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:: ‘Meio Ambiente’

FOTOS DO DESCASO DA PRAIA DO SUL (PARTE I) ===>>> 06/12/2017

Navio do Greenpeace esteve na área do despejo de óleo no Nordeste

Navio “Esperanza” deixou porto na Guiana Francesa duas vezes e passou ao todo 26 dias no mar

O navio “Esperanza” da ONG Greenpeace chegou ao porto Degrad des Cannes (Guiana Francesa) em 28 de agosto. Saiu no dia 30 e passou onze dias no mar, voltando no dia 10. As manchas de óleo começaram a aparecer no litoral do Nordeste em 2 de setembro. O navio saiu outra vez da Guiana Francesa no dia 12, passou quinze dias sem atracar em qualquer porto até voltar no dia 27. Os dados são públicos e estão em sites como o My Ship Tracking, que monitoram navios em circulação. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Dados do Esperanza no My Ship Tracking

Após sete dias ancorado em Degrad des Cannes, o “Esperanza” iniciou em 5 de outubro viagem pela costa brasileira, com destino ao Uruguai.

Procurado, o Greenpeace explicou que estava na região para “estudar os Corais da Amazônia”, na companhia de cientistas franceses.

Notícias Relacionadas

DUAS DECEPÇÕES – MANCHA DE ÓLEO E POLITICAGEM!

A mancha de óleo não chegou à Bahia com a magnitude esperada pelos eco-terroristas e politiqueiros de plantão.

O circo já estava armado para o blá blá blá.

Por outro lado, a decepção foi política.

Aqueles que se elegeram, surfando na onda Bolsonaro, e prometeram cargos, benesses, barganhas, boquinhas, etc…

Se lascaram.

Agora brigam pelo fundo partidário.

Estudantes coletam 234 toneladas de lixo eletrônico em São Paulo

Publicado em 04/10/2019 – 13:24

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Mais de 234 toneladas de lixo eletrônico foram arrecadadas até o momento por cerca de 200 mil alunos de 150 escolas do estado de São Paulo, superando a meta, que era de 220 toneladas. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (4) durante a abertura da terceira edição do Greenk Tech Show, o principal festival de tecnologia e sustentabilidade do Brasil. O evento vai até domingo (6) em São Paulo.

A arrecadação é fruto do envolvimento dos estudantes de 13 a 18 anos de 150 escolas públicas e particulares do estado que participam do segundo Torneio Greenk Intercolegial. O volume coletado nessa edição superou o arrecadado ano passado, quando foram entregues 80 toneladas. Para a próxima edição, a meta é arrecadar 600 toneladas de lixo eletrônico.

Este ano, só a Escola Municipal de Ensino de Bebedouro Professor Stélio Machado Loureiro arrecadou 41 toneladas. “Nós limpamos a cidade: foram 41 toneladas de lixo eletrônico – em média, cada morador levou dois quilos. Foi surpreendente, todo mundo abraçou a causa. Conseguimos chegar na final, ainda estamos com o ônibus cheio de lixo eletrônico para entregar”, disse a gestora da escola, Sônia Paro.

“É uma experiência muito importante para a gente, que é de longe da capital, estar aqui nesta final e participar de um torneio que é importante para todo mundo”, disse Gabriele Pereira Lopes da Silva, de 10 anos, aluna do 5° ano da escola de Bebedouro.Felipe de Souza Lima, de 11 anos,colega de Gabriele, disse que aprendeu muito com o torneio. “Aprendi a descartar o lixo eletrônico corretamente. As pessoas não podem jogar o lixo eletrônico em locais públicos porque ele demora muitos anos pata se decompor.”

Também aluno do 5° ano, Mateus de Souza Lima, de 11 anos, reconheceu que ainda tem muito o que aprender, mas disse que já ensina o que sabe até agora. Mateus ressaltou que o lixo eletrônico não pode ser descartado junto com o do lixo normal. “[Isso] faz grande estrago, e o lixo eletrônico faz muito mais estrago no meio ambiente, porque vai passando de geração em geração. Então, temos que tomar muito cuidado”, alerta o estudante.

Por enquanto a escola de Bebedouro está em primeiro lugar no ranking, mas o vencedor só será conhecido no domingo (6), no encerramento do torneio, já que as escolas participantes continuam entregando lixo eletrônico durante o evento. Se a vencedora for uma escola pública, ganhará como prêmio um laboratório de informática, com equipamentos remanufaturados, patrocinado pelos parceiros ambientais.

“Todo o lixo arrecadado nas escolas é encaminhado para os nossos parceiros ambientais. O que tem reaproveitamento vira matéria-prima que volta como equipamentos de remanufaturados”, explicou uma das organizadoras do Greenk Tech Show, Glaucia Palota.

