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:: ‘Política’

BASTOU UM DIA DE OBA-OBA…

… e Ilhéus voltou a ter um desgoverno de gambiarras!

Desgoverno de gambiarras!

DESEMPENHO INDIVIDUAL DOS VEREADORES DE ILHÉUS SEGUNDO O INSTITUTO NOSSA ILHÉUS.

Lançado relatório de desempenho do primeiro ano da Câmara de Vereadores de Ilhéus

Logo DE OLHO NA CÂMARA.

O Instituto Nossa Ilhéus (INI) lança o relatório dinâmico de desempenho dos vereadores ilheenses, referente ao primeiro ano desta legislatura. A ação faz parte do projeto de monitoramento social De Olho na Câmara de Vereadores, criado pelo Instituto e realizado há seis anos, com o objetivo de divulgar informações públicas para que a população tenha conhecimento de quanto cada vereador contribui para a cidade.

Podem ser acessadas no relatório informações como desempenho individual de cada vereador, em quais bairros e distritos atuaram neste primeiro ano, projetos de lei propostos, leis aprovadas, requerimentos, indicações, ausências, presenças e o resumo das ementas. Confira os dados em: www.nossailheus.org.br/desempenho-da-camara-em-2017.

O relatório tem característica quantitativa, a fim de que as informações divulgadas sejam analisadas pelos próprios cidadãos. É possível, também, observar uma distinção entre projetos de lei e leis de alto impacto e de baixo impacto, sendo estas últimas instituição de Dia Municipal ou evento, mudança de logradouro e declaração de utilidade pública de associações. Essas são matérias que não impactam diretamente a população e não precisam de elaboração, pois geralmente são padronizadas e aprovadas por unanimidade.

Lançado no mês em que a Lei de Acesso à Informações (LAI) completa seis anos, o relatório já é uma referência de estimulo à transparência. O objetivo é que a própria Câmara elabore o seu relatório periodicamente, por meio de dados abertos. Para isso, o INI entregou o modelo àMesa Diretora da Câmara, no primeiro mês da nova legislatura.

De Olho na Câmara de Vereadores – Principal projeto na área de Monitoramento Social do Instituto Nossa Ilhéus, além do levantamento periódico da produção legislativa, realiza filmagens e transmissões das sessões, ao vivo pelo www.youtube.com/nossailheus e/ou pela fanpage facebook.com/InstitutoNossaIlheus, onde é possível também encontrar vídeos de todas as sessões gravadas desde 2012.

Instituto Nossa Ilhéus (INI) – Fundado em 09 de março de 2012, o Instituto é uma iniciativa da sociedade civil organizada, apartidária com o título de OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.  Busca a aproximação da sociedade civil e do poder público em suas ações, tendo como eixos de atuação a Educação para Cidadania, o Monitoramento Social e o Impacto em Políticas Públicas. Localiza-se na Rua Eustáquio Bastos, nº 126, 8º andar do Edifício Kauffman, no Centro, em Ilhéus. O INI está aberto a todos que desejam engajar-se em suas atividades. Acompanhe o site www.nossailheus.org.br.

O PROJETO ‘DE OLHO NA CÂMARA’, PAROU?

Um projeto/programa de iniciativa do Instituto Nossa Ilhéus, era tão bom, mantinha os cidadãos informados, parou.

Sera que a legislatura de 2017 não apresentou nada de relevante, nada que pudesse ser divulgado, depois que a Câmara passou a ser ‘Samba de uma nota só’?

José Nazal: “Deixei a Seplandes por ver coisas que eu considero erradas” – ENTREVISTA

 

José Nazal: “Deixei a Seplandes por ver coisas que eu considero erradas”

maio 18

“Sobretudo, governar sozinho ou com um ou dois” afirma

O vice-prefeito José Nazal que pediu exoneração da secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Seplandes), no final do mês passado e expôs uma crise interna e visível, porém desmentida constante pelos personagens envolvidos.
Mesmo diante dos fatos, Nazal, Por uma questão de ética pessoal, preferiu só falar depois de publicado o Decreto de Exoneração, o que ocorreu sexta-feira passada. Procurado o vice-prefeito não se recusou e concedeu a entrevista.

