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:: ‘Manifestação’

FOGUETINHO RETOU!

 

Fracasso das manifestações contra Bolsonaro vira motivo de chacota no País

RUAS VAZIAS

Foram inevitáveis memes e comparações com as multidões dos atos de 7 de Setembro pró-Bolsonaro

:
Em Brasília o bloqueio para o acesso de veículos na Esplanada era desnecessário: poucas pessoas apareceram.

O mesmo quadro pôde ser constatado em todas as cidades – quinze capitais, segundo os organizadores – onde o ato foi realizado.

O fracasso das manifestações fez proliferar nas redes sociais memes ironizando a ausência de pessoas nas ruas, estabelecendo comparações com os atos de Sete de Setembro. Um deles recomedava que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mendetta poderia aparecer na Avenida Paulista, onde a manfestação respeitava o isolado.

Em outro meme muito reproduzido um homem registrava que na manifestação em São Paulo não se viam negros “e nem brancos, amarelos, não se via ninguém”.

Números do fracasso

Em São Paulo, a Polícia Militar foi até gentil com or organizadores, estimando em 6 mil o total de pessoas que apareceram na Avenida Paulista neste domingo, mas as imagens do local não sugerem tanta gente, muito pelo contrário.

Viralizaram vídeos de gozação. No Rio De Janeiro, por exemplo, um homem aparece em videoself correndo na Avenida Atlântica, em Copacabana, espaço tradicional dos protestos, e avisa que “tentaria passar” no meio do protesto, mas era gozação: as imagens mostravam algumas poucas dezenas  de pessoas em torno de um carro-de-som.

Na Paraíba não foi diferente. Em um vídeo gravado em João Pessoa, a capital do Estado, uma voz de mulher narra a imagem de meia dúzia de manifestantes segurando uma faixa que pedia o impeachment do presidente. Ao lado, assegurando o ato, há uma fila indiana de policiais que ao menos ajuda a aumentar o número de pessoas presentes.

Fotos aéreas da Polícia Militar do Rio de Janeiro mostraram o tamanho do protesto na praia de Copacabana.

Esplanada dos Ministérios estavam às moscas no início da tarde de protestos contra Bolsonaro.

Em João Pessoa, os policiais enfileirados ajudaram a aumentar o número de presentes na Avenida Epitácio Pessoa.

Os memes se multiplicaram nas redes sociais ironizando a relevância dos protestos deste domingo.

Presidente discursa em manifestação de apoiadores em SP

Em ato na Avenida Paulista, presidente criticou ministros do STF

Publicado em 07/09/2021 – 18:55 Por Agência Brasil – São Paulo

REUTERS/Amanda Perobelli

Um ato na Avenida Paulista reuniu na tarde de hoje (7) apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. A concentração começou por volta das 11h entre a Praça do Ciclista e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Grande parte dos manifestantes usava peças verde-amarelas, além de carregar faixas e bandeiras do Brasil. Havia também carros de som em trecho da avenida com maior concentração de pessoas.

Os participantes se posicionaram contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Alguns portavam faixas defendendo o impeachment dos ministros da Corte e outros chegaram a pedir a intervenção militar no país.

Após participar do ato em Brasília, Bolsonaro embarcou para São Paulo, aonde chegou às 15h30. Do alto de um carro de som, o presidente discursou: “Não vamos mais admitir [que] pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar a nossa democracia e desrespeitar a nossa Constituição. Ele teve todas as oportunidades para agir com respeito a todos nós, mas não agiu dessa maneira como continua a não agir”, disse.

Sobre o modelo das eleições no país, ele se dirigiu a Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. “Nós queremos eleições limpas, auditáveis e com contagem pública. Não posso participar de uma farsa como essa patrocinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral”, disse. “A alma da democracia é o voto. Não podemos admitir um sistema eleitoral que não oferece qualquer segurança por ocasião das eleições. Não é uma pessoa do TSE que vai nos dizer que esse processo é seguro e confiável”, disse Bolsonaro.

Ele voltou a responsabilizar governadores e prefeitos. “Vocês passaram momentos difíceis com a pandemia [de covid-19], mas pior que o vírus foram as ações de alguns governadores e alguns prefeitos, que simplesmente ignoraram a nossa Constituição, em especial os incisos do Artigo 5º, onde tolheram a liberdade de expressão, tolheram o direito de ir e vir, proibiram vocês de trabalhar e frequentar templos e igrejas para sua oração.”

O presidente cumprimentou os manifestantes: “Neste momento, quero mais uma vez agradecer a todos vocês, agradecer a Deus pela minha vida e pela missão, e dizer àqueles que querem me tornar inelegível em Brasília: só Deus me tira de lá.”

