WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Mobilidade Urbana’

Ministro diz que dispõe de R$ 7 bi para investir em mobilidade urbana

Semana da Mobilidade começa hoje e vai até sexta-feira

Publicado em 20/09/2021 – 10:53 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Movimento no Viaduto do Chá durante a quarentena. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse hoje (20) que o governo dispõe de R$ 7 bilhões em recursos a serem investidos em mobilidade urbana, e que, nesse setor, é o transporte público o “vetor mais importante”, enquanto alternativa de deslocamento de pessoas. A afirmação foi feita durante a abertura online da Semana da Mobilidade, que vai até sexta-feira (24). A expectativa é de que ao longo da semana sejam anunciadas também medidas de estímulo ao desenvolvimento de projetos de infraestrutura cicloviária.

“Temos mais de R$ 7 bilhões em investimentos, mas em função da pandemia houve dificuldade muito grande de manutenção dos serviços de transporte nas cidades de médio e grande porte, uma vez que diminuiu o fluxo de pessoas, afetando o equilíbrio econômico e financeiro das concessões espalhadas pelo país”, disse Marinho.

Em sua fala, o ministro lembrou que a questão da mobilidade é transversal, abrangendo não apenas deslocamento das pessoas, mas também investimentos na infraestrutura das cidades, em inovação, em tecnologia, bem como na busca de transporte mais baratos e seguros, “de viés públicos ou autônomos, como é o caso das ciclovias”, disse ele ao destacar a necessidade de parcerias cada vez maiores entre estados municípios e governo federal.

Marinho destacou que a partir da década de 1950 o Brasil deu início a uma mudança que acabou por mudar o perfil do país, com suas populações rurais se deslocando cada vez mais na direção das cidades, o que implicou em aumento das demandas de deslocamento.

“O transporte público é, sem dúvida, o vetor mais importante nesse processo de mudanças, aliado ao fato da necessidade de trabalharmos a questão do meio ambiente e da sustentabilidade”, disse o ministro.

Nesse sentido, o ministro acrescentou que as discussões promovidas ao longo da semana buscarão “alternativas de transporte ligado a vias de bicicletas; aos corredores de circulação de transporte; aos ônibus movidos a gás; aos ônibus elétricos, metrôs de superfícies, VRTs, BRTs; a intervenções nas áreas urbanas, no sentido de permitir maior fluidez no tráfico; e às cidades inteligentes, que permitem gestão racional e saudável do trânsito das cidades por meio de câmeras e aplicativos”.

Ao final da cerimônia de abertura, Marinho assinou alguns atos ministeriais relativos à implementação do programa Avançar Cidades, de apoio financeiro a municípios com mais de 100 mil habitantes, nas cidades de Goiânia (GO) e de Almirante Tamandaré (PR), e relativos à concessão de linhas para transporte sobre trilhos em São Paulo.

Fórum consultivo

Um decreto publicado hoje (20) pelo presidente Jair Bolsonaro no Diário Oficial da União criou o Fórum Consultivo sobre Mobilidade Urbana, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

O novo fórum é composto por 12 integrantes, incluindo representantes do ministério da Economia, do Fórum Nacional de Prefeitos, da Confederação Nacional de Secretários de Transportes, entre outros. O órgão ficará sob a alçada da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano.

Matéria ampliada às 12h para inclusão do segundo parágrafo.

Edição: Denise Griesinger

Retomada do transporte privado: Startup registra crescimento de 47% na média de quilômetros

Kovi oferece descontos agressivos para motoristas de aplicativo alugarem carros

Entre abril e junho, a Kovi, a maior startup de aluguel de veículos para motoristas de aplicativo registrou aumento na procura de aluguel de carros nos pedidos de cadastro no site, contatos em seus canais de atendimento e em suas redes sociais. A startup atua em duas cidades: São Paulo e Porto Alegre, que tiveram respectivamente 47% e 68% de crescimento na procura. Com a abertura gradual da economia, a Kovi pratica o menor preço do mercado, e registrou aumento no Km rodado, refletindo no aumento de pedidos de aluguel pelos motoristas de aplicativos de transporte. A aposta na retomada já é uma realidade. “Estamos vendo a busca por cadastros subir e também o aumento de quilometragem rodada”, diz Adhemar Milani Neto, CEO da Kovi.

