WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Política’

BARBEIRAGENS DE UM MARUJO NOVO NO COMANDO DO NAVIO

Neófito em política, o Prefeito de Ilhéus Mário Alexandre, achou que estava abafando quando tomou posse já refém da unanimidade da Câmara de Vereadores.

Diabólico quem lhe vendeu essa falsa premissa.

Agora, além de refém, esta agachado, de cócoras e esperando em cólicas, a divulgação pelo Tribunal de Contas do Município, do resultado das suas contas de 2017…

 

Sorrindo, deixo a vida me levar…

DEPUTADA ÂNGELA SOUSA É HOSTILIZADA NA ENTRADA DA ALBA.

Quarta, 12 de Dezembro de 2018 – 09:59

Deputada governista é hostilizada e policiais escoltam para entrar na AL-BA; veja

por João Brandão / Rodrigo Daniel Silva

Foto: Divulgação

A deputada estadual Angela Sousa (PSD) foi hostilizada, na manhã desta quarta-feira (12), e policiais fizeram escolta para a parlamentar entrar na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

Servidores estaduais, que protestam contra o pacote enviado pelo governador reeleito Rui Costa (PT) para Casa, chamaram a deputada de “traíra” (saiba mais).

Nesta segunda, os deputados estaduais vão votar o pacote governista, que prevê a extinção de cargos, redução de estatais e elevação da contribuição do servidor 12% para 14% para a Previdência estadual. A apreciação vai acontecer no auditório do Legislativo baiano, já que o plenário está ocupado por servidores.

NO RASTRO DOS ESTELIONATOS ELEITORAIS.

Ilhéus está prestes a entrar no 3º ano do mais descarado estelionato eleitoral.

Só acabando com a Gestão Plena do SUS, é que pode acabar essa esculhambação.

Tenho dito…

Promessas não cumpridas.

JOSÉ NAZAL PODE SE PREPARAR PARA ASSUMIR A PREFEITURA DE ILHÉUS.

Pelas minha observações, conhecedor dos atores e canastrões do cenário politico de Ilhéus, posso prever que o Prefeito Mário Alexandre, não come a canjica de São João no cargo.

No evento de Valderico Reis, errei por 2 meses, falei que a queda seria em junho e aconteceu em agosto.

Vamos ver a data do evento atual?

Foto ilustrativa copiada das imagens do Google

JOÃO BARROS COTADO PARA O IBAMA -BAHIA

O advogado João Barros, especialista em Meio Ambiente, está cotado para assumir o relevante posto de Superintendente do IBAMA na Bahia. Com um currículo impecável para a área ambiental, Barros foi candidato a deputado federal obtendo excelente votação. Paralelo à sua candidatura coordenou a campanha de Jair Bolsonaro na região, o que lhe rendeu simpatia do presidente eleito. De acordo com as informações, a indicação de João Barros teria partido do próprio Bolsonaro. O blog tentou manter contato com Barros, mas não conseguiu.

AMANHÃ, DIA 10, DIPLOMAÇÃO DO PRESIDENTE ELEITO PELO POVO BRASILEIRO!


ANSIEDADE NO JULGAMENTO DAS CONTAS 2017 DE MARÃO PELO TCM.

O núcleo político/administrativo do Prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, está apreensivo quanto ao julgamento das ditas contas.

Corre um verdadeiro frisson nas hostes governistas, alguns até em cólicas.

O TCM não está alisando ninguém, haja visto o genro de Valderico, Prefeito de Sta. Cruz da Vitória..

Marão, Jerbson e Fabrício.

CIRO GOMES ROMPE COM O PT A NÍVEL PESSOAL!

Moro articula para aprovar projeto que alinha legislação brasileira no combate ao terrorismo

Se não aprovado, Brasil pode sofrer consequências econômicas e ser suspenso de grupo de ação financeira internacional.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro tem conversado com parlamentares para aprovar, ainda em 2018, projeto de lei do Executivo que alinha a legislação brasileira de combate ao terrorismo e às recomendações da ONU, com medidas contra criminosos e empresas.

Futuro Ministro da Justiça, Juiz Sérgio Moro

 

PL 10.431/18 obriga o cumprimento de sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU contra organizações e pessoas envolvidas com terrorismo, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, que poderão ter seus ativos e contas bloqueados, restrição a entrada e saída do país e de importação ou exportação de bens.

A preocupação atinge sobretudo a área econômica. Sem a legislação, o Brasil corre risco de, em fevereiro, ser o primeiro país suspenso do GAFI – Grupo de Ação Financeira Internacional. O objetivo da aprovação seria evitar que o Brasil entre para a “lista negra” de nações não engajadas mundialmente com a prevenção e o combate a esses crimes e sofra consequências econômicas e comerciais.

 Bancos que operam nos EUA, por exemplo, são multados quando fazem operações com países que estão na lista dos que não combatem o terrorismo e a lavagem de dinheiro, ou seja, a suspensão do Brasil do acordo internacional pode acarretar uma atitude defensiva por parte das instituições financeiras globais.

O projeto estava na pauta do plenário da última terça-feira, 27, mas a matéria ainda não foi apreciada.

Projeto

Apresentado em junho ao Congresso, a matéria ganhou o carimbo de urgência na Câmara há cerca de dez dias. Apesar disso, o texto ainda não tem relator de plenário designado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia, que tem sido acionado tanto por Moro quanto por interlocutores da área econômica para fazer avançar a matéria.

O projeto obriga que todos os órgãos do governo, empresas e entidades brasileiras executem imediatamente sanções do Conselho de Segurança da ONU contra organizações e pessoas envolvidas com terrorismo, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, que terão seus ativos e contas bloqueados, restrição a entrada e saída do país e de importação e exportação de bens.

Em 2015, foi aprovada a lei 13.170/15, que adequou boa parte das leis às exigências internacionais para desarticular o trânsito de dinheiro ilegal pelo mundo e assim prevenir e combater o terrorismo, o narcotráfico e o crime organizado. Mas sanções decorrentes de resoluções do Conselho de Segurança ficaram em aberto. O projeto de 2018 visa sanar essa lacuna.

Oposição

Na oposição, há preocupações de que o projeto, que substitui uma lei aprovada em 2015 e que a ONU considerou insuficiente, sirva para criminalizar movimentos sociais, como o dos Sem-Terra (MST). O texto prevê a possibilidade de recurso ao Judiciário de quem não concordar com a punição.

O deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, afirma que na maioria dos países signatários desse tratado há uma conceituação clara do que são organizações terroristas. Mas não é o que ocorre no Brasil. “Estamos num governo que busca ampliar esse conceito e criminalizar movimentos sociais legítimos. Por esse conceito deles, por exemplo, a greve dos caminhoneiros poderia ser classificada como terrorista.” O partido deverá ficar contra a aprovação até que se tenha conhecimento das consequências.

Veja a íntegra do texto e a manifestação do GSI, AGU, MJ e MRE ao presidente.

PAULO CARQUEJA SERÁ O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS!

Nos bastidores da política ilheense já são computados 12 votos entre os colegas edis.

Carqueja, sucederá  Lukas Paiva na Presidência da Câmara.

BOLSONARO VAI PROCLAMAR A REPÚBLICA?

Artigo do Prof. Villa no Correio Braziliense e Estado de Minas:

Marco Antonio Villa

No Brasil tivemos até recentemente um presidencialismo de novo tipo, um presidencialismo de transação. Transações caras, à custa do tesouro público. A desfaçatez era tão grande que tudo era feito às claras. Se, antigamente, a negociação para obter apoio político era realizada clandestinamente, no Brasil da Nova República a transação era pública. Um político reivindicava um cargo e usava a imprensa como instrumento de pressão, de coação sobre o governo. Na esfera federal (pois o mesmo se reproduzia nos estados e nos municípios) tinha virado rotina um deputado ou senador exigir uma diretoria de estatal ou um ministério como contrapartida para apoiar o governo. Exemplos não faltaram, infelizmente.

