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:: ‘Notícias’

QUEM ESTÁ ‘EMPOMBANDO’ O PROJETO DO SATÉLITE REMO?

Dizem que é o prefeitinho ad hoc, que manda mais que o Prefeito de direito.

Paciência…

Por obras no Nordeste, Bolsonaro envia Marcos Pontes a Israel

Presidente eleito anunciou que seu ministro da Ciência e Tecnologia visitará instalações de dessalinização, plantações e escritório de patentes, em janeiro

Pontes (foto) se encontrará com ministro israelense Ofir Akunis (Bruno Castilho/Futura Press/Folhapress)

“Pretendemos ainda em janeiro construir instalação piloto para retirar água salobra de poço, dessalinizar, armazenar e distribuir para agricultura familiar, estendendo o projeto para mais localidades após testes e ajustes”, descreve a nota.

O futuro presidente diz também que estuda testar uma tecnologia que produz água a partir da umidade do ar em escolas e hospitais da região. “Poderemos, inclusive, negociar a instalação de fábrica no Nordeste para venda desses equipamentos no nosso mercado.”

Bolsonaro também escreveu que, “livre das amarras ideológicas”, o Brasil pode dar os primeiros passos para fora do “buraco em que foi colocado pelos últimos governos”. “Seguimos fortes na missão de fazer deste país uma nação cada vez maior!”

Nos últimos anos, o Nordeste brasileiro tem recebido tecnologia israelense para soluções em relação à escassez de água e para o desenvolvimento agrícola.

Para selar a aproximação entre os dois países, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, participará da posse de Jair Bolsonaro no dia 1º de janeiro. Será a primeira visita de um chefe de governo em exercício de Israel ao Brasil.

OS ‘PUXADINHOS’ NÃO QUEREM MORRER ABRAÇADOS!

PDT, PCdoB e PSB anunciam bloco de oposição sem o PT

Partidos divulgaram nota nesta quinta-feira sobre atuação na Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados Foto: GILMAR FELIX / Agência Câmara

 

BRASÍLIA — O PDT, o PCdoB e o PSB assinaram um acordo nesta quinta-feira para a formação de um bloco de oposição na Câmara dos Deputados ao futuro governo deJair Bolsonaro (PSL). O PT, que terá 56 deputados a partir de 2019, foi excluído do grupo.

O documento é assinado pelos líderes André Figueiredo (PDT-CE), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Tadeu Alencar (PSB-CE). A partir do ano que vem, juntos, o três partidos terão 69 parlamentares.

Desde o início da campanha para a Presidência da República, o PT têm sofrido críticas de setores da esquerda. No segundo turno do pleito, Ciro Gomes, candidato do PDT, deixou o país e se recusou a fazer campanha para Fernando Haddad (PT). O irmão de Ciro, senador eleito Cid Gomes, chegou a criticar publicamente petistas em comício em Fortaleza. 

O bloco é visto por parlamentares como um movimento de partidos de esquerda para organizar uma alternativa de poder diferente do PT.

Logo após o anúncio dos três partidos, Bolsonaro foi ao Twitter para falar sobre o assunto:

Jair M. Bolsonaro

?@jairbolsonaro

O POLVO CACAUEIRO

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador aposentado da CEPLAC

luizferreira1937@gmil.com

O polvo é um molusco marinho que possui oito braços e, como são usados na locomoção, caracteriza-se como octópodes.

Na atual situação de debacle em que se encontra a região do cacau, até se pode fazer uma correspondência com a apreciada guloseima, haja vista tantos problemas que lhe afeta, discriminados em 8 pernas que vem travando a economia do cacau:

  1. CEPLAC fragilizada, não mais atendendo aos produtores como fazia anos atrás;

  2. Produtor endividado, com seu patrimônio hipotecado e, logicamente, sem condições de investir em suas roças;

  3. Vassoura-de-bruxa “varrendo” os cacauais, necessitando de práticas integradas de controle e material genético tolerante;

  4. Falta de lideranças, substituídas por uma “ruma” de associações que pouco se entendem e não possuem um norte fixo pragmático, batendo recordes de reuniões infrutíferas per capta;

  5. Lavouras velhas necessitadas de replantação, constituindo meio de cultura favorável aos “vassoureiros” (roças infestadas com o mal);

  6. Ministério da Agricultura inapto e inepto, preocupado mais em penduricalhos, numa fobia de mudança estrutural, sem saber o que fazer com a CEPLAC;

  7. Políticos baianos de muita conversa e pouca ação, sem compromisso com a região e despreparados no tema, desde o Governo ACM, e finalmente;

  8. A crise brasileira com o déficit das contas públicas beirando os 150 bilhões de reais, numa luta titânica de sobrevivência fiscal, sem muito gás para socorrer a lavoura do cacau baiano.

Dessa forma, através desse fictício polvo vegetal se expressa a realidade da região sul baiana – caótica e de difícil solução – que, a cada ano, se agrava, podendo alcançar um nível “one way” (sem retorno), haja vista que a atual crise é bem mais complexa que as anteriores. Hoje, as ventosas daqueles tentáculos estão mais profundas e com mais força de fixação.

É preciso se contextualizar o processo avançado de degradação da lavoura cacaueira num processo contínuo, seja pelo envelhecimento das plantações, seja pela falta de investimentos tecnológicos. Pelo outro lado, não há nenhuma política pública para reverter o atual cenário, que passa pela solução das dívidas dos produtores.

 As informações (Bahia Rural), fim de 2017, dão conta da queda vertiginosa da produção e redução da produtividade média das plantações. Isso significa não só a perda da hegemonia baiana, pois o Estado do Pará deve assumir a liderança nacional do cacau, mas também a inviabilidade do cultivo, mercê de uma produtividade aquém de 30 arrobas por hectare.

A região ainda não se apercebeu de tal gravidade. Espero que, como se trata de uma região banhada pelo oceano, a figura do polvo com seus olhos abertos, possa lhe servir de alerta. (Maceió, AL, 18-12-2018)

 

Ordem de Juvenal detona crise na Ceplac ===>>> 08-02-2017

 Fonte: Jornal A REGIÃO

protesto-ceplac

Com funcionários revoltados com o despejo do Centro de Extensão da Ceplac. Eles se uniram a produtores de cacau, lideranças classistas e sindicais num protesto em frente ao prédio do Centro de Extensão para iniciar um movimento em defesa da integridade da Ceplac.

O grupo quer “proteger a imagem e os patrimônios físico, moral, científico e cultural da Ceplac que ora se vêem ameaçados e denegridos por atitudes, gestos e ações do diretor da instituição Juvenal Maynart Cunha”. O alvo do protesto foi o Despacho Nº 03184.00032/2016-68.

Expedido por Maynart sem discussão, ele ordena a desocupação em 30 dias do prédio do Centro de Extensão Rural da Ceplac – CENEX para ser ocupado pela Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB. O jornal A Região já tinha alertado para a decisão há duas semanas.

Os servidores reclamam que não houve nenhuma chance de diálogo ou discussão do assunto com Maynart. Dirigentes regionais da própria Ceplac e entidades do funcionalismo tentaram o diálogo com o diretor e esbarraram numa posição inflexível, de ser “ponto de honra” o despejo.

As entidades alertam que os serviços do Centro de Extensão não podem ser adaptados com facilidade em outro local, especialmente no CEPEC, para onde querem transferi-los. A própria direção do CEPEC afirma, em nota oficial, que isto é impossível.

Ameaçados :: LEIA MAIS »

Ilhéus recebe quadriciclo e jet ski do Governo do Estado para reforçar segurança nas praias

 

Ilhéus recebe quadriciclo e jet ski do Governo



 

Apresentação do Coral e chegada de Papai Noel na radioterapia abrem comemorações Natalina na Santa Casa de Itabuna

Uma programação especial para pacientes, acompanhantes, médicos e colaboradores, assim a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna com o apoio das irmãs religiosas e auxiliadoras realiza mais umNatal na instituição. A chegada do Papai Noel no setor de radioterapia e a apresentação do coral nos pavilhões do Hospital Calixto Midlej Filho abriram as atividades que serão finalizadas na quinta-feira (20) com a entrega dos brindes para 100% dos colaboradores e pacientes .

De acordo com o provedor da SCMI, o médico Eric Júnior todas as ações foram pensadas para promover o bem-estar e valorização, além de levar a paz, solidariedade e alegria, por meio de um atendimento humanizado, que alcança todo o público hospitalar.

Confira a programação

-18/12 às 09h – Natal da unidade de Quimioterapia

10h – Natal da Hemodiálise

17h- Gravação do Vídeo Institucional

19/12 – 8h as 22h – HCMF – hall do auditório / HMN Pavilhão Wlson Maron – Vila de Natal e entrega dos brindes natalinos para 100% dos colaboradores. 

20/12 – 8h ás 22 h – HCMF -Hall do Auditório / HMN Pavilhão Wilson Maron – Vila de Natal e entrega dos brindes natalinos para 100% dos colaboradores no Pavilhão Wilson Maron.

21/12 ás 14h – Natal dos Pacientes do HMN.

JABES COMEMORA AUMENTO DO PIB DE ILHÉUS


O ex-prefeito Jabes Ribeiro comemorou o crescimento do Produto Interno Bruto de Ilhéus (PIB) entre os anos de 2012 e 2016, cujo valor saltou de 2,8 para 3,8 bilhões. Para Ribeiro, o aumento de 35% representou um salto significativo, sendo um dos maiores do Brasil nesse período. Em 2012, ultimo ano do governo de Newton Lima, o PIB de Ilhéus foi de R$ 2.891.095.000, e em 2016, ultimo ano de seu governo, o município apresentou um crescimento de quase 1 bilhão, passando para R$ 3.874.970.000,00.
O ex-vice-prefeito Cacá Colchões também comemorou os números. Além de ser vice-prefeito nesse período, Cacá foi Secretário de Desenvolvimento Econômico, tendo destacado que “o trabalho desenvolvido pelo governo municipal foi fundamental para recolocar Ilhéus entre as 10 cidades com maior PIB na Bahia, o que representa a vitória do trabalho eficiente e persistente, onde o incentivo ao turismo, indústria e comércio foi fundamental para esse resultado”.
Jabes destacou que nunca teve dúvidas de que a sua administração estava no caminho certo, “mesmo passando por grandes dificuldades com uma máquina administrativa inchada e arcaica”. Para ele, a decisão de promover uma reforma tributária foi decisiva para o equilíbrio das contas públicas, “o que garantiu a preservação de empregos e o pagamento da folha salarial em dia, contribuindo assim com a crescente movimentação de dinheiro na cidade”. O fato do município de Ilhéus ter retornado ao grupo das 10 cidades com maior PIB, superando inclusive a cidade de Itabuna, foi considerado como o “coroamento de um trabalho sério e planejado, e que, embora não compreendido por alguns, mostrou que estávamos no caminho certo” – destacou Jabes Ribeiro.

CHOCOLATES PELO BRASIL AFORA

NEGÓCIOS

O doce sabor do sucesso

Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, chega a um faturamento bilionário com diversificação de produtos e ampliação do portfólio para incluir a venda de cafés

 

Foto: Claudio Gatti

Renata Vichi: A ceo Da Kopenhagen comemora o faturamento de R$ 1,5 Bilhão (Crédito: Claudio Gatti)

Dizem que o chocolate pode melhorar o estado de ânimo de qualquer pessoa e até gerar sensação de felicidade e bem estar, levando a tristeza para longe. Talvez tenha sido por isso que Celso Ricardo de Moraes resolveu trocar produtos farmacêuticos como Maracugina a Apracur do Laboratório Virtus, do qual era proprietário, pelos chocolates. Em vez de oferecer alívio, o empresário investiu no prazer.

O Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, comandado hoje por sua filha, Renata Moraes Vichi, chegou a um faturamento de R$ 1,5 bilhão e uma rede de 730 lojas, em 2018. Agora, a empresa aposta em novos ingredientes para manter o ciclo de crescimento: os cafés e a reformulação de produtos clássicos. Em julho deste ano, o grupo entrou no mercado de cápsulas de espresso. O produto – um pacote com dez unidades compatível com todas as máquinas do mercado, incluindo a Nespresso da Nestlé – é encontrado em todas as lojas Kopenhagen. Em três meses, a empresa vendeu 1,5 milhão de cápsulas e alcançou um resultado de R$ 29,8 milhões. A demanda acima do esperado obrigou a companhia a subir a produção em 30%. “A gente errou feio nas previsões inicias”, diz Renata. “Não imaginávamos que existia toda essa demanda.” Segundo ela, a oferta de cápsulas de café é bastante atrativa entre jovens de 25 a 34 anos, faixa que a marca tem se esforçado para levar para dentro das lojas. Esse público representava apenas 19% dos clientes, em 2015. Hoje, é 23%.

Outro caminho encontrado para rejuvenescer a Kopenhagen foi a criação do “Keep Kop”, em referência ao pôster “Keep Calm and Carry On”, que tomou conta das redes sociais há alguns anos.

É uma linha vendida em saquinhos de 100 gramas – como snacks – a um preço mais acessível, que gira em torno de R$ 19,90. Os produtos vão de pipoca coberta com chocolate a um crocante de caramelo com flor de sal. Essa adaptação aos novos hábitos do consumidor também se refletiu na linha infantil de chocolates. O Lingato, lançado em 2015, é uma versão menor e com confeitos coloridos do tradicional Língua de Gato. Outros doces clássicos da marca ganharam roupagem nova e, hoje, esse portfólio já é responsável por R$ 8 milhões do faturamento do grupo. Seguindo a tendência, em agosto deste ano, o Língua de Gato ganhou recheio e o Nhá Benta, novos sabores (maracujá e avelã). O lançamento fez a venda desses produtos aumentar 70% relação ao ano passado. No entanto, os clássicos da empresa (Nhá Benta na versão com marshmellow, Lajotinha, Língua de Gato e Chumbinho) representam mais da metade do faturamento.

Para explorar ainda mais o poder dos seus doces tradicionais, a Kopenhagen criou o Projeto “Revival”, em comemoração aos 90 anos da marca. Assim, diversos produtos que haviam saído de linha – como a batatinha de marzipã, o Jelly Garden e o Bombom Avelã – voltaram às lojas. O primeiro é um doce de amêndoa em formato de bolinha e coberto com chocolate amargo, que foi o primeiro sucesso da marca, enquanto o Jelly Garden são geleias cobertas com chocolate. Já os clássicos não descontinuados, como o Lajotinha, receberam embalagens iguais às de 1941, quando o bombom foi lançado. Além de todas essas novidades, Renata contou à DINHEIRO que quer transformar algumas das lojas da rede em uma espécie de pâtisserie. Algumas unidades poderão ter, no cardápio, uma calda de avelã diferenciada, por exemplo.

Atenta às mudanças nos hábitos de consumo, com a clientela sempre em busca de alimentos mais saudáveis e com menos açúcares, a executiva também criou novos doces em versões sem lactose, diet e com 70% cacau. Além disso, em breve a Kopenhagen ganha uma linha de produtos funcionais, como barras de proteínas, por exemplo. “É um movimento ainda pequeno no nosso mercado, mas temos que acompanhar as tendências”, diz Renata que ressalta, no entanto, que os clientes que entram nas lojas não estão nada preocupados com as calorias que consomem. “É um momento de prazer”, diz. Ainda assim, ela ressalta que o Nhá Benta – carro-chefe da Kopenhagen – tem apenas 90 calorias.

Nhá benta em produção: clássico da empresa agora vem nos sabores maracujá e avelã (Crédito:Claudio Gatti)

Para colocar todos os planos em prática, o Grupo estima um investimento de R$ 60 milhões para o próximo ano, sendo R$ 10 milhões para a reforma das lojas e R$ 50 milhões em publicidade.

marketing Renata Moraes Vichi conhece o poder da persuasão. Desde que assumiu a vice-presidência do Grupo, em 2004, a verba de marketing aumentou 600%. Formada em administração e publicidade, a empresária levou a empresa de um faturamento de R$ 38 milhões para R$ 1,5 bilhão. O segredo, diz ela, foi dar capilaridade ao negócio e reforçar o conceito da marca. Quando foi adquirida pela família, em 1996, a Kopenhagem já tinha 70 anos de mercado. Dois anos depois da aquisição, Renata, então com 16 anos, começou a trabalhar na empresa, como estagiária. “Eu não sou herdeira. Sou sucessora. E não foi uma sucessão imposta. Essa era a minha vontade”, destaca ela.

A empresária ainda aumentou o portfólio do grupo com a criação da Brasil Cacau, em 2009. Para suportar a produção, que hoje totaliza aproximadamente 6 mil toneladas de chocolate por ano, o grupo transferiu, em 2011, a fábrica de Tamboré, em São Paulo, para um espaço de 33 mil metros quadrados em Extrema, Minas Gerais, a 109 km de distância da capital paulista. A Brasil Cacau tem 380 lojas e é a principal concorrente da Cacau Show, do empresário Alexandre Costa, que teve um faturamento de R$ 3,3 bilhões em 2017. Para o próximo ano, quando a Brasil Cacau completará uma década, estão programadas a abertura de mais 80 unidades, enquanto a Kopenhagem ganhará outras 40 lojas.

Em 2014, a empresária também iniciou uma joint-venture com a marca suíça Lindt. Ela e o pai possuem, juntos, 49% da operação da marca no Brasil. Uma possível abertura de capital do Grupo CRM não é descartada, mas não é o foco da empresa no momento. O que Renata Moraes Vichi deseja agora é que seus chocolates continuem agradando o paladar dos brasileiros.

Chocolate de impacto


Dengo chega ao mercado com proposta social

Uma nova marca de chocolates despontou no mercado em 2017. Ela se chama Dengo e, apesar de ser um nome ainda pouco conhecido, seu idealizador é Guilherme Leal, sócio da Natura, uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil. O empresário tem o ideal da transformação social como um dos objetivos. O cacau usado pela Dengo, por exemplo, é comprado apenas de pequenos produtores do sul da Bahia, forma que o empresário encontrou para transformar a realidade da região cacaueira que apresenta um dos piores IDHs do país.

Foto: Divulgação

A Dengo paga até 125% acima do valor do mercado pelo cacau desses produtores, mas tem uma exigência: a qualidade impecável da amêndoa. Isso é garantido por meio de uma minuciosa análise do fruto e do seu alto teor de fermentação – processo pelo qual ele precisa passar para retirar impurezas e acidez. Assim como a Natura, a marca valoriza os ingredientes brasileiros. Os chocolates da Dengo são feitos com cacau e açúcar orgânicos, sem gordura hidrogenada e com recheios de castanha, amendoim, banana e cupuaçu. “A gente não sabe o tamanho que a empresa vai ter, mas a gente sabe o tamanho do impacto que vai causar”, diz o CEO da Dengo, Estevan Sartoreli. A rede começou com apenas sete produtores e hoje tem 126. O cacau produzido por eles é suficiente, por enquanto, para abastecer as seis lojas da marca: cinco em São Paulo (Morumbi Shopping , Shooping JK Iguatemi, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Campinas e Pátio Higienópolis) e uma no Rio de Janeiro (Village Mall), além das vendas online. O preço dos produtos varia de R$ 4,80 (barra de 20 gramas) a R$ 60 (mix de sabores de 300 gramas).

