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:: ‘Meio Ambiente’

‘A VIAGEM NA MAIONESE’, CADA VEZ AUMENTA MAIS !

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Últimos artigos do Blog do ambientalismo


A NOVA COMPOSIÇÃO DO CONDEMA – CONSELHO DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE DE ILHÉUS. (a pedidos)=====>03-11-2011

Com todo respeito e consideração devido ao Egrégio Conselho, nunca é demais alertar para os cuidados que se deve ter na composição do mesmo.

Pessoas com juízo de valor preconcebidos, e que já fizeram parte desse mesmo Conselho representando instituições inativas, no caso a FAZENDARTE, devem ser olhadas com um certo ‘carinho’, para que não venham a ‘tisnar’ as resoluções desse mesmo Conselho.

Reunião do CONDEMA

Reunião do CONDEMA

A GRANDE BALELA DA CRISE DA ÁGUA. ESTÃO ENGANANDO VOCÊ OUTRA VEZ.

ambientalismoA Grande balela da crise da água. Estão enganando você outra vez

Posted: 04 Mar 2015 12:13 PM PST

Esses caras pensam que todos nós somos patos. Nos vendem os carros mais caros do planeta; nos vendem a gasolina mais cara do mundo, enquanto em outros países baixa de preço aqui sobe; nos empurram goela abaixo um sistema eleitoral sobejamente comprovado como fraudulento e nos impõem uma quadrilha que assalta o nosso bolso, quebra a nossa maior empresa, traz de volta a inflação e agora querem nos convencer que o país vive uma gravíssima crise hídrica.
Anotem: essa é uma grande balela  e tem gente graúda preparando o bote para ganhar muito dinheiro privatizando a nossa água. É uma campanha muito bem orquestrada que, como sempre, conta com o apoio de todos os setores de comunicação do país.
Todos os dias as TVs exibem imagens de torneiras sem água, solos rachados e o sofrimento da população.
Tudo bem. Não queremos aqui tirar o mérito de se economizar água. Queremos alertar para o golpe e o sacrifício desnecessário. Claro que, deveremos sempre usar sem abusar, mas não podermos permitir que grupos econômicos poderosos se apropriem da nossa água.
Só para se ter uma ideia nenhum um outro país do mundo tem água potável para, além de abastecer a nossa população, ainda matar de sede a população mundial.
Leia a reportagem do G1_AM e assista ao vídeo clicando no link no final desta edição. Depois de ler e assistir, fique atento para os próximos passos que esses bacanas vão dar..

Aquífero na Amazônia pode ser o maior do mundo, dizem geólogos :: LEIA MAIS »

O ‘CUSTO VERDE’ DO APAGÃO

O “custo verde” do apagão

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Posted: 26 Feb 2015 08:56 AM PST

O apagão de 19 de janeiro, que afetou onze estados e o Distrito Federal, tem sido explicado pelo governo como resultado de uma série de falhas técnicas na rede elétrica, levando à suspensão no fornecimento por até três horas, em alguns estados.

O blecaute afetou as regiões Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste, atingindo quase 4 milhões de residências, empresas e órgãos públicos, segundo a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Somente em São Paulo, a AES Eletropaulo fez um corte de 10% na distribuição de eletricidade na Região Metropolitana. Na zona rural de Cesário Lange (SP), a interrupção durou três horas, causando uma série de transtornos, inclusive a morte de 12 mil frangos, por falta de ventilação.

Em alguns lugares, a energia só retornou por volta das 18h00, mas a primeira explicação do Ministério de Minas e Energia só foi divulgada às 21h00. Entre as razões alegadas, uma falha em uma linha de transmissão que transporta energia do Norte e Nordeste para o Sudeste, além da elevação do consumo no horário de pico, provocando a queda da frequência elétrica, dos 60 Hz habituais para 59 Hz. O comunicado minimizou o impacto do aumento do consumo, na escaldante tarde de segunda-feira, mas informou que o sistema deverá receber um reforço de 1500 megawatts na geração, parte dos quais virá de uma termelétrica da Petrobras (Globo.com, 20/01/2015).

Posteriormente, anunciou-se a importação de eletricidade da Argentina e do Paraguai (via Itaipu), para ajudar a mitigar a emergência (O Globo, 21/01/2015).

O Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico (Ilumina) divulgou uma nota, questionando o tratamento do problema dado pelo governo e citando cinco aspectos que considera altamente preocupantes, que não foram explicitados até agora pelas autoridades responsáveis pelo sistema elétrico:

1. A capacidade de atendimento à ponta está comprometida pelo deplecionamento [esvaziamento] dos reservatórios. A diminuição da pressão sobre as turbinas fazem com que os geradores elétricos percam eficiência.

2. Essa situação faz com que a dependência de importação do norte se eleve na hora da ponta.

3. A situação dos reservatórios é função da crise hídrica e da trajetória da reserva adotada nos anos passados.

4. A queda de frequência é um aviso do sistema que não consegue manter a rotação dos geradores. É como um automóvel que não consegue subir uma ladeira e vai reduzindo a velocidade até parar.

5. Não há um plano seletivo de corte de carga. Os cortes realizados foram feitos em serviços essenciais, como o transporte público.

A nota afirma, ainda, que há um efetivo problema estrutural no sistema elétrico, caracterizado pelo déficit de suprimento do sistema. E observou que “não reconhecer as deficiências só piora a situação (Ilumina, 20/01/2015)”.

Em um gráfico reproduzido no jornal O Estado de S. Paulo de 22 de janeiro (ver abaixo), os especialistas do instituto mostram a extensão da vulnerabilidade do sistema elétrico nacional à seca que afeta o Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, demonstrando que, se não chover nada nas próximas semanas, a quantidade de água armazenada nos reservatórios das usinas hidrelétricas só daria para um mês de consumo.

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AMBIENTALISTAS E INDIGENISTAS APOPLÉTICOS COM ALDO RABELO E KATIA ABREU.

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Posted: 28 Jan 2015 09:05 AM PST

Como era previsível, as nomeações do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e da senadora Katia Abreu (PMDB-TO), respectivamente, para os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Agricultura (MA), provocaram uma virulenta reação do aparato ambientalista-indigenista internacional e seus apoiadores midiáticos, no Brasil e no exterior. A investida proporciona, não apenas uma didática demonstração do que ambos poderão esperar de tais círculos durante as suas gestões, mas também expõe à luz do dia uma parte importante das redes ambientalistas e indigenistas mobilizadas no País.

O novo titular do MCTI foi saudado como “retrógrado”, “neoludita” e outros epítetos, em referência ao Projeto de Lei 4.502/1994, proposto por ele, o qual proibia, em órgãos públicos da administração direta, a adoção de tecnologias poupadoras de mão-de-obra, caso os benefícios sociais do processo fossem inferiores ao custo social do desemprego gerado. Além disto, vários comentaristas lembraram a sua conhecida rejeição do alarmismo sobre as mudanças climáticas e a sua atuação como relator do projeto de reforma do Código Florestal.

Na mesma linha, Katia Abreu foi recebida como a “rainha da motosserra”, inclusive, por jornais estrangeiros identificados com as causas ambientalistas e indigenistas.

Na edição do dia de Natal, a Folha de S. Paulo abriu as baterias contra Rebelo, com um artigo de Maurício Tuffari (especializado em assuntos científicos e ambientais), intitulado “Novo ministro da Ciência defendeu posições contrárias à da academia”. Abaixo, um dos lides apontava: “Ministro diz não crer no aquecimento global com causas humanas e já ajudou ruralistas em debate contra cientistas.”

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QUEM AVISA, AMIGO É! (12-03-2014 – Pois é, a árvore caiu danificando muros e residencias)

Quero de público avisar e mostrar, à Secretaria de Meio Ambiente, e a equipe da Defesa Civil, de alguns perigos que rondam a nossa população.

Nas fotos abaixo, sem muita técnica, mostro um perigo que representa aquela ‘matinha’ que circunda o pé do morro na Avenida ACM, começo do Malhado.

Arvores velhas, com as raízes à mostra, na beira do barranco, limite com o fundo das residencias. Vários galhos já caíram, danificando cercas elétricas e muros.

A preocupação é, com as chuvas colocando peso nas árvores, e molhando o terreno, para que não venhamos a ter que lamentar desmoronamentos, como há algum tempo no topo da Avenida Canavieiras levando de roldão uma residencia, onde faleceu uma senhora, ou no Alto do Seringal, clique aqui, onde vidas foram ceifadas.

Sugerimos  que sejam feitas vistorias técnicas, nas várias encostas, para mensurar o perigo de novos desabamentos, pois o ser humano é o principal ator do Meio Ambiente.

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Litoranea

 

Artigo “Desmatamento na Amazônia e as secas no Sudeste” por Luiz Molion

Viagem ao delírio verde: A Terra e seus últimos recursos naturais

21 de novembro de 2014

Luis Dufaur

 

Consumismo acabaria desertificando o mundo? Pânicos verdes servem para difundir ideologia neocomunista.

Consumismo acabaria desertificando o mundo?
Demagogia ambientalista serve de pretexto para difundir uma ideologia neocomunista.

Caro leitor, amarre o cinto e segure-se na cadeira. Estamos, você e eu, prestes a decolar da realidade. Contra toda evidência, vamos afundar na galáxia da demagogia ambientalista, vamos ingressar num meio-ambiente deveras irreal.

A ONG Global Footprint Network (GFN) anunciou que no dia 19 de agosto a humanidade acabou de consumir a totalidade dos recursos naturais que o planeta é capaz de produzir por ano.

Mas não é apenas o consumo da produção agropecuária, seria também a água doce, o peixe, a capacidade do ecossistema planetário absorver o lixo e as emissões de CO2…

Não é a novela de Kafka dos dois homens que numa terra tornada um imenso Saara aguardam que a última máquina recicle os últimos restos para produzir o último enlatado e devorar o último dos dois.

Não. Tampouco é um anjo do Apocalipse tocando a trompete. A Global Footprint Network é um tanque de pensamento com sede na América do Norte, Europa e Ásia. A data fatídica tem até um nome: “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

Martin Halle, analista político dessa ONG, falou ao jornal Le Figaro sobre o método empregado para calcular essa data fatídica. Basta olhar para a realidade a fim de perceber que se trata do raciocínio de um hiper-técnico há muito tempo fechado dentro de um quarto que se utiliza de um método que vira a cabeça e tirar a sensatez daqueles que ainda a tem.

Uma visita ao Mercado Municipal de SP, por exemplo, ajuda a conservar o bom senso e consumir bemUma visita ao Mercado Municipal de SP, por exemplo,
ajuda a conservar o bom senso e consumir bem.

Como é de praxe, o catastrofismo do GFN corrigiu seu erro de cálculo passado, uma vez que anunciara que a tal “ultrapassagem” aconteceria em outubro do ano 2000, e atualizou a data para 19 de agosto deste ano.

A linguagem deles é de uma humanidade que hoje estaria canibalizando um derradeiro resto de suas pernas. O disparate é demais. Mas tem suas arapucas para pôr no ridículo quem não está advertido sobre as artimanhas do ambientalismo catastrofista.

O velado fundo de luta de classes planetária fornece um dos artifícios verbais: os ricos estão consumindo o que pertence à Mãe Terra e aos despossuídos.

Segundo o analista político daquela ONG, o culpado já está escolhido, julgado e condenado: nosso modo de vida, nossos estilos de consumir. Por exemplo, comer feijoada às quartas-feiras com a família ou os amigos. Trata-se, explica ele, de um regime alimentar que devora grande quantidade de carne – aqui eu me confesso digno da câmara de gás, devido à minha simpatia pelo churrasco –, cuja marca ecológica é pior que a culinária vegetariana.

Nós, os incriminados, agindo assim sem consciência, atacaríamos as reservas de recursos planetários. Seríamos os culpados, em última análise, pelo desmatamento, pelo definhamento dos cardumes do mar e pela superprodução do agronegócio na base de agroquímicos. Seríamos também os responsáveis pela morte de fome dos pobres em locais sem recursos. E o drama vai daí para pior.

Então, para conscientizar a nós, pobres comedores de feijoada, surge várias opções de alimentação com insetos repugnantes.

Há também outros culpados por esse crime planetário. Em primeiro lugar os transportes, especialmente os carros particulares. Por quê? Pela produção de CO2. Mas a lógica se aplica a toda espécie de transportes a motor. Caminhamos, assim, para um futuro onde carregaremos tudo nas costas, como na China de Mao Tsé Tung.

A inquisição verde não se detém aí. Também as moradias dos cidadãos são culpadas. Nossos sábios inquisidores acham que há excesso de metro quadrado per capita. A solução é apertar todo mundo em casinhas ou apartamentozinhos cada vez menores.

Mas, nessa lógica, há o pior: as infraestruturas das cidades construídas com liberdade pela iniciativa particular.

Fim!

Conclusão: tudo deve ser rijamente planejado para restringir o consumo de energia e salvar o planeta. Mais uma vez, morar numa latinha de sardinha, como o Plano Diretor petista favorece. Eis o paraíso restaurado!

Para a ONG, se não cairmos num comunismo utópico verde, a dívida contraída pelo sistema atual será impagável e, mais cedo ou mais tarde, o planeta entrará em agonia. Interrogado por Le Figarosobre a data do velório do planeta, Martin Halle reconheceu que não dá para predizer. Tudo dependerá do bicho-papão da “mudança climática”, no qual cada vez menos cientistas acreditam. Mas, para Halle, há razões para o otimismo: por exemplo, as leis alemãs em favor das energias renováveis. Pena que não tenham apresentado resultados dignos à altura das expectativas.

A ideologia verde radical não para de elucubrar espantalhos com ares científicos que depois as esquerdas exploram como pretexto para instalar um neocomunismo não menos radical.

Se você gosta de um tutu com feijão, um bobó de camarão, comida baiana, paulista, mineira, carioca, francesa e alemã, é melhor se apressar enquanto não chega o caminhão da SS verde que o levará para reciclar lixo numa Auschwitz “sustentável”.

GOVERNO ENSAIA VOLTA DOS GRANDES RESERVATÓRIOS.

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Governo ensaia volta dos grandes reservatórios

Posted: 19 Nov 2014 07:44 AM PST

Diante do enorme risco de desabastecimento energético, decorrente da grande estiagem deste ano e da queda da participação das hidrelétricas na matriz de energia brasileira, o governo federal parece ter optado pela retomada das usinas com reservatórios adequaos.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo (29/09/2014), pelo menos três empreendimentos – dois em construção e um em análise – deverão operar com reservatórios que permitam um maior acúmulo de água (rebatizados como “reservatórios de regularização plurianual”), sugerindo uma reversão do virtual banimento dos grandes reservatórios, como concessão às pressões do movimento ambientalista.

Os empreendimentos em pauta são as usinas de Sinop, com potência de 400 megawatts, no rio Teles Pires, Mato Grosso; São Roque (146 MW), no rio Canoas, Santa Catarina; e Arraias (93 MW), no rio Palma, Tocantins. Estes projetos receberão barragens que permitirão um maior acúmulo de água, ao contrário das numerosas usinas construídas nas últimas décadas com reservatórios insignificantes, chamadas “a fio d’água”. Embora não tenham uma grande capacidade de geração, terão condições de garantir uma oferta regular de energia por todo o ano, mesmo nas épocas de seca, já que serão capazes de “reter energia” nos períodos chuvosos, em forma de água.

As novas barragens deverão ser construídas próximo às cabeceiras dos rios, permitindo a outras hidrelétricas planejadas rio abaixo a se beneficiarem do mesmo recurso. “Vamos fazer tudo o que for possível, erguendo essas usinas onde tivermos condições técnicas e ambientais para isso (…). Há outras possibilidades em rios no Norte do País. Estamos estudando esses projetos.”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho.

Contudo, previsivelmente, o governo já tem sido cobrado pelos impactos ambientais resultantes da retomada das grandes barragens. A própria reportagem destaca este aspecto, observando que o alagamento de uma área maior tem a sua “fatura ambiental”. O texto compara as novas usinas com a de Belo Monte, no rio Xingu, com uma potência total de 11.233 MW e um reservatório de 503 km², contra 337 km², no caso da usina de Sinop, no rio Teles Pires. E reconhece que, mesmo tendo uma potência de geração muito superior, Belo Monte será prejudicada pela ausência de um reservatório maior (o projeto original previa uma área 2,5 vezes maior), fazendo com que a sua geração caia drasticamente nas épocas de estiagem, cerca de quatro meses por ano, para pouco mais de 1.000 MW, devido à sua incapacidade de reter água suficiente para sustentar uma geração maior.

