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:: ‘Meio Ambiente’

ATENTADO AO MEIO AMBIENTE!

Sabemos que educação doméstica não é o forte do ilheense, como a fiscalização da Prefeitura, também.

Nessa lixeira viciada, que amanhece assim, temos agora o descarte de óleo de frituras, que pela quantidade não é um descarte domiciliar.

Portanto, menos alegria e mais trabalho…

A BAMIN E A RESERVA LEGAL

Reserva Legal

Perenização de mananciais

A Reserva Legal abriga diversos programas ambientais e sociais pensados e executados pela Bahia Mineração em prol da região e está localizada na BA-156 Km 48, a 12 Km ao sul da área da mina:

  • Museu Pedra de Ferro: abrigamos a riqueza histórica e patrimonial da região e conta com um acervo arqueológico, espeleológico, da fauna e da flora local. Em destaque a conservação do Mexerica, sítio rupestre pré-histórico que foi resgatado pela empresa em 2012.

  • Viveiro de Mudas: produzimos ao ano mais de 1.500 espécies nativas como: jatobá, mimosa, angico, madeira-nova, pau-ferro, surucucu, munlugu, tamboril, licurí, coco-de-vassoura, umbu entre outras.

  • Orquidário: cultivamos e armazenamos orquídeas, bromélias e plantas epífitas, como samambaias e avencas.

  • Compostagem: aproveitamos os resíduos orgânicos de frutas, legumes e folhagem para produção de adubo orgânico, a ser  utilizado na produção de mudas no viveiro.

  • Centro Provisório de Apoio Veterinário: áreas para recuperação da fauna, quarentena de animais resgatados e preparação da alimentação para os animais resgatados.

Galeria de Fotos

Sema realiza entrega do Plano de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira

Bacia do Rio Cacheira

Lançamento acontece dia 21 de setembro, no município de Ibicaraí, reunindo o secretário estadual do Meio Ambiente, prefeitos, lideranças, universidades, beneficiários, agricultores e demais parceiros do Projeto Cachoeira

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizam, na próxima quinta-feira (21), às 9h, o lançamento do Plano Estratégico de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira, na Câmara Municipal de Ibicaraí (Rua Tiradentes, n° 23, Centro). O documento é um dos resultados do Projeto Cachoeira, e foi desenvolvido a partir do diagnóstico ambiental da região e das audiências públicas nos municípios. A iniciativa também teve a contribuição dos atores locais na plataforma online disponibilizada no site pela Sema durante a elaboração do Plano.

Participam do evento, o secretário estadual do Meio Ambiente, Geraldo Reis, assessores e técnicos da pasta, lideranças, agricultores, beneficiários, prefeitos, representantes de instituições e entidades parceiras, como Ceplac, Comitê da Bacia Hidrográfica do Leste, Colegiados Territoriais Litoral Sul e Médio Sudoeste, universidades e outros convidados.

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Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia


Luis Dufaur (*)

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal

Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha. A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares. Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas. Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

O principal autor do estudo, Jean-François Bastin, pesquisador associado à Universidade Libre de Bruxelas e consultor na Organização das Nações Unidas para aAgricultura e a Alimentação (FAO) explicou que gora sua equipe pode utilizar imagens de alta resolução com um grau de precisão inferior a um metro, do que resultou o cálculo de cerca de 1,1 bilhão de hectares de florestas de regiões áridas.

Essa é uma extensão comparável à das florestas úmidas tropicais, como a amazônica. Dois terços dessa enorme área estão recobertos de formações vegetais densas — florestas “fechadas” —, onde a frondescência cobre pelo menos 40% do solo. Essas florestas aparecem em todos os continentes, inclusive no oeste da América Latina, no leste do Brasil e no norte da Venezuela e da Colômbia, por exemplo.

O cálculo mais exato acrescentou 467 milhões de hectares de florestas da terra, elevando o total a mais de 4,3 bilhões de hectares.

Floresta de eucaliptos na região árida de Pilbara, Austrália ocidental

A preocupação da confraria verde-vermelha era de afastar a ideia de um planeta mais verdejante do que parecia, pois isso poderia desmoralizar suas campanhas demagógicas contra o desmatamento.

Segundo a FAO, perto de 2 bilhões de pessoas vivem nesses territórios florestais até agora desconsiderados. Neles as árvores fornecem frutos e folhas para a alimentação dos homens e engorda dos animais, além de madeira para cozinhar e aquecer, como se dá com os bosques de acácias e eucaliptos na Austrália e de baobás na África.

Quando os cientistas sérios se aplicam ao seu trabalho, trazem dados sensatos. Mas a agitação verde-vermelha não gosta nada disso e não toma iniciativas para esclarecer o fundo da realidade.

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

CRIME AMBIENTAL DENUNCIADO NA CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS.

Clube de Pesca de Ilhéus. Foto colhida no R2CPRESS

UFSB – DESMATAMENTO DENTRO DA CEPLAC

Mata Atlântica, terreno nobre, tipo CEPEC

Para Prêmio Nobel o “ aquecimento global é uma nova religião”

Por  em 

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973 renunciou à famosa American Physical Society (APS) em 13 de setembro de 2011 como forma de condenar a posição oficial da associação em favor do “aquecimento global”.

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adotou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

“Se não forem empreendidas ações mitigadoras provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”, martelava o documento.

Giaever enviou na oportunidade um e-mail para Kate Kirby, chefe da APS, explicando que “ele não pode conviver com essa declaração” quando a temperatura global continua “surpreendentemente estável”.

Na APS, explicou o cientista, pode-se discutir todos os temas científicos, menos um que é tratado como tabu intocável: “o aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”

“A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin em cerca de 150 anos, se for verdade significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de ‘aquecimento’”, acrescentou o Prêmio Nobel.

“Aquecimento global”, guerra ao desmatamento, etc.: dogmas de uma nova religião

Para o Prêmio Nobel, “o aquecimento global se tornou uma nova religião”

“Ouvimos muitas advertências semelhantes sobre a chuva ácida, há 30 anos e o buraco de ozônio de 10 anos atrás ou o desmatamento”, defende ele apontando profecias catastrofistas que não se verificaram.

“O aquecimento global tornou-se uma nova religião. Nós frequentemente ouvimos falar do número de cientistas que o apoiam. Mas o número não é importante:… Só importa saber se os cientistas estão corretos. E, realmente nós não sabemos no que é que consiste o efeito real da atividade humana sobre o temperatura global”, acrescentou.

Giaever é um dos cientistas mais proeminentes citados em Relatório hoje histórico da Comissão do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado dos EUA.

Ele figura entre os 400 “cientistas dissidentes” que denunciaram em manifesto o mito do “aquecimento global” e que hoje aumentaram para 700.

Giaever também foi um dos mais de 100 signatários da carta de 30 de março de 2009 ao presidente Barack Obama, criticando sua postura sobre o aquecimento global.

É de se desejar que o novo presidente americano Donald Trump que mostra sensibilidade para posições afastadas do utopismo “verde” reconheça agora os méritos de cientistas como Giaever.

Ele é figura de destaque numa legião de cientistas objetivos que vêm sendo menosprezados e até punidos pelo radicalismo ambientalista instalado na administração pública americana.

 

A DEMOCRACIA ENTRE AMBIENTALISTAS E MINERADORAS!

angelopoci

AMBIENTALISMO DE PONTA ===>>> 23-01-2015

boaimprensa

agudas

 

        De tanto deblaterar contra o irritante catastrofismo ambientalista, estou caminhando para convencer-me de que ele merece nossa atenção. A natureza precisa mesmo ser preservada, e as recomendações ambientalistas serão recompensadas com florestas respirantes cheias de índios viciados em trabalho, vorazes manadas de espécies salvas da extinção, resfriamento global de entusiasmar criadores de carneiros e produtores de lã, máquinas eficientes movidas a pedal, e tantas coisas inventáveis.

