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Coronavírus: Como os olhos têm um papel na disseminação do vírus

Por John Egan, revisado por Valerie Kattouf

https://www.allaboutvision.com/pt-br/condicoes/coronav%C3%ADrus-e-os-seus-olhos/

 Mulher vestindo máscara cirúrgica

Nossos olhos podem desempenhar um papel importante na disseminação e prevenção do novo surto de coronavírus observado em todo o mundo.

Por exemplo, um médico da Universidade de Pequim acredita que ele pode ter contraído o coronavírus por não ter utilizado proteção para os olhos ao tratar pacientes. Oficiais médicos, no entanto, dizem que, embora possível, é improvável.

Para reduzir o risco de contrair o novo coronavírus, evite tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos não lavadas. As membranas mucosas (que revestem várias cavidades do corpo) são as mais suscetíveis à transmissão do vírus.

O que é o coronavírus?

Relatos de um novo coronavírus (também conhecido como COVID-19) surgiram pela primeira vez no final de dezembro de 2019 em Wuhan, China.

Os coronavírus são um grupo de vírus comuns. Alguns afetam apenas animais (como morcegos, gatos, camelos e gado), enquanto outros também afetam pessoas, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA.

COVID-19 pode desencadear doenças pequenas, como um resfriado comum, ou aquelas com mais consequências, como a bronquite, a pneumonia e a insuficiência renal. Os casos mais graves podem ser fatais. Este é o sétimo tipo conhecido de coronavírus, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Como o novo coronavírus está relacionado aos olhos?

Pacientes que contraíram o novo coronavírus podem apresentar sintomas oculares.

conjuntivite é uma inflamação da membrana que cobre o globo ocular. A conjuntivite geralmente se apresenta na forma de olhos infeccionados/vermelhos, “úmidos e lacrimejantes”.

Sabe-se que a conjuntivite viral apresenta infecções respiratórias das vias aéreas superiores (resfriados, gripes, etc.) e pode ser um sintoma do vírus COVID-19.

Um estudo recente de hospitais da China, publicado no New England Journal of Medicine, encontrou “congestão conjuntival” ou olhos vermelhos infeccionados em 9 de 1.099 pacientes (0,8%) com diagnóstico confirmado de coronavírus.

Um estudo no The Journal of Medical Virology com 30 pacientes hospitalizados por COVID-19 teve apenas um paciente diagnosticado com conjuntivite. Com base nessas informações, a ocorrência de conjuntivite é baixa.


SE VOCÊ NÃO ESTÁ SE SENTINDO BEM… Ligue para o seu médico de família. Se você suspeitar que esteja com conjuntivite, ligue para um oftalmologista perto de você. Sugere-se que que você não vá a instalações médicas ou oftalmológicas sem uma ligação telefônica prévia, para ajudar a diminuir a possível disseminação do vírus. Uma ligação telefônica permite que a instituição de saúde se prepare para a sua visita, diagnostique e trate você de maneira adequada.


A relação entre a transmissão do coronavírus e seus olhos é complicada.

Acredita-se que o COVID-19 se espalhe de pessoa para pessoa principalmente através de “gotículas respiratórias” transportadas pelo ar, produzidas quando alguém tosse ou espirra, como o vírus da gripe se espalha, afirma o CDC. Essas gotículas podem aterrissar na boca ou no nariz de pessoas próximas e possivelmente ser inaladas nos pulmões.

Os especialistas médicos não sabem ao certo se alguém pode contrair esse vírus tocando em uma superfície ou objeto, como uma mesa ou maçaneta, contaminado com o COVID -19 e tocando a boca, o nariz ou possivelmente os olhos.

O especialista em respiração da Universidade de Pequim, Wang Guangfa, acredita ter contraído o COVID-19 ao entrar em contato com pacientes em clínicas de saúde na China. 

Wang relatou que seu olho esquerdo ficou inflamado depois, seguido de febre e acúmulo de muco no nariz e na garganta. Posteriormente, ele foi diagnosticado com o novo coronavírus.

