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:: ‘Políticas’

Chapa histórica.

Chapa com Aécio 2

A oposição baiana apresentou hoje de manhã (14) a chapa majoritária para as eleições de 2014 durante um evento bastante concorrido no Hotel Sheraton, em Salvador. Os pré-candidatos Geddel Vieira Lima, ao Senado da República, Paulo Souto, a governador da Bahia, e Joaci Góes, a vice, foram recepcionados pelos prefeitos de Salvador, ACM Neto, e de Feira de Santana, Zé Ronaldo, sendo recebidos por centenas de pessoas, entre autoridades, lideranças políticas, correligionários e a população da capital e do interior do Estado, que fizeram questão de prestigiar e revelar o seu apoio à chapa mais forte da história da Bahia. O presidenciável Aécio Neves também compareceu ao evento, onde recebeu o carinho de todos, e levou o seu apoio a Geddel e aos demais candidatos.

O líder peemedebista falou sobre a sua decisão em compor a chapa como um ato em prol da unidade da oposição. “Durante momentos de reflexão resolvi seguir os ensinamentos do meu pai, Afrísio Vieira Lima, que me disse: olha pra frente e segue”, disse Geddel, emocionado e honrado em se tornar a voz da Bahia no Brasil no Senado com o apoio da população e dos aliados do DEM e PSDB para encarar essa nova caminhada, onde pretende ajudar a Bahia a reverter os problemas que enfrenta nas áreas de saúde, educação e segurança pública, por exemplo. “Conto com vocês e digo que com honra, orgulho e convicção eu sou o candidato ao Senado e quero que vocês me deem a oportunidade de ser a voz da Bahia no Brasil, para que esta terra e o semiárido baiano voltem a ser ouvidos”, enfatizou.

O senador Aécio Neves, pré-candidato à presidência da República, assim como Paulo Souto e Joaci Góes, os prefeitos ACM Neto e Zé Ronaldo, bem como o presidente do DEM, Paulo Azi, fizeram questão de enaltecer em seus discursos a atitude de Geddel pelo seu desprendimento em viabilizar uma chapa única da oposição para construir a Bahia do futuro. “Sou um homem contemporâneo, quero ajudar a fazer uma Bahia melhor para nossos filhos”, explicou o presidente do PMDB da Bahia. 

O CAMPO ELEITORAL ESTÁ QUASE FORMADO!

estrela-ranzinza

Na Bahia o campo eleitoral para as chapas majoritárias já está praticamente formado.

Vamos aguardar a primeira pesquisa oficial e registrada, para sabermos se a rejeição ao PT, que anda na boca do povo e espraia-se por todo o País, tem reflexos também na Bahia.

ACI VAI SER O COMITÊ ELEITORAL DE GERALDO SIMÕES.

 A ACI – Associação Comercial de Ilhéus, dá fortes indícios de que será o comitê eleitoral da campanha  para reeleição do deputado federal Geraldo Simões.

Também, de uma Associação morta, que chegou a premiar Newton Lima por serviços relevantes prestados a Ilhéus, pode se esperar tudo, inclusive nada…

Foto: site Ilhéus 24 Horas.

Foto: site Ilhéus 24 Horas.

ACORDA LULA, VOCÊ NÃO ENGANA A MAIS NINGUÉM!

Lula critica “omissão” e cobra ofensiva do governo e do PT por Petrobras

Ex-presidente diz que partido não pode repetir erros que cometeu no mensalão. “Essa CPI deixou marcas profundas nas entranhas do PT. Se tivesse feito o debate político, e não esperasse a solução jurídica, a história seria outra”

POR EDSON SARDINHA | 08/04/2014 11:42

O ex-presidente Lula cobrou do governo e do PT reação mais intensa às denúncias que envolvem a Petrobras. Em entrevista a um grupo de blogueiros, em São Paulo, Lula disse que os petistas não podem repetir os mesmos erros que cometeram na CPI dos Correios, que investigou o mensalão, em 2005. Na ocasião, segundo o ex-presidente, o partido perdeu-se em disputas internas e não se uniu para enfrentar a disputa política com a oposição.

 

“O governo tem de ir para a ofensiva e debater esse assunto com muita força. A gente não pode ficar permitindo que, por omissão nossa, as mentiras continuem prevalecendo. Temos de defender com unhas e dentes aquilo que achamos que é verdadeiro, os fatos concretos”, declarou.

O ex-presidente fez uma comparação entre o atual momento e o da maior crise de seu governo, quando o Congresso apurou as denúncias do mensalão. Para ele, o PT precisa demonstrar agora que aprendeu como passado. “Espero que o PT tenha aprendido a lição do que significou a CPI do Mensalão. Essa CPI deixou marcas profundas nas entranhas do PT. Se tivesse feito o debate político, e não esperasse a solução jurídica, a história seria outra”, afirmou.

