‘Meio Ambiente’
NATURA NA ALÇA DE MIRA.
A NATURA, do empresário Guilherme Leal, envolvida em traquinagens.
Clique aqui, Isto É Confidencial
REPORTAGEM BASTANTE INTERESSANTE.
Caros amigos
Os manguezais de Ilhéus passam por uma situação bem delicada, todos os dias constroem-se casas com banheiros afastados denominados “casinhas” (por não terem rede de esgotos) sem a menor higiene. Como não há coleta de lixo, o material descartado pela comunidade é todo jogado no manguezal, juntando, assim, com outros que são trazidos pelos rios de comunidades a montante. O lixo é transportado nas preamares e o que não consegue ser transportado fica acumulado, contribuindo com a degradação do manguezal.
Veja Mais em: IMPACTOS AMBIENTAIS DOS MANGUEZAIS DE ILHÉUS
http://pactoseimpactos.blogspot.com/2010/06/impactos-ambientais-dos-manguezais-de.html
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Ed Ferreira
fotos.edferreira@gmail.com
fone:73 8822-1126
CACAU E CHOCOLATE.
Este rapaz, Rui Rocha é um engraçadinho. Sabem qual foi a solução encontrada por ele para o cacau e chocolate.
Plantar cacau em sitios e quintais, e secar as amendoas em folha de zinco.
Ele disse isso, na maior cara de pau, em um seminario promovido por segmentos da Igreja Católica, no auditorio da Justiça Federal em Ilhéus.
Ele não pode ser levado a sério.
AMBIENTALISTAS A SOLDO E POR CONVENIÊNCIA.
Tomo a liberdade de retransmitir o interessante texto abaixo.
Caros amigos,
Peço-lhes licença para uma pequena reflexão.
Outro dia, lendo um blog, chamou-me à atenção uma pergunta feita pelo blogueiro: “onde está o Greenpeace neste acidente da British Petroleum?”. Boa pergunta! Aí me acendeu um bocado de??????????????????? interrogações. Não antes, porém, lembrar-me do processo, quando do leilão de Belo Monte. Tínhamos contra (ou torcendo para dar errado), só que me lembro agora: O Globo, Rede Globo, Folha, Estadão, CBN e seus “analistas políticos” (Merval Pereira e Sonia Hipólito), os “econômicos” (Sardemberg e Mirian Leitão), os “apresentadores” (Heródoto Barbeiro e Adalberto Piotto) o “ecológico” Sergio Abranches, uma multidão de “ONGs” (inclusive estadunidense), uma multidão de ambientalistas/verdes, igrejas, atores hollywoodianos, enfim, uma multidão de gente.
Pois bem, a pergunta é: não só o Greenpeace, mas, onde estão todas essas pessoas? analistas, ambientalistas, verdes, religiosos, atores, neste que já pode ser considerado o maior desastre ecológico do mundo? Todo o golfo poderá ter sua fauna e flora marinha comprometida de forma irreversível. A grande imprensa, pelo menos no Brasil, trata o tema como se fosse uma informação corriqueira. Na época do debate sobre Belo Monte, dava um destaque ao projeto da usina, como se governo estivesse na eminência de cometer um genocídio.
Toda a mídia se refere à British Petroleum como BP, numa clara tentativa de escamotear quem efetivamente é e de onde vem a empresa responsável pela catástrofe. E como se não bastasse, entram no joguete midiático da Casa Branca, anunciando que o presidente Obama “quer saber em quem ele tem dar um chute no traseiro”, como se fosse resolver assim, um acidente que é devastador para a humanidade. Evidentemente trata-se de amenizar o problema, repercutindo-o com “humor”. O tal ecologista da CBN, Sergio Abranches, chega ao cúmulo de puxar o problema para o Brasil, quando insinua: “isso deve alertar aos brasileiros para a exploração e prospecção da Petrobrás no pré-sal”, ou seja, levantando problema onde não tem e relativizando o desastre. Total cinismo.
