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:: ‘Polícia Federal’

Bolsonaro confirma concurso para 1.500 cargos na Polícia Federal

São 123 vagas para delegado, 400 vagas para escrivão, 84 para papiloscopista e 893 para agentes

O presidente Jair Bolsonaro informou neste domingo (10) que o edital para o concurso da Polícia Federal deve ser publicado ainda neste mês de janeiro. A informação foi divulgada em suas redes sociais.

Em dezembro, o Diário Oficial da União publicou autorização para a promoção de concurso com o objetivo de preencher cargos na Polícia Federal.

No total, o concurso prevê a disponibilização de 1,5 mil vagas de nível superior para os cargos de delegado, escrivão, papiloscopista e agente de polícia federal.

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O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições será de até seis meses.

São 123 postos para delegado, 400 vagas para escrivão, 84 para papiloscopista e 893 para agentes.

O concurso mais recente da PF foi realizado em 2018 e ofereceu 500 vagas de nível superior.

PF investiga provável máfia da venda de sentenças também em Goiás

PF apura ligações entre assassinatos de advogados e esquema de venda de sentenças no Judiciário do Estado

A Polícia Federal investiga indícios de ligações entre assassinatos de advogados, em Goiás, recentemente, e a existência de uma máfia de venda de sentenças com ligações no Judiciário do Estado, nos moldes da interceptada na Bahia, no âmbito da Operação Faroeste.

Na Bahia, as investigações já resultaram na prisão de desembargadores do Tribunal de Justiça, e um escândalo no qual se envolveram autoridades do governo estadual, como o ex-secretário de Segurança Maurício Barbosa. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Na Bahia, a gangue é composta também por desembargadores, juízes, servidores públicos, advogados e produtores rurais.

O Ministério Público Federal relatou “células criminosas” na Justiça promoveram grave cooptação da Secretaria de Segurança baiana.

O ministro Og Fernandes, do STJ, tem sido implacável contra a venda de sentenças. Ele já ordenou sete fases da Operação Faroeste.

PF apreende 43,7 mil toras de madeira ilegal no Pará

Foi a maior apreensão da história, segundo a Polícia Federal

Publicado em 21/12/2020 – 21:31 Por Renata Martins – Repórter da Radioagência Nacional – Brasília

Apreensão de madeira nativa da história do Brasil, feita pela Polícia Federal na divisa do Pará com o Amazonas

A Polícia Federal divulgou, nesta segunda-feira (21), que fez a maior apreensão de madeira nativa da história. A PF localizou 43,7 mil toras em vários pontos desmatados no Pará ao longo dos rios Mamuru e Arapiuns. 

O volume de madeira apreendida é estimado em 131 mil metros cúbicos, volume suficiente para a construção de 2.620 casas populares. Segundo o Ministério Público Federal do Amazonas, esse volume pode ser ainda maior.

O cálculo da apreensão é preliminar e considerado conservador pela PF. Haverá uma perícia mais apurada nos próximos dias com o apoio do Exército, no marco da Operação Verde Brasil 2. 

As investigações começaram após a apreensão, em meados de novembro, de uma balsa em Parintins, município amazonense que faz fronteira com o Pará. A embarcação tinha 3 mil metros cúbicos de madeira extraídos em terras paraenses.

Imagens de satélite e sobrevoos de helicóptero levaram a Polícia Federal aos locais onde foram encontradas as toras de madeira.

De acordo com o procurador da República Leonardo Galiano, responsável pelo caso, agora o resgate de toda a madeira será feito em colaboração com o Exército. Galiano disse que a madeira desmatada seguiria para fora do país.

“Madeira de alto valor agregado, como Ipê e outras também impactadas com essa exploração ilegal.  A apreensão agora vai ser feita com apoio das Forças Armadas, em decorrência dos trabalhos da Operação Verde Brasil 2”.

