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:: ‘Mobilidade Urbana’

Pessoas com deficiência física criticam falta de acessibilidade em SP

Maior cidade do país tem calçadas irregulares e postes como obstáculos

Publicado em 21/09/2019 – 08:37

Por Ludmilla Souza* – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Ele conta que a falta de acessibilidade, os obstáculos e as barreiras nas calçadas são o que mais dificultam o deslocamento pela cidade. “O pior das calçadas é justamente as calçadas. Em muitos locais, como hospitais, universidades, para chegar até eles têm subidas, às vezes o local até tem acessibilidade, mas para chegar têm obstáculos”.

A reportagem da Agência Brasil acompanhou o trajeto de Paulo até chegar a AACD, instituição referência em ortopedia há 69 anos no Brasil. Ele sai de casa com três horas de antecedência para não perder o horário da fisioterapia. O primeiro obstáculo já é enfrentado antes mesmo de chegar na parada de ônibus. Paulo mora numa viela e precisa passar por uma rampa bastante inclinada para chegar até a rua.

“Essa rampa é um pouco íngreme, eu consigo subi-la sozinho às vezes, eu subo de costas, mas já caí uma vez, então eu prefiro pedir ajuda para evitar. A rua é bem estreita porque tem muitos becos e muita gente deixa o carro na rua, dificultando passar”, afirmou.

Ele carrega ainda uma órtese, utilizada para fazer a marcha terapêutica, o que dificulta ainda mais o deslocamento.

São Paulo – Trajeto do estudante de psicologia Paulo César de Jesus entre o bairro de Santo Amaro e o hospital da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), onde realiza fisioterapia. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Na parada de ônibus, Paulo precisa aguardar uma condução que seja adaptada para deficientes físicos. “Às vezes o que passa na hora não é adaptado, aí tenho que esperar o próximo”, frisa.  De acordo com informação disponível no site da prefeitura de São Paulo, mais de 50% dos ônibus de transporte coletivo da capital paulista são adaptados para pessoas com deficiência.

À noite, quando vai estudar, Paulo usa o Atende – transporte gratuito destinado às pessoas com autismo, surdocegueira ou deficiência física severa. O serviço, oferecido pela prefeitura, busca Paulo na porta de casa e faz o trajeto de ida para a universidade. Paulo conta, entretanto, que costuma vivenciar situações constrangedoras.

“O tempo de me colocar na van e colocar o cinto demora, nisso faz um trânsito enorme, e tudo isso já gera um stress no horário de pico e trava a rua toda”, destaca.

O serviço atende apenas até as 20h e, para voltar da faculdade, ele precisa, novamente, pegar um ônibus. Paulo reclama da falta de empatia e do desconhecimento dos motoristas sobre normas que ajudam a vida dos cadeirantes.

“O ponto é numa descida, mas eu peço para os motoristas pararem na curva, mais perto da minha casa. Tem uma lei que permite que o motorista pare fora do ponto, mas eles não conhecem essa lei, então eu tenho sempre que ficar argumentando e debatendo e eu acho que não deveria passar por isso, porque é uma necessidade, não é um luxo”, destaca.

“Essas são as maiores dificuldades pelo local onde eu moro: a questão do transporte, chegar até o ponto do ônibus e também pela rua ser estreita”, lamenta.

Vida de estudante

São Paulo – O estudante de psicologia, Paulo César de Jesus, realiza sessão de fisioterapia no Hospital AACD. Rovena Rosa/Agência Brasil

Paulo afirma que, em geral, os locais não pensam na necessidade de locomoção das pessoas, em especial, as que têm mobilidade reduzida.

“Na minha faculdade é zero acessibilidade, as pessoas me ajudam, mas é isso: se eu preciso de ajuda é porque não tem acessibilidade, é a necessidade de ajuda que caracteriza a deficiência, caso contrário eu só teria uma impedimento de mobilidade física, mas se eu posso circular sem precisar de ajuda de ninguém eu não tenho deficiência. O tempo todo eu sou lembrado que eu tenho essa limitação, pela falta de acesso. Lá não tem elevador, não tem rampa, não tem bebedouro, não tem espelho, não foi pensado para mim”.