Não sou adepto da teoria da conspiração, mas quando paramos para refletir as ações e atitudes de determinado segmentos políticos e, sobretudo midiáticos, tem-se claramente o movimento da manobra. Esse caso da British Petroleum, se não houver um mínimo de coerência entre os que se proclamam defensores da natureza, perderam qualquer autoridade para manifestar-se no futuro. O tema está muito barato, para não dizer de graça, tanto para o governo dos EEUU, quanto para a empresa Britânica. Se encerrar assim, será ainda mais trágico e tal conferência para o clima, a realizar-se no (golfo) México, será uma grande farsa recheada de petróleo cru.
Abraço.
Amauri Barros.
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.
Vazamento no Golfo do México: cadê o Greenpeace?
Rio, 1/jun/10 – “Mais óleo está vazando agora no Golfo do que em qualquer outro momento de nossa história. Este é sem dúvidas o maior desastre ambiental já enfrentado pelos Estados Unidos”, afirmou a desolada conselheira de energia da Casa Branca, Carol Browner, sobre o catastrófico vazamento de petróleo da plataforma Deepwater Horizon, operada pela British Petroleum (BP), no Golfo do México.
Um mês e meio após a explosão da plataforma, que causou a morte de 11 trabalhadores, cerca de 12 mil barris de petróleo jorram diariamente no oceano.
Em tal quadro, se avolumam as críticas, dentro e fora dos EUA, contra a atuação da BP e do próprio governo estadunidense. Dentre essas vozes, contudo, não se ouve uma das mais estridentes em casos parecidos: a do Greenpeace.
Por exemplo, em janeiro de 2000 houve um acidente com o oleoduto da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) que ocasionou um lamentável vazamento de 1,2 milhão de litros de óleo na baía de Guanabara. Ato contínuo, o Greenpeace desencadeou uma intensa campanha internacional contra a Petrobras que chegou, mesmo, a afetar os papéis da estatal em Wall Street. Entre outras medidas, o Greenpeace e caterva exigiam a “remoção da Reduc daquela região” e o Ministério Público chegou ao extremo de anunciar a intenção de interditar o refinaria, alheio ao fato dela ser responsável, na época, pela produção de 80% dos lubrificantes e 100% do querosene de aviação consumidos no País, além de abastecer 700 mil residências com gás natural.
Uma das interpretações para essa postura infame de dois pesos e duas medidas da ONG é o “pedigree” das empresas envolvidas: de um lado, uma estatal de país em desenvolvimento; do outro, uma jóia da Coroa Britânica, uma das ex-Sete Irmãs que formataram a geopolítica do petróleo desde os primórdios da sua exploração. Outras interpretações nos remetem diretamente ao advento do próprio ambientalismo que se entrelaça com poderosas personalidades do Establishment britânico, onde a BP sempre ocupou posição de destaque. Seja como for, a pergunta que persiste na lambança da BP no Golfo do México é: cadê o Greenpeace?
Notas:
[1]Vazamento já é o pior desastre ambiental dos EUA, CarbonoBrasil, 31/05/2010
UM POUCO MAIS DA APA DA LAGOA ENCANTADA.
A VERDADEIRA APA DA LAGOA ENCANTADA II
Com base nos estudos e teses da Ceplac e técnicos da Uesc, aos poucos vamos conhecendo a realidade da Lagoa do Itaipe , hoje conhecida como APA da Lagoa Encantada. Nos estudos de Walmir do Carmo, presidente do GRAMA-Grupo de Resistência as agressões ambientais, Caracterização Ambiental da Bacia do Rio Almada-Aspectos Sócio-Abientais (1995), passamos a conhecer detalhes que sempre foram relatados mais que nunca foram acatados pelos poderes públicos.
Vegetação
Como em grande parte da APA da Lagoa e Almada, as áreas que circundam a área da Lagoa Encantada, a vegetação se encontra bastante alterada. Basta observar no mapa ou em sobrevôo, conforme foto, onde percebemos que o cacau e as pastagens , substituíram as áreas Inicialmente cobertas por floresta perenifólia higrófila e ribeirinha.Também formações secundárias de capoeira substituem a vegetação original.
A capoeira encontra-se em estágios de desenvolvimento, de acordo cem o uso antrópico e a época em que foram abandonadas. De acordo com SANTANA (1986), a capoeira é formada por arvores de pequeno diâmetro, variando da forma arbórea à arbustiva, destacando-se a embaúba, a coarana e a corindiba.
A vegetação ao redor da Lagoa Encantada também já se encontra muito alterada. Algumas fazendas substituíram totalmente a vegetação original, até o espelho d’água, por gramíneas ou cultivo do cacau.
NEGÓCIOS INTERROMPIDOS.
Sempre afirmei e ontem foi confirmado, que não existe nada de meio ambiente nesta pendenga contra o Complexo Intermodal.
De fato o que existe, é que o litoral norte de Ilhéus, apesar de belo, era, e é uma área economicamente improdutiva, e que espertalhões estavam comprando terras ao preço da bacia das almas, e revendendo no exterior e a grandes empresários, para que fizessem dali o seu quintal, a sua área de lazer e de suas negociatas.
O Complexo Intermodal veio para reverter esta situação, transformar a área em produtiva e acabar com a Disneylândia tupiniquim.
Quando alguém toca no ponto nevrálgico da questão, como na postagem mais abaixo, ‘CLIENTES dos AMBIENTALISTAS’, aparecem os comentários ameaçadores, claro que não libero, mas os arquivo para no futuro, quem sabe?
Perguntas que não querem calar:
Aquele avião que caiu no mar cheio de gringos?
Vocês não acham que o assunto morreu rápido demais?
Um dos gringos era marginal internacional, procurado pela Interpol, está nos noticiários, e na Internet.
A tão falada mala, que um deles não se desgrudava, até o carregador para colocar no avião foi impedido. O que continha? Dolares, libras ou descongestionante nasal?
Tem gente com rabo de palha, e diz que este blog difama.
DEPUTADO, VAI PODER PLANTAR MACONHA TAMBÉM?
Reportagem – Luiz Claudio Pinheiro
Edição – Ralph Machado
Projeto libera uso de trilhas e prática esportiva em áreas privadas
Elton Bonfim
- Dep. Gabeira, ambientalista do PV.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7014/10, do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que regula o trânsito por propriedades privadas para acesso a sítios naturais públicos. A proposta estabelece qúblico.ue é direito do cidadão o livre trânsito, em áreas particulares, por caminhos e trilhas que conduzam a locais de grande beleza e interesse para a visitação pública.
Segundo o deputado, entidades de montanhistas colaboraram na elaboração do projeto, após constatarem a proibição de acesso a cumes de montanhas no Estado do Rio de Janeiro. “É evidente que o problema demanda urgente regulamentação”, disse Gabeira.
Arbitragem
O projeto assegura a participação dos proprietários e de associações de esportistas na definição dos caminhos, que terá de ser feita por órgão ambiental – a quem caberá, ainda, arbitrar eventuais conflitos. A proposta também cria regras para respeito aos ecossistemas e para a prática de atividades esportivas em unidades de conservação federais, estaduais e municipais.
Gabeira afirma que a prática de andar em trilhas tem valor cultural e esportivo e pode contribuir para estimular o desenvolvimento sustentável. Ele argumenta que a apropriação privada de áreas naturais acaba impedindo o acesso a sítios naturais de interesse público.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será examinado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Senhor SARRAFO:
Como ficam os terrenos dos CLIENTES dos AMBIENTALISTAS no norte de Ilhéus.
São dezenas de quilometros de praias, sem que o pobre e nativo tenha acesso às calientes águas salgadas.
Bolão das Bicicletas
A POPULAÇÃO ACORDOU TARDE DEMAIS.
http://www.youtube.com/watch?v=0l36c0eQSQA
jorgepnogueira — 20 de agosto de 2007 — REVOLTA POPULAR PELA CRIAÇÃO DA RESEX EM CANAVIEIRAS NA BAHIA. O POVO SAIU AS RUAS PARA PROTESTAR, CONTRA A TRAIÇÃO AO SEU PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO, DENUNCIANDO O PROCESSO FRAUDULENTO DE SUA CRIAÇÃO.