A operação divulgada nessa segunda-feira foi chamada de Handroanthus GLO, que faz referência ao nome científico do Ipê. Segundo o MPF, a espécie é a mais explorada da região amazônica. O nome da operação também faz referência ao decreto presidencial que autorizou a atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem, para o combate ao desmatamento ilegal e a focos de incêndio na Amazônia.

Ouça matéria na Radioagência Nacional:

Edição: Fábio Massalli

Indícios de irregularidades em doações nas Eleições 2020 já somam mais de R$ 588 milhões

Levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas prestações de contas dos candidatos identificou maior ocorrência entre fornecedores com sócios ou representantes que recebem o Bolsa Família

Em levantamento, finalizado dia 23 de novembro, sobre os números das prestações de contas de candidatos nas Eleições 2020, realizado pelo Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral, foram encontrados indícios de irregularidades que ultrapassam R$ 588 milhões. Um aumento robusto desde a última rodada, concluída em 16 de novembro, que apurou possíveis indícios de irregularidades em mais de 60 milhões de reais.

Um dos motivos para o crescimento está no uso e na análise da base de dados do governo federal, utilizados mediante acordo de cooperação técnica, o que motivou substancial acréscimo no número de ocorrências e nos valores envolvidos.

Casos de fornecedores de campanha que possuem em seu quadro societário pessoas físicas beneficiárias do programa Bolsa Família e do auxílio emergencial saltaram de 1.289 para 31.725. Já os valores subiram de R$ 940.121,29 para mais de R$ 386 milhões, figurando a ocorrência com o maior valor de possíveis indícios de irregularidades.

No segundo lugar do ranking do levantamento, foram encontrados 7.985 fornecedores com empresas recentemente criadas cujo quadro societário é composto por pessoas filiadas a partido político. Nesses casos, o aumento no valor em reais foi de 2.081,81%, passando de R$ 3,3 milhões da última rodada para R$ 68,7 milhões em gastos contratados com essas empresas, o que pode indicar falta de capacidade operacional na entrega dos produtos ou serviços contratados para a campanha.

O número de doadores com indícios de falta de capacidade financeira, por estarem inscritos em programas sociais do governo, subiu de 1.337 para 65.303 (+4.884,29%), envolvendo doações financeiras superiores a 54 milhões de reais, conforme declarado por candidatos e partidos à Justiça Eleitoral nas respectivas prestações de contas, ficando na terceira classificação do levantamento.

O trabalho de identificação de indícios de irregularidades envolve, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), outros seis órgãos federais: Receita Federal do Brasil (RFB), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Ministério Público Eleitoral (MPE), Departamento de Polícia Federal (DPF), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério da Cidadania (MC).

Outros indícios

Os valores das doações realizadas por pessoas sem emprego formal registrados somam mais de R$ 44 milhões e envolvem 12.437 doadores. Em seguida, aparecem 2.751 doadores com renda incompatível com o valor doado. As doações realizadas por essas pessoas ultrapassam R$ 23 milhões.

Nesta quinta rodada, a irregularidade sobre fornecedores sem registro ativo na Junta Comercial ou na Receita Federal apontou que 1.949 empresas receberam R$ 3,3 milhões por serviços prestados durante a campanha deste ano.

Finalizando o relatório, foram encontrados 5.603 prestadores de serviço que têm parentesco com candidatos e que receberam um total de R$ 7,3 milhões, e 24 doadores no Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi) que aparecem como doadores de uma quantia total de R$ 36.194,50.

Os resultados da quinta rodada de indícios de irregularidades já foram encaminhados aos tribunais e cartórios eleitorais como informação de inteligência e direcionamento da fiscalização das contas. Além disso, foram também compartilhados com os parceiros institucionais do TSE no Núcleo de Inteligência para atuação em sua área de competência.

A identificação e apuração de indícios de irregularidades nas contas de campanha encontra-se prevista na Instrução Normativa TSE nº 18/2016, para fins de exame das prestações de contas, bem como para a atuação do Ministério Público Eleitoral, nos termos previstos na Resolução TSE nº 23.607/2019.

