WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Meio Ambiente’

Salles diz que é alvo da ‘turma das boquinhas’, os sem-cargos e verbas

Ministro está convencido de que segmentos que o atacam perderam dinheiro e poder com o atual governo

O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) identifica ONGs e ativistas que perderam poder e dinheiro, no atual governo, para além de tradings e frigoríficos reunidos em uma “Coalizão Clima Agricultura e Florestas”, estão por trás da intensa pancadaria contra ele, nas últimas semanas. O ministro está convencido de que todos esses segmentos que o atacam fazem parte “da turma quer as boquinhas das verbas e cargos de volta”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Não há o menor indício de que Bolsonaro planeje substituir o ministro do Meio Ambiente. Avalia que vem fazendo um bom trabalho.

O ministro Luiz Eduardo Ramos (Governo) defendeu Ricardo Salles e repudiou notícias mentirosas que o acusam de tentar derrubar o ministro.

Notícias Relacionadas

Outro suporte do ministro do Meio Ambiente é o vice-presidente Hamilton Mourão, que coordena as ações de defesa da Amazônia.

Agricultura sem queima na Amazônia é recomendada pela Cepal

Método Tipitamba substitui queimada pelo sistema de corte e trituração

Fotografia aérea Floresta amazônica, plantação. Marcelo Camargo/Agencia Brasil

No ano passado, a taxa de desmatamento por corte raso atingiu 10.129 quilômetros quadrados nos nove estados que formam a Amazônia Legal. Essa é a maior extensão de destruição florestal em onze anos, conforme divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Os dados, utilizados pelo governo federal e por pesquisadores, são do Projeto de Estimativa do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Inpe, que faz uso de imagens dos satélites CBERS-2/2B (parceria sino-brasileira), Landsat-5/TM (norte-americano) IRS-1 (indiado) e UK-DMC2 (inglês).

Nos anos 1980, muito antes desses satélites serem lançados na órbita terrestre e poderem medir o impacto da ação humana na floresta, um projeto nascia no nordeste do Pará criando alternativa para as queimadas, prática recorrente na região, assim como no Cerrado, para preparação do solo para a lavoura. Quando feita fora de controle ou com propósito criminoso, a queimada é uma das pontas de lança do desmatamento da Amazônia.

A partir de um projeto de cooperação técnica internacional, pequenos agricultores, pesquisadores da Embrapa e pesquisadores das universidades alemãs de Göttingen e de Bonn desenvolveram uma forma de preparar o solo sem por em risco a floresta. O método do projeto, que no ano 2000 foi batizado como Tipitamba, substitui a queimada pelo sistema de corte e trituração para a preparação de terrenos que servirão para o plantio.

Para a preparação da lavoura também são plantadas árvores leguminosas de rápido crescimento, como Inga, Tachi, Palheteira, que criam biomassa e auxilia a fixação de nutrientes no solo. O resultado é o aumento da colheita em culturas como feijão, milho e mandioca além da incorporação de espécies frutíferas, como cacau e castanha-do-Brasil na roça.

“A tecnologia influencia favoravelmente as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, além do que a adoção permite também usufruir os serviços ambientais associados à presença da vegetação secundária em pousio (capoeira) que inclui melhoria no balanço e captura de carbono, transporte de água para a atmosfera, proteção à lixiviação [processo erosivo] e restauração ecológica. O preparo de área sem o uso do fogo, associado ao enriquecimento de capoeira e a sistemas agroflorestais, resgata a sustentabilidade econômica, social e ecológica da produção na unidade familiar rural amazônica.”

A descrição consta em artigo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), ligada às Nações Unidas. Recentemente, o escritório da Cepal no Brasil reconheceu o Tipitamba como um “investimento que poderia ser replicado e ganhar escala. Esse projeto reúne muitos elementos do desenvolvimento sustentável: baixo gasto e custo acessível, aumento de produtividade, ganhos na renda dos agricultores”, aponta a economista Camila Gramkow, oficial do escritório.

Tipitamba foi um dos 15 projetos nacionais, entre 131 apresentados, que mereceram destaque na iniciativa da Cepal chamada “Big Push para a Sustentabilidade”, nome em referência à teoria do economista Paul N. Rosenstein-Rodan, de origem polonesa. “Esse reconhecimento [da Cepal] resgatou a identidade do projeto, como uma rara estratégia de garantir sustentabilidade temática de longo prazo”, descreve Tatiana Sá, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental. 

Atualmente, 118 famílias produzem alimentos conforme o método nos municípios de Igarapé-Açu, Marapamim, Irituia, São Domingos do Capim e Tomé- Açu no Pará. Com apoio da Embrapa a ideia também chegou ao Amapá, Amazonas, Roraima e Acre.

Edição: Liliane Farias

E A POPULAÇÃO ESTÁ MUITO ATENTA, MESMO.

A POPULAÇÃO ESTÁ ATENTA – E OS MENTECAPTOS ALEGAVAM QUE ERA RESTINGA.

MMA lança programa para impulsionar renda de quem protege as florestas

Serão destinados mais de R$ 500 milhões

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente lança hoje (4) o programa Floresta +. De acordo com a pasta, a iniciativa vai destinar, num primeiro momento, R$ 500 milhões em ações de conservação e recuperação do meio ambiente na região amazônica. O ministério destaca que o Brasil possui o maior patrimônio de biodiversidade do mundo e tem potencial para se tornar um dos protagonistas mundiais de uma nova economia verde. Nesse sentido, o objetivo do Floresta + é trabalhar a regulamentação do mercado voluntário de serviços ambientais para que os projetos tenham segurança jurídica e garantia do seu pleno desenvolvimento. Além disso, o programa deve impulsionar a renda daqueles que exerçam atividades que proporcionem ganho ambiental relevante. 

Os projetos selecionados poderão receber verba para inciativas como construção de cercas, ações de vigilância, combate a incêndios, proteção do solo, monitoramento, pesquisas sobre biodiversidade, plantio de espécies nativas, atividades agroflorestais e atividade integrada lavoura-pecuária-floresta.

O MMA explica também que a iniciativa contará pela primeira vez com o setor privado para consolidar e aumentar a escala e capilaridade de uma economia baseada em serviços ambientais. Neste sentido, os próximos passos são criar uma classificação econômica (CNAE) específica de serviços ambientais. Além disso, o ministério fará o reconhecimento e fomento de boas práticas metodológicas de valoração e validação dos atributos, benefícios e cobenefícios e disponibilizará o Cadastro Nacional de Serviços Ambientais para o registro das áreas, atividades e projetos de serviços ambientais para auxiliar sua divulgação e promoção.

O Floresta + é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário que, de forma direta ou por meio de terceiros, executam as atividades de serviços ambientais em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à sua recuperação. Poderão ser reconhecidas e beneficiadas em todo território nacional diversas categorias fundiárias, sejam elas áreas privadas, de preservação permanente e de uso restrito, assentamentos, terras indígenas ou unidades de conservação, desde que tenham atividades de proteção e conservação de recursos naturais.

Segundo o ministério, a medida deve proporcionar uma série de benefícios para a sociedade. Dentre elas, o aumento da disponibilidade hídrica, a conservação do solo, polinização, a observação de fauna e a apreciação de paisagens naturais, a conservação da biodiversidade, a manutenção e aumento dos estoques de carbono, entre outros.

O programa vai começar por projetos na região amazônica. O ministério destaca que, embora seja uma das regiões mais ricas do país, a Amazônia tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Para o MMA, a falta de acesso às condições básicas de vida, como atendimento de saúde efetivo, água potável, tratamento de esgoto e energia elétrica, e a ausência de dinamismo econômico elevam o desmatamento e a prática de atividades ilegais na região. A expectativa é que as ações tragam resultados significativos para o desenvolvimento sustentável com foco na geração de emprego e renda.

* Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Edição: Narjara Carvalho

Entidades apoiam ministro e dizem que burocracia com bandeira ambiental devasta.

Setor produtivo apoia ações de Ricardo Salles por legislação para desenvolvimento sustentável

“No meio ambiente, a burocracia também devasta”. Com este argumento central, entidades de setores produtivos do campo, da indústria, do comércio, turismo e da construção civil, entre outras, condenaram a agenda burocrática que utiliza a bandeira ambiental como instrumento para o travamento ideológico e irrazoável de atividades econômicas cumpridoras das leis e essenciais ao desenvolvimento do País.

Por meio de nota, as entidades concluem que tal agenda afasta investimentos e subtrai empregos, gerando pobreza em vez de respeito ao meio ambiente. E reafirmam seu compromisso com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, condenando os infratores que, além de causarem prejuízos ambientais e à imagem do País, praticam concorrência desleal às empresas regulares e responsáveis.

“As ações do Ministério do Meio Ambiente, na defesa da legislação e dos interesses ambientais com sensibilidade ao desenvolvimento do País de forma sustentável e legítima, contam com o nosso total apoio”, conclui a nota publicada como anúncio nos meios de comunicação.

Notícias Relacionadas

A manifestação de apoio ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ocorre depois de entidades ligadas à proteção ambiental e em defesa da transparência repudiaram a fala do titular da pasta na reunião ministerial de 22 de abril, quando o ministro defendeu “passar a boiada”, alterando regras infralegais, enquanto a imprensa se concentra no noticiário sobre a pandemia de covid-19.

PRESERVE O MEIO AMBIENTE.

Não guarde esqueletos no armário…

AMAZÔNIA – A VERDADE NUA E CRUA!

O SISTEMA VAI EMBRUTECER

AS ONGs AMBIENTALISTAS TAMBÉM SÃO TERRORISTAS.

WWF e Marina Silva, alegremente homenageada…

Ricardo Salles diz que “COP-25 não deu em nada”

Ministro do Meio Ambiente criticou protecionismo de países ricos

Publicado em 15/12/2019 – 13:18

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lamentou hoje (15) a falta de acordo em torno da regulamentação do mercado global de créditos de carbono durante a 25ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas. Em seu Twitter, o ministro afirmou que a “COP-25 não deu em nada” e prevaleceu o “protecionismo” de alguns países.”Prevaleceu infelizmente uma visão protecionista de fechamento do mercado e o Brasil e outros países que poderiam fornecer créditos de carbono em razão das suas florestas e boas práticas ambientais saíram perdendo. Ainda assim, o Brasil segue firme no seu trabalho de atrair recursos para o Brasil e para os brasileiros”, disse.

Ricardo Salles MMA

?@rsallesmma

COP 25 não deu em nada. Países ricos não querem abrir seus mercados de créditos de carbono. Exigem medidas e apontam o dedo para o resto do mundo, sem cerimônia, mas na hora de colocar a mão no bolso, eles não querem. Protecionismo e hipocrisia andaram de mãos dadas, o tempo todo

Vídeo incorporado

4.038 pessoas estão falando sobre isso

A ausência de acordo em torno de uma proposta de regulamentação foi um dos principais gargalos da conferência.

Na tentativa de se chegar a um acordo em torno do texto, a conferência, prevista para terminar na sexta-feira (13), acabou se estendendo pelo final de semana. A discussão envolvendo os créditos de carbono foram adiadas para o próximo ano.

As discussões giraram em torno da criação de regras para o comércio de créditos correspondentes ao corte de emissões de gases do efeito estufa. O Brasil pleiteava usar esse mercado para receber recursos, especialmente de países que mais geram emissão de gases estufa.
Na sexta-feira (13), o secretário Geral da ONU, António Guterres, divulgou um vídeo pedindo mais ambição aos representantes dos Estados-membros nas metas de redução de emissão de gases poluentes.

Aprovado em 2015, o Acordo de Paris estipula uma série de medidas para os países reduzirem gases do efeito estufa a partir de 2020. O objetivo é conter o aquecimento global abaixo de 2 ºC, preferencialmente em 1,5 ºC até 2030. Ao assinar o acordo, o Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 43% até 2030 sem necessidade de ajuda externa.

 

Edição: Lílian Beraldo

Ministro do Meio Ambiente ‘fecha torneira’ para ONGs e indústria das palestras

O ministro Ricardo Salles tem se mostrado bastante preocupado, não só com o Meio Ambiente no Brasil, mas em encerrar qualquer vínculo governamental com entidades que possam tirar proveito das verbas generosas do Estado enquanto nada fazem para garantir melhorias na questão da preservação, ou pior, por vezes criam questões de impossível gerenciamento e aplicação na área.

COm esse objetivo em mente, Salles fechou a torneira que abastecia ONGs e a indústria de palestras, ficando no que realmente interessa para a população.

“Pergunta para o brasileiro que mora na favela com o pé no esgoto se ele está preocupado com a discussão da mudança climática em Paris, ou se ele quer que canalize o córrego na porta da casa dele para o filho não ir para o hospital toda a semana” argumentou o ministro, durante entrevista no programa Pingos Nos Is.

“Eu vou paralisar o Ministério para ficar fazendo discussões e seminários, dando dinheiro para ONG fazer estudo. É isso que eles querem, que eu fique patrocinando dinheiro para o sujeito viajar de Paris, Londres, Londres para Roma…” finalizou.

Jair M. Bolsonaro

?@jairbolsonaro

Ao invés de financiar atos e “estudos científicos” dos mesmos de sempre e ONGs, vamos destinar recursos para buscar solucionar os reais problemas do Brasil. Isso é atuar em prol do meio ambiente e não a favor de uma manipuladora, sombria e esperta agenda. Via @rsallesmma

5.672 pessoas estão falando sobre isso

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
julho 2020
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia