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:: ‘Políticas’

Acorda, jornalista!

“Conselhos de participação social” em debate 

FERNÃO LARA MESQUITA

Acorda, jornalista!fernão

Manchetes sobre o golpe de 1964 se sucedem, mas para o de 2014 o destaque é próximo de zero. Nenhum critério jornalístico justifica isso

Um golpe contra a democracia está em curso desde o último dia 26 de maio e a circunstância que o torna mais ameaçador do que nunca antes na história deste país é a atitude de avestruz que a imprensa tem mantido, deixando de alertar a população para a gravidade dessa agressão.

O decreto nº 8.243, assinado por Dilma Rousseff, que cria um “Sistema Nacional de Participação Social”, começa por decidir por todos nós que “sociedade civil” deixa de ser o conjunto dos brasileiros e seus representantes eleitos por voto secreto, segundo padrão universalmente consagrado de aferição da legitimidade desse processo, e passa a ser um grupo indefinido de “movimentos sociais” que ninguém elegeu e que cabe ao secretário-geral da Presidência, e a ninguém mais, convocar para examinar ou propor qualquer lei, política ou instituição existente ou que vier a ser criada daqui por diante em todas as instâncias e entes de governo, diretas e indiretas, o que afeta também os governos estaduais e municipais hoje na oposição.

Apesar da violência desse enunciado, a maioria dos jornais e televisões do país nem sequer registrou o fato. E mesmo os que entraram no assunto depois vêm diluindo o tema no noticiário como se não houvesse nada com que seus leitores devessem se preocupar. Prossegue a sucessão de manchetes em torno do golpe de 1964, mas para o de 2014 o destaque é próximo de zero. Nenhum critério jornalístico justifica isso.

Esse decreto é, na verdade, um excerto do Terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que o PT já tentou impor antes ao país também por decreto –nas vésperas do Natal de 2009, no apagar das luzes do governo Lula–, mas que, graças à forte reação da imprensa e consequente mobilização da opinião pública, foi obrigado a abortar.

O PNDH-3 contém 521 propostas que, além da revogação da Lei de Anistia, que passou “no tapa” depois que a imprensa comprou a ideia do governo de que a prioridade nacional é voltar 50 anos para trás e não correr 50 anos para a frente, institui “comissões de direitos humanos” nos Legislativos para fazer uma triagem prévia das matérias que eles poderão ou não processar; impõe a censura à imprensa; obriga a um processo de “reeducação” todos os professores do país; veda ao Judiciário dar sentenças de reintegração de posse de propriedades “rurais ou urbanas” invadidas, prerrogativa que se torna exclusiva dos “movimentos sociais”; desmonta as polícias estaduais para criar uma central única de comando de todas as polícias do país, e vai por aí afora.

Ciente de que tal amontoado de brutalidades jamais será aprovado pelo Legislativo, o PT está tratando de fazer com esse Poder o mesmo que fez com o Judiciário. Os juízes não dão as sentenças que queremos? Substituam-se os juízes por juízes “amigos”. Um Legislativo eleito pelo conjunto dos brasileiros jamais transformará essas 521 propostas em lei? Substituam-se os legisladores por “movimentos sociais” amestrados sob a tutela da Presidência da República…

O argumento de que esse é o jeito de forçar o Congresso a reformas não é honesto. Para forçar reformas que o povo deseje, existem instrumentos consagrados tais como o do voto distrital com recall, que arma as mãos de todos os eleitores para demitir na hora os representantes que resistirem ou agirem contra a sua vontade. Este tipo de participação, sim, opera milagres estritamente dentro dos limites da democracia. Substituir os representantes eleitos por “representantes” que ninguém elegeu tem outro nome: chama-se golpe.

Depois da rendição do Judiciário com a renúncia de Joaquim Barbosa, só sobra a imprensa. E os feriados da Copa farão com que só haja pouco mais de meia dúzia de sessões legislativas completas em junho e julho somados. Depois é véspera de eleição. É bom, portanto, que ela desperte já dessa letargia, pois não haverá segunda chance: está escrito no PNDH-3 que a imprensa é a próxima instituição nacional a ser desmontada.