MM/LA, DM

Leia mais

27.10.2020 – TSE detecta 3,7 mil desempregados que fizeram doações a candidatos
03.11.2020 – Indícios de irregularidades em doações já somam mais de R$ 35 milhões
20.11.2020 – Eleições 2020: doações com indícios de irregularidades somam mais de R$ 60 milhões

Fred Oliveira denunciou o Desvio de Recursos Federais na saúde.

No último dia 23/10, FRED OLIVEIRA, demonstrando sua indignação, coragem e conhecimento; apresentou NOTÍCIA CRIME na POLÍCIA FEDERAL, em desfavor do Secretário Municipal de Saúde, pois, recursos de transferências do SUS Nacional, para o SUS Municipal, as quais, seriam destinadas a custear despesas com ações e serviços públicos de saúde, aquelas voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde, foram repassados INDEVIDAMENTE/CRIMINOSAMENTE, para sindicato, (Artigo 312 do Código Penal).

Clique em:  Notícia Crime e tenha acesso à denúncia.

Clique em: Processo de pagamento nº 3.140 e tenha acesso ao pagamento.

Ao realizar fiscalização dos gastos públicos, na plataforma E-TCM, do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, FRED OLIVEIRA  localizou o processo de pagamento EXTRA-ORÇAMENTÁRIO nº 3.140 de 18/08/2020 (EM ANEXO), no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), cujo credor seria o Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de Ilhéus (SINSEPI).

O valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), foi pago com recursos destinados ao Piso da Atenção Básica Variável (PAB VARIÁVEL – FONTE 14) e, transferido ao SINSEPI, através da conta corrente nº 624.047-5, agência 0069 da Caixa Econômica Federal.

O representante do referido sindicato, o Sr. José Joaques Santos Silva, alega haver um débito de R$ 297.785,63 (duzentos e noventa e sete mil, setecentos e oitenta e cinco reais e sessenta e três centavos), com aquela instituição, referente a um período em que o sindicato não possuía registro sindical, junto ao Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

O Secretário Municipal de Saúde teria se apropriado de valores, dos quais teria posse em razão do cargo, para desviá-lo em proveito alheio; o que seria conduta criminosa, tipificada no Artigo 312 do Código Penal.

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

2º – Se o funcionário concorre culposamente para o crime de outrem:

Pena – detenção, de três meses a um ano.

Polícia Federal combate garimpo ilegal em terras indígenas no Pará

Sistema de monitoramento remoto detectou exploração ilegal

Segundo a PF, a ação está no contexto da Operação Verde Brasil 2 – um conjunto de atividades focadas na proteção e preservação da Amazônia e demais biomas, bem como das terras indígenas.

Por três dias seguidos, sexta (25), sábado (26) e domingo (27), a PF partiu de helicóptero para três grandes áreas de garimpo mapeadas dentro da terra indígena Munduruku. Ao final foram inutilizados 20 maquinários de garimpos entre pá carregadeiras, tratores e outros. A PF estima dano de ambiental de aproximadamente de R$ 8 milhões, referente ao período de seis meses.

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Participaram da operação cerca de 30 policiais federais. A operação também contou com apoio logístico da Força Aérea Brasileira e do Exército. Houve ainda participação de equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em fiscalizações no interior da terra indígena.

As investigações foram realizadas com o auxílio do sistema de monitoramento remoto contratado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o programa Brasil Mais, que possibilita o acesso a imagens de alta resolução e alertas diários de detecção de mudanças ambientais com acompanhamento por satélite. Segundo a Polícia Federal, o sistema permitiu a rápida localização das áreas de exploração ilegal.

Bezerro de Ouro

No dia 6 de agosto, a Polícia Federal deflagrou a primeira fase da Operação Bezerro de Ouro, cumprindo seis mandados de busca e apreensão e sequestro de bens contra um grupo apontado como um dos principais atuantes no garimpo ilegal na região.(ABr)

PF faz operação contra desvio de verbas do SUS no Rio

Suspeitos teriam desviado R$ 9 milhões do SUS

Publicado em 24/09/2020 – 07:25 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (24) dois mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão contra suspeitos de desviar R$ 9 milhões em recursos públicos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio de Janeiro. 

De acordo com a PF, investigações iniciadas em junho deste ano encontraram indícios de fraudes na contratação de um laboratório no município de Magé, na região metropolitana do Rio.

Ainda segundo a Polícia Federal, foram identificadas irregularidades no processo de contratação do laboratório, como o direcionamento da escolha de empresa específica, fraudes no processo de chamamento público e na execução do contrato.

A investigação encontrou indícios da participação de pessoas ligadas à Secretaria Municipal de Saúde de Magé e de um vereador do município, que seria o proprietário do laboratório beneficiado no esquema.

Edição: Kleber Sampaio

PF apura indícios de desvio milionário no Dnit entre 2012 e 2019

Entre os alvos está o atual secretário de Transportes do DF

Publicado em 03/09/2020 – 13:15 Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Sede da Polícia Federal em Brasília

A Polícia Federal cumpre, hoje (3), 53 mandados judiciais contra suspeitos de desviar mais de R$ 40 milhões do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), entre julho de 2012 e outubro de 2019. Entre os alvos da investigação está o atual secretário de Transportes do Distrito Federal, Valter Casimiro. Servidor de carreira do Dnit, Casimiro foi diretor de Infraestrutura Aquaviária da autarquia de 2014 a 2015, quando assumiu a diretoria-geral do departamento. Posteriormente, foi ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil do governo Michel Temer. 

Nove mandados de prisão temporária e 44 de busca e apreensão estão sendo executados em endereços associados aos investigados no Distrito Federal, Goiás, Paraná e em São Paulo. Batizada de Operação Circuito Fechado, a ação é um desdobramento da Operação Gaveteiro, deflagrada em fevereiro. Na ocasião, a PF revelou que estava apurando a suspeita de desvio de mais de R$ 50 milhões do Ministério do Trabalho, por meio da contratação irregular de uma empresa de tecnologia de informação – a mesma que, agora, é suspeita de envolvimento com supostas irregularidades em três contratos do Dnit, autarquia vinculada ao Ministério da Infraestrutura.

Em nota divulgada hoje (3), a PF informou que a análise do material apreendido durante a Operação Gaveteiro aponta para a existência de uma organização criminosa da qual fariam parte empregados da principal empresa suspeita e servidores públicos. 

Segundo os investigadores, os servidores cooptados pelo esquema forjavam a necessidade de órgãos públicos contratarem serviços de tecnologia de informação e, depois, fraudavam os processos licitatórios de forma a favorecer a empresa alvo das duas operações da PF, impedindo a contratação de outras concorrentes.

Além de autorizar o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a Justiça Federal determinou o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões das contas dos investigados e o sequestro de seis imóveis e 11 veículos. Caso as irregularidades se confirmem, os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva, com penas que, se somadas, podem ultrapassar 40 anos de prisão.

Dnit

Em nota, o Dnit esclareceu que está contribuindo com a investigação. Segundo a autarquia, órgãos de controle interno realizaram procedimentos de apuração preliminares tão logo o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou problemas em contratos de TI, encaminhando suas conclusões aos Ministério da Infraestrutura e demais órgãos.

“Portanto, a atual gestão foi responsável, não só por descontinuar o contrato de prestação do serviço, bem como atuou para que as eventuais ilicitudes estejam, hoje, sendo objeto de apuração pelos órgãos responsáveis”, informou a autarquia, garantindo que pauta sua atuação por princípios éticos da administração pública. 

A Agência Brasil tentou contato com Valter Casimiro, mas não teve retorno.

