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:: ‘Pesquisas’

Bolsonaro lidera pesquisa nacional, na disputa pelo Planalto, com 34,8%

BRASMARKET

Levantamento Brasmarket também aponta que mais de 30% dos brasileiros continuam indecisos a menos de um ano da votação

Jair Bolsonaro, presidente da República. Foto: Alan Santos.

Pesquisa do instituto Brasmarket divulgada no último dia 6 aponta que o presidente Jair Bolsonaro é o favorito para vencer em 2022.

Ele lidera as intenções de votos para o primeiro turno com 34,8%, seguido pelo ex-presidente Lula (PT), com 19%. Brancos/nulos (12,5%) e aqueles que não sabem/indecisos (17,7%) representam 30,2% do eleitorado.

No segundo “pelotão” de pré-candidatos à Presidência para o ano que vem, Sergio Moro (Podemos) aparece com 7,8%, Ciro Gomes (PDT) tem 5,2%, João Doria (PSDB) 2,4%, Luiz Mandetta (DEM) 0,4% e Simone Tebet (MDB) é a lanterna com 0,3%.

O instituto Brasmarket, que atua mercado de pesquisas e análise há 40 anos, também simulou a eleição com o governador gaúcho Eduardo Leite como candidato tucano no lugar do paulista João Doria, mas ele teria apenas 1,7% dos votos.

No levantamento do segundo turno, o presidente Bolsonaro teria 43,4% contra 32,9% do petista Lula. Brancos e nulos são 16,8% e não sabe/indeciso, 6,9%.

Lula lidera com 50,4% na Bahia, onde 65,8% reprovam governo Bolsonaro

BAIANO NÃO QUER 2º TURNO

Petista abre 28,6 pontos à frente do presidente, que pontua 21,8% na Paraná Pesquisas

Com direitos políticos resgatados Lula segue em pré-campanha para presidente da República. Foto: Divulgação/Redes Sociais

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto na Bahia, na corrida eleitoral para presidente da República.

Se dependesse apenas do eleitorado baiano, o petista venceria em 1º turno com mais que o dobro da pontuação obtida por Jair Bolsonaro (PL), cujo governo tem reprovação de 65,8% na Bahia.

Os dados são do levantamento da Paraná Pesquisas, divulgados nesta quinta-feira (2), em que Lula detém 50,4% da preferência do eleitor da Bahia, seguido de longe por Bolsonaro, com 21,8%.

A pesquisa na modalidade estimulada traz um empate na terceira posição, entre Ciro Gomes (PDT) e o ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro (Podemos), que pontuam 7,3%. O governador de São Paulo, João Dória (PSDB) foi escolhido por apenas 1,3% dos baianos. E os senadores Alessandro Vieira (Cidadania) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) pontuaram 0,2%.

A Paraná Pesquisas ouviu 2002 eleitores maiores de 16 anos de 200 municípios baianos, em entrevistas pessoais telefônicas, não robotizadas, entre os dias 24 e 28 de novembro de 2021. E calcula que tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um nível de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2% para os resultados gerais.

Quando questionados sobre a avaliação do governo de Jair Bolsonaro, somente 29,2% dos baianos responderam que aprovam a gestão do atual presidente; enquanto 65,8% desaprovam seu trabalho. Não souberam ou não opinaram, 5%.

Na Bahia, a qualidade do governo de Jair Bolsonaro foi avaliada negativamente por 57,7 dos eleitores, considerada péssima por 49,4% e ruim por 8,3%. A atual gestão federal alcançou 22,5% de avaliação regular. E a avaliação positiva foi de 18,5%, com o governo considerado bom por 10,2% e ótimo por 8,3% dos eleitores baianos.

Governo anuncia propostas qualificadas para vacinas nacionais

Para ministro, pandemia deixou clara importância da ciência

Publicado em 31/08/2021 – 12:59 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) divulgou hoje (31) as quatro propostas qualificadas preliminarmente, no âmbito do chamamento público para a prospecção de projetos de ensaios clínicos de vacinas contra a covid-19 desenvolvidas no Brasil. Com o anúncio, os quatro proponentes qualificados terão, a partir de agora, de apresentar a documentação necessária, conforme previsto em edital. Ao anunciar os projetos selecionados, o ministro Marcos Pontes destacou a importância da ciência para o combate à covid-19.

“A pandemia deixou clara a importância da ciência, que é a única arma que temos para vencer o vírus. Os resultados em um ano foram expressivos, com redução do número de óbitos. Isso mostra a importância da ciência e dos nossos cientistas. O Brasil tem cientistas de altíssimo gabarito no cenário internacional, mas para que a ciência funcione precisa de irrigação de recursos”, disse o ministro.

Pontes destacou que os investimentos em educação, ciência, tecnologia e inovação são os diferenciais característicos de um país desenvolvido. “A chamada de hoje é simbólica para uma mudança. Nossos orçamentos foram reduzidos, mas estamos agora em ponto de inflexão. Paulo Guedes [ministro da Economia] disse que no ano que vem o orçamento do ministério será aumentado”, acrescentou.

Proponentes qualificados

Das quatro propostas qualificadas, anunciadas ao final da cerimônia, três foram desenvolvidas por universidades públicas e uma pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) – todas a partir de estudos clínicos que abrangeram as fases 1 e 2 das vacinas.

A primeira proposta teve como pesquisador responsável Ricardo Tostes Gazzinelli, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O ensaio clínico foi feito a partir de uma vacina quimera composta de proteínas RBD/nucleocapsídeo derivada do Sars-cov. À vacina foi dado o nome de Spintec MCTI UFMG.

Desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a segunda proposta, que teve à frente a pesquisadora Leda dos Reis Castilho, visa ao desenvolvimento da vacina UFRJVAC, tendo como base uma proteína recombinante de variantes de Sars-Cov-1.

A terceira proposta, desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP), por meio da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, é a da vacina Versamune MCTI, a partir de ensaios clínicos de fase 1 e 2, visando ao “tratamento profilático de infecção causada por Sars-Cov-2”. O trabalho tem à frente o pesquisador Celio Lopes Silva.

A quarta proposta é a da Vacina RNA MCTI Cimatec HDT, desenvolvida pelo Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia (Senai Cimatec) da Bahia. Ela foi formulada a partir de nanopartícula carreadora de RNA Replicon auto replicante e tem como pesquisadora Bruna Aparecida Souza Machado.

Edição: Graça Adjuto

Bioacústica é usada para conservar biodiversidade em ilhas oceânicas

Proposta é de pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora

Publicado em 21/08/2021 – 17:37 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha. Raul Rio/Ocean Sound

O uso da ferramenta da bioacústica para conservação da biodiversidade marinha é a proposta da equipe de pesquisadores, coordenada pelo professor de medicina veterinária da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Raul Rio, que iniciou o trabalho pela ilha oceânica de mais fácil logística, que é a Ilha de Fernando de Noronha. O arquipélago vulcânico está situado a cerca de 350 quilômetros ao largo da costa nordeste do Brasil.

O projeto usa a bioacústica para avaliar o comportamento dos cetáceos que se abrigam nas ilhas oceânicas. “Quando a gente fala em cetáceos, estamos falando de baleias, golfinhos, inclusive de botos, nas quatro ilhas oceânicas que são Fernando de Noronha, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo (pertencente a Pernambuco), Atol das Rocas (agrupamento de ilhas vinculadas ao estado do Rio Grande do Norte), e Trindade e Martins Vaz (arquipélago localizado no Oceano Atlântico, na costa do Espírito Santo)”, disse o professor da UFJF à Agência Brasil.

Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha
Pesquisa de bioacústica em Fernando de Noronha – Raul Rio/Ocean Sound

 

Nessas ilhas, o grupo já tem estrutura montada e autorizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar os estudos. Rio é também presidente da organização não governamental (ONG) Ocean Sound, que reúne pesquisadores nacionais e estrangeiros que utilizam a bioacústica em pesquisas científicas.

Impacto acústico

O pesquisador informou que a escolha de Fernando de Noronha para dar partida aos trabalhos se deu também pelo impacto acústico muito grande que o crescimento da atividade turística gera para os golfinhos, seja pelas embarcações, pelas canoas havaianas, pelos barcos de observação. “É uma coisa que nos preocupa muito. Tudo isso tem impactado muito o comportamento dos golfinhos em Noronha, que já mudou muito nos últimos anos”.

