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:: ‘Meio Ambiente’

Ministério vai fiscalizar estações de esgoto no país, diz Salles

Segundo ele, investimentos na área não têm obtido resultados esperados

Publicado em 17/08/2020 – 15:12 Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (17) que sua pasta começará um programa para avaliar as estações de tratamento de esgoto no país. “Nós faremos a partir de agora um programa de fiscalização da eficiência do tratamento das estações”, anunciou, ao participar de um seminário promovido pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Segundo o ministro, em muitos casos os investimentos em tratamento de esgoto não tem obtido os resultados esperados. “Nós temos vários lugares Brasil a fora onde há todo o investimento em coleta, toda a infraestrutura, vai para a estação de tratamento e o grau de eficiência daquilo é tratado e sai depois não corresponde ao que devia ser”, acrescentou.

Habitação

O presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Benedito Braga, destacou a importância da política habitacional para reduzir a poluição dos rios e mananciais. “Nós temos que ter uma política de habitação neste país para revolver o problema do saneamento”, disse. Segundo Braga, favelas e ocupações irregulares fazem com que o esgoto não tratado contamine as águas.

A revisão das normas de ocupação do solo e construção de empreendimentos habitacionais foi defendida pelo ministro do Meio Ambiente. “Você tem normas, às vezes excessivamente rigorosas, artificialmente rigorosas. E você joga pessoas para irregularidade, porque ela [legislação] é impossível de ser cumprida”, afirmou.

De acordo com o ministro, o excesso de normas muitas vezes inviabiliza a construção de empreendimentos imobiliários. “Você não consegue ter um empreendimento imobiliário de baixa renda lucrativo nesses lugares. Não tem loteamento que funcione. Quando vai fazer investimento imobiliário, não consegue aprovar.”

Edição: Maria Claudia

Destruição florestal na Europa disparou 69% sem críticas de ambientalistas

Revista científica Nature denunciou desmatamento ligado ao “mercado da madeira” sem qualquer repercussão

Receptiva a críticas ao Brasil na área ambiental, sobretudo oriundos da Europa, a mídia brasileira ignorou levantamento da revista científica Nature, divulgado há dez dias, indicando que o desmatamento cresceu 69% em 2018, na União Europeia.

Enquanto o Brasil preserva 70% das florestas, na Europa mal chega aos 30%, se incluir áreas reflorestadas. Para a Nature, a devastação na Europa está ligada à “recente expansão dos mercados da madeira”, que aliás é rival da madeira da Amazônia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O estudo foi coordenado pelo cientista Guido Ceccherini, do Centro Comum de Investigação, da Comissão Europeia, em Ispra (Itália).

Notícias Relacionadas

Bombeiros tentam conter incêndios florestais na Espanha.

Imagens de satélite revelam que a área devastada na Europa deve afetar a biodiversidade, provocar erosão e ameaçar mananciais (fontes d’água).

Suécia, Finlândia, Espanha, França e Alemanha têm mais florestas na Europa. Mas só na França de Macron, o desmatamento cresceu 30%.

Em Portugal, cuja imprensa reproduz como papagaio ataques e mentiras contra o Brasil, a “deflorestação” cresceu 56%.

Imagens dos bombeiros exibidas na Euronews e ignoradas no Brasil: queimadas devastam o que resta de florestas na França.

Salles diz que é alvo da ‘turma das boquinhas’, os sem-cargos e verbas

Ministro está convencido de que segmentos que o atacam perderam dinheiro e poder com o atual governo

O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) identifica ONGs e ativistas que perderam poder e dinheiro, no atual governo, para além de tradings e frigoríficos reunidos em uma “Coalizão Clima Agricultura e Florestas”, estão por trás da intensa pancadaria contra ele, nas últimas semanas. O ministro está convencido de que todos esses segmentos que o atacam fazem parte “da turma quer as boquinhas das verbas e cargos de volta”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Não há o menor indício de que Bolsonaro planeje substituir o ministro do Meio Ambiente. Avalia que vem fazendo um bom trabalho.

O ministro Luiz Eduardo Ramos (Governo) defendeu Ricardo Salles e repudiou notícias mentirosas que o acusam de tentar derrubar o ministro.

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Outro suporte do ministro do Meio Ambiente é o vice-presidente Hamilton Mourão, que coordena as ações de defesa da Amazônia.