Edição: Fernando Fraga

PF vasculha endereços de Paulinho da Força, que tem contas e bens bloqueados

O inquérito foi aberto a partir de delação premiada de executivos da J&F/JBS

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (14) sete mandados de busca e apreensão em endereços do deputado Paulo Pereira da Silva o “Paulinho da Força”, presidente nacional do Solidariedade, no âmbito da operação Dark Side, a primeira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo. Os mandados são cumpridos em Brasília e São Paulo. O deputado teve contas bancárias e bens bloqueados.

O inquérito policial foi remetido à Justiça Eleitoral de São Paulo em meados de 2019, com a colaboração premiada de acionista e executivos do Grupo J&F, controlado da JBS e da marca Friboi.

Por meio da quebra dos sigilos bancários, intercâmbio de informações com o COAF, testemunhos de pessoas relacionadas aos fatos, dentre outras medidas investigativas, foi

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A investigação encontrou indícios do recebimento pelo deputado de doações eleitorais não contabilizadas, de maneira dissimulada, durante as campanhas de 2010 e 2012, no valor total de R$1,7 milhões. Isso foi possível descobrir por meio de quebra dos sigilos bancários, intercâmbio de informações com o COAF, testemunhos de pessoas relacionadas aos fatos.

Os pagamentos da propina teriam ocorrido por meio da simulação da prestação de serviços advocatícios e também mediante o pagamento de valores em espécie, por meio de doleiros.

Um escritório de advocacia, envolvido na simulação da prestação de serviços, tinha como um dos seus sócios o genro do deputado Paulinho da Força. Com a quebra do sigilo bancário do escritório, foi identificada também a transferência de valores próximos à eleição de 2012, oriundos de entidade sindical relacionada ao parlamentar investigado e não declarada em sua campanha.

Os investigados responderão pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro, com penas de 3 a 10 anos de prisão, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos.

Por se tratar de parlamentar no exercício do mandato de deputado federal, as investigações em primeira instância, em relação a ele, se restringem aos fatos apurados nos anos de 2010 e 2012. Em relação ao escritório de advocacia, a ação policial também busca provas da atualidade da prática de crimes conexos.

Operação da PF combate fraudes no transporte escolar em Minas

Editais tinham cláusulas que restringiam a competitividade

Publicado em 30/06/2020 – 12:30 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Desvios de recursos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), ocorridos entre 2013 e 2017, no município de Caldas (MG), são alvo nesta terça-feira (30) da Operação Odisséia.

A ação da Polícia Federal (PF), com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do  Ministério Público Federal (MPF), investiga fraudes praticadas por organização criminosa formada por ex-prefeito, servidores e empresários e cumpre onze mandados de busca e apreensão em Caldas, Belo Horizonte, Cruzeiro (SP) e Taubaté (SP). As informações são da CGU.

Entre diversas irregularidades constatadas em processos licitatórios feitos pela prefeitura de Caldas estão direcionamento para contratação de empresas previamente escolhidas, sediadas na capital mineira e em Cruzeiro. 

Há ainda editais com pouca publicidade e cláusulas que restringiam a competitividade, como a exigência de visitas técnicas. Esses documentos também não traziam dados mínimos que delimitassem os serviços a serem contratados, como indicação das rotas a serem percorridas, quantidade de alunos transportados, turnos de atendimento e tipo de terreno, os quais eram necessários para que os licitantes formulassem propostas.

Desclassificação

A investigação também aponta tratamento distinto entre os participantes da licitação como desclassificação de uma proposta sem data de validade e reabertura de prazo para outra que apresentou declaração com prazo de validade expirado.

A CGU verificou, ainda, que a execução dos contratos ocorria sem qualquer tipo de fiscalização e os pagamentos eram realizados sem nenhum controle sobre a efetiva prestação dos serviços ou sobre os valores que eram faturados pelas empresas contratadas – não havia, por exemplo, compatibilidade com o calendário escolar. Apenas os dois principais contratos suspeitos, celebrados em 2013 e 2017, somaram mais de R$ 9,2 milhões.

