‘Meio Ambiente’

TEM BRASILEIRO SAFADO METIDO NESSA BANDALHEIRA.

WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste

No domingo 25 de abril, um grupo de ONGs capitaneadas pelo WWF promoveu um “abraço simbólico” em torno da Lagoa Encantada, em Ilhéus (BA), para protestar contra a criação de um porto privado da empresa Bahia Mineração na Ponta do Tulha, no mesmo município. A alegação dos “verdes” é que o empreendimento prevê o desmate de uma área de Mata Atlântica preservada equivalente a meio Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e que espécies endêmicas, como o macaco-prego-do-peito-amarelo, estariam ameaçadas de extinção (O Estado de S. Paulo, 26/04/2010).

Um dos argumentos utilizados pelo WWF como justificativa contra o empreendimento é que o Brasil, como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas (ONU) e da ICRI (International Coral Reef Initiative – Iniciativa Internacional dos Recifes de Coral), firmou compromissos no âmbito internacional para a proteção e conservação da biodiversidade e que, além disso, a ONU declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, ano em que o Brasil se comprometeu oficialmente em eliminar o desmatamento na Mata Atlântica.

Dias antes do manifesto das ONGs, o Ministério Público Federal em Ilhéus (BA) já havia ajuizado uma ação civil pública pedindo a suspensão da audiência pública convocada pelo Ibama com vistas ao processo de licenciamento ambiental do empreendimento (Ecodebate, 14/04/2010).

Ora, porque será que o poderoso WWF se abalaria para organizar um protesto desses, para impedir o desmatamento de “meio Ibirapuera” – cerca de 80 hectares –, por causa da construção de um porto privado em Ilhéus? O que se pretende, de fato, é impedir a implantação do Complexo Portuário projetado para Ilhéus – o chamado Porto Sul –, que será a “cabeça” da estratégica ferrovia Oeste-Leste e sua continuação até Vilhena (RO), o que poderia viabilizar o projeto da ferrovia Transulamericana, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico (Puerto Bayóvar, Peru), idealizado pelo engenheiro Vasco Azevedo Neto, professor Emérito da Universidade Federal da Bahia.

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SEM PERIGO DE ‘ABRAÇO’ A ZPE.

Entrega da Licença Ambiental da ZPE.

A partir da próxima semana terão início em Ilhéus os serviços para a construção da Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A garantia foi dada na manhã desta quinta-feira, dia 29, pelo presidente da empresa ZPE Bahia Ltda, Otávio Pimentel, ao receber das mãos do prefeito Newton Lima o certificado de licenciamento ambiental aprovado por unanimidade pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), faltando agora apenas o alvará de construção, que deve ser entregue até a segunda-feira.

Ao fazer a entrega da licença ambiental, Newton Lima parabenizou todos os presentes por considerar que presenciavam um momento histórico para o município, que, depois de 21 anos de luta e perseverança, finalmente agora assiste a ZPE se tornar uma realidade. Segundo ele, foi fundamental o apoio do Condema, Secretaria de Meio Ambiente e de demais órgãos que entenderam a importância deste empreendimento, que solidifica a economia de inúmeros países europeus e asiáticos.

Na oportunidade, Otávio Pimentel adiantou que, como determina o certificado do Condema, as obras serão iniciadas de imediato, “e já a partir da próxima semana começaremos o processo de limpeza o terreno, assim como de identificação e marcação das árvores nativas para que sejam preservadas; e em seguida, vamos partir para as obras de drenagem, entre outros serviços”, afirmou.

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E O IESB? TÁ QUIETINHO, TÁ CALADINHO.

Durante esta pendenga do Complexo Intermodal ou Multimodal (sic), estamos notando a ausência do IESB. Vale a pena navegar no site.

O que está acontecendo?

É aquela velha ‘rusga’ com o Instituto Floresta Viva?

O IESB tem que descer até a planície para debater, afinal este isolamento levar a crer que o Instituto não tem posição firmada.

OUTRAS VERDADES SOBRE A WWF

Souza Neto.

Conforme prometido, nos endereços abaixo você poderá conhecer com detalhes algumas peripécias do “Duque” de Edimburgo Philip – o primogênito “sangue azul” de Diana e Charles.

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WWF Brasil – Marina Silva homenageada com a Medalha Duque de Edimburgo28 out. 2008 … Concebida em 1970, como Medalha de Ouro do WWF, a condecoração … de Duque de Edimburgo em homenagem ao Príncipe Philip (ele é o Duque), …

WWF Brasil – Acordo de cooperação para gestão e conservação da águaBrasília, 24/08/2005 – A organização ambiental WWF-Brasil e a Agência … e o coordenador do Programa Global de Água Doce, da Rede WWF, Philip Leonard. …

Alerta em Rede – Uma face oculta do WWFBernardo e Philip são os grandes nomes do WWF. Para o que conta, eles têm sido … O WWF é o bebê de Philip. A razão pela qual Bernardo, em vez de Philip, …

Alerta em Rede – WWF faz ofensiva na Europa contra soja e …Dia 9 passado, o Fundo Mundial para a Natureza, mais conhecido por sua sigla WWF, a ONG “sangue-azul” do príncipe Philip e outros membros da nobreza …

YouTube – Hora do Planeta – Depoimento Camila Pitanga – Nós do terceiro mundo somos lixo, parasitas da mãe Terra, que devemos ficar sob o mando da elite dos prícnipes Philip e Bernhardt, fundadores da WWF. …

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Este jovem de 28 anos, sob orientação de Charles (o corno), tem “feito a cabeça” dos globais da família Marinho.

“QUEM MANDOU MEXER COM A MÃE NATUREZA! O MUNDO VAI ACABAR!”

E uma parte da grana do WWF, que não sai dos cofres da família de Windsor, passa para a conta da Globo.

Nota: não consegui enviar os endereços dos sites, somente os assuntos. É só colar no Google e dar Enter

WWF – VERDADES ESCONDIDAS.

Souza Neto

UM BREVE ESCLARECIMENTO

Os interesses que movem os filhos de Roberto Marinho contra a construção do Complexo Intermodal Posto Sul vão muito além daqueles que temos lido nas mídias da Região.

Em primeiro lugar os Marinho são amicíssimos de integrantes da família “Real” britânica, desde os tempos do velho Roberto, com os quais mantêm conchavos econômicos. Desde muito, as organizações Globo vem contribuindo com a Máfia Verde comandada mundialmente pelo Duque de Edimburgo – William Arthur Philip Louis -, filho de Charles e Diana. Philip de Edimburgo foi designado pela Casa de Windsor para criar e presidir o World Wide Fund for Nature (WWF). O WWF é um órgão político-econômico, que, sob a égide do importante mote preservacionista, visa controlar e manter viva a saga imperialista britânica sobre os povos do Planeta.

Maiores informações sobre a militância dos integrantes da Casa de Windsor – em especial de Philip de Edimburgo – com as ONGs podem ser obtidas nos endereços que serão postados no próximo comentário.

Reavivando a memória, é possível lembrar de uma vinheta veiculada na “telinha global”, na qual um personagem “profético”, vestido de monge, sobe num banco de uma praça e começa a alardear o fim do Mundo. Era mais ou menos assim: “Quem mandou agredir a natureza! O mundo vai acabar! As águas dos Oceanos vão invadir a Terra.” Lembram!? Pois é… É parte da “tramamóia” dos Marinho com os “nobres” de Windsor!

Quem lê a obra “Máfia Verde 2 – Ambientalismo, Novo Colonialismo”, Editora Capax Dei, encontra claramente informações dessa parceria dos Marinho com a Máfia Verde Internacional e, em especial, com o ingleses. Há uma lógica nesse interesse: as Organizações Globo são hoje o maior partido político existente no Brasil. Em nenhuma outra nação do Planeta a legislação permite que uma única família domine as comunicações como ocorre aqui.

O desenvolvimento econômico com os seus benefícios – crescimento, melhoria da condição de vida do povo, mais educação, maior criticidade, constitui uma séria “ameaça” ao atual “status” de dominação das organizações globais e de seus famigerados herdeiros.

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MOVIMENTO PRÓ-ILHÉUS CONTRA-ATACA.

A Luta Ambiental do Sul da Bahia Merece Respeito

Respeito e admiro as ONGs ambientalistas de Ilhéus e suas lideranças, sei da honestidade e da capacidade de luta e compromisso com a causa ecológica do Brasil, mas não poderia deixar de manifestar meu repudio e minha decepção com a aliança esdrúxula e inconseqüente que se formou entre ambientalistas, especuladores imobiliários, hoteleiros mal intencionados e estrangeiros envolvidos em atividades ilícitas na luta contra o projeto Intermodal Porto Sul.

Os verdadeiros ambientalistas ao se associarem com este tipo de gente prestam um desserviço à causa ambiental empresta ou alugam a justa e nobre bandeira da luta ambiental a grupos que nunca respeitaram o meio ambiente nem tem compromissos com a defesa ecológica.

Os projetos de hotelaria previstos para serem implantados no litoral norte (antes de surgir o projeto Porto Sul) são todos ambientalmente agressivos, são grande resorts acompanhado de loteamentos altamente adensados, um deles previa a construção de mais de mil moradias para venda na Europa, a exemplos de outros hotéis e pousadas da região seriam ou serão construídos com madeira ilegal retirada da Mata Atlântica, o lixo e o esgoto serão descartados no subsolo ou em qualquer lugar um pouco mais escondidos, pelo menos dois campos de golfe estavam projetados, centenas de hectares seriam desmatados para a elite européia jogar golfe, fora o intenso uso de água e consumo de energia.

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A SOCIEDADE DE ILHÉUS É DESQUALIFICADA?

Agora senhoras e senhores estão explicadas as viagens de Rui Rocha e Socorro Mendonça a São Paulo. Este movimento contra Ilhéus vem de fora pra dentro. Tudo tramado em São Paulo, vejam os endereços e pessoas no final do convite. São tão covardes e manipuladores que trocaram o ‘Porto Sul não’ pelo ‘Porto Sul. POR QUE?’.

Caro(a),

A Rede Sul da Bahia e as ONGs SOS Mata Atlântica, Conservação Internacional do Brasil, The Nature Conservancy, WWF do Brasil, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Instituto de Pesquisas Ecológicas, Ação Ilhéus, Instituto Floresta Viva e Greenpeace têm o prazer de convidar você para um qualificado debate com ambientalistas, engenheiros e empresários para discutir os impactos econômicos e socioambientais do Complexo Intermodal Porto Sul, que pode ser construído no sul da Bahia, em Ilhéus.

O evento acontecerá no próximo sábado, dia 24 de abril,  no período da tarde e objetiva proporcionar uma experiência única no local onde está prevista a construção do  complexo intermodal que abrange a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), esta inclusa no PAC, e o Porto Sul. Na programação haverá uma visita guiada aos principais locais afetados pela possível obra, como a Área de Proteção Ambiental, da qual cerca de 1700 hectares já foram desapropriados pelo Governo baiano.

No domingo, dia 25 de abril,  também haverá manifestações na Lagoa Encantada, Estrada Turística Ilhéus – Itacaré km 22,  no evento “Porto Sul. POR QUE?”.

Esperamos contar com a sua presença.

Abraços.

AGENDA

Sábado 24/04

11:30- Concentração no Aeroporto de Ilhéus (???????)

12h – 14h – Almoço

14h às 16h – Circuito pela região impactada pelo Porto Sul

16h00 às 17h00 – Mesa redonda com técnicos, ambientalistas, representantes de ONGs locais, empresários de turismo, pescadores

Local: Pousada La Dolce Vita (Luigi Massa, Presidente da Atil)

Rua A, 114 – Jardim Atlântico – Ilhéus (BA)

19 às 21hs – Apresentação Galileo – Casa dos Artistas

21h às 23h – Jantar

Domingo 25/04

9h às 12h – Visita à Lagoa Encantada

– festival de canoagem

– apresentação Casa dos Bonecos

– apresentação Ilê Ayê

– apresentação Casa dos Artista de Ilhéus

11hs – Leitura do Manifesto

12h – Abraço simbólico à Lagoa Encantada

Mais informações:

Patricia Pacheco

Rede Sul da Bahia

Tel: (73) 8828-0340

redesuldabahia@gmail.com

Daniela Garrafoni

GWA Comunicação Integrada

Tel: (11) 3030-3000 / Cel: (11) 9289-9163

Fax: (11) 3816-6074

dgarrafoni@gwacom.com

TOMEM COMO BASE A LAGOA ENCANTADA E TIREM SUAS CONCLUSÕES.

Mapa fornecido por José Rezende.

Local onde os Procuradores encontraram biodiversidade e espécies em extinção. Clique na imagem para ampliar.

ZPE DE ILHÉUS APROVADA PELO CONDEMA.

Sem a interferência dos ‘ambientalistas profissionais’ e do MPF querendo aparecer, a coisa começa a fluir. Texto copiado do JBO, como se segue:

O Conselho Municipal do meio Ambiente (Condema) de Ilhéus aprovou por unanimidade na noite desta terça-feira (20), durante sessão extraordinária, o projeto de implantação da primeira etapa da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Ilhéus. Com isso, o município dá um importante passo para o início da implantação do projeto.

A ZPE de Ilhéus foi criada pelo decreto n° 97.703, de 28.04.1989, mas por diversos problemas, a exemplo da não instalação do alfandegamento, terminou sendo esquecida por um período de 20 anos. Somente em 06 de abril de 2009, através do Decreto n° 6.814, o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, regulamentou a Lei 11.508 que dispõe sobre o regime tributário cambial e administrativo das ZPEs.

As ZPEs definem-se como distritos industriais incentivados, e as empresas que ali decidirem se instalar contarão com o benefício da suspensão de impostos e liberdade cambial, além de procedimentos administrativos simplificados. Da sua produção total, 80%, obrigatoriamente terá como destino o mercado externo, e os 20% devem ser comercializados no mercado doméstico, pagando-se neste caso integralmente os impostos que são cobrados nas importações.

Na última segunda-feira (19) o Condema já tinha dado sinais claros de que a aprovação aconteceria. A Câmara Técnica se reuniu para discutir e elaborar o parecer indicando as condicionantes que serão incluídas na licença a ser expedida após deliberação do plenário. Este é mais um importante passo que Ilhéus dará para garantir a implantação da ZPE, cuja primeira etapa ficará localizada numa área de 8.8 hectares, no Km 8 da rodovia Ilhéus/Uruçuca, na zona norte da cidade.

PORTO SUL, JÁ !

O Movimento PRÓ ILHÉUS – MOPI, Coordenado por Ed Ferreira, Gerson Marques, Rildo Mota e um significante número de empresários preocupados com o futuro de Ilhéus, colocou a campanha na rua – PORTO SUL JÁ.

Havia no ar uma cobrança à sociedade regional e principalmente de Ilhéus por não haver nenhuma reação para se contra por à minoria barulhenta dos contras. Até parecia que a grande massa de Ilhéus estava contra, até surgir à campanha. A adesão foi espontânea, hoje as pessoas manifestam esperança só em saber que o município começa a sinalizar uma possibilidade de aumentar o número de empregos, não só do Porto e Ferrovia, mais das diversas empresas que serão atraídas para esta região.

A sociedade Ilheense resolveu se organizar e partir para defender os seus interesses, afinal cansou de perder. O complexo intermodal Porto Sul chega no momento em que a região passa em uma das suas piores crises que é o final do ciclo econômico do cacau, sinalizando como uma redenção para este povo tão sofrido. Cansados de vêem seus filhos partindo para outras regiões em busca de oportunidades. Por esta razão estamos convocando a todos aqueles que desejam visualizar um futuro melhor para si, seus filhos e seus netos que participe da audiência pública que será realizada no centro de Convenções de Ilhéus, na próxima quinta feira a partir das 18:00.

VÁ E MOSTRE QUE ILHÉUS MERECE ESTA OPORTUNIDADE.

Ed Ferreira

MOVIMENTO PRÓ ILHÉUS

ISTO É O QUE INTERESSA AO POVO BAIANO.

BAHIA MINERAÇÃO – FORUM TÉCNICO EM ILHÉUS.

No dia 30 de março, próxima terça-feira, a Bahia Mineração vai realizar um Fórum Técnico com convidados, no Opaba Praia Hotel, das 14:00 as 18:00. para falar sobre o projeto de implantação de um terminal portuário em Ilhéus.

Enquanto isso, você pode examinar todo o projeto EIA/RIMA, já disponível para exame no site da BAMIN.

As entradas/botões estão à direita da janela.

ONG BARONESAS VIVAS.

Todo ano é isso.

Por acaso, tem alguma ONG ambientalista cuidando do problema das baronesas?

Estão desenvolvendo algum projeto, fazendo pesquisa ou coisa do tipo?