O professor explicou que os golfinhos costumavam ficar no local conhecido como Baía dos Golfinhos, onde foi instalado um hidrofone, para captação de sons no oceano. “Mas a gente já observa, nos últimos anos, que eles estão se distribuindo para vários pontos da ilha e, curiosamente, um dos pontos é o porto, onde existe grande número de embarcações”. Ele afirmou que essa relação paradoxal do impacto do ruído antropogênico com a aproximação dos animais das áreas mais habitadas é uma incógnita que os pesquisadores querem entender melhor.

A equipe em Fernando de Noronha é integrada por sete pesquisadores. A pesquisa é importante também porque os golfinhos habitam a ilha. Pela manhã, eles buscam abrigos em águas transparentes onde podem descansar, socializar, cuidar dos filhotes e se reproduzir. À noite, eles deixam a ilha para se alimentarem de lulas, camarões e peixes que afloram em superfícies de mais fácil acesso no oceano. A população de golfinhos de Fernando de Noronha é estimada em torno de 2,7 mil animais, à média de 250 a 300 por dia.

Preservação

“Esse é um dos atrativos de Noronha”, disse Raul Rio. Por isso, ele defende a importância da preservação da espécie para garantir sua qualidade de vida e também para sustentar economicamente a ilha. “A gente quer utilizar a ciência, a pesquisa científica, para dar subsídio para que os gestores possam utilizar essas informações para gerar políticas públicas que permitam o equilíbrio sustentável entre turismo e conservação”. Destacou ainda a necessidade da educação ambiental para os visitantes. “É uma questão multidisciplinar, de educação ambiental, que passa pelos turistas, pelos moradores e autoridades da ilha. É necessário que todos tenham essa consciência de longo prazo”.

O trabalho em Fernando de Noronha tem prazo mínimo previsto de execução de cinco anos. “É um projeto de longo prazo, que chamamos monitoramento acústico de longo prazo”. O pesquisador e a ONG Ocean Sound estão buscando parcerias para ajudar na compra dos equipamentos, que são muito caros.

No início de 2022, a pesquisa de bioacústica se estenderá até a Ilha São Pedro e São Paulo; chegará ao Atol das Rocas no final desse ano ou começo de 2023; e a partir daí abrangerá Trindade e Martins Vaz. “Uma vez a pesquisa iniciada, ela não para. Continua. A gente vai somando as outras ilhas oceânicas a esse nosso calendário até ter, daqui a quatro anos, o monitoramento completo e continuo das quatro ilhas oceânicas”, disse o pesquisador e professor da UFJF. 

Edição: Maria Claudia

Instituto de pesquisa pró-Lula nasce sem saber se pode usar o próprio nome

Criado pela turma que tocava o finado Ibope, Ipec já é sigla de uma ONG ambientalista de São Paulo

A entidade não faz pesquisa eleitoral e sim ambiental, em defesa da conservação da vida selvagem.

Empresa de “pesquisa e consultoria”, o “Ipec” parece não haver consultado nem mesmo o Google para saber se a sigla já tinha dono. Casos assim costumam gerar processos por esbulho de marca. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Instituto para Pesquisa do Câncer e o Grupo Ipec, de tecnologia, entre outros, também podem se queixar de apropriação da sigla.

A turma do “Ipec” tocava o Ibope, que morreu de vez após errar em 15 de 16 capitais onde fez pesquisas, nas eleições municipais de 2020.

O “Ipec” avaliou na pesquisa que 56% dos eleitores têm renda mensal máxima onde Lula reina: dois salários-mínimos. O usual é de 40 a 45%.

Detalhe curioso é que a pesquisa “bombástica”, pronta desde o dia 21, só foi divulgada dia 25, véspera de mais um show da CPI da Pandemia.

