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:: ‘Porto Sul’

A TEORIA DO ‘BODE NA SALA’.

PORTO SUL: MUDANÇA EVITA REASSENTAMENTO DE AGRICULTORES FAMILIARES

O Governo da Bahia vai oficializar uma nova mudança no formato da poligonal do projeto do Porto Sul, que será construído em Ilhéus. O assentamento Bom Gosto, um dos maiores entraves sociais do projeto, ficará fora da nova poligonal. Com isso, cerca de 70 famílias que vivem no assentamento do Incra não terão que ser reassentadas. A decisão do governo baiano já foi comunicada ao Incra e o decreto com a nova poligonal será publicado nos primeiros dias de 2012.

Com essas mudanças, os treiteiros pseudos ambientalistas, não tem mais a quem manipular. Ficaram sem som, sem imagem e sem discurso.

ESTA FORMA DE PROTESTO, SÓ PODE SER COISA DE UM CONHECIDO DEBILOIDE.

É O PORTO SUL CHEGANDO, NÃO RESTA A MENOR DÚVIDA.

Negócio de ferro

A cúpula da controladora da Bahia Mineração, a ENRC, vem a Salvador nesta segunda, para um encontro com o governador Jaques Wagner. Grande investidora mundial, a empresa explora uma mina de minério de ferro em Caetité e construirá o terminal privado do Porto Sul, em Ilhéus, que custará um bilhão de reais. Na comitiva, o principal acionista da corporação, o cazaque Alexandr Machkevitch,  Felix Vulis, o presidente mundial do grupo, além de José Francisco Viveiros, presidente da Bahia mineração no Brasil.

 

 

Governo da Bahia publica decreto com redução da poligonal do Porto Sul.

A edição deste sábado (26) do Diário Oficial do Estado da Bahia publica o decreto de redução da poligonal do Porto Sul, de 4.833 para2.268 hectares, na área denominada ‘Aritaguá’. Isto significa a retirada integral das comunidades de Lavapés, Valão e Itariri das áreas afetadas pelo empreendimento que será construído em Ilhéus, na região Sul da Bahia.

O decreto reduzirá também a área reservada para ativo ambiental de1.860 hectarespara1.703,91 hectaresem Ponta da Tulha. Esta redução será sobre a área mais antropizada, ficando mantidos pontos de maior riqueza do ponto de vista biótico. Serão beneficiados os condomínios Verdes Mares, Barra Mares e Paraíso do Atlântico, onde está concentrada a maior densidade populacional.

Segundo Eracy Lafuente, coordenador de Políticas Públicas de Infra-estrutura da Casa Civil do Governo da Bahia, dessa forma o Governo cumpre o compromisso firmado com as comunidades. Durante a Audiência Pública realizada pelo IBAMA, em 29 de outubro último, para licenciamento ambiental do empreendimento, foi protocolado documento onde o governo baiano assumia esse compromisso de publicação do decreto de redução da poligonal do Porto Sul. “Estamos efetivando o que ficou pactuado em todo o processo de interação social com as comunidades”, disse Lafuente. “A nova poligonal representa a redução dos impactos sociais e ambientais do projeto”.

PORTO SUL NA RECORD NEWS.

ESPAÇO DO LEITOR – OPÇÃO PELA MENTIRA.

A oposição ao Porto Sul transpira arrogância e falta com a verdade em grande parte de seus argumentos contra o projeto do Governo Baiano. Para completar, preenche lacunas com achismos travestidos de verdades absolutas, palpites fantasiados de postulados científicos. É a aposta na ignorância que justifica a expectativa de encontrar terreno fértil para tanta baboseira.

Para o mestre-sala dessa escola de samba sem enredo, a construção do porto é incompatível com a indústria do turismo e o soerguimento da cacauicultura. Incompatível por que, cara pálida? Se portos semelhantes convivem com o turismo em outras cidades turísticas, como em Recife-PE e Mangaratiba-RJ, por que não pode ocorrer o mesmo em São Jorge dos Ilhéus? Falta explicar também porque um complexo portuário circunscrito numa área de 2.200 hectares dizimará a secular cultura do cacau? Vai forçar a barra assim lá no raio que o parta!

Os profetas do apocalipse fazem o jogo do quanto pior melhor. “Ignoram” a redução da poligonal do porto, de 4.800 para 2.200 hectares, somente para manter o discurso de que uma área maior será utilizada pelo empreendimento. Fingem não saber que, conforme compromisso protocolado junto ao Ibama, o Governo do Estado retirou da poligonal comunidades como as do Valão e Itariri, que passam a ser entorno do projeto. O melhor, para os arautos do terror, é dizer que o porto acabará com Ilhéus, com o cacau, com o turismo, quiçá com o mundo todo.

Se o Governo da Bahia, juntamente com o Incra e de forma negociada, busca uma nova área para os pequenos agricultores da área, inclusive já havendo 12 fazendas em análise, não importa. As medidas mitigadoras para os impactos na linha costa também são insignificantes para essa turma, que faz opção por ignorar o que atenua, beneficia, favorece, para não comprometer seu projeto de filme arrasa-quarteirão.

Falar que o Porto Sul servirá apenas para o escoamento de minério é outra opção dos opositores, desconsiderando a dimensão do empreendimento e sua importância para a economia baiana como um todo. Combina mais com o roteiro da história de terror idealizada por quem nunca produziu nada para Ilhéus e agora quer posar de dono da verdade. Isto quando não tem nada a oferecer, além de mentira.

WAGNER DISCUTE EM BRASÍLIA A IMPLANTAÇÃO DO PORTO SUL.

 O diretor da Agencia Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) Pedro Brito recebeu, em Brasília, o governador da Bahia Jaques Wagner e o consultor do governo Carlos Alberto Nóbrega. O objetivo da reunião foi discutir diferentes alternativas institucionais legais para a exploração do Porto Sul, que será construído em Ilhéus. Participou também das discussões o gerente de Regulação Portuária, Fernando Fonseca.

 O porto, que contará com um terminal privado e outro público de concessão privada, escoará a produção de soja, algodão, milho e outros grãos da região oeste da Bahia e do Brasil, etanol, produtos do Vale do São Francisco, e minério – que chegarão à região pela Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a Fiol, obra do PAC.

“O Porto Sul é um empreendimento de infra-estrutura e de logística que, com a Ferrovia Oeste-Leste, dotará a Bahia de condições de competitividade com outros portos brasileiros, além de criar novos pólos de desenvolvimento no Oeste, Sudoeste e Sul do Estado”, afirma o governador Jaques Wagner.

CADÊ O ‘PÓ DE FERRO’?

Secretário de Portos abre audiência pública sobre Porto Sul

Na tarde deste sábado (29), o secretário da Indústria Naval e Portuária do Estado da Bahia, Carlos Costa, representou o governo do Estado na abertura da audiência pública sobre o empreendimento do Porto Sul em Ilhéus.

 O secretário abriu os trabalhos falando da importância desse projeto considerado economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente sustentável: “É com esse empreendimento público-privado que o Governador Jaques Wagner pretende duplicar o PIB da Bahia e colher todos os saldos positivos que isto proporcionará”.

 O evento, realizado pelo IBAMA, contou com a presença de mais de três mil pessoas representadas por integrantes das comunidades que estão na área de influência do empreendimento.

 A audiência aconteceu no Centro de Convenções da cidade cacaueira e teve o objetivo de apresentar e discutir junto a todos os setores da sociedade e interessados, o conteúdo do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do empreendimento Porto Sul.

Audiência pública mostra projeto do Porto Sul.

Foto Zé Nazal

 O Ibama realiza neste sábado, dia 29, à partir das 14 horas, no Centro de Convenções de Ilhéus a Audiência Pública para a apresentação e discussão do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental, projeto do Governo da Bahia, com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento, e da iniciativa privada. A audiência é aberta a todos os segmentos da sociedade organizada, que terão a oportunidade de sanar dúvidas sobre o projeto.

A partir do momento em que o Ibama recebeu o EIA/RIMA e definiu a data da audiência pública, o Goveno da Bahia, realizou cerca de quarenta encontros em Ilhéus e cidades da região, para a apresentação do EIA/Rima. Todas as localidades na área de influência do projeto foram visitadas e também aconteceram encontros com dirigentes de associações de moradores, sindicalistas, profissionais de comunicação, portuários, comerciários, bancários, agricultores familiares, pescadores, marisqueiras, etc.

O relatório também foi debatido em encontros realizados em Itacaré, Uruçuca, Coaraci, Itajuipe e Barro Preto e na Associação dos Municípios do Sul, Sudoeste e Extremo Sul da  Bahia (Amurc), com a presença de prefeitos, vereadores e da comunidade. Além disso, cópias do EIA/RIMA foram disponibilizados em prefeituras, câmaras de vereadores, escolas, associações comunitárias e na internet. “Nosso objetivo é dar  o máximo de transparência ao processo de implantação do Porto Sul, mostrando para a população todos os pontos do projeto e abrindo espaço para discussões e sugestões”, afirma o assessor da Casa Civil, Eracy Lafuentes.

TRANSPARÊNCIA E DESENVOLVIMENTO

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PORTO SUL – AUDIÊNCIA PÚBLICA DIA 29 DE OUTUBRO, NO CENTRO DE CONVENÇÕES DE ILHÉUS..

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CONHECENDO O PORTO SUL

O Porto Sul é um empreendimento do Governo do Estado da Bahia que pretende criar um novo horizonte para o desenvolvimento socioeconômico de todo o Estado. Com um investimento de R$ 2,6 bilhões e a geração de 2,5 mil empregos diretos e indiretos, o Porto Sul será construído em Ilhéus, no litoral sul baiano, com a seguinte estrutura:

• Porto Público (PP) – Constituído por terminais para armazenamento e movimentação de cargas diversas, edificações administrativas e operacionais (área de 179,75 ha)

• Zona de Apoio Logístico (ZAL) – Área onde estarão os pátios de armazenamento de cargas e minério (área de 1.182,85 ha)

• Área de Proteção Ambiental (APA) – Região destinada à proteção da diversidade biológica e à sustentabilidade do uso dos recursos naturais (área de 1.800 ha)

• Terminal de Uso Privativo (TUP) para exportação de minério – Destinado à exportação de minério de ferro da Bahia Mineração (Bamin)

SECRETÁRIO DE PORTOS SE ENCONTRA COM PROMOTORES EM ILHÉUS.

O secretário da Indústria Naval e Portuária do Estado da Bahia, Carlos Costa, participou de reunião na tarde desta quinta-feira (27) com os promotores públicos da cidade de Ilhéus.

O encontro foi marcado pela apresentação do projeto do Porto Sul, onde foi enfatizado pelo secretário Costa a questão da geração de empregos que o empreendimento em si irá proporcionar, bem como a Ferrovia Oeste-Leste (FIOL). Esta última irá gerar um substancial número de empregos ao longo das 32 cidades que margeiam a ferrovia e os pólos industriais de algumas desses locais.

Ainda durante o encontro, representantes da Casa Civil e da Hydros, apresentaram o Relatório de Impactos Ambientais (EIA RIMA), aos magistrados presentes, representantes da promotoria de justiça, ambiental e da procuradoria da região do Cacau.

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