 

Os pacotes promocionais valem não só para novos motoristas como para os que já são da base. “Não faz sentido criar promoção somente para quem entra agora, uma vez que o momento representa um sério recomeço para nossos motoristas da base que se mantiveram conosco durante o isolamento social”, completa.

Hoje em São Paulo mais de 30% da base de motoristas está já rodando mais do que 700 km por semana, esse número dobrou desde o início do isolamento social. Em Porto Alegre esse aumento foi ainda maior, e 45% dos motoristas estão rodando mais de 700 km.

O cenário atual aponta que o transporte privado por aplicativos e individual deve aumentar nos próximos meses. “A Kovi acredita que a mobilidade urbana está em constante evolução, acompanhando outros países, entendemos que por questões sanitárias, as pessoas vão optar por se locomover através de serviços de transporte privado via aplicativo, bem como o uso de bicicletas e patinetes,.” diz Adhemar.

Os preços da Kovi são os menores do mercado e os descontos levam em conta a quilometragem rodada pelo motorista na semana: Para rodar de 0 a 300km por semana, o motorista paga apenas R?150 por semana. De 301km a 700km, o pacote custa R?220. De 700km a 1.250km, motorista paga R?269,00 e pacote de km ilimitado sai por R?329. Esses novos preços do Desconto por KM Rodado entram no dia 4 de julho e são válidos até 10 de agosto. Para alugar um carro da startup, o processo é simples e 100% online. O motorista precisa se cadastrar no site da Kovi, www.kovi.com.br, a startup analisará os documentos após essa etapa, deve-se escolher o plano que melhor atende as necessidades, efetuar pagamento, e agendar o horário de retirada do veículo do pátio.

Pessoas com deficiência física criticam falta de acessibilidade em SP

Maior cidade do país tem calçadas irregulares e postes como obstáculos

Publicado em 21/09/2019 – 08:37

Por Ludmilla Souza* – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Ele conta que a falta de acessibilidade, os obstáculos e as barreiras nas calçadas são o que mais dificultam o deslocamento pela cidade. “O pior das calçadas é justamente as calçadas. Em muitos locais, como hospitais, universidades, para chegar até eles têm subidas, às vezes o local até tem acessibilidade, mas para chegar têm obstáculos”.

A reportagem da Agência Brasil acompanhou o trajeto de Paulo até chegar a AACD, instituição referência em ortopedia há 69 anos no Brasil. Ele sai de casa com três horas de antecedência para não perder o horário da fisioterapia. O primeiro obstáculo já é enfrentado antes mesmo de chegar na parada de ônibus. Paulo mora numa viela e precisa passar por uma rampa bastante inclinada para chegar até a rua.

“Essa rampa é um pouco íngreme, eu consigo subi-la sozinho às vezes, eu subo de costas, mas já caí uma vez, então eu prefiro pedir ajuda para evitar. A rua é bem estreita porque tem muitos becos e muita gente deixa o carro na rua, dificultando passar”, afirmou.

Ele carrega ainda uma órtese, utilizada para fazer a marcha terapêutica, o que dificulta ainda mais o deslocamento.

São Paulo – Trajeto do estudante de psicologia Paulo César de Jesus entre o bairro de Santo Amaro e o hospital da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), onde realiza fisioterapia. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Na parada de ônibus, Paulo precisa aguardar uma condução que seja adaptada para deficientes físicos. “Às vezes o que passa na hora não é adaptado, aí tenho que esperar o próximo”, frisa.  De acordo com informação disponível no site da prefeitura de São Paulo, mais de 50% dos ônibus de transporte coletivo da capital paulista são adaptados para pessoas com deficiência.

À noite, quando vai estudar, Paulo usa o Atende – transporte gratuito destinado às pessoas com autismo, surdocegueira ou deficiência física severa. O serviço, oferecido pela prefeitura, busca Paulo na porta de casa e faz o trajeto de ida para a universidade. Paulo conta, entretanto, que costuma vivenciar situações constrangedoras.

“O tempo de me colocar na van e colocar o cinto demora, nisso faz um trânsito enorme, e tudo isso já gera um stress no horário de pico e trava a rua toda”, destaca.