COMPOSIÇÕES PARA O FUTURO PREFEITO DE ILHÉUS EM ALTA ROTAÇÃO

O Prefeito Mário Alexandre, parece, vai apoiar para sua sucessão o Presidente da CDL, Junior Reis.

Parece…

Marão, Junior e os Carletos.

Como a vassoura-de-bruxa impactou a produção cacaueira no Brasil

Cacau infectado

Pesquisador explica como a praga devastou o sul da Bahia e fala sobre as pesquisas desenvolvidas para combatê-la

Na história da agricultura do Brasil, algumas pragas já foram responsáveis por mudar a geografia do campo. Um exemplo é a vassoura-de-bruxa, que causou grande impacto na produção cacaueira do país. Para falar sobre esta praga, o Brasil Rural entrevista o coordenador de pesquisa do Laboratório de Genômica e Expressão, do Instituto de Biologia da Universidade de Campinas – UNICAMP, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira.

A vassoura-de-bruxa, causada por um fungo chamado “moniliophthora perniciosa”, é originária da Amazônia. Porém, de acordo com Gonçalo, a partir do momento em que a cultura do cacau começou a se estabelecer e se fortalecer no sul da Bahia a praga chegou na região. “As pessoas achavam que a Bahia estava protegida da doença. Entretanto, provavelmente de forma criminosa, mas seguramente de forma humana, em 87, 88, as pessoas começaram a encontrar o fungo na Bahia.”

Em relação aos estudos feitos no laboratório, o especialista esclarece que ao longo dos anos a pesquisa se concentrou em entender o mecanismo da praga. A partir daí, foram desenvolvidas novas moléculas capazes de atuar em diversos fungos que atacam diversas culturas brasileiras.

“A gente talvez esteja à frente de um novo conjunto de moléculas que podem trazer grandes soluções para o campo, não apenas para o cacau”, pontua.

Ouça a entrevista completa e conheça mais sobre esta praga AQUI

Fonte: Brasil Rural

CONFIRMADA A NOMEAÇÃO DE ISAAC ALBAGLI PARA O PORTO DE ILHÉUS

Após o retorno da antiga titular do gozo de férias, o empecilho ético foi sanado, e a nomeação teve o seu curso.

Ainda mais, agora que o seu partido o PR, apoia oficialmente o Governo Bolsonaro.

Um ilheense que pode e deve contribuir, para um novo alento ao Porto de Ilhéus.

Depois de quebrar o Brasil, o PT quebrou o próprio PT.

“As reservas financeiras mantidas pelo PT esgotaram-se”

Em comunicado assinado por Gleisi Hoffmann, o partido diz:

“As reservas financeiras mantidas pelo PT esgotaram-se”.

Para tentar saldar suas dívidas, o PT suspendeu viagens de funcionários e dirigentes. Além disso, “a folha de pagamento do diretório nacional será revista, assim como aluguéis e contratos com prestadores de serviços”.

ADIANTADAS AS DEMOLIÇÕES PARA O ACESSO A NOVA PONTE.

Foto via WhatsApp

DEPUTADA ÂNGELA SOUSA É HOSTILIZADA NA ENTRADA DA ALBA.

Quarta, 12 de Dezembro de 2018 – 09:59

Deputada governista é hostilizada e policiais escoltam para entrar na AL-BA; veja

por João Brandão / Rodrigo Daniel Silva

Foto: Divulgação

A deputada estadual Angela Sousa (PSD) foi hostilizada, na manhã desta quarta-feira (12), e policiais fizeram escolta para a parlamentar entrar na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

Servidores estaduais, que protestam contra o pacote enviado pelo governador reeleito Rui Costa (PT) para Casa, chamaram a deputada de “traíra” (saiba mais).

Nesta segunda, os deputados estaduais vão votar o pacote governista, que prevê a extinção de cargos, redução de estatais e elevação da contribuição do servidor 12% para 14% para a Previdência estadual. A apreciação vai acontecer no auditório do Legislativo baiano, já que o plenário está ocupado por servidores.



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