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:: ‘Meio Ambiente’

AS UTILIDADES DA CONHECIDA BARONESA, AGUAPÉ,  (Eichhornia crassipes)

Aguapé remove poluentes pesados da água e ainda tem múltiplas utilidades


As folhas são suculentas, de um verde vivo, e as flores oscilam entre diversos tons de azul, anil e violeta, com uma pincelada de amarelo no meio. Totalmente flutuante, o aguapé (Eichhornia crassipes) alcança um metro de altura, do topo dos talos, acima d’água, às pontinhas das raízes que se estendem abaixo da superfície. Eventualmente é considerada uma espécie-praga, quando se alastra sem controle, tomando a superfície de reservatórios de hidrelétricas ou de abastecimento. Ou mesmo quando chega a impedir a navegação em corixos e lagos do Pantanal.

Apesar dessa fama, o fato é que o aguapé também ganhou notoriedade como faxineiro das águas, capaz de remover poluentes orgânicos. Em geral, a espécie prolifera de maneira exagerada em águas excessivamente ricas em matéria orgânica. Porém, quando instalada em sistemas controlados de tratamento natural de efluentes, sem químicos, essa planta aquática é um excelente agente de limpeza.

Ocorre que os prosaicos aguapés se provaram aliados das águas cristalinas também quando a fonte de poluição é pesada e os efluentes se encontram contaminados com detergentesfenóis ou metais pesados (chumbo, cádmio, cromo). E ainda têm outras serventias depois de completar a faxina, transformados em adubo (após a compostagem), ração animal e matéria prima para a indústria de papel e celulose ou para a produção de artesanato.

Em seu mestrado de Engenharia Agrícola na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Juliana Bortoli Rodrigues Mees comprovou a eficácia do aguapé em remover poluentes orgânicos de efluentes de matadouros e frigoríficos. Além de reduzir a carga de matéria orgânica dissolvida na água e diminuir a turbidez, a planta aquática chegou a absorver 77% dos nutrientes associados à eutrofização, como nitrogênio, nitrogênio amoniacal e fósforo.

A eutrofização, vale lembrar, é um processo de “sufocamento” de um corpo d’água relacionado à poluição orgânica causada por esgotos domésticos, efluentes agroindustriais ou excesso de fertilizantes lavados pelas chuvas. Devido ao acúmulo de nutrientes na água, ocorre a multiplicação repentina de algas, que passam a impedir a penetração dos raios solares. Há, então, uma redução drástica da quantidade de oxigênio dissolvido (anóxia) com a consequente mortandade de microrganismos, invertebrados aquáticos e peixes.

No caso dos efluentes de matadouros e frigoríficos, os efluentes contém resíduos de sangue, carne, gordura e vísceras. A pesquisadora fez medições durante 11 meses em um tanque com aguapés de 870 metros quadrados e depois ainda avaliou quatro tipos de compostagem para saber qual o melhor tratamento para os aguapés retirados do sistema. Além de eficaz, o uso de aguapés também tem custo reduzido em relação aos tratamentos convencionais.

Outros estudos demonstraram o potencial do aguapé para limpar efluentes de laticínios e abatedouros de aves. Em seu mestrado em Ecologia Aquática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Cátia Viviane Gonçalves ainda atestou a viabilidade de remover o metal pesado cromo dos efluentes da indústria de couro em um período mínimo de 5 dias num tanque com aguapés.

No experimento, a acidez da água foi monitorada diariamente pela pesquisadora. Segundo ela, o pH se manteve entre 6 e 7,2, caracterizando um ambiente ideal para o desenvolvimento da planta aquática, mas inviável para a redução do cromo hexavalente (industrial)  para o cromo trivalente (de ocorrência natural). Ou seja: o cromo industrial poluente foi mesmo absorvido e acumulado pelo aguapé e não houve redução por atividade microbiana. A conclusão é condizente com análises de amostras de tecido da planta, onde a concentração de cromo aumentou ao longo do tempo.

Resta dizer que o aguapé se alastra de forma vegetativa, lançando novos talos nos quais crescem raízes e folhas. Assim, uma planta de aguapé pode se duplicar em duas semanas. Em um corpo d’água rico em matéria orgânica, a produtividade média chega a uma tonelada de biomassa por hectare por dia! Essa tonelada de aguapés, se processada em biodigestores, gera 30 metros cúbicos de biogás, passíveis de serem transformados em 300 litros de metanol.

Haja utilidade para um modesto aguapezinho!

Foto: Liana John

Jornalista ambiental há mais de 30 anos, escreve sobre clima, ecossistemas, fauna e flora, recursos naturais e sustentabilidade para os principais jornais e revistas do país. Já recebeu diversos prêmios, entre eles, o Embrapa de Reportagem 2015 e o Reportagem sobre a Mata Atlântica 2013, ambos por matérias publicadas na National Geographic Brasil.

O CICLO DAS BARONESAS – DESCARGA PRA UNS, CARGA PARA OS OUTROS!

Essa é a cidade de Itabuna/Ba – Rio Cachoeira. Por mínimo, duas vezes ao ano todo esse Resíduo é remetido a nossa linda Baia do Pontal, e nossas Belas Praias. Isso acontece há longo tempo. Não existem penalidades para esse fato e nem compensações. Dá mesma forma, nossa vizinha Itabuna derrama 80% de seu esgoto sem tratamento neste Rio Cachoeira, e todos esses resíduos poluem e interferem em nossas vidas e no ecossistema de nossos Estuários, Baia do Pontal e Praias. Isso tem que ser resolvido!

Enviado pelo WhatsApp, por Jorge Lango Menezes

Mais de 25 mil espécies da flora só existem no Brasil, mostra estudo

Dados são de pesquisa coordenada pelo Jardim Botânico do Rio

Publicado em 23/02/2021 – 05:40 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Recuperação mata atlântica/ fauna/ flora

Mais de 25 mil espécies de plantas, algas e fungos nativos do Brasil são endêmicas, ou seja, só existem naturalmente no país. Isso representa 55% do total das espécies nativas brasileiras, que chegam a 46,9 mil. Os dados são do estudo Flora do Brasil 2020, coordenado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

De acordo com a pesquisa, a Mata Atlântica é o bioma onde existem mais espécies (17.150 ou 36,5% da flora brasileira), seguida pela Amazônia (13.056 ou 27,8% das espécies) e o Cerrado (12.829 ou 27,3%). Com menos biodiversidade, aparecem a Caatinga, com 4.963 espécies (10%), o Pampa, com 2.817 (6%) e o Pantanal, com 1.682 (3,6%).

Entre as espécies, 32.696 são angiospermas (plantas vasculares que têm frutos, como as palmeiras), 23 são gimnospermans (plantas vasculares que não têm frutos, como os pinheiros), 1.584 são briófitas (ou seja, musgos), 1.380 são samambaias, 6.320 são fungos e 4.972 são algas.

Além das 46,9 mil espécies nativas, ainda foram identificadas 680 espécies exóticas que foram naturalizadas (ou seja, que hoje se espalham naturalmente pelo país) e 2.336 plantas exóticas que são cultivadas.

O estudo é resultado de um compromisso do país com a Estratégia Global para a Preservação de Plantas (GSPC), da Organização das Nações Unidas (ONU), e foi produzido com a ajuda de quase mil cientistas de 25 países. Além da lista com as espécies, o estudo traz a descrição delas, sinônimos, sua condição de endemismo, os biomas, tipos de vegetação e estados onde podem ser encontradas.

Os dados são abertos ao público e estão disponíveis na internet. Segundo a coordenadora do estudo, Rafaela Campostrini Forzza, a plataforma é uma fonte de informação não apenas para botânicos, como também pode auxiliar no planejamento governamental e em estudos de impacto ambiental.

“Uma das coisas que os tomadores de decisão perguntam é: quantas espécies existem no meu estado? Ou quantas espécies tem no bioma? Para você fazer um plano de conservação para o bioma, é importante saber quantas espécies existem, quantas só ocorrem ali. Essas áreas são prioritárias para se criar unidades de conservação?”, pergunta Rafaela.

Segundo a pesquisadora, nos últimos cinco anos, foi descrita uma média de uma espécie por dia no Brasil. Isso mostra que ainda há muitas espécies para serem descobertas ou descritas no país.

Edição: Graça Adjuto

Salles oferece a atores e banqueiros ‘ambientalistas’ a adoção de parques florestais

Ministro detalha “Adote um Parque”, que dá oportunidade a grandes empresas ajudarem a preservar a Amazônia

Estrangeiros que gostam de apontar o dedo para o Brasil quando o assunto é a Amazônia agora têm a chance de fazer alguma coisa efetivamente.

Com o objetivo de destinar mais recursos para 132 unidades de conservação em 15% do território, o governo federal lançou esta semana o projeto “Adote 1 Parque”, antecipado pelo Diário do Poder no último dia 3.

A rede de supermercados Carrefour já aderiu ao “Adote 1 Parque”, comprometendo-se a doar R$3,7 milhões por ano para manutenção do parque florestal Lago do Cuniã, em Rondônia.

Ator ‘ambientalista’

O ator Leonardo DiCaprio, por exemplo, já fez publicações na internet criticando o presidente Jair Bolsonaro por incêndios em áreas de preservação.

Agora, com o programa, personalidades milionárias como ele podem provar que a preocupação é verdadeira, afirma o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Ele contou, em entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, que ao tomar conhecimento das críticas do ator, cujo nome não citou, “eu afirmei: ‘olha, estamos lançando o programa Adote um Parque. Você vai adotar?” E complementou: “Até hoje espero uma resposta”.

Banqueiro ‘ambientalista’

Cada participante doa 50 reais por hectare, o que representaria, por exemplo, 5 milhões de reais anualmente para uma área de 100 mil hectares. Para Salles, a quantia não é significativa para empresas.

“Para banqueiro não é nada”, disse, referindo-se ao presidente do banco Itaú, Cândido Bracher, que tem revelado súbita preocupação com o meio-ambiente no Brasil.

Para se ter ideia do que isso significa, na média, cada uma das 132 áreas do programa conta tem orçamento de apenas R$200 mil por ano.

O programa “Adote 1 Parque” está aberto a pessoas físicas e ao setor privado nacional ou estrangeiro, sem contrapartidas fiscais por parte do governo federal.

O  ministro Ricardo Salles foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, pelos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.

Parque Nacional da Tijuca estabelece novas regras para visitação

Desrespeito aos protocolos de segurança pesaram na decisão

Publicado em 23/01/2021 – 12:02 Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Os turistas que visitarem o Rio neste verão vão contar com uma nova atração: a visita guiada ao Parque Nacional da Tijuca. Na foto, a Cascatinha Taunay, que integra o roteiro (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, passa a funcionar a partir deste sábado (23) com medidas mais restritivas de visitação no setor floresta, onde estão os pontos turísticos a Cascatinha Taunay, o Pico da Tijuca e a Cachoeira das Almas. A falta de respeito aos protocolos sanitários de prevenção do novo coronavírus (covid-19) levou a Unidade de Conservação Federal a adotar as mudanças, que devem permanecer pelo menos até o fim do verão. 

O aumento no número de casos da doença na cidade também pesou na decisão. Os dados do terceiro boletim epidemiológico da Prefeitura do Rio, divulgado ontem (22), indicam que todo o município do Rio de Janeiro está com risco alto para a covid-19. 

Parque Nacional da Tijuca

Parque Nacional da Tijuca – Divulgação do ICMBio

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) alertou que se continuar o desacato às equipes e às regras sanitárias, as restrições poderão ser ampliadas.

O setor floresta ficou fechado de março a julho de 2020. Quando foi reaberto, passou a funcionar das 8h às 17h, mas a partir de amanhã, nos fins de semana e feriados, ficará aberto das 7h às 14h. A capacidade foi reduzida para 1.500 pessoas ao dia. 

De acordo com o (ICMBio), autarquia do Ministério do Meio Ambiente a quem o parque está subordinado, assim que o setor atingir a lotação máxima de 1,5 mil pessoas não será mais permitida a entrada de novos visitantes, e sem filas de espera. Esse número de visitantes representa 68% da média de visitantes nos meses de dezembro e de janeiro, somente aos finais de semana. A contagem dos visitantes começou em 2018. Nesse período, a média foi de 2.200 pessoas por dia.

Acesso

O único acesso para entrada e saída do setor floresta será pelo portão do parque na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista. 

Os outros setores do Parque Nacional da Tijuca continuam com o horário de funcionamento das 8h às 17h.

Até agora só o Corcovado e o Parque Lage, localizados dentro do parque, tinham cota máxima de visitação. No entanto, com o comportamento inadequado dos visitantes visto nos últimos fins de semana, foi necessário limitar o número de pessoas para evitar aglomerações. 

Segundo o ICMBio, os monitores e servidores do parque foram desacatados no fim da semana passada e no feriado de São Sebastião (20), ao lembrarem as regras estabelecidas no dia 9 de julho de 2020, quando a unidade foi reaberta parcialmente e com normas de visitação.

Entre as infrações estão o uso e o descarte irregular de máscaras, aglomerações em cachoeiras, grandes grupos com mais de 10 pessoas, falta de distanciamento social nos picos das trilhas, acessos a locais interditados. 

O desrespeito às medidas sanitárias já tinha levado o Parque da Pedra Branca a restrições mais severas. A visitação é de segunda a sexta, das 8h às 17h, não sendo permitida a entrada nos fins de semana e feriados. A proibição parcial entrou em vigor no dia 24 de agosto de 2020, quando a falta de colaboração de parte do público gerou aglomerações no topo da trilha e foram registrados grupos com mais de 10 visitantes. O esquema no Pedra Branca também deve continuar, pelo menos, até o fim do verão.

“Importante destacar que a colaboração de cada pessoa é essencial para que as regiões e atrativos do parque ainda restritos voltem a ser liberados, contribuindo para a segurança de todos”, disse o ICMBio.

Na página do Parque Nacional da Tijuca na internet o visitante pode se informar sobre os locais que estão liberados, os que seguem fechados e as regras de visitação durante a pandemia. As informações estão também nas redes sociais do parque.

Edição: Fernando Fraga

Governo abre consulta pública sobre reciclagem de embalagens de vidro

Contribuições podem ser feitas até o dia 5 de fevereiro

Publicado em 04/01/2021 – 22:00 Por Agência Brasil – Brasília

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abriu hoje (4) consulta pública sobre a destinação final ambientalmente adequada das embalagens de vidro. Prevista há mais de dez anos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a instituição da logística reversa de embalagens de vidro é o objetivo de uma proposta de decreto da pasta.

O documento prevê o estímulo à inserção produtiva e remuneração das cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, abrangendo fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos comercializados em embalagens de vidro.

Com isso, o ministério pretende reduzir a poluição, manter materiais em uso e regenerar sistemas naturais. Além disso, também se pretende gerar empregos e renda via fomento à reciclagem, e trazer melhorias à saúde da população, com medidas sanitárias mais adequadas.

As contribuições para a consulta pública acerca da proposta de Decreto podem ser feitas até o dia 5 de fevereiro pelo site do Ministério do Meio Ambiente.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, comemorou, com uma publicação em uma rede social, a abertura da consulta pública dizendo que se está “avançando na Agenda Ambiental Urbana”.

Edição: Aline Leal

Forças Armadas apreendem balsas com toras de madeira no Pará

Comboio violou regras de segurança do tráfego aquaviário

Publicado em 29/12/2020 – 09:11 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Militares da Capitania Fluvial de Santarém apreenderam ontem (28) duas balsas com toras de madeira que estavam paradas na comunidade de São José, no Rio Arapiuns, em Santarém, no Pará. O comboio violou regras que tratam sobre a segurança do tráfego aquaviário, entre elas, excesso de carga e falta de tripulantes.

De acordo com nota do Ministério da Defesa, o caso foi informado aos órgãos ambientais e à Polícia Federal que devem verificar a regularidade da carga de madeira das embarcações e do seu transporte. A ação foi coordenada pelo Comando Conjunto Norte, dentro da Operação Verde Brasil 2, que visa prevenir e combater crimes ambientais na Amazônia Legal.

Na última sexta-feira (25), as Forças Armadas já haviam realizado apreensões de embarcações transportando madeiras e ocuparam uma madeireira, respectivamente, em Santarém e Itaituba.

Edição: Valéria Aguiar

A Grande Muralha Verde da África: 8.000 km de árvores que prometem salvar o planeta do aquecimento global

Pesquisas já mostraram que, para conter o aquecimento global seria preciso plantar cerca de 1,2 trilhão de novas árvores. Se este objetivo parece difícil de ser conquistado, a África já começou a fazer sua parte, através do mega projeto apelidado de ‘A Grande Muralha Verde’.

 

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Foto: Facebook

Pioneiro e inovador, trata-se de uma imensa área verde que se estenderá por 8 mil quilômetros e promete salvar milhares de pessoas da seca e da fome, devolvendo a dignidade a africanos que sofrem cada vez mais com os efeitos do aquecimento global. No entanto, os benefícios da barreira que corta o continente africano são muitos. A longo prazo, ela irá neutralizar o aquecimento global, criando um enorme pulmão verde capaz de baixar a temperatura, liberar oxigênio e eliminar dióxido de carbono da atmosfera.

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Foto: Facebook

O  projeto é grandioso e impressionante, já que além de criar uma faixa de vegetação que corta todo o continente, será a mais longa estrutura viva construída pelo homem e uma nova maravilha do mundo!

 

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Foto: Facebook

Isto sem contar que a construção da grande muralha, que começou em 2007, já está criando milhares de empregos e levando alimentos para as pessoas que vivem em regiões marcadas pela seca e pela fome.

O projeto

Iniciado em 2007, a iniciativa engloba 20 países africanos, que se compremeteram a plantar árvores em uma imensa área definida, que se inicia na região do Sahel (Tunísia), na fronteira sul do deserto do Saara, um dos lugares mais pobres e áridos do planeta. Em mais de dez anos de trabalho colaborativo, milhões de árvores já foram plantadas.

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Foto: Facebook

A área está sendo formada pelo plantio de acácias, árvores que suportam regiões áridas, sendo resistentes à seca, já que possui raízes que acumulam água. Até hoje a ação já concretizou 15% de sua meta e tem apresentado muitos benefícios aos países envolvidos.

 

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Foto: Facebook

Mais do que um proposta sustentável, este é o maior projeto humanitário do planeta, já que irá transformar a realidade de muitos povos africanos, que terão terras férteis para comer e trabalhar, além de acabar com o problema da emigração forçada e os conflitos locais por terras férteis.

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Foto: La Voz

Impressionante? Mais do que isto, A Grande Muralha Verde é a prova de que, juntos podemos salvar o planeta e construir um mundo melhor e mais justo!

Oposição e ONGs tentam usar o STF para impor ‘plano Lula’ ao governo Bolsonaro

Grupo omite que desmatamento de 2019 foi menos da metade do auge no governo Lula

Querem usar o STF em um golpe para obrigar o governo federal a seguir o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, criado pelas ONGs para o governo Lula e arrastado até o governo Temer. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

PT, PCdoB, PSB, Psol, PV, PDT e Rede, aliado do STF, se uniram a dez ONGs, incluindo estrangeiras, para na prática assumirem o governo.

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O grupo se aproveita da bandeira ambiental e aponta “tragédia” em 2019 e 2020. O auge do desmatamento, ignorado na ação, foi 1995 e 2004.

Em 2004, governo Lula, o auge da destruição da Amazônia registrou 27,8 mil km2 de desmatamento. A “tragédia” de 2019, teve 10,1 mil km2.

A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) tem 153 páginas, dez das quais são usadas para “qualificar” as partes.

PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA ===>>> 13/12/2017

Mata e barragem da Boa Esperança. Agora o pessoal do meio-ambiente tem aonde trabalhar.

Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Departamento de Áreas Protegidas
Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
SEPN 505, Lote 2, Bloco B, Ed. Marie Prendi Cruz, sala 405 CEP 70.730-542. Brasília, DF.
Telefone (61) 2028-2064 Fax (61) 2028-2063 – E-mail:cadastro@mma.gov.br
 
Relatório Parametrizado – Unidade de Conservação
Data: 12/12/2017 23:58
 
Total de Registros encontrados: 1

 


Filtros utilizados:

Nome da UC: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA
Esfera administrativa: Municipal
UF: BA
Município: Ilhéus
Órgão gestor: Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Categoria manejo: Parque
Região: Nordeste


 

Unidade de Conservação: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANçA  
Código UNEP-WCMC (World Conservation Monitoring Centre)  
Código UC 1360.29.2321
Nome do Órgão Gestor Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Esfera Administrativa Municipal
Categoria de Manejo Parque
Categoria IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) Category II
Bioma declarado Mata Atlântica
Objetivos da UC Considerando o fato da UC ser de proteção integral e só permitir o uso indireto dos recursos naturais, seus objetivos são: Manter a diversidade biológica; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção; Preservar e restaurar a diversidade do ecossistema natural; Estabelecer o princípio do uso sustentável dos recursos naturais nas intervenções ali realizadas; Proteger a paisagem natural e beleza cênica do Parque; Proteger e recuperar os recursos hídricos e edáficos de sua bacia hidrográfica; Incentivar as atividades de pesquisa cientifica, estudos e monitoramento de natureza ambiental; Favorecer condições para educação ambiental e ecoturismo; Gerar emprego e renda com aproveitamento do potencial natural existente visando a auto-sustentabilidade do Parque; Recuperar áreas degradadas com espécies nativas da Mata Atlântica; Proteger o Sítio Histórico Nacional existente na área; Proteger recursos em áreas de manguezal; Proporcionar atividades de ecoturismo; Proteger a fauna silvestre; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção.
Informações Complementares O Parque Municipal da Boa Esperança, é uma UC de Proteção Integral localizada em área urbana no Município de Ilhéus, sendo considerado um dos poucos maciços com estrutura de floresta tropical primária dentro de um perímetro urbano em todo o Brasil. Vale ressaltar aqui que o ato legal para correção da categoria da UC para “Parque Natural Municipal da Boa Esperança” está sendo executado, por força do §4º do Art. 11 da Lei 9.985/2000 que diz que as unidades da categoria Parque Nacional, quando criadas pelos municípios, serão denominadas “Parque Natural Municipal”.
Municípios Abrangidos Ilhéus (BA)
Conselho Gestor Sim
Plano de Manejo Sim
Outros Instrumentos de Planejamento e Gestão Sim
Qualidade dos dados georreferenciados Correto (O polígono corresponde ao memorial descritivo do ato legal de criação
Em conformidade com o SNUC Sim
Data da última certificação dos dados pelo Órgão Gestor 01/12/2015
Estados Abrangidos BA
Contato: 
Gestor da Unidade  
Endereço da Unidade Praça Barão do Rio Branco, nº 149
CEP 45655000
Bairro Cidade Nova
UF BA
Cidade Ilhéus
Site da UC  
Telefone da UC  (73) 36348200
E-mail da UC  

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Mau humor das ONGs coincide com o fim da farra com dinheiro público

Apenas quatro ONGs receberam R$ 80,1 milhões no último ano antes de Bolsonaro assumir

Organizações “não governamentais” com acesso franqueado a milhões governamentais viram a fonte secar no governo Bolsonaro. Em 2018, último de Michel Temer, só quatro ONGs embolsavam R$80,1 milhões do Ministério do Meio Ambiente, segundo fonte da pasta. O fim da farra, “turbinada” em governos do PT, explica a pancadaria no ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. De decisões do Conselho Nacional do Meio Ambiente à fusão do Ibama e ICMBio, tudo vira alvo de desconstrução. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Uma das ONGs favorecidas, a conceituada Imazon, recebeu R$25,6 milhões em 2018, último ano do “bem bom” com o dinheiro público.

Outra estrela da constelação de ONGs que faturavam muito, o Ipam recebeu R$23,4 milhões, mas o combinado eram R$24,9 milhões.

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Entre as quatro ONGs milionárias, a ISA foi a única a receber o total previsto do governo: nada menos que R$19,7 milhões.

Já a ONG ICV, outra que se beneficia de dinheiro governamental, recebeu “apenas” R$11,4 milhões do total previsto de R$16,4 milhões.

Minas tem 42 das 45 barragens de mineração interditadas no país

Agência divulgou lista de barragens sem atestado de estabilidade

Publicado em 02/10/2020 – 06:09 Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A Agência Nacional de Mineração (ANM), órgão que fiscaliza o setor no país, divulgou nessa quinta-feira (1º) a lista das barragens que não tiveram sua declaração de estabilidade atestada e que, por isso, estão interditadas. Ao todo, 45 estruturas estão impedidas de operar, sendo 42 delas localizadas em Minas Gerais. As outras estão nos estados de Amapá, Pará e Rio Grande do Sul.

A declaração de estabilidade da barragem deve ser entregue obrigatoriamente duas vezes ao ano: a primeira em março e a segunda em setembro. O documento é emitido por uma auditoria terceirizada que deve ser contratada pelas mineradoras. Caso ele não seja entregue ou a avaliação conclua que a estrutura não tem estabilidade, a ANM determina a paralisação das operações.

A nova lista reúne as barragens que não foram aprovadas nas análises que deveriam ser apresentadas em setembro. De acordo com o órgão, das 45 estruturas listadas, 36 já estavam paralisadas porque não haviam tido a estabilidade atestada em março. Com as novas avaliações, 391 barragens no país têm autorização para operar.

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou hoje (19) que encontrou o corpo de mais uma vítima do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.
 Barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. – Divulgação/Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

A mineradora com o maior número de estruturas interditadas é a Vale. São 31 ao todo, todas em Minas Gerais. Nos últimos anos, a mineradora tem se envolvidos em grandes tragédias ambientais no estado. Em novembro de 2015, uma barragem da Samarco, joint-venture da Vale e da BHP Billiton, se rompeu em Mariana (MG) matando 19 pessoas e causando danos ao longo de dezenas de municípios da Bacia do Rio Doce. Em janeiro de 2019, outro desastre causou 270 mortes: a ruptura de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG).

Após essa segunda tragédia, um pente-fino levou à interdição de diversas barragens da mineradora. As paralisações foram determinadas não apenas pela ANM, mas também pela Justiça mineira, que atendeu a diversos pedidos formulados em ações movidas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para paralisar outras barragens e exigir a contratação de novas auditorias externas a fim de verificar a segurança das estruturas. Há casos em que a própria Vale se antecipou e interrompeu as operações.

Uma vez que a estabilidade não é atestada, automaticamente é acionado o nível 1 de emergência. Nos casos em que a gravidade da estrutura atinge nível de emergência 2 ou 3, é obrigatória a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em caso de um rompimento. Atualmente, a Vale tem quatro barragens em nível 3, que significa risco iminente de ruptura. Muitos moradores permanecem fora de suas casas.  

A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas.
A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas. – Divulgação Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

A tragédia de Brumadinho também colocou em discussão a confiabilidade da declaração de estabilidade. A estrutura que se rompeu tinha uma declaração válida, emitida pela alemã Tüv Süd. O engenheiro da empresa, Makoto Namba, em depoimento no curso da investigação, disse ter se sentido pressionado por um executivo da Vale para conceder o documento. A Tüv Süd foi apontada pelo MPMG como uma das responsáveis pelo desastre e foi denunciada junto com a Vale. Na Câmara dos Deputados tramitam projetos que propõem mudanças no processo de avaliação das barragens e na emissão das declarações de estabilidade.

Barragens a montante

O maior grupo entre as 45 barragens interditadas, conforme a nova lista da ANM, é o das estruturas a montante. São 16 ao todo. Essas barragens demandam maior nível de atenção, pois têm o mesmo método utilizado nas estruturas que se romperam em Brumadinho e Mariana.

Após a segunda tragédia, foi sancionada pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema, a Lei Estadual 23.291/2019. Ela instituiu a Política Estadual de Segurança de Barragens, estabelecendo prazos para que o empreendedor responsável por barragem alteada a montante promova a descaracterização. Em âmbito nacional, a ANM editou uma resolução com determinação similar.

Só a Vale prometeu descaracterizar nove barragens. A conclusão de uma delas já foi anunciada. No entanto, esse não é um trabalho que tem se mostrado simples: evacuações têm sido determinadas em áreas no entorno de barragens que já estão inclusive inativas.

Um exemplo é a barragem de Doutor, pertencente ao complexo da Mina de Timbopeba, em Ouro Preto. O início de sua descaracterização foi anunciado em fevereiro desse ano. Em abril, diante do agravamento das condições da estrutura, 61 famílias que moram no entorno foram surpreendidas com uma ordem de remoção compulsória. Como responsável pelas evacuações, é obrigação da mineradora assegurar aos atingidos hospedagem, alimentação, transporte e itens de necessidade básica.

Confira a situação das 31 barragens da Vale que estão sem declaração de estabilidade:

 Nível de emergência 3

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