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:: ‘Mata Atlântica’

Programa prevê plantio de palmeira-juçara na Mata Atlântica

Objetivo é conservação ambiental e uma cadeia de produção sustentável

Publicado em 25/04/2021 – 13:51 Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil* – São Paulo

Comunidades tradicionais e agricultores familiares que cultivam palmeira-juçara podem se cadastrar em programa da Fundação Florestal que vai comprar 28 toneladas de sementes da espécie. A entidade visa ao repovoamento da palmeira em regiões de Mata Atlântica, além de oferecer alternativa de trabalho sustentável às comunidades. A palmeira-juçara, da qual é extraído o palmito tipo juçara, está ameaçada de extinção.

Planta nativa da Mata Atlântica brasileira, a palmeira-juçara faz parte da cadeia alimentar para diversas espécies da fauna silvestre. Aves como tucanos, jacutingas, jacus, sabiás e arapongas são os principais responsáveis pela dispersão das sementes, e mamíferos como cotias, antas, catetos e esquilos se beneficiam das suas sementes e frutos. Em decorrência de exploração descontrolada para a retirada do palmito, a palmeira tornou-se restrita a poucas Unidades de Conservação e áreas protegidas particulares.

O diretor-executivo da Fundação Florestal, Rodrigo Levkovicz, explicou que o papel da palmeira-juçara. “Na Mata Atlântica ela é responsável pela alimentação de 68 tipos de animais diferentes, e ela frutifica numa época em que a floresta é escassa, o que reforça a importância da palmeira. Ela foi muito explorada por palmiteiros, pessoas que, na verdade, não tinham outra opção de vida”.

Ele destacou que os palmiteiros, em geral, são pessoas que não tinham outra opção de trabalho e viam na floresta o sustento. “O paradigma que estamos querendo mudar é dar valor à palmeira em pé, tirar essas pessoas que hoje vivem numa situação muito degradante do corte ilegal do palmito e começar a incentivá-las a cultivarem a palmeira e fazerem ela ganhar valor em pé”, disse.

Além da questão ambiental, o Programa Juçara procura apoiar as comunidades tradicionais por meio do estímulo a uma produção que propicie uma existência digna e a preservação de seus modos de vida. O chamamento público vai ajudar a identificar fornecedores de sementes de palmeira-juçara dentre as mais de 30 comunidades localizadas no Vale do Ribeira, no estado de São Paulo, e no entorno da Serra do Mar.

A compra de sementes é uma parte do programa que foi idealizado para no mínimo 10 anos, com metas para cada ano. Depois da compra de sementes, a fundação pretende fazer o plantio, oferecer educação ambiental sobre o cultivo da palmeira-juçara, além de incentivar a autonomia das comunidades e pequenos agricultores para o desenvolvimento de uma cadeia de produção sustentável.

“Temos a confiança de que as palmeiras estarão plantadas, as pessoas vão poder cortar algumas palmeiras para fazer o palmito e vamos ter estabelecido um ciclo virtuoso e deixado uma cadeia sustentável, tirando essas pessoas – que são os palmiteiros – de condições degradantes para serem produtores do juçara e das suas milhões de capacidades, desde o suco, o pão, a cerveja e do próprio palmito. É um projeto bem abrangente”, disse Levkovicz.

Ele conta que essa é uma cadeia que não está formatada ainda, mas que as comunidades e pequenos agricultores que plantam a palmeira-juçara são conscientes quanto à preservação. “Tem aquelas pessoas e comunidades que botam no seu quintal para os animais e isso é muito bonito, visitamos várias comunidades e eles falam ‘mas não pode vender tudo, tem que deixar um cacho [de sementes] para a natureza’.”

Levkovicz acrescenta que o papel da fundação é dar um impulso econômico e ajudar a construir uma cadeia sustentável para que todo mundo saia ganhando.“Temos muita certeza de que, dando incentivo adequado, essas pessoas vão ser nossas aliadas na conservação da biodiversidade”, finalizou.

Palmeira Juçara. – Fundação Florestal/Governo de SP

Tradição

O agricultor familiar Vandir Rodrigues da Silva, que completou 70 anos no último domingo (18) e vive em uma comunidade tradicional no sul do estado de São Paulo, planta a palmeira-juçara na sua propriedade, entre outros alimentos. Nascido e criado no Quilombo de Ivaporunduva, no município de Eldorado, ele mora com a companheira e com um de seus filhos. Desde criança, com o pai, trabalha na agricultura e, hoje, fala com orgulho de sua produção.

Ele conta que planta de tudo um pouco: arroz, feijão, milho, mandioca, palmito pupunha, mas o forte mesmo é a banana. Antes da pandemia, as atividades de turismo também ajudavam a complementar a renda, mas agora, sem receber visitantes por causa da pandemia, é a produção de banana que tem sido a principal fonte de recursos. Ainda assim, como as vendas também andam meio paradas, o jeito é apostar nos alimentos que produz em sua propriedade.

Apesar de cultivar, a família de Vandir não faz o manejo da palmeira e não tem interesse no corte para extração de palmito. Mesmo assim, eles sabem que, para retirar uma quantidade de palmeiras, precisa deixar outras: “se fosse para cortar, cada 50 matrizes, cortava 20, deixava 30, isso serve para fazer o manejo de corte, mas a gente não tem interesse em fazer corte no palmito nosso aqui, não”, diz Vandir.

“Aqui a gente já vem aprendendo com os mais velhos desde criança. Os nossos mais velhos não tinham nada de legislação, não existia nada de lei, mas eles já sabiam que, pra usar as coisas da natureza, a gente tem que usar um pouco e deixar um pouco. Isso já vem desde a criação dos mais novos. Nossos mais velhos não sabiam nada, nem ler nem escrever, não tinha escola aqui, mas eles já sabiam como é que fazia com a natureza: ói, se tira um, deixa dois, porque esses dois podem produzir depois. Assim é no palmito, assim é no fazer a roça”, contou Vandir sobre o aprendizado das plantações. Ele acrescentou que as leis vieram depois e ajudaram nessa conservação ambiental.

O produtor conta que, nos anos de 1970 e 1980, houve uma grande invasão de corte de palmito em todo o Vale do Ribeira. Com isso, a palmeira, antes abundante, foi se extinguindo. Foi aí que surgiu a ideia de plantar a palmeira-juçara em sua propriedade. Com o edital da Fundação Florestal, eles esperam poder vender as sementes, mantendo o plano da família de não cortar a palmeira para extração do palmito.

“Aqui a gente planta a palmeira-juçara mais é pra recuperar, porque ela entrou em [risco de] extinção e até hoje não conseguiu sair porque tem muito pouco. Então a gente tem uma área aqui só com palmito que é pra gente ter uma amostra porque no mato mesmo já não está tendo mais, só tem mais nas áreas das casas. Aqui, a gente recuperou aqui uma área de uns 30 hectares só de palmito”, contou Vandir.

O agricultor ainda não tem a papelada pronta, necessária para participar do edital, mas conta com o auxílio de uma associação local para conseguir regularizar sua situação. O edital fica aberto até as 16h do dia 28 de abril. Podem se cadastrar associações, cooperativas de pequenos agricultores e pessoas físicas com origem em grupos de agricultores familiares assentados, quilombolas e demais comunidades tradicionais. O valor a ser pago pela Fundação Florestal aos produtores selecionados equivale a R$ 7,52 por quilo.

Assista na TV Brasil:

*Com Thiago Padovan e Vanessa Casalino, da TV Brasil

Edição: Aline Leal

Mais de 25 mil espécies da flora só existem no Brasil, mostra estudo

Dados são de pesquisa coordenada pelo Jardim Botânico do Rio

Publicado em 23/02/2021 – 05:40 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Recuperação mata atlântica/ fauna/ flora

Mais de 25 mil espécies de plantas, algas e fungos nativos do Brasil são endêmicas, ou seja, só existem naturalmente no país. Isso representa 55% do total das espécies nativas brasileiras, que chegam a 46,9 mil. Os dados são do estudo Flora do Brasil 2020, coordenado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

De acordo com a pesquisa, a Mata Atlântica é o bioma onde existem mais espécies (17.150 ou 36,5% da flora brasileira), seguida pela Amazônia (13.056 ou 27,8% das espécies) e o Cerrado (12.829 ou 27,3%). Com menos biodiversidade, aparecem a Caatinga, com 4.963 espécies (10%), o Pampa, com 2.817 (6%) e o Pantanal, com 1.682 (3,6%).

Entre as espécies, 32.696 são angiospermas (plantas vasculares que têm frutos, como as palmeiras), 23 são gimnospermans (plantas vasculares que não têm frutos, como os pinheiros), 1.584 são briófitas (ou seja, musgos), 1.380 são samambaias, 6.320 são fungos e 4.972 são algas.

Além das 46,9 mil espécies nativas, ainda foram identificadas 680 espécies exóticas que foram naturalizadas (ou seja, que hoje se espalham naturalmente pelo país) e 2.336 plantas exóticas que são cultivadas.

O estudo é resultado de um compromisso do país com a Estratégia Global para a Preservação de Plantas (GSPC), da Organização das Nações Unidas (ONU), e foi produzido com a ajuda de quase mil cientistas de 25 países. Além da lista com as espécies, o estudo traz a descrição delas, sinônimos, sua condição de endemismo, os biomas, tipos de vegetação e estados onde podem ser encontradas.

Os dados são abertos ao público e estão disponíveis na internet. Segundo a coordenadora do estudo, Rafaela Campostrini Forzza, a plataforma é uma fonte de informação não apenas para botânicos, como também pode auxiliar no planejamento governamental e em estudos de impacto ambiental.

“Uma das coisas que os tomadores de decisão perguntam é: quantas espécies existem no meu estado? Ou quantas espécies tem no bioma? Para você fazer um plano de conservação para o bioma, é importante saber quantas espécies existem, quantas só ocorrem ali. Essas áreas são prioritárias para se criar unidades de conservação?”, pergunta Rafaela.

Segundo a pesquisadora, nos últimos cinco anos, foi descrita uma média de uma espécie por dia no Brasil. Isso mostra que ainda há muitas espécies para serem descobertas ou descritas no país.

Edição: Graça Adjuto

PATATI PATATÁ, FALOU MUITO E NÃO DISSE NADA. ===>>> 24/03/2012

O blog Esperança Conduru, escreveu que o Governo da Alemanha mandou dindin para uma ONG brasileira mas não disse o nome.

Isso me lembra da história de um Banco Alemão que mandou também dindin para uma ONG, e o diretor construiu uma torre para observação de pássaros, ou seja nada de conservação para o Conduru ou coisa que seja.

Clique aqui. Nesses filmes ambientalistas vai ser difícil encontrar alguém para fazer papel de bandido, só tem artista.

Torre para observação de pássaros – Google

SUCESSO NO MUTIRÃO DO PLANTIO NO LOTEAMENTO JARDIM ATLANTICO!

É com muita satisfação que vimos comunicar que o plantio de mudas realizado no sábado (dia 07/04) foi um sucesso.

Contamos com a presença de moradores e voluntários, uniformizados com a blusa do movimento “Área Verde Sim”

Foram plantadas madeiras de Lei, nativas da Mata Atlântica como: Pau Brasil, Jacarandá, Ipê, Jatobá e outras.

Contamos com o apoio dos atletas que estavam realizando um torneio de futevôlei e contamos também com a presença da TV Santa Cruz, que fez a cobertura do evento e constatou que a praça, além de ser uma Área Verde do Loteamento, também constatou ser um espaço recreativo para a prática de esporte, não sendo cabida a construção do novo fórum naquele local.

Flagrantes do mutirão.

 

 

UFSB – DESMATAMENTO DENTRO DA CEPLAC

Mata Atlântica, terreno nobre, tipo CEPEC

AS VÁRIAS FACES DE UMA MESMA MOEDA.

 O Ministério Público do Meio Ambiente, as ONGs ambientalistas, os próprios Ambientalistas, a Sociedade dita Organizada, as autoridades ditas competentes para o assunto, só se preocupam com o Litoral Norte de Ilhéus. 

O Litoral Sul, vira uma terra de ninguém!

NOTÍCIAS DE POLICIA

CIPPA/Porto Seguro impende implantação de loteamento clandestino em Ilhéus

CIPPA/Porto Seguro impende implantação de loteamento clandestino em Ilhéus

CIPPA/PORTO SEGURO IMPENDE IMPLANTAÇÃO DE LOTEAMENTO CLANDESTINO EM ILHÉUS

Uma ligação anônima recebida pelo 2º Pelotão da CIPPA/Porto Seguro, na última segunda-feira, 24, desencadeou a operação, que culminou na apreensão de duas pás escavadeiras, uma caçamba, além da condução para a 7ª Coorpin/Ilhéus do responsável pelo maquinário.

O crime ambiental ocorria nas proximidades do Km 10 da Rodovia Ilhéus-Olivença, próximo ao Clube Baneb. As máquinas realizavam o aterro de uma área brejosa de restinga, que abriga nascentes e um curso d’água. Para tanto, utilizavam minério (terra) de um morro próximo, cometendo outro crime.

A atividade não possuía licença ambiental e tinha como finalidade a implantação de um loteamento. A guarnição da CIPPA procedeu com o embargo das operações, sendo o maquinário apreendido, ficando sob a responsabilidade dos infrator, para posteriores providências.

O Ten PM Fábio Nilo, Comandante do 2º Pelotão CIPPA/Ilhéus informou que “as áreas brejosas são definidas como área de preservação permanente (APP) conforme o Art. 3ª, XVI da Lei 12.651/2012 (Código Florestal) e sua supressão ou destruição é proibida”.

O Comandante da Polícia Militar Ambiental Major PM Ronivaldo Pontes, destacou “que foram afetadas duas APPs uma encosta e uma área brejosa. Além do Código Florestal e da Lei de Crimes Ambientais, também a Lei nº 11.528/2006 (Lei da Mata Atlântica) foi ferida, uma vez que a restinga possui proteção especial”. O Comandante ainda enfatizou que atividades lesivas ao meio ambiente e principalmente as não licenciadas serão fortemente autuadas pela CIPPA, “Ilhéus é uma terra linda, a CIPPA não permitirá a sua degradação das suas belas paisagens”.

CIPPA/Porto Seguro impende implantação de loteamento clandestino em Ilhéus

CIPPA/PORTO SEGURO IMPENDE IMPLANTAÇÃO DE LOTEAMENTO CLANDESTINO EM ILHÉUS

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Ed.:Messias Filho

Messias Filho ·

Faculdade Padre Anchieta de Jundiaí

O crime ambiental ocorria nas proximidades do Km 10 da Rodovia Ilhéus-Olivença, próximo ao Clube Baneb. As máquinas realizavam o aterro de uma área brejosa de restinga, que abriga nascentes e um curso d’água.

Curtir · Responder · 25 de agosto de 2015 21:09

AUDIÊNCIA PÚBLICA PORTO SUL EM URUÇUCA E ITACARÉ – ÓTIMO PARA RESOLVER ESTA TRAQUINAGEM. (O MPF abandonou esta denúncia?_

PORTO SUL: TRF DETERMINA AUDIÊNCIAS PÚBLICAS EM ITACARÉ E URUÇUCA

MPF COBRA DO INCRA EXPLICAÇÕES SOBRE IRREGULARIDADES EM ITACARÉ

29/jul/2011 . 18:37 | Autor: Seu Pimenta

Sublotes de terras reservados para a reforma agrária mas situados em áreas valorizadas estão sendo explorados irregularmente nos municípios sulbaianos de Itacaré e Uruçuca, segundo constatação feita pelo Ministério Público Federal em Ilhéus (MPF). Os sublotes em sua maioria à beira-mar, na Costa do Cacau, e estariam servindo à especulação imobiliária. A MPF cobrou solução por parte do Incra, que nada sinaliza dois anos depois.

Dois inquéritos civis públicos foram abertos para investigar as irregularidades e a procuradora-geral da República, Flávia Arruti, afirma ter cobrado do Incra informações precisas sobre quem ocupa os 600 sublotes de terras na região de Jeribucaçu (Itacaré) e Tijuípe (Uruçuca).

O caso deverá ser levado à Polícia Federal, onde será aberto inquérito policial. O assentamento Tijuípe, em Uruçuca, deveria ter 40 famílias, mas apenas duas exploram as terras, gerando indícios de comercialização irregular de terra. A área tem 1.189 hectares à beira-mar. Onde deveria haver produção agrícola, existem casas de alto padrão.

Desde o início da semana, o Incra está sob fogo intenso devido às denúncias de venda irregulares de terra em regiões do Brasil. São grandes os indícios de comercialização irregular também na Costa do Cacau.

UM POUCO MAIS DA APA DA LAGOA ENCANTADA – QUE VAI SER UMA APA RESTRITA, SEGUNDO CONDICIONANTES IMPOSTAS A FIOL..

Trecho da Lagoa Encantada. Foto Pimenta na Muqueca.

A VERDADEIRA APA DA LAGOA ENCANTADA II

Com base nos estudos e teses da Ceplac e técnicos da Uesc, aos poucos vamos conhecendo a realidade da Lagoa do Itaipe , hoje conhecida como APA da Lagoa Encantada. Nos estudos de Walmir do Carmo, presidente do GRAMA-Grupo de Resistência as agressões ambientais, Caracterização Ambiental da Bacia do Rio Almada-Aspectos Sócio-Abientais (1995), passamos  a conhecer detalhes que sempre foram relatados mais que nunca foram acatados pelos poderes públicos.

Vegetação

Como em grande parte da APA da Lagoa e Almada, as áreas que circundam a área da Lagoa Encantada, a vegetação se encontra bastante alterada. Basta observar no mapa ou em sobrevôo, conforme foto, onde percebemos que o cacau e as pastagens , substituíram as áreas Inicialmente cobertas por floresta perenifólia higrófila e ribeirinha.Também  formações secundárias de capoeira substituem a vegetação original.

A capoeira encontra-se em estágios de desenvolvimento, de acordo cem o uso antrópico e a época em que foram abandonadas. De acordo com SANTANA (1986), a capoeira é formada por arvores de pequeno diâmetro, variando da forma arbórea à arbustiva, destacando-se a embaúba, a coarana e a corindiba.

A vegetação ao redor da Lagoa Encantada também já se encontra muito alterada. Algumas fazendas substituíram totalmente a vegetação original, até o espelho d’água, por gramíneas ou cultivo do cacau.

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O QUE É ISTO DENTRO DA MATA DA ESPERANÇA?

OPERAÇÃO FLORESTA VIVA

Após a apreensão de três caminhões que estavam transportando madeira nativa da Mata Atlântica nos últimos dois meses, a Drª Márcia Cristina Rezende, Delegacia de Proteção Ambiental – DPA, com o apoio da 7ª Coordenadoria de Polícia Civil – Ilhéus, determinou que seus Investigadores localizassem o local e as pessoas envolvidas. No dia 26/07/2012, foi encontrado um desmatamento, que segundo estimativas, podem ultrapassar 150 hectares de mata nativa, na região do Sarampo, no Município de Canavieiras – Bahia. No momento foram detidas seis pessoas em flagrante delito, com eles estavam: dois motosserras, uma espingarda artesanal, duas motos, facões e outros instrumentos utilizados para o desmatamento. Entre os detidos, dois já tem passagem pela polícia e um é foragido da justiça. Segundo informações obtidas no local, as madeiras eram transportadas em caminhões pequenos e logo em seguida, colocadas em caminhões grandes e transportadas para os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Agora, as investigações seguem para descobrir que eram os mandantes, proprietários das fazendas, depósitos, veículos utilizados e os compradores, como também, se existem outras localidades na região. Qualquer denúncia sobre crimes ambientais podem ser feitas pelo telefone (73) 3234-8147, por email para dpailheus@hotmail.com ou na Delegacia de Proteção Ambiental – DPA, localizada na Rua Rotary, 261, Cidade Nova, Ilhéus – Bahia.

 ASCOM – DPA

ILHÉUS – BAHIA

PERGUNTAR NÃO OFENDE.

Este blog foi informado que está existindo uma grande negociação com um areal na zona norte de Ilhéus, negócio de milhões de reais.

Pergunto:

O IBAMA sabe disto?

A Secretaria de Meio Ambiente sabe disto?

Também, o CONDEMA e a Delegacia de Proteção Ambiental, sabem disto?

É bom ficar de olho e investigar.

COMUNICADO SOBRE A MATA ATLÂNTICA.

Bom Dia ! Amigos .

Conforme  prometido, abaixo relação de Organizações as quais visitei durante o diagnóstico do PLANO
da MATA ATLÃNTICA DE ILHÉUS.Reforço que todas estão ativas e desenvolvem ações  relacionadas  ao
Meio Ambiente . Caso observem  alguma informação incorreta,solicito que retornem para que possamos atualizá-la.
          RELAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES DO MUNICÍPIO DE ILHÉUS .

                                         Novembro de 2011

1) AMPARO  MELHOR .                                        (Educação Ambiental  Limpeza de praias )

Rua: Alto do Amparo, 80 F.3231 5030      www.amparomelhor.org.br

Sérgio  – 9925-1940    sergio- servo@hotmail.com      – Cecília Daiane –    9956-3573

2 ) ASSOCIAÇÃO   AÇÃO   ILHÉUS

Praça:  Coronel  Pessoa, 82 sl 303      F.3231 6363

Presidente:  Maria de Lourdes Nora     contato@acaoilheus.org

 3 ) AAAI  –  Associação dos  Apicultores   Ambientalistas   de   Ilhéus.

Rua : Eustáquio  Bastos , 196  –   Centro –    Sede Sindicato Rural.

Selma Dantas da Silva Alencar              aamilheus@hotmail.com

4 ) AÇÃO TUPINAMBÁ   –   Associação  Cultural e Ambiental  Índios Tupinambá.

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