Fiocruz e Mapa mapeiam produção de plantas medicinais no Brasil

Das 26 espécies de plantas, 18 são extrativas e oito, cultivadas

Publicado em 24/05/2021 – 18:35 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Juruena, MT, Brasil: Seleção das castanhas colhidas na reserva legal comunitária do assentamento é feita na fábrica de beneficiamento da Cooperativa do Vale do Amanhecer. Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentaram hoje (24) os resultados do maior diagnóstico já realizado no Brasil sobre o potencial produtivo de plantas medicinais, aromáticas, condimentares e alimentícias. Ao todo, foram mapeadas as cadeias de valor de 26 espécies de plantas. Para cada uma delas foram identificados os produtores, as formas de escoamento dos produtos, os potenciais consumidores, além dos principais desafios e formas de aprimorar a produção.

“Acreditamos que esse pode ser um campo de muita geração de renda para nossos agricultores”, diz o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke. “O Brasil é um grande importador de óleos de outros países quando temos a agricultora familiar que pode produzir muitas dessas plantas e agregar valor para si e para a sociedade como um todo”, acrescenta.

O mapeamento faz parte do Projeto ArticulaFito – Cadeias de Valor em Plantas Medicinais e os resultados estão disponíveis nas redes sociais. A pesquisa foi apresentada no seminário online  “Cadeias de Valor em Plantas Medicinais e a Agenda 2030: contribuições da sociobiodiversidade para reflexão sobre novos modelos de produção para a  preservação da vida e da saúde no planeta”, que pode ser acessado na íntegra na internet.

Entre os produtos mapeados estão, por exemplo, o chá medicinal de hortelã, semente de sucupira, pílula artesanal de babosa, semente de umburana, óleo extravirgem e farinha de babaçu, amêndoa da castanha-do-pará e o repelente de andiroba.

“A crise ambiental que estamos vivendo colocou novos desafios e esse desafio do desenvolvimento sustentável se coloca exatamente no nosso ponto central ao valorizarmos os produtos da sociobiodiversidade, ao valorizarmos as populações tradicionais que são as grandes protetoras dos nossos biomas”, diz o coordenador de Relações Institucionais da Fiocruz, Valcler Rangel.

Um dos objetivos do mapeamento, segundo a coordenadora técnica e executiva do ArticulaFito, Joseane Carvalho Costa é fazer com que todos que participam de alguma forma dessa cadeia, desde os produtores até os consumidores finais valorizem e conheçam cada uma das etapas. “Quando a gente está consumindo o produto de óleo de castanha na clínica de estética, precisamos saber o quanto nesse produto está embutido de desigualdades o quanto está embutido exploração de trabalho. É uma virada no modo de como se consome, esse novo modo de mudar esse padrão de relação de consumo”.

Mapeamento  

Entre 2015 e 2018, o ArticulaFito realizou uma série de oficinas com atores da sociedade civil, representantes governamentais, universidades, entre outros atores para mapear as cadeias de valor dessas plantas com potencial fitoterápico, cosmético e alimentar. Foram identificados os insumos, as formas de coleta, beneficiamento, o mercado e o consumo, além das fragilidades, as potencialidades, os gargalos e os desafios.

Dentre os principais desafios estão a capacitação de pessoal, a adequação dos produtos às normas sanitárias, a comunicação e formas de expandir a comercialização. O desmatamento é um fator que impacta a produção. Das 26 espécies de plantas, 18 são extrativas e oito, cultivadas.

“A maioria desses produtos extrativos estão entrando em extinção, estão com problema de desmatamento, queimadas, isso tudo está gerando problema sério de produção. O manejo adequado é necessário para que a gente supere e consiga reverter a situação”, diz Joseane.

A quebradeira de coco, integrante do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu Cledeneuza Oliveira é uma das trabalhadoras impactadas diretamente. “Nos sentimos ameaçadas porque as regiões onde há mais quebradeiras é onde tem mais fazendeiros e donos da terra que nos proíbem de catar coco, derrubam os babaçuais mais próximos às vilas e isso dificulta nossa produção”, diz. “Um ano colhemos mais produtos, no outro, já mataram as palmeiras. É uma coisa que entristece a gente, porque temos uma boa produção”.

Programas

O ArticulaFito prevê uma série de ações para preservar as produções e incentivar esses mercados. Entre elas, estão capacitações, pesquisa e desenvolvimento, intercâmbio de experiências, feiras e eventos para promoção comercial, arranjos institucionais, inclusive com o Sistema Único de Saúde (SUS) e acompanhamento técnico aos empreendimentos mapeados.