Marca nas costas  :: LEIA MAIS »

QUEREM TERMINAR DE AFUNDAR O BRASIL, E TEM GENTE GOSTANDO…..

Com Souto definido, ACM Neto admite: ‘É preciso assumir uma posição’; chapa sai até terça.

por Evilásio Júnior/ Marília Moreira

Com Souto definido, ACM Neto admite: 'É preciso assumir uma posição'; chapa sai até terçaFoto: Max Haack / Agecom | Max Haack/ Ag. Haack/ BN

O prefeito ACM Neto (DEM), que coordena o processo de escolha do candidato antipetista, evitou falar em nomes, mas confirmou ao Bahia Notícias que poderá anunciar a chapa das oposições nesta sexta-feira (4) ou adiar “por pouquíssimos dias”, caso haja solicitação das siglas que o apoiam. Alijado da cabeça da coligação, já que Paulo Souto está definido como postulante a governador, o presidente estadual do PMDB Geddel Vieira Lima aguarda o resultado de pesquisas para definir se irá ou não compor o grupo, preferencialmente como aspirante ao Senado. “Se houver por parte dos partidos envolvidos nesse processo uma sinalização, com mais alguns poucos dias, pouquíssimos dias, é possível construir um caminho diferente do que temos até amanhã [sexta]. Para mim, essa situação já chegou no limite. É preciso ter uma solução, é preciso assumir uma posição sobre esse assunto, mas se for preciso ganhar mais alguns poucos dias, isso terá que vir de uma manifestação dos partidos. Se os partidos disserem ‘não, é importante mais três, quatro, cinco dias’, eu não tenho problema. Quem já conduziu esse processo até aqui, nos últimos meses, com conversas quase diárias, não vai morrer por conta de três, quatros dias a mais ou a menos”, avaliou, em entrevista exclusiva ao BN.

O democrata revelou que manterá diálogo com os representantes das legendas nestas quinta (3) e sexta para afinar detalhes da composição. “Não há decisão tomada, isso é fato. No entanto, óbvio, eu já estou preparado para, depois de conversas que vão acontecer ainda hoje, e ao longo do dia de amanhã, tomar uma posição”, declarou. Correligionário de Souto, Neto não negou a escolha do aliado, mas preferiu não falar em predileção. “Eu não vou manifestar preferência. As pessoas vão saber qual é a minha posição no momento certo. Poderá ser amanhã ou, se por acaso até o fim do dia de amanhã os partidos pedirem mais algum tempo, eu posso considerar esse pedido”, admitiu. Informações do Palácio Thomé de Souza dão conta de que a data-limite é o dia 8 de abril, próxima terça-feira, quando é aguardada a realização de uma entrevista coletiva para falar de eleições. Pelo que se desenhou nesta quarta (2), no cenário sem Geddel, a chapa teria Paulo Souto (governador), João Gualberto, do PSDB (vice), e Célia Sacramento, pelo PV (senadora). Caso o peemedebista resolva ingressar, ele terá a preferência de escolher a posição e os verdes deixam a majoritária.

Dilma nomeia ministro aquele que Lula acusou de contratar um “bando de aloprados”.

Berzoini é um dos principais envolvidos na compra, em 2006, do dossiê tucano que pretendia prejudicar José Serra, concorrente ao governo de São Paulo com Aloízio Mercadante.

ricardo berzoini Dilma nomeia ministro aquele que Lula acusou de contratar um bando de aloprados

Recentemente, em meio à sua reforma ministerial, a presidente Dilma Rousseff nomeou o deputado Ricardo Berzoini ministro da Secretaria de Relações Institucionais. Seu primeiro trabalho será montar a estratégia do governo contra a CPI da Petrobras.

O encontro contará com a ministra demissionária da SRI, Ideli Salvatti, e parlamentares no Palácio do Planalto. Humberto Costa disse que a estratégia inicial do governo é tentar trabalhar pela retirada das assinaturas e impedir a instalação da Comissão Parlamentar no Senado. No momento, o requerimento tem 29 assinaturas, duas a mais que o necessário.

Berzoini é um dos principais envolvidos na compra, em 2006, do dossiê tucano que pretendia prejudicar José Serra, concorrente ao governo de São Paulo com Aloízio Mercadante. Na ocasião, o então presidente Lula culpou o atual ministro por contratar um “bando de aloprados” para a campanha paulista.

Em entrevista a três rádios populares, Lula buscou se afastar ainda mais do dossiê. “Você escolhe um companheiro para determinada função, no caso do pessoal que cuidava da “pseudo-inteligência” da minha campanha nem fui eu que escolhi, quem escolheu foi o presidente do partido [Ricardo Berzoini], que era o coordenador da campanha eleitoral.”

Ironicamente, sua primeira missão como ministro é justo a de abafar um escândalo político, tentando inutilizar a CPI da Petrobras. Não sendo possível, tentarão atingir seus opositores de forma a arrefecer a ação deles:

Os parlamentares também vão discutir no Planalto se vão propor a ampliação do escopo da CPI a fim de investigar gestões do PSDB de Aécio Neves e do PSB de Eduardo Campos, dois pré-candidatos à Presidência da República. Humberto Costa disse que, por conta do tamanho da bancada, o PT teria o direito de comandar um dos dois principais cargos da CPI, mas que isso não significa blindar as investigações.

A Petrobras foi indiretamente a maior responsável pela reeleição de Lula naquele barulhento 2006. Sem qualquer receio do jogo baixo, o PT abusou da inexplicável fobia que a população brasileira tinha/tem de privatizações. A estatal, então, se tornou o símbolo máximo dessa luta à qual se propunha o partido. Oito anos depois, está o mesmo PT buscando de todas as formas possíveis abafar qualquer forma de vir a público o que sua administração andou fazendo desde então. Mas o principal já se sabe: as estatais nacionais perderam 262 bilhões de reais em valor de mercado sob o comando de Dilma.

Aumentam as pressões sobre testemunhas e Judiciário para livrar o assessor pedófilo de Gleisi

eduardo_gaievski_20Contagem regressiva – Está chegando a hora da verdade para o pedófilo Eduardo Gaievski, o ex-prefeito de Realeza que a senadora Gleisi Hoffmann (PT), então ministra chefe da Casa Civil, levou para Brasília para assessorá-la e comandar as políticas do governo federal crianças e adolescentes.

Quando Gaievski foi levado à capital dos brasileiros na condição de assessor especial da Casa Civil, muitos já sabiam que o petista era um pedófilo perigosíssimo e estava sob investigação do Ministério Público do Paraná pela prática de 27 estupros de menores, 17 contra vulneráveis (menores de 14 anos). Gaievski está preso desde agosto de 2013 e a sentença pela primeira leva de crimes (durante sua prisão surgiram muitas outras meninas e testemunhas de seus crimes, gerando novos processos) está para sair.

Às vésperas da sentença, que deve ser proferida em abril, multiplicam-se as pressões do PT sobre as testemunhas e sobre o Judiciário paranaense. A máquina do PT vem agindo de forma pesado na tentativa de livrar o pedófilo, que por diversas vezes ameaçou contar o que sabe sobre o modus operandi do partido e os bastidores da Casa Civil.

O petista Gaievski foi prefeito de Realeza por dois mandatos consecutivos e sabe tudo sobre como é operado o caixa dois do Partido dos Trabalhadores. Gleisi Hoffmann, que levou o pedófilo para trabalhar ao lado da presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, teme que o escândalo seja reativado com a sentença, o que prejudicaria sobremaneira o seu combalido projeto político de se instalar no Palácio Iguaçu a partir de janeiro de 2015.

O escândalo do pedófilo da Casa Civil foi agravado pelo fato de que seus crimes estavam sob investigação do Ministério Público há três anos quando Gleisi o levou a Brasília. Seu prontuário era acessível pela internet e, mesmo assim, passou pelos controles da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que investiga o currículo de todos os são indicados para trabalhar próximos à presidente da República. A suspeita é de que a ficha de Gaievski foi devidamente pesquisada e analisada, mas alguém acabou se responsabilizando pessoalmente pelo pedófilo.

PROFESSORA CARMELITA NÃO DEVERÁ SER CANDIDATA.

Passando por sérios problema financeiros, o PT de Ilhéus está falido e passado o recibo.

Por conta disso, além dos problemas com a Justiça Eleitoral que a ex-candidata a Prefeita tem, decorrente do pleito passado, pesadas multas ainda não foram pagas, o que decerto impediriam o registro de sua candidatura.

PT-Ilhéus

 

Coluna A Tarde: Redemoinho de Dificuldades.

por Samuel Celestino

Coluna A Tarde: Redemoinho de Dificuldades

 A presidente Dilma Rousseff irá lembrar-se com amargura deste mês de março que amanhã se vai. Errou como nunca e, por isso, está a pagar um grave preço. Os erros, a bem da verdade, não são de agora. Vem de há muito refletindo na política econômica, na queda seguida do Produto Interno Bruto (PIB), em programas sociais, nos gastos excessivos do governo, vendo a inflação transformar-se num fantasma. Enfim, ela perdeu a coroa de boa gestora. No setor político vem errando desde o início do governo.

 

     A princípio, a presidente fez, no primeiro ano, uma limpa no ministério, afastando alguns ministros que teriam praticado “malfeitos”, mas isso ficou lá atrás. Os ganhos que conseguiu com as medidas se diluíram ao longo do tempo. Depois, para compensar o não saber, usou o caminho fácil, mas lodoso, ao praticar o fisiologismo para agradar a sua base de apoio congressual, que logo notou que, não sendo ela do ramo, também não poderia impor as suas vontades. Mais do que isso: ao tempo em que usou o toma-lá-dá-cá, tratou os parlamentares com desprezo e sem o diálogo necessário que deve acontecer entre o Executivo e o Legislativo.   :: LEIA MAIS »

NOVAS NUANCES DA POLÍTICA ILHEENSE.

Sempre soube que existiam, oposição e situação.

Muro dos não atendidos, para mim é novidade.

O muro das lamentações fica em Jerusalém….

E agora? Como faço pra sair dessa?

E agora? Como faço pra sair dessa?

O fim da ilusão de uma eleição fácil.

Joao_Bosco_Rabello

A crise da Petrobrás, já com CPI encaminhada, e a queda significativa de 43% para 36% na aprovação de governo, confirmam a avaliação, mais de uma vez feita neste espaço, de que a reeleição não será uma cruzada fácil para a presidente Dilma Rousseff.

Mais que difícil, é empreitada de risco que o governo negligenciou ao interpretar a aparente indiferença do eleitor com a sucessão de notícias negativas, como um sinal irreversível de vitória antecipada. A ponto de começar a acreditar que poderia mesmo vencer no primeiro turno.

A atitude de vencedor faz parte da alegoria eleitoral, mas apenas isso. Levá-la a sério a ponto de descuidar do exercício político e da gestão, como ficou patente na condução do movimento rebelde de sua base e no intervencionismo explícito no setor elétrico, podem ter condenado o governo a uma eleição das mais duras.

A falta de empolgação do eleitor, que parecia alheio às críticas e denúncias – algumas gravíssimas – da oposição, produziu um efeito hipnótico no governo que passou a se sentir blindado, à prova de bala, com a presidente dando as cartas,  indiferente a tudo e a todos, numa gestão personalista, como se ainda estivesse no topo das pesquisas.

Foi uma ilusão causada pelo debate eleitoral antecipado, como arrisca o cientista político Leonardo Barreto, colaborador do Broadcast Político. O debate começou mais cedo, de maneira informal, e parecia não sensibilizar a população, que não pôs a eleição ainda na pauta.

Mas as narrativas dos candidatos, centradas na desconstrução da imagem de gestora da presidente Dilma Rousseff, parecem começar a fazer efeito, embaladas pela sucessão de fatos negativos – dos apagões negados como crise, à corrupção na Petrobrás, símbolo nacional e um dos carros-chefes da campanha petista.

A mesma Petrobrás, decisiva nas vitórias eleitorais do PT nos últimos 10 anos, em que o partido acusava seu principal adversário, o PSDB, de querer entregar ao estrangeiro, ao traduzir privatização como um processo banal de venda de patrimônio público.

A CPI da Petrobrás parece irreversível, ou pelo menos o governo parece não ter mais esperanças de inviabilizá-la. Não há dúvida de que instalada produzirá um grande estrago eleitoral, por mais que se diga o contrário para atenuar seus efeitos.

Tanto assim que o governo se empenhou em evitá-la, passando a tratar a antes indigesta investigação formal do caso Pasadena, como um bálsamo. Da resistência às convocações de ministros, passou a estimulá-las para dar uma aparente eficiência à investigação, o que tornaria dispensável a CPI – ou a identificaria tão somente como uma jogada eleitoral da oposição.

A rigor, todo movimento no tabuleiro do xadrez político visa a um efeito eleitoral, em qualquer tempo. Em ano de eleição, de forma mais clara.

Não se trata, portanto, de nenhuma ilegitimidade a instalação de uma CPI, sobretudo quando se aplica ao caso – a apuração de corrupção grave no âmbito da mais importante empresa nacional, com foco em operação conhecida dentro e fora do país – e reconhecida também internacionalmente como uma maracutaia bilionária.

O caso é outro: o governo deu causa à oposição, ao produzir uma denúncia contra uma diretoria da Petrobrás, materializada por ninguém menos que a presidente da República, a principal interessada na reeleição, que se declarou enganada por funcionários da empresa, o que configura fraude. O resto é consequência, inclusive a CPI.

contador free

nao basta

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