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:: ‘Meio Ambiente’

INDIGENISTAS QUEREM – [QUERIAM] – “CONGELAR” REGIÃO SUL DURANTE A COPA

ambientalismo

Posted: 18 Sep 2014 10:55 AM PDT

Diversos grupos de militantes indígenas pretendem realizar [pretendiam, na época, pois este artigo é de 13 de junho de 2014] ações em todo o país durante a Copa do Mundo, com o intuito de capitalizar a visibilidade do evento, para pressionar o governo, na implementação da sua insidiosa agenda intervencionista, segregacionista e antidesenvolvimentista.

Segundo uma reportagem da BBC Brasil (9/06/2014), há ações programadas em pelo menos três estados – São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul -, durante o torneio, sendo contempladas associações a outros grupos organizados, como ocorreu em Brasília, no final do mês passado, como noticiado neste boletim (MSIa Informa, 30/05/2014).

Segundo a reportagem, o cacique caingangue Roberto dos Santos afirmou que uma reunião, esta semana, irá definir como se darão os protestos na Região Sul. As suas palavras revelam o elevado grau de insolência e atrevimento das lideranças indigenistas: “Não vamos deixar a Copa acontecer baratinho, em vista do sofrimento das sociedades indígenas (…). Temos a proposta de congelar a Região Sul, bloqueando todos os seus acessos por via terrestre.”

O objetivo imediato do cacique é a ampliação da sua reserva indígena, afetada pela decisão do governo federal de suspender todos os processos de demarcação, em 2013.

A reportagem relata, ainda, que um documento obtido junto à Fundação Nacional do Índio (Funai) revela a existência de 118 processos demarcatórios em andamento no Brasil. De acordo com ele, 39 dessas áreas em disputa já estariam em “fase final de regularização”; dez processos aguardam a aprovação final da presidente da Funai; 12, a assinatura do ministro da Justiça; e mais 17 dependem apenas de assinatura da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o texto, funcionários da Funai afirmam, “reservadamente”, que será preciso muitos anos até que todos os processos demarcatórios sejam concluídos, caso o ritmo atual se mantenha.

Outro cacique, o guarani Nelson Wera Soares, do bairro do Jaraguá (SP), afirmou que o seu grupo também está organizando manifestações para a Copa, para cobrar a ampliação de suas terras para 500 hectares, segundo ele, para manter o “estilo de vida tradicional” das 140 famílias indígenas que compõem a sua comunidade.

Além disso, outras duas aldeias guaranis em São Paulo também pressionam por novas ampliações de demarcações já realizadas no estado, e Soares assegura que os indígenas podem unir esforços com outros grupos, incluindo o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) – que, na prática, são indistinguíveis. Um exemplo desta articulação foi o protesto em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo, na semana passada, quando 150 guaranis e integrantes do MST e do Movimento Passe Livre fizeram atos unificados.

A coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sonia Guajajara, declarou à reportagem da BBC Brasil que também devem ocorrer mobilizações indígenas em outras partes do Brasil: “Nossa orientação é para que as organizações regionais se juntem aos demais movimentos e participem dos atos de protesto durante a Copa.”

Ela criticou o governo federal, afirmando que os recursos investidos na Copa deveriam ter sido integralmente destinados a solucionar problemas indígenas, incluindo o pagamento de indenização a agricultores expulsos de terras demarcadas.

A presença da líder da APIB na articulação, bem como a participação do MST e do MTST na mobilização, evidenciam mais um esforço coordenado do aparato indigenista, com o qual as autoridades nacionais não podem ser complacentes.

 

 

CÂMARA CRIA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DE ATINGIDOS PELO AMBIENTALISMO-INDIGENISMO.