Tanto o ministro Alexandre de Moraes quanto Luís Roberto Barroso se pronunciaram hoje nas redes sociais por ocasião do 7 de Setembro, antes do discurso do presidente Bolsonaro. Barroso pediu que sejam garantidas no país “eleições livres, limpas e seguras” e que não haja “volta ao passado”. Já Moraes defendeu “absoluto respeito à democracia”.

Balanço

Manifestantes contrários ao presidente também se reuniram em São Paulo nesta terça-feira, no  Vale do Anhangabaú. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, cerca de 140 mil pessoas participaram dos dois atos, sendo 125 mil pessoas na região da Paulista e 15 mil no Anhangabaú. Segundo o órgão, a estimativa do público foi feita a partir de imagens aéreas, análise de mapas e georreferenciamento.

Entre as ocorrências policiais, uma pessoa ficou ferida após a queda de um drone ilegal na Avenida Paulista, uma foi encaminhada ao Distrito Policial (DP) por porte de arma branca e outra por porte de sinalizadores e fogos de artifício. Dois criminosos que furtavam celulares foram presos na região da Paulista (dez aparelhos foram recuperados).

Além disso, uma pessoa flagrada com apetrechos para a confecção de coquetel molotov no Vale do Anhangabaú foi encaminhada ao 8º DP.

Multa

O Governo de São Paulo aplicou multa ao presidente Jair Bolsonaro por não utilizar máscara durante a manifestação na Avenida Paulista. Os agentes da Vigilância Sanitária Estadual também autuaram outras 13 autoridades e personalidades, entre deputados, secretários, lideranças religiosas, artistas e empresários durante o ato durante o feriado de hoje.

Na lista de autuados estão os deputados federais Carla Zambelli (PSL-SP), Marco Feliciano (Republicanos-SP), General Girão Monteiro (PSL-RN) e Marcio Labre (PSL-RJ), o deputado estadual Danilo Balas (PSL-SP), o empresário Luciano Hang, o canto Netinho, o secretário Especial de Cultura, Mário Frias, o subsecretário de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o pastor Silas Malafaia, a prefeita de Bauru (SP), Suellen Rosim e o ex-senador Magno Malta.

*Matéria atualizada às 19h53 para acréscimo dos dois últimos parágrafos.

Edição: Fernanda Cruz e Kelly Oliveira

Grito dos Excluídos tem 27ª edição em SP em ato contra o governo

Manifestantes saíram em caminhada da Praça da Sé ao Vale do Anhangabaú

Publicado em 07/09/2021 – 18:56 Por Agência Brasil – São Paulo

Reuters/Carla Carniel

Com o mote “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda, já!”, a 27ª edição do Grito dos Excluídos reuniu representantes de movimentos sociais, de trabalhadores e da juventude. Os manifestantes saíram em caminhada da Praça da Sé, por volta das 12h, em direção ao Vale do Anhangabaú, região central da cidade, ponto final do protesto.

A realização do ato ocorre anualmente, paralelamente ao desfile cívico-militar do 7 de Setembro em diversas cidades do país. Em 2021, assim como no ano passado, não houve desfile, por causa da pandemia de covid-19. Todos os  anos, a escolha do lema da mobilização popular dialoga com o tema da Campanha da Fraternidade, da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com a conjuntura política, social e econômica do país e com os temas defendidos pelos movimentos sociais.

Entre as reivindicações históricas dessas entidades, estão ainda o direito à saúde pública de qualidade e a valorização do Sistema Único de Saúde (SUS); à moradia, à alimentação, ao trabalho, à liberdade de expressão e à democracia.

Os manifestantes carregavam faixas e cartazes das entidades e partidos que participam do ato, com mensagens relacionadas ao mote do ato e pedindo a saída do presidente Jair Bolsonaro. Durante a caminhada, houve discursos em carro de som reforçando a luta por direitos e contra a desigualdade, além de pedido de reconhecimento da população negra e indígena. A Coalizão Negra por Direitos também participou do ato.

“No Dia da Independência, ao invés do patriotismo passivo das arquibancadas, por todo país muitas pessoas saem de casa para participar do Grito por um patriotismo vivo e ativo. O objetivo é fazer desfilar pelas ruas, à plena luz do dia, um Brasil que muitos brasileiros não querem conhecer. Denunciar, ademais, os mandos e desmandos de um governo turbulento e indiferente aos males que se abatem sobre os ombros dos próprios cidadãos”, disse o padre José Alfredo Gonçalves, vice-presidente do Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM), entidade que integra a Coordenação Nacional do Grito dos Excluídos.

