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:: ‘Petrobrás’

Decisão sobre venda de subsidiárias agrada a presidente da Petrobras

Ministro de Minas e Energia também elogia decisão do STF

Publicado em 07/06/2019 – 14:18

Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, considerou “esplêndida” a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar a venda do controle acionário de subsidiárias de empresas públicas e sociedades de economia mista, sem necessidade de aval legislativo ou processo de licitação.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, durante coletiva de imprensa comenta resultado da empresa no primeiro trimestre de 2019.

 
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco – Reuters/Sergio Moraes/Direitos Reservados

Castello Branco disse que a decisão, tomada pelo STF nesta quinta-feira (6), mostra que as instituições do país são fortes e funcionam para garantir o cumprimento da lei. “O STF aprovou ontem o que era esperado, e isso, sem dúvida nenhuma, é uma vitória do Brasil, não apenas da Petrobras. Mostra que o Brasil tem ambiente amigável para a realização de investimento, seja por parte de investidores brasileiros ou de outros países.”

Ele enfatizou que a decisão é muito importante para a Petrobras, porque os recursos obtidos com a venda de ativos serão usados para a redução de dívidas e para fortalecer os investimentos em petróleo e gás.

Castello Branco ressaltou que a produção de petróleo na Petrobras estagnou nos 10 últimos anos, embora a empresa tenha capital humano altamente qualificado, tecnologia e ativos de classe mundial. “No lugar de investirmos na expansão da produção de petróleo e gás, desperdiçamos recursos com projetos bilionários que nada acrescentaram, além de prejuízos, vendendo ilusões da criação de milhares de empregos, que acabaram sendo temporários, causando enorme prejuízo ao país”, afirmou.

De acordo com o presidente da Petrobras, as vendas de subsidiárias não significam privatizações, nem desmonte da companhia. “Não estamos promovendo nenhum desmonte da Petrobras. Pelo contrário, estamos fortalecendo-a na sua função principal, que é a produção de petróleo e gás, aproveitando o que temos de melhor, aproveitando uma riqueza natural muito importante de nosso país.”Ele adiantou que já está anunciada a venda da Liquigás, que atua na distribuição de gás liquefeito de petróleo.O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também considerou a decisão do STF importantíssima para o país. “Em outras oportunidades, eu disse que estávamos aguardando com tranquilidade essa decisão do STF, que vai ser fundamental para o desenvolvimento do país. Mais do que isso, é a segurança jurídica para os investidores. E também a previsibilidade, uma coisa que temos trabalhado muito no ministério, organizando os leilões”, disse o ministro.

Com isso, a Petrobras e outras empresas poderão fazer os seus desinvestimentos e os reinvestimentos para atuar naquilo que acham que é melhor para a sua carteira de negócios, acrescentou Albuquerque.O ministro destacou que o país está abrindo o mercado de combustíveis e de gás e adiantou que o modelo para o novo mercado de gás será apresentado na Câmara dos Deputados no fim deste mês. “O CNPE [Conselho Nacional de Política Energética] deu prazo de 60 dias para o grupo de trabalho. Esse trabalho já está sendo finalizado e deve ser apresentado no fim de junho na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados e depois na Comissão de Infraestrutura do Senado.”Nesta sexta-feira (7), o ministro Bento Albuquerque e o presidente da Petrobras conversaram com a imprensa após participarem da cerimônia de lançamento do Programa Integrado de Proteção de Dutos (Pró-Dutos), para prevenir furto de combustíveis na malha de oleodutos da Transpetro. A cerimônia foi realizada de manhã no edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro.

Edição: Nádia Franco

Após quatro anos de prejuízo, Petrobras volta a dar lucro

Publicado em 27/02/2019 – 20:36

Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

A Petrobras voltou a dar lucro, após quatro anos de prejuízos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (27) pela estatal, em seu balanço anual. O lucro líquido foi de R$ 25,8 bilhões, o maior desde 2011.

“O primeiro resultado anual positivo em cinco anos é também o maior desde 2011. A empresa registrou dois recordes financeiros: Ebitda [Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, do inglês Earnings before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization] ajustado de R$ 114,9 bilhões e, pelo quarto ano consecutivo, fluxo de caixa livre positivo, de R$ 54,6 bilhões”, diz nota da estatal.

Em carta enviada ao mercado, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, comentou o bom resultado da empresa. “A performance da Petrobras, em 2018, foi indiscutivelmente a melhor em muitos anos, o que inclui a obtenção de alguns recordes históricos, envolvendo fluxo de caixa livre e Ebitda ajustado, e a interrupção de quatro anos seguidos de prejuízos”, disse Castello Branco.

De acordo com a Petrobras, o resultado reflete fatores como maiores margens nas vendas de derivados no Brasil e nas exportações de petróleo, acompanhando o aumento da cotação do Brent e a valorização do dólar. “Houve, ainda, recuperação de participação de mercado no diesel e queda de despesas gerais e administrativas. Também contribuíram para o resultado a redução de gastos com juros, fruto da queda do endividamento, e a regularização de créditos com a Eletrobras.”

Ainda segundo a nota, a remuneração total aos acionistas relativa ao exercício de 2018 alcançará R$ 7,1 bilhões, considerando as antecipações feitas durante o ano. No ano passado, a Petrobras gerou R$ 151,5 bilhões em tributos municipais, estaduais e federais, além das participações governamentais. Também será paga participação nos resultados para os empregados.

Produção

A produção de óleo e gás alcançou 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia (Mboed), sendo 2,53 Mboed no Brasil e 101 mil boed em outros países, 5% menor do que em 2017.

“Esse desempenho reflete desinvestimentos realizados e o declínio natural de campos maduros. Outro destaque é a entrada em operação de seis novos sistemas de produção (até fevereiro de 2019), sendo cinco no pré-sal – P-74, P-75 e P-76 no campo de Búzios e P-69 e P-67 no campo de Lula — e um em Tartaruga Verde, na Bacia de Campos”, destacou a empresa.

“A entrada das novas plataformas nos dá confiança sobre nossa meta de crescimento da produção, de 5% ao ano até 2023”, disse Castello Branco. Houve também retomada da atividade exploratória com a contratação de 11 novos blocos em 2018.

Edição: Nádia Franco

Petrobras formaliza demissão de dois diretores

Publicado em 10/01/2019 – 15:44

Por Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

A diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, deixará o cargo no próximo dia 20. A data foi aprovada hoje (10) pelo Conselho de Administração da estatal, que decidiu também pela saída do diretor executivo de Desenvolvimento da Produção&Tecnologia, Hugo Repsold Júnior, no próximo sábado (12).

Em nota, a empresa informou que Rafael Salvador Grisolia, Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, exercerá interinamente os cargos de Diretor Executivo de Exploração e Produção e também de diretor Executivo de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão.

Eberaldo de Almeida Neto, diretor executivo de Assuntos Corporativos da companhia, ficará à frente interinamente da diretoria executiva de Desenvolvimento da Produção&Tecnologia, além do cargo de Diretor Executivo de Refino e Gás Natural que já vinha acumulando.

A empresa informou, ainda, que ambas funções interinas terão um prazo máximo de 90 dias ou até que o Conselho de Administração delibere sobre os novos diretores para essas posições, “sem prejuízo de suas demais funções”.

Procedimentos internos

As duas demissões dão continuidade aos comunicados ao mercado iniciados no dia 4 deste mês, com a nomeação de Anelise Quintão Lara para a Diretoria Executiva de Refino e Gás Natural. Lauro Cotta foi nomeado diretor de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão, Lauro Cotta.

Neste período, os nomes dos novos diretores indicados para as funções e já anunciados pela empresa “estão seguindo os procedimentos internos de governança corporativa da companhia, para análise pelo Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão e deliberação do Conselho de Administração”.

As mudanças na diretoria da Petrobras são de iniciativa do novo presidente da empresa, Roberto Castello Branco, e referendadas pelo Conselho de Administração.

Os diretores que estão deixando a empresa, em sua maioria, são da gestão do ex-presidente Aldemir Bendine. Eles foram nomeados ainda em 2015, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Edição: Kleber Sampaio

ROLANDO NO FACEBOOK – CERTEIRO NA LATA!

Giro Brasil – Alexandre Garcia

Mais uma vez, os brasileiros perderam a oportunidade de levantar bandeiras importantes, como as ferrovias, o transporte fluvial e nova tecnologia de combustível, além do fim do MONOPÓLIO da Petrobras.
Nenhum presidente conseguirá resolver estas questões vitais, sem o apoio da população, sem sua cobrança.

A VEJA JÁ PUBLICA ALGUNS NOMES DO ESCÂNDALO ‘PETROBRAS’!

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Capa da Revista VEJA.

Atualizado às 4h42.

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção.

Entre eles estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado,  Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo. Já no grupo de deputados figuram o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), um dos mais ativos integrantes da bancada do PP na casa. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é outro citado por Paulo Roberto como destinatário da propina. Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo.

Paulo Roberto também esmiúça a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.

Sobre o PT, ele afirmou que o operador encarregado de fazer a ponte com o esquema era o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, cujo nome já havia aparecidao nas investigações como personagem de negócios suspeitos do doleiro Alberto Youssef. 

Conheça, nesta edição de VEJA, outros detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão. 

Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas.

A PETROBRAS ESTÁ DE VOLTA.

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DEFINIDAS NO EIA-RIMA, AS PLATAFORMAS QUE SERÃO ATENDIDAS POR ILHÉUS.

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PREVENÇÃO AMBIENTAL NAS PERFURAÇÕES DE PETRÓLEO. (Atualização)

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Todos sabem que podem haver vazamentos de óleo nas perfurações e ou em desastres ambientais mais complexos.