De acordo com o South China Morning Post, Wang acha que o vírus entrou no olho esquerdo, pois ele não estava usando óculos de proteção.

A Dra. Jan Evans Patterson, professora de medicina e patologia na divisão de doenças infecciosas da Long School of Medicine na UT Health San Antonio, confirma que um quadro como o de Wang poderia acontecer.

Na situação de Wang, ela diz, gotículas respiratórias de uma pessoa infectada podem ter atingido seus olhos ou outras membranas mucosas.

Geralmente, porém, a transmissão do COVID-19 vem com tantas incógnitas que é “plausível, mas improvável” contraí-lo pelo contato da mão com os olhos, diz o Dr. Stephen Thomas, chefe de doenças infecciosas da SUNY Upstate Medical University em Syracuse, Nova York.

O quão contagioso é o novo coronavírus?

Atualmente, não se sabe o quão “fácil ou sustentável” é a disseminação do vírus de pessoa para pessoa, de acordo com o CDC.

Grandes aglomerações e eventos foram cancelados ou adiados como uma medida de saúde pública para conter a disseminação do novo coronavírus. As autoridades de saúde dos EUA implementaram essas medidas de emergência como uma prática recomendada para conter a transmissão do vírus.

Escolas cancelaram as aulas presenciais e passaram a ministrá-las on-line. Ligas esportivas e museus também fecharam como precaução para evitar a disseminação da comunidade.

Quais são os sintomas do novo coronavírus?

Os sintomas do COVID-19 incluem doença respiratória leve a grave acompanhada de febre, tosse e problemas respiratórios, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Outros sintomas incluem coriza, dor de garganta e dor de cabeça.

A maioria das pessoas desenvolve apenas sintomas leves. Mas algumas pessoas, geralmente aquelas que são mais velhas ou têm outras complicações médicas, desenvolvem sintomas mais graves, incluindo pneumonia, que pode ser fatal.

Os sintomas normalmente aparecem 2 a 14 dias depois que alguém foi exposto ao vírus.

Como o COVID-19 é diagnosticado?

Profissionais de saúde diagnosticam o coronavírus por meio de exames laboratoriais de amostras respiratórias ou de sangue ou outros fluidos corporais.

Existe vacina ou tratamento para o novo coronavírus?

Até o momento, nenhuma vacina ou tratamento antiviral foi identificado. Portanto, o melhor método para limitar a propagação desse vírus é isolar rapidamente as pessoas que o possuem (ou presume-se que tenham se tiver sido expostas a ele) antes que elas infectem outras pessoas, afirma a Harvard Business Review.

Como você pode reduzir o risco de contrair coronavírus?

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) desenvolveram um site com as informações mais atualizadas relacionadas ao surto de coronavírus.

As medidas recomendadas pelo CDC para prevenir doenças incluem:

Limpe as mãos frequentemente

  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, especialmente depois de estar em um local público, comer, usar o banheiro, assoar o nariz, tossir ou espirrar.
  • Evite tocar os olhos, nariz, e a boca o máximo possível, especialmente sem antes ter lavado aos mãos.

Reduza a exposição

  • Evite contato próximo com pessoas que estejam doentes.
  • Fique em casa se estiver doente — exceto para buscar assistência médica.

Cubra o rosto sempre que tossir ou espirrar

  • Cubra a boca e o nariz com um lenço de papel quando tossir ou espirrar ou use a parte interna do cotovelo.
  • Jogue o lenço usado no lixo.
  • Lave imediatamente as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos.
  • Use uma máscara que cubra a boca e o nariz se estiver doente.

Se você NÃO estiver doente: você não precisa usar uma máscara facial, a menos que esteja cuidando de alguém que esteja doente (e não possa usar uma máscara). Pode haver escassez de máscaras, que devem ser usadas primordialmente por profissionais de saúde, pessoas doentes e cuidadores.

Limpe e desinfete superfícies

As evidências atuais sugerem que o novo coronavírus pode permanecer viável por horas a dias em superfícies feitas de uma variedade de materiais, informa o CDC. A limpeza de superfícies visivelmente sujas seguidas de desinfecção é uma prática recomendada para a prevenção de COVID-19 e outras doenças respiratórias virais em residências e ambientes comunitários.

Pelo menos alguns coronavírus podem permanecer viáveis — capazes de infectar uma pessoa — por até 24 horas em papelão e até três dias em plástico e aço inoxidável, relata o The Washington Post, citando uma pesquisa de um laboratório que faz parte do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas.

Como se vestir para limitar a exposição

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, se você tem o potencial de ser exposto a uma pessoa com coronavírus, deve estar equipado com óculos de proteção, máscara cirúrgica, roupas médicas, luvas médicas e um respirador descartável.

Página atualizada em março de 2020

Portadores de epilepsia sofrem com efeitos do estresse na quarentena

Pacientes epilépticos têm maior propensão à depressão e à ansiedade

Publicado em 13/04/2020 – 18:32 Por Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Marcelo Casal/Arquivo/Agencia Brasil

A ansiedade e o estresse podem prejudicar os pacientes com epilepsia durante a crise da pandemia do novo coronavírus, afirmou o vice-presidente da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), Lécio Figueira. De acordo com o médico, o isolamento social e a quantidade elevada de informações diárias, nem sempre verdadeiras, são fatores que afetam o emocional.

Figueira afirmou ainda que o ambiente de estresse elevado contribui para a baixa da imunidade e influencia o surgimento de crises nos portadores da doença. 

“Isso só faz mal. A informação deve ter o tom de que, sim, deve haver preocupação. Mas a notícia boa é que [quem é acometido por crises epilépticas] não corre um risco maior do que a população em geral. A preocupação maior que se deve ter é em manter a cabeça em ordem, cuidar da saúde mental. Nos pacientes com epilepsia isso é fundamental para não ter piora com ansiedade e estresse. O paciente com epilepsia tem mais propensão à depressão e à ansiedade. O ponto mais relevante é assegurar que eles tem que se cuidar mas sem aumentar o nível de estresse deles”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

Fatores de risco

O neurologista do Hospital das Clínicas e do Hospital Samaritano de São Paulo contou que especialistas e pesquisadores de epilepsia têm analisado os casos de covid-19 e, até o momento, não há indicativos de que a epilepsia seja fator de risco. Dados do Ministério da Saúde indicam que dos 39 pacientes com doenças neurológicas que morreram, apenas um tinha menos de 60 anos. Para o médico, isso reforça que os outros fatores de risco parecem ser mais importantes do que o fato de ser acometido pela doença neurológica.

“Pacientes que têm mobilidade limitada, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), demência, alzheimer, parkinson, problemas musculares ou dificuldades de movimentação, de respiração e de deglutição alterada podem sofrer um impacto maior, já que possuem uma capacidade de respiração e de movimentação insuficiente”, informou o médico. Figueira apontou ainda que pessoas que fazem uso de medicações imunossupressoras  – usadas para controlar doenças como esclerose múltipla – também podem ser considerados no grupo de risco.

O médico citou o Boletim Epidemiológico número 8, do Ministério da Saúde, que destaca os fatores de risco entre as mortes causadas por covid-19. O primeiro é a cardiopatia, seguido de diabetes e pneumopatia. Em quarto lugar, doença neurológica. Mas, neste caso, como a maioria é de pacientes com mais de 60 anos, ele acredita que as mortes não sejam relacionadas diretamente a esse tipo de enfermidade.

Medicamentos

O vice-presidente da ABE acrescentou que pessoas com epilepsia estão enfrentando dificuldades de acesso aos medicamentos de uso contínuo que precisam de receita médica por causa da restrição dos atendimentos médicos. “Como as consultas são de rotina, a primeira orientação foi remarcar. O problema é que os pacientes têm que ter acesso ao médico para pegar a receita, não se vende esse remédio sem a receita controlada”, disse.