Posted: 01 Sep 2014 09:16 AM PDT

Em uma oportuna iniciativa, um grupo de deputados federais criou uma nova frente parlamentar, com o objetivo de se oporem aos excessos cometidos nas intervenções do aparato ambientalista-indigenista no País.Denominado Frente Parlamentar em Defesa das Populações Atingidas por Áreas Protegidas (Unidades de Conservação e Terras Indígenas), o grupo, coordenado pelo deputado Weverton Rocha (PDT-MA), é integrado por 215 parlamentares e pretende atuar no Congresso em defesa dos não-índios que vivem em áreas cobiçadas por ambientalistas e indigenistas, e se veem atualmente desprotegidos pelo Estado brasileiro. Também conhecida como Frente Humanista, a entidade deverá ser oficialmente lançada no próximo dia 28 de maio, segundo o site Questão Indígena (14/05/2014).A nova iniciativa parlamentar visa combater os excessos da política de criação de áreas protegidas, que tem afetado milhares de cidadãos, como os 6 mil agricultores expulsos da antiga Gleba Suiá-Missu, em Mato Grosso, após a demarcação da área para a constituição de uma nova reserva indígena, por ação da Fundação Nacional do Índio (Funai). Para Rocha, “não se pode deixar que a necessária proteção do meio ambiente e dos índios force o estado brasileiro a violentar direitos das pessoas afetadas”.O documento de constituição da Frente Parlamentar assim descreve as suas finalidades (Art. 2º.):

I – acompanhar, propor e analisar proposições e programas que disciplinem todos os assuntos referentes ao reassentamento involuntário em áreas protegidas;

II – divulgar os problemas causados pela criação de áreas protegidas, notadamente, unidades de conservação e terras indígenas às populações residentes nas áreas a serem desapropriadas antes da criação da Área Protegida;

III – acompanhar as ações a serem empreendidas pelo Poder Público no sentido de proteger os direitos dessas populações;

IV – realizar encontros, simpósios, seminários, debates e outros eventos, com vistas a aventar as medidas legislativas necessárias a uma rápida resolução dos conflitos fundiários;

V – articular e integrar as iniciativas e atividades da Frente Parlamentar com as ações de governo e das entidades da sociedade civil;

VI – promover a divulgação das atividades Frente Parlamentar em Defesa das Populações Atingidas por Áreas Protegida (Unidades de Conservação e Terras Indígenas), no âmbito do Parlamento e junto à sociedade.

A frente suprapartidária pretende fazer frente às ações induzidas pelo aparato ambientalista-indigenista, em especial, pelas ações da Funai, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, Maranhão e outros estados.

Como seria previsível, a reação do aparato intervencionista não tardou, embora o anúncio formal da criação da Frente, feito em 22 de abril, tenha passado despercebido, como admitiu o Greenpeace, em uma nota publicada no seu sítio, em 23 de maio. No sítio do grupo O Eco, a presidente da entidade, Maria Tereza Jorge Pádua, membro do conselho da Fundação Boticário e da Comissão Mundial de Parques Nacionais da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), demonstrou a irritação dos ambientalistas: “É um enorme pesadelo para os ecólogos, cientistas, profissionais e demais técnicos, ou de ambientalistas da área. Nunca um país democrata, considerado relativamente adiantado e desenvolvido, assistiu uma excrecência [sic] destas.”Segundo ela, a medida ameaça tornar o Brasil o “campeão de extinção e recategorização de áreas protegidas ou unidades de conservação” (O Eco, 18/05/2014).Em tom exasperado, conclui:

O que vão fazer a classe científica, as universidades afins, as ONGs com esta nova bomba? As últimas políticas públicas mostram claramente um enorme retrocesso da área ambiental, nunca visto em um país sem guerras. O que aconteceu para que falhássemos tanto? Não conseguimos, nós, os profissionais da área, motivar nossos compatriotas para impedir que tudo vá para o ralo. Esta nova ameaça desta frente parlamentar, onde estão situados os humanos que nos representam [sic], deverá nos empurrar mais celeremente para o ralo a que me refiro.