Os partidos desejavam ocupar postos no Estado para fazer “aqueles negócios” que todos nós conhecemos. O terrível era que nenhuma autoridade judicial, o Ministério Público, ou lá o que seja, interpelasse o partido. Tudo era aceito como absolutamente natural. O patético Severino Cavalcanti ficou celebrizado pelo desejo de controlar uma diretoria da Petrobrás que “furasse poço”, como declarou.

Basta consultar os nomes dos dirigentes dos bancos , empresas e agências estatais – além, é claro, dos ministérios – que lá encontraremos vários delegados dos oligarcas desta República de fancaria. Lá estão para auferir benefícios financeiros que são repassados ao “padrinho” e distribuídos entre os membros da famiglia. Esses mandões só sobrevivem porque contam com a complacência e conivência do poder central, do presidente da República. E o exemplo que vem de Brasília acabou contaminando estados e municípios. As alianças políticas também foram estabelecidas por essa lógica perversa, que antecede até a vitória eleitoral. Ainda nesta eleição, especialmente nos estados, o centro da discussão foi o tempo na televisão e rádio. Não houve partido que ao estabelecer uma aliança tenha discutido alguma questão programática. Nada disso. Os partidos, que têm proprietários, especialmente os menores, comercializaram o tempo de televisão, trocando por eventuais favores após a vitória e por apoio financeiro aos seus candidatos.

Entrava governo, saía governo, e nada mudava nesse presidencialismo de transação. O primeiro mandatário era refém do Congresso Nacional, como se o voto do eleitor fosse sequestrado e o preço pelo exercício da função presidencial dependesse do pagamento de uma espécie de resgate. As alianças políticas não eram estabelecidas com base programática. A maior parte dos parlamentares nem sequer tinham conhecimento de itens básicos do programa do seu partido. Alguns tinham até dificuldade de dizer qual era seu partido, pois mudavam de um para outro em questão de meses. A permanência dessa relação de coação do Legislativo sobre o Executivo era apresentada como inevitável, uma condição indispensável para a governabilidade. Ganhou até foro acadêmico e recebeu o nome de presidencialismo de coalizão. Coalização do que?

Qualquer crítica a essa coação era vista como uma espécie de rompimento da ordem democrática. Analistas diziam que era o preço para a governabilidade. E que o estabelecimento de uma outra relação, baseada em princípios programáticos, conduziria necessariamente a um choque com o Legislativo. Este suborno seria o preço para a paz política. Pura falácia. Evidentemente que ninguém supõe que os parlamentares acostumados há décadas com o sistema do “é dando que se recebe”, aceitarão, sem resistir, um outro tipo de arranjo político. Este é o desafio da presidência Jair Bolsonaro. Construir uma equipe sem se submeter à chantagem da velha política. Até o momento tem resistido. Poderá fazer uma revolução nos marcos democráticos. É provável que use da comunicação direta com os brasileiros para se fazer ouvir, para apresentar suas medidas de governo – e obter apoio. Se o fizer, prestará um grande serviço à moralização da República.

A sustentação que deverá obter no Congresso Nacional terá como como balizamento o programa de governo. Portanto, em vez de um saque organizado do erário público, como ocorreu nas últimas três décadas, poderemos ter o estabelecimento efetivo de um governo com princípios e que negocia com o Legislativo com base em projetos de lei ou, se for o caso, com emendas à Constituição. Isto é uma verdadeira negociação republicana, enterrando o presidencialismo de transação. E a falácia de que a “coalização” é indispensável para a governabilidade.

Bolsonaro, até o momento, está sendo ousado. Rompe como uma prática nociva à consolidação da democracia no Brasil. Terá dificuldades no Congresso, insisto. Boa parte dos parlamentares – apesar da renovação nas duas Casas – está acostumado com a velha política – a política da corrupção. Caso se mantenha firme poderemos dizer que a República anunciada em 15 de novembro de 1889 foi, finalmente, proclamada.

Marco Antonio Villa é historiador.

O PREFEITO DE ILHÉUS, DOUTOR MÁRIO ALEXANDRE VAI CONCORRER À REELEIÇÃO?===>>> ’15-10-2018′

Ou vai apoiar outro candidato?

ATUALIZAÇÃO: Nesse final de semana, embalado pelo sucesso de seu governo, ele(Marão)  declarou aos amigos mais ‘chegados’ que será sim candidato a reeleição. Ficando a dúvida em quem será o vice.

Com isso chegam a 11 o numero de pré-pré-candidatos à Prefeito de Ilhéus.

 

Foto ilustrativa copiada das imagens do Google

NOTA PÚBLICA DO PARTIDO PROGRESSISTA

NOTA PÚBLICA 

A Comissão Executiva do Partido Progressista em Ilhéus vem a público manifestar repúdio à veiculação publicada na imprensa local, especialmente em alguns blogs, sobre a responsabilidade pela demissão de centenas de servidores públicos admitidos antes da Constituição Federal de 1988, atribuída à gestão do partido. 

Importante ressaltar que a CF/88 tornou estáveis servidores admitidos antes de outubro de 1983, ou seja, aqueles que ingressaram 5 anos antes da Carta Magna. Aqueles servidores admitidos após outubro de 1983, apesar não serem enquadrados como estáveis, não houve qualquer mandamento legal que obrigasse a demissão. Após a Constituição, porém, para ingresso na carreia pública houve obrigação de admissão mediante concurso público. 

Assim, nas gestões do ex-Prefeito Jabes Ribeiro, especialmente de 2013 a 2016, várias ações foram promovidas para evitar a demissão em massa dos servidores, quais sejam: ajuste fiscal com o aumento da arrecadação, com o fito de diminuir o índice de pessoal para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal; a realização do maior concurso público havido na cidade de Ilhéus, com a finalidade precípua de substituir os servidores em fim de carreira, inclusive aqueles admitidos entre 1983 a 1988; a alteração do regime jurídico dos servidores de celetista para estatutário, que foi de fundamental importância para reestruturar o quadro de pessoal do Município e diminuir o impacto de contribuições sobre a folha de pagamento; a aprovação do reenquadramento da remuneração dos servidores, objetivando a melhoria salarial daqueles que tinham sido admitidos com salário muito abaixo da realidade do mercado de trabalho. 

Além disto, dentro do planejamento do ajuste foi devidamente planejado e entregue ao governo que assumiu o anteprojeto do Plano de Cargos e Salários, bem como o Programa de Demissão Voluntária, que veio a ser aprovado pelo legislativo municipal, como uma forma de estimular e salvaguardar anos de prestação de serviços ao Município, diante de uma aposentadoria prematura.

Não é verdade também que o governo progressista não tenha convocado concursados, a medida que os contratos temporários foram extintos, houve convocação de médicos, enfermeiros, procuradores e outros, dando continuidade a política de ajuste em todas as áreas, especialmente a de pessoal.   

Assim, o Partido Progressista, pelos atos praticados pelo ex-prefeito Jabes Ribeiro, tem a convicção de que a demissão em massa de servidores poderia ter sido evitada, acaso houvesse continuação do ajuste fiscal, bem como incentivo a aposentadoria, com o efetivo diálogo com a classe atingida pela decisão judicial, que é passível de sofrer reforma pelos Tribunais Superiores, se essa for a decisão da gestão municipal. 

Comissão Executiva do Partido Progressista.

VERDADE OU FAKE NEWS?

GRAMPINHO DANDO CHILIQUINHO.

O Presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, está indicando o seu Ministério independente de cor Partidária.

Está sendo feita pela competência e aceitação do indicado, nada passando pelas mãos dos caciques dos partidos.

Só do DEM já foram 3, e isso deixa a cacicada pirada. ACM Neto, Presidente do partido quer pegar um vácuo, mas só pegou ar…

Neto-sai-escoltado-por-seguranças-durante-confusão-FOTO-Bocão-News



anuncie aqui

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
dezembro 2018
D S T Q Q S S
« nov    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia