto até o Porto de Vitória percorrendo 368 milhas náuticas, quando até o Porto de Ilhéus seriam 40 milhas náuticas. E quando é a época da reprodução das baleias jubarte em Abrolhos, tem um desvio de mais 60 milhas até Vitória.

Portanto, volto a afirmar que o Porto tem que dragado, licitado e privatizado, para funcionar como um verdadeiro porto.

Espírito Santo terá o maior porto privado do país

Autor: Rita Bridi | rbridi@redegazeta.com.br

Superporto será em Presidente Kennedy, em área de 20 milhões de metros quadrados

O Espírito Santo vai sediar o maior porto privado do país e um dos maiores da América Latina. É o Porto Central, um superporto de águas profundas no conceito de porto indústria que será construído em Presidente Kennedy, no Litoral Sul do Estado.

O empreendimento ocupará área de 20 milhões de metros quadrados e demandará investimento da ordem de R$ 5 bilhões. O Porto Central terá como sócios o Porto de Roterdã, que será o gestor e operador do projeto, o governo do Espírito Santo, por meio de um de seus fundos e um grupo de investidores (Polimix), Fiab Participações e Nova K.

A formalização da sociedade acontecerá na próxima terça-feira, em Vitória, com a realização de evento para a assinatura da joint venture (parceria) entre o Porto de Roterdã e os demais sócios. As obras da primeira fase de implantação do complexo portuário serão iniciadas assim que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) emitir a licença prévia (LP), o que deverá ocorrer nos próximos 30 dias.

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Foto: Divulgação Porto poderá movimentar, por ano, um volume de carga que varia entre 50 e 150 milhões de toneladas

Segundo o diretor do Porto Central, Edwin Van Espen, no cronograma da primeira fase de implantação do porto está prevista a construção de berços para a movimentação de contêineres, para atendimento à indústria de petróleo e gás e a área para tancagem. A área de tancagem será utilizada pelas empresas para o armazenamento do óleo bruto que é extraído dos campos petrolíferos e depois transportado para as refinarias instaladas no Brasil e em outros países.

A área terá capacidade para a armazenagem de grande volume de óleo bruto. De acordo com outro diretor do Porto Central, José Salomão Fadlalah, a expectativa é que grande parte do óleo que será extraído dos campos do pré-sal seja exportado para a Ásia, principalmente para a China, que é um mercado promissor.

Embora o início da construção do Porto Central esteja previsto para os próximos meses, a implantação total do projeto é de longo prazo, entre oito e dez anos. Se fosse implantado de uma vez, geraria 4,5 mil empregos nas obras. :: LEIA MAIS »



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