Em sua irritação, a ambientalista pode ter cometido um ato falho, ao utilizar a expressão “humanos que nos representam”, para qualificar os integrantes da nova frente. Com efeito, é notório que muitos ambientalistas, seguidores do chamado enfoque “biocêntrico” (contrário ao “antropocentrismo”, que constitui um dos pilares da civilização judaico-cristã ocidental), não fazem qualquer diferenciação ontológica entre os seres humanos e o ambiente natural, ao qual atribuem direitos próprios, aos quais a humanidade deveria submeter-se. Por isso, empenham-se na “proteção” incondicional do meio ambiente e relegam os povos indígenas ao estágio de “bons selvagens”, supostamente incapazes de se inserir no impulso civilizatório.Este boletim dá as boas vindas à nova frente parlamentar e acompanhará com a devida atenção as suas atividades.

Bispos amazônicos pregam “evangelho verde”

Sem nenhum apego à verdade e contaminados pela ideologia da aparato ambientalista-indigenista internacional, um grupo de bispos da Amazônia fez uma série de críticas às grandes hidrelétricas construídas na região, em especial às usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, sugerindo que estariam contribuindo para a cheia histórica do rio Madeira, que tem castigado dramaticamente a região e suas populações.

Em nota divulgada no último dia 29 de março, o Regional Noroeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que reúne bispos do Acre, Rondônia e Sul do Amazonas, expressou assim a sua preocupação com a cheia do rio Madeira e o seu impacto junto às comunidades ribeirinhas e urbanas:

A enchente histórica de 2014 que inundou centenas de comunidades ribeirinhas e urbanas, expulsando milhares de famílias e submergindo inúmeras plantações à beira do Rio Madeira trouxe muito sofrimento. Sabemos que catástrofes naturais ameaçam a vida no nosso planeta desde o princípio. A Terra é um planeta vivo que se reconfigura continuamente. No entanto, acreditamos que há novos fatores como o aquecimento global, que acelera o descongelamento das geleiras das montanhas, desmatamentos e processos erosivos no solo, a formação de represas para geração de energia elétrica (sic).

As águas abundantes que descem das montanhas da Bolívia e do Peru aumentaram consideravelmente os reservatórios das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. A construção dessas duas obras no Alto Rio Madeira, além de sofrer um atraso de mais de um ano, segundo especialistas, apresenta erros no estudo de impacto ambiental. A inundação das BRs 364 e 425 isolou o Estado do Acre, a região de Guajará-Mirim e toda a área do Abunã. O difícil abastecimento de suas populações, com combustíveis e alimentos, mostra a urgência de novos estudos.

Sem desconsiderar o esforço do governo para oferecer à população do País energia elétrica de qualidade, lamentamos a falta de cuidado com os estudos de impacto ambiental que, por sinal, não contemplaram o médio e o Baixo Madeira. A falta de interesse em fontes alternativas de energia, tais como a solar, eólica e de biomassa, abundantes no Brasil, nos faz questionar: Por que? (CNBB, 29/03/2014)

Entre os signatários do documento, estavam o presidente do Regional Noroeste, Dom Mosé João Pontelo, bispo de Cruzeiro do Sul (AC), o vice-presidente Dom Joaquín Pertiñez, bispo de Rio Branco (AC), e o arcebispo de Porto Velho (RO), Dom Esmeraldo Barreto de Farias. :: LEIA MAIS »

UM CEMITÉRIO DENTRO DA MATA DA ESPERANÇA.

Conforme publica o blog Agravo, um cemitério está instalando-se dentro da Mata da Esperança.

Não que Ilhéus não precise, precisa e muito.

Mas os ambientalistas e o Condema na época foram consultados? Clique na foto, e veja matéria completa.

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Maramata realiza estudos do clima e propõe soluções para preservação ambiental

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Maramata é referência em educação ambiental na região

Diversos projetos são desenvolvidos pela Universidade Livre do Mar e da Mata, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com o meio ambiente.

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A Universidade Livre do Mar e da Mata (Maramata) é uma instituição da Prefeitura de Ilhéus que tem o objetivo de promover a educação ambiental de modo lúdico e criativo, a partir de projetos, seminários e atividades que envolvem a população espontaneamente. Segundo o presidente Fred Andrade, as atividades têm gerado uma aproximação maior com a comunidade. “Podemos observar que estamos encurtando a distância com a população; sentimos um interesse e envolvimento maior por nossas atividades” informa o presidente, destacando que diversas instituições educacionais da região, estão visitando a Maramata para aprofundarem os conhecimentos desenvolvidos em sala de aula. 

Vários projetos integram a estrutura da instituição. Um deles, o Oceanário Virtual, considerado o segundo da Bahia, possui três TVs para exibição de imagens do fundo do mar, em uma ambiência formada por luzes e climatização adequada para possibilitar ao visitante a sensação de estar no oceano.  Também aberto ao público, o Museu do Mar e da Capitania possui um rico acervo biológico dividido em duas partes. A da marinha, com um grande número de animais marinhos, peixes, aves, repteis e diversos outros; já a parte da capitania, conta a história de Ilhéus, a partir de antiguidades.

Na área socioambiental, a Maramata desenvolve o projeto Meninos Guerreiros, trabalhando com crianças, em situação de vulnerabilidade social. Com a ação, a instituição pretende sensibilizar os menores sobre a necessidade de cuidar e preservar o meio ambiente, através de ações esportivas, educacionais e culturais. As atividades ocorrem sempre às quartas-feiras e sábados, no turno oposto ao escolar.   

Ainda, para estimular a integração social e a sustentabilidade ambiental, a unidade realiza o Projeto Retalhos Criativos, voltado para o reaproveitamento de objetos domésticos e demais utensílios.  Realizado aos sábados, a iniciativa tem por objetivo coordenar e desenvolver atividades artesanais, através do reaproveitamento de materiais confeccionados manualmente com valores ecologicamente corretos e que podem se tornar mais uma fonte de renda para os participantes.

A universidade possui ainda uma estação meteorológica, em funcionamento desde agosto de 2012. Através de estação, são realizadas leituras de dados e montagem de planilhas de temperatura, umidade relativa do ar, índice pluviométrico e ponto de ovário. Outras ações que colaboram para a sustentabilidade ambiental estão sendo desenvolvidas em cinco áreas distintas: geração de energia elétrica através de placas fotovoltaicas (energia solar); captação de água de chuva para uso como água bruta e irrigação dos jardins; laboratório de compostagem que utilizará os restos dos tratos culturais dos jardins para produção de composto orgânico.

Outra iniciativa é a conscientização da própria equipe da Maramata em relação à temática, valorizando os “4 Rs”  – repensar, reutilizar, reciclar, reduzir – além do projeto de mudanças climáticas, através de estação meteorológica. “Queremos proporcionar às pessoas um complemento da educação, de uma forma dinâmica e prática, com ações que possam ser desenvolvidas no dia a dia e principalmente conscientizando-as para os cuidados com meio ambiente” conclui Fred Andrade.

Visitações – O museu e o oceanário estão disponíveis para receber visitas de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Escolas e agências de turismo podem ligar para o número (73) 3632-3698 e agendar a atividade.

 

Secretaria de Comunicação Social – Secom

Ilhéus – 30.06.14

AOS MENTIROSOS ECOTERRORISTAS !!!

Para os crentes do aquecimento global, 2013 foi um inferno

Publicado: fevereiro 18, 2014 em Arquivo BFC!

Quase tudo o que podia dar errado em 2013 deu errado para a causa do aquecimento global

2013 foi um ano triste para os defensores do aquecimento global. O gelo sobre o mar em torno da Antártida estabeleceu um recorde, de acordo com a NASA, e se estendeu por uma área maior do que em qualquer momento desde 1979, quando as medições por satélite começaram. No Ártico, a notícia também é triste. Há cinco anos, Al Gore previu que até 2013 “toda a calota de gelo polar do Norte desaparecerá”. Não aconteceu. Em vez disso, um Gore amuado viu o gelo no Ártico aumentar em 50% ao longo de 2012. Neste ano, o gelo do Ártico também superou o de 2008, ano de sua previsão. E o de 2009, 2010 e 2011. E em 2013, continua aumentando…

O tempo entre os polos também conspirou para fazer os crentes do aquecimento global passarem mal. Em dezembro, estações meteorológicas dos EUA informaram mais de 2000 recordes de frio e dias de neve. Quase 60% dos os EUA está coberto pela neve, o dobro do que ocorreu no ano passado. Os céus, mesmo abrindo na Terra Santa, onde os cidadãos impressionados viram mais de 40 centímetros de neve cair em Jerusalém, tiveram quase um metro de neve nos seus arredores. A neve cobriu o Cairo pela primeira vez em mais de 100 anos. :: LEIA MAIS »

MATA DA ESPERANÇA ESTÁ ABANDONADA, NÃO TEM QUEM TOME CONTA..

Mata da Esperança.

Esta sim é uma verdadeira Mata Atlântica primária, e por isso deve ser preservada. Clique na imagem para ampliar, ou navegue no Google Earth.

É inadmissível que em Ilhéus, uma cidade repleta de ambientalistas, neo-ambientalistas, pseudo-ambientalistas e psico-ambientalistas, também prenhe de ecologistas, ecoterroristas e ecochatos. Não seja dada a devida atenção a esse pedaço importante da Mata Atlantica.

Talvez porque não tenha patrocínio nem holofotes?

BANCO ALEMÃO FINANCIA DESTRUIÇÃO DE BIOMAS NO BRASIL.

Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face.

17 de outubro de 2013 Luis Dufaur

Hielo mar ártico 01, 2012-2013

A superfície gelada do Ártico, que como é rotineiro nos últimos anos vinha se encolhendo no verão, em 21 de agosto 2013 atingiu uma superfície 60% maior que na mesma data do ano passado.

A superfície do gelo atingiu nessa data 2,25 milhões de milhas quadradas (5,83 milhões de quilômetros quadrados). Em 16 de setembro de 2012 ela alcançou o mínimo absoluto do ano, com 1,67 milhão de milhas quadradas (4,34 milhões de quilômetros quadrados) segundo os dados satelitais publicados pela NASA.

A maior expansão da camada de gelo do Polo Norte já registrada foi em 1996, quando o gelo cobria 3,16 milhões de milhas quadradas (8,2 milhões de quilômetros quadrados).

No Polo Norte não há terra embaixo do gelo – como acontece no Polo Sul –, e a superfície gelada forma uma casca de cinco metros de profundidade média – 200 metros nos locais mais densos. Por isso é muito sensível a ligeiras modificações e sua superfície muda muito de ano em ano. Na Antártida, por exemplo, a camada de gelo atinge por vezes 4.000 metros sobre a terra!

Submarinos americanos em missão científica têm emergido no próprio Polo Norte, quebrando essa casca relativamente frágil.

Sil enciado pela imprensa, o crescimento cíclico do gelo antártico  é mais importante que o derretimento cíclico do ÁrticoSilenciado pela imprensa, o crescimento cíclico do gelo antártico é mais importante que o derretimento cíclico do Ártico

De muito maior envergadura é o que está acontecendo com o gelo da Antártida, no Polo Sul. Ele está no auge de seu ciclo de crescimento e provavelmente chegará à maior extensão já mensurada: 7,45 milhões de milhas quadradas (19,3 milhões de quilômetros quadrados) em 21/08/2013, segundo a mesma NASA.

O fenômeno obedece a fatores peculiares e envolve volumes de água muitíssimo superiores, mas como atrapalha o terrorismo midiático, é pouco ou nada noticiado pela mídia.

O ciclo de crescimento e decrescimento da superfície gelada do Ártico vem sendo acompanhado há muito. Existe hoje farta documentação científica e histórica sobre essas mudanças cíclicas.

Porém o alarmismo exagera, a ponto de seis anos atrás a prestigiada BBC inglesa anunciar que o Ártico ficaria totalmente sem gelo em 2013.

A culpa? Obviamente, só pode ser da civilização responsável pelo “aquecimento global”, segundo reza o Alcorão do fundamentalismo verde.

Porém, mais uma vez, a profecia do alarmismo fracassou. O derretimento total não aconteceu.

Mas não há perigo: os profetas da “neo-religião” ecológica, igualitária e anticristã voltarão à carga com novos pretextos e agouros.

De momento, estão pagando uma conta especial de mais de 20 iates quebrados no gelo ártico. Seus proprietários e tripulantes – “devotos” verdes, crédulos e enganados – haviam planejado neste verão uma bela travessia do Polo Norte.

Eles estão avariados notadamente em Prince Regent Inlet e no Cape Bathurst. Navios quebra-gelo da guarda costeira do Canadá já tinham partido para socorrê-los.

Já tivemos ocasião de publicar neste blog reproduções de jornais da primeira metade do século XX descrevendo uma diminuição do Ártico comparável à dos últimos verões, ficando evidenciado o caráter cíclico do fenômeno.

Quebra-gelo resgata veleiro: a cena passou a se repetirQuebra-gelo resgata veleiro: a cena passou a se repetir

Porém, o catastrofismo midiático silenciou os dados que órgãos da mídia, seus colegas, publicaram outrora. Mantiveram assim na ignorância, ou induziram à confusão e/ou engano seus leitores a respeito do “aquecimento global” e de seu suposto efeito sobre o Ártico.

Também tem sido frequente neste ano a publicação de novos recortes de jornal descrevendo o quase derretimento do Ártico em períodos anteriores. Nada, ou quase nada, informou a mídia ao grande público. Nem sequer por respeito aos jornalistas que outrora informaram sobre o fato.

Anunciar, manipulando modelos computacionais, que o Ártico iria desaparecer por culpa do homem, era tão irresponsável quanto anunciar a data do congelamento da Baía de Guanabara projetando matematicamente no futuro o recente aumento do gelo ártico!

A recuperação da camada de gelo no Polo Norte coincide com o ingresso da Terra numa fase de resfriamento global que poderá durar quiçá até 2050 –

POR ONDE ANDAM OS AMBIENTALISTAS DE BOUTIQUE?

Manguezal degradado.

Manguezal degradado.

Notícias chegadas com exclusividade à nossa redação, dão conta que os barcos que atracam no Bairro do São Miguel, em Ilhéus, estão derramando óleo nos manguezais.

Também existem várias construções irregulares e ilegais no mesmo manguezal.

A pergunta é:

-Onde andam os nossos ambientalistas de boutique, e a sociedade civil que se diz organizada?

Perguntar não ofende, mas criam dúvidas terríveis.

JORNALISTA DESFAZ MITOLOGIA ALARMISTA VERDE.

Jornalista desfaz mitologia alarmista verde

  Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Não vamos poluir nossas águas nem desperdiçar nossas florestas e riquezas. Não podemos sujar o planeta em que vivemos. Mas não podemos cair no engodo de aproveitadores, que recebem gordos orçamentos por causa do terror que provocam com a ameaça do aquecimento global, num planeta que esfriou 0,7 graus centígrados nos últimos cem anos e está em pleno ciclo de queda de temperatura.
O leitor já se imaginou competindo contra o sol para reverter o “aquecimento global”, aliás nunca comprovado?

Ou lutando contra a emissão de CO2 – aliás gás da vida – deixando de consumir bens necessários para seu bem-estar e de sua família, ou até voltando a um estágio de “civilização” primitivo?

Estes e outros desatinos disparatados que teriam feito rir há não muitos anos, e por certo farão rir nos séculos futuros, viraram moeda corrente do alarmismo ambientalista.

O jornalista Alexandre Garcia, colunista da agência “Alô Comunicação” denuncia estes slogans apocalípticos que só servem para enganar.

Com óbvio proveito para a propaganda neocomunista disfarçada de “verde”, acrescentamos nós.

Leia o lúcido e recente artigo de Alexandre Garcia publicado também no “Diário da Amazônia”:   :: LEIA MAIS »

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