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:: ‘Meio Ambiente’

JOÃO BARROS COTADO PARA O IBAMA -BAHIA

O advogado João Barros, especialista em Meio Ambiente, está cotado para assumir o relevante posto de Superintendente do IBAMA na Bahia. Com um currículo impecável para a área ambiental, Barros foi candidato a deputado federal obtendo excelente votação. Paralelo à sua candidatura coordenou a campanha de Jair Bolsonaro na região, o que lhe rendeu simpatia do presidente eleito. De acordo com as informações, a indicação de João Barros teria partido do próprio Bolsonaro. O blog tentou manter contato com Barros, mas não conseguiu.

“TRIPO A” – O que é? Por que Bolsonaro foi contra?

Essa semana nosso presidente eleito recomendou ao futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a não realização no Brasil da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (a COP 25), que discutiria as alterações climáticas no mundo e ações para redução do efeito estufa. Fiquei contrariado, a princípio, e me pus a pesquisar sobre o assunto, já que o Ministério das Relações Exteriores, em seguida, divulgou nota onde o governo brasileiro retirou a oferta para sediar a conferência.
Querendo entender os porquês, fui saber que entre a pauta da conferência da ONU, estaria a ideia de criar o Corredor Andes-Amazônia-Atlântico (Triplo A ou AAA), ao qual desconhecia o teor e mesmo que já estaria tomando corpo avançando nos últimos meses.
Busquei literaturas e descobri que Corredor Ecológico ou corredor de Biodiversidade seria uma faixa de vegetação que ligaria grandes fragmentos florestais e unidades de conservação separados pela atividade humana, isso para que nesse espaço ficassem garantidos o deslocamento da fauna entre as áreas isoladas, sua troca genética e a dispersão de sementes, visando, essencialmente, mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas e da interrupção do fluxo de espécies entre esses fragmentos naturais, impactados pela atividade humana.(Até ai…. LINDO).
Ocorre que o conceito de Corredor Triplo A foi preparado na Colômbia e, casualmente a ideia foi do ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos, em parceria com a Fundação Gaia Amazonas, sediada em Bogotá. Pronto, minha desconfiança patriótica acendeu a luz amarela.
Amarelei minha perspectiva pois sei que, estrategicamente, a Colômbia, possui sete bases militares americanas operantes, e ao ficar sabendo que se trata de um projeto de longo prazo, já me inquietei, pois quem me garante que a ideia e os interesses embutidos não irão evoluindo, até que entidades internacionais atuantes com a ONU, questionem nossa capacidade de proteção e gestão desse território, eleito como patrimônio mundial?
Aliemos a isso que, estranhamente, é costume internacional, delimitarem-se corredores com largura máxima de 1 km, mas nesse acordo, em particular, varia entre 50km e 500km. Isso é realmente suspeito!
Também estranho me pareceu que geograficamente, com esse Triplo A, uma pequena parcela da Amazônia Venezuelana seria coberta, também outra metade da Amazônia colombiana estaria contemplada, entretanto, do lado brasileiro, o corredor cobriria toda a calha norte do rio Amazonas, com 62 Unidades de Conservação e 81 reservas indígenas.
Assim sendo, o acordo seria oficializado em 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano, contudo, apesar das grandes diferenças de espaço, para minha estupefação, a “gestão do corredor” seria tripartite. Aí, companheiros é que mora o perigo! Nosso Brasil, o mais afetado, teria o mesmo poder de voto e decisão que os dois outros territorialmente minoritários pois qualquer votação poderia ser decidida por maioria simples de 2×1, o que facilitaria intervenção estrangeira na nossa Amazônia.
Aliemos a isso o fato desse projeto envolver o questionável conceito de “autogestão dos povos indígenas”, uma perspectiva de autodeterminação dos índios, a meu ver, muito interessante a países estrangeiros, o que poderia daqui a algum tempo, leva-los a eleger qualquer outro país para lhes dar suporte e é aí que reside a maldade do discurso, pois esse fato contraria frontalmente cláusula pétrea da Constituição que é a “indivisibilidade do Brasil”.
Guardo comigo receios de que essas premissas internacionais, ditas exclusivamente ambientais, possam esconder interesses estrangeiros bem mais nebulosos, que podem tomar ares de uma verdadeira ocupação.
Se olharmos de fora, com nacionalismo e um pouco de senso crítico, isso seria a semente de uma ocupação da Amazônia, visando isolá-la do resto do Brasil e fornecendo ferramentas para diversas ONGs internacionais, atuarem sem fiscalização do governo federal, com pleno acesso a enormes reservas de água, minérios e biodiversidade. Em resumo, teríamos toda essa riqueza “gerida” por povos indígenas, facilmente manipuláveis enganados por outros países.
Segundo nosso General Villas Boas, o “Corredor Triplo A” é uma questão de soberania, e sua missão como Comandante do Exército, preocupado com interesses nacionais, é indicar os riscos dessa proposta para o país. Precisamos discutir profundamente com a sociedade. A NOSSA SOCIEDADE!
Portanto, depois de buscar entender os processos, eu dou completa e total razão ao nosso presidente Eleito!
(Auceri Becker Martins – Cel QOPM)

CONHEÇA O POSSÍVEL PROJETO DE BOLSONARO QUE PODE REVOLUCIONAR O NORDESTE!


Moradores e voluntários visam recuperar Área Verde do Jardim Atlântico I com plantio de mudas

Moradores, voluntários e Movimento.

Neste último sábado (7), foi realizado o plantio de mudas de diversas espécies por voluntários do movimento Área Verde Sim, no terreno do Jardim Atlântico I, que teve dezenas de árvores suprimidas com a finalidade da construção de um novo Fórum, em Ilhéus. Dentre as mudas plantadas, estão as espécies do pau brasil, caju, goiaba, guapuruú, jenipapo, pau pombo, cocoloba, dentre outras.

As mudas, foram doadas pela CEPLAC, UESC, Instituto Floresta Viva e BioFábrica. Na ocasião, ocorreu em paralelo um campeonato de futevôlei realizado na quadra de areia da área verde, realizado pelo Centro de Treinamento Esportivo e Funcional. Unidos em prol da causa de manutenção e preservação da área verde do loteamento, os participantes são solidários à causa.

O ambiente é frequentemente utilizado pela comunidade local na realização de atividades  ligadas aos direitos à convivência social e lazer.

O voluntário do movimento Área Verde Sim, Hernani Lopes de Sá, destacou em entrevista à TV Santa Cruz, que o terreno se trata de uma área registrada no Cartório de Registro de Imóveis como Área Verde do loteamento, desde a época da sua constituição. Hernani Sá explica que no final de 2017, o poder público passou a subtrair algumas árvores de grande porte, sendo identificado por biólogos um dano ambiental grave.

Em razão disso, foi feita uma representação junto ao Ministério Público Estadual, além de solicitado informação pelo Instituto Nossa Ilhéus ao poder executivo sobre o que se pretendia ser feito na área. Confira o que explica o voluntário:

“Quando chegou no mês de janeiro, todos ficamos surpresos com a inauguração de uma pedra fundamental, indicando que aqui seria construído um novo fórum do poder judiciário. No dia 29 de janeiro, o Tribunal de Justiça publicou uma concorrência de licitação da obra, já considerando o terreno como pertencente ao TJ, sendo que somente no dia 22 de fevereiro, quase um mês depois, o Prefeito encaminhou para o poder legislativo para se discutir a doação da área, que já havia sido considerada do tribunal anteriormente. Diante disso, os moradores procuraram os vereadores mostrando que há proibição clara na lei orgânica municipal, que não permite que as áreas verdes e praças possam ter suas destinações originárias alteradas no município de Ilhéus. Sentimos até que os vereadores estariam com uma tendência a reprovar esse projeto de lei junto ao poder legislativo, haja vista a clara ilegalidade do projeto. Mas por uma surpresa, houve uma ingerência por parte do Ministério Público Estadual, que acabou encaminhando uma recomendação aos legisladores, dizendo que essa clara proibição não seria, necessariamente, um óbice intransponível no caso de haver interesse público. Então ficou aquela dúvida, se o MP estaria induzindo os vereadores a descumprir uma proibição clara existente na lei”, afirmou Hernani Sá.

Hernani demonstrou ainda que não houve uma discussão com a sociedade para identificar se há realmente um interesse público na questão. “Pudemos perceber que a insatisfação é generalizada. Temos membros de diversas instituições da sociedade civil organizada que vem protestando contra esse ato, porque entendemos que este não é um local estratégico. Não houve um estudo locacional, não houve um estudo de impacto de vizinhança, não houve uma discussão dentro do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (CONDEMA), para saber se haveria um impacto ambiental, para saber se a área verde pode realmente sofrer uma alteração na sua destinação originária… Pegou todos nós desprevenidos. Sem falar que temos um fórum que é bem localizado no centro da cidade, próximo aos cartórios e das demais repartições públicas”.

O movimento “Área Verde Sim” almeja que haja uma sensibilidade por parte dos gestores em reconhecer o erro que eles cometeram ao suprimir algumas árvores importantes da área verde do loteamento e que recuem com a construção de um fórum numa área verde. Os moradores estão tomando providências judiciais cabíveis com o objetivo de embargar a construção do fórum neste local, que não é adequado.

SUCESSO NO MUTIRÃO DO PLANTIO NO LOTEAMENTO JARDIM ATLANTICO!

É com muita satisfação que vimos comunicar que o plantio de mudas realizado no sábado (dia 07/04) foi um sucesso.

Contamos com a presença de moradores e voluntários, uniformizados com a blusa do movimento “Área Verde Sim”

Foram plantadas madeiras de Lei, nativas da Mata Atlântica como: Pau Brasil, Jacarandá, Ipê, Jatobá e outras.

Contamos com o apoio dos atletas que estavam realizando um torneio de futevôlei e contamos também com a presença da TV Santa Cruz, que fez a cobertura do evento e constatou que a praça, além de ser uma Área Verde do Loteamento, também constatou ser um espaço recreativo para a prática de esporte, não sendo cabida a construção do novo fórum naquele local.

Flagrantes do mutirão.

 

 

Plantio AMANHÃ na ÁREA VERDE do Jardim Atlântico I

Amigos da imprensa,

Nós do movimento ÁREA VERDE SIM ! vimos informar que amanhã (SÁBADO – 07/04)

faremos um plantio de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica no local onde foi parcialmente devastado, para a construção do novo fórum.

Considerando que não houve até o presente momento, estudo de impacto ambiental, estudo locacional nem estudo de impacto de vizinhança, sendo este ultimo uma das condicionantes exigidas no projeto de lei aprovado pela câmara, a população continua protestando e irá realizar o plantio de árvores como Pau Brasil, Jacarandá, Ipê,  jatobá, ingá e outras.

A presença da imprensa no evento é de suma importância para a divulgação do ato que representa uma forma de cidadania e contribui com a democracia representativa, mostrando aos gestores e legisladores os verdadeiro anseios da população.

Atenciosamente,

Hernani Lopes de Sá

(77) 99177-2525

O PREFEITO E VEREADORES DE ILHÉUS, DÃO UMA BANANA PARA O MEIO AMBIENTE!

Aqui a fruta é tratada no sentido pejorativo da palavra!

Ao doar uma área de conservação e convivência de um loteamento já aprovado. Num beija mão explicito ao Poder Judiciário, fica o Governo Municipal proibido de fazer qualquer exigência ambiental para loteamentos existentes ou planejados.

Onde já se viu, fazer um Fórum onde existe um vazio?

Mario Alexandre (Marão) Prefeito de Ilhéus

O QUE DIZ A PREFEITURA DE ILHÉUS SOBRE O ASSUNTO?