Balanço

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro também se reuniram em São Paulo nesta terça-feira, na Avenida Paulista. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, cerca de 140 mil pessoas participaram dos dois atos, sendo 125 mil pessoas na região da Paulista e 15 mil no Anhangabaú. Segundo o órgão, a estimativa do público foi feita a partir de imagens aéreas, análise de mapas e georreferenciamento.

Entre as ocorrências policiais, uma pessoa ficou ferida após a queda de um drone ilegal na Avenida Paulista, uma foi encaminhada ao Distrito Policial (DP) por porte de arma branca e outra por porte de sinalizadores e fogos de artifício. Dois criminosos que furtavam celulares foram presos na região da Paulista (dez aparelhos foram recuperados). Além disso, uma pessoa flagrada com apetrechos para a confecção de coquetel molotov no Vale do Anhangabaú foi encaminhada ao 8º DP. 
 

Edição: Fernanda Cruz e Juliana Andrade

Presidente Bolsonaro participa de manifestação pró-governo em Brasília

Apoiadores se reuniram na Esplanada dos Ministérios

Publicado em 07/09/2021 – 14:54 Por Agência Brasil – Brasília

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (7) de ato a favor do governo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Os manifestantes também levavam cartazes em defesa do voto impresso e contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro ficou no local por cerca de meia hora e discursou em um carro de som, acompanhado de ministros. Ele reafirmou que as autoridades devem agir dentro dos limites da Constituição e fez referência a decisões do STF, onde é alvo em quatro investigações. “Não podemos continuar aceitando que uma pessoa específica, da região [da Praça] dos Três Poderes, continue barbarizando a nossa população”, disse.

“Ou o chefe desse Poder enquadra o seu ou esse Poder pode sofrer aquilo que nós não queremos. Porque nós valorizamos, reconhecemos e sabemos o valor de cada Poder da República. Nós todos aqui na Praça dos Três Poderes juramos respeitar a nossa Constituição. Quem age fora dela se enquadra ou pede pra sair”, completou.

Bolsonaro disse que amanhã (8) terá reunião com ministros e também com os presidentes da Câmara, Arthur Lira, do Senado, Rodrigo Pacheco, e do STF, Luiz Fux. “Com esta fotografia de vocês [das manifestações de hoje], vou mostrar pra onde nós todos devemos ir”, disse aos apoiadores.

No fim da manhã, o presidente embarcou para São Paulo, onde participa de ato na Avenida Paulista nesta tarde. Após o discurso do presidente, os manifestantes começaram a deixar a Esplanada.

De acordo com a Polícia Militar do DF, uma pessoa foi detida, por portar drogas e quatro celulares. Outro flagrante foi registrado atrás do Ministério da Economia, por porte de drogas e de arma branca. A pessoa assinou Termo de Compromisso e foi liberada. A PM encontra-se com efetivo em toda a área central da capital, monitorando a movimentação dos manifestantes contra o governo e pró-governo. Pela manhã, também houve atos contra o presidente, em Brasília.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Juliana Andrade

Manifestantes defendem democracia e causas da população vulnerável

Protesto contra governo ocorreu na região central da capital

Publicado em 07/09/2021 – 14:54 Por Agência Brasil – Brasília

Manifestantes com orientações contrárias ao governo se concentram em frente a Fonte da Torre de TV em Brasília

Um grupo de manifestantes se reuniu, hoje (7), próximo à Torre de TV, região central de Brasília, em protesto contra o governo Jair Bolsonaro e em defesa das causas da população mais vulnerável, contra o desemprego e a fome e pelo direito à moradia e à saúde. O ato começou às 9h e terminou por volta das 11h.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação que ocorre tradicionalmente há 27 anos, no dia 7 de setembro, em defesa de pautas que, na avaliação dos organizadores, não são priorizadas pelo governo federal. As pautas dos participantes do ato também incluem a defesa dos  territórios e do  direito à terra, a dignidade e o acesso aos direitos básicos de segurança alimentar, soberania popular, protagonismo da juventude e das mulheres.

Este ano, o ato também se uniu à campanha de diversos movimentos sociais que pedem a saída do presidente Jair Bolsonaro, argumentando que as ações e omissões do governo federal impulsionaram o cenário de crise em que o país se encontra.

Uma das autoridades a discursar no evento foi o deputado distrital Fábio Félix (PSOL), que falou sobre o que chamou de ameaças ao processo eleitoral e à democracia. “Mas não vão nos intimidar, as ruas da capital federal não são as ruas do autoritarismo, as ruas da capital federal são as ruas da resistência. Nós temos que ‘impeachmar’ e retirar Bolsonaro já”, disse. 