O serviço atende apenas até as 20h e, para voltar da faculdade, ele precisa, novamente, pegar um ônibus. Paulo reclama da falta de empatia e do desconhecimento dos motoristas sobre normas que ajudam a vida dos cadeirantes.

“O ponto é numa descida, mas eu peço para os motoristas pararem na curva, mais perto da minha casa. Tem uma lei que permite que o motorista pare fora do ponto, mas eles não conhecem essa lei, então eu tenho sempre que ficar argumentando e debatendo e eu acho que não deveria passar por isso, porque é uma necessidade, não é um luxo”, destaca.

“Essas são as maiores dificuldades pelo local onde eu moro: a questão do transporte, chegar até o ponto do ônibus e também pela rua ser estreita”, lamenta.

Vida de estudante

São Paulo – O estudante de psicologia, Paulo César de Jesus, realiza sessão de fisioterapia no Hospital AACD. Rovena Rosa/Agência Brasil

Paulo afirma que, em geral, os locais não pensam na necessidade de locomoção das pessoas, em especial, as que têm mobilidade reduzida.

“Na minha faculdade é zero acessibilidade, as pessoas me ajudam, mas é isso: se eu preciso de ajuda é porque não tem acessibilidade, é a necessidade de ajuda que caracteriza a deficiência, caso contrário eu só teria uma impedimento de mobilidade física, mas se eu posso circular sem precisar de ajuda de ninguém eu não tenho deficiência. O tempo todo eu sou lembrado que eu tenho essa limitação, pela falta de acesso. Lá não tem elevador, não tem rampa, não tem bebedouro, não tem espelho, não foi pensado para mim”.

:: LEIA MAIS »

Estudo mostra ruas e calçadas inadequadas para circulação de pessoas

Todas as capitais apresentam problemas; São Paulo tem melhor pontuação

Publicado em 19/09/2019 – 19:54

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Nenhuma capital brasileira apresenta condições adequadas para circulação de pedestres e cadeirantes nas calçadas, ruas e faixas de travessia, revela o estudo Campanha Calçadas do Brasil 2019, divulgado hoje (19) pela Mobilize Brasil, em São Paulo.

O estudo avaliou a condição das calçadas, da sinalização para os pedestres, o conforto e a segurança para quem caminha nos entornos de edificações públicas. O levantamento mostra que, em maior ou menor medida, quem precisa caminhar nas capitais do país acaba encontrando calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforos ausentes ou deficientes, ambientes agressivos e poluídos e nenhum local para descanso em dias de calor ou chuva. Em outras palavras, as cidades brasileiras apresentam baixa caminhabilidade.

Segundo Marcos de Sousa, um dos coordenadores da campanha, os resultados mostraram que “as escolas, hospitais e centros de saúde são os piores lugares para caminhar, justamente os lugares com maior presença de idosos e crianças e de pessoas mais humildes”.

“As sedes das Câmaras Municipais, as sedes das prefeituras, ou os edifícios onde está o centro do poder, são bem tratados. Os hospitais, creches, escolas e centros de saúde são os locais em que encontramos as piores condições possíveis, degradantes, o que faz com que as pessoas tenham que andar na rua, às vezes, arriscando a vida”, disse Sousa.

A média nacional, que ficou em 5,71, é considerada baixa, já que os critérios do estudo estabeleciam que o mínimo aceitável seria a nota 8, em uma escala de zero a dez. Todos os lugares avaliados na pesquisa eram de responsabilidade direta dos governos, em seus três níveis. “Se os governantes não cumprem as leis e normas, como esperar que o morador zele por sua calçada?”, questionou Ricky Ribeiro, diretor do Mobilize Brasil.

“O estudo mostrou, de forma geral, que não existe uma política nacional de mobilidade urbana que, teoricamente, daria prioridade ao pedestre ou ao ciclista”, acrescentou Sousa. “O que a gente vê na prática é que em raríssimos locais a acessibilidade é concreta. Chama a atenção o fato de não existirem corredores acessíveis, corredores caminháveis. O que vemos são trechos pequenos na frente dos edifícios públicos que têm boas condições de caminhabilidade, mas a pessoa, para chegar até ali, tem que percorrer longos trechos passando por buracos, degraus ou ao lado de postes.”

Capitais

A capital brasileira mais bem analisada nesses critérios foi São Paulo, que ficou com a nota 6,93, seguida por Belo Horizonte, com 6,84, e Florianópolis, com 6,73. Belém foi a capital que teve a pior classificação, com nota 4,52, seguida por Fortaleza, com 4,53, e Cuiabá, com 4,79. Brasília ficou na sétima posição, com nota 6,25.

“A cidade menos pior é São Paulo, e ela não atinge nem a nota 7, que ainda é inferior à nota 8, o mínimo adequado para uma situação confortável de caminhabilidade”, disse a arquiteta e urbanista Marília Hildebrand, membro do Mobilize Brasil. “Na cidade de São Paulo, temos bons exemplos de calçadas que percorrem mais de um quilômetro, como as Avenida Paulista e da Avenida Faria Lima. Mas isso são exceções”, afirmou. “A pior capital é Belém, abaixo da nota 5. Quando as avaliações se estendem para as periferias, o problema fica ainda pior.”

Para Marília, a sociedade perde em integração e diversidade quando deixa de apresentar calçadas adequadas para sua população. “Se pensarmos que a calçada também é um espaço público e que ela permite que as pessoas vivenciem a cidade e se desloquem entre os seus espaços, uma má qualidade de calçadas vai influenciar diretamente na falta de integração do cidadão com a cidade”, disse a urbanista. “Sem contar que isso é uma grande restrição para as pessoas com mobilidade reduzida.”

O estudo foi feito por uma rede de colaboradores nas 27 capitais, que saíram às ruas entre os meses de março e julho para fazer o levantamento nas proximidades de locais com grande circulação de pessoas a pé, como hospitais, escolas, mercados, terminais de transportes, edifícios da administração pública, praças e parques, entre outros espaços.

Os avaliadores visitaram, fotografaram, tomaram medições e atribuíram notas de zero a dez para cada um dos 13 itens considerados na pesquisa: regularidade do piso, largura da calçada, inclinação transversal da calçada, existência de barreiras e obstáculos, condições de rampas de acessibilidade, faixas de pedestres, semáforos de pedestres, mapas e placas de orientação, arborização e paisagismo, mobiliário urbano, poluição atmosférica, ruído urbano e segurança.

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Edição: Nádia Franco

MAIS E MAIS PROBLEMAS ASSOLAM A NOSSA ILHÉUS

Como se não bastassem os problemas já existentes e sem solução, novos problemas vão chegando, como Trânsito Urbano e Mobilidade Urbana.

E a turma do mimimi do gato gago, continua enxugando gelo.

Paciência…

É nós na fita…

A VOLTA DAS LANCHAS ENTRE ILHÉUS-PONTAL E ADJACÊNCIAS. (10-11-2013)

 

rezende-novo-email

O UBER É UMA CONQUISTA MODERNA PARA ILHÉUS.

Pela salutar concorrência, vai melhorar o transporte coletivo.

Acabar com transporte clandestino ou alternativo, lotações, e ainda, diminuir o excesso de táxis na cidade.

As suas ordens!

 

A UBER ESTÁ CHEGANDO EM ILHÉUS!

O Prefeito e sua ‘tchurma’, vão parar de empurrar com a barriga, e encher linguiça, com os taxistas, clandestinos, alternativos, complementares e o escambau…

É só chamar no aplicativo do Smartphone…

MOBILIDADE AQUAVIÁRIA, TAMBÉM É MOBILIDADE URBANA!

Com embarcações modernas e adaptáveis às necessidades das demandas.

Com ancoradouros flutuantes e mistos, também para todas as necessidades.

Não precisa ser uma mega-empresa para prestar o serviço, até ME pode, desde que cumpram as exigências da ANTAQ e da Normam-3 da Marinha do Brasil.

As ‘estradas’ que não precisam de manutenção, estão aí mesmo…

Painel de exemplos.

Painel de exemplos.

Um tipo de ancoradouro misto. (fixo/flutuante)

Um tipo de ancoradouro misto. (fixo/flutuante)

ILHÉUS E OS SEUS PROBLEMAS DE MOBILIDADE URBANA.