Lécio Figueira lembrou que, por causa da crise do novo coronavírus, uma regulamentação recente do governo permite a consulta por telemedicina e prescrição de medicamentos por assinatura eletrônica. Apesar da medida facilitar a aquisição de remédios, nem todos os pacientes estão conseguindo o acesso. “Isto está funcionando, mas com alguma dificuldade. Na semana passada eu falei em uma live da Associação Brasileira de Epilepsia que vários estados estão reclamando que não conseguiram fazer isso funcionar. Os meus pacientes conseguiram, fiz várias orientações e eles conseguiram, mas não está fácil ainda”, revelou.

Prazo de receita

O neurologista destacou uma outra medida tomada por alguns governos estaduais que permite a extensão do prazo das receitas de remédios de alto custo, que é de três meses. “Imagine que a cada três meses tem que levar uma baita papelada para autorizar. Eles autorizaram a renovação automática desses remédios de alto custo. Teve um esforço grande para facilitar o acesso, mas, ainda assim, é muito complexo. São muitas mudanças em tão pouco tempo em um contexto caótico. Não deu tempo de todo mundo se adaptar”, completou.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

MATANDO O CENTRO DE CONVENÇÕES LUIS EDUARDO MAGALHÃES.

Ao invés de incrementar o Centro como um indutor do Turismo de Negócios, com feiras, exposições e convenções.

O referido Centro vai ser transformado em uma Central de Triagem para o Covid-19.

Isso quer dizer  que várias doenças vão passar pelo local, até que se chegue no procurado. Um Circo dos Horrores.

Uma vez contaminado e infectado o local, fica impróprio para shows e eventos, tais como solenidades de formaturas, e principalmente o Festival do Chocolate.

Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães – Ilhéus BA.

 

AFINAL, A TÃO COBRADA LICITAÇÃO DA COLETA DE LIXO

Cidades com mais de 50 mil habitantes começam a usar pregão eletrônico

Obrigação vale para compras com recursos de convênios com União

Publicado em 06/04/2020 – 05:28 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Foto: Marcelo Casal Jr/EBC

A partir desta segunda-feira (6), os municípios brasileiros com mais de 15 mil habitantes terão de usar o pregão eletrônico para comprar bens e serviços com recursos de convênios com a União e demais transferências voluntárias. A nova regra vale para a aquisição de mercadorias e de serviços usadas no dia a dia. Apenas as obras estão fora dessa modalidade de contratação.

Em fevereiro, o pregão eletrônico tornou-se obrigatório nos municípios de mais de 50 mil habitantes. Em 1º de junho, será a vez de as cidades restantes, de até 15 mil moradores, adotarem o sistema. O cronograma foi estabelecido pela Instrução Normativa 206, editada em outubro do ano passado, pelo Ministério da Economia. Desde outubro, a obrigação vale para os estados e o Distrito Federal.

Segundo o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, o pregão eletrônico aumenta a economia de recursos públicos de duas maneiras. A primeira é a ampliação da concorrência. Ao permitir a participação de empresas de todo o país nas licitações, o sistema aumenta a oferta.

“Em vez de comprar apenas na região, a prefeitura pode comprar de todo o país, escolhendo o preço mais vantajoso”, explica Heckert. Segundo ele, caberá ao fornecedor oferecer o frete mais barato  no caso de uma prefeitura adquirir bens de regiões distantes. “A responsabilidade, que muitas vezes era do Poder Público, passa para o vendedor”, acrescenta.

segunda vantagem listada pelo secretário consiste na redução da corrupção. “O pregão eletrônico é um sistema mais transparente, que registra todas as transações. As informações estarão disponíveis para o cidadão acompanhar”, afirma Heckert.

Plataforma

Os municípios interessados podem registrar as aquisições com recursos de transferências voluntárias diretamente no Sistema de Compras do Governo Federal (Comprasnet). A ferramenta está integrada à Plataforma +Brasil, criada em setembro do ano passado para informatizar a prestação de contas de transferências federais voluntárias recebidas pelos entes locais.

Desde o início de março, os estados e as prefeituras podem integrar os sistemas locais de compras à União. Com esse processo, as compras poderão ser feitas nos sistemas próprios e serem instantaneamente registradas na Plataforma +Brasil.

Atualmente, a plataforma registra nove modalidades de utilização de recursos de transferências federais. O Ministério da Economia pretende estender a prestação eletrônica de contas a todas as 30 modalidades nos próximos meses.

O estado com mais municípios abrangidos pelas novas normas é São Paulo, com 137 municípios. Em seguida, vem Minas Gerais, com 72. Segundo a Secretaria de Gestão, a União assinou 1.920 convênios com cidades de mais de 50 mil habitantes no ano passado, repassando voluntariamente R$ 2,3 bilhões a essas prefeituras.

Edição: Graça Adjuto

A POPULAÇÃO DEVE FICAR ATENTA, COBRAR DURO SEM COLHER DE CHÁ.

Estados e municípios recebem mais R$ 4 bilhões para combater o coronavírus

Dinheiro foi depositado nas contas dos fundos estaduais e municipais de saúde

O Ministério da Saúde liberou mais R$ 4 bilhões a estados e municípios para ações de combate à Covid-19. O valor é um adicional ao que já recebem para custeio de ações e serviços relacionados à saúde e pode ser utilizado para compra de materiais e insumos, abrir novos leitos e custear profissionais.

Portaria nº 774/2020 com a liberação foi publicada ontem (9) em edição extra do Diário Oficial da União. O valor corresponde a uma parcela mensal extra do que cada estado ou município já recebe para ações de média e alta complexidade ou atenção primária.

Em mensagem nas redes sociais, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse que os recursos já foram depositados nas contas dos fundos estaduais e municipais de saúde. “A gente acha que, com isso, eles [os gestores de saúde] podem adquirir os equipamentos de proteção individual (EPIs) que a gente começa a trazer da China. Está começando o mercado chinês a se organizar, estamos conseguindo trazer”, disse.

De acordo com o ministro, a primeira carga com 40 milhões de máscaras vinda da China, de uma compra de 240 milhões de máscaras, deve chegar ao país na terça-feira (14). O esforço da equipe do Ministério da Saúde é de trazer 40 milhões por semana. Um edital será aberto para que empresas interessadas em ofertar esses insumos possam se cadastrar.

“Com isso a gente pacifica o mercado brasileiro. E isso, doravante pacificado, a gente já repassa os recursos para que os estados e municípios comprem, a iniciativa privada já está comprando. O mercado está começando a se normalizar, o de EPIs”, explicou o ministro.

Já sobre os respiradores, Mandetta disse que ainda há dificuldade. Segundo ele, foi feito uma acordo com a indústria nacional para elevar de 800 para 15 mil a produção de respiradores mecânicos em 90 dias.

UMA MATÉRIA EXPLICA A OUTRA.

Empresas oportunistas sobem preço de máscaras cirúrgicas em até 3.000%

Caixa com 50 unidades que era vendida a cerca de R$ 6 em janeiro subiu para R$ 192 em março

Profissionais médicos estão indignados com aumentos abusivos de até 3.000% nos preços das máscaras simples. No DF, duas distribuidoras, Apolo e Brasil, elevaram o preço da caixa com 50 unidades, que era de cerca de R$6 em janeiro, para até R$192 em março. As distribuidoras culpam a fábrica, que por sua vez culpa os chineses, mas a verdade é que o preço abusivo pode inviabilizar cirurgias e outros procedimentos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A Medix, importadora das máscaras, afirmou que até reduziu a margem de lucro e culpou a China: “aumentou os preços em mais de 4.000%”.

A disputa por equipamentos para combate ao coronavírus também é travado em âmbito internacional com países fazendo leilão por insumos.

O ministro Mandetta (Saúde) disse que há fornecedores oferecendo pagar mais caro e ainda cobrir as multas para atravessar encomendas.