Diário de Ilhéus – O senhor pediu para ser exonerado da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável. Porque
José Nazal – Eu diria alguns motivos, mas se puder dizer um só eu diria que é o foco do governo que saiu dos interesses do povo de Ilhéus.
É preciso fazer uma retrospectiva da História. No dia 30 de abril eu protocolei no gabinete o pedido formal de exoneração e uma carta pessoal ao Prefeito Mario Alexandre, que estava fora da cidade, expondo todos os meus pontos de vista, uma critica inclusive como autocrítica, não estou me colocando melhor do que ninguém.
Comecei lembrando que no período de pré-campanha eu fui convidado algumas vezes para fazer uma aliança com ele (Mário Alexandre) e sempre rechacei porque havia um bolo muito grande partidos e eu estava discutindo com um numero menor de partidos. Eu achava que uma envolvendo um grande numero de partidos de diferentes ideologias e princípios até ganharia (a eleição), mas não governava atendendo as demandas que o município precisa.
Na véspera das convenções, no inicio de agosto, eu sentei com Mario (Alexandre), num sábado (de 30 de julho), eu acompanhado por Gusmão e ele com Renilson e depois chegou Marcos (irmão de Mário), conversamos e Mário perguntou qual era a minha proposta se agente fizesse uma aliança eu sendo o vice. Respondi que a minha proposta era governar por Ilhéus para Ilhéus. Saindo da linha eu gritava. Foi o termo que usei.
No dia seguinte nos encontramos mais uma vez para fechar a aliança com outras pessoas que pudessem nos acompanhar. Grupo com os quais eu tinha uma relação mais próxima e que não foi possível, Mario me disse: que tinha dormido aquela noite, há mais de 15 dias não estava dormindo. Todo mundo que queria fazer aliança com ele pedia para dividir o governo no meio, queria 50% dos cargos. “Mas você (referindo a Nazal) não me pediu nada. Eu lembrei isso a ele quando conversamos.
Todas as indicações que fiz foram de critério técnico e não político. É claro que é preciso alinhar a política a competência técnica.
Na convenção do PSD, ao lado do senador Otto Alencar, eu repeti no meu discurso que a aliança foi feita por Ilhéus e fora disso eu gritaria, não aceitaria. Atualmente, no governo, eu estou vendo interesses sendo levados como prioridade, que não são interesses de Ilhéus. No governo tem pessoas que não têm compromisso com a cidade. Não são daqui e depois vão embora. A gente vê a história se repetindo, isso já aconteceu noutros governos.
Por ver alguns interesses não serem atendidos com relação a cidade, por ver por ver coisas que eu considero erradas, sobretudo você governar sozinho ou com um ou dois só. Eu entendo governo com uma coisa plural no qual se vê a discussão ser estabelecidas, quando você ouve opiniões de todas as formas as quais proporcionem possibilidades de acertar mais nas decisões.
Tem mais de oito meses que o governo não faz uma reunião de secretários. Hoje tem uma, para apresentar os novos secretários, fui convidado e avisei que não iria. Como o governo vem governando sozinho até agora com uma eminência parda ao lado, eu não vou.

Diário de Ilhéus – Quem é a eminência parda?

José Nazal – O prefeito é quem sabe.
Eu sei que o meu compromisso é com Ilhéus. Nos tínhamos todas as ferramentas para fazer um governo como a população que e precisa. Não posso ver o que estar errado e eu continuar fazendo errado. Tem contratos que eu não concordo, a maneira de adotar certas decisões. Por exemplo: houve uma licitação, que foi suspensa, que apresentava valores mais do dobro ao praticado na praça. Não existe justificativa para que se diga que aquilo estava certo. Na época o preço (do cimento) era r$ 23, e estava cotado por 50 reais. Se na cotação o preço estivesse 25, 30 reais a justificativa seria a demora no pagamento, atrasos etc., porém, ali estava mais do dobro.

Diário de Ilhéus – Com relação à Saúde?

José Nazal – É impensável admitir a falta de copinho para fazer exame de escarro na área de atendimento à tuberculose. Inadmissível pensar que falta insulina para atender aos diabéticos. É impensável admitir que venha um cara de fora para “botar os dentistas para trabalhar”. Dizendo que os dentistas daqui não trabalham e chegue pisando, passando por cima dos colegas. Nem eu nem o próprio Mário Alexandre trata ninguém mal. Eu perguntei se não tratamos as pessoas mal e porque que um cara, em nome da gente, trata todo mundo mal? E sem fazer o que se propôs a fazer.
No bairro Ilhéus II uma senhora me diz “tive que comprar, do meu bolso, por R$ 5,80 centavos uma bobina de papel para a marcação funcionar, porque a máquina não tinha bobina. É inadmissível que uma pessoa tenha me procurado para informar que tem uma filha que é atendida pelo sistema de TFD (Tratamento Fora de Domicílio), um programa com dinheiro do Governo Federal, ou seja, você não precisa pedir favor a prefeito, vereador deputado, a ninguém para ser atendido, bastar ter a documentação do SUS em dia.
Essa pessoa, mãe de uma afilhada de batismo minha, foi pegar a passagem numa sexta, porque iria viajar, para Salvador com a filha, na segunda-feira e ao chegar ao guichê da Águia Branca não pode retirar a passagem porque a Prefeitura estava devendo. Isso foi em abril, a Prefeitura estava devendo quatro meses. Não foi por falta de dinheiro. Esse dinheiro não é do município, é rubricado, do Governo Federal, existe uma conta exclusiva. Por um erro ou incompetência não pagou. Não da para admitir uma coisa dessas!
Eu convidei Mario, algumas vezes e ele nunca aceitou o meu convite, para sairmos só nos dois. Eu ou ele dirigindo, sem segurança, sem jornalista, fotografo, sem avisar nada a ninguém. Neste dia entraríamos em postos de saúde, escolas, repartições, unidades administrativas, em locais do interior próximo. Isso de forma incerta para ver como está funcionando a administração. Ele nunca topou. Eu não engulo essas coisas. Eu não tenho dificuldade para dizer sim nem não.