NOTÍCIAS PORTUÁRIAS E ANVISA.

VLI impacta sustentabilidade

VLI impacta sustentabilidade

É discutível o sucesso pleno do plano de ampliação do Terminal Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), terminal da VLI no Porto de Santos (SP). O aprofundamento do canal de acesso, atualmente com -9,8 metros para -13,5 metros, vai enfrentar judicialização e controvérsias técnicas-ambientais difíceis de serem superadas politicamente.

VLI impacta sustentabilidade _ Anvisa abre consulta em importações _ A ótica do Direito sobre a atividade portuária

AS RESPONSABILIDADES DE MANUTENÇÃO DO PARQUE DA BOA ESPERANÇA.

Após analisarmos o Cadastro Nacional de Unidades de Conservação, clique aqui, podemos agora sim, cobrar a quem de direito a manutenção do Parque da Boa Esperança.

Até o Ministério Público do Meio Ambiente poderá fazê-lo.

Discursos vazios, e atitudes espetaculosas não serão mais aceitas…

 

 

Parque da Boa Esperança

PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA

Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Departamento de Áreas Protegidas
Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
SEPN 505, Lote 2, Bloco B, Ed. Marie Prendi Cruz, sala 405 CEP 70.730-542. Brasília, DF.
Telefone (61) 2028-2064 Fax (61) 2028-2063 – E-mail:cadastro@mma.gov.br
 
Relatório Parametrizado – Unidade de Conservação
Data: 12/12/2017 23:58
 
Total de Registros encontrados: 1

 


Filtros utilizados:

Nome da UC: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANÇA
Esfera administrativa: Municipal
UF: BA
Município: Ilhéus
Órgão gestor: Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Categoria manejo: Parque
Região: Nordeste


 

Unidade de Conservação: PARQUE MUNICIPAL NATURAL DA BOA ESPERANçA  
Código UNEP-WCMC (World Conservation Monitoring Centre)  
Código UC 1360.29.2321
Nome do Órgão Gestor Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Esfera Administrativa Municipal
Categoria de Manejo Parque
Categoria IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) Category II
Bioma declarado Mata Atlântica
Objetivos da UC Considerando o fato da UC ser de proteção integral e só permitir o uso indireto dos recursos naturais, seus objetivos são: Manter a diversidade biológica; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção; Preservar e restaurar a diversidade do ecossistema natural; Estabelecer o princípio do uso sustentável dos recursos naturais nas intervenções ali realizadas; Proteger a paisagem natural e beleza cênica do Parque; Proteger e recuperar os recursos hídricos e edáficos de sua bacia hidrográfica; Incentivar as atividades de pesquisa cientifica, estudos e monitoramento de natureza ambiental; Favorecer condições para educação ambiental e ecoturismo; Gerar emprego e renda com aproveitamento do potencial natural existente visando a auto-sustentabilidade do Parque; Recuperar áreas degradadas com espécies nativas da Mata Atlântica; Proteger o Sítio Histórico Nacional existente na área; Proteger recursos em áreas de manguezal; Proporcionar atividades de ecoturismo; Proteger a fauna silvestre; Proteger as espécies raras, endêmicas, vulneráveis ou em perigo de extinção.
Informações Complementares O Parque Municipal da Boa Esperança, é uma UC de Proteção Integral localizada em área urbana no Município de Ilhéus, sendo considerado um dos poucos maciços com estrutura de floresta tropical primária dentro de um perímetro urbano em todo o Brasil. Vale ressaltar aqui que o ato legal para correção da categoria da UC para “Parque Natural Municipal da Boa Esperança” está sendo executado, por força do §4º do Art. 11 da Lei 9.985/2000 que diz que as unidades da categoria Parque Nacional, quando criadas pelos municípios, serão denominadas “Parque Natural Municipal”.
Municípios Abrangidos Ilhéus (BA)
Conselho Gestor Sim
Plano de Manejo Sim
Outros Instrumentos de Planejamento e Gestão Sim
Qualidade dos dados georreferenciados Correto (O polígono corresponde ao memorial descritivo do ato legal de criação
Em conformidade com o SNUC Sim
Data da última certificação dos dados pelo Órgão Gestor 01/12/2015
Estados Abrangidos BA
Contato: 
Gestor da Unidade  
Endereço da Unidade Praça Barão do Rio Branco, nº 149
CEP 45655000
Bairro Cidade Nova
UF BA
Cidade Ilhéus
Site da UC  
Telefone da UC  (73) 36348200
E-mail da UC  

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CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU

Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Departamento de Áreas Protegidas
Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
SEPN 505, Lote 2, Bloco B, Ed. Marie Prendi Cruz, sala 405 CEP 70.730-542. Brasília, DF.
Telefone (61) 2028-2064 Fax (61) 2028-2063 – E-mail:cadastro@mma.gov.br
 
Relatório Parametrizado – Unidade de Conservação
Data: 13/12/2017 00:24
 
Total de Registros encontrados: 1

 


Filtros utilizados:

Nome da UC: CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU
Esfera administrativa: Municipal
UF: BA
Município: Ilhéus
Categoria manejo: Área de Relevante Interesse Ecológico
Região: Nordeste


 

Unidade de Conservação: ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU  
Código UNEP-WCMC (World Conservation Monitoring Centre)  
Código UC 1360.29.3177
Nome do Órgão Gestor Prefeitura Municipal de Ilhéus – BA
Esfera Administrativa Municipal
Categoria de Manejo Área de Relevante Interesse Ecológico
Categoria IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) Category IV
Bioma declarado Mata Atlântica
Objetivos da UC a) ligar áreas de conservação ambiental, possibilitando o fluxo de genes e o movimento da biota, facilitando a dispersão de espécies e recolonização de áreas degradadas, bem como a manutenção de populações que demandam para sua sobrevivência áreas ambientalmente sustentável; b) proteger e recuperar recursos hídricos, edáficos e genéticos com a proibição de atividades potencialmente causadoras de degradação ambiental, a exemplo da extração mineral e implantação de empreendimentos industriais, entre outras; c) promover a recuperação e a sua vegetação com espécies nativas; d) incentivar atividades de pesquisa, estudos e monitoramento ambiental; e) estimular o desenvolvimento do ecoturismo, educação ambiental e das atividades de recreação e lazer em contato harmônico com a natureza.
Informações Complementares Esta UC, com área aproximada de 10.000,00 ha, está situada no extremo norte do Município de Ilhéus, compondo um mosaico de áreas protegidas com as UCs: Parque Estadual da Serra do Conduru (PESC), Área de Proteção Ambiental (APA) Itacaré/ Serra Grande; APA Lagoa Encantada e Rio Almada; e o Parque Municipal Boa Esperança.
Municípios Abrangidos Ilhéus (BA)
Conselho Gestor Não
Plano de Manejo Não
Outros Instrumentos de Planejamento e Gestão Não
Qualidade dos dados georreferenciados Aproximado (O polígono representa uma estimativa dos limites da unidade).
Em conformidade com o SNUC Sim
Data da última certificação dos dados pelo Órgão Gestor 04/05/2015
Estados Abrangidos BA

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FOTOS DO DESCASO DA PRAIA DO SUL (PARTE I)

Nesta quarta, Sema apresenta Plano de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira

O Plano Estratégico de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira, coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), será apresentado para prefeituras dos municípios da bacia e parceiros, nesta quarta-feira (25), às 9h, na Câmara Municipal de Ibicaraí. Participam do evento, representantes da Secretaria do Meio Ambiente, lideranças e beneficiários da região, prefeitos e representantes de instituições e entidades parceiras, como Ceplac, Comitê da Bacia Hidrográfica do Leste, Colegiado Territorial Litoral Sul, universidades e outros.
 
O Plano Estratégico contempla uma visão de curto, médio e longo prazos, traduzida em três fases de implementação, que contemplam o Plano de Governança, as áreas e estratégias prioritárias de ações de conservação, restauração, manejo florestal, manejo de solo, controle de erosão, mudança de uso do solo, requalificação de malha viária (vias e vicinais), remoção de sedimentos, esgotamento sanitário, contenção de encostas e margens, monitoramento hidrológico. O estudo inclui ainda o planejamento de diversos projetos-pilotos dessas estratégias, para serem implementados nas áreas prioritárias para revitalização.
 
 

Projeto Cachoeira

O Plano Estratégico é uma das etapas do Projeto Cachoeira, inserido no Programa de Desenvolvimento Ambiental (PDA – Bahia), realizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O investido no Plano é de R$ 1, 4 milhão, sendo que o valor total do Projeto Cachoeira é da ordem de R$ 4 milhões.
O Projeto Cachoeira tem como objetivo a recuperação e preservação da Bacia do Rio Cachoeira, por meio de ações que promovem a proteção de nascentes e cursos d’água. Além do Plano Estratégico, o projeto inclui entre suas ações o Diagnóstico Ambiental Local, Restauração Florestal de 150 hectares de matas ciliares e o cadastramento de pequenas propriedades da agricultura familiar no Cefir.
 
Na programação do evento, serão apresentados os resultados já alcançados pelo projeto e as ações ainda em curso, a exemplo do Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR) para pequenos proprietários no entorno da Bacia do Rio Cachoeira, que vai contemplar os municípios de Buararema, Ilhéus, Itabuna, Arataca, Barro Preto, Caatiba, Firmino Alves, Floresta Azul, Ibicaraí, Itajú Colônia, Itambé, Itapé, Itapetinga, Itororó, Jussari, São José da Vitória e Santa Cruz da Vitória.
Atenciosamente,
 
Assessoria de Comunicação 
Secretaria do Meio Ambiente – SEMA
Governo da Bahia

(71) 3115-6289 / 3836
Facebook: Meio Ambiente – Governo da Bahia
Instagram: @semainforma

Sema realiza processo seletivo de consultor para coordenação de evento

Consultor individual vai atuar na coordenação do Seminário de Encerramento do PDA-Bahia

Até o próximo dia 24 de outubro, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) recebe currículos para o processo seletivo de consultor individual para coordenação de evento do Programa de Desenvolvimento Ambiental (PDA-Bahia). As manifestações de interesse e currículos deverão ser entregues via email (pda.sema@sema.ba.gov.br) ou enviados para o endereço divulgado no site da Sema, Manifestação de Interesse 05/2017 . A duração estimada da consultoria é de cinco meses e a remuneração será informada durante entrevista.

O consultor será selecionado de acordo com os procedimentos estabelecidos nas Políticas para Seleção e Contratação de Consultores Financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), órgão financiador PAD-Bahia.

A Manifestação de Interesse 05/2017 explica que “o Estado da Bahia recebeu um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para execução do Programa de Desenvolvimento Ambiental (PDA), no valor de US$ 16.700.000,00 (dezesseis milhões e setecentos mil dólares), sendo US$ 10.000.000,00 (dez milhões de dólares) de recursos do financiamento do BID e US$ 6.700.000,00 (seis milhões e setecentos mil dólares) de recursos da contrapartida local e pretende utilizar parte dos recursos para a seleção e contratação de serviços de Consultor Individual para atuar nas as atividades da coordenação do Seminário de Encerramento do PDA – Bahia”.

O documento informa ainda as atividades detalhadas do consultor, que deverá ter formação superior na área de Comunicação Social, habilitação em Relações Públicas, ou Produção Cultural, ou Publicidade, e experiência profissional na função de Coordenação de Eventos de médio e grande porte. Os interessados deverão fornecer informações que indiquem sua qualificação e experiência.

Mais informações: www.meioambiente.ba.gov.brpda.sema@sema.ba.gov.br; (71) 3115-6250 e 3118-5364.



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