Todo ano acontece este desastre ambiental, será que não dá Ibope, ou este é um problema pequeno?

A MÁFIA VERDE COMEÇA NA INGLATERRA. TUDO HAVER.

MAIS SOBRE A COBIÇA DA AMAZÔNIA.

O livro “Máfia Verde: o  ambientalismo a serviço do Governo Mundial” foi publicado pela revista-editora, Executive Intelligence Review.

Consta como seu editor, Lorenzo Carrasco, seu diretor no Brasil, mas a responsabilidade intelectual pela obra é atribuída ao empresário norte-americano Lyndon LaRouche, proprietário da Revista. Dono também de idéias controvertidas e contestadas por facções ambientalistas do mundo inteiro.

O texto denuncia fortemente o que há um “viciado radicalismo ambientalista imposto ao Brasil, com conivência do Governo Federal”. Sustenta que no Brasil, a própria palavra “madeireiro” virou sinônimo de criminoso.

Em decorrência disso e através de uma “intensa lavagem cerebral promovida por um catastrofismo ambientalista que faz acreditar que as atividades humanas, principalmente as industriais, estão levando o mundo a um beco sem saída ambiental”.

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A GRANDE CHANCE.

É grande a chance de dar certo o Comitê Municipal Gestor do Projeto Orla Ilhéus.

Desta vez a Prefeitura Municipal de Ilhéus, teve o descortínio e a sensatez de não colocar entre seus membros o Instituto Floresta Viva, do presunçoso e mal educado Rui Rocha, títere da ‘Máfia Verde’, e nem Socorrinho, dona da Ong Ação Contra Ilhéus.

Não posso deixar de ressaltar que grande parte do crescimento do movimento contra o Porto Sul, se deve aos espaços concedidos a esse pessoal, tanto pela Prefeitura quanto pela Câmara de Vereadores.

Lembrem-se que a Lei do Programa de Metas foi cumprida pela apresentação de uma ‘papelada’ compilada pela Ong de Socorrinho.

ATÉ QUE ENFIM, VAMOS OCUPAR ESTES 103 HECTARES.

Projeto irá avaliar e monitorar orla marítima- Jornal Bahia On Line

Arquiteta Marilene Lapa


Crédito: Ascom

O prefeito Newton Lima nomeou através de decreto, os integrantes do Comitê Municipal Gestor do Projeto Orla Ilhéus, que terão a responsabilidade de avaliar, monitorar e acompanhar o conjunto de ações concernentes ao plano de gestão integrada de orla marítima do município. O plano de gestão de Ilhéus faz parte do Projeto Orla, dos ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento, e conta com a participação da Superintendência do Patrimônio da União e da Secretaria de Meio Ambiente da Bahia, por meio da Coordenação Estadual do Programa de Gerenciamento Costeiro. A expectativa é que com a oficialização do comitê gestor se possa dar continuidade ao trabalho iniciado em 2005, com a elaboração e execução de projetos que qualifiquem e potencializem a orla do município.

A arquiteta Marilene Lapa, da secretaria municipal de Planejamento, explica que com a implantação do Projeto Orla, Ilhéus estará credenciada para a gestão das áreas da união em orla marítima e fluvial. “O projeto é um instrumento construído com a participação dos governos federal, estadual, municipal e a sociedade civil que permitirá que estas áreas da união sejam planejadas, urbanizadas e até mesmo ocupadas de acordo com os anseios das comunidades locais. Com mais de 80 quilômetros de litoral já foram escolhidos três locais prioritários para as primeiras intervenções que são o bairro São Miguel (zona norte), avenida Soares Lopes (centro) e a área das cabanas na praia do sul”.
A composição do comitê possui a participação de representantes do poder público, como membros permanentes – ministérios públicos Federal e Estadual, Superintendência do Patrimônio da União da Bahia, coordenação estadual do Programa de Gerenciamento Costeiro e secretarias municipais de Planejamento, Infraestrutura, Meio Ambiente, Turismo e de Assistência Social e Trabalho. Também fazem parte a Câmara de Ilhéus, Universidade Estadual de Santa Cruz, Companhia de Docas da Bahia e Capitania dos Portos de Ilhéus, representantes do poder público, como membros suplentes – APA da Lagoa Encantada e Rio Almada, Procuradoria geral do município, Universidade Livre do Mar e da Mata, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, secretarias municipais de Transporte e Trânsito, Governo e Ações Estratégicas e Serviços Urbanos, Delegacia de Proteção Ambiental e Instituto do Meio Ambiente.

