‘Meio Ambiente’
UMA A UMA, AS PRESEPADAS, E AS PANTOMIMAS VÃO CAINDO.
Redação Conversa Afiada
Belo Monte não alaga terra indígena. Procura-se um outro Golpe
- Publicado em 09/06/2011
Saiu no Globo online:
Hidrelétrica de Belo Monte não atinge terras indígenas, afirma Justiça do Pará
Agência Brasil
Brasília – A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quinta-feira que a 9ª Vara Federal do Pará acolheu os argumentos da Procuradoria-Geral Federal e da Procuradoria-Geral da União (órgãos da AGU) sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Em resposta a uma ação civil pública, os dois órgãos sustentaram que a usina não será construída em área indígena e não se pode confundir a localização do empreendimento com os impactos ambientais do projeto que poderiam afetar os índios da região.
A ação, apresentada pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), pedia a suspensão de atos e processos administrativos relacionados à construção da usina. A entidade alegava que a usina não poderia ser instalada no local previsto porque invadiria terras indígenas. Para a utilização da área, seria necessária a aprovação de lei específica, conforme prevê a Constituição.
Segundo a AGU, o Termo de Referência do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para elaboração estudos ambientais do empreendimento não incluiu as terras indígenas como áreas diretamente afetadas, já que não haverá perda territorial.
A 9ª Vara Federal do Pará acolheu os argumentos da União e destacou, na decisão, que o pedido do Cimi não tem fundamento.
Clique aqui para ler sobre outro Golpe do PiG (*) que desmorona: “Delfim: Dilma controlou a inflação”.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
ARTIGO DE PAULO HENRIQUE AMORIM.
O verdentreguismo é uma forma de resíduo sólido
- Publicado em 06/06/2011
Este ansioso blogueiro foi convidado para falar num painel sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos para prefeitos e vereadores da região administrativa de Campinas, São Paulo.
O anfitrião foi o brizolista Mario Heins, prefeito de Santa Bárbara d’Oeste, que em dois anos de governo construiu seis Brizolões, onde estudam em tempo integral três mil crianças (oh, Darcy, onde estás ?).
Esta segunda-feira celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente.
E acaba de entrar em vigor o Plano de Resíduos Sólidos, que dá aos prefeitos brasileiros o prazo até 2014 para acabar com todos os lixões do País.
ARTIGO DO DEPUTADO ALDO RABELO SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL.
“Quinta Coluna
Conta à lenda que ao cercar Madri durante a Guerra Civil Espanhola o general Emilio Mola Vidal, ao ser questionado sobre qual das quatro colunas que comandava entraria primeiro na cidade sitiada, respondeu: a quinta-coluna. Mola referia-se aos seus agentes, que de dentro sabotavam a resistência republicana.
Durante a Segunda Guerra Mundial a expressão tornou-se sinônimo de ações contra o esforço aliado na luta para derrotar o eixo nazi-fascista. A quinta-coluna disseminava boatos, procurava enfraquecer e neutralizar a vontade da resistência e desmoralizar a reação contra o inimigo.
Após a votação do Código Florestal, no último dia 24, um restaurante de Brasília acolheu as principais cabeças das ONGs internacionais para um jantar que avançou madrugada adentro. A Câmara acabara de aprovar, por 410 x 63 votos, o relatório do Código Florestal e derrotara de forma avassaladora a tentativa do grupo de pressão externo de impedir a decisão sobre a matéria. O ambiente era de consternação pela derrota, mas ali nascia a tática da quinta-coluna moderna para pressionar o Senado e o governo contra a agricultura e os agricultores brasileiros. Os agentes internacionais recorreriam à mídia estrangeira e espalhariam internamente a idéia de que o Código “anistia” desmatadores e permite novos desmatamentos.
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CLARO QUE O MEIO AMBIENTE É IMPORTANTE, MAS NÃO É A COISA MAIS IMPORTANTE DO MUNDO.
Veto de Dilma ao código atenderia a “interesses internacionais”
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
Autor da emenda do PMDB que impôs a derrota ao governo na votação do Código Florestal, o deputado Paulo Piau (PMDB-MG) disse nesta quarta-feira que o veto da presidente Dilma Rousseff a pontos polêmicos significará que ela está “se curvando aos interesses internacionais sobre a Amazônia”.
Em entrevista à Folha, Piau saiu em defesa do texto que legaliza todas as atividades agrícolas em APPs (área de preservação permanente) mantidas até julho de 2008, o que na prática é considerado uma anistia, e da divisão do programa de regularização ambiental entre o Planalto e os Estados. Os dois pontos enfrentam resistência do governo.
Para o deputado, o governo precisa entender que a Câmara aprovou um projeto que não representa apenas o interesse do governo. “O Brasil é maior que o governo.”
Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:
FOLHA – Qual a avaliação que o senhor faz do texto aprovado pela Câmara?
PAULO PIAU – Foi a vitória de um projeto para o Brasil. É uma proposta que contempla a questões ambientais e do agronegócio. Esse texto mostra como é conviver na democracia porque às vezes esse discurso internacional do meio ambiente acaba contaminando os brasileiros no sentido que o meio ambiente é a coisa mais importante que existe. Ela é muito importante, mas ela é tão importante quanto preservar o nosso agricultor lá no campo para não vir para cidade, inchar mais a cidade, criar família desajustada no meio urbano. É o que tentamos transmitir no relatório do deputado Aldo.
Os ambientalistas dizem que a proposta é um retrocesso.
Estamos deixando para a biodiversidade 500 milhões em 850 milhões em vegetação nativa, seja floresta amazônica, caatinga, mata atlântica, Pantanal. Está ficando com essa legislação atual 500 milhões para a gente cuidar. Nós achamos que isso é mais do que suficiente. Se o Brasil der conta de preservar, estamos guardando o patrimônio para nós e futuras gerações. Não vejo a curto prazo a necessidade de mexer em vegetação. Nos 350 milhões de hectares é possível fazer infraestrutura, estrada, cidade e produzir nosso alimento, aumentar a produção.
O BRASIL PRECISA COMBATER O ‘APARATO AMBIENTALISTA’.
Rio+20: Dilma nas “pegadas verdes” de Collor?
Rio, 19/maio/11 – A preocupação quase obsessiva com a “imagem ambiental” do Brasil no exterior, que tem sido uma constante em todos os presidentes nas últimas duas décadas e os tem levado a se submeter a todo tipo de pressões externas e internas, foi a motivação principal do jogo pesado demonstrado pelo Palácio do Planalto na semana passada, durante a tumultuada tentativa de votação do projeto de reforma do Código Florestal (Alerta C&A, 12/05/2011).
Além das costumeiras campanhas de propaganda e pressões do aparato ambientalista-indigenista internacional, o governo da presidente Dilma Rousseff tem outra consideração ambiental na agenda: a realização da conferência Rio+20 (também conhecida como Cúpula da Terra 2012), que o Brasil irá sediar, em junho de 2012 – duas décadas após a célebre conferência Rio-92, que consolidou os temas da agenda ambientalista, com destaque para as questões referentes às mudanças climáticas.
Em um recente debate no Senado, o chanceler Antonio Patriota afirmou que o evento “será, provavelmente, a maior conferência internacional do mandato da presidente Dilma Rousseff” (Agência Carta Maior, 13/05/2011) – e, evidentemente, o Itamaraty não quer abrir a guarda para grandes atritos com os ambientalistas, que possam, eventualmente, causar problemas para a organização do conclave. A firme reação do governo à intimação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), referente ao projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, seria uma exceção à regra (Alerta C&A, 7/04/2011).
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COMO SÃO INCOERENTES OS TAIS ‘AMBIENTALISTAS’.
A ditadura da minoria.
O Greenpeace é uma ONG holandesa que não cuidou do seu quintal e quer cagar regra aqui no Brasil. A foto acima, linda e maravilhosa, mostra uma fazenda de tulipas na Holanda. Lá no meio passa um rio sem um metro de mata ciliar preservada. Árvores? Apenas perto casa do dono, para dar uma sombra. Aqui no Brasil, o Greenpeace quer no mínimo 20% de área de Reserva Legal. Na Amazônia, exige 80%. Vocês sabiam que 61% do Brasil está exatamente igual como era em 1.500? A Holanda destruiu completamente as suas florestas primárias, não existe uma só área original. Hoje, a sede do Greenpeace tem apenas 11% de área reflorestada. Por isso, pressione o seu deputado para que ele aprove o novo Código Florestal. Que não caia na conversa de onguista, petista, verdista, deste bando de ecochatos financiados pelos plantadores de tulipa da Holanda, que nunca cuidaram da sua natureza e, agora, querem transformar o Brasil em spa ecológico. Clique aqui e mande uma mensagem para o seu deputado a votação será nos próximos dias 3 e 4 de maio.
COMEÇOU A GUERRA PELA CAPITANIA DE SERRA GRANDE.
Clique aqui, e veja.
REPOVOAMENTO DE CARANGUEJO EM SANTO AMARO.
Manguezal recebe mais 1,5 milhão caranguejos
Estudantes, professores, marisqueiros e vários outros segmentos da comunidade participaram hoje, terça-feira (27), do repovoamento de um milhão e quinhentos mil megalopas (pequenos caranguejos na segunda fase de desenvolvimento, medindo apenas meio centímetro) no manguezal de Porto de Acupe, distrito de Santo Amaro da Purificação.
A iniciativa é da Bahia Pesca, empresa vinculada à Seagri, e faz parte do projeto Puçá-Programa Integrado de Manejo e Gerenciamento do Caranguejo-uçá. As megalopas são cultivadas no laboratório da Bahia Pesca na Fazenda Oruabo em Santo Amaro, onde a comitiva também visitou e recebeu informações sobre os trabalhos desenvolvidos naquele local.
AMBIENTALISTA DE ‘AR CONDICIONADO’.
Esse senhor, foi um dos fundadores do PSDB. Mas depois que lhe arrancaram a penugem e ele não voltou a Câmara Federal, tratou de arranjar ‘outros ninhos’, para tucanar.
Como um legitimo ‘mauricinho’ da elite paulistana, pongou no ambientalismo profissional. E com sua bundinha de bundão, sentada em confortável escritório, manipula o ambientalismo profissional, sendo um dos principais articuladores contra o Complexo Intermodal.
DESMISTIFICANDO O ‘PÓ DE FERRO’.
Conforme é anunciado por uma ‘turminha’ aí, que o pó de ferro vai acabar com o mundo.
Quem acredita nisso pode até ficar assombrado.
Mas na realidade não é isso que acontece, além de não fazer mal ao ser humano, não é Bom-Bril mas tem mil e uma utilidades.
Clique aqui, e comprove.
IBAMA E AS NOVAS REGRAS PARA REPARAR ÁREAS DEGRADADAS
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) publicou, em 14 de abril, no DOU (Diário Oficial da União) a Instrução Normativa nº04/2011, que visa estabelecer exigências mínimas para nortear a elaboração de PRAD (Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas) ou áreas alteradas. As novas regras também se aplicam à recuperação de APPs (áreas de preservação permanente) e RL (reserva legal). A Instrução Normativa já está em vigor.
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO DA LAGOA ENCANTADA.
PROJETO DA LAGOA ENCANTADA APRESENTADO AO GOVERNO MUNICIPAL.
Em Ilhéus, projeto de revitalização da Lagoa
Encantada é apresentado ao governo municipal |
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Data: 27/08/2010 Hora: 13:47:17 |
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O projeto de revitalização social, ambiental, econômica e urbanística da área que se encontra sob a influência da Lagoa Encantada foi apresentado nesta quinta-feira (26) a vários membros do governo municipal pelo arquiteto urbanista e autor do trabalho, Frederico Costacurta.
A apresentação, que aconteceu no salão nobre do Palácio Paranaguá, contou com a presença de representantes das secretarias de Governo, Turismo, Educação, Meio Ambiente e Planejamento, bem como da Procuradoria Jurídica e da chefia de Gabinete da Prefeitura de Ilhéus.
Durante sua exposição, Frederico Costacurta afirmou que a principal finalidade do projeto é inserir a Lagoa Encantada e sua região de influência no mercado internacional de ecoturismo.
