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:: ‘Política’

USP LIVRE – O RAIO X DE UMA SOCIEDADE


O POVO DE ILHÉUS, NÃO É MAIS TÃO BESTA COMO PENSAM!

Jabes faz análise das eleições 2018 ===>>> 11-10-2018

O secretário geral dos Progressistas na Bahia e ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, participou do programa Alerta Geral da Rádio Santa Cruz. Durante a entrevista, o progressista analisou o cenário político atual e os rumos das eleições 2018.

 

Para o ex-prefeito, os Progressistas conseguiram uma boa performance nas urnas elegendo quatro deputados federais e sete estaduais. Além do fortalecimento do partido através da reeleição de Rui Costa e do vice-governador , João Leão.  Outro fato importante foi  a eleição dos senadores  Jaques Wagner e Ângelo Coronel que apoiará as lutas da Bahia no Senado Federal.  Jabes  garantiu que a cidade não ficará sem representantes. Ele destacou a quantidade expressiva de votos que o deputado federal Cacá Leão obteve em Ilhéus e  o compromisso do deputado estadual Eduardo Salles que se prontificou a continuar representando Ilhéus na Assembleia Legislativa .

 

Analisando o cenário local, o ex-prefeito elogiou a postura do candidato Cacá Colchões . “O trabalho de Cacá foi fantástico. Ele  foi um bravo, um  guerreiro. Ele fez uma campanha inteligente, com respeito e humildade. Conseguiu ser campeão de votos na cidade, sem máquina, sem dinheiro, sem nada.  Só com trabalho e solidariedade”.  Para o ex-prefeito, Cacá  saiu fortalecido e respeitado do pleito e se habilitou, por méritos próprios, para a sucessão municipal em 2020.

 

Com relação a derrota da deputada Ângela Sousa,  Jabes  limitou a dizer que foi reflexo da má administração do prefeito Mário Alexandre. “Nós não temos que festejar a derrota de ninguém. Cada um faz sua análise, mas não dá para dissociar Ângela de seu filho Mário”, conclui o ex-prefeito.

Você sabe o que é fascismo? Entenda o termo

A palavra é cada vez mais usada nas conversas sobre política. Mas qual sua origem e o que ela significa? Veja a resposta

Em tempos de polarização política, é cada vez mais comum ouvir pessoas se chamando de “comuna” ou “coxinha”. Mas sempre aparece aquele mais entendido que resolve xingar o outro de “fascista”. Faz sentido? Ele realmente sabe o que a palavra significa? E você?

A palavra “fascismo” vem do italiano fascio, que significa “feixe”. Na Roma Antiga, o fascio (também conhecido como fascio littorio), era um machado revestido por varas de madeira. Ele geralmente era carregado pelos lictores, guarda-costas dos magistrados que detinham o poder. O fascio podia ser usado para punição corporal, e também era um símbolo de autoridade e união: um único bastão é facilmente quebrável, enquanto um feixe é difícil de arrebentar.

Veja também: Plínio  Salgado e os Galinhas Verdes.

Mas, o que exatamente foi o fascismo nem os maiores estudiosos sabem definir com precisão. Não existe nenhuma definição universalmente aceita do fenômeno, seja quanto sua abrangência, origens ideológicas ou formas de ação que o caracterizem. Algumas das principais características atribuídas ao fascismo  italiano -nacionalismo, corporativismo, racismo- não estão presentes em todos os regimes ditos fascistas.      George Orwell, no seu “O que é Fascismo?”, afirma que as definições populares do termo vão de “democracia pura” a “demonismo puro”. Ele mesmo afirma que é uma palavra “quase inteiramente sem sentido”. Isso se deve, principalmente, ao fato de o fascismo não possuir um arcabouço teórico forte, e ter sido determinado, na prática, pelas atitudes de Mussolini. Nas palavras do próprio: “Não temos uma doutrina pronta; nossa doutrina é a ação.” Outros movimentos são bem mais formalizados. O marxismo, por exemplo, antes de ser uma prática política, é uma doutrina com base teórica nos escritos de Marx e Engels. O nazismo, mais próximo do fascismo, teve no livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito em 1925 por Adolf Hitler, seu manual de instruções. Mas as regras do regime de Mussolini foram basicamente definidas na hora, no calor do momento.

O fascismo propriamente dito ocorreu em um contexto bem específico da história, mas há quem considere que o regime de Franco, na Espanha, ou o de Salazar, em Portugal, também tenham sido fascistas. Talvez dessa indefinição surja a generalização. Hoje, a palavra virou sinônimo de “extrema direita”, mas é usada até para se referir a “totalitarismo” e “autoritarismo” – o que não faz sentido, já que o regime comunista de Stalin foi ainda mais autoritário que o de Mussolini.

Em suma: a própria definição de fascismo é relativa. E as pessoas vão continuar usando essa palavra cada uma à sua maneira. Mas, na próxima vez em que você escutar alguém usando o termo, saberá do que se trata: alusão a um antigo instrumento de poder romano, que virou símbolo de alguns dos piores momentos do século 20.

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OUTRO PRETENDENTE PARA A PREFEITURA DE ILHÉUS.

Nilton Cruz também já demonstrou essa vontade, conta com a simpatia também, de políticos, empresários e a militância de seu partido.