Em 2019, o Mapa lançou o programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, com o objetivo de organizar políticas públicas e realizar ações para fortalecer as cadeias produtivas que usam os recursos naturais de forma sustentável.

O Coordenador-geral de Extrativismo do Mapa, Marco Aurélio Pavarino, destaca, por exemplo, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Bioeconomia, linha de crédito voltada ao financiamento de agricultores e produtores rurais familiares para investimento na utilização de tecnologias de energia renovável, tecnologias ambientais, armazenamento hídrico, pequenos aproveitamentos hidroenergéticos, silvicultura e adoção de práticas conservacionistas e de correção da acidez e fertilidade do solo, visando sua recuperação e melhoramento da capacidade produtiva.

De acordo com o Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil são classificados como agricultura familiar, o que equivale a 3,9 milhões de estabelecimentos. Eles ocupam 23%, ou 89 milhões de hectares, do total da área ocupada por estabelecimentos rurais no país. Sozinhos, concentram 67% do pessoal empregado em agropecuária e são responsáveis por 23% da produção.  

Edição: Valéria Aguiar

Pesquisa: Forças Armadas são campeãs em confiança; Senado e Câmara estão na lanterna

Índice mais baixo de confiança do Senado é na região Sul (1,7%); no caso da Câmara, nas regiões Norte e Centro Oeste (1,6%)

O Paraná Pesquisas verificou que o Supremo Tribunal Federal (STF) está em segundo lugar, com 18,2%, entre as instituições mais confiáveis enquanto a  Presidência da República está em terceiro, com 14,8%. O Ministério público Federal (MPF) se situa em 4º lugar na confiança dos brasileiros.

O levantamento indicou que é muito baixo o conceito que os brasileiros fazem do Congresso Nacional, colocando-o na “lanterna” ou “zona de rebaixamento”, como se diz na linguagem do futebol.

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Na região Sul, por exemplo, apenas 1,7% consideram o Senado confiável, enquanto no caso da Câmara o conceito e ainda mais baixo nas regiões Norte e Centro Oeste, com 1,6% das referências.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.030 pessoas em 200 municípios de todos os Estados e do Distrito Federal, entre os dias 30 de abril e 4 de maio.

Veja o nível de confiança dos brasileiros nas instituições:

Bolsonaro lidera para presidente em SP com Doria em 4º ou 6º, dependendo do cenário

Presidente tem 32% contra 23,7% de Lula, e se o PT for de Haddad o petista teria 14,5%

De acordo com essa pesquisa, em um cenário com o ex-presidente Lula participando da disputa, Bolsonaro teria 32% dos votos, contra 23,7% do petista.

Nesse primeiro cenário, o ex-juiz Sergio Moro aparece em terceiro, com 6.7%, seguido Doria com 6,3%, Ciro Gomes (ODT) com 6,1%, dos paulistas  Huck (5,2%) e João Amoedo (4,1%) e do mineiro Rodrigo Pacheco (DEM), com 0,6%.

De acordo com o levantamento, não sabem ou não opinaram 3,8% e 11,5% não opta por qualquer desses nomes ou votaria branco ou nulo.

Veja os números do Cenário 1 da pesquisa sobre a disputa presidencial:

Em um segundo cenário, no qual o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad seria o candidato do PT, a vantagem do presidente Bolsonaro seria ainda maior.

Nessa hipótese, o atual presidente di Brasil tem 32,7% das intenções de voto, contra 14,5% do petista. Seguem-se os pré-candidatos Ciro Gomes (8,35%), Huck (7,6%) e Moro (7,3%).

No quadro de candidaturas sem Lula, o governador tucano João Doria está apenas em 6º lugar, com 7,1%, à frente apenas de João Amoêdo (Novo), que tem 4,3% e Rodrigo Pacheco, com 0,8%.

Neste cenário, 3,6% não sabem ou não responderam e 13,8% afirmam que não votariam em nenhum deles ou faria opção por votar Branco ou Nulo.

