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:: ‘Notícias’

Embasa reúne lideranças comunitárias para combater perdas de água em Ilhéus

Membros do corpo técnico da Embasa se reuniram ontem (09), na sede administrativa da empresa em Ilhéus, para tratar do combate às perdas de água nos bairros Teotônio Vilela, Alto do Amparo e Alto Legião. Os líderes comunitários presentes ao encontro conheceram a situação das perdas físicas (reais) e comerciais (aparentes) nos bairros, que superam a média geral de 30% da cidade. “De cada 100 litros de água que distribuímos no Vilela, perdemos 57. Nos altos do Amparo e Legião temos metade de nossos consumidores com ligações cortadas, sendo que parte deles podem estar abastecendo seus imóveis de forma irregular”, esclareceu o gerente da Unidade Regional de Itabuna, responsável pelas operações da Embasa em Ilhéus e região, Felipe Madureira.

A Embasa se comprometeu a intervir para melhorar a continuidade e a qualidade do abastecimento nesses bairros, por meio de ações como pesquisas de vazamento e atividades de educação ambiental. A concessionária também registrou demandas de atendimento à comunidade, como mais agilidade na correção de vazamentos e substituição de hidrômetros, entre outros pleitos. “Foi válida a oportunidade de conhecer melhor a atuação da Embasa e temos meios de potencializar a presença da empresa em nosso bairro, especialmente se há disponibilidade em reconquistar o cliente em situação de débito e, ainda, de ajustar o enquadramento tarifário com base no perfil socioeconômico do morador”, destacou o assistente social e presidente da ONG Amparo Melhor, Sérgio Luiz Santos da Silva. A presidente da Associação de Moradores do Teotônio Vilela (AMTV), Macláudia Angeli de Sá, elogiou o fato de que a Embasa está retornando com o projeto Com+Água ao bairro: “Registramos as muitas atividades e os resultados positivos obtidos pela Embasa no Vilela, e a associação de moradores está à disposição para auxiliar; em contrapartida, precisamos que a Embasa se faça representar no atendimento às nossas pautas com o poder público, até para sabermos o que é ou não atribuição da Embasa resolver”.

A reunião também contou com Denildes Santos, coordenadora do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Vilela; Manoel Sampaio, membro da direção da AMTV; Waldelson Carlos Santos (Sete), administrador do bairro do Malhado e as representantes do Alto Legião Adriana Novais e Patrícia dos Santos Vila Nova.

Com+Água

            O programa de combate às perdas de água em sistemas de abastecimento – Com+Água investiu R$2,6 milhões de reais em intervenções como substituição e extensão de redes, implantação de equipamentos e atividades de mobilização social. Já passou pelos bairros Ilhéus II, Teotônio Vilela, Nossa Senhora da Vitória e Basílio, mobilizando 65 mil pessoas desde sua implantação, em 2006. O Com+Água de Ilhéus vem sendo referência para o gerenciamento de perdas em outros sistemas operados pela Embasa em todo o estado.

Agradecemos a divulgação!

Mariana Vieira

Analista de Comunicação Corporativa – EL Ilhéus

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Governo prevê novas concessões com investimentos de R$ 1,6 trilhão

Ao todo, 59 novos projetos foram incorporados ao PPI

Publicado em 08/05/2019 – 23:36

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do governo federal incluiu mais 59 novos projetos na lista de empreendimentos a serem concedidos à iniciativa privada nos próximos anos. São rodovias, ferrovias, portos, hidrovias, aeroportos, linhas de transmissão, além da concessão de reservas de petróleo e gás cuja expectativa do governo é que resultem, nos próximos 10 anos, em investimentos de até R$ 1,57 trilhão.

O PPI foi criado por meio de lei em 2016, durante o governo Michel Temer. Em balanço apresentado em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (8), o ministro Santos Cruz (Secretaria de Governo), responsável pelo programa, informou que dos 193 projetos apresentados nos últimos 35 meses, 147 já foram contratados pela iniciativa privada, com investimentos de R$ 260,2 bilhões, sem contar as outorgas de cerca de R$ 54,1 bilhões para a União.

