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:: ‘Petrobrás’

Petrobras despenca e faz Bovespa fechar em baixa.

Por Aline Cury Zampieri | Valor
SÃO PAULO – As ações da Petrobras não deixaram a Bovespa acompanhar a recuperação que tomou conta das principais bolsas mundiais nesta terça-feira. Pressionado pela queda dos papéis da estatal, o Ibovespa fechou em queda de 0,22%, para 59.444 pontos.
Petrobras ON despencou e fechou em queda de 8,28%, para R$ 16,60. As ações PN passaram o dia todo em queda, mas viraram no fim do dia e terminaram em alta de 0,44%, para R$ 18,08. Segundo operadores, foi um ajuste de arbitragem entre os dois papéis.
O giro financeiro de negócios com os papéis da empresa de petróleo foi forte. Enquanto a bolsa negociou R$ 8,6 bilhões hoje, as ações ordinárias da Petrobras giraram quase 10% desse total, ou R$ 908 milhões. O principal motivo para a queda forte das ordinárias foi a diferença do valor de dividendo a ser pago para o papel, anunciado pela empresa. Pela primeira vez, a remuneração será muito menor que a das PN: de R$ 0,47 por ação, ante R$ 0,96 das PN.
Hamilton Moreira Alves, estrategista do BB Investimentos, afirma que o balanço da Petrobras contaminou o humor do mercado. “Os números, em geral, trouxeram desconforto e levantaram a dúvida sobre como virão os demais balanços dessa temporada”, afirma. “O investidor também se pergunta: se a blue chip não vai andar, o que vai andar este ano?.” Na visão de Alves, fevereiro será um mês de escolha pontual de ações, à medida que os balanços sejam divulgados.
A queda das ações da Petrobras levou junto os demais papéis do segmento de petróleo na Bovespa. OGX ON recuou 6,22%, HRT ON caiu 6,28% e QGE Participações perdeu 1,78%.
O contraponto de Petrobras foi dado pelas ações PN do Itaú, que subiram 2,51%, para R$ 34,19. O banco apresentou lucro menor no último trimestre, em linha com as estimativas de analistas, mas deu bons sinais sobre inadimplência.
O lucro líquido recuou 6,5% no quarto trimestre de 2012, para R$ 3,502 bilhões. No acumulado do ano passado, o lucro caiu 4,1% e ficou em R$ 14,043 bilhões — ainda afetado negativamente pelo aumento das provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD).
(Aline Cury Zampieri | Valor)
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Caso de Polícia – A Petrobras, a compra escandalosa de uma refinaria e um prejuízo bilionário para a estatal: Ministério Público decidiu investigar a lambança.

Vocês se lembram de um post publicado no dia 15 de dezembro intituladoESCÂNDALO BILIONÁRIO NA PETROBRAS – Resta, agora, saber se, ao fim da apuração, alguém vai para a cadeia! Ou: Quem privatizou a Petrobras mesmo?“ Mais ou menos? Ok. Recupero a história em 13 passos e avanço depois, porque já há novidades. Quem tem tudo na memória pode ir direito para o entretítulo “Voltei”.

1: Em janeiro de 2005, a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria americana chamada Pasadena Refining System Inc. por irrisórios US$ 42,5 milhões. Por que tão barata? Porque era considerada ultrapassada e pequena para os padrões americanos.

2: ATENÇÃO PARA A MÁGICA – No ano seguinte, com aquele mico na mão, os belgas encontraram pela frente a generosidade brasileira e venderam 50% das ações para a Petrobras. Sabem por quanto? Por US$ 360 milhões! Vocês entenderam direitinho: aquilo que os belgas haviam comprado por US$ 22,5 milhões (a metade da refinaria velha) foi repassado aos “brasileiros bonzinhos” por US$ 360 milhões. 1500% de valorização em um aninho. A Astra sabia que não é todo dia que se encontram brasileiros tão generosos pela frente e comemorou: “Foi um triunfo financeiro acima de qualquer expectativa razoável”.

3: Um dado importante: o homem dos belgas que negociou com a Petrobras é Alberto Feilhaber, um brasileiro. Que bom! Mais do que isso: ele havia sido funcionário da Petrobras por 20 anos e se transferiu para o escritório da Astra nos EUA. Quem preparou o papelório para o negócio foi Nestor Cerveró, à frente da área internacional da Petrobras. Veja viu a documentação. Fica evidente o objetivo de privilegiar os belgas em detrimento dos interesses brasileiros. Cerveró é agora diretor financeiro da BR Distribuidora.

4: A Pasadena Refining System Inc., cuja metade a Petrobras comprou dos belgas a preço de ouro, vejam vocês!, não tinha capacidade para refinar o petróleo brasileiro, considerado pesado. Para tanto, seria preciso um investimento de mais US$ 1,5 bilhão! Belgas e brasileiros dividiriam a conta, a menos que…

5:… a menos que se desentendessem! Nesse caso, a Petrobras se comprometia a comprar a metade dos belgas — aos quais havia prometido uma remuneração de 6,9% ao ano, mesmo em um cenário de prejuízo!!!

6: E não é que o desentendimento aconteceu??? Sem acordo, os belgas decidiram executar o contrato e pediram pela sua parte, prestem atenção, outros US$ 700 milhões. Ulalá! Isso foi em 2008. Lembrem-se que a estrovenga inteira lhes havia custado apenas US$ 45 milhões! Já haviam passado metade do mico adiante por US$ 360 milhões e pediam mais US$ 700 milhões pela outra. Não é todo dia que aparecem ou otários ou malandros, certo?

7: É aí que entra a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, então presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Ela acusou o absurdo da operação e deu uma esculhambada em Gabrielli numa reunião. DEPOIS NUNCA MAIS TOCOU NO ASSUNTO.   :: LEIA MAIS »

PETROBRAS – QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ !!!

Problemas de caixa da Petrobras começam a contaminar parceiros.

ReutersLeila Coimbra e Jeb Blount

RIO DE JANEIRO, 31 Jan (Reuters) – A Petrobras tem atrasado pagamentos a fornecedores e provocado dificuldades financeiras na cadeia de prestadores de serviços, após ter adotado uma política de redução de custos em meio a prejuízos na sua divisão de Abastecimento, aumentos de custos e produção estagnada.

Há também o atraso de pagamento para fundos de recebíveis criados para financiar esses prestadores de bens e serviços, segundo afirmaram fontes à agência de notícias Reuters, observando que a estatal alterou sua política de pagamentos recentemente e vem olhando com mais rigor os contratos.

Com isso, tem demorado mais tempo para liberar os recursos. Em uma espécie de efeito dominó, os prestadores de serviços também atrasam seus compromissos financeiros.

“Não vou dizer que a Petrobras é inadimplente, mas que está em atraso. Enquanto algumas companhias estão sofrendo, estou confiante que os pagamentos serão feitos”, disse à Reuters Fernando Werneck, gestor de um portfólio de fundos creditórios na BI Invest, exclusivos de fornecedores da Petrobras.

Alguns dos fundos de investimento dedicados exclusivamente aos fornecedores da Petrobras registraram aumento da inadimplência. 

Os pagamentos em atraso em cinco Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) saltaram 58,6%, para R$ 18,4 milhões, em 31 de dezembro, ante R$ 11,6 milhões em setembro, segundo uma pesquisa da Reuters junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

O FIDC existe para ajudar a Petrobras a terceirizar o negócio de financiamento aos fornecedores. Fundos de investimento fazem empréstimos às empresas que possuem contratos com a estatal utilizando como garantia os recebíveis junto à Petrobras.

Ao longo dos últimos dois anos a Petrobras aportou cerca de R$ 7 bilhões para ajudar os fornecedores.

Pedidos de falências  :: LEIA MAIS »

EXPLICA, MAS NÃO JUSTIFICA.

Gabrielli esclarece afirmações de colunista da Veja
O secretário de Planejamento e ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, esclareceu por meio de nota as afirmações feitas pelo colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo. Por meio de nota, a assessoria do titular da Seplan informa que a pauta “é requentada”. “Em novembro 2005, a Petrobras assinou um Memorando de Entendimento com a Astra Oil Company (Astra). Em setembro de 2006, a Companhia concluiu a aquisição através de sua subsidiária Petrobras America Inc. (PAI). Desentendimentos entre os sócios levaram a Astra a requerer o direito de vender seus 50%”. Segundo o documento, o valor foi acrescido de juros e outras atribuições durante o processo arbitral. “A Petrobras empenhou seus melhores esforços e obteve uma redução significativa no montante pleiteado pela Astra. Em junho de 2012, um acordo extrajudicial totalizou US$ 820 milhões. Parte desse montante, US$ 750 milhões, já vinha sendo provisionado, restando o complemento de provisão de US$ 70 milhões”, diz a nota. “O acordo tornou a refinaria [de Passadena] um ativo negociável, ainda que não haja uma obrigatoriedade nem urgência em se desfazer da mesma”, finaliza o comunicado.

ESCÂNDALO BILIONÁRIO NA PETROBRAS – Resta, agora, saber se, ao fim da apuração, alguém vai para a cadeia! Ou: Quem privatizou a Petrobras mesmo?

15/12/2012

às 20:56

É do balacobaco!

Desde que Sérgio Gabrielli, o buliçoso ex-presidente da Petrobras, deixou a empresa, os esqueletos não param de pular do armário. A presidente Dilma Rousseff o pôs para correr. Ele se alojou na Secretaria de Planejamento da Bahia e é tido como o provável candidato do PT à sucessão de Jaques Wagner. Dilma, é verdade, nunca gostou dele, desde quando era ministra. A questão pessoal importa menos. Depois de ler o que segue, é preciso responder outra coisa: o que ela pretende fazer com as lambanças perpetradas na Petrobras na gestão Gabrielli? Uma delas, apenas uma, abriu um rombo na empresa que passa de UM BILHÃO DE DÓLARES. Conto os passos da impressionante reportagem de Malu Gaspar na VEJA desta semana. Prestem atenção!

1: Em janeiro de 2005, a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria americana chamada Pasadena Refining System Inc. por irrisórios US$ 42,5 milhões. Por que tão barata? Porque era considerada ultrapassada e pequena para os padrões americanos.

2: ATENÇÃO PARA A MÁGICA – No ano seguinte, com aquele mico na mão, os belgas encontraram pela frente a generosidade brasileira e venderam 50% das ações para a Petrobras. Sabem por quanto? Por US$ 360 milhões! Vocês entenderam direitinho: aquilo que os belgas haviam comprado por US$ 22,5 milhões (a metade da refinaria velha) foi repassado aos “brasileiros bonzinhos” por US$ 360 milhões. 1500% de valorização em um aninho. A Astra sabia que não é todo dia que se encontram brasileiros tão generosos pela frente e comemorou: “Foi um triunfo financeiro acima de qualquer expectativa razoável”. :: LEIA MAIS »

ESPAÇO DO LEITOR – AUDIÊNCIA PÚBLICA DA PETROBRAS II.

Prezado editor,

Venho através deste veículo, convocar a sociedade Ilheense, para nos mobilizarmos em prol do desenvolvimento da nossa Cidade. O motivo que  levou-me a tomar essa iniciativa, foi o evento ocorrido dia 19/05/2012, Audiência pública do bloco BM-J-1.
Permaneci no  belíssimo auditório do Hotel Praia do Sol, durante todo evento e fiquei estarrecido de ver como nossa sociedade é passiva e omissa aos seus interesses. A audiência pública foi realizada pela estatal Petrobras, no objetivo de mostrar com transparência à população, o Projeto de Atividades de Perfuração Marítima na Bacia do Jequitinhonha (região de Ilhéus e adjacências).
Quando chegou a hora das perguntas e questionamentos por parte da platéia, lá estava o grupo da massa manipulada, para procurar cabelo em ovo e assim tumultuarem, aquele que até então era um ambiente de tranquilidade.
Estava claro que eram pessoas pertencentes aos grupos daqueles que por interesses próprios, são contra ao progresso da região, presidentes de associações manipulados por forasteiros que se aproveitavam do momento para fazer oposição e demais entidades bancadas por aqueles que não tem nenhum compromisso com nossa Cidade, pois nem da região são oriundos, nem mesmo da Cidade os são.

ESPAÇO DO LEITOR – AUDIÊNCIA DA PETROBRAS.

Esta é a verdade. Ocorreu, de fato, logo após às 14:30 hs.

Sarrafo:

Na audiência sobre a perfuração marítima a ser realizada pela Petrobras, dentre os presentes foram citados Ruy Rocha Floresta Viva e a representante da Ação Ilhéus. Quando das perguntas não ouvimos interferência de Ruy Rocha, entretanto a fotografa ativista Mary Berbet fez uma inscrição para uma pergunta oral em nome da Ação Ilhéus, foi chamada pelo Presidente da mesa e representante do IBAMA, Eduardo Mateus, e NÂO COMPARECEU. Certamente, após o almoço, que foi 0800, retirou-se, pois já havia tirado suas fotinhas para mandar para os “grandes interessados no desenvolvimento de Ilheus e região.”

AUDIÊNCIA PÚBLICA DO IBAMA – POÇO DE EXPLORAÇÃO DO BLOCO BM-J-1.

Mesa_dos_trabalhos.

Público_presente.

O poço exploratório ficará a 30 KM do litoral, fora da rota das baleias Jubarte, a base de operação será em Ilhéus (porto e aeroporto), será feito por uma plataforma flutuante, e os impactos serão mínimos e sanáveis, pois os trabalhos serão executados em 4 meses, voltando tudo ao normal após a prospecção.

Foi o que foi explanado na 1ª parte da audiência.

Agora deve começar a fase de perguntas, dúvidas e questionamentos.

VEJA COM MAIOR NITIDEZ A ÁREA DE INFLUÊNCIA DO POÇO DA PETROBRÁS. (clique nas setinhas, abaixo no quadro)

Ibama encaminha ao Município EIA/Rima de perfuração marítima

A Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Ilhéus recebeu correspondência e arquivos digitais enviados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) de perfuração marítima da Bacia do Jequitinhonha.

Segundo o Ibama, a análise ambiental do EIA/Rima será necessária para subsidiar a decisão quando à concessão da licença ambiental aplicável à atividade. No sentido de atender aos procedimentos legais, os relatórios estarão disponíveis na Chefia de Gabinete do Prefeito, no Palácio Paranaguá, em arquivo digital, para a apreciação dos interessados.

Após as análises dos documentos, as manifestações podem ser encaminhadas, por escrito ou de forma oral, ao Ibama, no dia da realização da Audiência Pública (19 de maio de 2012, às 10 horas, no Hotel Praia do Sol), ou até 15 dias após ao evento, somente por escrito. O processo de licenciamento foi requerido pela empresa Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), responsável pela área de prospecção. 

MAIS UMA DURONA NO PEDAÇO.

23/01/2012 – 12h14 / Atualizada 23/01/2012 – 12h37

Mantega indica Graça Foster para presidência da Petrobras

Do UOL, em São Paulo
  • Foto de 2007 mostra a então diretora de Gás da Petrobras, Maria das Graças Silva FosterFoto de 2007 mostra a então diretora de Gás da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster

A atual diretora de Gás e Energia da Petrobras (PETR4), Maria das Graças Silva Foster, foi indicada pelo presidente do Conselho de Administração da estatal, Guido Mantega, para ser a nova presidente da companhia.

Segundo comunicado divulgado pela empresa nesta segunda-feira (23), o Conselho da companhia apreciará a indicação em reunião no próximo dia 9 de fevereiro.

A diretora, mais conhecida como Graça Foster, é próxima da presidente Dilma Rousseff, tendo sido cotada para assumir o cargo de ministra-chefe da Casa Civil.

“O presidente do Conselho de Administração da Petrobras, sr. Guido Mantega, já manifestou que vai encaminhar como proposta a ser apreciada na próxima reunião do mesmo… a indicação da atual Diretora de Gás e Energia, Maria das Graças Silva Foster, para presidir a Petrobras”, afirmou o comunicado.

Gabrielli deve assumir cargo político na Bahia

Foster vai substituir José Sergio Gabrielli, que tem aspirações políticas e pode concorrer ao governo da Bahia em 2014.

Segundo uma fonte do governo baiano, o governador Jaques Wagner (PT) já convidou Gabrielli para ocupar uma secretaria do Estado, mas não estava claro se ele não teria que cumprir uma quarentena.

Para o Banco Espírito Santo, a mudança não deve afetar a operação da empresa, ou mesmo suas ações. Isso porque, apesar de Gabrielli estar há vários meses à frente da Petrobras, a administração vai continuar alinhada com os interesses do Governo. Apesar disso, a indicação não seria vista como uma manobra política, na opinião do analista Igor Maresti.

Outras possíveis mudanças

Gabrielli pode não ser o único executivo a deixar a diretoria da estatal.

Uma fonte do governo federal disse que Dilma também estuda a substituição dos diretores financeiro, Almir Barbassa, e de Exploração e Produção, Guilherme Estrella. Segundo a fonte, as mudanças na diretoria estariam restritas a esses postos.

A MUDANÇA NA PRESIDÊNCIA DA PETROBRÁS.

Tudo o que sei da Petrobrás, são os números grandiosos de suas conquistas, que são colocados na mídia e que nunca foram contestados.

Porém, a hoje Presidente Dilma, desde que era Ministra das Minas e Energia, depois Casa Civil, sempre teve um pé atrás com o presidente Gabrielli.

Não sei os motivos, ela que está enfronhada no meio deve saber melhor do que todos nós. 

contador free


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