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:: ‘ONU’

Brasil quer atrair mais investimentos privados, diz presidente na ONU

Bolsonaro disse que é contra adoção do passaporte da vacinação

Publicado em 21/09/2021 – 12:49 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

(Nova Iorque – EUA, 21/09/2021) Discurso do Presidente da República Jair Bolsonaro.
Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje (21), ao abrir a sessão de debates da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que o Brasil está trabalhando na atração de investimentos da iniciativa privada e que possui “tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo”.

O presidente Bolsonaro disse que o país está promovendo o modal ferroviário e outras ações dentro do seu programa de parceria de investimentos, e que já foram firmados mais de US$ 6 bilhões em contratos privados para novas ferrovias. O presidente lembrou que em agosto o governo também instituiu um novo marco legal para o setor, permitindo que a construção de novas ferrovias seja feita por meio de uma autorização simplificada.

“Em poucos dias, recebemos 14 requerimentos de autorizações para novas ferrovias com quase US$ 15 bilhões de investimentos privados”, disse. “Como reflexo, menor consumo de combustíveis fósseis e redução do custo Brasil, em especial no barateamento da produção de alimentos”, complementou Bolsonaro.

Por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), segundo o presidente, já foram contratados US$ 100 bilhões de novos investimentos e arrecadados US$ 23 bilhões em outorgas. Para os próximos dias, o governo também vai realizar o leilão para implementação da tecnologia 5G no Brasil, disse o presidente.

Durante seu discurso, o presidente reafirmou o compromisso firmado na Cúpula de Líderes sobre o Clima, em abril, de alcançar, até 2050, a neutralidade zero de emissões de gases de efeito estufa no país, antecipando em dez anos a sinalização anterior, prevista no Acordo de Paris.

Os artigos 5º e 6º do Acordo de Paris, firmado em 2015, tratam sobre os procedimentos financeiros para alcançar a redução das emissões, tema que deverá ser debatido na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP26, que será realizada em novembro em Glasgow, na Escócia.

No evento, o Brasil quer buscar consenso sobre as regras do mercado de crédito de carbono global, o que deve atrair mais investimento para o país. “Esperamos que os países industrializados cumpram efetivamente seus compromissos com o financiamento de clima em volumes relevantes. O futuro do emprego verde está no Brasil: energia renovável, agricultura sustentável, indústria de baixa emissão, saneamento básico, tratamento de resíduos e turismo”, disse.

Covid-19

Ainda em meio à pandemia da covid-19, esta edição da Assembleia Geral da ONU é realizada de forma híbrida, com declarações presenciais e por vídeo. No ano passado, o evento foi totalmente virtual. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a fazer um pronunciamento e o presidente Jair Bolsonaro optou em ir pessoalmente a Nova York.

Ele lamentou as mortes por covid-19 e disse que o governo vai vacinar “todos que escolheram ser vacinados no Brasil” até novembro. O presidente se manifestou contra o passaporte da vacinação, que cobra imunização dos cidadãos para acesso a serviços. “Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina”, disse.

Durante seu discurso nas Nações Unidas, Bolsonaro também disse que o governo brasileiro apoia “a autonomia do médico na busca do tratamento precoce”. “Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso off-label”, disse.

O medicamento chamado off-label é aquele prescrito pelo médico que diverge das indicações da bula. Desde o início da pandemia, no ano passado, o presidente defende o uso dessas medicações como, por exemplo, a hidroxicloroquina, que não tem eficácia científica comprovada contra a covid-19, mas pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente.

“Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial. A história e a ciência saberão responsabilizar a todos”, complementou.

Em sua fala, o presidente também destacou a atuação brasileira no campo humanitário e no combate à pandemia; às mudanças que seu governo está promovendo no país e o retorno do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU. No biênio 2022-2023, o Brasil ocupará um assento não permanente na entidade.

Leia a íntegra do discurso.

Edição: Fernando Fraga

Eleição na ONU mostra que prestígio internacional do Brasil não foi abalado

Brasil teve 181 votos e continua no mesmo patamar de há 12 anos, quando foi eleito para o Conselho de Segurança com 182 votos

O Brasil mostrou mais uma vez sua importância na cena internacional ao ser eleito pela 11ª vez, com 181 votos, para integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o mais destacado colegiado da ONU, agora para o biênio 2022-23. Apesar disso, o governo brasileiro defende a reforma do conselho. Hoje, são apenas cinco membros permanentes e com direito a veto, refletindo a situação política pós-Segunda Guerra. Os cinco são exatamente os líderes da vitória contra o nazi-fascismo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Brasil avalia que o modelo envelheceu, ilumina o passado já remoto e negligencia a dinâmica internacional dos nossos tempos.

Na eleição anterior para o conselho da ONU, em 2009, o Brasil teve 182 votos. Ou seja, o País continua no mesmo patamar de há 12 anos.

O Conselho decide sobre medidas em relação a estados que não se coadunem com as normas relativas à paz e à segurança internacionais.