FERNÃO LARA MESQUITA é jornalista, autor do blog www.vespeiro.com

MUITAS SURPRESAS PODEM ACONTECER, ATÉ AS CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS NA BAHIA.

marceloniloat(2)

Notícias chegadas do ‘front’, dão conta que o namoro entre o presidente da ALBA, Deputado Estadual Marcelino Nilo(PDT), que ainda não ‘entronchou’, a bola nas costas, o um a zero que levou do PT (esperado), na escolha da chapa majoritária.

O namoro com a oposição já está quase virando noivado, faltando a troca de alianças.Logo-PDT

Ele (Marcelo), não quer ver seu boné voando, ou sua viola em cacos.

Vai cuidar de sua reeleição a Deputado Estadual…

MAUS-TRATOS DE DILMA PODEM VIRAR ATRAÇÃO NA TV.

MAUS-TRATOS DE DILMA PODEM VIRAR ATRAÇÃO NA TV

MAUS-TRATOS DA PRESIDENTE DILMA PODEM VIRAR ATRAÇÃO NA TV NA ELEIÇÃO

Publicado: 8 de junho de 2014 às 0:07 – Atualizado às 0:19
Por: 

DiscriÁ„o È a t·tica dos prÈ-candidatos

A oposição trabalha para levar à TV, na campanha, testemunhos de funcionários dos palácios do Planalto e da Alvorada supostamente ofendidos pela presidenta Dilma. Como o caso da camareira que teria tomado uma bordoada, após pegar um colar diferente do solicitado pela patroa temperamental. Ou os médicos e militares, ajudantes de ordem, que, maltratados, passaram a enfrentar até problemas emocionais.

Entre as histórias mais marcantes de bullying de Dilma: levou uma oficial da Marinha, indignada, a abandonar sua ajudância de ordens.

Ex-ministro muito ligado a Dilma, hoje em campanha no seu Estado, chegou a adverti-la para possível denúncia de serviçais maltratados.

Impaciente e intolerante a falhas, Dilma dá broncas consideradas desproporcionais sem olhar a quem, de ministros à camareiras. Leia na Coluna Cláudio Humberto.

 

 

BAHIA: QUOCIENTE ELEITORAL EM 2014 – SERÁ QUE AINDA VALE?

Publicado em  por 

Maurício Costa Romão

Os partidos políticos são pragmáticos nos pleitos proporcionais: disputam isoladamente ou celebram alianças em função dos resultados eleitorais que esperam obter em cada caso*.

Para o partido tomar sua decisão estratégica, vários fatores são levados em consideração, mas a variável determinante acaba sendo o quociente eleitoral (QE).

O QE é uma variável-chave das eleições proporcionais, pois somente os partidos ou coligações que lograrem votação suficiente para ultrapassá-lo é que podem ascender ao Parlamento. Daí por que é às vezes chamado de cláusula de barreira.

Uma característica que torna o QE um misto de enigmático e imprevisível é o fato de que sua determinação só pode ser feita depois de computados todos os votos da eleição, quer dizer, quando totalizados o eleitorado, a abstenção ou os votos apurados, os votos brancos, os votos nulos e, conseqüentemente, os votos válidos (VV). Dessas variáveis, a única que se conhece de antemão é o eleitorado. As outras, só depois do pleito.

A solução quantitativa do QE depende ainda do número de cadeiras (C) disponíveis no Legislativo. Quanto maior for o total de votos válidos de uma eleição, dado o número de cadeiras, maior é o quociente eleitoral e vice-versa.

Na prática o QE é simplesmente calculado dividindo-se os votos válidos totais do pleito pelo número de cadeiras do Legislativo: QE = VV / C.

Como as variáveis que definem o QE são, como dito, todas conhecidas post factum, depois da eleição, à exceção do eleitorado e do número de cadeiras parlamentares, fazer estimativas desse quociente é sempre um exercício que requer formulação de muitas hipóteses.

Entretanto, com base no comportamento pregresso dessas variáveis (eleitorado, abstenção ou votos apurados, votos brancos, votos nulos e votos válidos) é possível, a partir de suposições fundamentadas sobre suas trajetórias futuras, fazer prospecções bastante razoáveis do valor aproximado do QE para a eleição do ano de 2014, na Bahia (vide metodologia detalhada no texto “Metodologia de estimativas de quocientes eleitorais para a eleição de 2014 nos estados brasileiros”, disponível no blog do autor).