“Até hoje, foram absorvidos pelo capital privado 147 projetos. Então, 147 dos 193 projetos já estão nas mãos da iniciativa privada. Sobraram 46 que estão nesse grande portfólio de produtos, vamos dizer assim. Havia periodicamente a necessidade de recompletar a lista de projetos que entram para dentro desse programa. Isso é feito através de um conselho, que se reuniu hoje. Foram selecionados [mais] 59 projetos, aprovados pelo conselho, e que foram para dentro do programa”, explicou o ministro.

O PPI passa a contar agora com a oferta de 105 projetos, que vão passar, nos próximos meses, por um processo de estudos técnicos e modelagem de concessão. A reunião realizada nesta quarta-feira foi a nona do conselho e a primeira sob a gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Aeroportos

Entre outros empreendimentos, o PPI incluiu a 6ª rodada de concessões de aeroportos, que deverá atingir um total de 22 terminais, divididos em três blocos regionais. O Bloco Sul tem investimento estimado de R$ 2,2 bilhões, contempla os aeroportos de Curitiba, Bacacheri (em Curitiba), Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR), Joinville (SC), Navegantes (SC), Uruguaiana (RS), Bagé (RS) e Pelotas (RS).

O Bloco Norte I, com investimentos estimados de R$ 1,1 bilhão, contempla os aeroportos de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR). O Bloco Central contará com investimentos estimados de R$ 1,7 bilhão, e contempla os aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), Teresina (PI), São Luís (MA), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE).

O governo também vai se desfazer da participação acionária nos aeroportos de Guarulhos (SP), Confins (MG), Galeão (RJ) e Brasília. Nesses quatro terminais, que foram os primeiros a serem privatizados, durante o governo Dilma Rousseff, a União detém, por meio da Infraero, um total de 49% das ações. “A Infraero vai contratar os estudos de precificação e vai submeter a melhor forma de fazer a alienação desses ativos”, disse o ministro da  Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Curitiba - Aeroporto Afonso Pena (Divulgação/Portal da Copa)
O Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, foi incluido na 6ª rodada de concessões de aeroportos e faz parte dos novos projetos do PPI   – Divulgação/Portal da Copa

Rodovias e portos

O PPI também incluiu projetos de concessão de 14,5 mil quilômetros de rodovias, como as BRs 381/MG (trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares), 262/ES (entre Viana/ES e João Monlevade/MG), 163/MT (entre Sinop e Mairitituba). Mais 15 trechos rodoviários em 13 estados também estão no pacote.

No caso de portos, o programa inseriu seis novos projetos de investimento, entre eles quatro terminais portuários dedicados à movimentação de granéis líquidos, especialmente combustíveis, localizados no porto organizado de Itaqui (MA). A publicação do edital está prevista para sair este ano. Mais dois terminais do Porto de Santos também entraram no pacote. O governo pretende privatizar o porto de São Sebastião (SP), que deverá ser entregue por 35 anos à iniciativa privada, com investimento de R$ 574 milhões.

Petróleo

Os projetos da área Minas e Energia trarão as maiores somas. O leilão dos volumes excedentes aos contratados sob regime de cessão onerosa tem um investimento previsto de R$ 1,4 trilhão, além dos mais 13 empreendimentos que vão render R$ 30 bilhões.

Firmado pela Petrobras e a União em 2010, o contrato de cessão onerosa garantia à empresa explorar 5 bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal pelo prazo de 40 anos. Em troca, a empresa antecipou o pagamento de R$ 74,8 bilhões ao governo. Os excedentes são os volumes descobertos de petróleo que ultrapassam os 5 bilhões de barris. Desde 2013, o governo vem negociando um aditivo do contrato, depois que a Petrobras pediu ajustes por conta da desvalorização do preço do barril de petróleo no mercado internacional.

O governo também prepara a 6ª rodada de licitações de blocos do pré-sal, pelo regime de partilha, além da deflagração da 16ª rodada de concessões de reservas de óleo. Os editais das duas rodadas devem ser publicados no segundo semestre.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fala sobre as ações desenvolvidas pela pasta nos primeiros 100 dias de governo.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo mantém o cronograma da desestatização da Eletrobras – José Cruz/Agência Brasil

Angra 3 e linhão de energia

Também conta entre os novos projetos do PPI a parceria do governo com a iniciativa privada para a conclusão das obras da usina termonuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. Estão previstos investimentos totais de R$ 16 bilhões na obra, que está 70% concluída. O edital só deve ser publicado em 2020. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo trabalha na modelagem do edital e que trabalha para encontrar uma empresa que toque a obra. A expectativa do governo é que a usina entre em operação comercial em 2026.

O PPI incorporou outros leilões de linhas de transmissão de energia, com investimentos de mais de R$ 3,4 bilhões, contemplando 2,4 mil quilômetros e passando por 10 estados.

Outro projeto incluído no programa é a construção do linhão de energia entre Manaus e Boa Vista, com investimento de R$ 1,4 bilhão. As obras devem começar no segundo semestre e, quando finalizada, vai incorporar o estado de Roraima e garantir a autonomia energética da região. Roraima é o único estado do país que não é ligado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), e é abastecido pela energia elétrica gerada na Venezuela desde 2001.

A construção do linhão vai interligar o estado ao SIN, fazendo com que Roraima deixe de depender da energia fornecida pela Venezuela e de usinas termelétricas para atender o suprimento energético.

Privatização de estatais

Dentro os novos projetos do PPI, o governo federal incluiu a privatização de duas estatais ligadas à área de transporte público, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e a Trensurb.

A CBTU atua em Belo Horizonte, Recife, Maceió, João Pessoa e Natal e a Trensurb é responsável pelo metrô de superfície de Porto Alegre. No caso da CBTU, a empresa terá suas atividades separadas por cidade para que seja possível privatizá-las.

O ministro Bento Albuquerque comentou também sobre o andamento do projeto de desestatização da Eletrobras. Segundo ele, o governo mantém o cronograma. “Tudo está ocorrendo no tempo certo, como eu já havia mencionado anteriormente. Vamos apresentar um modelo de capitalização da Eletrobras no próximo mês”, disse .

Edição: Fábio Massalli

Bolsonaro toma café da manhã com governadores e senadores

Presidente deve debater pacto federativo e agendas do governo

Publicado em 08/05/2019 – 05:48

Por Marcelo Brandão e Pedro Rafael Vilela – Repórteres da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro se reúne hoje (8) de manhã com governadores para tratar do pacto federativo. Também participarão os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia; do Senado, Davi Alcolumbre; e líderes do Senado. A reunião, que será um café da manhã, às 7h30, ocorrerá na residência oficial do Senado, onde mora Alcolumbre.

“Há muito tempo, os governadores reivindicam mudanças no relacionamento com a União”, afirma o presidente do Senado.

Davi Alcolumbre destacou, em nota, que o Senado decidiu liderar as alterações no pacto entre os entes federados, incluindo mecanismos para garantir a descentralização do dinheiro recolhido com os impostos, e permitir que os parlamentares comandem a nova distribuição de recursos.

Todos os líderes do Senado foram convidados, inclusive da oposição e da minoria. Segundo o senador Jorge Kajuru (PSB-GO), líder do seu partido no Senado, Bolsonaro fará uma apresentação de sua proposta de pacto federativo por cerca de 30 minutos. Em seguida, os senadores líderes partidários se reunirão com os governadores.

“Os governadores pediram ao presidente essa reunião. Eles querem essa discussão em função da situação de cada estado. Eles estão ávidos por essa discussão”, disse Kajuru.

