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:: ‘Políticas’

Governador e Marta Suplicy abandonam cortejo e seguem direto à Colina Sagrada.

por Rodrigo Aguiar/ Evilásio Júnior

Governador e Marta Suplicy abandonam cortejo e seguem direto à Colina Sagrada

Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O governador Jaques Wagner surpreendeu a todos durante o cortejo da Lavagem do Bonfim, na manhã desta quinta-feira (16), quando abandonou a caminhada, na altura do Mercado Modelo – início do trajeto –, pegou o carro oficial e deixou o desfile. Ele levou consigo a ministra do Turismo Marta Suplicy, debutante na festa. Apesar de haver muito tumulto no entorno da comitiva estadual, a assessoria do chefe do Executivo baiano informou ao Bahia Notícias que “já estava na programação” que ele fosse direto à Colina Sagrada para mostrar à ministra as manifestações de fé na Igreja do Bonfim. Está na agenda ainda um almoço entre Wagner e Marta. O candidato do PT à sucessão e chefe da Casa Civil, Rui Costa, segue a pé no percurso de 8km.

Paulo Souto no Bonfim: ‘Não falo sobre política hoje nem sob tortura’.

por Alexandre Galvão / Francis Juliano

Paulo Souto no Bonfim: 'Não falo sobre política hoje nem sob tortura'

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O ex-governador Paulo Souto e presidente de honra do DEM na Bahia parece que quer levar a promessa de não falar em política na Lavagem do Bonfim a sério. Depois de dizer que não via com bom olhos a mistura de política com religião na caminhada, apesar de ter participado do bloco de ACM Neto em 2013, disse que evitaria o tema de maneira radical: “Não falo sobre política hoje nem sobre tortura”, afirmou o democrata ao Bahia Notícias. Com a boca fechada sobre sucessão eleitoral e articulações, Souto, no entanto, marchava junto com o bloco da oposição, que tinha o prefeito de Salvador, ACM Neto, o presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, e a vice-prefeita, Célia Sacramento, entre outros políticos.

APARECE O PRIMEIRO POSTULANTE AO PALÁCIO PARANAGUÁ.

Conta-se na boca miúda, que o querido e carismático Pastor Adilson, na foto de terno escuro, demonstra o desejo de candidatar-se à Prefeito de Ilhéus, e que para isso já está arregimentando forças.

Pastor Adilson em um louvor.

Pastor Adilson em um louvor.

O caos da primeira experiência do PSOL no governo.

Partido pediu socorro a Garotinho para conter a briga política em Itaocara e evitar que a vitrine socialista se transforme em vexame nacional

Daniel Haidar e Thiago Prado
  • O prefeito de Itaocara, Gelsimar Gonzaga, do PSOL, utiliza o Fusca para protestar contra adversários políticos

O prefeito de Itaocara, Gelsimar Gonzaga, do PSOL, utiliza o Fusca para protestar contra adversários políticos – Léo Corrêa

“No Brasil, esquerda é perseguida mesmo. Quando negocia, vai para a cadeia como José Genoíno e José Dirceu. Quando não negocia, é cassada. Mesmo que eu seja cassado, não negocio com ninguém”, avisa Gelsimar

Alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, o prefeito de uma pequena cidade pega o próprio carro, um Fusca montado com caixas de som, e passa a convocar a população aos brados para protestar na Câmara Municipal, controlada pela oposição. Poderia ser Sucupira, a cidade fictícia de Odorico Paraguaçu em O Bem Amado, mas a cena ocorreu em meados de dezembro em Itaocara, no Noroeste Fluminense. “Se quiser me matar pode matar. Nós acabamos com a corrupção, por isso estão com raiva”, diz, em um trecho de sua pregação, registrada em vídeo e publicada no Youtube, o prefeito Gelsimar Gonzaga, primeiro governante eleito pelo PSOL no país. O município de 23.000 habitantes imediatamente tornou-se vitrine para o partido. Ex-sindicalista, Gelsimar assumiu com medidas populistas de alto poder de repercussão, como a redução do próprio salário e a escolha de secretários em “assembleias populares”, por aclamação. O resultado destas e outras experiências de teorias do PSOL, em confronto com as necessidades da população e a realidade das pequenas cidades, é um caos administrativo e político que paralisa o poder público e penaliza a população. :: LEIA MAIS »

NOVO REDUTO ELEITORAL.

Minha casa minha vida Banco da Vitória

Minha casa minha vida Banco da Vitória

O conjunto Minha casa minha Vida tem 6.ooo habitantes.

É um reduto eleitoral de respeito.

Se lançar um candidato a vereador, sai de lá praticamente eleito.

Deputado Lúcio Vieira Lima critica o governo do PT e comenta denúncia da candidata ao senado, Eliana Calmon.

 

Deputado Lúcio Vieira Lima - rádio Excelsior

Deputado Lúcio Vieira Lima – rádio Excelsior

Em entrevista na rádio Excelsior esta manhã, com Mário Freitas e Fernando Cabús, o deputado federal Lúcio Vieira Lima falou sobre o problema do adiantamento da receita dos rolyalties que o governo da Bahia tentou obter sem nenhuma garantia de que os recursos seriam usados em benefício dos aposentados da Previdência Social.
“Quando os recursos entram no caixa único do estado, esse dinheiro acaba sendo usado como caixa para as eleições, sendo desviado para o aparelhamento do PT na Bahia. Falta menos de um ano para as eleições e eles querem trazer uma receita que será do próximo governo porque o estado está quebrado e querem tapar o buraco das contas. Mas o governo não conseguiu os votos necessários e sofreu sua maior derrota na Assembleia”, pontuou o peemedebista, que também comentou sobre o desgaste do PT, nacionalmente e especialmente na Bahia, onde Rui Costa aparece como candidato do continuísmo.
O deputado também avaliou a declaração da candidata ao senado, Eliana Calmon, que fez uma denúncia grave de que o governo baiano tinha cooptado o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e o Tribunal de Contas. “Como vai ficar a posição da candidata Lídice, a quem temos muito apreço, mas que não faz críticas ao governo do PT? Vai confirmar que o governo do PT cooptou os três poderes?”, indagou Lúcio, questionando se esta é uma chapa da oposição ou da situação.  :: LEIA MAIS »

Em entrevista na Metrópole deputado Lúcio Vieira Lima garante que a oposição está 100% unida.

Deputado Lúcio Vieira Lima em entrevista na rádio Metrópole.

Deputado Lúcio Vieira Lima em entrevista na rádio Metrópole.

 

O deputado federal Lúcio Vieira Lima conversou esta manhã com Mário Kertész sobre sua vida política. Comentou que assim como o pai, Afrísio, e o irmão, Geddel, tem trabalhado a favor da Bahia e dos baianos e se orgulha de, hoje, ser o deputado mais votado do estado, com mais de 220 mil votos. “O que aumenta ainda mais a minha responsabilidade e compromisso com a Bahia”, declarou.
Mário ratificou a alta popularidade de Lúcio, que se entrosou muito bem na Câmara Federal e é muito bem quisto por todos. “Iniciei meu mandato com a vantagem do espaço já aberto pelo trabalho de Geddel, mas depois conquistei meu próprio espaço com meu jeito simples, humilde e bonachão, prestando serviços aos colegas, tendo uma boa relação com a imprensa e sempre trabalhando a favor da Bahia”, avaliou o deputado.
Sobre a política do PT o peemedebista se mostrou decepcionado e descontente com o atual governo da Bahia, que não cumpriu as promessas de campanha, nem os compromissos com a população baiana.  Por isso, a importância de apresentar um projeto alternativo que promova uma verdadeira mudança para o povo da Bahia. “Geddel vem liderando pesquisas, está maduro para governar a Bahia, conhece muito bem o estado e suas necessidades e sabe como colocar em prática projetos de desenvolvimento a favor do estado”, pontuou, frisando mais uma vez que a oposição está 100% unida e que espera o momento de lançar o nome de Geddel como candidato da coligação dos partidos de oposição.
Ainda sobre o cenário político das próximas eleições, o deputado falou sobre o peso da máquina da vontade popular que quer mudanças. O que já vem acontecendo em Salvador, com a gestão de ACM Neto. “Mesmo no seu primeiro ano como prefeito, Neto já mudou a cara da cidade e levantou a autoestima da população. Ele está fazendo um grande governo”, afirmou Lúcio, que também espera que a competência de Geddel possa ajudar toda a Bahia. “Geddel conhece a Bahia como poucos, quando ministro fez muito pelo estado e agora poderá fazer muito mais”, avaliou.

A DERROTA DE WAGNER NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA.

GOVERNO WAGNER TEM SUA MAIOR DERROTA DA HISTÓRIA- PEC DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO É DERRUBADA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.

A proposta IMORAL E ILEGAL de antecipação de R$1,6 bilhões dos ROYALTIES do petróleo não conseguiu numero suficiente de votos para ser aprovada.
Parabéns aos deputados da oposição por essa vitória.

Comentário do Blog: Com isso fica sepultada a chance de Marcelo Nilo ser o candidato a vice na chapa de Rui Costa.

Marina veta apoio do PSB a Alckmin em SP e concorda em ser lançada logo a vice na chapa de Campos.

  • Ex-senadora acerta que sua candidatura a vice será lançada ainda neste mês ou no máximo até meados de fevereiro.

RICARDO NOBLAT

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Marina Silva e Eduardo Campos, principais nomes do PSB
Foto: Marcos Alves / O Globo
Marina Silva e Eduardo Campos, principais nomes do PSB Marcos Alves / O Globo

BRASÍLIA — A ex-ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, ganhou a queda de braço com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, aspirante a candidato do PSB à sucessão da presidente Dilma Rousseff. O PSB não apoiará o governador Geraldo Alckmin (PSB), de São Paulo, candidato à reeleição.

Em compensação, Marina concordou em ter sua candidatura a vice de Eduardo lançada ainda neste mês – ou no máximo até meados de fevereiro. No próximo dia 17 haverá em Recife um encontro informal de dirigentes nacionais do PSB. Entre outros assuntos, discutirão nomes para a vaga de Alckmin.

 

 

Eduardo guarda na memória do seu computador pessoal os resultados de pesquisa recente encomendada pelo PSB sobre a eleição em São Paulo. Uma das questões propostas aos entrevistados testou a popularidade de Marina Silva e o alcance do seu apoio como vice à candidatura de Eduardo.

A popularidade de Marina bateu a casa dos 20%. Com o apoio dela, Eduardo ultrapassa Aécio Neves, aspirante a candidato do PSDB a presidente, nas maiores cidades do Estado. Os resultados da pesquisa convenceram o governador de Pernambuco a acatar o veto de Marina ao nome de Alckmin.

A ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina (PSB) resiste ao assédio de Marina para ser candidata ao governo do Estado. Eduardo resiste à pressão da cúpula do PSB paulista para que o partido apoie a reeleição de Alckmin e continue fazendo parte do governo dele. O PSB precisa de candidato próprio em São Paulo para dar palanque a Eduardo.

Em breve, Aécio retribuirá o gesto de Eduardo que oficializou em Pernambuco a entrada do PSDB no seu governo. O partido ganhou uma secretaria de Estado e a chefia do Detran. O candidato de Aécio ao governo de Minas Gerais será o atual prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB).

Em dezembro último, Eduardo e Aécio se reuniram no Rio de Janeiro e acertaram que dividirão o mesmo palanque nos Estados onde isso seja conveniente ao PSDB e ao PSB. Lacerda apoiará Aécio, apesar de ser filiado ao partido de Eduardo. Mas Eduardo, que nada tinha a perder em Minas, pelo menos ganhou um palanque para pisar.

Palanques comuns a Eduardo e Aécio têm muito a ver com as sucessões estaduais. O PSDB enfrentará em Minas a forte candidatura de Fernando Pimentel (PT), atual ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Márcio Lacerda é o melhor nome de que pode dispor Aécio para vencer Pimentel.

PTB e PT deixaram o governo Eduardo em outubro passado. Ou concorrerão à sucessão de Eduardo com um único candidato ou com dois – que, num eventual segundo turno, estarão juntos. O PSDB, que no Estado era oposição a Eduardo, agora passará para o lado dele.

Na Paraíba, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) pretende disputar o governo do Estado. Nas contas de Eduardo, ali o PSDB acabará apoiando a reeleição do atual governador, que é do PSB. No Paraná, Beto Richa (PSDB), governador, ganhará o apoio do PSB. O vice dele é do PSB.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/marina-veta-apoio-do-psb-alckmin-em-sp-concorda-em-ser-lancada-logo-vice-na-chapa-de-campos-11203979#ixzz2pNR1fqJn
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Geddel Vieira Lima fala em esperança para 2014.

Presidente do PMDB baiano mostra desejo de um dia a dia melhor para todos.

O presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, ressaltou em sua mensagem de fim de ano a importância de um governo com atitude. Ele apontou o desejo de uma melhor educação para crianças e adolescentes, uma saúde pública de qualidade, além de mais mobilidade urbana e segurança pública. “Compartilho o sentimento de boa parte dos baianos, que também desejam mais qualidade de vida em 2014. Sei que a Bahia pode mais e a esperança é o combustível para mudanças que queremos ver”, comentou Vieira Lima. A inserção do filme do PMDB baiano  na TV, na última quinta-feira (26), também pode ser visto nas redes sociais do presidente e do partido.

You Tube: http://bit.ly/K8UgQJ

Facebook Geddel: https://www.facebook.com/GeddelQuadrosVieiraLima

Facebook PMDB Bahia: https://www.facebook.com/pmdbdabahia

Ministro diz não ter expectativa de vitória de Dilma no primeiro turno.

Pesquisas mais recentes indicam que presidente venceria no primeiro turno.

Mas, para Gilberto Carvalho, eleição de 2014 deve ser ‘dificílima’.

Juliana BragaDo G1, em Brasília
 
O ministro Gilberto Carvalho durante transmissão do programa Bom Dia Ministro (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)O ministro Gilberto Carvalho durante transmissão
nesta sexta do programa Bom Dia Ministro (Foto:
Elza Fiúza / Agência Brasil)

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência,Gilberto Carvalho, afirmou nesta sexta-feira (20) não ter expectativa de que a presidente Dilma Rousseff consiga se reeleger no primeiro turno da eleição do próximo ano.

As duas últimas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2014 apontam que a presidente venceria no primeiro turno, no cenário em que os adversários são Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Levantamento do Datafolha feito nos dias 28 e 29 de novembro mostrava Dilma com 47%, Aécio com 19% e Campos com 11%. Napesquisa do Ibope, feita entre 7 a 11 de novembro, Dilma aparecia com 43%, Aécio com 14% e Campos com 7%.

Um dos principais auxiliares de Dilma, Carvalho disse que eleição deve ser “dificílima”. Segundo ele, não haverá “nada de salto alto”.

“Eu não tenho expectativa, não. Eu acho que vai ser uma eleição muito dura, muito suada, com muito respeito aos nossos adversários”, afirmou, ao ser questionado se acreditava na reeleição em primeiro turno.

O ministro disse também que, em 2014, a presidente Dilma Rousseff deve seguir viajando pelo país, entregando obras, mas que ainda não há “nenhum plano muito preciso” sobre como serão as viagens em período de campanha.

Carvalho ressaltou que o partido irá lutar pela reeleição porque acredita no projeto de governo. “Não é para a gente ficar aqui, eu mesmo não quero ficar aqui, 12 anos vai estar bom demais”, disse. “Mas é para que esse projeto, que está mudando demais o país, possa continuar”, disse.

Segundo o ministro, a militância do PT estará engajada na reeleição da presidente, a despeito dos boatos de que integrantes do partido não a reconheciam como petista.

“Não é verdade que o PT não considera a Dilma. O PT tem orgulho do governo da presidenta Dilma”, sustentou.

Ele disse que é natural que militantes tenham críticas porque quando se está no governo nunca se cumpre “o seu ideal, sempre tem limitações”.

“Mas não tenha dúvida, o PT vai com tudo para essa campanha e eu sinto a nossa gente com orgulho do governo, com garra”.

O ministro se esquivou de falar sobre a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff disse que anunciará entre a metade de janeiro e o carnaval. Mas afirmou que a tendência é que ele, Carvalho, permaneça.

“Eu não candidato a nada. Portanto, a tendência é continuar. Agora, posso ser candidato a ir para casa”, brincou, dizendo que a presidente é quem decide

Renan implantou cabelos. Só faltam os miolos!

Josias de Souza  

Renan Calheiros, voou para Recife de Jet-FAB para implantar na cabeça dez mil fios de cabelos. O IBGE informou nesta semana que a taxa de desemprego recuou para 4,6%. Pode chegar a zero se o Congresso aprovar um novo programa: o Bolsa Picadeiro. Consiste na distribuição gratuita de milhões de narizes vermelhos, colarinhos folgados, lágrimas de esguicho e sapatos grandes.

Se todo mundo considerar normal que o presidente do Senado, a pretexto de forrar a calva, pode viajar nas asas do contribuinte, milhões de brasileiros serão convertidos em palhaços instantâneos. Não precisa nem fazer curso de reciclagem. Basta distribuir o equipamento e abrir uma linha de crédito na Caixa Econômica Federal para o ‘Meu Circo, Minha Vida’. A mão de obra já está garantida.

É comovente o esforço de Renan em favor do plano de pleno emprego. Em junho, ele já havia cutucado as ruas com vara curta ao recorrer ao Jet-FAB para fins recreativos. Junto com a mulher, voara para Trancoso, na Bahia, para testemunhar o casamento da filha do colega Eduardo Braga. Agora, suprema ironia, a motivação foi estética. Renan está preocupado com a própria imagem. Por sorte, o senador só implantou cabelos. A ciência ainda não desenvolveu uma técnica para o implante de miolos. O sucesso do Bolsa Picadeiro está assegurado.

– Ilustração via Orlandeli.

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