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:: ‘Minério’

DILMA ENTREGOU A AMAZÔNIA. E AGORA? DILMA PRECISA EXPLICAR AO BRASIL! ===>>> 19/10/2014

O PIOR dos motivos, que coloca os escândalos do  mensalão e Petrobrás como irrelevantes:  Dilma não retificou a OIT/ONU 169 até 24/07/2014  permitindo que a ONU futuramente divida a Amazônia em 216 Estados independentes do Brasil, podendo o povo residente no local e entorno  ser expulso, e perder sua nacionalidade:  http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/o-brasil-corre-o-risco-de-perder-metade.html

O referido Decreto que internacionaliza a nossa Amazônia, foi assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo prazo esgotou-se há poucos meses, e ninguém sabe da definição da  Presidenta Dilma.

Depois de ver a imagem das nossas riquezas que serão entregues de mão beijada à especulação e exploração internacional, clique aqui para ler o Decreto 5051/2004.

mapaROsolo

 

EMPRESA É FLAGRADA EXTRAINDO ILEGALMENTE MINERAIS NO SUL DA BAHIA

Auditores Fiscais do Trabalho participaram de ação fiscal na manhã desta quarta-feira (24/04/19) que resultou em interdição das atividades e apreensão de explosivos de mineradora no extremo sul da Bahia. A atividade de mineração era exercida na zona rural do município de Itapebi/BA, a seiscentos quilômetros de Salvador, por empresa cujo sócio possui endereço no município de Taiobeiras em Minas Gerais.

A ação foi realizada pela Agência Nacional de Mineração, Auditoria Fiscal do Trabalho, Exército Brasileiro, Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

No local, havia treze trabalhadores laborando sem registro na CTPS, ausência de exames de saúde admissionais e sem a observação das medidas de segurança e saúde de trabalho. Estes trabalhadores, apesar de operarem com explosivos, não receberam qualquer treinamento, manuseando-os de forma insegura e em desacordo com as normas técnicas vigentes, ensejando o risco de explosões acidentais. As atividades com explosivo eram realizadas de forma precária, sem observância das normas técnicas, com o acionamento do explosivo antes mesmo do trabalhador sair da zona de perigo, o que poderia ocasionar acidentes com resultados fatais. Além do risco de acidentes, havia também a exposição dos trabalhadores a sílica.

 A Auditora Fiscal do Trabalho Liane Durão alerta que a “as operações com explosivos configuravam risco grave e iminente de acidentes, em virtude da inexistência de procedimentos operacionais que garantissem a segurança dos trabalhadores quando da detonação. Vale lembrar que neste ano já ocorreram na Bahia acidentes com explosivos na mineração com morte de trabalhadores”. Ainda segundo a Auditora, as atividades de extração foram interditadas pela equipe de fiscalização do trabalho e serão lavrados autos de infração por todas as irregularidades trabalhistas constatadas.

A empresa extraía rochas de quartzo com finalidade de comercialização para o mercado externo. Segundo a ANM, a empresa não detinha autorização para a extração mineral para fins comerciais, apenas para a pesquisa. Esta situação configura crime de usurpação mineral.

O responsável legal da empresa não estava presente no local. Pelas autoridades policiais, serão feitos os encaminhamentos necessários a responsabilização dos infratores pelos delitos constatados.

Brasil inaugura 1º Hub de inovação para a indústria mineral

Foto divulgação

Inovação na prática, ao vivo, voltada exclusivamente para a indústria da mineração. É o que os participantes do Hub da Mineração (ou Mining Hub – www.mininghub.com.br) irão desempenhar. Esta iniciativa é inédita no mundo, tem o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração – IBRAM (www.portaldamineracao.com.br/ibram), a adesão de 18 mineradoras, entre as quais, as maiores do País, fornecedores do setor, empreendedores e startups, pesquisadores, entre outros.

A proposta da estruturação do Hub da Mineração surgiu das mineradoras e conta com o apoio do IBRAM. Já são 18 mineradoras participantes: Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Bahia Mineração, Bemisa, CBMM, CMOC, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, J. Mendes, Mineração Morro Verde, Nexa Resources, RHI Magnesita, Samarco, Mineração Usiminas e Vale. Além das mineradoras, empresas da cadeia de fornecedores também estarão no Hub da Mineração: Accenture, Haver & Boecker, IHM Stefanini, ISQ, LGA Mineração, Outotec, Petronas, Sotreq, Thyssen Krupp.

Mesmo que sejam concorrentes em vários mercados, as mineradoras irão atuar em conjunto. “Elas e os demais participantes do projeto desenvolverão as soluções em conjunto e as compartilharão para que todas sejam beneficiadas. O Hub representa mais do que um espaço de inovação. É um novo marco nas relações comerciais e institucionais da mineração brasileira e, também, um diferencial competitivo setorial perante os competidores internacionais”, avalia Walter Alvarenga, diretor-presidente do IBRAM.

O Hub da Mineração foi inaugurado oficialmente neste dia 17/01. No início de dezembro foi divulgado um edital e até dia 25/01 os empreendedores poderão cadastrar suas propostas. Neste primeiro ciclo, deverão ser acelerados projetos inovadores voltados a cinco áreas de atuação: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Alternativa; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos. No período de um ano estão previstos 3 ciclos de aceleração de projetos.

A BAMIN apoia esta iniciativa e esteve presente no evento de abertura. Em breve divulgaremos novas informações sobre a nossa participação no Hub.

DESCONSTRUINDO NARRATIVAS AMBIENTALISTAS

O novo Governo brasileiro, munido de todas as informações e monitorações, vai acabar com essa maracutaia ambientalista, indigenista, demarcações fajutas, onguistas e todo o aparato pseudo-ambientalista.

E acabar com o crime de lesa Pátria. Contrabando ou entrega dos minerais do nosso subsolo. 

 

A FARSA INDIGENISTA NO BRASIL


ESTÁ TUDO MAPEADO, NINGUÉM É MENINO.

Recursos minerais do Brasil (Ilustrativo)

Via WhatsApp

Vcs sabem pq o Bolsonaro diz que Roraima deveria ser o estado mais rico do Brasil???
Sabem pq o PT transformou o local em uma reserva indígena?
A maior reserva de petróleo do mundo é da Venezuela e o maior poço de petróleo da Venezuela a Santa Elena é na divisa com Roraima. A parte da Venezuela representa 30% só dessa bacia de petróleo e 70% está no Brasil.
E a segunda está na serra da neblina divisa com o Amazonas.
Porque Roraima é o estado mais rico do Brasil. O nióbio, esse minério raro, 95% está no Brasil.
O nióbio é transportado ilegalmente para a Venezuela depois via Cuba para chegar à China e Rússia
Agora entenderam pq o BNDES financiou a construção do Porto de Mariel em Cuba ?
A maior bacia de gás do mundo está em Moçambique com 80 TF e a segunda maior do mundo está no Paraná divisa com o Paraguai com 70 TF. Essa bacia representa o fornecimento de gás para todos os países da Europa por 100 anos. Estranhamento em 2012 a Dilma decretou área de proteção ambiental toda a área do Paraná.
Só para terem uma noção essa bacia do Paraná e a que foi descoberta no Rio de Janeiro seria equivalente a toda a produção de gás do Planeta inteiro.

Nós trabalhando como burros de carga para pagar uma carga tributária absurda, sem direito a nenhum serviço razoável e o PT enriquecendo os outros países.

SEGUINDO OS PASSOS DO NIÓBIO – OUTROS VIDEOS!


Entenda de Vez Porque Jair Bolsonaro Defende o Nióbio


ERG realiza apresentação na maior conferência da indústria de mineração ===>>>21-10-2016

BAMIN

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

O Grupo definiu o curso para o desenvolvimento da BAMIN e discutiu as principais tendências tecnológicas

 

O Eurasian Resources Group (ERG) – um dos maiores produtores de recursos minerais do mundo, esteve presente no 24º Word Mining Congress (Congresso Mundial de Mineração), no Rio de Janeiro. Benedikt Sobotka, CEO do ERG, foi convidado a participar junto com os executivos das empresas AgloAmerican, Vale e o Grupo Votorantim Metals em um painel para discutir sobre o papel da tecnologia e inovação no Setor de Mineração.

Esse ano, pela primeira vez na história, o Congresso Mundial de Mineração (WMC) foi sediado pelo Brasil tendo o IBRAM, associação de mineração do país, como coordenador do evento. Cerca de 900 executivos que representam as operações em 40 países marcaram presença.  

Sobotka disse: “Como um campeão mundial no mercado de minério de ferro, o Brasil define prioridades para o desenvolvimento tecnológico do setor. Através do recente acordo com Google e McKinsey, a República do Cazaquistão, outro dos principais produtores mundiais de matérias primas diversas, tem como objetivo tornar-se pioneira no uso da análise de ‘big data’ para melhorar a eficiência de seu setor de mineração. Sendo um grande produtor e exportador de minério de ferro com operações tanto no Cazaquistão como no Brasil, estamos em uma posição única para compartilhar informações entre mercados e temos muita coisa para discutir com nossos parceiros e amigos durante esta significativa reunião global da indústria. ”

A Associação de Produção de Mineração Sokolov-Sarbai (SSGPO) do ERG, a maior fabricante no Cazaquistão com capacidade anual de 40 milhões de toneladas, tem o reconhecimento da marca em todo o mundo e é um importante player no mercado de minério de ferro.

No Brasil, através de sua subsidiária Bahia Mineração S/A (BAMIN), ERG está desenvolvendo o Estágio I do Porto Sul, porto de águas profundas perto de Ilhéus (Bahia), e o Pedra de Ferro, mina de minério de ferro a céu aberto, próximo à Caetité. O Porto Sul será parte integrante da logística do corredor Oeste-Leste sendo desenvolvido no projeto mais amplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A mina Pedra de Ferro, quando estiver em operação, estará entre as produtoras de custos mais baixos do mundo.

No Congresso, Sobotka participou do painel tema “Mineração no mundo em inovação: as mineradoras do futuro”, moderado por Gillian Davidson, chefe de Mineração e Metais, Fórum Econômico Mundial. Ele foi acompanhado por Ruben Fernandes, CEO da Anglo American, Tito Martins, CEO Grupo Votorantim Metais e Clovis Torres, Diretor Executivo de Recursos Humanos, Sustentabilidade, Integridade Corporativa e Consultoria Geral da Vale.

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RAFAEL AVENA NETO – AS NOVAS REGRAS DA MINERAÇÃO

Existe um adágio que diz: “Antes uma lei ruim, que nenhuma lei”. Levando isso em consideração, podemos afirmar que finalmente o governo federal produziu uma boa notícia para a mineração. Embora as medidas provisórias da mineração, editadas essa semana, tenham ficado bem abaixo das expectativas previstas pelo segmento mineral, alguns avanços foram obtidos. Após mais de seis anos de luta foram aprovadas, mesmo que de forma menos abrangente, as novas regras para a mineração, contemplando parte das principais mudanças propostas pelo Marco Regulatório elaborado em 2011. A meta, no entanto, continua a mesma, ou seja, a de facilitar e atrair os ­investimentos voltados à exploração de recursos minerais no país.

Apesar de modernizar algumas regras para o setor mineral, no entanto, a nova legislação traz, na verdade, mudanças significativas apenas na cobrança da Compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais (CFEM), cuja base de cálculo passará ser medida pela receita bruta, e não pelo faturamento líquido, como ocorre atualmente, e isso deverá aumentar em até 80% a arrecadação do governo com esse tributo.   :: LEIA MAIS »

O Eurasian Resources Group e a MKK assinaram um acordo histórico para o fornecimento de minério de ferro

eurasian

22 de dezembro de 2016 – O Eurasian Resources Group (ERG), um produtor líder de recursos naturais diversificados e a OJSC Magnitogorsk Iron and Steel Works (OJSC MMK), assinaram um acordo estratégico para o fornecimento de minério de ferro da JSC Sokolov-Sarbai Mining Production Association (JSC SSGPO), detida pelo ERG. As empresas acordaram que serão fornecidos mais de 30Mt de produtos de minério de ferro, incluindo pellets e concentrado, até ao final de 2020. Este é o maior contrato no mercado russo de matérias-primas associadas ao aço.

Este acordo garantirá um fornecimento de minério de ferro estável e seguro para satisfazer as necessidades da OJSC MMK, o maior produtor de aço da Rússia, durante os próximos quatro anos. Garantirá, também, a venda de produtos fabricados pela JSC SSGPO (até 80% do volume total de vendas), um dos mais importantes produtores de minério de ferro e exportadores da região da Eurásia.

Para o Eurasian Resources Group, este acordo marca uma nova etapa na implementação de uma estratégia de desenvolvimento sustentável que visa melhorar o desempenho de entidades individuais. O acordo irá gerar uma procura a longo prazo de produtos de minério de ferro e permitirá que a JSC SSGPO estabeleça objetivos de vendas mais ambiciosos.

O novo acordo tem por base uma parceria de longo prazo entre as duas empresas e foi assinado por Pavel Shilyaev, CEO da OJSC MMK e por Yury Sentsov, Diretor Comercial e CEO da ERG Sales, na presença de Victor Rashnikov, Presidente do Conselho de Administração da JSC MMK e Alexander Machkevitch, Presidente do Conselho de Administração do ERG.

Viktor Rashnikov afirmou: “A MMK continua a desenvolver a sua parceria com o ERG, um dos maiores fornecedores de minério de ferro de alta qualidade. O nosso relacionamento tem por base uma cooperação de longo prazo e mutuamente benéfica. Este acordo de longo prazo com o ERG é nuclear para o nosso programa de desenvolvimento empresarial que visa assegurar o fornecimento de matérias-primas à OJSC MMK”.

Alexander Machkevitch declarou: “O acordo de longo prazo com a MMK reforça a nossa reputação de parceiro de confiança e empresa orientada para o cliente. Este contrato é também fundamental para assegurar o crescimento sustentável a longo prazo da JSC SSGPO, uma das mais importantes empresas não só na Região de Qostanay, mas também em todo o Cazaquistão. Aguardamos com expectativa uma parceria de sucesso com a MMK ao longo dos próximos anos”.

Acordo garante manutenção de 1.000 empregos em Itagibá e região

 

Fotos: Ascom

Fotos: Ascom

Depois de meses de expectativa e preocupação, cerca de 1.000 trabalhadores que têm seus postos de trabalhos ligados de forma direta e indireta à Mineradora Mirabela, instalada no município de Itagibá, podem dormir com tranquilidade. “É um dia histórico para a região. A perda desses empregos seria uma catástrofe”, disse o deputado estadual Eduardo Salles, presente à audiência que ocorreu nesta segunda-feira (21) com parlamentares, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda, e sindicalistas.

Os deputados estaduais Fabíola Mansur, Fabrício Falcão e Euclides Fernandes, além de representante dos deputados federais Bebeto Galvão e Daividson Magalhães, que não puderam comparecer por compromisso assumidos em Brasília, também participaram da reunião.

A empresa concordou com a proposta do governo do estado sobre a devolução dos créditos tributários. “O governador é um dos grandes responsáveis por esse acordo sair. Além da Mirabela. Todos cederam e conseguimos, dentro da responsabilidade, garantir a manutenção das atividades”, explicou o secretário.

Eduardo Salles acompanhou desde o início as negociações para evitar o fechamento da empresa. “A crise no preço das commodities fez despencar o valor do níquel. A Mirabela estava com dificuldade para equacionar os custos”, acrescentou o deputado.

No último dia 17, em audiência com o presidente da CODEBA (Companhia de Docas da Bahia), José Rebouças, Eduardo Salles mediou acordo para a Mirabela realizar o embarque de níquel agora em março e voltar a ter benefício para utilizar o porto de Ilhéus.

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