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:: ‘Notícias’

Arthur Lira assume favoritismo na disputa para presidir a Câmara

Bloco de apoio a Arthur Lira soma 242 votos contra 203 do candidato de Rodrigo Maia

A disputa pela presidência da Câmara, afinal, não está tão acirrada como parecia. Apesar de o atual presidente Rodrigo Maia colocar toda máquina a serviço do preposto Baleia Rossi (MDB-SP), o favoritismo está com o rival.

O bloco de partidos que apoia o deputado Arthur Lira (PP-AL) soma 242 votos, cerca de 47% do total. Já o bloco de Rossi chega apenas a 203, mas só se contar com improváveis 100% dos deputados do MDB, DEM, PT, PSB, PDT, PV, PCdoB, Cidadania, Rede e Solidariedade. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Analistas experientes observam que a campanha de Lira é “para dentro” da Câmara, enquanto Rossi parece disputar o voto popular.

Reduzem as chances de Baleia Rossi outras cinco candidaturas que lhe tiram votos: no seu MDB e também no Novo, Psol, Avante e PL.

A candidatura de Fábio Ramalho (MDB-MG), deputado muito querido na Câmara, tira votos preciosos de Rossi entre os 33 membros da bancada.

MDB pode substituir Simone Tebet como candidata à presidência do Senado

MDB fixou informalmente este domingo (24) como prazo fatal para Tebet obter apoio prometido

Nome do MDB à presidência do Senado, Simone Tebet (MS) está em uma encruzilhada: tornar viável a candidatura ou ceder seu lugar a outro emedebista.

Para ser escolhida candidata, ela alegou aos senadores MDB que teria adesões suficientes para vencer a disputa, citando o apoio das bancadas do Podemos e PSDB, que não se confirmou.

O MDB fixou informalmente este domingo (24) como prazo fatal para Tebet reverter ao menos o apoio tucano a Rodrigo Pacheco (DEM). Ou será substituída. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A candidatura da senadora começou a “fazer água” quando senadores do Podemos e PSDB decidiram apoiar o candidato do DEM-MG.

Simone Tebet foi muito prejudicada pela demora do MDB para definir a candidatura, deixando Rodrigo Pacheco fazendo campanha sozinho.

Enquanto o MDB “patinava”, Pacheco imobilizava o Planalto “plantando” a notícia do apoio, jamais declarado ou negado, do presidente Bolsonaro.

Tebet informa que anunciará a “plataforma” da sua candidatura apenas na segunda (25), a cinco dias da eleição. Talvez tenha de adiar.

STF nega liminar contra voto presencial para presidência da Câmara

Disputa pelo comando da Casa tem, até o momento, nove candidatos

Publicado em 22/01/2021 – 11:33 Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília


A ministra Rosa Weber, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e responsável pelo plantão judicial até fevereiro, negou ontem (21) um pedido de liminar (decisão provisória) para garantir a votação remota na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados.

Na segunda-feira (18), a Mesa Diretora da Câmara, por 4 votos a 3, definiu que a eleição, marcada para 1º de fevereiro, será somente no formato presencial.

Um dia depois, o PDT ingressou com mandado de segurança no STF, no qual pediu a liminar para que a votação ocorra em formato híbrido, permitindo o voto remoto ao deputado que assim preferir. A solicitação, entretanto, foi indeferida por Rosa Weber.

A ministra entendeu que não cabe intervenção do Judiciário no assunto, por se tratar de questão interna da Câmara. Ela destacou que a decisão da Mesa Diretora obedeceu aos procedimentos previstos e afirmou não ver “ameaça ao parâmetro constitucional do direito à saúde dos parlamentares com a densidade material necessária para provocar a excepcional intervenção do Poder Judiciário em assunto legislativo de cunho próprio”.