Assim, com base na mencionada metodologia (já utilizada com êxito nas eleições municipais de 2012), projetou-se para 2014 no estado baiano um QE médio para deputado federal gravitando no entorno de 195.543 votos válidos, 14,1% maior que o computado na eleição passada.

Já no que diz respeito ao QE para deputado estadual, a estimativa aponta para um valor médio de 121.258 votos, um acréscimo de 12,2% em relação ao registrado em 2010.

Os elevados quocientes eleitorais estimados para 2014, na Bahia, devem incentivar a celebração de alianças, tanto na disputa federal, quanto na estadual**.

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*Maurício Costa Romão, Ph.D. em economia, é consultor da Contexto Estratégias Política e de Mercado, e do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau. mauricio-romao@uol.com.br, http://mauricioromao.blog.br.

*Vide nosso livro “Eleições de deputados e vereadores: compreendendo o sistema em uso no Brasil”, Editora Juruá, 2012.

**As projeções para 2014 de quocientes eleitorais (deputados federais e estaduais) em todos os 27 estados do Brasil podem ser vistas no texto “Estimativas de quocientes eleitorais para 2014 nos estados brasileiros”, postado no blog do autor.

Os gatos abandonam o navio.

(*) Carlos Brickmann –

carlos_brickmann_11Paulo Skaf, candidato do PMDB ao Governo paulista, recebeu apoio público da presidente Dilma: ele, como o petista Padilha, seria seu preferido, para forçar um segundo turno contra o tucano Alckmin. Skaf rejeitou o apoio de Dilma: disse que é de oposição tanto ao PSDB quanto ao PT. O presidente nacional do PMDB, Michel Temer, está com Dilma, é seu candidato a vice? Problema dele.

O PMDB do vice Temer, principal partido de apoio a Dilma, já negocia com seus adversários na eleição presidencial no Rio, Goiás, Rio Grande do Sul, Minas, Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso, Minas, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pernambuco. O PP de Paulo Maluf fechou em São Paulo com o PT de Padilha, mas no Rio Grande do Sul a candidata favorita ao Governo, Ana Amélia, vai com Aécio – e se opõe a Dilma nos mesmos Estados em que o PMDB mudou de lado. Dilma negocia com Alfredo Nascimento, do PR (que ela demitiu do Ministério naquilo a que chamou de “faxina ética”), para tentar segurar o apoio do partido; mas precisa negociar também na Papuda, onde despacha hoje o comandante de fato do PR, o mensaleiro Valdemar Costa Neto. Nanicos como PTN, PRP, PHS, PTC, PSL e PMN já mudaram de lado. Dilma continua com ampla vantagem no tempo de TV – mas deve-se imaginar o motivo que leva tantos políticos, nenhum dos quais gosta de levar desvantagem em nada, a abandonar uma candidata favorita, com o dobro de tempo de TV, para ficar com seus adversários.

Quando tantos pulam do navio, resta a Dilma bradar o Vada a bordo, cazzo.

Desejos atendidos

Diziam os gregos que os deuses, quando querem destruir uma pessoa, atendem a seus desejos. Dilma tanto insistiu na importância do futebol no País da Copa que o futebol se infiltrou em tudo o que ocorre por aqui. Bastou o cantor Falcão, vocalista da banda Rappa, criticar o Governo, para que as dezenas de milhares de pessoas que assistiam a seu show em Ribeirão Preto, SP, a entoar para ela um coro normalmente dedicado a juízes de futebol, o famoso “Ei, juiz, vá…” Clique e confira

A grande família

Maria Ferreira da Silva Moreno, dona de casa, viúva, filha de dona Lindu e do sr. Aristides, por alcunha Maria Baixinha ou Maria Pequena, pediu a Romeu Tuma Jr., ex-secretário nacional da Justiça, que autografasse seu livro Assassinato de Reputações.

Normal: muita gente fez o mesmo. O livro, escrito pelo jornalista Cláudio Tognolli a partir do depoimento de Tuma Jr., está há meses na lista dos campeões de venda. Agora, as curiosidades: no livro, Tuma Jr. diz que Lula, codinome Barba, era informante de seu pai, o delegado de Ordem Política e Social Romeu Tuma; e Maria Baixinha é irmã de Lula. Aliás, sua irmã favorita.