Conversa de Mandetta com embaixador chinês sobre equipamentos foi inútil

Governo comunista não apita no comércio internacional e Mandetta demorou 45 dias para recorrer à indústria nacional

Foi positiva, mas inútil, a conversa de Mandetta com o embaixador da China. É positivo tratar bem o maior cliente de produtos brasileiros, mas foi só um factoide: não é o governo chinês que vende produtos e sim empresas de comércio exterior, que compram a produção de indústrias chinesas, muitas delas estrangeiras. Na crise do Covid19, esses “traders” ignoram escrúpulos e contratos e vendem produtos a quem pagar mais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

É um vexame que só agora, 45 dias depois, o ministro da Saúde tenha conseguido contratar a produção de respiradores de fabricante brasileiro.

Na coletiva de ontem, como na véspera, Mandetta se limitou a repetir informações velhas e a totalização dos casos informados pelos estados.

Não foi o governo chinês que cancelou compras de governos nordestinos e sim “traders” que desistiram da venda por contratos mais vantajosos.

Safra pode superar 250 milhões de toneladas, apesar de pandemia

Informação é do 7º Levantamento da Safra, divulgado pela Conab

Publicado em 09/04/2020 – 10:20 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Foto: EBC

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê uma colheita de 251,8 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020. Segundo a entidade, os resultados do 7º Levantamento da Safra, divulgados hoje (9), demonstram normalidade nas atividades dos agricultores, e que eles vêm adotando as recomendações das instituições envolvidas no combate ao novo coronavírus (covid-19).

“A pandemia enfrentada pelo mundo não afetou o andamento da safra brasileira”, informou a Conab ao divulgar que o “volume recorde deve ser registrado em uma área cultivada de 65,1 milhões de hectares”.

O diretor executivo de Política Agrícola e Informações interino, Bruno Scalon, destacou, durante a apresentação do 7º Levantamento da Safra, que houve um aumento, na proporção de 4% , ou de 9,7 milhões de toneladas, em relação à safra anterior, de 2018/19, que estava em 242 milhões de toneladas.

“A estimativa brasileira de produção de grãos passou de 251,9 milhões de toneladas para, neste setimo anúncio, 251,8 milhões de toneladas. Portanto, um decréscimo inferior a 0,1%, ou quase 100 milhões de toneladas”, disse o diretor ao apresentar os números.

O bom resultado poderá ser novamente impulsionado pela soja e pelo milho. No caso da soja, a expectativa é de uma produção de 122,1 milhões de toneladas: o maior desempenho já registrado, mesmo em meio aos problemas climáticos ocorridos na Região Sul, sobretudo no Rio Grande do Sul.

Para o milho está prevista uma colheita de 101,9 milhões de toneladas, das quais 75,4 milhões serão na segunda safra. O levantamento da Conab aponta que a área destinada à produção de milho deve crescer 4,5%, e chegar a 13,5 milhões de hectares.

De acordo com o superintendente de Informações do Agronegócio, Cleverton Santana, com o aumento da oferta do milho, de quase 2 milhões de toneladas apenas na 2ª safra, aumentou também a oferta total no país. “Os números já são superiores ao recorde registrado na safra passada”, disse o superintendente.

Algodão, arroz, feijão e sorgo também devem registrar aumento na produção, tendo, portanto, também influência positiva no número final da safra 2019/20.

“No caso do arroz, este aumento acompanha uma queda de plantio do grão em área sequeira. Mas este movimento vem atrelado de uma maior proporção do cultivo da cultura em áreas irrigadas, que geram maiores produtividades. Aliado a isso, o contínuo investimento do rizicultor em tecnologias, vêm permitindo a manutenção da produção, ajustada ao consumo nacional”, informou, em nota, a Conab.

A previsão é de que a produção do arroz seja de 10,6 milhões de toneladas. A colheita do produto já atingiu 57% do país; e o Rio Grande do Sul, seu maior produtor, segue com 60% da produçãoo já colhida.

“Com relação ao mercado do arroz, projeta-se um preço elevado ao longo de todo período de comercialização da nova safra, mais especificamente sobre o incremento esperado de consumo. Com a intensificação da crise do covid-19 e do isolamento social pelo qual passamos, haverá um aumento na alimentação em domicílio, o que possivelmente refletirá em aumento de consumo deste produto”, disse Scalon.

Segundo ele, o feijão passou também por forte oscilação, com alta de preço no mercado em virtude de elevada demanda do varejo causada pelo novo coronavírus. “Mas aos poucos, com boa parte dos consumidores abastecidos; com as redes de supermercados limitando a quantidade de unidades vendidas por pessoa; e com o processo de isolamento social, verificou-se também um fraco interesse em aquisições e os preços recuaram”.

Outro produto que deverá registar a maior produção na série histórica é o algodão, com uma colheita de 2,88 milhões de toneladas da pluma do grão. O resultado decorre dos “grandes investimentos feitos no setor e pela expansão de área cultivada aliada às boas condições climáticas encontradas nas principais regiões produtoras”.

*Matéria atualizada às 12h7 para acréscimo de informação.

Edição: Valéria Aguiar

Bolsonaro isola DEM e busca aproximação a quem garante votos no Congresso

Presidente abriu entendimento com o “blocão” que na Câmara soma 351 deputados e no Senado tem a maior bancada

Um eventual entendimento com o blocão pode garantir aquela maioria que o atual governo ainda não teve, e já a partir de 2020.

Aliados do governo defendem a volta do “presidencialismo de coalizão”, mas sem a corrupção que o caracterizou nos governos de PT e PSDB.

Os políticos gostaram da iniciativa de Bolsonaro, exceto Maia e Alcolumbre e o DEM, claro, porque perdem poder. E muitos cargos.

O presidente se deu conta de que já não vale a pena acender velas para os chefes do Senado e da Câmara, já na reta final de suas presidências.

Brasil vai receber matéria-prima para hidroxicloroquina, diz Bolsonaro

Presidente citou cardiologista que receitou e usou medicamento

Publicado em 08/04/2020 – 20:35 Por Agência Brasil – Brasília

(Brasília – DF, 08/04/2020) Pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro em Rede Nacional de Rádio e Televisão. Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (8) no qual afirmou que o Brasil irá receber da Índia, até sábado (11), matéria-prima para produzir a hidroxicloroquina, remédio utilizado para tratamento experimental da covid-19 e também usado no tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite.

O presidente afirmou que, nos últimos 40 dias, após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de Estado, passou a divulgar a possibilidade de tratamento da covid-19 desde a fase inicial da doença.

Bolsonaro citou a conversa com o médico cardiologista Roberto Kalil que afirmou que usou o medicamento e também o prescreveu para dezenas de pacientes. “Todos estão salvos. Disse-me mais: que, mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora, para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns ao doutor Kalil”, comentou.

Empregos

Bolsonaro reafirmou que o objetivo principal do governo “sempre foi salvar vidas” e, após se solidarizar com as famílias de pessoas que morreram por causa do novo coronavírus, disse que há dois problemas a serem resolvidos e que devem ser tratados simultaneamente: o novo coronavírus e o desemprego.

Entre as medidas de estímulo à economia adotadas pelo governo, o presidente citou o pagamento que começa a ser feito amanhã (9) de R$ 600, por três meses, de auxílio emergencial para trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores.Ele destacou também a isenção do pagamento da conta de energia elétrica a 9 milhões de famílias beneficiárias da tarifa social, também por três meses meses, e a liberação de R$ 60 bilhões de capital de giro para pequenas empresas e construção civil por meio da Caixa Econômica Social.
O presidente citou ainda o saque, previsto para começar em junho, de até R$ 1.045 para quem tem conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Os beneficiários do Bolsa Família, que são quase 60 milhões de pessoas, também receberão um abono complementar do auxílio emergencial”, acrescentou.

Isolamento social

Sobre as medidas de isolamento social estabelecidas por governadores e prefeitos, o presidente falou que em nenhum momento o governo federal foi consultado sobre a amplitude ou duração das ações. “Respeito a autonomia dos governadores e prefeitos. Muitas medidas, de forma restritiva ou não, são de responsabilidade exclusiva dos mesmos”, completou. O presidente disse ter certeza de “que a grande maioria dos brasileiros quer voltar a trabalhar”. “Esta sempre foi minha orientação a todos os ministros, observadas as normas do Ministério da Saúde”, destacou.

Citando o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, Bolsonaro disse que as soluções para a pandemia variam de país para país e ressaltou que os mais pobres precisam trabalhar para garantir a alimentação. “Os mais humildes não podem deixar de se locomover para buscar o seu pão de cada dia. As consequências do tratamento não podem ser mais danosas que a própria doença. O desemprego também leva à pobreza, à fome, à miséria, enfim, à própria morte.”

Bolsonaro disse que decide as questões de país de ”forma ampla” usando a equipe de ministros. “Todos devem estar sintonizados comigo”, afirmou o presidente.

Edição: Juliana Andrade

Senado e AGU recorrem de decisão que bloqueia fundo eleitoral por pandemia

TRF1 também bloqueou o Fundo Partidário, colocando a verba à disposição do governo federal

Na liminar (decisão provisória), concedida ontem (7), o juiz Itagiba Catta Preta, da 4ª Vara Federal Cível de Brasília, determinou que as verbas sejam utilizadas “em favor de campanhas para o combate à pandemia de coronavírus” ou para “amenizar suas consequências econômicas”. A aplicação do dinheiro fica a critério do presidente Jair Bolsonaro, de acordo com o magistrado.

No recurso, a Advocacia do Senado alega que a destinação do fundo eleitoral “está sendo discutida no Congresso Nacional pelos representantes eleitos pelo povo” e que a imediata utilização dos recursos sem prévia autorização legislativa ameaça a segurança jurídica.

A União também pediu a derrubada da liminar, alegando que a primeira instância da Justiça Federal não tem competência para decidir sobre a execução orçamentária federal, tendo violado de forma “brutal” o princípio de separação dos poderes, “colocando em risco a normalidade institucional do país”, diz o recurso protocolado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

Os pedidos para derrubar a liminar devem ser analisados pela presidência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

O valor previsto para o financiamento das campanhas nas eleições municipais de outubro é R$ 2 bilhões. O fundo partidário, que é repassado mensalmente para custeio das legendas, corresponde a um total de R$ 959 milhões, pelo orçamento deste ano.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também deve se debruçar sobre a questão em breve. Nesta semana, o ministro Luiz Felipe Salomão, relator da uma consulta do partido Novo para destinar sua parcela do fundo partidário para o combate ao covid-19,  levou o questionamento para exame do plenário “com a devida urgência”. (ABr)

Mandetta reduz o tom na tentativa de evitar sua demissão do cargo

Mas o ministro fez prestação de contas durante coletiva para o caso de não estar nas próximas

Foto: José Dias/PR

O ainda ministro da Saúde adotou uma atitude moderada, no fim da tarde desta terça (7), no Planalto, na tentativa de conservar o emprego. Mas, por via das dúvidas, deu aparência de prestação de contas à sua fala inicial, para o caso de ser demitido antes da próxima coletiva. Citou providências, mas entre elas não estavam a aquisição de respiradores e nem a instalação de mais UTIs no País. Nada, até agora. Um tom muito diferente da noite de segunda (6): ao perceber que ficaria e adrenalina nas alturas, Mandetta parece haver ligado o botãozinho do “exploda-se”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em geral gentil, o ortopedista Luiz Henrique Mandetta ignorou o pedido de Bolsonaro até para ouvir a conhecida infectologista Nise Yamaguchi.

Yamaguchi defende o uso de cloroquina contra o Covid19, mas Mandetta a despachou. Ela é uma das pessoas cotadas para o seu lugar.

Notícias Relacionadas

Após encerrar o brevíssimo contato com Yamaguchi, Mandetta chegou ao ministério eufórico, tipo “daqui não saio, daqui ninguém me tira”.

Assessores espalharam versões criativas da conversa com Bolsonaro. A coletiva após 20h tinha perspectiva de entrar ao vivo no Jornal Nacional.

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