Segundo a reportagem, a retomada dos empreendimentos com grandes reservatórios é um desejo da própria presidente Dilma Rousseff, que defendeu a medida durante o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no ano passado. “Temos de enfrentar o fato de que, se nós continuarmos a fazer hidrelétricas a fio d’água, se nós continuarmos a ter essa arquitetura de hidrelétricas, teremos aumento das térmicas”, disse a presidente, na ocasião.

Os entraves para o governo ampliar o número de hidrelétricas com grandes barragens estão espelhados no Plano Decenal de Energia (PDE), documento elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que apresenta as prioridades de expansão do sistema elétricos nos próximos dez anos. A versão atual estabelece que, até 2023, a capacidade instalada das hidrelétricas subirá 36% em relação à atual, de 87,6 mil MW – representando 67% do total gerado pelo sistema elétrico brasileiro, de 130,8 mil MW. No entanto, no mesmo período, a capacidade de armazenamento dos reservatórios aumentará apenas 2%. Este aumento, contudo, pode ser maior, já que o PDE é revisado anualmente, abrindo a possibilidade de alteração do planejamento atual.

É de se esperar que o governo que assumirá em 2015 mantenha a determinação de colocar um ponto final na submissão ao ambientalismo-indigenismo, que tem sido a marca das últimas décadas.

 

Amazônia tem o maior “oceano subterrâneo” de água doce do mundo

Aquífero Alter do Chão.

Aquífero Alter do Chão.

A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão. “A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

Veja sobre Alter do Chão: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Os Catastrofistas silenciam.

Os dados iniciais apontaram um depósito de água doce subterrânea de 86,4 trilhões de metros cúbicos.

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Últimos artigos do Blog do ambientalismo

 

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Governo quer agilizar licenciamento ambiental

Posted: 05 Nov 2014 08:10 AM PST

“Eu não consigo entender como um estudo de impacto ambiental pode ter 35 mil páginas, como acontece no caso de [a usina hidrelétrica] Belo Monte. Não dá para ser assim, há algo errado nisso, e que precisa mudar.”

As palavras acima não foram proferidas por um empresário exasperado com as dificuldades kafkianas impostas pela legislação ambiental brasileira a qualquer empreendimento de dimensão igual ou superior a um posto de gasolina, ou por algum crítico contumaz do uso político do processo de licenciamento ambiental. Sua autora foi a própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo (3/08/2014), na qual se referia a mais uma iniciativa do governo federal para agilizar o licenciamento, alvo de mais que justificadas reclamações dos setores produtivos, obrigados a aguardar prazos esticadíssimos para a análise dos seus empreendimentos pelos órgãos ambientais.

Segundo o jornal, a pauta das mudanças está sendo discutida entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com o aval da Casa Civil da Presidência da República, e deverá ser publicada nos próximos dias, por meio de uma portaria.

A reportagem afirma que o governo pretende reduzir a influência de outros órgãos que participam do processo de licenciamento, especificamente, a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Fundação Palmares. Para tanto, a portaria deverá definir com clareza as ocasiões em que deverão ser consultados e quais serão os critérios das consultas.

Como se sabe, todos eles são fontes recorrentes de dificuldades para a concessão das licenças ambientais, devido à forte inclinação ideológica dos seus corpos técnicos – problema do qual o próprio ministério não está isento.

Além dos prazos excessivamente esticados para a análise dos processos de licenciamento, geralmente incompatíveis com a dinâmica requerida pelos empreendimentos, com frequência, os empreendedores ainda são obrigados a arcar com os altos custos das chamadas compensações ambientais, que, não raro, envolvem requisitos que deveriam caber às administrações públicas. Em casos de projetos de grande porte, como usinas hidrelétricas, as exigências podem incluir itens como a construção de redes de saneamento, escolas, hospitais e outras instalações. Os custos são ainda maiores se os empreendimentos interagirem com comunidades indígenas, como é o caso da usina de Belo Monte, no rio Xingu, cujo cronograma poderá atrasar-se em mais de um ano, em grande medida, devido às repetidas invasões do canteiro de obras por indígenas da região, mobilizados pelo aparato ambientalista-indigenista, em sua campanha contra o projeto.

Embora cautelosa com as palavras, a ministra admite o que chama a “socialização” do problema e afirma que ele deverá ser reduzido. “O licenciamento não é a Geni das obras públicas, mas também não pode ser a cereja do bolo. Ele é apenas um instrumento de caráter preventivo e desta forma deve ser tratado”, disse ela ao jornal.

A iniciativa federal é das mais oportunas e ocorre em paralelo com outras semelhantes que têm sido implementadas em alguns estados, como São Paulo, que anunciou, no ano passado, uma ampla simplificação da legislação estadual específica (Alerta Científico e Ambiental, 1/08/2013). Nas últimas duas décadas, os sobrecustos e os atrasos impostos pelos exageros do licenciamento ambiental têm sido um dos principais fatores limitantes da expansão da infraestrutura energética e viária do País.

Resta aguardar e acompanhar os seus desdobramentos – e, se preciso, pressionar – para que não seja apenas mais uma boa intenção neutralizada pela inércia burocrática ou pelas pressões do aparato ambientalista-indigenista.

Em tempo: não sabemos se o Guiness tem algum registro a respeito, mas 35 mil páginas em um licenciamento ambiental deve ser um recorde mundial.

 

 

Marina Silva e a astúcia ambientalista de um velho colonialismo.

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Posted: 20 Sep 2014 06:38 AM PDT

A ascensão de Marina Silva nas pesquisas eleitorais, com reais possibilidades de chegar à Presidência da República, após a trágica morte de Eduardo Campos, reflete o desencanto com o putrefato sistema político-partidário atual, implicando em uma cega manifestação de repúdio sem propostas políticas alternativas viáveis.

Na Europa das décadas de 1920-1930, condições análogas ensejaram o – para muitos inimaginável – surgimento do nazifascismo. No Brasil de hoje, o vácuo de perspectivas positivas gera o risco de um processo de convulsões desagregadoras, com consequências imprevisíveis. Neste contexto, são preocupantes as propostas de “democracia direta” ou plebiscitária feitas pela candidata do PSB, que implicam na substituição das instituições legítimas do Estado nacional soberano – incluindo aí o sistema sindical -, hoje, profundamente fragilizadas, por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) e movimentos sociais, insuflados por interesses internacionais.

Nesse cenário, o País se vê diante da possibilidade de vir a ser governado por uma personagem com uma visão arcaica e bucólica sobre o desenvolvimento socioeconômico e que, apresentando-se como opositora da “política tradicional” e seus defeitos, tem uma face menos conhecida. De fato, toda a trajetória política de Marina foi feita à sombra de um insidioso aparato oligárquico internacional, integrado por entidades privadas e governamentais de certos países do Hemisfério Norte, que, nas últimas décadas, tem manipulado os problemas ambientais e indígenas do Brasil, utilizando-os como instrumentos de pressão para enquadrar as políticas públicas nacionais na sua agenda hegemônica. Este aparato supranacional funciona como uma estrutura de “governo mundial”, com grande capacidade de impor parcial ou integralmente a sua agenda aos governos nacionais.

A influência desse aparato de poder, até agora, tem se dado por meio de pressões diretas de governos estrangeiros, dotações de verbas oficiais e privadas direcionadas para a implementação de certas políticas ambientais (muito apreciadas por governos às voltas com restrições orçamentárias), ações diretas de uma bem financiada rede de ONGs e a cooptação de lideranças políticas, acadêmicos, profissionais de áreas diversas, jornalistas e outras personalidades capazes de influenciar a opinião pública em favor da agenda ambientalista-indigenista. Em condições de crise mais aguda, abre-se a possibilidade da manipulação de multidões, como as que se manifestaram em junho de 2013, para a imposição de reformas radicais.

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