Os auditores colheram relatos de que os veículos eram utilizados como transporte para festas de casamento ou partidas de futebol. Os desvios também podem ter servido ao enriquecimento ilícito dos investigados. Um deles, entre 2013 e 2016, teve aumento em cerca de oito vezes do valor de patrimônio declarado.

Medidas

Para garantir o futuro ressarcimento aos cofres públicos, a Justiça também decretou o sequestro de bens dos investigados, incluídos valores em instituições financeiras, veículos, imóveis e embarcações, no valor dos contratos suspeitos.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de associação criminosa, desvios de recursos públicos e direcionamento de licitações.

Histórico

O Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar consiste na transferência automática de recursos financeiros aos municípios para custear despesas com o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural. O valor repassado é calculado com base no censo escolar do ano anterior.

 

Edição: Kleber Sampaio

PF faz buscas na casa do governador do Amazonas em operação contra corrupção

São cumpridos 8 mandados de prisão e 14 de buscas em endereço ligados ao governador Wilson Lima

Agentes da Polícia Federal deflagraram na manhã desta terça-feira (30), em Manaus, a Operação Sangria contra fraude e desvios na compra emergencial de respiradores para pacientes de covid-19. A PF investiga possíveis práticas de crimes de organização criminosa, corrupção, fraude a licitação e desvio de recursos públicos federais. Se condenados, os acusados poderão ser condenados até a 30 anos de reclusão.

Os policiais federais estão neste momento na sede do governo do Amazonas, no bairro Compensa, e na casa do governador Wilson Lima (PSC), no Conjunto Vila Rica, cumprindo mandados de busca e apreensão.

A ação da Polícia Federal visa a cumprir mandados judiciais expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo 20 mandados de busca e apreensão e oito de prisão temporária, e conta com a cooperação do Ministério Público Federal (MPF), da Controladoria Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB).

Também são alvos empresários da área da saúde e funcionários do governo estadual. Wilson Lima é acusado em inúmeras denúncias de corrupção, incluindo a compra milionária de respiradores em uma loja de vinhos.

Os ventiladores mecânicos hospitalares entregues ao Estado do Amazonas, pela empresa de vinhos, não possuíam as especificidades técnicas necessárias para a adequada utilização no tratamento médico.

A investigação policial também identificou que a verba pública federal transferida à empresa contratada foi, em seguida, remetido a uma conta bancária no exterior, pertencente a uma outra pessoa jurídica, aparentemente de fachada, havendo indícios de possível prática de crime de lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal (PF) está, na manhã desta terça-feira (30), na sede do governo do Amazonas, no bairro Compensa, zona oeste da capital, e na casa do governador Wilson Lima, no Conjunto Vila Rica, cumprindo mandados de busca e apreensão oriundos da operação “Sangria’, que investiga fatos relacionados a possíveis práticas de crimes, como pertencimento a organização criminosa, corrupção, fraude a licitação e desvio de recursos públicos federais.

 

PF investiga corrupção no Recife, mas vereadores ignoram suspeitas

Prefeito Geraldo Júlio tem ampla base de apoio e nem sequer é incomodado com uma simples fiscalização

As suspeitas de corrupção na compra de respiradores e materiais contra covid-19 no Rio de Janeiro, de fato graves, parecem coisa para Juizado de Pequenas Causas quando comparadas à prefeitura do Recife, do PSB. Apesar disso, o governador fluminense Wilson Witzel enfrenta processo de impeachment, enquanto o prefeito Geraldo Júlio, que manda em 30 dos 44 vereadores do Recife, nem sequer é incomodado com uma simples fiscalização pela Câmara Municipal. CPI, então, nem pensar. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Recife é única capital a receber duas operações da Polícia Federal em menos de um mês, contra corrupção em compras para combate à covid.

Em 28 de maio, a PF, investigou no Recife compras sem licitação de R$ 11 milhões em respiradores que seriam usados em porcos.

Terça (17), a PF voltou ao Recife investigando empresa suspeita à qual a prefeitura do Recife deu 14 contratos sem licitação de R$81 milhões.

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