O grande fantasma

Na Carta Capital, Lula disse que o jornalista José Nêumanne Pinto, autor do livro Tudo o que sei de Lula, jamais o encontrou pessoalmente. Pois o repórter Cláudio Tognolli desencavou uma foto de ambos, abraçados. Nêumanne é fácil de relembrar: pode carregar duas melancias no boné. A foto de Lula com o fantasma cabeçudo está emwww.brickmann.com.br/artigos, O grande fantasma.

A Copa e o crime

O Estado de S.Paulo publicou reportagem sobre o acordo entre os black-blocs e o PCC, líder do crime organizado, para tumultuar a Copa. O juiz Odilon de Oliveira, especialista em narcotráfico, jurado de morte pelo crime organizado, vem dizendo o mesmo há meses (em janeiro, a coluna Diário do Poder, de Cláudio Humberto, publicou suas informações).

A articulação existe; se houvesse um Ministério da Justiça, já teria neutralizado a trama.

Todos juntos, vamos

Esta notícia mostra como funciona o Brasil. A Qualicorp, intermediária de planos de saúde, segunda colocada em reclamações de clientes no site ReclameAqui, pertence a José Seripieri Jr. Seripieri Jr. se casou na Quinta da Baronesa, em Bragança, SP, com uma festa luxuosíssima para 600 convidados, com champanhe francês Premium Ruinart e show de Roberto Carlos. Coisa bem próxima de dois milhões de reais. Entre os presentes, Lula e sua esposa Marisa; Alckmin e sua esposa Lu; o prefeito paulistano Fernando Haddad; Marta Suplicy e seu marido, Márcio Toledo. PSDB, PT, confraternizando em torno do empresário que ganha dinheiro desagradando aos clientes.

Amigos de fé, irmãos camaradas.

Comprando o sossego

Nada como perceber que o problema é sério e não dá para contorná-lo com novas promessas para que os poderosos se tornem razoáveis e aceitem negociações. Houve operações que criaram problemas para o Governo; e, à medida que a Copa se aproxima, problemas maiores podem surgir. Imagine uma greve da Polícia Federal uns dias antes da Copa, quando chegam os turistas. Ou, pior ainda, imagine o pessoal trabalhando com força redobrada em novas operações.

Pois agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal conseguiram reajuste de 15,8%. Para isso, o Governo Federal terá de mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014 e a Lei Orçamentária Anual. Mas comprou seu sossego.

(*) Carlos Brickmann é jornalista e consultor de comunicação. Diretor da Brickmann & Associados, foi colunista, editor-chefe e editor responsável da Folha da Tarde; diretor de telejornalismo da Rede Bandeirantes; repórter especial, editor de Economia, editor de Internacional da Folha de S. Paulo; secretário de Redação e editor da Revista Visão; repórter especial, editor de Internacional, de Política e de Nacional do Jornal da Tarde.

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Chapa de oposição começa maratona pelo interior nesta quinta.

Os pré-candidatos da chapa oposicionista Paulo Souto, ao governo, Joaci Góes, a vice, e Geddel Vieira Lima, ao senado, botam o pé na estrada nesta quinta-feira (05), quando participam de um encontro em Porto Seguro, no Hotel Vela Branca, às 20 horas. Na sexta (06), o trio desembarca na tradicional Festa do Divino, em Poções. Pela tarde no mesmo dia, eles estarão em Ilhéus, onde se reúnem com líderes políticos no Clube Social de Ilhéus, às 18 horas. 

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Valter Pontes_Coperphoto

No sábado (07), Paulo Souto, Joaci e Geddel vão a Itaberaba, onde, às 10 horas, participam de evento na Câmara dos Vereadores. Ainda no mesmo dia, os pré-candidatos viajam para Alagoinhas. Lá, às 16 horas, eles se reúnem com lideranças regionais no Hotel Aster. No domingo, o destino é Guanambi. Às 10 horas, a chapa oposicionista visita a 28ª Expo Guanambi, no Parque de Exposições Gercino Coelho. 

RADIALISTA SALDANHA, PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL.