Representantes da sociedade civil, como membros titulares – Associação Regional de Engenharia e Arquitetura do Sul da Bahia, Associação Comercial, Associação dos Moradores do São Miguel, Associação de Turismo, Associação dos Cabaneiros da Praia do Sul, Colônia de Pescadores Z-34, Instituto de Estudos Sócio-ambientais, e Organização Pró-Defesa e Estudos dos Manguezais da Bahia. Representantes da Sociedade Civil, como membros suplentes – Associação dos Cabaneiros da Praia do Norte, Associação de Moradores da Avenida Soares Lopes, Associação dos Fotógrafos, Câmara de Diretores Lojistas, Colônia de Pescadores Z-19, Conselho de Turismo, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia e Comunidade Indígena.

PUBLICIDADE GRÁTIS.

Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo

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Sob o disfarce de uma causa nobre, o movimento ambientalista-indigenista internacional e seu exército de organizações não-governamentais (ONGs) representa hoje um dos maiores entraves ao progresso da humanidade. Lançado em 2001, o livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial – em nona edição e com mais de 17.000 exemplares vendidos – se converteu em um importante fator de esclarecimento sobre a agenda real desse aparato de guerra irregular.

A presente seqüência atualiza os avanços da “máfia verde” no Brasil, visando aprofundar a conscientização da cidadania sobre a sua agenda anti-humana, antidesenvolvimentista e ditada do exterior, como uma nova forma de colonialismo.

Índice:

· APRESENTAÇÃO

. O ambientalismo como um novo colonialismo

· Uma ideologia anticivilizatória e antinatural

· A “carta indigenista” contra o Estado nacional

· Raposa/Serra do Sol, rebelião em Roraima

· A “ponte” Cerrado-Amazônia e a integração sul-americana

· A indústria madeireira na alça de mira

· Energia: do facão ao “apagão”

· O assalto obscurantista contra a biotecnologia

· A indústria de camarões na rede ambientalista

· As ONGs no governo

· A farsa do desarmamento civil

Organizador editorial: Lorenzo Carrasco

Autores: Geraldo Lino, Lorenzo Carrasco, Nilder Costa, Silvia Palacios

Título: Máfia Verde 2: Ambientalismo, novo colonialismo; Capax Dei Editora, 272 páginas, R$ 43,00 (com o correio incluído)

Capax Dei Editora Ltda (CNPJ 02778649/0001-63), Rua México 31 sala 202 – Rio de Janeiro – RJ – 20031-144

Pedidos: editor@alerta.inf.br ou pelos telefones 21-2551-9442, 21-2532-4086 ou 21-8665-0031

O GREENPEACE E O COMPLEXO INTERMODAL.

O Greenpeace, organismo internacional, mundialmente credibilizado em defesa do meio ambiente, esteve em Ilhéus e analisou a problemática criada em torno do Complexo Intermodal.

Vocês acham que se o movimento contra, fosse um movimento sério, com conteúdo além do apocalipse apregoado, o Greenpeace teria abraçado a causa?

Ou pulado fora, como pulou?

Pense nisso.

ASSIM FICA DIFÍCIL.

O Prefeito Newton Lima vai a Câmara de Vereadores, e no seu discurso enfatiza que o futuro de Ilhéus passa pelo Complexo Intermodal.

Um conselheiro do CONDEMA, de nome Givaldo, com cargo na Secretaria de Indústria e Comércio da Prefeitura de Ilhéus, vota contra a passagem de 7 caminhões mensais, levando conteiner lacrado,  contendo o níquel da Mirabela Mineração.

Assim fica difícil. Quando os caminhões de soja espalham farelo pelos bairros da cidade, apodrecendo e fedendo a cocô, não aparece ninguém do meio ambiente (sic) para reclamar.

LI E NÃO ACREDITEI.

Li no Jornal Bahia OnLine e não acredito que em Ilhéus tenha crime ambiental.

Deve haver algum engano nesta notícia.

Com os nossos diligentes ‘ambientalistas’ duvido que isto aconteça.

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