O Paraná Pesquisas entrevistou 1.602 eleitores em 92 municípios de todos os Estados e do Distrito Federal, entre os dias 28 de abril e 1º de maio.

Veja os números do Cenário 2 da pesquisa sobre a disputa presidencial:

 

Pesquisa: 27,6% dos brasileiros se definem ‘bolsonaristas’ e 22,3% ‘lulistas’

Pesquisa aponta que seguidores do político petista são maiores apenas entre os muito jovens

O Paraná Pesquisas realizou levantamento nacional para formular uma pergunta política diferente aos brasileiros: como cada um se considera, bolsonarista ou lulista.

Do total de entrevistados, 27,6% se declararam bolsonaristas, ou seja, seguidores da conduta política do presidente Jair Bolsonaro, enquanto 22,3% afirmam serem lulistas, liderados pelo ex-presidente Lula.

A maior parte dos entrevistados (46,3%) afirmam que não se consideram nenhuma coisa e nem outra, recusando a abordagem personalista da opção política. Não sabem ou não responderam 3,8% do total.

O percentual dos que se declaram lulistas é maior entre os jovens de 16 a 24 anos (27,6%), apesar das acusações e condenações do político por corrupção e lavagem de dinheiro, e curiosamente mais baixo (20,2%) na faixa etária seguinte, dos 25 aos 34 anos de idade.

À exceção da faixa inicial, em todos os depois grupos de idade é maior o percentual dos que se afirmam  bolsonaristas. São 31,2% os bolsonaristas que têm de 45 e 59 anos, por exemplo.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.100 pessoas a partir dos 16 anos de idade em 200 municípios brasileiros, dos 26 estados e do Distrito Federal, entre os dias 15 e 19 de março

Veja os números da pesquisa:

Pesquisa para presidente mostra que Bolsonaro lidera em 5 possíveis cenários

Com ou sem Moro, Huck, Doria ou Lula, o presidente lidera com folga as intenções de voto

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisa mostra que o presidente Jair Bolsonaro continua liderando, e com folga, as intenções de voto nas eleições presidenciais de 2022 nos cinco cenários possíveis de candidaturas pelos diversos partidos políticos.

Em todas as simulações, ele aparece com intenção de votos estável, à volta de 32%, mas ele sobe para 37,6% quando o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro não aparece entre as opções.

No Cenário 1, Bolsonaro acumula 31,9%, contra 11,5% de Sergio Moro, em segundo lugar. Nesse cenário, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, como candidato do PT, seria o terceiro mais votado, com 10,5%. em terceiro 10 seria, que foi prefeito de São Paulo.

Ciro Gomes (PDT) tem 10%, seguido de Luciano Huck (8%), enquanto o tucano João Doria teria 5,3%, Guilherme Boulos (PSOL) 3,2% e João Amoêdo (Novo) 2,8%. Representam 12,5% do total aqueles que não optam por qualquer dos candidatos, enquanto 4,3% não sabem ou não responderam.

Veja a intenção de votos para presidente no Cenário 1: 

No Cenário 2, Bolsonaro também lidera folgadamente com 33,9%, em uma hipótese sem a candidatura de Huck. Assim, Moro passaria a 12,3%, Haddad a 11,8%, Ciro Gomes a 10,7%, João Doria ganharia um ponto e chegaria a 6,3%, Boulos e Amoêdo totalizariam 3,2% cada.

Com Huck fora, nesse cenário, todos os demais pré-candidatos ganham, da esquerda à direita, numa demonstração de que o provável eleitor do apresentador de TV não é vinculado a qualquer corrente ideologicamente definida.

Veja a intenção de votos para presidente no Cenário 2: 

O presidente lidera igualmente o Cenário 3 de candidaturas ao Planalto, em 2022, com 32,4%, quando o atual governador do Rio Grande do Sul é apontado como o nome do PSDB em lugar de Doria. Nessa primeira pesquisa nacional em que é citado como pré-candidato, Leite aparece com 2,3% nas intenções de voto.

Neste canário, Sergio Moro segue em segundo lugar, com 12%, quando Haddad (PT) soma 10,8%, Ciro 10,3%, Huck 8,7%, Boulos 3,2% e Amoêdo 3%. Não sabem ou não responderam 4,5% dos entrevistados, enquanto 12,7% afirmam não preferir qualquer desses pré-candidatos.

