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:: ‘Pesca’

Pedro Guimarães visita indígenas e projetos que a Caixa apoia na Bahia

121ª VISITA BRASIL AFORA

Ele visitou clientes agro e projetos como Pomares da Mata Atlântica

Guiado por um índio pataxó, Pedro Guimarães sobe o Monte Pascoal, na 121ª visita, batizada de “Caixa Mais Brasil”.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, cumpriu neste fim de semana sua 121ª visita semanal a localidades em todo o País, com uma programação no Sul da Bahia, que incluiu uma visita à comunidade indígena Pé do Monte, em Porto Seguro (BA).

Ele esteve com indígenas da etnia Pataxó em torno do Monte Pascoal, que atua promovendo o etnoturismo na região, e até o escalou, na companhia da equipe que o acompanhava.

O grupo visitou o projeto Pomares da Mata Atlântica, em Teixeira de Freitas (BA), que promove a recomposição da biodiversidade brasileira por meio do plantio de espécies frutíferas nativas da Mata Atlântica.

O projeto é um dos 8 selecionados para receber recursos do Fundo Socioambiental Caixa por meio do Programa Caixa Florestas, que recebem, neste fim de semana, executivos do banco para inspeção, reuniões, oficinas, visitas às nascentes e diálogo com as comunidades locais.

Ao todo, os oito projetos receberão R$60 milhões para, dentre outras iniciativas, preservar 2,2 mil nascentes e plantar de 3,7 milhões de árvores.

Visita a Prime Seafood

Pedro Guimarães fez questão visitar também a indústria Prime Seafood, cliente agro da Caixa no município de Alcobaça (BA).

Essa empresa atua no mercado de pescados, inclusive em parceria com pescadores artesanais, realizando especialmente o beneficiamento de peixes e lagostas para exportação.

A Caixa tem se despontado no segmento do agronegócio, com foco no pequeno e médio produtor e na agricultura familiar. E, pela primeira vez, entrou no Plano Safra.

O presidente da Caixa (à direita) visita o processo produtivo da Prime Seafood, no Sul da Bahia.

Entenda o que é a ‘doença da urina preta’ causada por ingestão de peixe contaminado

Veterinária faleceu em Recife após ingerir carne de um peixe olho-de-boi contaminado pela toxina que causa a síndrome

CRIADO EM 04/03/2021 ÀS 7H58 POR AGÊNCIA BRASIL – ATUALIZADO EM 04/03/2021 ÀS 7H55

Dois casos da doença de Haff foram identificados em fevereiro em Pernambuco. A síndrome é chamada popularmente de “doença da urina preta”.

Na terça-feira, 2, a veterinária Priscyla Andrade, de 31 anos, morreu em um hospital do Recife. A irmã da profissional, Flávia Andrade, também foi internada no hospital da capital pernambucana, mas se recuperou e já está em casa. As duas comeram um peixe da espécie arabaiana, conhecido como “olho-de-boi”.

Peixe olho-de-boi.

Peixe olho-de-boi. Foto: Fiocruz

O que é a doença da urina preta?

A síndrome que acometeu as duas mulheres é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes e crustáceos. A substância gera danos no sistema muscular e em órgãos como rins.

Ela se constitui em um tipo de rabdomiólise, nome dado para designar uma síndrome que gera a destruição de fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro das fibras (como eletrólitos, mioglobinas e proteínas) no sangue.

O nome foi dado em razão da descoberta da doença em um lago chamado Frisches Haff, na região de Koningsberg em 1924. O território, à beira do Mar Báltico, pertencia à Alemanha, mas foi incorporado à Rússia posteriormente, constituindo um enclave entre a Polônia e a Lituânia.

A doença de Haff gera uma rigidez muscular. Além disso, frequentemente ocorre como consequência o aparecimento de uma urina escura em função da insuficiência renal, razão pela qual essa expressão é utilizada para se referir à enfermidade.

Em artigo sobre a doença, médicos do Hospital São Lucas Copacabana explicam que ainda não houve confirmação sobre a natureza da toxina constante nos peixes cuja ingestão provocou a doença. Em alguns livros, ela está associada ao envenenamento por arsênico.

A dificuldade está no fato de que a toxina não tem nem gosto nem cheiro específicos, o que torna mais complexa a sua percepção. Ela também não é eliminada pelo processo de cocção do peixe.

Nos relatos registrados ao longo dos anos, pessoas acometidas da doença ingeriram diferentes tipos de peixe, como salmão, pacu-manteiga, pirapitinga, tambaqui, e de diversas famílias, como Cambaridae e Parastacidae.

Assim como no caso das irmãs do Recife, outros casos da doença registrados por estudos se manifestaram por meio de dores abdominais poucas horas após a ingestão de peixes que estavam com a toxina.