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Estudo mostra ruas e calçadas inadequadas para circulação de pessoas

Todas as capitais apresentam problemas; São Paulo tem melhor pontuação

Publicado em 19/09/2019 – 19:54

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Nenhuma capital brasileira apresenta condições adequadas para circulação de pedestres e cadeirantes nas calçadas, ruas e faixas de travessia, revela o estudo Campanha Calçadas do Brasil 2019, divulgado hoje (19) pela Mobilize Brasil, em São Paulo.

O estudo avaliou a condição das calçadas, da sinalização para os pedestres, o conforto e a segurança para quem caminha nos entornos de edificações públicas. O levantamento mostra que, em maior ou menor medida, quem precisa caminhar nas capitais do país acaba encontrando calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforos ausentes ou deficientes, ambientes agressivos e poluídos e nenhum local para descanso em dias de calor ou chuva. Em outras palavras, as cidades brasileiras apresentam baixa caminhabilidade.

Segundo Marcos de Sousa, um dos coordenadores da campanha, os resultados mostraram que “as escolas, hospitais e centros de saúde são os piores lugares para caminhar, justamente os lugares com maior presença de idosos e crianças e de pessoas mais humildes”.

“As sedes das Câmaras Municipais, as sedes das prefeituras, ou os edifícios onde está o centro do poder, são bem tratados. Os hospitais, creches, escolas e centros de saúde são os locais em que encontramos as piores condições possíveis, degradantes, o que faz com que as pessoas tenham que andar na rua, às vezes, arriscando a vida”, disse Sousa.

A média nacional, que ficou em 5,71, é considerada baixa, já que os critérios do estudo estabeleciam que o mínimo aceitável seria a nota 8, em uma escala de zero a dez. Todos os lugares avaliados na pesquisa eram de responsabilidade direta dos governos, em seus três níveis. “Se os governantes não cumprem as leis e normas, como esperar que o morador zele por sua calçada?”, questionou Ricky Ribeiro, diretor do Mobilize Brasil.

“O estudo mostrou, de forma geral, que não existe uma política nacional de mobilidade urbana que, teoricamente, daria prioridade ao pedestre ou ao ciclista”, acrescentou Sousa. “O que a gente vê na prática é que em raríssimos locais a acessibilidade é concreta. Chama a atenção o fato de não existirem corredores acessíveis, corredores caminháveis. O que vemos são trechos pequenos na frente dos edifícios públicos que têm boas condições de caminhabilidade, mas a pessoa, para chegar até ali, tem que percorrer longos trechos passando por buracos, degraus ou ao lado de postes.”

Capitais

A capital brasileira mais bem analisada nesses critérios foi São Paulo, que ficou com a nota 6,93, seguida por Belo Horizonte, com 6,84, e Florianópolis, com 6,73. Belém foi a capital que teve a pior classificação, com nota 4,52, seguida por Fortaleza, com 4,53, e Cuiabá, com 4,79. Brasília ficou na sétima posição, com nota 6,25.

“A cidade menos pior é São Paulo, e ela não atinge nem a nota 7, que ainda é inferior à nota 8, o mínimo adequado para uma situação confortável de caminhabilidade”, disse a arquiteta e urbanista Marília Hildebrand, membro do Mobilize Brasil. “Na cidade de São Paulo, temos bons exemplos de calçadas que percorrem mais de um quilômetro, como as Avenida Paulista e da Avenida Faria Lima. Mas isso são exceções”, afirmou. “A pior capital é Belém, abaixo da nota 5. Quando as avaliações se estendem para as periferias, o problema fica ainda pior.”

Para Marília, a sociedade perde em integração e diversidade quando deixa de apresentar calçadas adequadas para sua população. “Se pensarmos que a calçada também é um espaço público e que ela permite que as pessoas vivenciem a cidade e se desloquem entre os seus espaços, uma má qualidade de calçadas vai influenciar diretamente na falta de integração do cidadão com a cidade”, disse a urbanista. “Sem contar que isso é uma grande restrição para as pessoas com mobilidade reduzida.”