Durante o ato, foi feita uma arrecadação de alimentos que serão doados para o acampamento da Marcha das Mulheres Indígenas, que também começa hoje, em Brasília.

A Polícia Militar do DF encontra-se com efetivo em toda a área central da capital, monitorando a movimentação dos manifestantes contra o governo e pró-governo. Pela manhã, também houve atos a favor do presidente, em Brasília.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Kelly Oliveira

 

Milhares de cubanos saem às ruas para pedir liberdade e gritar ‘abaixo a ditadura’

Manifestações foram reprimidas pela ditadura e censuradas na imprensa cubana

ACESSIBILIDADE:
As manifestações começaram de forma espontânea e ganharam apoio de milhares de cubanos – Foto: reprodução da TV.

O agravamento da pandemia da Covid-19 e a grave crise econômica, a pior em três décadas, levaram milhares de cubanos às ruas de Havana, neste domingo (11) em raro desafio ao regime totalitário, aos gritos de “liberdade” e “abaixo a ditadura”.

Como sempre, a ditadura culpou os Estados Unidos pela manifestação, que, segundo o regime, é estimulada por setores ligados aos norte-americanos com o objetivo de “desestabilizar” o regime.

Os protestos sofreram forte repressão das forças policiais da ditadura e vários manifestantes acabaram presos. O governo também suspendeu a circulação de transportes públicos, a fim de impedir uma adesão maior dos cabos aos protestos.

Os atos públicos foram censurados nos veículos de comunicação cubanos, mas acabaram difundidos pelas redes sociais.

Segundo relatos independentes, as manifestações de protesto começaram espontaneamente ainda pela manhã.

A falta de políticas públicas mais transparentes e os frequentes cortes de energia por uma semana aumentaram a insatisfação da população cubana.

Na cidade de San Antonio de los Baños, nos arredores da província de Havana, centenas de pessoas enfrentaram uma forte presença policial para divulgar suas reclamações que ganharam as redes sociais rapidamente.

Multidão lota Esplanada dos Ministérios em apoio a Bolsonaro, neste sábado

A presença em peso dos manifestantes atende ao pedido feito pelo presidente no último domingo

A presença em peso dos manifestantes atende ao pedido feito por Bolsonaro no último domingo (9), durante um passeio de moto pelas ruas centrais de Brasília. Em vídeos publicados nas redes sociais, e alguns replicados pelo próprio Bolsonaro, os manifestantes afirmam que o ato é em defesa da “direita brasileira” em “total apoio ao presidente Bolsonaro” e contra as medidas restritivas, adotadas por diversos governadores.

Os grupos de outros estados ficaram concentrados no Parque Leão, que fica no Recanto das Emas, uma região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 20 km do centro da Capital Federal.

Um dos organizadores do movimento Brasil Verde e Amarelo afirma em vídeo, que Bolsonaro tem apoio para fazer o que quiser. “Convocamos toda sociedade de modo geral, você comerciante que sofreu muito com lockdown, você industrial que teve esse mesmo problema, essa maluquice de alguns governadores e prefeitos, aonde não deixaram a nossa economia andar. Tentando prejudicar de toda forma nossa presidente da República Jair Bolsonaro. Vamos dizer chega! Presidente nós autorizamos, faça o que tem que ser feito”.

Bolsonaro montou a cavalo diante da multidão na Esplanada dos Ministérios – Foto: PMDF.

Entre os idealizadores do ato de apoio à Bolsonaro estão também,  a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra (Andaterra) e a Associação dos Cafeicultores do Brasil (Sincal), Movimento Pátria Amada Brasil, Movimento Nas Ruas, Movimento Eu autorizo Presidente e Movimento Direita Parecis Agro.

Os evangélicos também fizeram frente no ato de apoio a direita brasileira,  e desde às 9h estiveram reunidos,  por meios dos grupos organizados e seus pastores na Marcha das Famílias com Deus pela Liberdade.

Por volta das 16h, Bolsonaro apareceu montado em um cavalo. O presidente estava acompanhado dos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles; da Agricultura,Tereza Cristina;  do Turismo, Gilson Machado, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes e do general Braga Neto, ministro da Defesa.

Acenou para os apoiadores, disse algumas palavras de agradecimentos aos presentes. “Vocês estão reescrevendo a história do Brasil. Em vocês, nós confiamos. Não é vocês que estão comigo. Eu estou com vocês. Esse é um governo democrata que respeita seu povo e ama a liberdade”.

Em seu discurso fez duras críticas as medidas de isolamento social, adotadas por alguns governos estaduais e municipais. Afirmou que lutou muito, mas que a situação do desemprego no país “é por causa de governadores e suas políticas sem embasamento científico”.

Bolsonaro falou também sobre armas, e afirmou que “está cada vez mais legalizando as armas no Brasil”.

A Polícia Militar do Distrito Federal esteve presente na Esplanada dos Ministérios e ajudou na organização do trânsito, com a escolta de caminhões e ônibus do Recanto das Emas até a zona central de Brasília. Não houve divulgação do número de manifestantes que estiveram no local, mas pelas imagens divulgadas pela PMDF, o gramado central da Esplanada ficou praticamente lotado.

 

Desde setembro de 2018, após uma carreata pró-Bolsonaro, que reuniu mais de 25 mil carros, a PMDF não divulga números de manifestantes, devido a polêmica que houve na época com a imprensa sobre o número de carros contabilizados e divulgados pela corporação.

‘Mortadelas’ voltam a Brasília neste domingo, em dezenas de ônibus alugados

Também foram contratados lanches para manifestantes, que também receberão cachê

Dezenas de ônibus foram alugados em Brasília para transportar “mortadelas” das cidades próximas até o centro do Plano Piloto, para “fazer número” na manifestação deste domingo (7) contra o governo de Jair Bolsonaro. Além dos ônibus, também foram contratados lanches a serem distribuídos entre manifestantes, que também receberão cachê. Modelo idênticos aos protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O rapaz espancado por dois PMs na cidade de Planaltina, perto de Brasília, será um dos “mortadelas”, neste domingo. Vai virar “estrela”.

Já nesta sexta-feira (5), policiais interceptaram nos acessos a Brasília diversos veículos transportando materiais de “suporte” à manifestação.

Notícias Relacionadas
Uma preocupação central da PM é quanto ao uso de armas brancas, porretes, coquetéis molotov e outros apetrechos, por isso haverá revista.

O secretário Anderson Torres alinhou com o governador Ibaneis Rocha e o ministro André Mendonça (Justiça) todo o esquema de segurança.

“Coletes amarelos” voltam às ruas de Paris

Publicado em 16/11/2019 – 09:53

Por RTP (emissora pública de televisão de Portugal)  –

Numa manifestação convocada para marcar o primeiro aniversário do movimento dos “coletes amarelos”, a polícia lançou hoje (16) gás lacrimogéneo para dispersar manifestantes nas ruas de Paris.
Até as 11h30, hora de Paris, já tinham sido feitas 33 detenções e 1.204 pessoas foram controladas preventivamente, de acordo com a polícia de Paris.

Junto à Praça de Itália, houve situações de confronto e tensão entre a polícia e jovens de cara tapada que estavam no meio dos “coletes amarelos”, como conta RTP. A polícia disparou balas de borracha e lançou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes, que aproveitaram restos de uma obra para atacar a polícia.

Dezenas de estações de metro estão fechadas, sobretudo no centro da cidade.

Na periferia de Paris, na Porta Champerret, registaram-se novos confrontos com a polícia, quando os manifestantes tentaram cortar a estrada.

“Nada mudou”, diz líder dos “coletes amarelos”

Jeremy Clement foi entrevistado pela RTP junto aos Campos Elísios, onde tentava manifestar apesar da proibição. Este líder do Movimento dos “Coletes Amarelos”, que começou há um ano, argumenta que nada mudou em França, a pobreza permanece e continua a não haver uma resposta eficaz do Estado.

O movimento dos “coletes amarelos” surgiu a meio do mês de novembro de 2018, originalmente para contestar os preços dos combustíveis e o elevado custo de vida, mas rapidamente alastrou para um movimento mais amplo contra o Presidente francês Emmanuel Macron e a sua política económica.

Protestos que muitas vezes degeneraram em violentos confrontos com a polícia, sobretudo na capital. Milhares de pessoas foram detidas durante as manifestações.

Para um português residente no centro de Paris, as constantes manifestações e violência foram marcantes. “são manifestações por tudo e por nada”, critica.

A MANIFESTAÇÃO EM ILHÉUS FOI PÍFIA!

Os manjados de sempre, há 20 anos.

Tentaram fechar o comércio, ação inócua.

Vão buscar seus diplomas na  CUT,  PT,  e  Sindicatos…

19 de ABRIL DIA DO ÍNDIO NO BRASIL.

Esta manifestação foi articulada pela Rede de Sustentabilidade e pela esquerda festiva sem noção, prejudicando o ir e vir da população.

Tupinambás exigem o fim do massacre e da criminalização dos índios. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Tupinambás exigem o fim do massacre e da criminalização dos índios. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

 

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