Isso mesmo! Cheguei à conclusão de que a preocupação ecológica é uma necessidade, e vou batucar no meu computador verde em favor do ambientalismo de ponta. A auspiciosa novidade é que meu ambientalismo de última geração está em regime matrimonial indissolúvel com a tecnologia de ponta. Admira novidades tecnológicas preservacionistas, mas fica bem longe da ecologia proibidora que todo mundo conhece e detesta. Elogia avanços tecnológicos para nenhum ambientalista botar defeito, como farei hoje.

         Você já calculou quanta madeira, lenha, gás, eletricidade se consumiriam em fogões, se não houvesse o forno de microondas? Eu também não, mas não preciso de cálculos, estatísticas e outros argumentos numéricos para aplaudir quem o inventou. Consta-me que a façanha se deve a um engenheiro da Nasa. Ele gostava da tecnologia de ponta, mais ainda do chocolate de ponta, mas as barras que ele punha no bolso do jaleco começaram a derreter inexplicavelmente. Logo percebeu que havia uma fonte de calor por perto, e ela foi identificada como uma microonda. Muitos anos se passaram em testes, estudos e gasto de energia mental não poluente, e finalmente o forno foi lançado no mercado. Mas até hoje os ambientalistas não se lembraram de homenagear nem sequer o chocolate ecológico desse engenheiro…

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Cientistas acham oceanos de água no manto terrestre, mas “verdes” espalham panico de desertificação da Terra

boaimprensa
Luis Dufaur (*)

O prof. Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres e Planetárias da Northwestern University.

O prof. Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres
e Planetárias da Northwestern University.

Pesquisadores de Northwestern University Illinois descobriram que as camadas superficiais do planeta Terra encerram numerosos oceanos de água. Um dos mais profundos se encontra a mais de mil quilômetros de profundidade, segundo noticiou “Atlantico”.http://www.atlantico.fr/ atlantico-light/chercheurs- ont-decouvert-eau-profondeur- 1000-km-terre-2892210.html

“Se esse oceano não se encontrasse nessa profundidade nós ficaríamos submersos, explicou Steve Jacobsen da Northwestern University, num artigo publicado pela revista Lithos.

“Isso implica a presencia de uma reserva de água no planeta muito maior do que se pensava antes”, sublinhou.

Infográfico de 'O Globo' na época da descoberta. O jornal lamentou a falta de participação de cientistas brasileiros

Infográfico de ‘O Globo’ na época da descoberta.
O jornal lamentou a falta de participação de cientistas brasileiros

A presença dessa água em grandes profundidades foi denunciada por um diamante que foi ejetado por um vulcão perto do rio São Luíz em Juina, no estado de Mato Grosso, na divisa com Rondônia.

Os pesquisadores estudaram com microscópio infravermelho as imperfeições do diamante e identificaram uma prova inequívoca provocada por essas águas, segundo Steve Jacobsen.

Na hora de analisar a profundidade na qual teria se formado dito diamante a composição dos materiais pedia temperaturas e pressões muito elevadas, características da parte mais profunda do manto terrestre, camada da Terra, localizada entre a crosta e núcleo terrestres, com profundidades que vão de 30 km abaixo da crosta até 2.900 km e onde as temperaturas podem atingir os 2.000º.

O estudo agora publicado.

O estudo agora publicado.

A composição do mineral levou os pesquisadores a estipular que foi gerado num profundidade de por volta de 1.000 kms. 

Nele os cientistas identificaram “a assinatura da água” que só poderia estar nessa profundidade. Por isso eles acreditam ter a prova de que o ciclo da água da terr é bem maior do que se conhecia até agora e vai até essa profundidade do manto terrestre.

Segundo Steve Jacobsen a descoberta traz dados “sobre a origem da água no planeta e sugere que essa água já existia no momento em que a terra foi formada”.

“Ignoramos como a água foi ter numa tal profundidade. Ela teria podia chegar até o manto há dezenas de milhões de anos por causa do movimento das placas tectônicas primitiva”, disse o cientista. 

Steve Jacobsen acha que esses oceanos submersos explicam por que a Terra é o único planeta conhecido que possui placas tectônicas. A água se introduz no manto pela crosta oceânica e “favorece o amolecimento das rochas e assim ajuda aos movimentos das placas tectônicas agindo como lubrificante”, concluiu. 

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

Acordo sobre eliminação progressiva de gases é adotado em Ruanda

France Presse15/10/2016 11h30 – Atualizado em 15/10/2016 13h31

Hidrofluorocarbonos contribuem com o efeito estufa.
Acordo de Kigali é passo importante na luta contra o aquecimento climático.

Do G1, em São Paulo
Secretário de estado americano, John Kerry, discursar em encontro em Ruanda em que países assinaram acordo que visa à eliminação progressiva dos hidrofluorocarbonos (HFC) (Foto: AP)Secretário de estado americano, John Kerry, discursar em encontro em Ruanda em que países assinaram acordo que visa à eliminação progressiva dos hidrofluorocarbonos (HFC) (Foto: AP)

Após uma noite de negociações, quase 200 países assinaram neste sábado (15), em Kigali, capital de Ruanda, um acordo que visa à eliminação progressiva dos hidrofluorocarbonos (HFC), um dos gases do efeito estufa considerados muito nocivos para o clima.

“No ano passado, em Paris [durante a COP21], prometemos proteger o mundo dos piores efeitos da mudança climática. Hoje honramos esta promessa”, afirmou o diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Erik Solheim, citado em um comunicado, segundo a France Presse.

Juridicamente vinculante, o acordo de Kigali supõe um passo importante na luta contra o aquecimento climático e permite dar um sinal positivo a menos de um mês da próxima grande conferência anual sobre o clima, a COP 22, em Marrakesh (Marrocos).

Alcançado depois de uma noite inteira de negociações, o acordo, que introduz uma emenda ao Protocolo de Montreal sobre a proteção da camada de ozônio, foi amplamente celebrado, apesar de alguns lamentarem que países como a Índia ou os do Golfo tenham decidido iniciar sua transição mais tarde que outros.

“Não era totalmente o que desejávamos, mas continua sendo um bom acordo”, declarou o representante das Ilhas Marshall, Mattlan Zackhras. “Todos sabemos que temos que fazer mais e faremos mais”. :: LEIA MAIS »

Água doce, recurso escasso? Suas reservas subterrâneas poderiam sepultar a superfície terrestre

boaimprensa

Luis Dufaur (*)

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Este é o primeiro mapa-múndi das águas subterrâneas.

 

Certa feita, visitando a catedral católica de uma cidade do oeste do Paraná, chamou-me a atenção o esmero com o qual duas senhoras tentavam arrumar uma montagem com papéis coloridos no fundo do templo.

Quando cheguei perto, fiquei pasmo. O tema era a Campanha da Fraternidade falando que a água doce é um recurso cada vez mais raro, escasso e caro.

Não preciso dizer quanto chove no Paraná. Nem toda a água doce do rio do mesmo nome. Nem tampouco toda a água do Iguaçu que cai na foz desse rio, tão visitado por pessoas do mundo inteiro pela sua grandiosidade.

O disparate era tamanho que custei a reagir. Também percebi que essas boas senhoras, pertencentes a algum movimento de sacristia, nada entendiam do que estavam fazendo. Apenas o pároco e o bispo mandaram-nas fazer.

E elas montavam com boa fé um painel segundo o que entendiam do tema na sua fantasia. E manifestamente nada entendiam da proposta dessa Campanha da CNBB.

Tempos depois, em São Paulo, um velho amigo me contou ter ouvido do ex-frei Leonardo Boff que a luta do futuro seria pela água doce. Achei um perfeito disparate, mas aqueles meses eram de seca e a Cantareira batia recordes negativos…

Lembrei-me dessas boas pessoas logradas quando recebi um artigo do site Inovação Tecnológica com o título “Um mapa-múndi das águas subterrâneas”. 

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mapa-mundi-aguas-subterraneas&id=010125151117#.VyPLFHp2Fs4

Já tive ocasião de difundir neste blog algumas valiosas informações sobre os imensos lagos subterrâneos de água doce existentes em todo o planeta, a começar pelos aquíferos do Brasil, nas bacias dos rios Prata e do Amazonas, para só falar deles.

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