SEMANA DO MEIO AMBIENTE EM ILHÉUS.
Bamin realiza ações de Preservação e conscientização durante Semana do Meio Ambiente em Ilhéus
A comunidade local e empregados da empresa participam de atividades gratuitas, lúdicas e sócio-educativas.
A Semana do Meio Ambiente, em Ilhéus, está com uma vasta programação preparada pela Bahia Mineração (Bamin), especialmente para a comunidade local e os empregados da empresa. Até o dia 2 de junho, quarta-feira, um estande ecológico funcionará na Praça da Prefeitura, em frente à Câmara de Vereadores, das 8h às 18h. Nesse espaço, os visitantes poderão: trocar garrafas PET por mudas de plantas nativas da região, participar da preparação de sementes da vida; conhecer um pouco mais sobre a empresa e seus projetos sócio-ambientais, além de conferir a exposição de artesanato com materiais recicláveis, frutas desidratadas e doces em compota, em calda e geléias dos grupos produtivos do Projeto Transformar.
Dia do Meio Ambiente – As atividades não param por aí. No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, a partir das 10h da manhã, os empregados da Bamin, a comunidade ilheense e as famílias que integram os projetos sociais da empresa participarão, gratuitamente, de diversas ações na Lagoa Encantada, de cunho lúdico e sócio – educativo. Entre elas: uma grande ação de Plantio de Mudas; o Mutirão de Limpeza da Lagoa; a Oficina de Artesanato com material reciclável; Trilhas Ecológicas com coleta de lixo, que será trocado por brindes; colocação de lixeiras decorativas, dentre outras.
Educação ambiental - Através de recreação sócio-educativa e brincadeiras, as crianças também serão sensibilizadas para a formação da cidadania ambiental. Como parte da programação do Dia do Meio Ambiente na Lagoa Encantada está prevista uma mini gincana com o tema ambiental, pinturas em cartazes de plantas e animais, escultura de bolas em forma de animais, confecção de brinquedos com garrafas PET, além de animação com dança e música que falem do meio ambiente. Toda a programação foi montada pela Bamin depois de conversas com as lideranças da Lagoa Encantada e com o conhecimento da Secretaria de Meio Ambiente do município e do estado.
A MATA ATLÂNTICA E O CACAU- VERDADES E MENTIRAS
UM RELATO AMBIENTAL – Por Jose Rezende Mendonça
Para falar da verdadeira mata atlântica, na região cacaueira, este relato foi dividido em três fases.
Na primeira fase denominamos de: “O DESMATAMENTO PELO ENRIQUECIMENTO SEM LEI”, e para isto, começaremos citando alguns trechos do romance, Terras do Sem-Fim de Jorge Amado.
“A gente vive numas brenhas danadas, derrubando mata pra plantar cacau… É trabalho dia e noite, derrubar mata e plantar roça… A cobiça e o desejo de enriquecimento levam os fazendeiros a se confrontar, para quem as armas são a única lei”.
Nesta época, apesar da mata possuir uma densidade altíssima que chegava até 988 árvores/ha, conforme um levantamento recente, feito em mata virgem, na região de Serra Grande, município de Uruçuca, por pesquisadores do Setor de Botânica do CEPEC, para esta fase utilizaremos uma média de 270 árvores/ha, por se tratar apenas de plantas com características adequadas para o sombreamento de cacaueiros.
Os desbravadores aqui chegando à busca de tão cobiçadas terras férteis, para o plantio do cacau, começaram a praticar o primeiro desmatamento, para formar as roças de cacau. Por entenderem que o cacaueiro era uma planta exigente em sombreamento, não partiram para a derruba total da mata e sim para o raleamento de árvores para melhor formar suas roças.
O que mais impressiona nesta fase, é que, segundo dados levantados em 1972, pela CEPLAC, já constatava que a média de 270, baixara para 76 árvores/ha, o que representa um raleamento de 72% das árvores que formavam um manto contínuo de mata atlântica.