Diário Ilhéus – Você deixou a Secretaria com alguns projetos…

José Nazal – Eu tenho 41 anos de vida pública. Entrei na Prefeitura para ser oficial de gabinete no dia 1 de fevereiro de 1987 – minha carteira estava assinada mandei da baixa, dez anos depois, senão eu continuaria servidor público até hoje – então, nesses 41 anos eu não conheço quem entrou na prefeitura para trazer alguma coisa em favor do município. Todos anunciam que é em favor do município, mas quando você vai olhar sempre está beneficiando um grupo, uma pessoa.Às vezes tem um bem coletivo e esse merece o apoio.
Algumas coisas estão sendo feitas, espero que continuem. Existia uma queixa grande, que a Seplandes travava tudo. Travando o que estava errado. Se está errado porque eu tenho que liberar. Se falta uma certidão, se o projeto está incompleto, não tem a licença ambiental porque eu tenho que liberar. Andar correto é dever de todos.

Diário de Ilhéus – Durante a campanha vocês anunciaram que este seria um governo da seriedade e do cuidado. Mas parece que nem uma coisa nem outra?

José Nazal – Por mais que alguém reclame, eu tive em algo incomum. A manifestação do Ministério Público. A 11ª promotoria acompanhou o que a gente fez na tentativa de fazer com que a lei fosse cumprida, naquilo que é competência daquela promotoria. Fizemos a ação de limpeza no centro para retirar os outdoors. Não inventamos nada, cumprimos a lei. Não está a contento ainda.
Esta sendo encaminhado um projeto para fazer um levantamento arbóreo da cidade, uma espécie de plano diretor para o planejamento de arborização da cidade, neste sentido está pronto e deverá ser assinado um convenio com a UFSBA.
Estávamos realizado um trabalho de recuperação de recursos praticamente perdidos, de compensação ambiental da Fiol e da Petrobrás para fazer o plano de manejo do Parque Boa Esperança, fazer a delimitação e fechamento da área, construção de guarita e área de conforto para o guarda-parque, um espaço para convivência para, a partir do plano de manejo, receber visitas guiadas e acompanhadas. A cidade precisa saber a riqueza que tem. Tivemos o cuidado de arrumar as questões ambientais principalmente com relação as festas.

Diario de Ilhéus – Com relação ao Fundo Municipal de meio ambiente?

José Nazal – O Fundo Municipal de Meio Ambiente, deixamos com mais e 150 mil reais em caixa. Até a gestão passada, todo dinheiro oriundo dos custos das licenças ambientais caia no caixa comum da Prefeitura e desaparecia. Agora vai todo para o Fundo do Meio Ambiente. Estávamos trabalhando um projeto de Pagamento de Serviços Ambientais para, com esses recursos, tentar recuperar a bacia do Iguape, que é um problema muito sério que o município enfrenta. Esses problemas não se discutia. Precisamos rever Plano Diretor. O Plano de Saneamento que não foi cumprido na data e Governo Federal deu mais dois anos de prazo. Já se passaram cinco meses e nada foi feito e eu estava cobrando isso desde o primeiro dia de governo.

Diario de Ilhéus – Quais as condições de trabalho, atualmente?

José Nazal – As pessoas têm condições zero de trabalho. O ambiente de trabalho das pessoas (da Prefeitura) é uma ambiente insalubre inclusive. Sem cadeira. Uma pessoa chegou a um setor e doou seis cadeiras de presente. Não foi a troco de favores. Deu porque quis dá. Computador descente, a Prefeita tem apenas um com Software oficial, os outros todos não são. Essas coisas precisam ser encaradas. Mas, há uma grande omissão por parte da sociedade.

Diário de Ilhéus – Porque você diz que a sociedade é omissa?

José Nazal – Falta a participação em tudo. Conselhos, eventos, conferencias etc. Vai ter uma audiência publica agora, no dia 30, que o governo vai fazer sobre o Aeroporto Jorge Amado, em Salvador. Está errado fazer em Salvador, mas ninguém reclamou, só eu. Porque em Salvador se o interesse é aqui? Quem vai daqui para Salvador? Que fosse feita uma em Salvador, mas também aqui. Mas quem reclamou disso? Depois aparece uma empresa qualquer para administrar o aeroporto, aí todo mundo começa a gritar. Mas foi questionado antes?

Diario de Ilhéus – Mas o chamamento, a divulgação de audiências desse porte não deveria está sendo divulgado pelo Governo Municipal?

José Nazal – O aeroporto é um problema sério em Ilhéus. A gente pensa no aeroporto a questão do Polo de Informática que foi prejudicado, dos vôos que foram retirados, a pista que foi diminuída. Hoje a passagem aérea em Ilhéus é das mais caras do Brasil. O aeroporto tem uma normativa que impede a cidade de construir. Está emperrando a construção civil na cidade e ninguém faz nada. É uma gincana da Infraero com o Comando da Aeronáutica (COMAER). Agora enviaram uma carta com 175 pontos que tem que ser eliminados. Se você tira os 175 eles arranjam mais 200. Isso é uma decisão de força política.

Diário Ilhéus – Não caberia ao Governo do Estado defender os interesses da Bahia?

José Nazal – Espero que agora, já que o Estado da Bahia vai assumir o aeroporto, se preocupe com isso. Em minha opinião o ideal seria ter o aeroporto no Sítio Jóia do Atlântico que era o projeto pensado em 1994 cuja a área foi decretada de utilidade pública e depois revogado o decreto. Esse é o sítio ideal, ainda dá tempo. Tem uma invasão no local que está começando. O sítio Ceplac/Uesc, que foi proposto, com base numa nota técnica da Infraero, não tem condições.

Diário Ilhéus – O Senhor fala sobre esse descarrilhamento do governo, mas continua representando esse governo. Pelo menos as fotos distribuídas pela Secretaria de Comunicação demonstram isso. Por quê?
José Nazal – Não.
Vice prefeito eu sou. Eu continuo vice prefeito de Ilhéus. É uma outorga que me foi data pelo povo. Se eu morrer ou se a justiça entender que fiz algumas coisa errada e cassa o mandato eletivo. Fora isso vou continuar até quando Deus permitir. Fui convidado para um evento na Justiça Federal pela Promotoria da Infância. Fui chamado para mesa como Vice prefeito, porque sou Vice. O representante do Prefeito estava presente, mas por deferência abriu mão da representatividade. Na audiência da Embasa eu fui convidado pelo vereador Makrize, como vice prefeito, isso foi dito por mim no inicio da audiência. Fui chamado para fazer uma palestra no Rotary há cerca de 40 dias, expliquei que não sou mais Secretario, me disseram que a palestra era pelo Vice Prefeito. Não represento o Prefeito, tenho minha representatividade institucional.

Diário de Ilhéus – Quando o senhor se anuncia vice prefeito, não está assumindo a sua participação, co-responsabilidade no governo que segundo o senhor, não está correspondendo aos anseios da sociedade. Um, exemplo é o Posto de saúde Sarah, foi derrubado no inicio deste governo e continua no chão?

José Nazal – Tem outras coisas. A Escola da Tibina está sem telhado desde o governo passado. A Secretaria de Educação mandou uma lista para recuperação de escolas municipais e a escola da Tibina era a prioridade número 1. Não sei quem nem porque, resolveu não obedecer a lista e a obra nãofoi feita. Em Banco do Pedro o posto de saúde foi inaugurado no dia 16 de dezembro de 2016. Um dos últimos atos do governo de Jabes Ribeiro. Está sem água, sem energia elétrica e sem funcionar até hoje. Carobeira tem um posto médico na mesma situação. Foi divulgada uma matéria pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura dizendo que há cinco anos, desde o governo de Newton Lima, não vai médico em Banco Central. A agente de saúde de lá garante que até dezembro de 2012 funcionou. Quem coordenava esse posto era Orlins. Em Castelo Novo, um agente de saúde me mostrou que passaram quatro anos de Jabes e mais um ano de deste governo e não vem um médico nem uma enfermeira. Essa situação se repete por toda cidade.

Diario de Ilhéus – O senhor lançou uma candidatura que representava o novo para Ilhéus, mas não se concretizou com a aliança com Mario Alexandre. Esse é um governo que atualmente não consegue fazer o básico, a limpeza das ruas, fazer um posto de saúde funcionar, não há ordem no transito, no sistema de transporte urbano. O que o senhor pretende para o seu futuro político?

José Nazal – Eu não vou deixar de fazer política. Essa é a primeira vez que sair candidato a cargo do executivo. Fui candidato a vereador em 1988, pelo PMN, fiquei na segunda suplência. Vou continuar andando pela cidade. Ouvindo as pessoas, estudando a cidade. Pretendo ouvir as pessoas, visitar o interior. Eu não vou ao interior só em dia de festa. Tenho ido constntemente.

Diario de Ilhéus – Qual a sua mior preocupação agora?

