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:: ‘Política’

RAIO X NAS FINANÇAS PÚBLICAS.

Dinheiro público.

O Procurador Federal, professor e blogueiro ISRAEL NUNES, vem fazendo um excelente trabalho de pesquisa, investigação e publicação, dos numeros das finanças públicas.

Vale salientar que estas informações são públicas mesmo, faltava quem as divulgasse.

Para ter acesso, clique aqui ou no banner na coluna a direita.

POLÍTICA NO CARNAVAL.

JULIANO MATOS VÊ NOVA CHANCE DE PV APOIAR WAGNER


Foto: Evilásio Jr./ BN Fonte: Bahia Notícias.

O secretário estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos, comemorou a brecha deixada pelo coordenador nacional da pré-campanha da senadora Marina Silva à Presidência da República, Alfredo Sirkis, que em entrevista ao Bahia Notícias cogitou a possibilidade de desistir da candidatura do deputado federal Luiz Bassuma ao governo do Estado (ver nota). Ele contestou a estratégia do PV nacional e disse que pretende conversar com o presidente regional da legenda, Ivanilson Gomes, sobre a modificação nos planos, que inclui também a retirada do nome de Ruy Carvalho do pleito majoritário. “Já há excessões como no Acre. A estratégia nacional está equivocada, pois tinha que estar lastreada pelas proporcionais e não pela majoritária. Estamos na inércia das últimas eleições. Se queremos Marina presidente em 2014 temos que reforçar a bancada federal e ocupar espaços como o Instituto Chico Mendes e o Ibama. Não conheço partido que tenha maior conteúdo na questão da sustentabilidade. É o negócio do século. O PV tem expertise para trazer a discussão para a política. Na Bahia, por exemplo, teríamos muito mais chances de ampliar o debate compondo com o governo”, avaliou. Sobre Bassuma, Matos ressalta que ele é um grande parlamentar, mas que não seria o momento de ele levantar a bandeira das questões da legenda, pois ainda não tem conhecimento profundo sobre os objetivos verdes. “Sem trocadilho, pois o respeito muito, mas ele ainda está muito verde e precisa amadurecer”, declarou.

(Evilásio Júnior)

RUI COSTA PRETENDE CONQUISTAR CEM MIL VOTOS


O secretário estadual de Relações Institucionais, Rui Costa, em conversa com o Bahia Notícias no Camarote Expresso 2222, afirmou que a sua meta para as próximas eleições é conseguir entre 90 e 100 mil votos. Candidato a deputado federal, o petista deixará o governo em março para se dedicar à campanha política. “Sei que a candidatura tem um grande potencial, mas só potencial não elege. Tem que ter trabalho e organização”, avaliou. De acordo com ele, a chapa deve eleger cerca de 25 novos integrantes à Câmara, aproximadamente 10 do PT, o que intensifica a disputa e não permite falhas na estratégia. “Em 2006 eu coloquei como meta 50 mil votos, 25 mil em Salvador e 25 mil no interior. Como era vereador aqui, me mandei para o interior e esqueci a capital. Tive 27 mil votos no interior e uns 12 mil em Salvador. A responsabilidade agora aumenta ainda mais, já que estamos em uma coligação de governo”, relatou. (Driele Veiga)

CARAPUÇA PRA VÁRIAS CABEÇAS.

Fonte: Pensar Grande.

O problema é seu…entenda se puder.

Ignorância, preconceito, exibição, a privacidade acabou, afinal que Hospício é esse que todos querem ser seu Diretor Geral?…

É até ridículo tentar entender a ignorância política daqueles que se julgam gênios em matéria de enganar a todos;
É muito preconceito alguns da mídia tentar transformar em massa de manobra o eleitor de bom nível intelectual, buscando fazê-lo acreditar nas coisas plantadas que tenta em verdades transformar;
É uma exibição de poder imaginar que o registro de determinados fatos e ocorrências viram ousadas mentiras e calúnias na dependência de seus jogos maledicentes;
É um fato que a privacidade acabou; o que falta acontecer é que as maracutaias, os desvios, as roubalheiras sejam apuradas e quando chegarem ao conhecimento público venha através de punições aplicáveis e irrevogáveis;
O Hospício cheio de lou$cos a procura de golpear as diretrizes postulantes das verdades e a pretenderem sonhar em destruir reputações, fazer entidades, órgãos governamentais, instituições em defesa do povo seja terra de ninguém, onde nada funcione e em bajulação sem limites, com dinheiro correndo mude a opinião de alguns…e se conseguirem será facilmente identificável, pois a linha de conduta sofrerá desvio de opinião e o povo não é besta, aliás o pior sabido é aquele que tem cara de besta.
Enquanto isso afirmo que nenhuma potência surgida basicamente do nada, de cunho rasteiro não será modelo saudável de nenhuma virtude e os mentirosos que aguardem… a verdade pode até tardar, mas sempre vem a tona.
Chutar balde? Para que? Será que vale a pena tirar essa gente do apagão político e social em que atualmente vegetam?
É para sorrir a gargalhadas e depois lamentar que o clima propicio para abrigar a verdade está se esvaindo e esses cabeças pequenas ainda não conseguiram enxergar a luz no fundo do túnel e cair fora enquanto é tempo.Felizmente para nós as indicações nas pesquisas apontam o vencedor já em primeiro turno e a Bahia se livrará dessas figuras e as obras em todos os campos continuarão a serem realizadas para o bem de nosso estado.

CONSUMATUM EST.

Brochante. Esse é o termo exato para a reforma do secretariado que o Prefeito de Ilhéus deu como ‘pronta’.

Nenhuma surpresa, várias certezas e incógnitas. Como havíamos prometido, mesmo assim vamos fazer umas pequenas análises, ou melhor,  pequenas observações. Aguardem.

PARTIDOS COLIGADOS.

É louvável a tentativa dos partidos PT e PSB, em Ilhéus,  formarem uma coalisão que permita o resgate da administração municipal.

Que seja uma boa coalisão e que o PT não seja um simples caudatário do governo.

DÁ-LHE CHICO !

NOVA LEITURA POLÍTICA. NOVA MANEIRA DE FAZER POLÍTICA.

Fonte: Política Livre.

EXCLUSIVO: Wagner compara adesão de Borges à de Collor a Lula

Em uma entrevista exclusiva ao Política Livre, o governador Jaques Wagner (PT) comentou sobre o impacto político e eleitoral da possível aliança com o senador César Borges (PR). O petista reconhece que a configuração da chapa, se ela se confirmar, encontrará resistências no eleitorado. “Todo mundo vai absorver tranqüilo? Lógico que não, todo mundo vai achar estranho. As pessoas raciocinam política com a memória que elas têm, mas ele não é o primeiro. José Carlos Araújo e Otto Alencar estão trabalhando comigo”, disse.

Para ele, a questão da identidade política fica mais evidente com uma adesão de César, por ele ser ex-governador e senador: “É referencial, óbvio que o nome dele pesa mais. Joga mais luz sobre essa questão, que é natural, assim como o Collor estar na base de sustentação do presidente da república não é simples. Mas o problema é que as coisas vão se modificando”, compara, acentuando o processo de reagrupamento na política baiana. “Ninguém faz a política perguntando o currículo de ninguém. A gente faz política perguntando o projeto político para frente. Conta a história de cada um, evidentemente, mas se eu ficar ancorado o tempo todo no passado eu não ando”, afirmou.

O governador comemora o fim da polarização na política baiana. “Nós, com nossa vitória, encerramos um período em que a política baiana era muito sem graça. Era vermelho ou branco, não tinha o degradê que eu acho que a graça da política, e havia um comando muito centralizado, que não dava liberdade a ninguém. Depois da derrota e ausência física do senador Antônio Carlos, não tem mais sucessor. Hoje, pessoas que eram de lá começam a se movimentar e a olhar a política com outros olhos e querem conversar”, analisou.

Wagner destaca ainda que estas alianças com ex-calistas não influenciam o projeto político de seu governo: “Se alguém  vem para cá, está vindo para cá, não sou eu que estou indo para lá. Até porque não tem mais para lá”. O governador aproveitou para alfinetar o PMDB, do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que saiu de seu governo para sair candidato ao governo estadual. “Eu acho muito mais chocante do ponto de vista de futuro o PMDB, que ajudou a fazer essa vitória, tava no projeto, romper para tentar fazer uma coisa própria do que outros quererem se incorporar”, comparou. (Rafael Rodrigues)

AMIGOS DO PRESIDENTE LULA ESTÁ DEMAIS.

Agora Fernando Henrique se mata: Jerusalém vai dar a Lula o prêmio de Doutor

A Universidade Hebraica de Jerusalém vai dar a Lula, dia 16 de março, em Israel, o título de doutor honoris causa. Quem publicou as duas linhas foi o  Ancelmo  colunista do jornal O Globo (Dica do querido  leitor José Lopes)


A VAIDADE DE FHC.

Pecado capital

É do conhecimento até do mundo mineral que Fernando Henrique é vaidoso. Mesmo os amigos mais chegados lhe apontam o pecado desde os tempos em que iam às calçadas paulistanas na noite da corrida de São Silvestre para torcer pelo tcheco Emil Zatopek, a “locomotiva humana”, por enxergar nele o perfeito representante do império soviético.

Pecado capital, a vaidade, segundo os católicos. Se esse aspecto da personalidade do ex-presidente não passa despercebido aos olhos do Pão de Açúcar e da Pedra do Baú, imaginem o que se dá com Lula, um expert em FHC. As mais recentes reações do príncipe dos sociólogos às comparações promovidas na área petista entre seu governo e o de Lula servem somente para demonstrar que FHC é pecador contumaz, de sorte a alegrar seus adversários e, assim me parece, inquietar José Serra.

Se a vaidade de FHC se estabelece, Lula vence, pois é exatamente a vitória que procura. O presidente montou o ardil, o ex-presidente caiu na esparrela. Adaptou-se ao esquema do plebiscito convocado peremptoriamente pelo atual titular sem perceber o erro pueril que estava a cometer. Vanitas vanitatum, diriam os antigos romanos. Dona Dilma esfrega as mãos de puro contentamento.

É CARNAVAL, MAS AS ARTICULAÇÕES POLÍTICAS NÃO PARAM.

Suposta candidatura de Lídice a vice de Wagner gera polêmica

Por Rafael Rodrigues.  Fonte: Política Livre

Fontes do PSB, contrárias a um possível acordo do governador Jaques Wagner (PT) com o senador César Borges (PR) que retire a deputada federal Lídice da Mata (PSB) da chapa governista ao Senado, afirmaram ao Política Livre que a parlamentar teria aceitado ser vice do petista. Em contato com este site, ao se dirigir ao almoço que o governador oferece a autoridades no Palácio de Ondina, Lídice negou que haja qualquer articulação neste sentido.

“Não existe conversa nenhuma”, afirmou, reiterando a sua pré-candidatura ao Senado. Os socialistas que passaram a informação sobre o suposto acordo disseram que Lídice teria sido convencida a aceitar o cargo devido à perspectiva de assumir o governo estadual no último ano de governo, pois, se reeleito, Wagner deixaria o cargo para disputar a vaga de senador em 2014.

Na mesma entrevista ao Política Livre, a deputada comentou ainda sobre as negociações que aproximam o senador César Borges (PR) da chapa petista. “Vejo com absoluta naturalidade. Não estou fazendo política pela primeira vez. Sua vitória e seu sucesso (do governador) atrai segmentos que não estavam com ele na eleição. Foi assim com Waldir Pires”.

Questionada sobre a presença de Borges em uma das vagas ao senado na chapa petista que poderia ser ocupado por ela, Lídice contemporizou: “São discussões necessárias no momento de articulação eleitoral. Eu tenho mais de 40 anos e aprendi ver a vida sem me surpreender”. Ela afirmou que só rearticulará seu futuro político quando a adesão do PR for oficializada. “Quando isso acontecer, a gente discute. Não adianta antecipar as coisas. Cada coisa tem seu tempo”, concluiu.

VERDADE INSOFISMÁVEL.

Brasília fracassou. Devolvam Brasília para Goiás

FERNANDO RODRIGUES

BRASÍLIAA prisão preventiva do governador de Brasília, José Roberto Arruda, confirma a falência do modelo político-administrativo do Distrito Federal. Criado em 1960 e piorado ao longo das décadas, o sistema é disfuncional e produz escândalos em série.

O Congresso fará um bem ao Brasil -e aos habitantes de Brasília- se extinguir o modelo em vigor. O Distrito Federal tem mais de 2,5 milhões de habitantes e nenhum prefeito nem vereador. Só há um governador e uma Câmara Distrital. A concentração de poder é a porta de entrada para a corrupção.

Considerava-se necessário no passado instalar a capital da República numa área de segurança nacional. Esse conceito caducou. Não há prejuízo nem risco para o Brasil hoje se o Distrito Federal for devolvido para Goiás. Cidades satélites como Ceilândia (mais de meio milhão de habitantes) passariam a ter prefeitos e Câmara Municipais.

Não ficariam mais controladas por um administrador nomeado sabe-se lá com que tipo de influência política imprópria e oculta. O centro de Brasília também pode ser uma cidade autônoma, como as demais, com prefeito e vereadores. Os cidadãos brasilienses passariam a votar para eleger o governador de Goiás, senadores, deputados federais e estaduais goianos.

Os benefícios seriam fartos. O Senado eliminaria as três vagas de Brasília. Não haveria mais Câmara Distrital e a casa dos horrores chamada Palácio do Buriti, sede do governo local. Os edifícios poderiam ser convertidos em museus.

É preciso coragem para colocar essa mudança em prática. Mas o fracasso retumbante do sistema atual exige grandeza do Congresso: acabar com o democratismo da Constituição de 1988 que ampliou de maneira desmedida a autonomia administrativa para um pedaço de terra no interior de Goiás. Um benefício pago com o dinheiro de todos contribuintes brasileiros.

ITABUNA TEM SUA PREFEITA.

Era sonho de Itabuna ter uma mulher prefeita, tentou eleger Juçara, mas elegeu por tabela Maria Alice.

Ela é quem pilota o controle remoto de Fernando Gomes, com o qual manipula o secretário, que manobra o ‘boneco’ Azevedo.

Quem é o culpado por isso?

Maria Alice do Demo, manda muito....

contador free

nao basta

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