Veja a intenção de votos para presidente no Cenário 3: 

Bolsonaro aparece na frente também no Cenário 4 do levantamento do Paraná Pesquisas, com 32,4%, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece como o nome do PT, muito embora neste momento ele é inelegível em razão de suas condenações por roubar os cofres públicos. Lula soma 18%.

Em terceiro lugar, neste cenário, aparece o ex.juiz Sergio Moro, com 11,6%, seguindo de Ciro Gomes em quarto lugar, com 8,7%. Na sequência, aparecem os nomes de João Doria (5,3%), Guilherme Boulos (3,5%, João Amoêdo (3%) e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, com apenas 1,4%.

Veja a intenção de votos para presidente no Cenário 4: 

No último cenário possível de candidatos a presidente em 2022, Bolsonaro segue na liderança, e com números ampliados para 37,6%, sem a presença de Sergio Moro entre seus rivais. Nessa hipótese, Haddad aparece em segundo lugar com menos da metade, ou sejam, 14,3%.

Neste Cenário 5, sem Moro, Ciro Gomes sobe para 13% e Doria para 6,9%, enquanto Amoêdo registra 3,9% das intenções de voto e Mandetta chega a 2,7%. Neste cenário, 15,5% dos entrevistados afirmam não preferir qualquer desses candidatos, enquanto 6% dizem não saber ou não responderam.

Veja a intenção de votos para presidente no Cenário 5: 

O Paraná Pesquisas entrevistou 2080 brasileiros em 196 municípios dos 26 estados e no Distrito Federal entre os dias 25 de fevereiro e 1º de março.

Pesquisa exclusiva: 70% dos brasileiros não querem o direito de escolher vacina

Levantamento revela que, para a maioria, qualquer vacina é válida e 23,6% confiam mais na CoronaVac

Levantamento exclusivo do Paraná Pesquisa (veja abaixo) para o site Diário do Poder e a coluna Cláudio Humberto revela que a grande maioria dos brasileiros (70,2%) não considera importante o direito de escolher a marca da vacina; apenas 29,8% gostariam de ter opções.

Mas, solicitados a apontar uma vacina confiável, apenas 20,5% se dizem indiferentes. A maioria escolhe a CoronaVac (23,6%), seguida da AstraZeneca (21,2%) e Pfizer (11,3%). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A vacina da Johnson & Johnson aparece em 4º lugar com 9%. Somadas as outras citações, como as vacinas russas, são 4,1% da preferência.

A vacina AstraZeneca/Oxford é a preferida na faixa etária de 45 a 59 anos e também entre os entrevistados com ensino superior completo.

No Brasil, o governo projeta distribuir 230 milhões de doses de vacinas até julho. Dessas, são 130 milhões só da chinesa Coronavac.

O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 2.070 pessoas entre 24 e 26 de fevereiro, em 192 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal.

Veja os números da pesquisa:

 

Troca de presidentes da Câmara e do Senado foi positiva para 70% dos brasileiros

Apenas 19,5% consideraram negativa a substituição de Maia por Arthur Lira e Alcolumbre por Rodrigo Pacheco

Levantamento exclusivo contratado pelo site Diário do Poder e esta coluna revela que quase 71% dos brasileiros consideram positiva a troca das presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apenas 19,5% consideram negativa a substituição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) por Arthur Lira (PP-AL) e de Davi Alcolumbre (DEM-AP) por Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Outros 9,7% preferiram não opinar. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Na região Sudeste, a troca no comando do Poder Legislativo é benéfica ao País para 69,4%. No Sul, essa convicção chega a 72,8%.

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É baixa (23,6%) a maior rejeição à troca dos presidentes da Câmara e do Senado, entre entrevistados com ensino superior completo.

Os homens gostaram mais da troca de presidentes da Câmara e do Senado: 74,4%. Entre as mulheres a aprovação cai para 67,6%.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.070 habitantes de 192 municípios, nos 26 estados e do Distrito Federal, entre os dias 24 a 26 de fevereiro.

Veja os números do levantamento nacional Paraná Pesquisas:

 

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