Mais de 30 mil pescadores artesanais estão com registros cancelados

Prazo para recorrer da decisão é de dez dias

Publicado em 21/05/2021 – 17:14 Por Nelson Lin – Repórter de Rádio Nacional – São Paulo

Mais de 30 mil pescadores artesanais perderam a licença após auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento encontrar diversas irregularidades. Os motivos do cancelamento dos registros profissionais de pesca vão desde a falta de processo administrativo de concessão da licença, endereço de IP de estado diferente do local do registro do pescador, até informações incompletas.

Para se regularizar, o pescador tem um prazo de até dez dias úteis, a partir do dia 24, para recorrer da decisão.  Pescar sem licença resulta em multa e os valores podem variar de acordo com a legislação de cada estado. 

O pescador com a licença registrada tem direito ao seguro-defeso. O benefício é pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pescador na época da piracema, quando a pesca está proibida em função do ciclo reprodutivo dos peixes.

O Ministério da Agricultura espera uma economia anual de R$140 milhões com os cancelamentos, considerando o pagamento do seguro-defeso de um salário mínimo, em média, por quatro meses.

Ouça a matéria na Radioagência Nacional:

 

Edição: Fábio Massalli

PESCA INDUSTRIAL, UMA ATIVIDADE ECONÔMICA NÃO EXPLORADA ===>>> 26/09/2018

Ilhéus é privilegiada com 84 km de costa, ficando distante apenas 6 milhas náuticas da plataforma continental. Onde a profundidade desce abruptamente para 4.000 metros.

É onde existe uma profusão de peixes de linha, de alta qualidade e preço.

Algumas imagens para ilustrar a atividade.

Carta náutica editada e ampliada

Peixe Meca (espadarte) ainda filhote

Iguaria que o americano adora, 80 reais o kilo.

 

Caixa começa a pagar auxílio emergencial a pescadores

 Pelos rios próximos à capital amazonense é comum encontrar pescadores nas portas das casas (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Pelos rios próximos à capital amazonense é comum encontrar pescadores nas portas das casas (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Publicado em 16/12/2019 – 05:54

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil  Brasília

A Caixa começa a pagar hoje (16) a primeira parcela do Auxílio Emergencial Pecuniário para os pescadores profissionais artesanais de municípios da costa brasileira afetados pelo derramamento de petróleo. O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro possibilitado pela Medida Provisória (MP) nº 908/2019, editada pelo governo federal no dia 29 de novembro.Cerca de 65 mil pescadores ativos no Registro Geral da Atividade Pesqueira que tiveram sua atividade profissional prejudicada até a data da edição da MP poderão receber o benefício de R$ 1.996, pago em duas parcelas de R$ 998 cada.Os pagamentos seguem o calendário de escalonamento dos benefícios sociais, como o Bolsa Família, que estipula o dia do saque conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário.

Os trabalhadores poderão sacar os valores, utilizando o cartão social, em qualquer canal da Caixa, como casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Quem não tem o cartão poderá sacar em qualquer agência do banco com a apresentação de documento de identificação com foto.

O direito ao auxílio emergencial pecuniário não interfere no recebimento de demais benefícios financeiros aos quais o pescador tenha acesso, como o Programa Bolsa Família ou Seguro Defeso, e o saque poderá ser feito no mesmo momento do pagamento dos demais programas.

A identificação, registro e publicação de listagem, em sítio eletrônico, dos municípios atingidos pelas manchas de óleo é realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A Caixa esclarece que a seleção do público-alvo de pescadores elegíveis ao recebimento do benefício é de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As dúvidas e informações referentes aos critérios de elegibilidade e seleção dos pescadores são tratadas por meio dos canais de comunicação daquele ministério.

A Caixa disponibiliza atendimento aos beneficiários por meio do telefone 0800-726-0207, para informações referentes aos pagamentos. Demais informações estão disponíveis na página do Mapa.

Edição: Graça Adjuto

Atendimento suspenso na Superintendência da Agricultura prejudica mais de 22 mil pescadores na Bahia

Sistema informatizado

Sistema informatizado

Órgão direto do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na Bahia, A Superintendência Federal da Agricultura está com atendimento suspenso às demandas da pesca, há quatro meses. A autarquia assumiu a responsabilidade pelo setor logo após a extinção do Ministério da Pesca, em março deste ano, mas até o momento não conseguiu regularizar os serviços prestados aos pescadores baianos, como atualização do cadastro profissional e regularização de pendências documentais, por exemplo.

A ineficiência da Superintendência já prejudica, diretamente, mais de 22 mil pescadores que necessitam atualizar seus cadastros profissionais para acessarem o Seguro Defeso, pago em períodos de suspensão da pesca, no qual a captura é crime. Além desses profissionais, outros milhares não conseguem realizar a manutenção anual do Registro Geral da Pesca (RGP), o que implica no cancelamento do cadastro profissional do pescador e, consequentemente, na obtenção de direitos sociais, como a aposentadoria, por exemplo.

Contatados, os funcionários remanescentes da Superintendência alegam não haver senhas válidas de acesso ao Sistema do MAPA para atualização dos cadastros aos pescadores. Além desse obstáculo, há uma carência de pessoal na Coordenação da Pesca do órgão, que está inclusive sem coordenador nomeado, ainda de acordo com os servidores, que relatam não haver previsão de regularização do atendimento.  

O presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado da Bahia (Fepesba), Raimundo Costa, lamenta o impacto da suspensão do atendimento: “São milhares de pescadores tentando atualizar seus cadastros profissionais para poderem exercer sua atividade produtiva dentro da lei, além de garantirem acesso aos seus direitos sociais. Estão ceifando nossa categoria. Apesar de nossos esforços, por ser um órgão federal, somente o Governo Federal pode interferir e garantir o restabelecimento do atendimento. Tem sido um período sombrio para nossa classe”.

MAPA suspende 186 mil registros profissionais da pesca; 18 mil na Bahia

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Na última quinta-feira (21), o Governo Federal suspendeu mais de 186 mil registros profissionais da pesca, através da Portaria nº 11. A medida foi anunciada no Diário Oficial da União (DOU), no dia seguinte, pelo Secretário Substituto de Aquicultura e Pesca, Marcio Candido Alves. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os registros podem ser retomados após esclarecimentos e comprovação da atividade produtiva.

A Portaria, que entrou em vigor no ato da publicação, atingiu 18.154 pescadores baianos. De acordo com o MAPA, a suspensão se justifica pela desatualização dos cadastros profissionais no Sistema de Informações do Ministério. “A decisão foi tomada porque os pescadores não fizeram a manutenção do registro, conforme prevê a legislação. No entanto, eles poderão voltar a obter o documento quando prestarem os esclarecimentos necessários”, informou a pasta, em seu portal.

Para a retomada do registro, o pescador deve comprovar a atividade produtiva, apresentando uma série de documentos. “aqueles que tiveram o registro suspenso deverão apresentar relatório de exercício da atividade na categoria de pescador profissional artesanal, cópia do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT) inscrito como segurado especial e comprovante de recolhimento de Contribuição Sindical Obrigatória”, divulgou o Ministério, em nota.

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NÃO É PAPO DE PESCADOR – MINISTÉRIO DA PESCA.

Mexeu, procurou, fedeu e encontrou. Por toda parte escândalos e mais escândalos.

 

PS= A  SECRETÁRIA  EXECUTIVA  DO  MINISTÉRIO  DA  PESCA  DURANTE  A   GESTÃO  DE  IDELI  SALVATI

ERA  A  MULHER  DO  PADRE  OLIVÉRIO   MEDINA,  UM  DOS  MAIS  FORTES  “MANDANTES  DAS  FARC”.

 

Venha pescar conosco ! ( Escândalo )

 

E NÃO É PAPO DE “PESCADOR”!!!…

 

 

 O Ministério da Pesca foi criado para abrigar os companheiros das FARC colombiana e outros guerrilheiros bolivarianos e participantes do Fôro de São Paulo, além do escancarado escândalo da compra de votos por meio da “Bolsa Defeso”.

E nós é que pagamos toda esta roubalheira…

 

A BOLSA VOTO NÃO TEM LIMITES NESTE PAÍS GOVERNADO POR PETRALHAS !!!

 

 Por que o Ministério da Pesca registrou 850 mil pescadores se só havia 413 mil no Brasil?

 

Em Brasília, onde não há mar, mas um lago, nada menos que 7 mil pescadores registrados recebem benefícios da pasta.

O Censo de 2010 encontrou 413.551 pescadores em atividade no Brasil, mas, naquele ano, o finado Ministério da Pesca possuía 853.231 pescadores registrados. Por quê? A resposta pode trazer à luz o mais novo escândalo dos governos petistas, just o na pasta de existência mais questionada por seus críticos.

Os pescadores brasileiros recebem o “seguro-defeso”, uma renda para repôr as perdas da categoria quando a lei proíbe a pesca em determinadas épocas do ano. Antes por período maior, agora limita-se a quatro meses por ano com um único salário-mínimo. O custo do benefício? Nada menos que R$ 3,5 bilhões para cerca de um milhão de “pescadores”.

Sim, “pescadores” entre aspas. A suspeita é de que haja muito registro falso apenas para receber a mamata. Quão grande seria a fraude? Os resultados da categoria podem preparar o leitor para o baque ainda a ser descoberto: com um terço do litoral brasileiro, o vizinho Peru é a segunda indústria pesqueira do mundo, deixando o Brasil 20 posições atrás.

 

Mas um fato pode servir de trailer do escândalo: em Brasília, que não tem mar ou rio, só um lago, há 7 mil pescadoresrecebendo o seguro-defeso.

JÁ ESTAMOS NO DEFESO DO ROBALO !

robalo

Exportação de peixes faz parte do projeto Orgulho de Ser do Pará

PESCA DE ATUM EM ALTO MAR.

Cardume de atum.

Cardume de atum.


PEIXE ‘PANGA’ – VERDADES OU MENTIRAS?

contador free


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