A Petrobras mantem em perfeito estado de alerta, bases em localidades estratégicas para conter os avanços ou prevenir desastres ambientais.

Em Camamu, Itacaré e Ilhéus,  em 12 localidades ao todo, elas estão funcionando perfeitamente, sob manutenção e treinamento de simulados com equipes locais.

Esse serviço já é prestado, monitorado e aprovado pela Petrobras e Ibama, pela CLC – Agencia  Marítima, empresa genuinamente ilheense.

Atendendo a pedidos segue a relação até agora, das localidades cobertas pela CLC Ag. Maritima e Serviços.

Segue relação das comunidades: Cacha Pregos (Itaparica). Guaibim(Valença). Garapuá (Cairú). Boipeba( Cairú) Cova de Onça (Cairú) Campinhos (Maraú) Barra Grande (Maraú) Itacaré, Ilhéus, Olivença, Pedra De Una, Canavieiras.

 

Equipes, CLC, Ibama, Petrobras em treinamento simulado.

Equipes, CLC, Ibama, Petrobras em treinamento simulado.

 

BREVE – MOVIMENTAÇÕES POSITIVAS E PRODUTIVAS EM ILHÉUS.

portoaeroportoPetrobras

Página extraída do Eia-Rima, em processo final de liberação no IBAMA.

REVELAÇÕES DE EX-DIRETOR PODEM ‘INCENDIAR’ O PAÍS.

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REVELAÇÕES DE EX-DIRETOR PODEM ‘INCENDIAR’ O PAÍS

PAULO ROBERTO COSTA PODE USAR DELAÇÃO PREMIADA E CONTAR AS NEGOCIATAS

Publicado: 6 de maio de 2014 às 0:01 – Atualizado às 19:35
Por: 

 

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Pessoas ligadas ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato, garantem: ele não repetirá Marcos Valério, que aguentou firme, não entregou ninguém, preservou o ex-presidente Lula e foi condenado a 37 anos de prisão. Costa pode “incendiar” o País, recorrendo a delação premiada, e contar tudo sobre negociatas, não só na Petrobras, e o envolvimento de autoridades federais e estaduais.

A delação premiada de Paulo Roberto Costa poderá reduzir sua pena e livrar familiares, que correm risco de cadeia por obstruírem a Justiça.

São tão graves as esperadas revelações do ex-diretor que sua defesa poderá solicitar sua inclusão no Programa de Proteção a Testemunhas.

Paulo Roberto Costa foi levado de volta à carceragem da PF para sua segurança. No presídio comum, poderia ser alvo de queima de arquivo.

Fornecedores ou parceiros de grande e médio portes da Petrobras, estão insones, rezando para que Paulo Roberto Costa fique calado. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

PEQUENO HISTÓRICO PROFISSIONAL DE GRAÇA FOSTER.

Graça Foster - Presidente da Petrobras.

Graça Foster – Presidente da Petrobras.

Esta mulher que vocês estão vendo, é o cão chupando manga, mesmo.

Assim dizem os lulopetistas encastelados na Petrobras, sob o manto do Gabrielismo.

Funcionária de carreira, tentaram envolve-la nos escândalos da empresa e não conseguiram.

O máximo que pode acontecer com ela é perder a Presidência da empresa, onde chegou por indicação política é claro, mas pela sua competência é logico.

Segundo os incomodados, ela estabelece metas e cobra resultados, parecendo presidente de empresa privada. Se queixam os preguiçosos.

Se fosse assim desde o começo a Petrobras não teria chegado a esse estado lastimável. Sei do que estou falando….

Dirigentes da Petrobras e Dilma serão alvo de ações criminais individuais em NY por causa do “Pasadenagate”

Por Jorge Serrãopasadenagate

Quem levou uma comissão de pelo menos US$ 20 milhões na temerária compra da refinaria Pasadena pela Petrobras? Os nomes dos beneficiados surgem em uma investigação particular promovida por investidores da Petrobras – que preparam uma ação judicial individualizada, na Justiça de Nova York, contra os diretores e conselheiros da empresa que avalizaram a negociata que gerou um prejuízo de US$ 1 bilhão 180 milhões à petroleira estatal de economia mista – um dos símbolos do capimunismo tupiniquim.

A “novidade” das ações criminais individualizadas contra os gestores e conselheiros apavora o governo – acostumado a contar com a costumeira impunidade em ações judiciais genéricas, cujo o alvo impreciso era a União, controladora da Petrobras. Agora, a individualização criminal, principalmente na Justiça norte-americana, que costuma pegar mais pesado em casos de corrupção, se transforma em um problema concreto para a petralhada e seus aliados. Dilma Rousseff, reeleita ou não, pode ser um dos alvos. Lá fora, ela é apenas uma ex-presidente do “Conselhão” da Petrobras…

A ação judicial de responsabilização individual tem respaldo no próprio Estatuto da Petrobras – :: LEIA MAIS »

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