O estudo foi feito por uma rede de colaboradores nas 27 capitais, que saíram às ruas entre os meses de março e julho para fazer o levantamento nas proximidades de locais com grande circulação de pessoas a pé, como hospitais, escolas, mercados, terminais de transportes, edifícios da administração pública, praças e parques, entre outros espaços.

Os avaliadores visitaram, fotografaram, tomaram medições e atribuíram notas de zero a dez para cada um dos 13 itens considerados na pesquisa: regularidade do piso, largura da calçada, inclinação transversal da calçada, existência de barreiras e obstáculos, condições de rampas de acessibilidade, faixas de pedestres, semáforos de pedestres, mapas e placas de orientação, arborização e paisagismo, mobiliário urbano, poluição atmosférica, ruído urbano e segurança.

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Edição: Nádia Franco

MAIS E MAIS PROBLEMAS ASSOLAM A NOSSA ILHÉUS

Como se não bastassem os problemas já existentes e sem solução, novos problemas vão chegando, como Trânsito Urbano e Mobilidade Urbana.

E a turma do mimimi do gato gago, continua enxugando gelo.

Paciência…

É nós na fita…

A VOLTA DAS LANCHAS ENTRE ILHÉUS-PONTAL E ADJACÊNCIAS. (10-11-2013)

 

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O UBER É UMA CONQUISTA MODERNA PARA ILHÉUS.

Pela salutar concorrência, vai melhorar o transporte coletivo.

Acabar com transporte clandestino ou alternativo, lotações, e ainda, diminuir o excesso de táxis na cidade.

As suas ordens!

 

A UBER ESTÁ CHEGANDO EM ILHÉUS!

O Prefeito e sua ‘tchurma’, vão parar de empurrar com a barriga, e encher linguiça, com os taxistas, clandestinos, alternativos, complementares e o escambau…

É só chamar no aplicativo do Smartphone…

MOBILIDADE AQUAVIÁRIA, TAMBÉM É MOBILIDADE URBANA!

Com embarcações modernas e adaptáveis às necessidades das demandas.

Com ancoradouros flutuantes e mistos, também para todas as necessidades.

Não precisa ser uma mega-empresa para prestar o serviço, até ME pode, desde que cumpram as exigências da ANTAQ e da Normam-3 da Marinha do Brasil.

As ‘estradas’ que não precisam de manutenção, estão aí mesmo…

Painel de exemplos.

Painel de exemplos.

Um tipo de ancoradouro misto. (fixo/flutuante)

Um tipo de ancoradouro misto. (fixo/flutuante)

ILHÉUS E OS SEUS PROBLEMAS DE MOBILIDADE URBANA.

São gritantes os problemas de mobilidade urbana, acumulados durante anos na cidade de Ilhéus.

Um deles que vou mostrar agora na foto abaixo, refere-se aos pontos de ônibus coletivos no centro nevrálgico e comercial da cidade.

Vários desses pontos, foram colocados numa calçada de mais ou menos metro e meio, e causam transtorno e desconforto para passageiros e transeuntes, na hora de embarque e desembarque.

Quando os técnicos da Prefeitura de Ilhéus, forem debruçar-se sobre o planejamento dessa demanda, que seja feito com bastante apuro e competência.

Foto O SARRAFO

Foto O SARRAFO

Bicicleta no Brasil é uma das mais caras do mundo, aponta estudo

Fonte: Bahia Notícias.

Bicicleta no Brasil é uma das mais caras do mundo, aponta estudo

Metade das vendas no país é para uso como transporte | Foto: BahiaPress
Estudos elaborados pela Tendências Consultoria a pedido da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) mostraram que o imposto que incide sobre as bicicletas no país é de 40,5% em média, contra 32% dos tributos no preço final dos carros, de acordo com levantamento da Consultoria IHS Automotive no Brasil. Reportagem do jornal O Globo mostra que a falta de incentivo fica claro na comparação do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI): a alíquota do tributo federal é de 3,5% para carros populares, contra 10% para as bicicletas produzidas fora da Zona Franca de Manaus. Com isso, o Brasil tem umas das bicicletas mais caras do mundo. Uma “magrela” comum, aro 26 e 21 marchas, vendida em média a R$ 400 no Brasil, é cerca de 54% mais cara que uma similar nos Estados Unidos, onde sai por R$ 259, segundo pesquisas em sites de compras. A bicicleta dobrável, ideal para uso de forma integrada ao transporte público, custa R$ 640 no Brasil, contra R$ 477 na Alemanha. “Com todos os benefícios da bicicleta me parece descabido este elevado grau de impostos. A população tem se conscientizado, algumas cidades estão criando infraestrutura de ciclovias e ciclofaixas, mas falta, ainda, a questão tributária”, criticou o presidente da Aliança Bike, Marcelo Maciel, entidade que reúne 53 empresas do setor. Segundo a pesquisa, em média, uma bicicleta que sai de uma fábrica brasileira tem seu preço elevado em 68,2% devido aos impostos, levando em conta o mix de produção do Brasil, uma vez que a produção de Manaus, 21% do total, tem menos impostos. Levando em conta apenas o preço de uma bicicleta fabricada no resto do país, os tributos elevam em 80,3% seu preço, ou seja, nestes casos, uma parcela de 44,5% do preço final das bikes é tributos. Para o consultor da Associação de Ciclistas Urbanos da Cidade de São Paulo (Ciclocidade), Daniel Guth, a tributação e seu impacto no preços é fundamental para estimular o uso das bicicletas que trazem vantagens ambientais, na saúde da população e desafoga o trânsito. Segundo o especialista, do total de bicicletas vendidas no Brasil, 50% são destinadas ao transporte.

SE ILHÉUS TIVESSE UMA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO. (MEMÓRIA 28-04-2011)

Avenida Osvaldo Cruz, ao lado do Estádio Mario Pessoa.

ATENÇÃO PREFEITURAS – PAC II: prazo para apresentação de projetos de engenharia termina nesta sexta-feira, 29

O deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, no intuito de auxiliar as prefeituras no encaminhamento de documentos, que visem liberação de recursos, ao governo federal, alerta sobre o final do prazo para apresentação dos projetos de engenharia e demais documentações técnica, jurídica e institucional aos agentes financeiros (Caixa Econômica Federal).

Esses projetos dizem respeito ao programa de urbanização de assentamentos precários, abastecimento d’água, esgotamento sanitário, saneamento integrado, drenagem urbana e manejo das águas pluviais, do Plano de Aceleração do Crescimento II (PAC II). O final do prazo está marcado para esta sexta-feira, 29.

Canal do Malhado, próximo a Central de Abastecimento.

LANCHAS ILHÉUS-PONTAL, SERIA UMA BOA? (18-01-2013)

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Lógico que não seriam mais as românticas lanchas de outrora.

Seriam lanchas mais rápidas e modernas, com maior conforto aos passageiros.

Visando assim, a mobilidade das pessoas que precisam, ou trabalham, tanto centro de Ilhéus e bairros adjacentes, como para quem precisa ir ao Pontal, a serviço ou morador.

Fica uma curiosidade, e fotos de lanchas mais modernas.

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A PRAÇA CAIRU PRECISA DIMINUIR DE TAMANHO.

Embora existam melindres quanto a mexer no tamanho da Praça Cairu, mas a realidade é que ela hoje é um trambolho que atrapalha o trânsito da cidade.

Ela precisa ser cortada ao meio ligando a cidade, da sua parte norte ao sul. Precisa ser diminuída de tamanho, pois era bonita e superdimensionada, mas o gestor da época não tinha noção de futuro.

Ilhéus precisa entrar na era de ações e atitudes.

1964 sobre 2010.

1964 sobre 2010.

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