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:: ‘Porto Sul’

ASSIM NÃO É O QUE PARECE – BLOGOSFERA E IMPRENSA.

ILHÉUS PODERÁ TER MAIS UM PORTO NO LITORAL NORTE.

Destaques da sessão plenária de 11 de novembro

Confira o que foi debatido nesta quarta-feira (11) pelo Plenário do TCU
Por Secom TCU
12/11/2020

Imagem ilustrativa

TCU determina ajustes para a licitação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste

O Tribunal de Contas da União (TCU) está acompanhando, sob a relatoria do ministro Aroldo Cedraz, o processo de desestatização de trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O TCU analisou, nesta quarta-feira (11), os estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira e ambiental destinados a subsidiar a concessão do Trecho I, entre Caetité (BA) e Ilhéus (BA).

O Tribunal decidiu dar ciência à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de que foram encontradas inconsistências e irregularidades nos estudos apresentados. Tais falhas devem ser saneadas previamente à publicação do edital licitatório.

A Corte de Contas determinou ao Ministério da Infraestrutura que estabeleça “arranjo que proveja meios jurídicos que permitam à futura subconcessionária, caso almeje, implementar as estruturas necessárias para o funcionamento e operacionalização do terminal portuário de escoamento de forma independente dos demais terminais de uso privado (TUPs) do Complexo Porto Sul, de modo a assegurar igualdade de condições a todos os concorrentes”, explicou o ministro-relator Aroldo Cedraz.

O TCU também determinou à ANTT que se abstenha de publicar o edital de licitação sem que sejam excluídas as contas contábeis referentes a custos de operações acessórias na base de cálculo dos custos variáveis, considerando a duplicidade da contabilização de tais custos na modelagem da subconcessão da Fiol.

Serviço

Secom

Atendimento ao cidadão – e-mail: ouvidoria@tcu.gov.br

Atendimento à imprensa – e-mail: imprensa@tcu.gov.br

 

DANDO NOME AOS BOIS NO COMPLEXO LOGÍSTICO PORTO SUL ===>>> 17/09/2019

Desde o início da formatação do Complexo Logístico, que viria a ser denominado popularmente PORTO SUL.

Duas instituições (ONGs) se posicionaram frontalmente conta o Projeto. A Ação Ilhéus, depois transformada (sic) em Instituto Nossa Ilhéus, comandada pela sua Presidenta Maria do Socorro Mendonça, e a Floresta Viva, pelo seu presidente Ruy Rocha.

Hoje eles fazem parte do Condema, e junto com alguns rotundos integrantes, não fazem mais abertas oposições ao empreendimento.

Aproveitando da aparente trégua, o staff da Prefeitura de Ilhéus, fazendo ‘cara de paisagem’, tenta pongar no empreendimento, que nem de perto ou de longe, passa pela esfera municipal.

Passeata Vem Porto Sul será realizada nesta sexta-feira

 

OBRAS DO PORTO SUL JÁ INICIADAS

Obras da nova ponte do Porto Sul.

Boa Notícia.

Até que enfim a nova matriz econômica para todo o Sul da Bahia tá sendo construída.

PONGA PONGA NO PORTO SUL

O Porto Sul já era para estar pronto há muito tempo.

Porém interferências de Ongs pseudo ambientalista, tais como (Ação Ilhéus) Instituto Nossa Ilhéus, Instituto Floresta Viva, e outras mais. Manobravam contra o Porto Sul

Além da tibieza do Governo do Estado, em não tomar atitudes mais proativas para finalização do projeto.

Temos farta documentação sobre o assunto.

Agora posam de benfeitores do Porto Sul, manobra meramente oportunista.

Ministério da Infraestrutura e Valec percorrem obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o secretário Executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e o diretor-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, visitaram hoje (18) as obras do lote 7 da ferrovia de Integração Oeste- Leste (Fiol), no oeste da Bahia.  Acompanhada por técnicos da Valec e do MInfra, a comitiva irá percorrer, em visita técnica, os trechos da construção da ferrovia nas proximidades do município de São Desidério.

Tarcísio Freitas e André Kuhn

Quando concluída, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em Fiol 1 (Ilhéus/ Caetité) e Fiol 2 (Caetité/ Barreiras). A etapa em construção, Fiol 2, tem 485,4 km de extensão e conta com um investimento de R$ 3 bilhões. A obra é executada pela Valec, empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura.  A ferrovia irá reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.

Tarcísio Freitas, André Kuhn, Marcelo Sampaio e equipe do Ministério da Infraestrutura

Durante entrevista coletiva concedida ao chegar em Barreiras/BA, Freitas falou sobre os planos de realizar o leilão para a subconcessão da Fiol 1 ainda este ano. Sobre as obras da Fiol 2, destacou que “a ferrovia de Integração Oeste-Leste é prioridade para o Governo do presidente Jair Bolsonaro, inclusive para utilização dos recursos do ProBrasil. Além do uso dos equipamentos de proteção individuais habituais, reforçamos os cuidados com transporte, uso de máscaras, higienização dos refeitórios, a fim de garantir a segurança dos trabalhadores para que as obras de infraestrutura não parem durante esta pandemia.