São gritantes os problemas de mobilidade urbana, acumulados durante anos na cidade de Ilhéus.

Um deles que vou mostrar agora na foto abaixo, refere-se aos pontos de ônibus coletivos no centro nevrálgico e comercial da cidade.

Vários desses pontos, foram colocados numa calçada de mais ou menos metro e meio, e causam transtorno e desconforto para passageiros e transeuntes, na hora de embarque e desembarque.

Quando os técnicos da Prefeitura de Ilhéus, forem debruçar-se sobre o planejamento dessa demanda, que seja feito com bastante apuro e competência.

Foto O SARRAFO

Foto O SARRAFO

Bicicleta no Brasil é uma das mais caras do mundo, aponta estudo

Fonte: Bahia Notícias.

Bicicleta no Brasil é uma das mais caras do mundo, aponta estudo

Metade das vendas no país é para uso como transporte | Foto: BahiaPress
Estudos elaborados pela Tendências Consultoria a pedido da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) mostraram que o imposto que incide sobre as bicicletas no país é de 40,5% em média, contra 32% dos tributos no preço final dos carros, de acordo com levantamento da Consultoria IHS Automotive no Brasil. Reportagem do jornal O Globo mostra que a falta de incentivo fica claro na comparação do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI): a alíquota do tributo federal é de 3,5% para carros populares, contra 10% para as bicicletas produzidas fora da Zona Franca de Manaus. Com isso, o Brasil tem umas das bicicletas mais caras do mundo. Uma “magrela” comum, aro 26 e 21 marchas, vendida em média a R$ 400 no Brasil, é cerca de 54% mais cara que uma similar nos Estados Unidos, onde sai por R$ 259, segundo pesquisas em sites de compras. A bicicleta dobrável, ideal para uso de forma integrada ao transporte público, custa R$ 640 no Brasil, contra R$ 477 na Alemanha. “Com todos os benefícios da bicicleta me parece descabido este elevado grau de impostos. A população tem se conscientizado, algumas cidades estão criando infraestrutura de ciclovias e ciclofaixas, mas falta, ainda, a questão tributária”, criticou o presidente da Aliança Bike, Marcelo Maciel, entidade que reúne 53 empresas do setor. Segundo a pesquisa, em média, uma bicicleta que sai de uma fábrica brasileira tem seu preço elevado em 68,2% devido aos impostos, levando em conta o mix de produção do Brasil, uma vez que a produção de Manaus, 21% do total, tem menos impostos. Levando em conta apenas o preço de uma bicicleta fabricada no resto do país, os tributos elevam em 80,3% seu preço, ou seja, nestes casos, uma parcela de 44,5% do preço final das bikes é tributos. Para o consultor da Associação de Ciclistas Urbanos da Cidade de São Paulo (Ciclocidade), Daniel Guth, a tributação e seu impacto no preços é fundamental para estimular o uso das bicicletas que trazem vantagens ambientais, na saúde da população e desafoga o trânsito. Segundo o especialista, do total de bicicletas vendidas no Brasil, 50% são destinadas ao transporte.

SE ILHÉUS TIVESSE UMA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO. (MEMÓRIA 28-04-2011)

Avenida Osvaldo Cruz, ao lado do Estádio Mario Pessoa.

ATENÇÃO PREFEITURAS – PAC II: prazo para apresentação de projetos de engenharia termina nesta sexta-feira, 29

O deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, no intuito de auxiliar as prefeituras no encaminhamento de documentos, que visem liberação de recursos, ao governo federal, alerta sobre o final do prazo para apresentação dos projetos de engenharia e demais documentações técnica, jurídica e institucional aos agentes financeiros (Caixa Econômica Federal).

Esses projetos dizem respeito ao programa de urbanização de assentamentos precários, abastecimento d’água, esgotamento sanitário, saneamento integrado, drenagem urbana e manejo das águas pluviais, do Plano de Aceleração do Crescimento II (PAC II). O final do prazo está marcado para esta sexta-feira, 29.

Canal do Malhado, próximo a Central de Abastecimento.

contador free
nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia

marmita mensal
setembro 2021
D S T Q Q S S
« ago    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia