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:: ‘Marinha do Brasil’

Ciclone extratropical intenso deixa mar agitado nesta semana

Ciclone extratropical intenso deixa mar agitado nesta semana

1 min de leitura

A atuação de um ciclone extratropical vai deixar o mar agitado em grande parte do litoral do Brasil ao longo dos próximos dias. Do Sul ao Nordeste há expectativa de agitação marítima nesta semana.

Ciclone extratropical intenso deixa mar agitado

No Rio Grande do Sul o mar começa a subir na segunda-feira(20). A partir de terça, 21 de setembro, o mar sobe em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

 

mar-agitado

 

Até quinta-feira, pelo menos, o mar vai ficar agitado entre a costa do Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. As ondas podem ficar entre 2,5 e 3 metros, principalmente entre o litoral do Rio Grande do Sul e o Rio De Janeiro. Fique atento aos avisos da Marinha do Brasil!

 

 

Marinha divulga imagens inéditas da apreensão de barco com cocaína

Policiais do DEA americano, Maoc-N portugês e NCA do Reino Unido participaram da ação da Marinha e da PF

A Marinha do Brasil e a Polícia Federal divulgou imagens inéditas que kostram detalhes da operação internacional que interceptou e apreendeu uma embarcação carregada com cocaína em águas jurisdicionais brasileiras.

A interceptação foi realizada pelo navio-patrulha Oceânico Araguari, a cerca de 270 quilômetros da costa de Recife.

A inédita operação foi realizada em cooperação internacional, envolvendo o Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcótico (Maoc-N), sediado em Lisboa/Portugal, a Drug Enforcement Administration (DEA), dos Estados Unidos, e a National Crime Agency (NCA), do Reino Unido, permitindo a identificação de grande quantidade de entorpecente em um veleiro catamarã que teria partido do Brasil com destino a Europa.

No interior da embarcação foram presos cinco tripulantes brasileiros, que foram conduzidos para a Superintendência da Polícia Federal de Pernambuco. A embarcação está sendo escoltada pelo navio-patrulha da Marinha do Brasil para Recife, com apoio de Policiais Federais do Grupo de Pronta Intervenção (GPI), que participaram das ações.

Trata-se de operação de cooperação internacional, inédita na história do Brasil, com a utilização pela Marinha do Brasil de um Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) para ação conjunta com a Polícia Federal na interceptação de embarcações utilizadas para o narcotráfico.

A ação reforça a cooperação e troca de informações com as instituições internacionais, visando a identificação de grandes organizações criminosas, assim como a importância do permanente monitoramento e controle dos 5,7 milhões de quilômetros quadrados de águas jurisdicionais brasileiras, por meio do aprimoramento do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul.

Forças Armadas apreendem balsas com toras de madeira no Pará

Comboio violou regras de segurança do tráfego aquaviário

Publicado em 29/12/2020 – 09:11 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Militares da Capitania Fluvial de Santarém apreenderam ontem (28) duas balsas com toras de madeira que estavam paradas na comunidade de São José, no Rio Arapiuns, em Santarém, no Pará. O comboio violou regras que tratam sobre a segurança do tráfego aquaviário, entre elas, excesso de carga e falta de tripulantes.

De acordo com nota do Ministério da Defesa, o caso foi informado aos órgãos ambientais e à Polícia Federal que devem verificar a regularidade da carga de madeira das embarcações e do seu transporte. A ação foi coordenada pelo Comando Conjunto Norte, dentro da Operação Verde Brasil 2, que visa prevenir e combater crimes ambientais na Amazônia Legal.

Na última sexta-feira (25), as Forças Armadas já haviam realizado apreensões de embarcações transportando madeiras e ocuparam uma madeireira, respectivamente, em Santarém e Itaituba.

Edição: Valéria Aguiar

Marinha vai levar 16 mil cestas básicas para a Ilha de Marajó

Marinha vai levar 16 mil cestas básicas para a Ilha de Marajó

Algumas cidades estão entre aquelas com os piores IDHs do país

Foto: Marcelo Camargo/Agencia Brasil

Banhado pelo Oceano Atlântico e pelos rios Amazonas e Tocantins, o arquipélago de Marajó (PA) tem quase 50 mil quilômetros quadrados, uma extensão territorial maior que a Bélgica, por exemplo. São 16 municípios e problemas imensos, como a pobreza, a falta de emprego e renda, gravidez precoce de adolescentes e a exploração sexual infantil.

“É uma localidade onde há carência de tudo. Os moradores vivem sem cidadania. E, por isso, delitos contra a infância e a juventude são comuns. Não há justiça”, diz a paraense Marisa Romão, assessora da Secretaria de Igualdade Racial, com a propriedade de quem conhece bem a região. 

Foi pensando em olhar com mais atenção para a população isolada do arquipélago que o programa Abrace o Marajó foi criado e incorporado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Nesta sexta-feira (12), o Navio Auxiliar Pará, da Marinha Brasileira, partiu da Base Naval de Val de Cães, em Belém, levando mais de 15 mil cestas básicas para serem distribuídas para famílias que estão cadastradas nos programas sociais do governo (CadÚnico) nas cidadezinhas de Afuá (38 mil habitantes) e Chaves.

As cestas foram montadas em São Paulo, numa parceria do ministério com a rede Carrefour e a Associação Paulista de Atacadistas e Supermercadistas (Apas).

“Marajó não será só uma ilha cercada de água por todos os lados, quando o navio auxiliar chegar até lá, ela será uma ilha cercada de solidariedade por todos os lados”, disse o comandante Robledo de Lemos Costa e Sá, do Grupamento de Patrulha Naval do Norte.

Navio da Esperança

Domingo, quando o velho catamarã – construído em 1982 – chegar até as cidadezinhas, ele será visto como o “Navio da Esperança” para milhares de famílias.

“São pessoas humildes, mas muito amigas. Elas aguardam a chegada do navio, até porque se nessa missão estamos levando cestas básicas, em outras, houve atendimento médico e odontológico dentro do navio. Aqui se faz mamografia, exames e há até farmácia para retirada dos medicamentos prescritos”, disse o comandante do Navio Auxiliar Pará, Ribeiro Costa, que já foi quatro vezes à cidade de Afuá.

Cestas básicas que serão entregues a comunidades do arquipélago de Marajó
Cestas básicas que serão entregues a comunidades do arquipélago de Marajó – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Municípios esquecidos

Para quem mora nos municípios da parte oriental da Ilha de Marajó, mais próxima de Belém, a viagem é, relativamente rápida. Há duas empresas que fazem a operação do terminal hidroviário da capital paraense até a Ilha de Marajó via balsas, em três horas e meia. Para quem tem mais condições, é possível embarcar num catamarã expresso, que faz a mesma viagem em duas horas.
 
Porém, há vários municípios ribeirinhos, mais distantes de Belém, que acabam ficando  mais esquecidos. Estão longe do movimento de turistas e longe dos recursos que essa atividade econômica propicia.

É o caso de Melgaço, cidade de 26 mil habitantes às margens do Rio Tajapuru, que tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre os mais de 5,6 mil municípios do país. “São oito cidades da Ilha de Marajó que estão entre os 50 piores IDHs do Brasil”, disse Marisa Romão. 

Em outros municípios, como Chaves, de 23 mil habitantes – um vilarejo cercado por uma praia de areia amarela e água doce -, sequer há uma agência lotérica para os moradores sacarem o dinheiro do Bolsa Família ou do auxílio emergencial do governo. 

Visita da primeira-dama

Na segunda-feira (15), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a primeira-dama Michelle Bolsonaro chegarão a Marajó, onde participarão da entrega das cestas básicas em Afuá e na zona rural do Rio São Cosmo. 

Depois, a ministra e a primeira-dama irão até o município de Muaná (40 mil habitantes), onde dois navios – um do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outro da Caixa Econômica Federal – estarão atracados, participando de ações de pagamento de benefícios sociais à população insular.

 *O repórter viajou a convite do Ministério da Defesa 

Edição: Fábio Massalli

ILHÉUS, PERIGOS, PRAIAS, BAÍAS E BACIAS! ===>>> 26/12/2017

Como se não bastassem os descasos com os salva-vidas, coitados.

Ainda temos a irresponsabilidade criminosa da descida ao mar, feita no Satélite Esporte Clube, na Ponta de Eustáquio, de jet-sky sem a devida documentação das embarcações, e nem a habilitação dos pilotos.

A Marinha do Brasil, através da Delegacia da Capitania dos Portos em Ilhéus, devia fazer uma averiguação dura no local.

Imagens ilustrativas do perigo.

ALERTA DA MARINHA DO BRASIL PARA ILHÉUS

O Delegado em Ilhéus participa a todos que, de acordo com o disposto na Lei 9.537 de 11 de dezembro de 1997 – Lei de Segurança do Tráfego aquaviário em Águas Jurisdicionais Brasileiros (LESTA) e o Decreto nº 2.596, de 18 de maio de 1998 – Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas Jurisdicionais Brasileiras (RLESTA), que regulamenta a (LESTA), e, especificamente, o disposto no item 0113 das Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e
Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas – NORMAM-03/DPC, foi autorizado no dia 02 de fevereiro próximo, sábado, a realização dos seguintes eventos:
lançamento de presentes em homenagem a Yemanjá na baía do Pontal; praia do Malhado e em Itacaré e chegada dos participantes do evento denominado de Rally dos Mares, vindo de Salvador, a partir de 14h00, com cerca de 100 participantes conduzindo motos aquáticas (jets) mas sem nenhuma atividade competitiva, na baía do Pontal.

Assim, em face ao acima exposto, e, considerando, ainda, que há possibilidade de que os eventos citados ocorram simultaneamente gerando interferências mútuas, e, além do mais, estão previstas movimentações de navios, transatlânticos e de carga, no porto de Ilhéus; solicita-se a todos a mais ampla divulgação no âmbito de suas entidade e ao público em geral, que alertem os banhistas, especialmente aqueles que irão para a praia do Cristo e para as praias da Avenida Soares Lopes e do Malhado, que tenham o máximo de atenção ao entrar na água ou que pretendam navegar nos trechos citados, que evitem aproximar-se das áreas onde ocorrerão os eventos e que redobrem a atenção quando navegando nas proximidades.

Atenciosamente,

MANOEL ARGOLO DA CRUZ
Capitão de Fragata (RM1-T)
Encarregado da Divisão de Segurança do Tráfego Aquaviário
Tel. (73) 3222-5110 / 5109. Cel. (73)
99983-8491. Fax (73) 3222-5120
End. Elet. argolo@marinha.mil.br
“Marinha do Brasil, protegendo nossas riquezas, cuidando da nossa gente”.

TANTO NA TERRA QUANTO NO MAR. (publicado originalmente no dia 10/01/2012)

Foto do Google.

A atenção dispensada aos motoristas alcoolizados, deve ser dispensada com maior rigor aos pilotos de jet sky.

Tem gente pilotando esses equipamentos, completamente ‘mamado’.

A MARINHA DEVE FICAR ATENTA!

A Delegacia da Capitania dos Portos em Ilhéus, deve lançar um olhar mais atento sobre as artimanhas das licitações na Prefeitura de Ilhéus.

Estão tentando alinhar cabotagem com transporte de passageiros.

Não é o que reza a NORMAM-3.

 

Marinha do Brasil

A DELEGACIA DA CAPITANIA DOS PORTOS EM ILHÉUS, PRECISA AUMENTAR A FISCALIZAÇÃO NO MAR.

Já estamos sabendo, que em vários pontos do nosso vasto litoral, estão colocando no mar embarcações sem o devido registro e equipamentos de salvatagem,  e conduzidas por navegadores sem habilitação.

Talvez, não tenho certeza, tenha sido o caso reportado  pelo blog PIMENTA, (clique aqui). 

Picape-atolada-na-Praia-do-Cristo-www.pimenta.blog_.br_

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Fiscalização necessária.

Fiscalização necessária.

Após 70 anos, Senado muda lei sobre terrenos de marinha

Foto: Divulgação
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Por unanimidade, o Senado aprovou, na tarde desta quinta-feira (28), o projeto que regulariza os terrenos de marinha.

Era uma legislação de mais de 70 anos que regulamentava de forma autoritária a ocupação de áreas tidas como de Marinha, portanto da União.

O projeto foi relatado pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB) e garante diversos benefícios as mais de 500 mil famílias que vivem nestas áreas no país, sendo 90 mil só no Espírito Santo.

Só na capital do Espírito Santo, Vitória, 30% de toda área é tida como de Marinha. Por ocupá-la, pessoas e entidades pagam taxas ao governo federal e não tem nenhum beneficio de retorno.

Relator do projeto no Senado e autor do pedido de urgência, Ferraço destaca como mais importante, entre os benefícios garantidos pela nova lei, a exclusão das benfeitorias da base de cálculo do laudêmio e multas.

“O governo cobra sobre o terreno e sobre as edificações, sendo que ele é dono somente do terreno. Isso caracteriza uma apropriação indébita. E o valor da casa ou prédio geralmente é maior do que do terreno.

As áreas foram definidas como de marinha pela preamar de 1831. Lei de 1942 estabeleceu 33 metros como linha da preamar”, explica o senador.

Tiro de canhão

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A MARINHA DO BRASIL E A OPERAÇÃO LEGAL NO MAR.

Continua bastante exitosa a operação Legal no Mar em Ilhéus.

As equipes da Marinha, estão atentas e operantes para que nada aconteça nas nossas águas, tanto preventivamente, quanto fiscalizando pescadores amadores não habilitados, usando embarcação fora de padrão, fazendo o chamado ‘boca de noite’.

Esse blogueiro, no lançamento do Legal no Mar, junto com o Delegado da Capitania dos Portos em Ilhéus, Capitão de Corveta Claudio Sanches.

Esse blogueiro, no lançamento do Legal no Mar, junto com o Delegado da Capitania dos Portos em Ilhéus, Capitão de Corveta Claudio Sanches.

 

 

 

LANÇADA A 19ª CAMPANHA LEGAL NO MAR, NAVEGUE COM SEGURANÇA, PELA MARINHA DO BRASIL.

O lançamento foi no Ilhéus Iate Clube, onde compareceram autoridades, empresas  parceiras e colaboradoras da Marinha e convidados, que foram recepcionados pela equipe da Delegacia da Capitania dos Portos em Ilhéus, cujos Delegado Capitão de Corveta Claudio Sanches, e o Capitão dos Portos da Bahia, Capitão de Fragata Edson Cordeiro, foram os anfitriões.

Legal no Mar, navegue com segurança.

Legal no Mar, navegue com segurança.

Imagens do evento.

Imagens do evento.

Guy Valério, que teve a honra de representar as empresas CLC - Consultoria e Serviços Marítimos, e a LUMAR - Agencia Marítima, e o Delegado  da Capitania dos Portos em Ilhéus, Capitão de Corveta Claudio Sanches..

Guy Valério, que teve a honra de representar as empresas CLC – Consultoria e Serviços Marítimos, e a LUMAR – Agencia Marítima, junto com o Delegado da Capitania dos Portos em Ilhéus, Capitão de Corveta Claudio Sanches..

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