O pacto federativo tem o objetivo de apontar proposições legislativas que possam contribuir para melhorar a situação financeira dos entes federados e ajudar a remover gargalos que impedem o crescimento.

“A questão é discutir o que vai se repassar a cada estado. Segundo, [discutir] a prioridade dos estados em situação mais caótica: Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Aí vai discutir a situação dos outros estados. É o que vai acontecer [na reunião]”, acrescentou Kajuru.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou que a pauta do encontro foi definida pelo anfitrião, o presidente do Senado, mas que Bolsonaro deverá tratar das principais agendas do governo, como a reforma da Previdência.

Edição: Kleber Sampaio

Bolsonaro rejeita regulamentação da mídia no Brasil

Presidente promete reintegrações mais rápidas de imóveis públicos

Publicado em 05/05/2019 – 18:45

Por Agência Brasil  Brasília

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afastou qualquer possibilidade de fazer uma regulamentação da mídia no país. Ele, inclusive, citou as redes sociais como veículo de mídia excluído de possibilidade de regulação.

“Em meu Governo a chama da democracia será mantida sem qualquer regulamentação da mídia, aí incluída as sociais”, disse o presidente em sua conta no Twitter, hoje (5).

A regulação da mídia chegou a ser tema de discussões em 2015, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. À época, o governo entendia que a medida democratizaria a comunicação e combateria oligopólios e monopólios no setor. O debate, no entanto, não foi à frente.

Reintegração de posse

Em outra postagem no Twitter, Bolsonaro disse que órgãos federais foram orientados pela Advocacia-Geral da União (AGU) a proceder com a reintegração de posse de imóveis públicos ocupados por causa de algum protesto. Segundo o presidente, a reintegração de posse não deverá aguardar decisão judicial correspondente.

“Por meio da Advocacia-Geral, o governo orientou os órgãos federais a fazer reintegração de posse de imóveis públicos ocupados ou invadidos por ‘manifestantes’ sem aguardar demoradas decisões, agilizando os serviços dos pagadores de impostos. Tudo dentro da lei”, postou o presidente.

Edição: Wellton Máximo

QUEM SÃO OS DEPUTADOS QUE NÃO ABREM MÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL

Ideias
Previdência
Quem são os deputados que não abrem mão da aposentadoria especial
Luan Sperandio, especial para a Gazeta do Povo[03/05/2019] [17:56]

“O deputado, Alessandro Molon: contra a reforma, a favor dos próprios privilégios| Foto: (Antônio Cruz/Agência Brasil)”

A reforma da Previdência Social proposta pelo governo Bolsonaro e que tramita no Congresso Nacional acaba com a aposentadoria especial para deputados federais, senadores, deputados estaduais e vereadores.

Os políticos da próxima legislatura passarão a seguir as mesmas regras dos trabalhadores do setor privado, cujo teto de aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), é de R$ 5.839,45. Para isso, no entanto, o texto precisa ser aprovado sem alterações. Dessa forma, mesmo que um deputado consiga ser reeleito várias vezes e completar 35 anos de Congresso, o teto não passará do valor acima.

As regras atuais são bem diferentes. Existe um plano especial para os políticos chamado de Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), para o qual os parlamentares contribuem mensalmente com R$ 3.713,93. O valor corresponde a 11% do salário dos parlamentares, que é de R$ 33.763,00.

Funciona assim: a cada ano de contribuição, o deputado tem direito a 1/35 (um trinta e cinco avos) do salário total. Se ele passar 35 anos de Congresso contribuindo para o PSSC, quando se aposentar vai receber mensalmente os R$ 33.763,00.

Ou seja, cada ano a mais de contribuição nesse regime rende R$ 964,65 a mais para a aposentadoria. Assim, com apenas seis anos de mandato contribuindo com o PSSC, eles já conseguem se aposentar com valores superiores ao teto do INSS.

VEJA TAMBÉM: Este país não reformou a previdência. Hoje, sua população está quase 50% mais pobre O “Estado de bem-estar social” brasileiro não beneficia os mais pobres A categoria que gerou o maior rombo da Previdência. Dica: não foram os militares
Adesão opcional ao privilégio
Vale ressaltar que essa adesão ao PSSC é opcional. Caso o parlamentar abra mão do privilégio e não ingresse no plano, ele passa a contribuir para o INSS ou para um regime próprio de previdência caso seja servidor público ocupante de cargo efetivo.

Somente em fevereiro de 2019 o custo desse sistema foi de R$ 7,18 milhões, constando 499 beneficiários desse regime. O rendimento médio mensal deles é R$ 14,4 mil, enquanto a média paga em todo o país aos trabalhadores comuns, aposentados pelo INSS, é R$ 1.316,54.

Caso a reforma da Previdência seja aprovada, a alíquota de contribuição dos parlamentares aumentaria para 16,79%, e o valor mensal subiria para R$ 5.668,80.

Informações obtidas a partir da Lei de Acesso à Informação mostram que, ao menos até o dia 26 de abril de 2019, havia 198 deputados federais da atual legislatura que não abriram mão deste privilégio.

A lista inclui tanto deputados favoráveis à reforma da Previdência quanto os contrários.

Em ambos os casos, seria de bom tom que adotassem o regime dos brasileiros comuns. Caso contrário, qualquer discurso, tanto pró como contra a reforma da Previdência seria maculados pela hipocrisia: os que defendem o ajuste defendem-no para os outros, mas não para si mesmos. Já os contrários à reforma costumam se opor com a justificativa de que ela prejudicará os mais pobres, mas, ao mesmo tempo, mantêm seus privilégios custeados pela camada menos favorecida da população.

Os deputados do regime especial

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Bolsonaro: dinheiro retirado de universidades será investido na base

Publicado em 02/05/2019 – 23:49

Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (2) que o dinheiro retirado das universidades federais será investido na educação básica. Ele disse que a educação no Brasil é como uma casa com um “excelente telhado e paredes podres”. Na última terça-feira (30), o Ministério da Educação (MEC) anunciou um corte de 30% do orçamento das universidades federais.

“A gente não vai cortar recurso por cortar. A ideia é investir na educação básica. Ouso dizer até que um número considerável não sabe sequer a tabuada. Sete vezes oito? Não vai saber responder. Então pretendemos investir na base. Não adianta ter um excelente telhado na casa se as paredes estão podres. É o que acontece atualmente”, disse Bolsonaro em entrevista ao SBT.

A informação do corte orçamentário foi dada à TV Globo pelo Secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior. O corte, inicialmente, seria restrito a três universidades, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em seguida, foi ampliado a todas as instituições federais do país.

A informação sobre o corte na verba das universidades federais surge ao mesmo tempo em que abre o período para as instituições públicas de ensino superior aderirem ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) . O Sisu é um sistema informatizado do Ministério da Educação pelo qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Edição: Fábio Massalli

Portos para todos

Ao Secretário Nacional de Portos Diogo Piloni e Silva convém tomar pé da reforma urgente do sistema portuário brasileiro, inspirado na produtividade dos portos asiáticos como deseja o presidente Jair Bolsonaro. Com certeza, o modelo do Porto de Vitória (ES), que tanto ele cita, não é a coisa mágica que espera nossa percepção ficar mais aguçada. Para não perder mais tempo e queimar etapas, baseado no conselho da multidão, está na hora de adotar como regra geral o modelo Landlord, no qual a gestão é pública e a operação portuária é privada.

Porto industrial de Barcelona, na Espanha.

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A descentralização dos portos do secretário Piloni

Dar maior autonomia aos portos públicos é uma mera iniciativa de descentralizar as tomadas de decisão balizadas por um regramento inteligentemente desenvolvido. No entanto, a mediação do secretário para esse fim tem sido fundamentada em clichês na busca de crédito que embaralham o entendimento de um processo amplo e complexo. Assim, ensejam falas simplistas, como a do governador de São Paulo João Doria propondo a privatização do Porto de Santos, sem visão da exata função de um porto. A atividade portuária, sempre útil lembrar, envolve múltiplos interesses a serem atendidos com justiça.

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O que está sendo evidenciada é uma rigidez de liderança do Secretário de Portos, em vez de realizar com a imprescindível flexibilidade essa travessia de modelo dos portos do Brasil para o Século XXI. Enquanto se perde nos detalhes, não vislumbra um todo completo em suas partes e perfeito em sua ordem, como são as propostas de Frederico Bussinger ao tratar deste tema. Com análises amplas e sínteses claras, Bussinger promove a inteligência de onde se pode chegar – com grandeza de resultados – e como ir. Condição esta sem a qual não haverá sucesso na reforma alardeada.

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* Planos demais, planejamento de menos

Para que a reforma portuária possa se esquivar de tantos solavancos é oportuno destacar a importância de construir um rumo que promova perspectiva coletiva, compatível com o papel do porto como meio. Como fez Moisés na travessia do deserto para chegar à Terra Prometida. No ritmo em que está sendo tratada a nova abertura dos portos nacionais, o Brasil pode perder competitividade/produtividade para participar do pujante comércio marítimo internacional, que navega à toda força.

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Fazer ou não fazer, eis a questão. É o realizar com sucesso, como acontece nos barracões das escolas de samba, onde o trabalho voluntário e entusiasmado, envolvendo múltiplas inteligências e classes, realiza um desfile apoteótico na Sapucaí.

Tarcísio de Freitas é o ministro mais relevante do governo por sua competência e liderança reconhecidas. A reforma dos portos é a prova olímpica da sua vida profissional. Está em jogo um ciclo econômico histórico do País. Somos todos Brasil

Bolsonaro destaca MP para abertura de negócios em pronunciamento

Publicado em 01/05/2019 – 20:03

Por Agência Brasil  Brasília

Em pronunciamento à nação nesta quarta-feira (1°), o presidente da República, Jair Bolsonaro, destacou a medida provisória editada nesta terça-feira (30) que trata da Declaração dos Direitos de Liberdade Econômica.

A norma estabelece regras gerais para garantir a livre iniciativa de negócios no país, de forma desburocratizada. No pronunciamento, com duração de 2 minutos e 10 segundos, o presidente disse que a MP está concretizada em direitos considerados essenciais ao crescimento do país, como desenvolver atividade econômica de baixo risco para o sustento próprio da sua família, produzir, empregar e gerar renda.

Ainda na lista de direitos garantidos pela MP, Jair Bolsonaro listou a liberdade do dono da atividade econômica definir o preço de produtos de serviços, sem interferência de qualquer autoridade. O texto garante ainda tratamento igualitário de órgãos e de entidades da administração pública. Ainda durante o pronunciamento, o presidente ressaltou que a medida restringe o papel do Estado no controle e na fiscalização da atividade econômica.

“Esse é o compromisso do meu governo com a plena liberdade econômica, única maneira de proporcionar, por mérito próprio, e sem interferência do Estado, o engrandecimento de cada cidadão”, destacou o presidente.

O presidente da República disse ainda que ainda há muito a fazer. “O caminho é longo. Eu sei que unidos ultrapassaremos essas dificuldades iniciais que são naturais nas transições de governo, especialmente se as concepções políticas forem antagônicas. O Brasil elegeu a esperança. Razão pela qual estarei sempre atento para não decepcioná-los. É o meu compromisso com você, nesse Dia do Trabalho”, afirmou.

Sobre a MP

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que as medidas estão “na direção correta de simplificar a atividade empresarial”.

“Esperamos que este seja o anúncio de um primeiro conjunto de medidas nesta direção. O ambiente de negócios no Brasil é sabidamente hostil à atividade empreendedora e são muito bem vindas todas as ações voltadas para a simplificação”, afirma o presidente da CNI em exercício, Paulo Afonso Ferreira.

Saiba mais

Edição: Denise Griesinger

É PRECÁRIA A SITUAÇÃO DE ILHÉUS, EM RELAÇÃO AO AEDES AEGYPTI

Quase mil cidades podem ter surto de dengue, zika e chikungunya – Ilhéus classificada em risco alto.

É o que revela levantamento do Ministério da Saúde

Publicado em 30/04/2019 – 13:44

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Brasília – Agentes de combate distribuem panfletos e conscientizam moradores de Brasilândia no Dia de Mobilização Nacional contra o Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e do vírus Zika (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Novecentos e noventa e quatro municípios brasileiros apresentam alto índice de infestação pelo mosquito Aedes aegypti e podem registrar surtos de dengue, zika e chikungunya.

O número, de acordo com informações do Ministério da Saúde, representa 20% das 5.214 cidades que realizaram algum tipo de estudo que classifica o risco do aumento de doenças causadas pelo vetor.

O primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019 revela que a incidência de casos de dengue no país entre janeiro e março subiu 339,9% em relação ao mesmo período de 2018.

Além da situação de risco, o estudo identificou 2.160 municípios em situação de alerta e 1.804 com índices considerados satisfatórios.

O ministério alertou hoje (30), em Brasília, para a necessidade de fortalecer ações de combate ao mosquito, mas avaliou que, mesmo com o aumento de casos de dengue, a taxa de incidência está dentro do esperado para o período e o país não está em situação de epidemia. O Ministério  da Saúde admite, entretanto, que podem haver epidemias localizadas de dengue em alguns municípios.

Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa)
Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) – EBC

Capitais

Cinco capitais estão com índice de infestação considerado satisfatório: Boa Vista, João Pessoa, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Cuiabá está classificada como em risco e outras 16 capitais estão em alerta. São elas: Fortaleza, Porto Velho, Palmas, Salvador, Teresina, Recife, Belo Horizonte, Campo Grande, Vitória, São Luís, Belém, Macapá, Manaus, Maceió, Aracaju e Goiânia.

Natal, Porto Alegre e Curitiba realizaram levantamento por meio de metodologia diferente (armadilha), enquanto Florianópolis e Rio Branco não enviaram informações ao ministério sobre o índice de infestação ao governo federal.

Criadouros

O armazenamento de água no nível do solo (armazenamento doméstico), como em toneis e barris, foi o principal tipo de criadouro identificado no país, seguido por depósitos móveis, caracterizados por vasos e frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. Por último, estão os depósitos encontrados em lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Dengue

Até 13 de abril de 2019, foram registrados 451.685 casos prováveis de dengue no Brasil contra 102.681 casos no ano passado. A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 216,6 casos para cada 100 mil habitantes. O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 186,3%, passando de 66 para 123 mortes.

Zika

Foram registrados ainda 3.085 casos de zika, com incidência de 1,5 caso para cada 100 mil habitantes. Em 2018, no mesmo período, foram identificados 3.001 casos prováveis da doença. Não há óbitos por zika contabilizados em 2019.

Chikungunya

Também houve 24.120 casos de chikungunya, com uma incidência de 11,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2018, foram 37.874 casos – uma redução de 36,3%. Em 2019, não foram confirmados óbitos por Chikungunya no país.
O levantamento

O LIRAa é classificado pelo Ministério da Saúde como um instrumento fundamental para o controle do vetor e de doenças transmitidas por ele. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante.

O objetivo do levantamento é permitir que os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito. A lista completa de cidades que participaram do estudo pode ser acessada aqui.

Edição: Kleber Sampaio

Araújo diz que parceria com a Alemanha é fundamental

Colaboração facilita abertura econômica e competitividade

Publicado em 30/04/2019 – 13:32

Por José Romildo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Após reunir-se com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Mass, em solenidade na manhã desta terça-feira (30), no Palácio do Itamaraty, o chanceler brasileiro Ernesto Araújo disse que a implementação de uma parceria entre os dois países “é mais fundamental do que nunca”, uma vez que o Brasil passa por um momento favorável à abertura econômica e à competitividade de mercado.