Planejamos trazer o Exército para atuar junto à Valec e dar um impulso às obras da Fiol, a fim de finalizá-la até 2022.”Ao longo do dia, a comitiva visitou a fábrica de dormentes, que são peças de concreto sobre as quais os trilhos são fixados, e inspecionou trechos prontos da ferrovia a bordo de um auto de linha. A respeito do trecho visitado, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, afirmou que “a obra está sendo muito bem executada, há um controle de qualidade que deve ser destacado. Vamos trabalhar para que a obra continue nesse ritmo, de tal forma que possamos entregar o empreendimento à sociedade da melhor forma possível”.O diretor-presidente da Valec, juntamente com as equipes técnicas da estatal e da secretaria Nacional de Transportes Terrestres do MInfra continuarão a visita às obras da Fiol até a próxima quarta-feira.


Texto: Ana Caichiolo
Imagens:Aescom/MInfra

BAMIN integra mutirões de limpeza das praias da região de Ilhéus

Fotos: crédito/Divulgação

A BAMIN reconhece a importância do litoral nordestino e acredita que as iniciativas de preservação e cuidados com a natureza são fundamentais hoje e no futuro. Por isso, a Companhia se solidariza com às comunidades nordestinas, sobretudo na região do litoral da Bahia, onde vem atuando junto aos órgãos públicos, para prestar assistência na limpeza das praias atingidas pelas manchas de óleo.
Desde os primeiros indícios de aparecimento do óleo, a BAMIN tem estado à disposição das comunidades e atua auxiliando na mobilização dos voluntários para os mutirões de limpeza e na disponibilização de um trator e caçamba para a retirada do óleo recolhido.
Outra ação importante é o apoio da equipe do Programa de Monitoramento Pesqueiro, que atua como “fiscais” de 17 pontos da praia. Estes monitores fiscalizam as praias e enviam diariamente fotos dos locais para os órgãos públicos competentes, contribuindo com informações sobre o óleo e também com os trabalhos de limpeza.
Também como ação emergencial, a BAMIN disponibilizou para os técnicos do IBAMA e da UESC o espaço do CETRAS – Centro de Atendimento de Animal Silvestres, que fica instalado no Caps – Centro Ambiental Porto Sul, que futuramente será usado pelo Porto Sul. O local receberá animais encontrados nas áreas atingidas pelo óleo e serão cuidados pelos técnicos do IBAMA. O Centro também ganhou grandes tanques para armazenar água e para receber animais como tartarugas marinhas.
Além destas ações, nesta quinta-feira (31), a BAMIN entregou à prefeitura de Ilhéus Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), carrinhos de mão, pás, luvas, botas, rastelos e baldes para uso dos voluntários e equipe de trabalho na limpeza das praias.

Fotos: crédito/Divulgação

Assessoria de Imprensa – BAMIN
Darana RP
Cândida Silva
(71)99239-3230
(71)3342-3373

ILHÉUS FAZ PARTE DOS PORTOS DO ARCO NORTE.

https://portogente.com.br/noticias/dia-a-dia/108887-o-futuro-portuario-com-o-arco-norte?utm_campaign=16092019&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

 

A ÁGUIA NÃO VOA EM BANDOS. ===>>> 25/05/2019

Curioso em saber o comportamento do Prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, com a desenvoltura de elementos perniciosos ao desenvolvimento do município no sentido macro?

Elementos que perambulam próximos ao seu governo, eminentemente contrários ao Porto Sul, até patrocinando pajelanças e homiziados no Condema.

 

A POPULAÇÃO DE ILHÉUS JÁ DISSE ‘SIM’ AO PORTO SUL!

Mega passeata em 06/12/2013

Projeto da Bamin viabiliza Fiol e Porto Sul

Eduardo Ledsham, presidente da Bamin (Foto: Divulgação)

 Entrevista: Eduardo Ledsham

Se a implantação da Bamin-Bahia Mineração fosse comparado a uma viagem, estaríamos naquele momento em que, ainda na estrada, já se vislumbra o destino final. A mina da empresa, em Caetité, está pronta. O Porto Sul, em Ilhéus, por onde serão escoadas 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, já possui todas as suas licenças. E o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que vai ligar os dois pontos, está 80% concluída. O presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, já projeta até o primeiro embarque, em agosto de 2023.

Quem é

Eduardo Ledsham   esteve à frente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), ligado ao Ministério de Minas e Energia, de agosto de 2016 a agosto de 2017. Entre 2012 a 2015 esteve como CEO da B&A Mineração. Foi também Diretor Global de Exploração e Desenvolvimento de Projetos Minerais e Diretor Global de Energia, Fertilizantes, Exploração, Desenvolvimento e Implantação de Projetos na Vale, onde atuou por 26 anos. É formado em Geologia pela  Universidade Federal de Minas Gerais.

Qual é a situação do projeto da Bamin em Caetité?

A Bamin investiu nos últimos nove anos e alcançou um projeto que está pronto para ser  implementado. Nós temos todas as licenças necessárias para a operação, tanto da mina, quanto do Porto Sul. O nosso caminho crítico sempre foi esperar a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), que já está se tornando uma realidade. O governo federal espera colocar em leilão no primeiro semestre de 2020.  Nossa expectativa é realizar o primeiro embarque em agosto de 2023.

A produção comercial da Bamin é suficiente para viabilizar esses dois projetos de infraestrutura? :: LEIA MAIS »

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