Aparelhamento leva ONU a excluir a Amazônia de evento sobre o clima

Não querem ouvir que o Brasil preserva 43% das florestas do planeta e a Europa, 0,7%

Até a Organização das Nações Unidas (ONU) foi “aparelhada” por ONGs e ativistas: excluiu o Brasil de reunião virtual de 77 países, neste sábado (12) para discutir o clima.

Não querem dar chance para o desmonte de meias verdades e mentiras absolutas sobre a Amazônia.

Não desejam ouvir que o Brasil preserva mais de 43% das florestas do planeta.

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Já a Europa, tão vigilante quanto à Amazônia, só responde por 0,7% do total. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em uma atitude de inspiração fascista, o “Climate Action Tracker” excluiu do evento os países que não rezam por sua cartilha.

Acabou a mamata da OMS

 Ipojuca Pontes  15/07/2020 às 06:57

O atual presidente norte-americano, que não é trouxa, justificou sua decisão ao afirmar que a OMS, dirigida pelo proto-comunista etíope Tedros Adhanom, “fracassou ao lidar com a pandemia do covid-19 e se baseou demasiadamente em informações (fakes, adendo nosso) fornecidas pela China, país de onde surgiu o novo coronavírus”.

“Uma vez que eles fracassaram  em fazer as reformas pedidas e imensamente necessárias” – disse Trump em pronunciamento à imprensa, na Casa Branca – “estamos encerrando hoje as nossas relações com a Organização Mundial da Saúde”. (De fato, anteriormente o secretário de Estado Mike Pompeo havia pedido mais transparência quanto às notícias que davam conta de que o Instituto de Pesquisas Biológicas de Wuhan laborava na programação do novo Coronavírus, sobrelevando o fato de que o próprio prefeito da fatídica cidade, Zhou Xiangwang, “renunciou” ao cargo, depois de admitir que omitiu deliberadamente a letalidade do vírus. A demora em denunciá-la permitiu que mais de 5 milhões de chineses pudessem sair de Wuhan e se espalhassem pelo mundo antes da quarentena – omissão, de resto, incorporada pela conivente OMS, sob  “controle total” da China comunista de Xi Jinping, cujo objetivo maior é achatar “o modelo ocidental vigente e estabelecer a hegemonia global chinesa”. Daí, o poder sobre a aparelhada ONU e seus penduricalhos tais como a OMS,  UNESCO e agências afins.

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Não sei se já disse, mas acompanho os movimentos da ONU desde quando lá estive há quatro décadas, inutilmente, para levantar dados sobre a fome no mundo. Fiz consultas em setores de sua imponente sede, na Praça das Nações, em New York. Minha primeira sensação foi de espanto: caminhando sobre tapetes puídos através de corredores sujos, me defrontei com seus burocratas terceiromundistas finamente encasacados e melhormente calçados – uma gente, para dizer o mínimo, afetada.

Foi com o socialista birmanês U Thant como Secretário-geral que a ONU começou a mudar de rota. Mais tarde, com o africano Kofi Annan, detentor de Prêmio Nobel, a Organização das Nações Unidas adotou o teiromundismo como marca da casa. Annan, que usava ternos caros e portava camisas de colarinhos impecáveis, foi acusado de conviver com casos de corrupção política e acosso sexual, enquanto o seu filho, Kojo, era denunciado por receber propina de uma empresa suíça distribuidora de petróleo, a Propecna S/A.

No histórico, herdeira da tristemente célebre Liga das Nações, a ambiciosa ONU foi criada em 1945 em São Francisco da Califórnia, Estados Unidos, no crepúsculo da 2ª Guerra Mundial, com objetivos nada desprezíveis, ou seja: manter a paz entre os povos, controlar a proliferação de armas nucleares, resolver querelas entre nações, fomentar o desenvolvimento, a cooperação e os direitos humanos etc., além de se empenhar, em âmbito planetário, nas tarefas de combater o analfabetismo, a fome e as doenças em geral (entre as quais se incluiria, via OMS, o letal covid-19).

O fenômeno, no entanto, tem sua  explicação: comprometida nas suas assembleias anuais em abrir espaços para imposição de uma Nova Ordem Mundial, a organização fomenta, à moda da casa, sua agenda “politicamente correta” voltada para a subversão dos valores éticos e espirituais que formaram as bases da civilização ocidental.

Dela parte um manancial de resoluções que estimulam a politização desenfreada do mundo gay, a batalha pela liberação das drogas (na qual o velho FHC apresenta-se como um paladino, amparado na grana fácil de George Soros), o acirramento dos conflitos raciais como afirmação da luta de classes propugnada por Marx, a degeneração dos costumes a partir da exploração comportamental permissiva estimulada pela “indústria do lazer” e, last but not least, a glamourização da violência em escala vertiginosa  pela mídia (jornal, rádio e televisão) amestrada.

