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:: ‘Política’

Thiago Martins a nova peça da política Ilheense.

Thiago Martins

Sem papas na língua e falando sobre assuntos de maneira explícita Thiago Martins vem tirando o sono do governo Mario Alexandre, o ativista de 31 anos, hoje pré-candidato a prefeito está andando por toda a cidade, registrando vários casos de abandono e descaso por parte do governo atual e de alguns governos passados.

Thiago é natural do Rio de Janeiro, mas morador da zona sul de ilhéus, Thiago estudou as contas da cidade, segundo ele desde o inicio do ano estuda as deficiências da cidade, mapeou problemas financeiros, conhece muito sobre a gestão publica.

É de Direita, luta contra a corrupção, é contra o mau uso do dinheiro publico, ele denunciou salários absurdos, inclusive deixou bem claro que acha um absurdo o gasto de 700 mil reais com assessoria do atual prefeito.

Luta para trazer emprego, segundo ele, gerar emprego é a única forma de tirar essa população do Egito, Thiago tem estudado sobre benefícios fiscais e Polos industriais, “O maior projeto que Ilhéus precisa é gerar emprego” – diz ele.

A população da cidade tem o recebido de portas abertas, muitos estão depositando suas esperanças nele, convidando ele para visitar suas comunidades e buscar soluções para seus problemas.

Ministério não vê motivos para decretar emergência em saúde no NE

Publicado em 07/11/2019 – 17:00

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Ministério da Saúde não cogita em decretar situação de emergência em saúde pública nos nove estados do Nordeste devido aos riscos que a contaminação das praias, manguezais, costões marítimos e desembocaduras de rios atingidos pelo óleo de origem desconhecida representa para a população.

Segundo o diretor substituto do Departamento de Saúde Ambiental, do Trabalhador e Vigilância das Emergências em Saúde Pública, do Ministério da Saúde, Marcus Vinícius Quito, a pasta vem monitorando a situação e, até o momento, considera o quadro como de baixo risco para a saúde pública.

“Na nossa análise, não é adequada a declaração de emergência de saúde pública. Considerando os elementos que temos, não é isso que vai fazer com que as ações [que já vêm sendo desenvolvidas] sejam mais efetivas ou contundentes do ponto de vista da saúde pública”, disse Quito ao participar de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir a presença de um volume ainda incerto de óleo na costa brasileira.

Secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jorge Seif, explica ações adotadas para combater o derramamento de óleo no Nordeste – Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Estamos desenvolvendo ações proporcionais ao grau de risco. Nas áreas mais contaminadas, teremos sim ações diferenciadas”, explicou Quito, ponderando que uma eventual decretação de situação de emergência em saúde pública teria efeitos danosos para todo o setor pesqueiro. “Não geraria resultados efetivos e teria um efeito negativo para a produção pesqueira, mesmo em áreas que não estão expostas ao problema.”

Contaminação

Já o secretário Nacional de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif Júnior, garantiu que, até o momento, todo o peixe e fruto do mar comercializado por estabelecimentos habilitados junto ao Serviço de Inspeção Federal estão livres de contaminação.

“Todo o material recepcionado nas plantas habilitadas pelo Serviço de Inspeção Federal e que vai ao mercado, seja ele congelado, fresco ou processado, está apto para o consumo humano, não apresentando níveis de contaminação por hidrocarbonetos ou por metais pesados”, garantiu Seif, assegurando que os protocolos de segurança já adotados foram reforçados para garantir que o pescado brasileiro não representa uma ameaça aos consumidores.

Intoxicação

De acordo com o diretor, desde o fim de agosto, quando as primeiras manchas de petróleo cru começaram a ser avistadas ao longo do litoral nordestino, as secretarias estaduais de Saúde já relataram ao ministério ao menos 70 casos de intoxicação exógena, ou seja, causadas por contato com o óleo ou resíduos contaminados, sendo que 66 foram registradas em Pernambuco, onde outros 31 casos com suspeita de contaminação estão sendo investigados.

Quito apontou algumas hipóteses para explicar porque Pernambuco concentra a maioria dos casos. Uma delas é que, além de ter sido um dos primeiros estados afetados pelo problema, houve também uma grande mobilização de funcionários públicos e de voluntários para limpar as localidades atingidas.

“Era uma época em que muitas orientações sobre o uso de EPIs [Equipamentos de Proteção Individual] ainda não estavam pacificadas. E, em Pernambuco, muitas pessoas se mobilizaram nesse primeiro momento, expondo-se mais ao produto”, disse, sem descartar a possibilidade de os órgãos de saúde municipais e estaduais de Pernambuco estarem “mais sensíveis, mais atentos”.

Além dos 66 casos de intoxicação já confirmados e dos 31 em análise em Pernambuco, outros três casos foram notificados na Bahia e um no Ceará. Nos outros seis estados nordestinos (Alagoas, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) não há, até hoje, nenhum registro oficial de intoxicação.

“Desde o início, imaginávamos que quem estaria exposto [ao maior risco à saúde] seriam aqueles que manuseassem o óleo [sem os devidos cuidados]. Principalmente aqueles que estavam participando da retirada do produto das praias. E é isso que a intoxicação aguda naqueles que estiveram nas praias participando da retirada do produto comprovou: quem se contamina é quem se expõe ao manusear o óleo”, disse o diretor, destacando a importância das pessoas usarem EPIs e evitarem o contato direto com o produto.

Seguro-Defeso

O secretário Nacional de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif, voltou a anunciar que, ainda este mês, pescadores das regiões afetadas pelo óleo e que estiverem cadastrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, receberão a primeira de duas parcelas de R$ 998 que serão liberados a título de auxílio emergencial, que também será dado para marisqueiros e catadores de caranguejos prejudicados pelo surgimento do petróleo cru.

 Óleo se espalhou por várias praias do Nordeste – Reuters/Alisson Frazão/Direitos reservados

Segundo Seif, o governo federal prepara uma medida provisória (MP) estabelecendo critérios para minimizar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais. “Sabemos da amplitude e da gravide [do problema causado pelo óleo]. Como isso afeta a natureza, o turismo e a questão socio-econômica dos pescadores. Em outros locais onde houve acidentes [semelhantes], o consumidor tende a reduzir o consumo de pescados”, disse o secretário.

Seif explicou ser necessário tratar o assunto por meio da edição de uma MP porque a lei que trata do seguro-defeso não prevê a concessão do benefício a marisqueiros e catadores de caranguejos. “Por isso é necessário uma medida provisória mais inclusiva.”

A estimativa é que a medida custe algo em torno de R$ 120 milhões aos cofres públicos. “Estamos pinçando as pessoas dessas regiões cadastradas no Registro Geral de Pesca, e ainda no mês de novembro nós pagaremos a primeira parcela”.

Edição: Fernando Fraga

JAMIL OCKE PODE VOLTAR A CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS

Comentário fortíssimo que rola nos bastidores da política.

O PACTO FEDERATIVO ERA PAUTA DA ESQUERDA.

Isso enquanto estava fora do poder.

Porém em lá chegando, optou pelo aparelhamento, ao garrote vil, idolatria a tigres de papel e a ídolos de pés de barro.

Vamos ficar atentos para os passos dela, a esquerda, durante os desenrolar dos fatos…

 

O RESCALDO DAS ELEIÇÕES ARGENTINAS.

As industrias começam a cair fora.

Uma fábrica de motores é emblemática a sua saída, o motor puxa as outras.

Ninguém está aturando mais essa xaropada, até o futebol está fugindo dela.

Breve mais uma Venezuela em nossas fronteiras.

O ESTRANHO SUMIÇO DA EX-DEPUTADA ÂNGELA SOUSA

Antes tão presente no governo de seu filho, o Prefeito Mário Alexandre, de repente sumiu.

Nos bastidores da política ilheense comentam, perguntam, e até agora não sabem o motivo do afastamento.

 

Deputada Ângela Sousa apresenta seu filho, Mário Alexandre, o Marão…

Pacto federativo pode transferir até R$ 500 bi a estados e municípios

Propostas foram levadas ao Congresso nesta terça-feira por Bolsonaro

Publicado em 05/11/2019 – 14:22 e atualizado em 05/11/2019 – 14:48

Por Andreia Verdélio e Karine Melo – Repórteres da Agência Brasil  Brasília

Com as mudanças no pacto federativo, poderão ser transferidos a estados e municípios de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões nos próximos 15 anos. A informação foi dada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional para a entrega de um pacote com três propostas de emenda à Constituição (PEC) que tratam de reformas econômicas que atingem os governos locais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante a solenidade de entrega das propostas do novo pacto federativo ao Congresso – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante a cerimônia, realizada no gabinete da presidência do Senado, Bolsonaro disse que, após a reforma, os recursos deverão chegar aonde o povo está, para políticas públicas em saúde, educação, saneamento e segurança. “Eles, lá embaixo, nos estados e municípios, decidirão o que fazer melhor do que muito de nós, porque eles vivem os problemas do dia a dia na sua base”, disse o presidente. “Nós gostaríamos, sim, de continuar recebendo a visita de prefeitos e governadores, mas a título de visita apenas e não para vir nos pedir algo orçamentário. Isso [recursos] já está garantido nessa emenda à Constituição.”

Além da PEC do Novo Pacto Federativo, foram entregues ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a PEC da Emergência Fiscal, ou PEC dos Gatilhos, que define gatilhos automáticos de contenção dos gastos públicos em caso de crise financeira na União, estados e municípios, e a PEC dos Fundos, que revê a vinculação de receitas com 281 fundos públicos em vigor atualmente.

O ministro Paulo Guedes explicou que o objetivo é modernizar o Estado brasileiro para fazer as políticas públicas de forma descentralizada, garantindo as receitas. “O pacto tem várias dimensões, tem a consolidação de uma cultura fiscal, cultura de austeridade e sustentabilidade financeira. Na verdade, nós vamos garantir finanças sólidas para a República brasileira. Ao mesmo tempo, estamos descentralizando recursos para estados e municípios de forma a fortalecer a federação brasileira. As outras dimensões são auxiliares como a reforma administrativa, como o estado de emergência fiscal, como as privatizações”, explicou.

Bolsonaro, os ministros e assessores fizeram a pé o caminho entre o Palácio do Planalto e o Senado Federal. Após a entrega dos projetos, o presidente passou rapidamente pelo plenário da Câmara dos Deputados e, também a pé, retornou à sede do Executivo.

Tramitação

Como as propostas do pacto federativo estão, há meses, sendo debatidas entre a equipe econômica e os líderes partidários, para que comecem a tramitar pelo Senado, o governo abriu mão da autoria do texto. As propostas serão apresentadas pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e pelo líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).

“Não se faz descentralização dos recursos apenas com a vontade do Parlamento. O Parlamento sempre desejou isso, mas o fato concreto é que o governo compreendeu a mensagem”, disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O senador ressaltou que, ao longo das últimas décadas, a centralização de recursos no governo central impediu o desenvolvimento de muitas regiões do país, especialmente do Norte e do Nordeste, mas que agora esta é uma bandeira do atual governo.

“Quando o presidente da República traz propostas como essa de descentralização de recursos, e quando o Parlamento vota um tema como cessão onerosa, que também divide recursos da exploração do excedente do petróleo para estados e municípios, são gestos concretos do compromisso e do discurso assegurado pelo governo desde o primeiro dia com a descentralização”, acrescentou o presidente do Senado.

Sobre o calendário para tramitação das PECs,  Alcolumbre disse que deverá ser definido amanhã (6) em uma reunião na qual espera contar com a participação dos 81 senadores “para recepcionar oficialmente as três propostas”. A expectativa do governo é que o pacto seja aprovado até meados do ano que vem.

Previdência

Davi Alcolumbre destacou o trabalho do Senado este ano e lembrou que nesta quarta-feira deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa a PEC paralela à reforma da Previdência, que estende as regras para estados e municípios. “Foi uma luta do Senado a inclusão desse tema na nova emenda constitucional.”

O ministro Paulo Guedes agradeceu ao Senado pelo encaminhamento da PEC paralela e disse que essa proposta também atende ao espírito de fortalecimento da federação. “É melhor uma reforma onde a União tem R$ 800 bilhões [de economia] e os estados e municípios estão dentro e fortalecidos, do que uma de R$ 1 trilhão, onde estados e municípios estão fora”, disse Guedes, ao comentar as previsões inicial e final de economia da União com a reforma da Previdência.

O título foi corrigido às 14h48: as transferências poderão ser de até R$ 500 bilhões, e não milhões, como tinha sido publicado

Edição: Nádia Franco

Governo completa 300 dias, comemora investimentos e apresenta reformas

Publicado em 05/11/2019 – 06:16

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Ao completar 300 dias de governo, o presidente Jair Bolsonaro faz um balanço das últimas viagens e comemora os novos investimentos no país, em cerimônia prevista para hoje (5) no Palácio do Planalto. O governo deve apresentar também novas propostas de reformas para promover a eficiência do Estado e impulsionar a economia e a geração de empregos.

Depois da aprovação da nova Previdência, o governo quer se concentrar na reforma do Pacto Federativo, para equilibrar o orçamento de todos os entes federados. Em entrevista na semana passada, Bolsonaro afirmou que deve levar a proposta pessoalmente ao Congresso e que espera consenso no Parlamento para a provação do texto. A revisão do Pacto Federativo pretende dar mais dinheiro para estados e municípios, além de desvincular e desindexar o Orçamento da União.

Presidente Jair Bolsonaro – José Cruz/Agência Brasil

A reforma administrativa também está no radar da equipe econômica. Uma das medidas do governo deve ser a redução do número de cargos intermediários e mudança na estabilidade de novos concursados para o serviço público. Os atuais servidores e os de carreiras típicas de Estado, entretanto, devem manter a estabilidade. Atualmente, todos os servidores públicos estatutários têm direito à estabilidade no cargo após três anos de atividade.

O presidente Jair Bolsonaro se preocupa ainda com a alta carga tributária no país, que, segundo ele, encarece a cadeia produtiva e é um entrave à competitividade dos produtos brasileiros para exportação. A primeira parte do projeto de reforma tributária que será encaminhado ao Legislativo deve tratar da simplificação do PIS/Cofins.

Viagens

A criação de empregos no país já totaliza 761.776 de janeiro a setembro, 6% a mais que no mesmo período do ano passado. Para Bolsonaro, o saldo positivo é um sinal de recuperação da economia e confiança dos investidores no país.

O presidente comemora ainda os acordos bilaterais e investimentos anunciados durante sua última viagem à Ásia e ao Oriente Médio. Durante dez dias, ele passou por cinco países apresentando as reformas que o governo brasileiro está empreendendo na área econômica e as oportunidades no país.

O grupo Mubadala, um dos dois grandes fundos soberanos dos Emirados Árabes Unidos, anunciou mais investimentos no Brasil, assim como o Fundo de Investimento Público saudita (PIF), que pretende desenvolver projetos da ordem de US$ 10 bilhões. Com esses recursos, o governo brasileiro quer impulsionar os projetos de infraestrutura e de concessões e privatizações do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). De acordo com Bolsonaro, o Brasil já recebeu US$ 28 bilhões em investimentos estrangeiros nos primeiros seis meses de 2019.

Edição: Graça Adjuto

MARÃO JÁ COMEÇA A OLHAR ENVIESADO PARA OS INIMIGOS DO PORTO SUL ===>>>> 09/12/2016

Ele já sentiu que esse posicionamento dos contra, pode prejudicar a reeleição de sua mãe, a Deputada Estadual Ângela Sousa em 2018.

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Marão sem rir, assuntando de soslaio…

“ As prefeituras devem trabalhar para todos, e não, só para os inscritos no espaço político do poder” – Luiz Uaquim

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

A folha de pagamento dos servidores municipais não é o montante que irá tirar Ilhéus da crise, é preciso buscar a geração de emprego e renda nos meios históricos de produção; Agricultura e turismo.

O povo de Ilhéus , há anos , vem sendo induzido a pensar que administrar um município, se resume a pintar os meio-fios de quando em vez.

Enquanto isso, muitos milhões deixaram de ir para educação e saúde , por exemplo. Para onde foram esses milhões é outro problema, mas uma cidade com o potencial de Ilhéus merece mais do que meio-fios amarelinhos.

As alternativas de um novo modelo de administração estão sendo discutidas e serão postas , e esperamos que sejam bem acolhidas pelo nosso povo.
Estas são as nossas convicções

Luiz Uaquim

ILHÉUS, CONTINUA GERANDO EMPREGO E RENDA EM OUTRAS CIDADES.

Em 3 anos de Governo, continua a mesma praxe, reuniões com sorrisos e promessas, e nada sai daí.

Vejam release e fotos da Prefeitura de Ilhéus, e consultem o Diario Oficial do Município. Saberão o montante das compras e serviços feitas em outras cidades.

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, discutiu na quinta-feira (31) com representantes do Sindicato do Comércio Varejista (Sicomércio), Serviço Social do Comércio (SESC) e Associação Comercial e Industrial de Ilhéus (ACII), o projeto de reordenamento, iluminação pública e revitalização das ruas comerciais no centro da cidade.

Foram destacados os serviços de infraestrutura realizados nos pontos de ônibus do paredão do centro e da Praça Coronel Pessoa; iluminação pública, drenagem e recapeamento asfáltico. “Estamos montando um comitê de trabalho para coordenar as ações de requalificação e reordenamento do nosso comércio dentro do equilíbrio e favoráveis a todos os grupos”, ressaltou Mário Alexandre.

Também foram discutidas as melhorias da lei tributária, bem como o fortalecimento das vendas e contratação de pessoal, especialmente no período do final de ano. “Através da parceria estabelecida, estamos fazendo de tudo para melhorar a experiência dos frequentadores do comércio local”, completou o prefeito.

Júlio Cesar Melo, superintendente de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, explicou que a reunião foi pautada conforme estabelece a Lei 1.105/74, que dispõe sobre o Código de Posturas do Município de Ilhéus. “O prefeito dedicou atenção à organização das ruas do centro, por isso, discutimos a criação de uma comissão formada por entidades representativas do comércio”.

“Precisamos organizar conforme a lei determina. A comissão vai estudar o que pode ser feito para realocar os ambulantes que vendem os seus produtos no Calçadão de Ilhéus”, enfatizou Antônio Augusto Lopes e Costa, presidente do Sicomércio.  

Foto: Secom PMI

Foto: Secom PMI

Foto: Secom PMI

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE PRECISA SER RECONTADA.

contador free

nao basta

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