Agricultura sem queima na Amazônia é recomendada pela Cepal

Método Tipitamba substitui queimada pelo sistema de corte e trituração

Fotografia aérea Floresta amazônica, plantação. Marcelo Camargo/Agencia Brasil

No ano passado, a taxa de desmatamento por corte raso atingiu 10.129 quilômetros quadrados nos nove estados que formam a Amazônia Legal. Essa é a maior extensão de destruição florestal em onze anos, conforme divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Os dados, utilizados pelo governo federal e por pesquisadores, são do Projeto de Estimativa do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Inpe, que faz uso de imagens dos satélites CBERS-2/2B (parceria sino-brasileira), Landsat-5/TM (norte-americano) IRS-1 (indiado) e UK-DMC2 (inglês).

Nos anos 1980, muito antes desses satélites serem lançados na órbita terrestre e poderem medir o impacto da ação humana na floresta, um projeto nascia no nordeste do Pará criando alternativa para as queimadas, prática recorrente na região, assim como no Cerrado, para preparação do solo para a lavoura. Quando feita fora de controle ou com propósito criminoso, a queimada é uma das pontas de lança do desmatamento da Amazônia.

A partir de um projeto de cooperação técnica internacional, pequenos agricultores, pesquisadores da Embrapa e pesquisadores das universidades alemãs de Göttingen e de Bonn desenvolveram uma forma de preparar o solo sem por em risco a floresta. O método do projeto, que no ano 2000 foi batizado como Tipitamba, substitui a queimada pelo sistema de corte e trituração para a preparação de terrenos que servirão para o plantio.

Para a preparação da lavoura também são plantadas árvores leguminosas de rápido crescimento, como Inga, Tachi, Palheteira, que criam biomassa e auxilia a fixação de nutrientes no solo. O resultado é o aumento da colheita em culturas como feijão, milho e mandioca além da incorporação de espécies frutíferas, como cacau e castanha-do-Brasil na roça.

“A tecnologia influencia favoravelmente as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, além do que a adoção permite também usufruir os serviços ambientais associados à presença da vegetação secundária em pousio (capoeira) que inclui melhoria no balanço e captura de carbono, transporte de água para a atmosfera, proteção à lixiviação [processo erosivo] e restauração ecológica. O preparo de área sem o uso do fogo, associado ao enriquecimento de capoeira e a sistemas agroflorestais, resgata a sustentabilidade econômica, social e ecológica da produção na unidade familiar rural amazônica.”

A descrição consta em artigo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), ligada às Nações Unidas. Recentemente, o escritório da Cepal no Brasil reconheceu o Tipitamba como um “investimento que poderia ser replicado e ganhar escala. Esse projeto reúne muitos elementos do desenvolvimento sustentável: baixo gasto e custo acessível, aumento de produtividade, ganhos na renda dos agricultores”, aponta a economista Camila Gramkow, oficial do escritório.

Tipitamba foi um dos 15 projetos nacionais, entre 131 apresentados, que mereceram destaque na iniciativa da Cepal chamada “Big Push para a Sustentabilidade”, nome em referência à teoria do economista Paul N. Rosenstein-Rodan, de origem polonesa. “Esse reconhecimento [da Cepal] resgatou a identidade do projeto, como uma rara estratégia de garantir sustentabilidade temática de longo prazo”, descreve Tatiana Sá, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental. 

Atualmente, 118 famílias produzem alimentos conforme o método nos municípios de Igarapé-Açu, Marapamim, Irituia, São Domingos do Capim e Tomé- Açu no Pará. Com apoio da Embrapa a ideia também chegou ao Amapá, Amazonas, Roraima e Acre.

Edição: Liliane Farias

E A POPULAÇÃO ESTÁ MUITO ATENTA, MESMO.

A POPULAÇÃO ESTÁ ATENTA – E OS MENTECAPTOS ALEGAVAM QUE ERA RESTINGA.

MMA lança programa para impulsionar renda de quem protege as florestas

Serão destinados mais de R$ 500 milhões

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente lança hoje (4) o programa Floresta +. De acordo com a pasta, a iniciativa vai destinar, num primeiro momento, R$ 500 milhões em ações de conservação e recuperação do meio ambiente na região amazônica. O ministério destaca que o Brasil possui o maior patrimônio de biodiversidade do mundo e tem potencial para se tornar um dos protagonistas mundiais de uma nova economia verde. Nesse sentido, o objetivo do Floresta + é trabalhar a regulamentação do mercado voluntário de serviços ambientais para que os projetos tenham segurança jurídica e garantia do seu pleno desenvolvimento. Além disso, o programa deve impulsionar a renda daqueles que exerçam atividades que proporcionem ganho ambiental relevante. 