Rosa Weber ressaltou ainda que a decisão da Mesa Diretora foi tomada sob o argumento de que os deputados não poderiam receber tratamento diverso dos cidadãos, que em novembro do ano passado enfrentaram os riscos de contágio e compareceram às urnas nas eleições municipais de 2020.

Pedido
Para justificar o pedido, o partido classificou como “alarmantes” os níveis de contaminação pela covid-19 no Brasil e argumentou que “a possibilidade do voto à distância é fundamental para a preservação da saúde de deputados e funcionários da Casa, sobretudo aqueles que fazem parte do grupo de risco”.

Na petição inicial, o PDT citou estimativa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), segundo a qual mais de 3 mil pessoas circularam pela Casa durante uma votação presencial.

Maia foi um dos integrantes da Mesa Diretora que votou contra a eleição presencial. A votação, que é sigilosa, sempre ocorreu presencialmente, com os deputados utilizando cabines de votação no plenário da Casa, em um processo que, em geral, provoca aglomeração.

O PDT apontou também ser contraditório que durante o ano de 2020 quase todas as votações da Câmara tenham ocorrido, devido à pandemia, por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR), mas que agora a Mesa Diretora descarte a medida.

A disputa para a presidência da Câmara tem, até o momento, nove candidatos. Os que mais receberam apoio declarado de partidos são Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP). O demais são Alexandre Frota (PSDB-SP), André Janones (Avante-MG), Capitão Augusto (PL-SP), Fábio Ramalho (MDB-MG), General Peternelli (PSL-SP), Luiza Erundina (Psol-SP) e Marcel Van Hattem (Novo-RS).

* Matéria atualizada às 12h31 para acrescentar posicionamento da ministra Rosa Weber no quarto parágrafo
Edição: Fernando Fraga

CODEBA – ORGANIZANDO PARA PRIVATIZAÇÃO

http://www.codeba.com.br/eficiente/repositorio/PDZ/ilheus/12953.pdf 

Liberação de vacina expõe mentira sobre ‘problemas nas relações com a Índia’

Laboratório Serum confirmou que 2 milhões de doses serão liberadas para o Brasil ainda hoje

A liberação de 2 milhões de doses de vacina pela Índia, confirmada há instantes, desmascara a mentira difundida largamente por órgãos de imprensa brasileiros atribuindo a supostos “problemas de relacionamento com o Brasil” uma inexistente suspensão no fornecimento do imunizante.

As primeiras remessas dessa vacina de Oxford/AstraZeneca produzido pelo Instituto Serum devem estar a caminho do Brasil ainda na noite desta quinta-feira (21), com chegada prevista no Brasil para esta sexta-feira (23) à noite ou no mais tardar na manhã de sábado (24).

Entre as mentiras difundidas sobre esse assunto esteve também a suposta “exclusão do Brasil” de uma lista de países que receberia a vacina fornecida pela Índia. Na verdade, essa primeira lista contemplava países que dependem da Índia e que constituem uma espécie de “comunidade econômica”.

Como é comum nas relações multilateriais, há diferenças entre Brasil e Índia no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). É que os indianos e os sul-africanos defendem a ampla suspensão (“waiver”) do TRIPS (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio), na OMC, para ajudar na “prevenção, contenção e tratamento da Covid”.

Como explicou o Diário Poder, o Brasil tem mostrado que o próprio acordo já prevê flexibilidades, como o licenciamento (voluntário e compulsório) de tecnologias. Índia e África do Sul são minoritários, nesse debate, e o Brasil apoia o entendimento da maioria.

Lewandowski nega decisão liminar para afastar Pazuello da Saúde

Ministro afirmou que o STF não possui autoridade para determinar a medida, pois “compete ao presidente da República”

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou hoje (21) uma liminar (decisão provisória) para afastar o general da ativa Eduardo Pazuello do cargo de ministro da Saúde.

Na decisão, Lewandowski afirmou que o Supremo não possui autoridade para determinar a medida, pois “compete privativamente ao presidente da República, nos termos do art. 84, I, do texto constitucional nomear e exonerar os ministros de Estado’”.

A liminar havia sido pedida pelo partido Rede, que para justificar o afastamento de Pazuello alegou “diversos equívocos, incluídos os de logística, na condução das atividades ministeriais durante a pandemia do Coronavírus”. A legenda destacou as mais de 210 mil pessoas que morreram de covid-19 no Brasil e a recente falta de oxigênio em unidades hospitalares do Amazonas e do Pará.

Lewandowski frisou, contudo, que eventual afastamento de ministro de Estado depende da atuação da Procuradoria-Geral da República, a quem cabe apurar os crimes cometidos por essas autoridades, sejam comuns ou de responsabilidade.

“Ainda que, apenas para argumentar, o requerente pretendesse protocolar um pedido de impeachment do titular daquela pasta [Saúde], mesmo assim teria de endereçá-lo ao Procurador-Geral da República, e não diretamente ao Supremo Tribunal Federal”, afirmou o ministro.

Lewandowski reclamou ainda que a solicitação da Rede para afastar Pazuello não veio acompanhada de “quaisquer comprovações empíricas”, tendo sido “baseada em meras notícias jornalísticas, as quais dão conta de uma possível – e, a ser verdade, preocupante – falta de insumos médico-hospitalares na região Norte do país, em especial de estoques de oxigênio”.

O ministro também entendeu que o pedido, feito em uma ação de descumprimento de preceito fundamental, não tem relação com a causa original da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) aberta pela Rede, que trata da compra de vacinas pelo Ministério da Saúde.

Desde que abriu a ação, em outubro, a Rede vem apresentando sucessivos pedidos adicionais. Além do afastamento de Pazuello, o partido havia pedido que o Supremo obrigasse o governo a prestar informações sobre o estoque de oxigênio no sistema de saúde país e apresentasse, em 24 horas, um planejamento para a disponibilização do insumo aos estados da região Norte.

                      

As solicitações não foram atendidas por Lewandowski. O ministro destacou que tais providências – requisição de informações e a exigência de execução de políticas públicas – “podem ser levadas a efeito sem a intervenção do Judiciário, por meio da competência atribuída à Câmara dos Deputados e ao Senado”.

Em uma outra ADPF, aberta pelo PCdoB e o PT, Lewandowski determinou que o governo apresente um plano detalhado, e que o atualize a cada 48 horas, sobre o enfrentamento da crise sanitária no Amazonas. Em uma primeira comunicação, a Advocacia-Geral da União (AGU) disse que as autoridades federais sabiam desde 8 de janeiro do risco de falta de oxigênio em Manaus. (ABr)

Na Bahia, representantes do Governo Federal visitam FIOL, Porto Sul e Porto de Ilhéus

Integrantes de MInfra, PPI, Valec, ANTT e EPL fazem acompanhamento das principais obras da infraestrutura federal no estado

Publicado em 19/01/2021 19h14

 

Entre os dias 19 e 21 de janeiro, integrantes do Governo Federal percorrerão o trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e as obras do Porto-Sul, bem como a área do Porto do Ilhéus. Eles também irão participar de rodadas de conversas com empresários do setor produtivo da região.

Para o coordenador-geral de Projetos Ferroviários do MInfra, Thiago Alvarenga, a agenda é uma oportunidade para avaliar obras importantes do ministério que estão a todo vapor no estado. “O volume de investimentos privados e a preocupação com o cronograma de execução demonstram que o setor privado acredita na FIOL. O projeto será bem-sucedido e trará desenvolvimento para a região e pra logística nacional”, enfatizou Thiago.

De terça a quinta-feira, a comitiva visitará a Companhia de Docas da Bahia (Codeba), os lotes de 1 a 3 da FIOL, as obras do Porto Sul e empresas produtoras de minério, commodity com forte vocação na região. “O grupo multidisciplinar que integra a comitiva desta visita técnica entende que, somente a partir do fortalecimento da intermodalidade e do fomento a parcerias entre os setores público e privado levaremos a infraestrutura nacional aos níveis de que o país precisa para se desenvolver ainda mais”, declarou o diretor-presidente da Valec, André Kuhn.

FIOL II – A segunda etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, denominada FIOL II, segue em obras no interior baiano. O trecho de 485,4 km, que vai de Caetité a Barreiras, está sendo construído pela Valec, gerando aproximadamente 1 mil empregos diretos e 2 mil indiretos. Em setembro de 2020, foi firmada parceria entre a Valec e o Exército para que a corporação atue nas obras de parte do lote 6 da ferrovia (aproximadamente 18 km), trazendo maior celeridade às obras. A meta da estatal é viabilizar a subconcessão da FIOL II ao entregar a obra com aproximadamente 80% de avanço físico até o final de 2022.

*Com informações da Assessoria de Comunicação Social da Valec

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

Infraestrutura, Trânsito e Transportes

Lewandowski dá 72 horas para Anvisa informar sobre análise da Sputnik

Ministro atende pedido do governo da Bahia

Publicado em 20/01/2021 – 14:45 Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (21) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) envie informações sobre um pedido de uso emergencial da Sputnik V, vacina contra a covid-19 desenvolvida na Rússia.

O ministro deu prazo de 72 horas para a Anvisa prestar os esclarecimentos e confirmar se, de fato, recebeu pedido de uso emergencial da vacina.

As informações serão usadas por Lewandowski para decidir sobre um pedido do governo da Bahia que quer autorização para importar e distribuir vacinas mesmo antes da aprovação da Anvisa, desde que os imunizantes já tenham aval de autoridade sanitária estrangeira ou da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

A Sputnik V já foi aprovada e está sendo utilizada em países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Venezuela, argumentou o governo da Bahia. No Brasil, representantes da empresa União Química têm se reunido com técnicos da Anvisa para tentar dar prosseguimento ao processo de aprovação.

O pedido da Bahia foi protocolado em seguida a notícias de que a Anvisa recusou um pedido de uso emergencial da Sputnik V. Na segunda-feira (18), o Fundo de Investimento Direto da Rússia divulgou uma nota, por meio da Embaixada da Rússia no Brasil, negando que tenha havido a recusa da Anvisa.

“Considerada a afirmação do autor, feita na petição inicial, de que já foi requerida a autorização temporária para uso emergencial da vacina Sputnik V, informe, preliminarmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, no prazo de até 72 (setenta e duas) horas, se confirma tal afirmação e, em caso positivo, esclareça qual o estágio em que se encontra a aprovação do referido imunizante, bem assim eventuais pendências a serem cumpridas pelo interessado”, escreveu Lewandowski no despacho desta quarta-feira (21).

Edição: Fernando Fraga

Variante britânica do novo coronavírus é detectada em 60 países

Informação é da Organização Mundial da Saúde

A variante britânica do vírus da covid-19 continua a espalhar-se pelo mundo e foi detectada, na semana passada, em 60 países e territórios, anunciou a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em Portugal, se essa variante se tornar dominante, as aulas poderão ser suspensas.

A nova estirpe está presente em mais dez países e territórios, comparado com os números de uma semana atrás, 12 de janeiro, disse a OMS em sua Análise Epidemiológica Semanal.

Já a variante sul-africana, que, tal como a britânica, é muito mais contagiosa do que o vírus SARS-CoV-2 original, espalha-se mais lentamente e está presente em 23 países e territórios, mais três do que em 12 de janeiro.

A OMS informou ter monitorado a propagação de mais duas variantes que apareceram no Brasil (P1), no estado do Amazonas, uma delas detectada no Japão em quatro brasileiros.
“Há atualmente pouca informação disponível para avaliar se a transmissibilidade ou se as severidades são alteradas por essas novas variantes”, observou a agência da ONU.

Escolas

A variante britânica comunicada à OMS em meados de dezembro é considerada 50% a 70% mais contagiosa do que o novo coronavírus original e está presente nas seis áreas geográficas da organização, enquanto a variante sul-africana está presente apenas em quatro delas, informou a OMS, sem especificar quais.

A informação preliminar indica uma possível maior transmissibilidade entre as crianças. Com o vírus original, a hipótese era e transmissão menor do que a dos adultos.

O primeiro-ministro adiantou nessa terça-feira (19), em discussão no Parlamento, que não hesitará em fechar estabelecimentos de ensino se verificar que a variante inglesa do novo coronavírus, mais contagiosa, tornou-se dominante.

“Neste momento, estamos buscando manter as escolas abertas, já que sabemos o enorme custo social que representa fechá-las. Nesta quarta-feira, vamos iniciar uma campanha de testes rápidos em todas as escolas, tendo em vista reforçar a segurança”, disse.

Se para a semana ou daqui a 15 dias se souber, ou até mesmo se já nesta quarta-feira se souber, por exemplo, que a estirpe inglesa se tornou dominante no país, então, muito provavelmente, vamos ter mesmo de fechar as escolas”, advertiu o líder do Executivo.

Na França, o Instituto Nacional de Saúde e Investigação Médica revelou que prevê que a variante inglesa se torne a prevalente no país entre o fim de fevereiro e meados de março.

Existe também a questão da eficácia das vacinas contra essas novas variantes, mas até agora não há provas de que sejam menos eficazes.

Além disso, os laboratórios deram garantias de que estão aptos a fornecer rapidamente novas versões da vacina, se necessário.

Na Análise Epidemiológica Semanal, a OMS advertiu para uma escalada mundial do nível de mortes, com recorde de 93 mil em sete dias, e 4.7 milhões de novos casos no período.

As novas variantes do vírus causam preocupação, pois podem estar ligadas a uma aceleração dos contágios. (RTP/ABr)

Bolsonaro regulamenta Lei de Informática, e estimula pesquisa, desenvolvimento e inovação

Medida é uma demanda do setor produtivo e visa mais segurança jurídica e tributária às empresas

Entre as alterações, a possibilidade de que sejam contabilizados como investimento em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica (PD&I) do ano-calendário os dispêndios “correspondentes à execução de atividades realizadas até 31 de março do ano subsequente”.

Uma outra alteração relevante para os incentivos à produção de tecnologias da informação e comunicação (TICs) permite que, caso uma empresa esteja presente em mais de um local no país, ela possa se valer de regimes diferentes – ou seja, uma indústria pode usar o regime de créditos trimestrais dos incentivos enquanto outra usa o sistema anual.

Lei de Informática

A Lei de Informática ou Lei de TICs reorganizou o modelo de incentivos para estimular os investimentos privados em PD&I pelas empresas do setor.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) é o responsável por receber as declarações de investimentos das empresas que se habilitam ao programa. A nova lei também atendeu recomendações da Organização Mundial do Comércio (OMC), o que gera segurança jurídica e não compromete acordos internacionais do país.

Leia o Decreto Presidencial nº 10.602. (Com informações do Palácio do Planalto)

ANP regulamenta indicação de áreas para exploração de petróleo e gás

Resolução foi publicada hoje no Diário Oficial da União

Publicado em 19/01/2021 – 11:01 Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Esferas de armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) da Refinaria Duque de Caxias – REDUC

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou hoje (19) no Diário Oficial da União resolução que regulamenta os procedimentos para a indicação, por agentes econômicos, de áreas de exploração e produção de petróleo e gás de seu interesse.

Por esse processo, as empresas interessadas podem sugerir áreas de exploração e produção de petróleo e gás para estudo da ANP, a fim de incluí-las futuramente em uma rodada de licitação ou na oferta permanente. 

“A iniciativa visa regulamentar e estimular a nominação de áreas pelos agentes da indústria. O novo regulamento da ANP atualiza, simplifica e dá maior visibilidade e institucionalização ao processo, para atrair a participação de um número maior de agentes”, disse a ANP em nota.

A oferta permanente foi instituída pela ANP em 2017. Por meio dela, a agência realiza a contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas.

Esse tipo de oferta não se aplica nos blocos localizados no polígono do pré-sal, nas áreas estratégicas ou na plataforma continental além das 200 milhas náuticas,

Nominação

Em julho do ano passado, a ANP já havia aberto uma consulta pública para obter sugestões para a elaboração da normativa.

De acordo com a resolução publicada nesta terça-feira, a nominação de uma área poderá ser feita por qualquer pessoa jurídica da indústria do petróleo e gás natural.

Após a nominação, ANP vai estudar a possibilidade de ofertar a área em uma futura rodada de licitação. O procedimento possui caráter confidencial.

O texto, contudo, diz que a agência reguladora não será obrigada a ofertar a área em uma futura rodada de licitação.

De acordo com as diretrizes, a nominação de área incluída em processo de oferta permanente poderá gerar a revisão na geometria do bloco exploratório ou da área com acumulações marginais.

“A nominação de área não gerará nenhum compromisso, direito ou dever para a pessoa jurídica responsável, caso a área nominada venha a ser licitada”, diz a resolução.

Edição: Maria Claudia

Valec inclui medidas de integridade e combate à corrupção a seu estatuto

 

A Assembleia Geral da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. aprovou, por sugestão da Diretoria Executiva da empresa, proposta de inclusão de requisitos de ingresso para administradores na empresa. Dentre os principais requisitos, passa a fazer parte dos procedimentos prévios à nomeação de novos administradores a realização de diligência na vida pregressa e emissão de parecer sobre perfil e expertise dos postulantes ao cargo. Além disso,  fica vedada a indicação para o Consad, Direx  e demais órgãos estatutários de indivíduos que tenham incorrido nas causas de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa – Lei Complementar nº 135, de 2010, que torna inelegível por oito anos candidato que tiver mandato cassado, renunciar para evitar cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado. A iniciativa é mais um passo da estatal em prol da consolidação de valores voltados ao fortalecimento da governança, integridade, compliance e conformidade, a fim de reduzir aos menores índices as vulnerabilidades dos seus processos internos.

Em junho de 2020, a Valec reforçou sua aderência ao Programa Radar Anticorrupção do Ministério da Infraestrutura (saiba mais). Para o diretor de Administração e Finanças, Márcio Medeiros, idealizador da proposta de alteração do estatuto, a empresa avançou bastante nesses sete meses no tema Integridade. “Nossa gestão reforçou controles, revisou contratos, aprimorou o diálogo com a sociedade e, ao incluir no nosso estatuto critérios mais rígidos para a escolha e prestação de contas dos nossos administradores, deixamos registrado que tipo de empresa estamos construindo”, declarou.

Para atingir os objetivos esperados, foram incluídas no estatuto da Valec as seguintes inovações: realização de diligência na vida pregressa via procedimento de investigação social e, se necessário, funcional do candidato, antes da nomeação de administradores; exigência de justificativa assinada do presidente do Conselho de Administração e do Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração sobre perfil e expertise dos postulantes ao cargo; compromisso com metas no ingresso do cargo de diretor e relatório de prestação de contas na saída; monitoramento da Evolução Patrimonial; gestão de riscos de áreas sensíveis e termo de confidencialidade cuja infringência será considerada falta grave para fins disciplinares.

A medida já está em vigor e vale para o ingresso dos próximos integrantes do Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração da estatal.


Assessoria de Comunicação Social
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.
  (61) 2029-6030
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CNPJ: 42.150.664/0001-87

Endereço: SAUS, Quadra 01, Bloco ‘G’, Lotes 3 e 5. Asa Sul Brasília – DF

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