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:: ‘Política’

A REELEIÇÃO VAI SER DIFÍCIL E A FICHA COMEÇA A CAIR

MDB LANÇA DR. JORGE VIANA COMO PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE ILHÉUS


Progressistas de Ilhéus de cara nova: Cacá Colchões é o novo presidente

Na manhã deste sábado, 01, Cacá Colchões tomou posse como Presidente da Executiva Municipal do Partido Progressista de Ilhéus. O evento foi marcado por grandes emoções e o entusiasmo do público presente.
A cerimônia contou com as presenças do vice-governador da Bahia, João Leão, do deputado federal, Cacá Leão, dos  deputados estaduais , Eduardo Salles e Rosemberg Pinto, dos presidentes dos Partidos Bebeto Galvão (PSB), Ednei Mendonça (PT) , Rodrigo Cardoso (PCDoB) e Paulo Moreira (PL), dos vereadores Tarcísio Paixão (Progressita), Aldemir Almeida (Progressista) e Makrisi (PT), além de lideranças de várias cidades do sul da Bahia.
O deputado estadual, Rosemberg Pinto, acredita que Ilhéus precisa dar oportunidade para Cacá . “Você merece sim, além de ser presidente municipal do Partido, colocar o seu nome à disposição da população de Ilhéus”.
Bebeto Galvão elogiou a conjuntura política dos progressistas e lembrou a Cacá. “ Você chamou para si o desafio de unir os partidos e de construir uma unidade programática suficiente capaz de governar essa cidade”.
O deputado estadual, Eduardo Salles,  rendeu elogios a Cacá. “Ele se preparou, estudou e conhece cada canto dessa cidade. Cacá esperou o momento certo na vida dele. É uma pessoa família, uma pessoa que se identifica com a população mais carente. Cacá não é o candidato da elite, é o candidato do povo”.
Cacá Leão, deputado federal, enfatizou que se os recursos aplicados pelo governo do Estado fossem feito por um governo comprometido, Ilhéus estaria melhor.  Para o deputado, Cacá  Colchões reúne todas as condições para governar a cidade.
O vice-governador, João Leão, foi categórico ao dizer que  “o prefeito de Ilhéus é Rui Costa”. Leão reafirmou o compromisso que ele e os deputados progressistas têm com Ilhéus e enalteceu as características pessoais de Cacá. “ Ele é como um filho para mim. Um homem íntegro, família, trabalhador e que conhece as necessidades da cidade. A presidência  municipal do nosso partido está bem representada”, concluiu o vice-governador.
O Secretário-Geral dos Progressistas, Jabes Ribeiro, enfatizou a experiência política de Cacá adquirida, principalmente, quando foi um vice-prefeito atuante.
Afirmou também não ter dúvidas que o novo presidente municipal irá agregar muito neste novo cargo.
Por indicação do novo presidente, o partido renovou completamente sua comissão executiva, indicando pessoas de confiança para trabalhar ao lado de Cacá.
Em seu discurso, Cacá Colchões destacou a geração de emprego e renda através do incentivo ao turismo, aos microempreendedores e a atração de novos investidores. O novo presidente destacou , também,  que sua posse representa um novo momento político na história dos progressistas em Ilhéus. “Fiz questão de escolher uma equipe jovem, comprometida e acima de tudo determinada,  para que, juntos, possamos lutar por uma Ilhéus melhor”, finalizou o novo empossado.

Bolsonaro vê dificuldades na aprovação de reforma tributária no Brasil

Presidente diz que nenhum ente federativo aceita perder arrecadação

Publicado em 26/01/2020 – 15:52

Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Passei 28 anos na Câmara e nunca chegou até o final uma reforma tributária porque não atende estado, município e União. E não atendendo um dos três, e ninguém quer perder nada, acaba todo mundo perdendo muito e o Brasil continua nesse cipoal tributário que dificulta você produzir, empregar.”

Brasileiros deportados 

Questionado se poderia aproveitar a boa relação com Donald Trump para pedir tratamento diferenciado aos brasileiros deportados dos Estados Unidos, Bolsonaro afirmou que não vai interferir nas leis norte-americanas.

Jair M. Bolsonaro

?@jairbolsonaro

– Coletiva de imprensa diretamente da Índia: “Leis americanas/brasileiras” (26/01/2020) https://youtu.be/nQUAW_u1ccE 

2.354 pessoas estão falando sobre isso

“Você acha que eu vou pedir para ele descumprir a lei dele? Tenha santa paciência. A lei americana diz isso. É só você não ir para os Estados Unidos de forma ilegal”. Ontem (25), um avião com 50 brasileiros deportados chegou ao aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, vindo do estado americano do Texas.