“Temos grande prioridade em reconectar o Brasil com centros tecnológicos de todo o mundo”, ressaltou Ernesto Araújo.

O ministro disse que, na dimensão comercial, a conversa com Mass foi centralizada no apoio da Alemanha para concretização do Acordo União Europeia-Mercosul. “Temos um grande interesse em concluir as negociações. Na reta final, se tudo der certo, esse acordo nos trará grande benefício”, afirmou.

Araújo acrescentou que também foram discutidas no encontro as ações que os dois países podem realizar em favor do sistema multilateral. Essas ações, segundo Araújo, ocorrem em várias áreas. No que se refere à Organização Mundial do Comércio (OMC), ele disse que o Brasil é favorável à reforma desta instituição, incorporando mecanismos multilaterais e os valores da democracia e da liberdade.  

“Esta é uma área chave para o Brasil e para a Alemanha. Queremos promover esses grandes valores em foros multilaterais”, ressaltou Araújo, destacando que o Brasil dá grande prioridade ao diálogo com a Alemanha. “Vamos colocar em prática essa parceria estratégica.”

Heiko Mass iniciou ontem (29) pelo Brasil uma viagem pela América Latina. Nesta segunda-feira o ministro alemão esteve em Salvador. Hoje ele viaja para a Colômbia, onde discutirá com as autoridades daquele país a situação na Venezuela, país que enfrenta prolonngada crise. Em seguida, viajará para o México.

América Latina

A viagem do ministro Heiko Mass marca o início da nova Iniciativa América Latina e Caribe da República Federal da Alemanha. O ponto de partida para essa inciativa será uma conferência no dia 28 de maio em Berlim, que deverá contar com a participação de representantes latino-americanos e caribenhos, além de especialistas em política externa e de segurança, estado de direito, questões climáticas e cooperação científica.

Edição: Nádia Franco

Abastecimento de água será suspenso na sexta-feira (03), em bairros de Ilhéus, para serviços de manutenção

A Embasa informa que, para realizar serviços de manutenção, vai interromper temporariamente o abastecimento de água de bairros e localidades de Ilhéus (ver lista) nesta sexta-feira, 03 de maio.

Na zona sul, a Embasa vai realizar manutenção para prevenir danos aos motores responsáveis pela captação de água bruta no Rio do Engenho. Já no Basílio, a empresa vai reparar o conjunto hidráulico na saída de água do reservatório, sendo necessário interromper a distribuição de água tratada.

Não sentirão os efeitos dessa interrupção usuários que dispõem de reservatório compatível com o perfil de consumo do imóvel. Para evitar transtornos, a empresa recomenda medidas de economia no período. A previsão é de que os imóveis sejam gradativamente reabastecidos nas 24 horas seguintes ao final dos trabalhos, a partir da tarde do mesmo dia.

Bairros afetados (zona sul)| BA 415, Barreira , Ceplus, Couto, Cururupe, Hernani Sá,

Ilhéus II, Jardim Atlântico, Loteamento São Caetano, Mar a Vista, Mar de Ilhéus I, Nossa Senhora da Vitória, Nelson Costa, Pérola do Mar, Pontal, Parque Olivença, Praia Dourada, Rodovia Ilhéus-Olivença, Santo Antônio de Pádua, São João, Sapetinga, Sol e Mar I e II.

(centro-oeste)| Avenida Itabuna, Banco da Vitória, Basílio, Frei Vantuy, Hospital Costa do Cacau, Morada do Bosque, Morada do Porto, Parque Universitário, Residencial Rio Cachoeira, Vila Cachoeira, Vila Nazaré, Salobrinho/UESC, Teotônio Vilela. 

Agradecemos a atenção e nos colocamos à disposição para o necessário.

Mariana Vieira

Analista de Comunicação Corporativa – EL Ilhéus

(73) 3234-7273

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