Os projetos selecionados poderão receber verba para inciativas como construção de cercas, ações de vigilância, combate a incêndios, proteção do solo, monitoramento, pesquisas sobre biodiversidade, plantio de espécies nativas, atividades agroflorestais e atividade integrada lavoura-pecuária-floresta.

O MMA explica também que a iniciativa contará pela primeira vez com o setor privado para consolidar e aumentar a escala e capilaridade de uma economia baseada em serviços ambientais. Neste sentido, os próximos passos são criar uma classificação econômica (CNAE) específica de serviços ambientais. Além disso, o ministério fará o reconhecimento e fomento de boas práticas metodológicas de valoração e validação dos atributos, benefícios e cobenefícios e disponibilizará o Cadastro Nacional de Serviços Ambientais para o registro das áreas, atividades e projetos de serviços ambientais para auxiliar sua divulgação e promoção.

O Floresta + é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário que, de forma direta ou por meio de terceiros, executam as atividades de serviços ambientais em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à sua recuperação. Poderão ser reconhecidas e beneficiadas em todo território nacional diversas categorias fundiárias, sejam elas áreas privadas, de preservação permanente e de uso restrito, assentamentos, terras indígenas ou unidades de conservação, desde que tenham atividades de proteção e conservação de recursos naturais.

Segundo o ministério, a medida deve proporcionar uma série de benefícios para a sociedade. Dentre elas, o aumento da disponibilidade hídrica, a conservação do solo, polinização, a observação de fauna e a apreciação de paisagens naturais, a conservação da biodiversidade, a manutenção e aumento dos estoques de carbono, entre outros.

O programa vai começar por projetos na região amazônica. O ministério destaca que, embora seja uma das regiões mais ricas do país, a Amazônia tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Para o MMA, a falta de acesso às condições básicas de vida, como atendimento de saúde efetivo, água potável, tratamento de esgoto e energia elétrica, e a ausência de dinamismo econômico elevam o desmatamento e a prática de atividades ilegais na região. A expectativa é que as ações tragam resultados significativos para o desenvolvimento sustentável com foco na geração de emprego e renda.

* Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Edição: Narjara Carvalho

Entidades apoiam ministro e dizem que burocracia com bandeira ambiental devasta.

Setor produtivo apoia ações de Ricardo Salles por legislação para desenvolvimento sustentável

“No meio ambiente, a burocracia também devasta”. Com este argumento central, entidades de setores produtivos do campo, da indústria, do comércio, turismo e da construção civil, entre outras, condenaram a agenda burocrática que utiliza a bandeira ambiental como instrumento para o travamento ideológico e irrazoável de atividades econômicas cumpridoras das leis e essenciais ao desenvolvimento do País.

Por meio de nota, as entidades concluem que tal agenda afasta investimentos e subtrai empregos, gerando pobreza em vez de respeito ao meio ambiente. E reafirmam seu compromisso com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, condenando os infratores que, além de causarem prejuízos ambientais e à imagem do País, praticam concorrência desleal às empresas regulares e responsáveis.

“As ações do Ministério do Meio Ambiente, na defesa da legislação e dos interesses ambientais com sensibilidade ao desenvolvimento do País de forma sustentável e legítima, contam com o nosso total apoio”, conclui a nota publicada como anúncio nos meios de comunicação.

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A manifestação de apoio ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ocorre depois de entidades ligadas à proteção ambiental e em defesa da transparência repudiaram a fala do titular da pasta na reunião ministerial de 22 de abril, quando o ministro defendeu “passar a boiada”, alterando regras infralegais, enquanto a imprensa se concentra no noticiário sobre a pandemia de covid-19.

PRESERVE O MEIO AMBIENTE.

Não guarde esqueletos no armário…

AMAZÔNIA – A VERDADE NUA E CRUA!

O SISTEMA VAI EMBRUTECER

AS ONGs AMBIENTALISTAS TAMBÉM SÃO TERRORISTAS.

WWF e Marina Silva, alegremente homenageada…

contador free

nao basta

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