Em resumo: logo após Donald Trump anunciar a retirada do apoio financeiro dos EUA a OMS, Tedros Adhabon apareceu vertendo lágrimas de crocodilo e pediu “união entre os humanos”, um exercício retórico típico da inoperante ONU. O fato concreto é que, ao esconder durante tempo significativo a letalidade do vírus chinês, o comunista Tedros apenas reincidiu na prática antiga de ocultar epidemias para fins políticos, conforme inúmeras denúncias, entre as quais a do especialista em saúde global, Laurence Gostin, diretor da Universidade de Georgetown. Indignado, o Dr. Gostin acusou Tedros de ter encoberto sucessivas epidemias de cólera quando era ministro da Saúde da Etiópia, chegando a responsabilizá-lo pela  morte de dezenas de milhares de pessoas do país africano.

Voltaremos ao assunto.

Chefe da ONU alerta para medidas repressivas em meio à pandemia

Segundo Guterres, surto não pode se tornar crise de direitos humanos

Publicado em 23/04/2020 – 11:29 Por Michelle Nichols, da Reuters – Nova York

Reuters

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse nesta quinta-feira (23) que o coronavírus pode dar a alguns países uma desculpa para adotar medidas repressivas por motivos sem relação com a pandemia. Ele alertou para o risco de o surto se tornar uma crise de direitos humanos.

Em relatório da ONU, Guterres ressalta como os direitos humanos deveriam balizar a reação e a recuperação da crise sanitária, social e econômica que tomou o mundo. Acrescentou que embora o vírus não discrimine, seus impactos o fazem.

O novo coronavírus, que causa a doença respiratória covid-19, já infectou cerca de 2,57 milhões de pessoas no mundo e matou 178.574, de acordo com levantamento da Reuters. O vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan no fim do ano passado.

“Vemos os efeitos desproporcionais em certas comunidades, a ascensão do discurso de ódio, a vitimização de grupos vulneráveis e os riscos de reações de segurança muito duras, minando a reação sanitária”, diz Guterres.

O relatório da ONU afirma que imigrantes, refugiados e pessoas deslocadas internamente são particularmente vulneráveis, que mais de 131 países fecharam as fronteiras e que só 30 abriram exceções para pedidos de asilo.

“Tendo como pano de fundo a ascensão do etnonacionalismo, do populismo, do autoritarismo e o repúdio aos direitos humanos em alguns países, a crise pode oferecer um pretexto para se adotar medidas repressivas com objetivos sem relação com a pandemia”, disse ele. “Isso é inaceitável”.

A ONU não citou exemplos específicos dessas medidas.

Guterres pediu que os governos sejam transparentes e receptivos e assumam responsabilidades e enfatizou que o espaço cívico e a liberdade de imprensa são críticos. “A melhor reação é aquela que se manifesta proporcionalmente às ameaças imediatas, protegendo os direitos humanos e o Estado de Direito”.

Com os negócios fechados e centenas de milhões de pessoas orientadas a ficar em casa para evitar a disseminação do vírus, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu que o mundo sofrerá sua pior retração desde a Grande Depressão dos anos 1930.

O relatório da ONU diz ainda que a pandemia está criando novas adversidades que, “se não forem mitigadas, elevarão a tensão e poderão provocar distúrbios civis”, acrescentando que isso, por sua vez, pode desencadear uma reação de segurança muito forte.

“Em tudo que fazemos, nunca esqueçamos: a ameaça é o vírus, não as pessoas”, disse o secretário.

*Agência britânica de notícias

Vice-ministro chinês é eleito novo diretor-geral da FAO

Qu Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano

Publicado em 23/06/2019 – 11:02

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O vice-ministro de Agricultura e Assuntos Rurais da China, Qu Dongyu, foi eleito hoje (23) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Dongyu recebeu 108 dos 191 votos e venceu, já no primeiro turno, os candidatos da França, Catherine Geslain-Lanéelle, e da Geórgia, David Kirvalidze.

Nascido em 1963, Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano que, desde 2012, comandava a organização por dois mandatos sucessivos. Defensor de maior alinhamento das políticas da FAO com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o chinês contou com o apoio de países como Brasil, Argentina e Uruguai. Ele será o nono diretor-geral desde que a organização foi fundada. Seu mandato terá início em 1º de agosto de 2019, com previsão de término em 31 de julho de 2023.

Brasil

Na última sexta-feira (21), após se reunir com Dongyu em Roma, onde acontece a 41ª conferência da FAO, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, se comprometeu a trabalhar para convencer os representantes de outros países a votarem no então candidato chinês.

“Só se ganha uma eleição quando se conta o último voto. Vamos trabalhar juntos”, disse a ministra na ocasião. Para o Brasil, contou a favor de Dongyu sua defesa do uso de tecnologia para fortalecer a agricultura e a promessa de, se eleito, garantir maior apoio da FAO aos estados membros. O chinês prometeu ainda criar programas específicos para mulheres e jovens agricultores.

A FAO

Criada em 1945, a FAO atua como uma organização intergovernamental na qual os 194 países-membros, mais a Comunidade Europeia como bloco único, discutem e estabelecem normas internacionais, negociando acordos e promovendo iniciativas estratégicas de modernização das atividades agrícolas, florestais e pesqueiras com o objetivo de erradicar a fome no mundo e garantir a segurança alimentar.

Saiba mais

Edição: Paula Laboissière

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