O torneio incluiu uma campanha educacional ambiental na qual os estudantes foram desafiados a arrecadar a maior quantidade de lixo eletrônico, além de participar de campeonato de e-sports, projetos de sustentabilidade e tecnologia e cosplay.

As atrações do Greenk Tech Show 2019 ocorrem em diferentes arenas, como a e-Sports Zone, a Arena Geek, o Estúdio do Conhecimento e a Stone Zone. O evento está sendo realizado no Centro de Eventos Anhembi, em São Paulo, e a entrada é gratuita.

Movimento Greenk

Da junção de duas palavras, greek e green, surgiu o movimento Greenk, que tem como objetivo conscientizar a todos sobre a importância do descarte correto do lixo eletrônico.

O termo greek refere-se a apaixonados por tecnologia, computadores, Smartphone, games, aplicativos, séries, desenhos, app e novidades da cultura pop. Green, verde em inglês, representa também quem se preocupa com o meio ambiente.

“O movimento surgiu justamente para conscientizar para o descarte correto do lixo eletrônico, mobilizando principalmente as novas gerações. Cada vez mais aumenta a arrecadação. Na primeira edição, tivemos 2,5 toneladas; na segunda, 80; e agora já ultrapassamos a meta de 220 toneladas. Para a próxima edição, a meta é mais ousada: triplicar esse volume para 600 toneladas”, disse Gláucia Palota.

Edição: Nádia Franco

Polícia Federal apura possível crime ambiental em litoral brasileiro

Inquérito policial foi instaurado no Rio Grande do Norte

Publicado em 02/10/2019 – 15:33

Por Agência Brasil*  Brasília

A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar a origem da substância, de aspecto oleoso, encontrada em diversas praias nordestinas. De acordo com informações divulgadas hoje (2) pela PF, a ação foi tomada assim que surgiram as primeiras notícias do aparecimento de manchas de óleo nas praias ainda no mês de setembro.

As investigações estão concentradas na Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Norte, contando com a participação das áreas de combate aos crimes ambientais, de inteligência e de perícia.

A Polícia Federal afirma que as diligências estão em andamento e contam com a participação de diversas instituições, dentre elas o IBAMA, a Marinha do Brasil, Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Ministério da Defesa (CENSIPAM).

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) monitora a situação desde o dia 2 de setembro. As manchas chegaram a todos os estados do Nordeste, com exceção da Bahia. Uma investigação do Ibama, com apoio do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo, e a origem não é do Brasil.

* Com informações da Polícia Federal 

Saiba mais

Edição: Narjara Carvalho

PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA ===>>> 13/12/2017

Mata e barragem da Boa Esperança. Agora o pessoal do meio-ambiente tem aonde trabalhar.

Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Departamento de Áreas Protegidas
Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
SEPN 505, Lote 2, Bloco B, Ed. Marie Prendi Cruz, sala 405 CEP 70.730-542. Brasília, DF.
Telefone (61) 2028-2064 Fax (61) 2028-2063 – E-mail:cadastro@mma.gov.br
 
Relatório Parametrizado – Unidade de Conservação
Data: 12/12/2017 23:58
 
Total de Registros encontrados: 1

 


Filtros utilizados:

Nome da UC: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA
Esfera administrativa: Municipal
UF: BA
Município: Ilhéus
Órgão gestor: Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Categoria manejo: Parque
Região: Nordeste


 

Unidade de Conservação: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANçA  
Código UNEP-WCMC (World Conservation Monitoring Centre)  
Código UC 1360.29.2321
Nome do Órgão Gestor Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Esfera Administrativa Municipal
Categoria de Manejo Parque
Categoria IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) Category II
Bioma declarado Mata Atlântica
Objetivos da UC Considerando o fato da UC ser de proteção integral e só permitir o uso indireto dos recursos naturais, seus objetivos são: Manter a diversidade biológica; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção; Preservar e restaurar a diversidade do ecossistema natural; Estabelecer o princípio do uso sustentável dos recursos naturais nas intervenções ali realizadas; Proteger a paisagem natural e beleza cênica do Parque; Proteger e recuperar os recursos hídricos e edáficos de sua bacia hidrográfica; Incentivar as atividades de pesquisa cientifica, estudos e monitoramento de natureza ambiental; Favorecer condições para educação ambiental e ecoturismo; Gerar emprego e renda com aproveitamento do potencial natural existente visando a auto-sustentabilidade do Parque; Recuperar áreas degradadas com espécies nativas da Mata Atlântica; Proteger o Sítio Histórico Nacional existente na área; Proteger recursos em áreas de manguezal; Proporcionar atividades de ecoturismo; Proteger a fauna silvestre; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção.
Informações Complementares O Parque Municipal da Boa Esperança, é uma UC de Proteção Integral localizada em área urbana no Município de Ilhéus, sendo considerado um dos poucos maciços com estrutura de floresta tropical primária dentro de um perímetro urbano em todo o Brasil. Vale ressaltar aqui que o ato legal para correção da categoria da UC para “Parque Natural Municipal da Boa Esperança” está sendo executado, por força do §4º do Art. 11 da Lei 9.985/2000 que diz que as unidades da categoria Parque Nacional, quando criadas pelos municípios, serão denominadas “Parque Natural Municipal”.
Municípios Abrangidos Ilhéus (BA)
Conselho Gestor Sim
Plano de Manejo Sim
Outros Instrumentos de Planejamento e Gestão Sim
Qualidade dos dados georreferenciados Correto (O polígono corresponde ao memorial descritivo do ato legal de criação
Em conformidade com o SNUC Sim
Data da última certificação dos dados pelo Órgão Gestor 01/12/2015
Estados Abrangidos BA
Contato: 
Gestor da Unidade  
Endereço da Unidade Praça Barão do Rio Branco, nº 149
CEP 45655000
Bairro Cidade Nova
UF BA
Cidade Ilhéus
Site da UC  
Telefone da UC  (73) 36348200
E-mail da UC  

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Conselho sugere incluir parques nacionais no PND

Publicado em 03/09/2019 – 11:14

Por Agência Brasil  Brasília

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses – Antonio Milena/Agência Brasil

Nesse sentido, o conselho levou em consideração, entre outros pontos, o fato das concessões gerarem ações que podem melhorar a qualidade do serviço oferecidos ao público visitante e criem condições para o apoio ao trabalho de conservação, proteção e gestão dos parques nacionais, conferindo “aos projetos de relevo o tratamento prioritário previsto na legislação”.

O conselho observou também que as concessões permitirão ampliar as oportunidades de investimento e criação de emprego, estimulando o crescimento da economia nacional e a consequente a ampliação e melhoria da infraestrutura de serviços voltados ao cidadão.

Edição: Aécio Amado

Sistema de Gestão Ambiental da VALEC é apresentado em Workshop promovido pela Casa Civil

Notícias

Promovido pela Casa Civil da Presidência da República, por meio da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o evento promove a disseminação de boas práticas de gestão que demonstram aumento de eficiência e efetividade nos procedimentos relacionados ao licenciamento ambiental.

O VALEC Ambiental integra softwares de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e Business Intelligence (BI) em uma plataforma web de visualização de indicadores e dados geoespaciais, que visam apresentar, em forma de painéis e mapas, as informações dos empreendimentos, com perspectiva de abranger todas as variantes relacionadas às demais áreas de engenharia da VALEC.

As informações disponibilizadas são de desapropriação de áreas, prospecções e monitoramentos arqueológicos, imagens de drones, áreas e viveiros de plantio compensatório, áreas de compensação ambiental, ocorrências ambientais, passagens de fauna, entre outras.


Texto e imagens: GGCOM

DILMA ENTREGOU A AMAZÔNIA. E AGORA? DILMA PRECISA EXPLICAR AO BRASIL! ===>>> 19/10/2014

O PIOR dos motivos, que coloca os escândalos do  mensalão e Petrobrás como irrelevantes:  Dilma não retificou a OIT/ONU 169 até 24/07/2014  permitindo que a ONU futuramente divida a Amazônia em 216 Estados independentes do Brasil, podendo o povo residente no local e entorno  ser expulso, e perder sua nacionalidade:  http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/o-brasil-corre-o-risco-de-perder-metade.html

O referido Decreto que internacionaliza a nossa Amazônia, foi assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo prazo esgotou-se há poucos meses, e ninguém sabe da definição da  Presidenta Dilma.

Depois de ver a imagem das nossas riquezas que serão entregues de mão beijada à especulação e exploração internacional, clique aqui para ler o Decreto 5051/2004.

mapaROsolo

 

PATATI PATATÁ, FALOU MUITO E NÃO DISSE NADA. ===>>> 24/03/2012

O blog Esperança Conduru, escreveu que o Governo da Alemanha mandou dindin para uma ONG brasileira mas não disse o nome.

Isso me lembra da história de um Banco Alemão que mandou também dindin para uma ONG, e o diretor construiu uma torre para observação de pássaros, ou seja nada de conservação para o Conduru ou coisa que seja.

Clique aqui. Nesses filmes ambientalistas vai ser difícil encontrar alguém para fazer papel de bandido, só tem artista.

Torre para observação de pássaros – Google

Salles: um terço do desmatamento de junho ocorreu em anos anteriores

Ministro alega distorções e anuncia novo modelo de monitoramento

Publicado em 01/08/2019 – 19:09

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateu hoje (1°) a informação de que houve aumento de 88% no desmatamento em junho deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. O dado havia sido divulgado no início do mês pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a partir da análise de informações do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que indicou perda de 920,4 quilômetros quadrados na Amazônia Legal no período.

Em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro e dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Salles exibiu imagens de satélite para demonstrar que pelo menos 31% do total do desmatamento apurado em junho ocorreram em anos anteriores, principalmente em 2017 e 2018, mas só foram computados depois. Para chegar a essa conclusão, segundo ele, foram analisadas imagens de 56% das áreas desflorestadas em junho indicadas pelo Deter.   

“Essa questão do desmatamento, para nós, ela é apolítica. Não se trata de alocar os números de desmatamento neste governo ou em outros, mas simplesmente dizer que isso não aconteceu em junho de 2019 e que, portanto, o percentual do salto de 88% que foi alardeado está equivocado. Isso deveria ter sido computado ao longo do tempo no período em que foi acontecendo, e a fragilidade do sistema não permitiu”, afirmou.

O Deter é usado desde 2004 para detectar o desmatamento em tempo real em áreas maiores do que 3 hectares (30 mil metros quadrados). Utilizando imagens dos satélites WFI/CBERS 4 e AWiFS/IRS, que cobrem a Amazônia a cada cinco dias, o sistema emite alertas de desmatamento que servem de apoio às ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Só em junho deste ano, foram emitidos 3.250 alertas.

De acordo com o próprio Inpe, o sistema não deve ser entendido como taxa mensal de desmatamento. “A cobertura de nuvens, intensa na região amazônica, pode impedir que uma área de devastação seja identificada no mês que ela ocorre, e só apareça quando a visibilidade melhorar”, diz o órgão. Além do lapso temporal, Ricardo Salles argumentou que houve ainda sobreposição de imagens de desmatamento.

Novo modelo de monitoramento

O ministro do Meio Ambiente confirmou que há uma tendência de ampliação do desmatamento na região, que vem sendo percebida desde 2012. Ele anunciou que um novo modelo de monitoramento de desmatamento na Amazônia será adotado pelo governo. A ideia é contratar novos serviços de imagens de satélites, com alta resolução, para complementar o trabalho do Deter. Na prática, o governo deve manter a divulgação dos dados, mas qualificando melhor a análise dos comparativos mensais, a partir de imagens mais precisas.      

“Nosso objetivo não foi, em nenhum momento, esconder informação ou negar uma realidade, realidade essa, do desmatamento na Amazônia, que vem aumentando desde 2012, por diversas razões de pressão ilegal sobre a floresta, vem aumentando neste período, e nós precisamos, a partir da real análise desses números, finalmente tratar de maneira franca, madura, direta, aberta quais são as razões para o desmatamento ilegal na Amazônia, de que forma dar alternativas de dinamismo econômico para aqueles que vivem na região”, afirmou. De acordo com o ministro, ainda não há prazo para a implantação do novo sistema que, segundo ele, ainda depende da contratação, por meio de licitação, do serviço de detecção de imagens mais precisas.  

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o alarde que se criou em torno dos dados. Para ele, foi uma tentativa de atingir o governo. “Você, levando em conta o desmatado mês a mês, o desmatamento, no final, foi abaixo também, porque não foi levada em consideração a área sobreposta. Não se levou em conta a área regenerada. Os números, no meu entender, eles foram espancados com o objetivo de atingir o nome do Brasil e o governo”, afirmou. O presidente também criticou a forma de divulgação dos dados e disse que vai apurar eventual responsabilidade.

Bolsonaro prometeu demitir dirigentes de cargos de confiança do governo que tenham atuado para prejudicar a imagem do país. “Se quebrar a confiança, vai ser demitido sumariamente. Não tem desculpa para nenhum ato, da parte de quem quer que seja. A questão de perder a confiança, isso aí, no meu entender, é uma pena capital. Temos muita responsabilidade em, realmente, identificar se houve ou não má-fé”, afirmou.   

Assista na TV Brasil: Ministério do Meio Ambiente vai mudar monitoramento da Amazônia

Edição: Denise Griesinger

O DESCASO COM A BAÍA DO PONTAL!

A governança municipal não tem força e nem competência para requalificar a floresta viva que se formou no entorno da bela Baía do Pontal?

Será que o Governador Rui Costa, também vai ter que interferir para que Ilhéus se torne uma cidade sustentável?

Ou turística?!

 

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