Neste levantamento da CEPLAC, constatou-se um mínimo de 25 e o máximo de 323 árvores/ha, com 176 espécies diferentes, com a seguinte frequência: Cajazeira 4 plantas, Ingazeiro 3,8; Jaqueira 3,3; Pau d’Alho 2,0; Gameleira 1,5; Louro 1,4; Caobi 1,3; Eritrina1,1; Cedro 1,1; Bilreiro 1,0; Jenipapeiro 0,7; Vinhático 0,6; Jequitibá 0,6; Sapucaia 0,4, num trabalho realizado em 61 propriedades, em diversos pontos diferentes na Região Cacaueira.
Na Segunda fase, denominamos de: “O DESMATAMENTO OFICIAL E FINANCIADO”. (1968), neste caso, começaremos citando alguns trechos de publicações da Revista Cacau Atualidades da Ceplac.
PARA PENSAR NO FINAL DE SEMANA.
Se existem os tais empreendimentos turisticos para o litoral norte de Ilhéus, onde estão que ninguém sabe, ninguém viu?
Os projetos estão presos na burocracia ambientalista do IMA- Instituto de Meio Ambiente, da ‘verde’ Beth Wagner? Precisamos conhecer estes projetos.
A famosa lista que foi entregue ao MMA, está sob intenso fuzilamento, assinaturas fajutas, assinaturas não autorizadas, instituições fantasmas, uma lista digna de ser investigada pela Polícia Federal.
Sim, pois envolve um Ministério do Governo Federal, e um funcionário público, professor de uma universidade estadual, que devido ao ilícito penal deveria ser exonerado a bem do serviço público, além das cominações penais.
Veja o flagrante da farsa, com cobertura da maliciosa Rede Globo.
A SÍNTESE COLOCADA EM UM COMENTÁRIO.
Por um punhado de dólares, divulga-se que o Iraque possui armas atomicas..e a ONU entao pode invadi-lo e tomar conta dele
..divulga-se que o Brasil polui as aguas, o céu, a terra…destroi florestas…e pode-se fazer dele uma colonia..afinal..”é um povo dócil e ignorante”?
O Brasil, depois da Nova Zelandia, é o pais que possui melhor “performance”ambiental do Mundo !!!
Leve-se em conta a poluiçao causada e os beneficios amientais!
somos um país escravo, que presta servicos ambientais sem remuneracáo de forma escrrava, como colonia dos países mais poluidores: europeus,japoneses e norteamericanos!
Como se nao bastasse sermos o segundo país mais limpo e limpador do mundo, alguns exploram nossa ignorância, a ignorancia e falta de operância dos governantes em nao nos defenderem de mentiras e teorias de dominaçao como estas propagadas pela ONU e suas subsidiárias e por Ongs internacionais.
O BRASIL É MAIOR ( !) ( SEGUNDO EM %) LIMPADOR DO AMBIENTE MUNDIAL, considerando-se servicos prestados (-) poluicáo!
O resto é propaganda enganosa e pretexto para continuar a colonizacao e exploracao , de forma escrava e sem pagamento, pelos nossos serviços ambientais.
E tem muito brasileiro vendido aos interesses internacionais. De modo especial nossos governantes que nao se opoem a esta forma colonial de sermos tratados, e algumas Ongs…provavelomente ..por um punhado de dólares..e librsas
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IRACEMA PEDROSA Enviado: 16 Mai 2010 06:10
MAIS UMA INSTITUIÇÃO ‘AMBIENTALISTA’ FANTASMA.
65 LECTS – Lagoa Encantada Cidadania e Turismo Sustentável – Ilhéus
A Lagoa Encantada Cidadania e Turismo Sustentável (Lects) é uma entidade sem fins lucrativos que mantém intercâmbio cultural com estudantes franceses dos cursos de engenharia e meio ambiente. Formada por empresários, produtores rurais e comunidade, a entidade desenvolveu projeto de captação e adução da água, orienta a comunidade na formação de planos e ações para fomentar o turismo na localidade, além de ajudar no destino de resíduos sólidos usados como adubo. Os integrantes do projeto são Nicolas Maillot (fazenda Vitória) e Jailson Costa dos Santos-Joca (da Lects).
A fazenda vitória foi vendida para o grupo do Txai e os projetos que os franceses tentaram realizar fracassaram, na verdade eles vieram curtir a natureza e relaxaaaar.Não mais existe é uma tremenda farsa esta lista.
Ed Ferreira.
O GUETO DO ATRASO CONTINUA SUA PENITÊNCIA.
Soube que os ‘ambientalistas’ de araque, estão organizando uma lista de assinaturas, inclusive com a assinatura do vereador Zé Neguinho, para entregar a Marina Silva.
Pode entregar a lista a Raul Seixas do Sacolão ou a Bob, o Negão da Lata, vai ter o mesmo efeito, ou seja nenhum.
Essa maluca, quando Ministra do Meio Ambiente, com seu fanatismo, engessou o Ministério e atrasou o desenvolvimento do País.
Agora, com a maior cara de pau se alia ao capitalista colocado em sexto lugar no Brasil, para com um ar de candura, querer ser Presidenta da República.
Como na eleição passada tivemos Heloisa Helena, nessa temos Marina Silva, afinal estamos em uma democracia e temos que ter candidatos para eleitores esdrúxulos.
UM REGISTRO SOBRE A MATA DA ESPERANÇA.
Um registro, um esclarecimento se faz necessario.
Quando usei a imagem acima e o nome FERBRITA, foi apenas tentando colocar um ponto de referencia para as pessoas que não conhecem onde começa a Reserva da Mata da Esperança.
A FERBRITA é uma empresa conceituada e participante do desenvolvimento da cidade, legalmente licenciada e regularizada, e em nenhum momento foi acusada ou se quer insinuada a sua participação em desmatamento.
Fica o registro, para que pessoas desinformadas ou mal intencionadas não continuem a levar ou desviar a atenção do foco da denúncia.
MAIS UM ALIENÍGENA FINANCIADO SE PRONUNCIA, É UMA VERGONHA.
Ambientalista quer porto de minério longe de Ilhéus
Texto atualizado em 11 de Maio de 2010 -
Bruno Rios – Porto Gente
reportagem
Defensor da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável, o presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Clayton Lino, conversou com PortoGente sobre a polêmica que cerca a instalação do Porto Sul em Ilhéus, no litoral da Bahia. Ele não poupou críticas ao Governo do Estado e elencou os motivos que o levam a defender o arquivamento do projeto bilionário.
“A gente sabe que há a alternativa do desenvolvimento sustentável, com turismo e exportação de chocolate a partir da retomada do cacau. De repente, aparece uma coisa que vai contra tudo isso, unindo mineração e porto num projeto só, com impacto enorme. Falam em mitigação dos impactos, replantio de árvores, mas se eu estivesse na Suécia acreditaria nisso”.
Clayton Lima mostra-se incrédulo ante o que classifica como incoerência do Poder Público brasileiro, pois, nos últimos anos, lutou-se para a criação de uma Área de Proteção Ambiental (APA) na área do Porto Sul. E ela saiu do papel. Hoje, existe a APA da Lagoa Encantada.
E é justamente por ela existir que a instalação do Porto Sul causa polêmica. Ironicamente, segundo o entrevistado, o Governo da Bahia que antigamente lutou pela APA agora apoia o porto no lugar dela.
“Queremos que o Governo respeite a lei que ele mesmo criou. A área onde querem o Porto Sul pertence a uma região classificada como reserva internacional da biosfera. O Brasil tem um compromisso na Unesco de promover o desenvolvimento sustentável dessa região.
É claro que um porto a ser construído para escoamento de minério de ferro vai contra esse princípio. Ali no Sul da Bahia, onde querem o porto, temos 450 espécies de árvores. O Porto Sul pode sair, mas em outro lugar”.
Colaboração de Luisaldo.