José Nazal – Uma coisa está me preocupando muito. Estamos tendo uma questão com o IBGE que a cada ano reduz o numero de habitantes de Ilhéus. Eu não aceito. Tenho tido fortes embates com os técnicos do IBGE. Estamos vendo a cidade crescer. Eu faço voos constantes sobre toda área territorial do município, conheço relativamente bem. Não posso aceitar isso. Estou fazendo uma revisão, com o IBGE. Preparação para o próximo censo que no próximo ano fecha a base territorial e eu estou acompanhando. Vou fazer com atenção, porque agora vou ter mais tempo. Com estão as estradas vicinais?
A situação das estradas rurais é hororosa. Não dá para admitir Ilhéus ter uma extensão territorial como tem 1584 Kms de território, mais de 1200 km de estradas vicinais e ter uma patrulha para atender. Isso é ipossivel. O equipamento está em Japu começou a fazer a estrada, antes de concluir tiram e mandam para outro lugar. Tem um pessoal na borda de Uruçuca, que é Rio do Braço e Banco do Pedro estão querendo que a Prefeitura de Uruçuca va fazer a estrada. Eu estou dando a teste para que isso não aconteça. Quem tem que fazer é Ilhéus

Diario de Ilhéus – A Prefeitura de Uruçuca tem avançado muito no território de Ilhéus, por omissão e incompetência da Prefeitura de Ilhéus, não acha?

José Nazal – A Prefeitura de Uruçuca construiu uma escola dentro de Banco Central, em Lajedão, isso há poucos dias. Falei com o Prefeito, mas até ontem não havia sido tomada nenhuma providência. A prefeitura de Ilhéus precisa trocar os professores ou derrubar a escola e construir outra. Como pode admitir isso? Quando for feita a revisão territorial Ilhéus volta a perder.

Diário de Ilhéus – Essa é a questão do limite com Itabuna, no Macro e Atacadão. A prefeitura não está dando nenhuma atenção…

José Nazal – Alí a situação muda porque quando ocorreu aquela disputa territorial, não havia gente morando no local, era interesse apenas economico. Agora existem condomínios e o Cidadelle passou a ser um bairro. Quem mora ali é de Ilhéus? quantos moradores de Ilhéus moram alí? Trabalham em Itabuna, a um km de onde moram, em Ilhéus. A Universidade Federal do Sul da Bahia está sendo construída dentro de Ilhéus. Isso é um mote para depois quererem que essas áreas sejam transferidas para Itabuna. Enquanto que for vivo vou brigar.

Diário de Ilhéus – O que o governo atual está fazendo para enfrentar essa situação. Para despertar o sentimento de pertencimento nas pessoas que moram em Ilhéus?

Jose Nazal – Nada.
Nem o governo tem esse sentimento.
Você sabe quantos alunos a gente perde para Uruçuca? Você sabe quantos eleitores a gente perde para Uruçuca? Você tem noção? Nem a Prefeitura de Ilhéus tem noção. Cada aluno cadastrado no censo de Uruçuca são recursos que vão para Uruçuca, deixa de vir para Ilhéus e a pessoa mora em Ilhéus. Tem uma escola de Uruçuca dentro de Castelo Novo, na fazenda Hawai. Tem uma escola de Uruçuna na Cepel, Tem uma escola de Uruçuca na fazenda Theodolinda. Estou reclamando isso desde o primeiro dia do governo ninguém dá atenção.

Diário Ilhéus – Diante do que o senhor nos apresenta, o senhor vai continuar ou vai romper definitivamente com o governo?

José Nazal – Eu não vou me meter no governo. Eu não fui ouvido. Eu disse a Mario e aos secretários que tem o comando do governo, que eu não posso aceitar decisões que sejam tomadas sem me ouvirem e sem eu concordar. Se for uma decisão urgente e necessária, acertada, claro que terá o meu apoio. Não sendo porque vou apoiar?
Então eu não vou me meter no governo. Para mim rompimento não é xingamento, inimizade essa não é a minha linha. Não estou disputando poder com ninguém. Apenas eu sou o vice prefeito.
Desejo que o povo de Ilhéus ajude. Reconheço que sozinho o governo não pode fazer muito. Tem coisa que precisa ajuda
Tem uma coisa que eu vou lhe dizer, disse ao Prefeito. Ele está despachando mais em sua casa do que na Prefeitura, no gabinete. O gabinete é o lugar para despachar. É preciso atender as pessoas e não deve mudar o gabinete para sua casa. O gabinete é publico. Até para dizer não. Não deve correr para não dizer não.

Águia de Haia: Justiça bloqueia R$ 12 milhões de Angela Sousa, Ubaldino e mais 10

Sexta, 18 de Maio de 2018 – 14:55 Fonte: Bahia Notícias

Águia de Haia: Justiça bloqueia R$ 12 milhões de Angela Sousa, Ubaldino e mais 10 

Foto: Montagem BN

 

A Justiça Federal ordenou o bloqueio de R$ 12,3 milhões dos deputados estaduais Carlos Ubaldino e Angela Sousa, ambos do PSD, e outras 10 pessoas, todas rés no âmbito da Operação Àguia de Haia, que investiga desvio de recursos federais para a Educação em municípios baianos. A indisponibilidade dos bens, decretada nos meses de janeiro e abril deste ano, foi feita no âmbito das apurações de irregularidades nas verbas para a área na cidade de Buerarema, interior do estado. A Corte atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus/Itabuna, que investiga junto com a Polícia Federal o esquema criminoso com atuação em prefeituras baianas. Segundo as ações de improbidade e penal, ajuizadas em dezembro e março últimos pelo procurador da República Tiago Modesto Rabelo, o então prefeito de Buerarema firmou contrato de R$ 2,2 milhões com a empresa Ktech Key Technology Gestão e Com de Software Ltda para a prestação dos serviços referidos, com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). No entanto, as investigações comprovaram que a licitação foi fraudada, por meio da simulação da licitação. O integrante da organização criminosa e representante da empresa vencedora, Marconi Edson Baya, já havia preparado as minutas do edital, publicação, termo de referência, projeto base e demais peças necessárias para a montagem do processo licitatório. Em seguida, os documentos foram enviados por Kells Belarmino Mendes, que confessou os crimes e detalhou a participação dos membros da organização criminosa, ao ex-prefeito do município, Mardes Lima Monteiro, incluindo os atestados de visita técnica e o certificado de adequação ao edital, assinados posteriormente pelo Secretário de Educação à época, Astor Vieira Júnior. Ainda segundo o MPF, participaram da licitação fraudulenta as empresas Max.Com Soluções Tecnológicas Ltda, representada por Fernanda Cristina Marcondes Camargo (companheira de Kells Belarmino), e a Ktech Key Technology Gestão e Comércio Software Ltda, que atuavam em conjunto. A Ktech Key Technology venceu a licitação, tendo o pregoeiro Rogere Souza Magalhães avalizado os documentos forjados e declarado vencedora aquela empresa. Logo depois, o ex-prefeito Mardes homologou o resultado e fechou o contrato. Para viabilizar a contratação indevida da Ktech a partir da licitação fraudada, Mardes Lima Monteiro recebeu propina de Kells Belarmino. Ainda de acordo com as ações, os deputados estaduais Carlos Ubaldino de Santana e Ângela Maria Correa de Sousa e o ex-prefeito de Ruy Barbosa (BA) José Bonifácio Marques Dourado, também integrantes da organização criminosa, utilizavam seus mandatos para divulgar a atuação das empresas da organização e aliciar prefeitos para aderirem ao esquema, recebendo, em contrapartida, valores indevidos diretamente ou por meio de interpostas pessoas. O MPF afirma que, além de direcionar a contratação, da fraude na disputa, do aliciamento de prefeitos e agentes públicos mediante pagamento de propina, do alto custo da contratação e do sobrepreço, foi provado que o serviço não era executado e o produto não foi entregue, apesar dos valores pagos pelo município à empresa. Na ação de improbidade, o MPF pediu, além do ressarcimento ao erário dos valores desviados, a condenação dos réus Astor Vieira Júnior, Rogere Sousa Magalhães, Frederico Vesper Silva Rodrigues e Lucas Lopes da Silva em todas as sanções da Lei de Improbidade, por prejuízo aos cofres públicos. Além disso, foi pedida também a condenação de Marconi Edson Baya, Mardes Lima Monteiro de Almeida, Rodrigo Seabra Bartelega de Sousa, Kleber Manfrini de Araújo Dourado, Angela Maria Correa de Sousa e José Bonifácio Marques Dourado em todas as sanções da mesma lei, por enriquecimento ilícito e dano ao erário. Já na ação penal, o MPF requer a condenação de todos os réus por fraude a licitação e desvio de verbas públicas, menos Astor Vieira Júnior e Rogere Sousa Magalhães, que respondem apenas pelo crime licitatório. Além disso, o órgão requer, também, a condenação de Mardes Lima Monteiro de Almeida, Kleber Manfrini de Araújo Dourado e seu pai, o ex-prefeito José Bonifácio Marques Dourado, por corrupção passiva, assim como a condenação de Kells Belarmino Mendes por corrupção ativa, A deputada estadual Ângela Maria Correa de Sousa e seus então assessores, Lucas Lopes da Silva e Frederico Vesper Silva Rodrigues, além do deputado Carlos Ubaldino, réus na ação de improbidade, não foram denunciados pelo Ministério Público Federal de Ilhéus em virtude do foro privilegiado a que fazem jus. Assim, devem responder às acusações na Procuradoria Regional da República e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

REUNIÃO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS TRAÇA OS RUMOS DAS ELEIÇÕES. (A pedidos)

Reunião decisiva.

A Igreja Assembleia de Deus lançou esse mês de abril os representantes oficiais da congregação para as eleições 2018 na Bahia, durante um evento em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. Na ocasião, foram lançados os nomes do pastor Samuel Júnior (PSC) como pré-candidato à reeleição no cargo de deputado estadual, enquanto o também pastor Alex Santana foi indicado para uma cadeira na Câmara Federal no próximo pleito.

Valdomiro Pereira, presidente da Convenção das Assembleias de Deus no estado, destacou que a igreja precisa estar presente neste momento da política nacional.

“Cremos que esse é um tempo onde Deus tem aberto as portas e logo estaremos nas câmaras de vereadores, prefeituras, Congresso Nacional e no Senado, pois precisamos de pessoas que realmente tenham compromisso com a comunidade, que tenham respeito com suas lideranças e saibam conduzir os mandatos com a vocação de lutar pelo bem do povo”, disse.

Já Alex Santana afirmou que é preciso a presença da Igreja nas grandes decisões da política no país.

“Nossa intenção é garantir que a igreja esteja inserida ativamente em todo processo legislativo do país, seja com proposições alicerçadas nos princípios que nos norteiam ou através do apoio às matérias compromissadas com a democracia, moralidade e bases éticas da palavra de Deus”, falou.

“O atual cenário político do Brasil necessita que pessoas sérias e compromissadas estejam envolvidas para que de fato a mudança tão sonhada por todos venha acontecer. Por isso não se trata da candidatura de Samuel Júnior ou do pastor Alex Santana, mas da representatividade da igreja Assembleia de Deus, certos de que juntos com nossa unidade, seremos vitoriosos. Contamos com o apoio e orações de todos os irmãos para que Deus possa continuar nos usando como canais para limpeza dessa sujeira que existe hoje no meio político”, explicou Samuel Junior.

O SINDICALISMO A BEIRA DO COLAPSO!

Vão ter sérios problemas, os candidatos ligados a esse segmento.

O trabalhador cansou de carregar malas sem alças…

Proibição de bancos públicos renegociarem dívidas dos produtores aprovadas em Lei é classificada como ‘absurda’ por Eduardo Salles

  • Deputado Estadual Eduardo Salles – Presidente da Comissão de Agricultura da ALBA.

O clima de revolta tomou conta dos deputados estaduais que compõem a Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia na sessão desta terça-feira (15). O presidente do colegiado, Eduardo Salles, era um dos mais indignados com a decisão presidencial de proibir os bancos públicos de renegociarem as dívidas dos produtores rurais, mesmo após a aprovação, no Congresso Nacional, da Lei 13.606.

“Confesso que nunca vi um presidente da República determinar aos seus subordinados para descumprir a lei. É uma decisão absurda em todos os aspectos”, reclamou Eduardo Salles. A alegação de Michel Temer para a proibição é que os descontos de 95% na renegociação das dívidas impostos pela lei devem vir do Tesouro Nacional, mas não teria previsão de recursos no orçamento.

Contra esse argumento, Eduardo Salles cita que orçamento pode ser remanejado, assim como foi feito recentemente pelo governo federal para quitar uma dívida com a Venezuela.

“Estamos falando da vida de milhares de agricultores da Bahia e do Nordeste, que precisam renegociar suas dívidas, causadas por anos de estiagem, para podermos retomar a força da agropecuária, um dos setores que mais gera emprego neste país. Não podemos asfixiar os agricultores, mesmo tendo uma lei que permite a renegociação”, disse o presidente da Comissão de Agricultura.

Os parlamentares decidiram entrar com ação no Ministério Público exigindo que o presidente cumpra o que determina a Lei 13.606 e vão encaminhar ofício aos ministérios do Planejamento e da Fazenda, deputados federais e senadores para sensibilizar da necessidade de cumprimento da lei.

“Essa luta parecia ter terminado em abril, quando o Congresso Nacional derrubou, de forma quase unânime, os vetos presidenciais à Lei 13.606. Mas parece que ainda temos outras batalhas. Vamos até o fim para garantir que a agropecuária baiana e nordestina possa ter acesso aos seus direitos”, garantiu Eduardo Salles.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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Desistência de Joaquim foi um desastre para o PSB

‘Agora voltamos a ser caudatários, a reboque do PT ou PDT’

Levi Vasconcelos

Foto divulgação

Waldemar Oliveira, presidente do diretório do PSB em Salvador e também ex-vereador, se disse extremamente decepcionado depois que o ex-ministro Joaquim Barbosa anunciou que desistiu de disputar a Presidência pelo partido.

– O PSB perdeu a grande oportunidade de ser a terceira via. Agora voltamos a ser caudatários, a reboque do PT ou PDT.

Segundo Waldemar, o PSB estava dividido entre os que queriam uma aliança com o tucano Geraldo Alckmin, os que queriam com o PT e os que apostavam em Joaquim.

O PSB parece de fato perseguido pelo destino. Em 2014, lançou Eduardo Campos, que morreu num acidente aéreo em Santos. Agora Joaquim caiu sem nem subir.

E BOM CONHECER PARA PODER AVALIAR!

Pré-candidato João Santana visita Ilhéus e Itabuna.

Em viagem ao sul da Bahia, o presidente estadual do MDB, e pré-candidato ao Governo, João Santana, cumpriu agenda de entrevistas e visitas, além de participar de evento do partido em Itabuna. Recebido por uma comitiva em Ilhéus, o emedebista pode conversar sobre os problemas da região e participar na quinta-feira, 10, do programa Tropa de Elite, na rádio Baiana, com os apresentadores Marinho Santos e Robertinho Scarpita.
Ainda na quinta-feira, Santana participou, em Itabuna, ao lado do vice-prefeito Fernando Vita, e do ex-prefeito de Canavieiras, Almir Melo, do lançamento da pré-candidatura de Maruse Dantas a Deputada Federal. O evento, que aconteceu na Câmara dos Vereadores, contou com a presença de Ronaldo Abude, pré-candidato a Deputado Federal, dos pré-candidatos a Deputado Estadual, Pedro Arnaldo e Dimitri Adami, entre outros, além da presença de grande público. 
Na sexta-feira, 11, o pré-candidato voltou a Ilhéus onde participou do programa O Tabuleiro, da rádio Conquista FM, com o apresentador Vilanova. Após a entrevista, João Santana, acompanhado por Luís Uaquim, pré-candidato a Deputado Federal, e pelo emedebista histórico, Chico Xavier, fez uma visita ao Hospital de Ilhéus.
De propriedade de Dr. Jorge Viana, ex-Deputado Federal do MDB, o hospital é referência para o atendimento da população, não só na região, mas em todo Estado. Dr. Jorge Viana, que é um grande defensor da agricultura e já foi presidente da Comissão de Agricultura da Câmara Federal, aproveitou a oportunidade para prestar inteira solidariedade ao pré-candidato João Santana, além de se dispor a participar ativamente dessa nova caminhada.

UMA FOTO EMBLEMÁTICA!

Muitos não podem falar em governos anteriores.

Para eles o governo é sempre o ‘ATUAL’!

Autor de ação no MPT, deputado Eduardo Salles comemora suspensão de cobrança de estacionamento a funcionários de shopping

Deputado Eduardo Salles, pouca conversa e muito trabalho.

O deputado estadual Eduardo Salles, presidente da Frente Parlamentar da Micro, Pequena e Média Empresa da Bahia, comemorou a decisão judicial que determinou a suspensão da cobrança de estacionamento para funcionários e terceirizados que trabalham no Salvador Shopping. Em junho de 2015, o parlamentar entrou com ação no Ministério Público do Trabalho (MPT) pedindo a interrupção da cobrança feita a funcionários, lojistas e terceirizados.

O entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia é que a cobrança modificou as condições iniciais dos contratos de trabalho, criando aos empregados um custo não previsto no início do vínculo empregatício. O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi notificado, na última quarta-feira (9), sobre a determinação.

“Minha denúncia no Ministério Público do Trabalho foi contra todos os shopping centers de Salvador. Essa é a primeira vitória”, acredita Eduardo Salles. “Fui procurado pelos trabalhadores, fiz reunião com os lojistas do Salvador Shopping, e fui batalhar para acabar com injustiça feita aos funcionários”, acrescenta o parlamentar.

“Em plena crise econômica, que reduziu as vendas e, consequentemente, as comissões recebidas pelos trabalhadores, acrescentar mais esse ônus pune os funcionários”, reclama o deputado estadual.

A decisão do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia determina ainda que o estabelecimento também terá que devolver os valores cobrados desde 2016, quando o estacionamento passou a ser pago. O Salvador Shopping também foi condenado a pagar R$ 40 mil de dano moral coletivo. Ficou estabelecido que o empreendimento terá dez dias para suspender a cobrança, a contar da data da intimação. Ainda cabe recurso da decisão.

 Além do Salvador Shopping, estão sendo acionados os shoppings da Bahia (Iguatemi), Bela Vista, Piedade, Salvador Norte, Paralela, Barra e Center Lapa.

“Vou permanecer nesta luta para garantir que nenhum funcionário de shopping center pague por estacionamento”, garante o parlamentar.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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ASSEMBLÉIA DE DEUS E A RENOVAÇÃO POLÍTICA. (A pedidos)

 

Assembléia de Deus

CEADEB (Convenção Estadual das Assembleias de Deus da Bahia ).
Presidente Valdomiro.


CGADB ( Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil ).
Presidente. José Wellington Bezerra Filho.

No seu projeto de renovação e aumento das suas bancadas em todo Brasil, e para evitar que usem o nome da Igreja como trampolim e para mal feitos. Na Bahia o escolhido para receber o apoio da Assembléia de Deus, foi o Deputado Estadual Samuel Junior (PSC).

E o recado já foi dado:

Deputado Estadual Samuel Junior (PSC)

 

Empossado como deputado estadual na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta segunda-feira (2), Samuel Júnior (PSC) pretende, sobretudo, representar o segmento do “povo da igreja” ao qual faz parte, dos evangélicos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Samuel afirmou que não esperava mais obter um mandato na Casa, mas ter conseguido o posto “no tempo certo de Deus”. “Como a Bíblia diz que tudo tem um tempo certo, esse foi o tempo certo de Deus para que eu estivesse aqui na Casa, representando os interesses do povo da Bahia, principalmente do povo da igreja ao qual faço parte, que é o segmento dos evangélicos, representando os interesses desse povo”, disse, ao sinalizar também que, em breve, apresentará projetos.

Equipe de Servos

EM ILHÉUS OS VEREADORES TÊM CHEFE.

Inacreditável.  E não são os eleitores.

Chega logo 2020…

Vereadores Nutella.



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