O APOIO VEM DE PRISCAS ERAS. PORÉM,  3 PARTIDOS ESTÃO NA DISPUTA.
O APOIO VEM DE PRISCAS ERAS. PORÉM, 3 PARTIDOS ESTÃO NA DISPUTA PARA COLIGAÇÕES.

A CHAPA ESTÁ ESQUENTANDO, É O QUE DIZEM!

Reinaldo Azevedoreinaldo

 às 19:17

PP, PMDB, PSD, PR… Fatias de partido da base aliada começam a abandonar Dilma Rousseff

Aécio na coletiva de imprensa, ao lado de Ana Amélia, no Rio Grande do Sul (Foto: Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS)

No papel e no horário eleitoral, por enquanto ao menos, a presidente Dilma Rousseff dispõe de um latifúndio. Na prática, como diria aquele, é “menas verdade”. O tucano Aécio Neves esteve neste sábado em Porto Alegre para o pré-lançamento da candidatura da senadora Ana Amélia (PP) ao governo do Rio Grande do Sul. Embora o partido da senadora, oficialmente, faça parte da base aliada a Dilma, PP, PSDB e Solidariedade (SDD) gaúchos estarão juntos na disputa local e na nacional. O evento ocorreu na Assembleia Legislativa.

Segundo a última pesquisa Ibope, o governador Tarso Genro (PT), que concorre à reeleição, tem 31% das intenções de voto, contra 38% de Ana Amélia. O PP, um dos partidos mais bem-estruturados do Rio Grande do Sul — conta 136 das 497 Prefeituras —, tinha pouco mais de um minuto de tempo de TV. Com o apoio das duas legendas de oposição, ganhará quase quatro minutos a mais. Para o senador tucano, o apoio é importantíssimo: o PSDB tem apenas um deputado federal do estado e 21 Prefeituras.

Aezão
No Rio, será lançado no dia 5, informou o Globo, será lançado o “Movimento Aezão”, composto de fatias do PMDB e de partidos da base aliada ao governo do Rio que aderiram à campanha de Aécio Neves à Presidência. Além de peemedebistas, estarão presentes representantes do PP, do PSD (que já anunciou apoio a Dilma) e do PPS (que está com Eduardo Campos). O evento foi anunciando anteontem pelo próprio Aécio: “Vamos reunir centenas de lideranças políticas, prefeitos, deputados; esses partidos vão reunir suas bases. Eu diria que é realmente o start da nossa campanha no Rio. É a nossa grande largada”.

Oficialmente,  Pezão apoia a reeleição da presidente. Indagado se convidaria o governador para o encontro, respondeu o tucano: “Pezão é o anfitrião não desse ato, mas do Rio. Esse conjunto de partidos, pelo menos uma parte importante deles, apoia o Pezão. É um movimento de apoio à nossa candidatura e à do Pezão”.

Dissidências
O Planalto está preocupado com as dissidências. A resposta a esse tipo de movimento é sempre muito difícil. Se o partido se deliga da base e passa a apoiar um candidato adversário, a reação é a óbvia: cortam-se os cargos e pronto, e a legenda passa para ao campo adversário. Sem o rompimento formal, não há muito o que fazer. Se o Planalto decide endurecer, a coisa pode piorar.

Nas três últimas eleições presidenciais, o PSDB é que via aliados seus se desgarrando e indo para o campo adversário; o PT, ao contrário, só recebia adesões. Hoje, a situação é inversa. Antes dado como certo, o apoio do PR à reeleição de Dilma também é considerado incerto pelo Planalto.

Por Reinaldo Azevedo

ESTE JÁ FOI ALGEMADO UMA VEZ PELA PF.

Bahia19 de maio de 2014

Luiz Caetano (PT), ex-prefeito de Camaçari

Justiça cassa direito políticos de Luiz Caetano por cinco anos

Política Livre

Ex-prefeito de Camaçari, o petista Luiz Caetano teve os direitos políticos cassados por cinco anos de acordo com sentença do juiz César Augusto Borges de Andrade, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Camaçari, que acatou ação civil pública do Ministério Público Estadual que denunciou Caetano desvios de recursos dos cofres municipais quando este esteve à frente da prefeitura de Camaçari.

Ainda de acordo com o processo 0011779-73.2007.8.05.0039, Caetano foi condenado a ressarcir aos cofres públicos a quantia de R$304.210,00 e pagamento de multa no mesmo valor, devidamente corrigidos, além das custas processuais. A sentença do juiz César Augusto determina ainda a imediata comunicação da suspensão dos direitos políticos de Caetano ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia a fim de impedir que o ex-deputado possa concorrer a qualquer cargo público já nestas eleições de outubro.

Juventude de Juazeiro pinta esperança no rosto de Paulo Souto.

“As cores da Bahia pintadas em meu rosto por uma jovem hoje, aqui em Juazeiro, é mais um gesto que representa o renascer da esperança dos baianos por um futuro melhor”, afirmou o pré-candidato oposicionista ao governo do estado, Paulo Souto, diante de um público que reuniu jovens, lideranças e políticos de toda a região norte do estado, no encontro Unidos pela Bahia, realizado no final da manhã deste sábado (17), no Espaço Via Show, em Juazeiro.

Para Souto, o que está acontecendo na Bahia sob a gestão petista, não pode arrefecer a vontade do povo baiano por mudança. “Eu, Joaci e Geddel, como vocês, queremos um momento diferente para a Bahia, onde o sentimento é de insatisfação generalizada, porque o PT é um produto de validade vencida, que ninguém aguenta mais”.

O legado dos últimos sete anos do PT na Bahia, segundo Souto, foram os 34 mil baianos assassinados, porque o governo do estado perdeu a confiança da polícia. O caos da saúde pública leva as mulheres a darem à luz a seus filhos na porta dos hospitais. E a educação é uma das piores do país. “Sabemos das necessidades do semiárido baiano. Por isso, vamos trabalhar para criar condições de melhorar a renda do sertanejo, como o Cabra Forte, destruído pelo PT, mas que nós nos esforçaremos para reimplantá-lo ainda melhor”, disse ao lado dos pré-candidatos Joaci Góes, a vice e Geddel Vieira Lima, ao senado.

DATA: 17/05/2014

Fotos: Valter Pontes.

Fotos: Valter Pontes.

Chapa oposicionista motiva união de adversários históricos em Itapetinga

 

16_05_14_Paulo Souto_Itapetinga_foto Valter Pontes_Coperphoto10

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A união de antigos adversários políticos como José Otávio (DEM) e Michel Hage (PMDB), em Itapetinga, pelo interesse maior da Bahia, nos inspira nessa caminhada e, em pré-campanha, já sinaliza o despertar de um novo tempo para os baianos, afirmou o pré-candidato oposicionista ao governo do estado, Paulo Souto, durante encontro com lideranças e políticos do sudoeste baiano, na Câmara Municipal de Itapetinga, no final da tarde desta sexta-feira (16).

Para Souto, a mesma política feita do enfrentamento democrático entre adversários é capaz de unir quando fala mais alto o amor pela sua terra. “Nas andanças que estamos começando a fazer pelo estado é o amor pela Bahia que sentimos em cada aperto de mão e abraço que recebemos. É o que nos motiva a acreditar que, com vocês, venceremos essa batalha”.

O pré-candidato ao senado, Geddel Vieira Lima, também destacou a aliança histórica entre Zé Otavio e Michel Hage em prol da chapa oposicionista. Lembrando que ele, quando ministro e, Paulo Souto, quando governador, sempre prestigiaram Itapetinga com obras e realizações. “Hoje Itapetinga, assim como a Bahia, retratam os governos do PT, tanto na cidade quanto no estado: violência crescente, saúde pública caótica e educação da pior qualidade”.

Depois do encontro, o trio oposicionista visitou a exposição de Itapetinga, sendo bastante festejado por onde passava.

DATA: 16/05/2014  

BASTA – ELA QUER VOLTAR A SE CANDIDATAR !

Estive conversando rapidamente com a advogada Lu Cerqueira, onde ficou patenteada a sua vontade firme de pleitear uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia.

Mulher sem obediência a dogmas e ideologias, pretende ser livre para lutar. O PTC, partido ao qual é filiada, já entregou sob sua coordenação a criação do PTC Mulher.

Acesse seu blog http://www.lucerqueira.com.br/ 

montbasta

contador free

nao basta

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