Senado aprova cláusula de barreira a partir de 2018 e fim de coligação para 2020

Da Redação | 03/10/2017, 21h57 – ATUALIZADO EM 04/10/2017, 17h23

O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), a proposta de emenda à Constituição (PEC 33/2017) que cria, a partir do resultado das eleições de 2018, cláusulas de desempenho eleitoral para que os partidos políticos tenham acesso ao fundo partidário e ao tempo gratuito de rádio e televisão, além de acabar com as coligações para eleições proporcionais para deputados e vereadores, nesse caso a partir de 2020. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, informou que a proposta será promulgada pelo Congresso Nacional nos próximos dias.

A PEC foi aprovada em primeiro turno com 62 votos favoráveis e em segundo turno por 58 votos a favor. Não houve votos contrários ou abstenções. Os dois turnos de votação em um mesmo dia só foram possíveis porque o Plenário já havia aprovado calendário especial para a PEC mais cedo. A criação das chamadas federações partidárias não faz parte do texto aprovado pelos senadores, pois esse instrumento foi retirado pelos deputados federais.

Já a chamada “janela” partidária, que permite que candidatos mudem de legenda seis meses antes da eleição, continuará existindo. A extinção dessa “janela” também foi rejeitada pela Câmara na semana passada.

Desempenho

Para restringir o acesso dos partidos a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV, a proposta cria uma espécie de cláusula de desempenho, com exigências gradativas até 2030.

Só terá direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos nas eleições de 2018 para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação (9 unidades), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas. Se não conseguir cumprir esse parâmetro, o partido poderá ter acesso também se tiver elegido pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em um mínimo de 9 unidades da federação.

Nas eleições seguintes, em 2022, a exigência será maior: terão acesso ao fundo e ao tempo de TV a partir de 2027  aqueles que receberem 2% dos votos válidos obtidos nacionalmente para deputado federal em 1/3 das unidades da federação, sendo um mínimo de 1% em cada uma delas; ou tiverem elegido pelo menos 11 deputados federais distribuídos em 9 unidades.

Já a partir de 2027, o acesso dependerá de um desempenho ainda melhor: 2,5% dos votos válidos nas eleições de 2026, distribuídos em 9 unidades da federação, com um mínimo de 1,5% de votos em cada uma delas. Alternativamente, poderá eleger um mínimo de 13 deputados em 1/3 das unidades.

Nas eleições de 2030, a cláusula de desempenho imposta a partir de 2031 sobe para um mínimo de 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação, com 2% dos votos válidos em cada uma delas. Se não conseguir cumprir esse requisito, a legenda poderá ter acesso também se tiver elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação.

Coligações

Pela regra que acaba com as coligações partidárias em eleições proporcionais, a ser aplicada a partir das eleições municipais de 2020, os partidos não poderão mais se coligar na disputa das vagas para deputados (federais, estaduais e distritais) e vereadores. Para 2018, as coligações estão liberadas.

A intenção é acabar com o chamado “efeito Tiririca”, pelo qual a votação expressiva de um candidato ajudar a eleger outros do grupo de partidos que se uniram. Na prática, parlamentares de legendas diferentes, com votação reduzida, acaba eleito devido ao desempenho do chamado “puxador de votos”. O deputado federal Tiririca (PR-SP), reeleito em 2014 com mais de 1 milhão de votos, “puxou” mais cinco candidatos para a Câmara.

Com informações da Agência Câmara Notícias

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

A PREFEITURA DE ILHÉUS E OS NOVOS PRETENDENTES COMEÇAM A APARECER.

Valderico Reis Junior, já desponta, contando com a simpatia de políticos, empresários e a juventude dourada.

IBOPE CONFIRMA DATAFOLHA E OUTROS INSTITUTOS DE PESQUISAS!

Depois de esperar uma semana de embates, o Ibope libera sua 1ª pesquisa, confirmando os 18% de diferença entre as duas candidaturas.

A tendência é que pode até aumentar, quando vemos os ‘globais’ já analisando rejeição.

É o fato…

O PREFEITO DE ILHÉUS, DOUTOR MÁRIO ALEXANDRE VAI CONCORRER À REELEIÇÃO?

Ou vai apoiar outro candidato?

Foto ilustrativa copiada das imagens do Google

De volta ao senado, Ana Amélia destrói e mostra verdadeira face do PT


COMO É ESTE TAL DO APOIO CRÍTICO?

Depois de esculachar o PT, Ciro Gomes viaja para o exterior, e deixa o partido ao qual está filiado no momento, dando APOIO CRÍTICO ao candidato Haddad.

A curiosidade me faz perguntar:

É tapando o nariz esse tal apoio?

UM NOVO RUMO PARA ELEIÇÃO NO 2º TURNO.

Com a maioria dos Estados decididos os mandatos de Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais.

O povo sente-se liberado para votar em quem quiser para Presidente, no 2º turno…

OS NÚMEROS NÃO MENTEM JAMAIS!

As vezes são dolorosos.

Bolsonaro colocou 18 milhões de votos sobre Haddad, que foi Prefeito de São Paulo.

Pois é, no maior colégio eleitoral do País, os 2 candidatos que estão no segundo turno, não apoiam Haddad.

Os mortadelas vão virar o jogo????

O PAU TÁ COMENDO NA CASA DE NOCA!

O Prefeito Mário Alexandre, não cumpriu a sua promessa de que, vereador era vereador e que não iria nomear nenhum deles para secretário, gerou a maior ciumeira dentre os outros edis.

Nomeou um para Secretário de Governo, pior ainda, de outra coligação eleitoral, abrindo vaga na base do conchavo.

Reacendeu a vontade de um outro, que esculachou os traíras, e quer a vaga do Secretário de Administração.

Entenda toda quizumba, clicando aqui



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