O arquiteto completou que “com essa proposta central, estaremos, obviamente, atingindo objetivos específicos, como a melhoria da qualidade de vida das populações envolvidas, a recuperação e a preservação do patrimônio sócio-ambiental, e a criação de modelo de turismo verdadeiramente voltado para as comunidades locais”.
Após falar sobre o início do projeto em 2003, bem como sobre as dificuldades para captar recursos, o arquiteto da Parkia Consultoria revelou que a Bahia Mineração decidiu bancar toda a parte de formatação do trabalho e a execução de um de seus eixos. “Por esta formatação devemos entender a descrição dos 15 programas existentes, a projeção do sistema, o dimensionamento da equipe técnica, a listagem dos equipamentos necessários e o orçamento de todos os custos envolvidos”, explica Costacurta.
Ainda, segundo ele, a Bahia Mineração também decidiu bancar o eixo educacional, que inclui três programas: suporte às escolas, educação ambiental e centro de cultura e esporte. Eixos – Além da educação, o projeto de revitalização da área de influência da Lagoa Encantada possui outros quatro eixos: gestão, ecoturismo, qualidade de vida e ocupação e renda.
Entre os programas, destacam-se a gestão de resíduos sólidos, a formação de comitê gestor (responsável pelo marketing, administração e recursos humanos), o desenvolvimento de esportes náuticos e a criação da Central de Artesanato de Sambaituba. Frederico Costacurta informa que o trabalho de formatação teve início no mês passado e deve ser concluído em outubro. “A partir daí, estaremos buscando novos patrocínios capazes de viabilizar o restante do projeto”, adianta, acrescentando que a prospecção de recursos conta com o auxílio de esforço de comunicação, incluindo uma página na internet, a apresentação de vídeos e a distribuição de materiais promocionais.
“É importante salientar também que, uma vez colocado em prática, esse projeto será gerido pelas próprias populações envolvidas, através de instrumentos que ainda estão sendo analisados, como associação ou cooperativa, realidade que, obviamente, envolve um prévio e permanente processo de capacitação”, esclarece. Segundo o arquiteto, outro diferencial reside no fato de que o trabalho não é uma iniciativa isolada, ou seja, apesar de independentes, os programas são interligados.
Foto Clodoaldo Ribeiro
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Ângela defende projeto para o Parque da Boa Esperança
A deputada estadual Ângela Sousa (PSC) participou nesta quinta-feira (14) de uma audiência com o secretário do Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, na qual também estava o secretário do Meio Ambiente de Ilhéus, Harildon Machado. No encontro, Machado apresentou um projeto de recuperação, reestruturação física e proteção do Parque Municipal da Boa Esperança, situado no município.
O parque tem 473 hectares e fica situado entre os bairros do Banco da Vitória e Iguape, onde funciona o Distrito Industrial de Ilhéus. É considerado a segunda maior floresta em área urbana do Brasil, atrás somente da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trata-se de uma área que precisa de uma intervenção do poder público, no sentido de assegurar sua preservação.
“Fizemos esse pleito ao secretário, que se mostrou bastante receptivo”, comentou a parlamentar, que também tratou de outros temas, como o Porto Sul e a tramitação, no Instituto do Meio Ambiente (IMA), de processos relativos ao programa Luz Para Todos.
O FALSO PODER DAS ONGS.
Quando o companheiro LULA, ainda Presidente, e aqui foi criticado, deixou correr frouxo a criação de ONGs pelo Brasil afora, principalmente as ditas ambientalistas, não sabia ele, ou sabia, que estava criando quase que um aparelhamento xiita de preservação do meio ambiente.
Ora, preservação do meio ambiente é causa vencida, todo mundo quer preservar o meio ambiente. Porém os ambientalistas xiitas querem avocar para si este privilégio, o resto é predador.
Neste rumo Tia Marina aparelhou e regulamentou o IBAMA, que foi, ou quiseram que fosse, o castelo inexpugnável do ambientalismo, e as ONGs se transformassem num 4º poder.
Tudo isto está mudando, o IBAMA é para servir ao BRASIL, e não aos ambientalistas ongueiros.






