Edição: Aline Leal

Descrédito nos partidos atinge 8 em 10 brasileiros ====>>>> 01/01/2020

Número de descrentes com os partidos políticos quase dobrou em quatro anos

Título de Eleitor (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

São Paulo – O nível de confiança nos partidos políticos caiu para um dos menores índices da história, aponta estudo realizado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT). Oito em cada dez brasileiros, ou 77,8%, afirmam não ter “nenhuma confiança” nessas instituições. Em estudos anteriores com metodologia similar, nunca o número foi tão elevado.

Em 2014, 46,4% não confiavam nos partidos e, em 2006, 36,7%. Os principais motivos citados são a existência de corrupção nos partidos políticos e a falta de capacidade de representar os interesses dos eleitores. O pouco espaço para participação dos cidadãos e a falta de um programa político claro também foram citados como problemas.

Os dados são de um levantamento realizado entre 15 e 23 de março com 2.500 entrevistas em 26 Estados (com exceção do Amapá) realizado pelo Instituto da Democracia e Democratização da Comunicação, parte do INCT. A pesquisa envolveu instituições acadêmicas como UFMG, UERJ, Unicamp e UnB.

Conforme o estudo obtido com exclusividade pelo Estado, e antecipado pelo site BR18, o número de descrentes com os partidos políticos quase dobrou em quatro anos. Em 2014, o Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (Nupps), da USP, apontou em levantamento com método científico semelhante que 46,6% dos entrevistados não confiavam nos partidos.

“O aumento da desconfiança é algo que já imaginávamos, mas não com esse crescimento de 2014 para 2018. É totalmente fora do que encontramos em outras pesquisas”, diz o diretor do Centro de Estudos de Opinião Pública da Unicamp, Oswaldo Amaral, um dos líderes do estudo.

Para Amaral, essa crise de representação também ocorre em outros países, mas no Brasil tem sido potencializada pelos casos de corrupção. Ele cita como exemplo a Operação Lava Jato, que atingiu legendas tradicionais, políticos de destaque nacional e grandes empresas.

Segundo o pesquisador Sérgio Simoni Júnior, da Unicamp, outro autor do estudo, as investigações e condenações recentes ajudaram a criar um clima que pede renovação. “Tem um lado bom, que é procurar melhorar a política, mas o risco é cair em algo antipartidário e antipolítico”, afirma.

Para Simoni, o mau momento econômico reforça o sentimento de desconfiança sobre a efetividade do sistema político.

O professor emérito de Ciência Política da UnB David Fleischer considera que a imagem dos partidos em 2018 é pior do que em eleições anteriores, justamente por conta da corrupção. “Toda semana temos notícias de políticos de grandes partidos envolvidos em escândalos. As pessoas ficam desconfiadas.”As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONDUTAS VEDADAS NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020

CLIQUE NO LINK ABAIXO:

TSE-roteiro-de-direito-eleitoral-tabela-condutas-vedadas

CONVITE DO PROGRESSISTAS

Bolsonaro sanciona Orçamento com fundo eleitoral de R$ 2 bi

Anúncio foi feito pelo ministro Jorge Oliveira no Twitter

Publicado em 18/01/2020 – 08:59

Por Wellton Máximo – Repórter de Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro sancionou sem vetos a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020. O anúncio foi feito ontem (18), pouco antes das 23h, pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral de Governo, Jorge Oliveira, num post na rede social Twitter.A expectativa é que a publicação saia no Diário Oficial da União de segunda-feira (20). O Orçamento, o primeiro elaborado durante a gestão de Bolsonaro, foi sancionado com o fundo de R$ 2 bilhões para o financiamento de campanhas eleitorais.

Com previsão de receitas e despesas totais de R$ 3,687 trilhões para 2020, a LOA foi aprovada em 19 de dezembro pelo Congresso Nacional. O texto tinha até 30 dias para ser sancionado.

O Orçamento deste ano destina R$ 2.375,8 trilhões para o Orçamento Fiscal, R$ 1.189,7 trilhão para a Seguridade Social, e R$ 121,4 bilhões para os investimentos das estatais. Para a rolagem (renovação) da dívida pública, estão reservados R$ 917,1 bilhões.

A LOA projeta cotação média do dólar a R$ 4 e crescimento de 2,32% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). A inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está prevista em 3,53% neste ano. A meta da taxa de juros básica, a Selic, é de 4,40%. A meta fiscal para o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) ficou em R$ 124,1 bilhões, ante R$ 139 bilhões em 2019.

Este será o quarto exercício financeiro consecutivo de cumprimento da emenda constitucional do teto dos gastos, que limita o crescimento das despesas públicas pelos próximos 20 anos. Em 2020, as despesas primárias não poderão ultrapassar R$ 1.454.470,30.

Edição: Bruna Saniele

Ernesto Araujo anuncia suspensão do Brasil da Celac

Para ministro, bloco não vem tendo resultados na defesa da democracia

Publicado em 16/01/2020 – 18:07

Por Jonas Valente -Repórter Agência Brasil  Brasília

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou por sua conta no Twitter que o Brasil decidiu suspender sua participação da Comunidade dos Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac).“A Celac não vinha tendo resultados na defesa da democracia ou em qualquer área. Ao contrário, dava palco regimes não-democráticos como os da Venezuela, Cuba, Nicarágua”, afirmou o titular do Itamaraty na rede social. O ministro também ressaltou que o Brasil tem a determinação de trabalhar com todas as democracias da região.

Ernesto Araújo

?@ernestofaraujo

1/O Brasil decidiu suspender sua participação na CELAC (Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos). A CELAC não vinha tendo resultados na defesa da democracia ou em qualquer área. Ao contrário, dava palco p/regimes não-democráticos como os da Venezuela, Cuba, Nicarágua.

Ernesto Araújo

?@ernestofaraujo

2/O Brasil reforça sua determinação de trabalhar com todas as democracias da região (seja bilateralmente, seja na OEA, no Prosul ou no Mercosul) por uma agenda de liberdade, prosperidade, segurança e integração aberta.

375 pessoas estão falando sobre isso

A Celac é um bloco regional criado em 2010 na Cúpula da Unidade da América Latina e Caribe, em Playa del Carmen, cidade do México. Já o Prosul foi formado em março deste ano a partir da assinatura da Declaração de Santiago e conta com a participação de oito países: Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

Edição: Aline Leal

Bolsonaro decide encarar poder do lobby nas agências reguladoras

Quase todas estão aparelhadas pelas empresas, cujo lobby sempre “emplaca” a maioria dos seus diretores

Ao enfrentar a ameaça de taxação criminosa da energia solar, pela Aneel, e encarar o cartel de distribuidoras/atravessadoras, favorecido pela ANP, o presidente Jair Bolsonaro assumiu a tarefa, que sua equipe econômica considera “difícil”, de enfrentar o poder das “agências reguladoras”. Hoje, quase todas estão aparelhadas pelas empresas, cujo lobby sempre “emplaca” a maioria dos seus diretores. Em vez de prestar obediência às agências, as empresas é que dão as cartas, como ficou patente na ameaça de taxação da energia solar. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Agências têm “poder legislativo” mais forte que o Congresso, por isso viraram paraíso de lobistas: resoluções de 5 diretores têm força de lei.

Agências favorecem planos de saúde, empresas aéreas, distribuidoras de energia ou de combustíveis etc, sempre em detrimento do cidadão.

Há agências reguladoras que viraram paraíso de lobistas que levam minutas de resoluções para multiplicar os lucros das empresas.

Domínio das distribuidoras no setor de combustíveis é desafio para Bolsonaro

Distribuidores ganharam tanto poder nos governos do PT que impuseram importação de etanol dos EUA no auge da safra do Nordeste

O governo Bolsonaro precisa decidir, e logo, o que fazer do estratégico setor de combustíveis, antes que os distribuidores dominem tudo. E eles não são flor que se cheire: foram o epicentro de escândalos de fraude fiscal, suborno e combustíveis adulterados. Beneficiados por resoluções pra lá de suspeitas da agência reguladora ANP, os distribuidores ganharam tanto poder nos governos do PT que até impuseram a importação de etanol norte-americano no auge da safra do Nordeste, impondo graves prejuízos aos produtores da região. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Donos de usinas no Sudeste, distribuidores fazem o governo importar etanol na sua entressafra para fragilizar produtores de outras regiões.

Muito capitalizados, os distribuidores/atravessadores querem também controlar, além da produção, também a distribuição, inclusive do gás.

Os distribuidores, com o suporte de capital estrangeiro, também agem para estabelecer domínio completo até na logística de transportes.

Ousados, eles arrancaram do governo Dilma o leilão de terminais da Petrobras, afinal abortado por ameaça de operação policial.

ESTÁ FALTANDO MULHER NAS ELEIÇÕES DE ILHÉUS

Até o momento, em ano eleitoral, somente duas pré-candidatas se apresentam com alguma visibilidade.

Uma a Prefeita, outra a Vereadora.

Cadê o tal empoderamento? É só blá blá blá nas redes sociais?

Mulheres nas sombras…

contador free

nao basta

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